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Estadinho

23.março.2012 22:03:32

O melhor do Estadinho

Perguntamos às crianças qual é sua parte ou matéria preferida no caderno. Veja só o que elas responderam e conte você também o que mais gosta (mande para estadinho@grupoestado.com.br)

 

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23.março.2012 22:00:46

Os bastidores da notícia

(Por Aryane Cararo)

Você sabe todo o caminho que a notícia percorre até o Estadinho chegar sábado na sua casa? Dez fãs descobriram isso no dia 8 de março (clique aqui para ler), quando vieram participar da escolha da reportagem que estaria na capa do Estadinho de hoje (dia 24). Quer saber como foi? Você pode ver o vídeo que a Andrea Masagão Moufarrege, mãe do Fabio e da Isabel (de 8 e 6 anos), fez da visita. E seguir a leitura por aqui, para descobrir você também como é feito o Estadinho.

 

 

COMO É FEITO O ESTADINHO:

1) Tudo começa com uma reunião para discutir que assunto vai ser o tema principal do próximo Estadinho. Em jornalismo, chamamos isso de “reunião de pauta”. O editor (que é o responsável pelo caderno), o repórter (que vai escrever o texto desse tema escolhido) e o diagramador ou designer (que vai desenhar o Estadinho no computador) discutem sobre o assunto, que perguntas o repórter deve fazer, se vai ter foto ou ilustração. Ou seja, planejam a reportagem (que também chamamos de matéria). No vídeo da Andrea, nós fizemos a reunião de pauta com as crianças numa área cheia de mesas no Estadão.

2) Então, o repórter começa a pesquisar as informações de que precisa para este assunto. Ele pode ler livros e artigos no computador ou consultar a sala de arquivo, que guarda todos os jornais antigos. No vídeo: é a parte que as crianças estão em volta de uma mesa com jornais encadernados (é o lugar que tem prateleiras nos fundos).

3) O repórter também entrevista profissionais que conheçam o assunto e outras pessoas que vão participar da reportagem (nós chamamos, em jornalismo, de “personagens”). No vídeo: você pode ver um pouco da redação, que é o lugar onde editor, repórter e diagramador ficam.Vocês viram aquelas mesas cheias de livros infantis e um balãozinho de papelão? É lá que o Estadinho fica!

4) Se a matéria vai ter fotos, nós pedimos para um fotógrafo do Estadão acompanhar a entrevista e fazer os cliques. Se for uma ilustração, solicitamos que os ilustradores do jornal façam o desenho. No vídeo: deu para ver um pouco da sala da fotografia, que concentra os pedidos de fotos para o jornal inteiro (é na parte que as crianças ficam em volta de uma mulher loira no computador).

5) Se a matéria for sair em vídeo, nós pedimos para a TV Estadão gravar. Há um estúdio de TV dentro da redação do Estadão. No vídeo: é a salinha de vidro com as câmeras dentro.

6) Quando todas as entrevistas estão feitas e as fotos ou ilustrações estão prontas, o editor conversa com o diagramador para encontrar a melhor forma de apresentar textos e imagens nas páginas do Estadinho. Com base nisso, o diagramador vai desenhar o jornal no computador.

7) O repórter vai escrever sua matéria naquela página desenhada no computador e o editor vai ler tudo, revisar o texto e ajeitar o que for preciso. Então, essas páginas que estão no nosso computador são enviadas para o computador da gráfica. No vídeo: quando você ler numa porta “Pré-impressão”, saiba que já está “entrando” na área do parque industrial, em outras palavras, da gráfica.

8 ) O Estadinho está pronto para ser impresso. A impressão funciona como um grande carimbo, que transfere tinta da máquina para o papel. Assim, tudo o que a gente via só no computador começa a passar para o papel. No vídeo: as máquinas que parecem um rolo compressor é que fazem esse carimbo.

9) Assim que o jornal começa a ganhar tinta, uma equipe de funcionários fica só checando a qualidade das cores, da impressão, de tudo! No vídeo: são os homens com uniforme azul. Nessa hora, você pode ver os jornais presos na máquina, por uma espécie de pinça, que percorrem um caminho enorme (e sem amassar!).

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Olhe só o desenho que o Eduardo Peres Cunha, de 9 anos, fez da visita ao Estadão. É da parte da gráfica.

10) O jornal é cortado, para ficar no tamanho do Estadinho, grampeado e colocado em montes (dá para ver as pilhas de jornais no vídeo). Depois, eles serão postos dentro de cada Estadão e viajam, de caminhão, avião ou automóvel, até chegar nas casas ou nas bancas.

Ah, você também pode ver duas pessoas que fazem o Estadinho nas fotos: a de vestido cinza com bolinhas sou eu (Aryane Cararo, editora) e a de vestido rosa é a Natália Mazzoni (repórter). E tudo isso é o que a gente chama de “os bastidores da notícia”.

 

 AGORA VEJA O QUE O PESSOAL DISSE SOBRE A VISITA:

Eduardo Peres Cunha, 9 anos: “Gostei muito da gráfica porque, quando você compra o Estadinho, imagina que ele teve que passar por tudo aquilo que vi na gráfica. Foi bem legal ver a coisa que fica rodando os jornais. Queria que o Estadinho ficasse maior, porque é só uma vez por semana. Então, para você ler a semana inteira, quanto mais páginas tiver, melhor é. Assim, lemos um pouco por dia. Também gostei de conhecer o estúdio onde foi tirada a foto da capa do sábado (10/3/2012) é bem legal. Gostei bastante de conhecer a rádio do Estadão ESPN. A visita foi bem legal e compensou muito.”

Arianne Lopes, 11 anos: “Eu fui conhecer a fábrica do Estadinho no dia 8/3, quinta-feira, e gostei mais da penúltima parte, que é onde ele é revisto para ver se pode ser levado para imprimir.”

Luiza Noriega Muller, 7 anos: “Eu achei muito legal que nós visitamos o estúdio de TV do Estadão e  fizemos perguntas sobre tudo. Eu adorei  conversar  sobre o Estadinho que as crianças ajudaram a  fazer.”

Laura e Raquel Arakak Mahfuz, 9 anos cada:

Feliz Aniversário Estadinho

Nós gostamos muito de participar da pauta para a edição comemorativa do Estadinho, porque somos suas fãs. Fomos recebidas no último dia 8 de março pela jornalista Natália Mazzoni, pela editora Aryane Cararo e equipe junto com outras oito crianças na sede do jornal O Estado de S.Paulo. Elas nos explicaram como surgiu o Estadão e o Estadinho. Tomamos lanchinho e conversamos, demos ideias sobre o que gostaríamos que saísse na capa, reportagens, estórias da Turma da Mônica, perguntas para a seção Quero Saber e outros assuntos que fazem parte do Estadinho.

A seguir, conhecemos onde fica a diretoria do jornal, a redação onde as jornalistas trabalham (Natália e Aryane), a sala de arquivos onde ficam todas as edições publicadas de O Estado de S.Paulo, aonde pudemos ver a primeira edição publicada do Estadinho. Que emoção!

Passamos depois para visitar a gráfica, onde são impressos o jornal O Estado de S.Paulo  e as edições do Estadinho. Vimos a placa de metal e as tintas usadas para a impressão do jornal: amarelo, azul, preto e vermelho. O branco já é o papel.

Vimos as máquinas que imprimem o jornal, pessoas separando , fazendo controle de qualidade e colocando-os em ordem para serem distribuídos.

Cada criança ganhou um exemplar da edição do Estadinho saído naquele dia da visita (8/3) que seria distribuído no sabado (10/3). Ainda ganhamos a capa do Estadão que foi publicada no dia de nosso nascimento e a capa da primeira edição do Estadinho. Ah! Tiramos várias fotos.

Pena que o dia passou rápido, jamais esqueceremos a nossa visita ao Estadinho e o carinho que a equipe teve conosco. Obrigada, porque esse dia e o Estadinho fazem parte da nossa história.”

 

 

 

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19.março.2012 18:29:59

Mande sua careta

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O Estadinho está convidando todas as crianças a participarem da nossa “caretada”. O que é isso? É a galeria de fotos para comemorar os dois anos da seção “Eu faço careta…”. Para isso, basta que os pais ou responsáveis enviem uma foto do filho fazendo careta porque gosta do Estadinho. Ele pode ficar vesgo, franzir as sobrancelhas, puxar as orelhas ou mostrar a língua, do jeitinho que Felipe Benotti Carbonell, de 6 anos, está fazendo na foto acima.

Para participar, é preciso enviar até o dia 21 de março uma foto com, no mínimo, 700 px de largura e as seguintes informações:

- Nome do pai, mãe ou responsável
- Nome completo da criança
- Idade da criança
- Cidade onde mora

Os e-mails devem ser enviados para infograficos@estadao.com.br

As fotos serão publicadas no dia 24 de março. Participe!

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O Estadinho vai formar uma grande galeria de caretas e todas as crianças estão convidadas a participar. É que a seção “Eu faço careta…” está completando dois anos e queremos fazer uma grande “caretada”. Vale ficar vesgo, mostrar a língua, apertar o nariz, puxar as orelhas (como fez o Mateus Villaça Napolitano, de 4 anos, na foto acima). Só não vale ficar de fora! Convide os amiguinhos, os primos e os coleguinhas de escola para fazer careta porque gosta do Estadinho.

Para participar, é preciso enviar até o dia 21 de março uma foto com, no mínimo, 700 px de largura e as seguintes informações:

- Nome do pai, mãe ou responsável
- Nome completo da criança
- Idade da criança
- Cidade onde mora

Os e-mails devem ser enviados para infograficos@estadao.com.br

As fotos serão publicadas no dia 24 de março. Participe!

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Dos quadrinhos da Turma da Mônica? Dos desenhos do Varal? Dos textos dos Pequenos Contadores? Ou das matérias? Algum assunto que apareceu na capa do Estadinho foi inesquecível? Conte para a gente! Mande um e-mail dizendo o que você mais gosta, com uma foto sua. Você pode aparecer no Estadinho!

E-mail: estadinho@grupoestado.com.br

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09.março.2012 15:54:53

Você é fã do Estadinho?

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Então conte para a gente que matéria (ou texto, tirinha, desenho…) você mais gostou e mande uma foto sua com seus dados. Vale escolher qualquer coisa que tenha sido publicada nos dois últimos anos (desde a edição sobre Monteiro Lobato, que está na foto). Você poderá aparecer no Estadinho!

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28.janeiro.2012 07:00:55

O que está acontecendo?

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(Por Aryane Cararo e Natália Mazzoni)

Se você tem prestado atenção nas notícias dos jornais, deve estar se perguntando: o mundo está ficando maluco ou coisa parecida? É chuva demais, enchente, alagamento, deslizamento de terra, tornado, erupção de vulcão, terremoto, seca e até tsunami. Parece até que o planeta Terra está dando sinais de revolta! Será que alguém pode explicar porque tudo isso acontece? Será que esses fenômenos estão ficando mais comuns ou só estamos prestando mais atenção neles?

O Estadinho de hoje (dia 28) vem com boa parte dessas respostas. Sabe o que a gente descobriu? Que esses eventos todos acontecem desde que o mundo é mundo, mas a ação do homem, interferindo na natureza, tem ajudado a aumentar a intensidade e a frequência de alguns deles. Quer saber mais? Leia o Estadinho de hoje, clicando nas páginas abaixo, e depois continue por aqui, que há muito mais explicações.

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SAIBA MAIS SOBRE:

Enchente

1) A enchente não é uma coisa necessariamente ruim, sabia? Em alguns casos, ela até beneficia a agricultura, como acontece nas cheias do Rio Nilo, no Egito. Quando o rio extravasa, seus sedimentos acabam sendo depositados em grande área do solo, aumentando sua fertilidade.
2) Calçadas, ruas de asfalto, prédios, casas: todos eles impermeabilizam o solo e funcionam como uma barreira, impedindo ou dificultando a água de penetrá-lo. Sem infiltrar, ela desliza pelo concreto e pelo asfalto em dias de muita chuva até achar um lugar para escoar e, muitas vezes, se deposita em um ponto mais baixo da cidade, provocando um alagamento.

3) A enchente traz prejuízos como a perda de plantações que ficam embaixo da água por vários dias, perda de bens (móveis, eletrodomésticos, roupas…) e até de vidas.

 

Estiagem

1) Ter muitas plantas em casa ajuda a reduzir o ar seco à sua volta em períodos de estiagem. É que as plantas transpiram e eliminam nesse processo a maior parte da água que absorveram, só que em forma de vapor.

2) Você já ouviu falar em salinização? Como explicamos pouco no Estadinho de papel, vamos contar melhor aqui o que é. Este é um processo que pode levar à formação de desertos em lugares em que antes havia plantação. Ele acontece geralmente em regiões onde não chove muito e os produtores precisam irrigar artificialmente. Acontece que essa irrigação que, às vezes, é mal feita, pode lavar o solo, varrendo com a água seus nutrientes. Além disso, tanto a terra como a água contêm vários tipos de sais. Esses sais vão se depositando e acabando com a fertilidade do solo. Há o risco de se tornarem improdutivos e, sem plantas, acabam se transformando em desertos, como você vê na foto abaixo.

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Sabe onde fica isso? No Rio Grande do Sul! Isso mesmo,
dentro do território brasileiro (foto: Atlas da Arenização)

Ilhas de calor

1) No verão, pioram as ilhas de calor. Você sabe o que é isso? São áreas da cidade em que se forma uma espécie de “estufa”, ou seja, que ficam mais quentes que outras regiões da mesma cidade. Geralmente, as ilhas de calor se formam no centro, por causa do excesso de asfalto e de prédios, e pela falta de vegetação. Com mais calor, há também mais chuvas!

2) No Rio de Janeiro, já se registrou uma temperatura até 7 graus maior nas ilhas do que nas bordas da cidade. Mas é São Paulo a campeã: teve uma diferença de até 15 graus entre os bairros com mais construções daqueles que são mais afastados do centro!

3) Você já reparou como as noites andam quentes, dificultando até nosso sono? E que as manhãs também já não são tão fresquinhas? Pois os culpados podem ser o asfalto e o concreto. É assim: ao longo do dia, os raios solares esquentam tudo, inclusive materiais usados para as ruas e construções. Quando o sol vai embora, ou esfria, esses materiais vão perdendo o calor que absorveram. Mas alguns demoram demais para perder esse calor, como é o caso do asfalto mais escuro. Por isso, chega a manhã e eles ainda estão soltando calor nas ruas.

 

Raios

1) Quer aprender outra forma de contar a que distância um raio caiu de você? Faça o seguinte: assim que avistar o raio, conte os segundos até ouvir o trovão. Então, ivida o número contado por 3 e você terá a distância em quilômetros. Por exemplo: 3 segundos / 3 = 1 km

2) Sabia que os raios também sobem? Isso mesmo! Uma descarga elétrica não precisa vir do céu para a terra, ele pode fazer o caminho contrário ou então ficar só entre as nuvens.

3) O princípio da formação do raio é muito parecida com o das fagulhas azuis que, às vezes, aparecem na tomada quando você retira um objeto dela. Só que numa escala muuuuito maior.

 

Vulcão

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(Infográfico/AE)

Sabe como são formados os vulcões? Essa resposta está na seção Quero Saber de hoje, na página 3 do Estadinho impresso. Vamos reproduzi-la aqui:

O geólogo Ideval Souza Costa, do Museu de Geociências da USP, explica assim: “O calor dentro da Terra é muito forte. Tanto que chega a derreter a rocha, formando uma substância conhecida como magma (ou lava). Junto com o magma, formam-se também gases e partículas quentes, que escapam através de uma abertura na crosta terrestre. Esta abertura tem formato montanhoso e se forma, geralmente, a partir do encontro de placas tectônicas (que compõem a crosta terrestre). Quando um vulcão entra em erupção, pode provocar terremotos e lançar na atmosfera grande quantidade de magma, o que é uma ameaça para quem mora próximo”.

 

 

Tsunami

1) O tsunami nada mais é que um maremoto. Ele acontece quando há um terremoto no mar, em que uma das placas tectônicas se levanta. Esse movimento provoca deslocamento de água e, logo, as ondas gigantes. Não entendeu nadinha? Então vamos explicar melhor:

- Tudo o que vemos do planeta Terra pertence à crosta terrestre: as cidades, os oceanos… Abaixo dela, há o que chamamos de manto. E mais para dentro, o núcleo.
- A crosta terrestre não é uma coisa lisa e uniforme. Ela é formada por vários pedaços, chamados de placas tectônicas.
- Essas placas nunca param quietas. É verdade que elas se movimentam muuuuuuito lentamente, mas estão sempre se mexendo.
- Quando uma placa está indo para uma direção e encontra outra placa indo na direção oposta, o que acontece? Elas começam a “disputar forças”, cada uma tentando empurrar a outra para trás. Pode não ser briga, mas isso às vezes representa perigo!
- É que nesse empurra-empurra, pode acontecer um terremoto.
- Se isso acontece no mar, e uma placa foi empurrada para cima e a outra para baixo, de forma meio violenta, pode se formar um tsunami. É que esse movimento pode ser brusco e, quando a terra empurra a água para cima, gera as tais ondas gigantes.

Veja só:

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(Infográficos/AE)

 

O que cada um pode fazer?
Além de plantar árvores e plantas, não jogar lixo e usar a água de forma consciente, há uma atividade bem interessante que o Otto Rotunno Filho, um dos especialistas consultados para essa matéria, sugeriu.

Proponha a seu pai uma aventura: percorrer um rio da nascente até onde ele morre. Observe o que acontece com o rio e relacione à sua volta: muitas casas? Empresas? Esgoto? É um bom exercício para entender que o rio não é restrito a seu leito. Tudo o que fazemos na sua bacia hidrográfica, ou seja, na área ao seu redor, o afeta.

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(Por Natália Mazzoni)

Essa semana o Estadinho contou a história do Gato de Botas. Esse ruivinho esperto nasceu na literatura, muito tempo antes de aparecer nos filmes do Shrek. E o mais legal é que agora ele ganhou um filme só dele, o Gato de Botas, que acaba de estrear no Brasil. Mas, antes de você sair correndo para o cinema, clique nas páginas abaixo e descubra a verdadeira história desse felino.

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O filme O Gato de Botas, como já contamos no Estadinho, mostra uma história bem diferente da original. Mas vale muito a pena assistir. Os diálogos são bem engraçados e a história é cheia de emoções. Quer ver o trailer?

Já que estamos falando do Gato de Botas, vamos aproveitar para conhecer um pouco mais sobre Charles Perrault?
Esse escritor francês (1628-1703) transformou os contos de fadas em literatura. É que até o século 17 os contos eram passados de um para o outro, em forma de narrativas orais, ou seja, ninguém tinha escrito as histórias, mas elas já existiam. E como quem conta um conto aumenta um ponto, a mesma história ia ganhando diversas versões.

O contexto daquela época influenciou muito essas histórias. O Gato de Botas, por exemplo, ganhou botas porque esses calçados eram sinônimo de civilização e bons modos, um conceito que havia acabado de surgir na corte de um rei chamado Luís XIV. No conto da Cinderela, também escrita por Perrault, a linda menina também não usava vestidos maravilhosos à toa. Os trajes luxuosos e o sapatinho de cristal eram um símbolo de delicadeza.

Além dessas histórias, o escritor passou para o papel várias outras que você conhece. A Bela AdormecidaChapeuzinho Vermelho, por exemplo. Mas essas histórias, antigamente, eram um pouco mais do que simples contos para crianças. De cada uma delas podia-se tirar uma moral. “Como no caso da Cinderela, que sugeria que as mulheres deveriam ser tão delicadas a ponto de conseguir andar em sapatinhos feitos de cristal sem quebrá-los”, diz a escritora e especialista em contos de fadas Katia Canton.

No caso do Gato de Botas, um poema no final dizia:

“Nunca menospreze um presente,
Ele pode ser bem valente,
E lhe trazer um novo tesouro,
Para fazê-lo enriquecer à frente.

Um gato vestindo botas
É uma figura um tanto estranha,
Mas pode dar meia voltas,
E lhe trazer uma felicidade tamanha.

Faça como ele:
Viva a vida com bom-humor.
Nunca sentirá terror
E terá sempre histórias de vida
Curtidas ao lado de gente querida.”

Esses contos de fadas não eram escritos só para crianças. Nem existia  uma separação entre literatura infantil e adulta. A escritora nos conta também que isso mudou porque, no século 18, as crianças deixaram de ser tratadas como miniadultos. “Foi quando começaram a surgir roupas, brinquedos e histórias feitas especialmente para a imaginação infantil”, explica Katia.
Parece que isso tudo faz bastante tempo, mas nós estamos no século 21.
Hoje, as histórias para crianças são bem diferentes, não são? Se a gente pensar na história do filme Happy Feet 2, que contamos aqui no blog outro dia, por exemplo, percebemos que os “pinguins crianças” são cheios de atitudes e entram em várias aventuras. O que não acontecia nas histórias dos contos de fadas de antigamente. Os contos eram feitos para preparar as crianças para o mundo adulto da época, que era bem diferente do que é hoje.

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Cinderela (reprodução).

A Katia Canton é autora do livro Era uma vez Perrault, e foi nele que descobrimos uma coisa bem interessante. O conto de fadas da Cinderela é considerado  “como o tipo mais popular de conto existente no mundo, em todas as épocas”. São mais de 400 versões contabilizadas dessa história, com textos da China antes de Cristo até as versões que conhecemos da Walt Disney.

Se você quer saber mais sobre o universo dos contos de fadas de outros tempos, vai gostar do livro Conversa de Madame – Perrault nos Salões Franceses, também da Katia Canton. Nele, você vai descobrir um pouco mais do contexto histórico da época em que os contos de fadas funcionavam como lições de comportamento. Se o assunto interessou, pode ser uma boa leitura.

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Conversa de Madame – Perrault nos Salões Franceses
Autora: Katia Canton
Ilustrações: Renata Barros
Editora: DCL
Preço: R$ 25.

Gostou de saber um pouquinho mais da história dos contos de fadas? Comente!

 

 

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05.dezembro.2011 07:00:09

Lá vem o sapo

 

(Por Aryane Cararo)

Era para ser mais um Circuito Estadinho normal. Mas o Lollo fez uma mágica e quem entrava como criança na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, na tarde de sábado (dia 3), saía de lá sapo! Verdade! A gente fez até fotos para mostrar. Veja só esse sapinho sapeca aí embaixo.

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Desde que virou sapo, pulava para lá e para cá, sem parar, treinando os saltos.

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Hum, acho que ele viu que estávamos o observando… O que será que ele vai fazer?

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Ah, chamou uma amiga sapa para pular junto!

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Ahhhhhhhh… Era só o Leonardo Costa, de 2 anos, brincando de imitar um sapo! Diz aí, Leo, como o sapo faz? “Rãbet!”, ele contou. Tem nome esse sapinho? “Sapo Jacaré!” E se der um beijinho nesse sapo, ele vira o quê? “Vai virar um leão ou um príncipe.” Mas, no fim da atividade, virou mesmo foi o Sapo Palhaço, conforme Leo nos contou.

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 A amiguinha era a Mariana Khoury, de 4 anos, e essa sapinha branca com bolinhas coloridas ganhou o nome de Bela. As duas contaram que iam pular muito na casa de Mariana.

 

O Leo e a Mari fizeram parte da oficina de sapos do Lollo e da Blandina Franco, que fizeram os livros Quem Soltou o Pum? e Grande, Pequeno. Para essa atividade, o Lollo levou um kit para cada criança, com a ajuda da agência Peralta StrawberryFrog, que tinha sapinhos de três tamanhos diferentes, com olhinhos e adesivo para colar, e uma máscara de sapo com língua de sogra, quer dizer, de sapo!

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As crianças tiveram basicamente que recortar os corpinhos de sapo e decorar. Mas muita gente precisou de ajuda com as tesouras. Ainda bem que os pais e o Lollo estavam lá para auxiliar.

 

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Quer dizer, nem todo mundo precisou de ajuda. A Gabriela Morgan Cherobin, de quase 3 anos, não deixou sua mãe chegar perto da tesoura. Foi a primeira vez que ela pegava em uma e não parou de picotar e picotar o papel. Ela nem quis saber muito da atividade, ficou é facinada com a tesoura. Já imaginamos o que ela vai pedir para o Papai Noel…

 

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Já o Henrique Hespanhol, de 3 anos, contou com a ajuda de um montão de gente. Quem fez o sapinho? “Minha mãe que fez.” E quem recortou? “O moço.” E quem enfeitou? “O tio.” Na verdade, a decoração foi toda dele, conta a mãe.

 

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O Lollo socorreu o Gustavo Martins e Sá, de 5 anos, que já estava revoltado porque não estava se entendendo com a tesoura. Ele estava tendo dificuldades em recortar a máscara. É que ele prefere escrever do que recortar, sabe? Desenhar também ele gosta, mas as tesouras… ai ai ai. No fim, deu tudo certo.

 

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No fim, teve sapo de tudo quanto é jeito. E muitas sapinhas. Essa da foto se chama Maria Luísa (é a verdinha, viu, gente?). A dona da sapinha também se chama Maria Luísa e ela tem 3 anos. Seu pai bem que tentou sugerir o nome Cinderela, mas Maria Luísa estava irredutível: todas as sapinhas seriam Maria Luísa. E ponto final, não é, Malu?

 

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Teve até uma família inteira de sapos! Pois veja a saparada da Juliana Menna Barreto Abeling, de 8 anos: o verde é um sapo dálmata chamado Thomas (com H, ressalta a Ju),  o branquinho é uma sapa chamada Suzana (com Z!) e o azulzinho é uma sapinha chamada Juliana (!). E não é que são os nomes da família inteira? Juliana disse que vai brincar com todos eles.

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 E teve mãe que virou sapa lá na loja, acredita? Pois veja como ficou a mãe da Paula Daniela Ferreira, de 3 anos, foi de morrer de rir, não é Dani? A filha fez também um sapo que tem chulé “porque andou sem sapato no chão”. Muito cuidado, crianças, para não ficar que nem o sapo da Dani.

 

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Teve ainda irmão fazendo a saparada juntos. O Luiz Felipe Vegas Amaral, de 8 anos, achou tudo muito fácil de fazer. Ele recortou rapidinho os sapinhos, só colou os olhos e entrou na fila para jogar Wii, logo ao lado.

 

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Seu irmão Luiz Gabriel Vegas Amaral, de 6 anos, enfeitou mais seus sapinhos, com bolinhas azul, laranja e verde.  Mas se divertiu mesmo foi com a língua de sogra-sapo. Vai tudo para a decoração da casa da mamãe. 

 

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Quem estava com pressa levou o kit para terminar em casa. Foi o caso do Pedro Campanini, de 6 anos. Seu sapinho, conta ele, vai se chamar Pula-pula e eles vão brincar juntos. E se alguém der um beijinho no seu sapo, Pedro, no que ele se transforma? “Ah, acho que em um príncipe.”

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 Mas não um príncipe como o da Camila Leite Dias, de 8 anos, que vai ser moreno, alto e bonito. E se chamará Rafael. “Eu gosto do nome”, explica ela. E enquanto ele é apenas sapo? “Vou brincar que sou amiga dele, vamos pular juntos.” E lá foi embora mais uma sapinha sapeca…

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19.novembro.2011 07:00:08

Caçadores de bactérias

 

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(Por Natália Mazzoni)

Eles estão por toda parte. Na nossa casa, nas ruas, no telefone, na maçaneta da porta, nos tapetes, colchões, travesseiros…E quando menos esperamos, atchim! um vírus entrou em nosso corpo e nos causou uma gripe danada. Ou então um ácaro terrível pulou do tapete peludo da sala para nossa pele e causou uma baita alergia. Sem falar nas bactérias, que podem nos render dores de barriga

Para conhecer de perto esses inimigos invisíveis a turma do Colégio Joana D’arc, de São Paulo, preparou uma emboscada. Prepararam uma gelatina sabor “coisas nojentas que os germes adoram”, e não deu outra: os famintos bichinhos apareceram aos montes. Se você ainda não leu o Estadinho desse sábado (dia 19) pode clicar nas páginas abaixo e aprender a fazer essa experiência, além de saber mais sobre esses monstrinhos.

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A Mariana Agostini Fernandes, de 6 anos, também participou dessa experiência. E sabe o que ela descobriu? Que “ficar sem lavar a mão por muito tempo é bem nojento”.
Como você leu na reportagem, os alunos passaram os cotonetes em vários lugares para capturar as bactérias. E todo mundo ficou surpreso ao descobrir como nossa mão fica suja.

 A Amarilis Torniqui Watanabi, de 6 anos, contou para o Estadinho que achou muito interessante passar o cotonete no dinheiro e descobrir várias bactérias morando nas notas. “É mesmo muito nojento”, contou ela.

Assim como a Mariana e a Amarilis, o Lucas Russo, de 8 anos, ficou muito surpreso com a experiência. Ele não imaginava que uma maçaneta poderia ser o lar de tantas bactérias.”Passamos o cotonete na maçaneta da porta e depois na gelatina. Depois de alguns dias a gelatinha encheu de bactérias!”.

E você, já fez a experiência? Se você fez, escreve para a gente contando quando as bactérias e fungos começarem a aparecer nos copinhos!

Se você acompanha o blog do Estadinho deve lembrar de um esquilo que tinha pavor de germes, o Esquilo Intranquilo! Caso você ainda não conheça essa história, vale a pena dar uma olhadinha. É só clicar aqui.

Outro livro que pode ser bacana para você entender um pouco mais sobre os germes, é o Sid, o cientista – O problema com os germes.

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Sid, o cientista – O Problema com os Germes
Autor: Jennifer Frantz
Editora: Fundamento
R$ 19,60

Vamos falar de coisas bonitas?

Outra experiência bem bacana que os alunos desse colégio fizeram transformou sal em cristais coloridos. Incrível, não é? Olha como fica lindo.

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Parece até uma pedra valiosa!

Você deve ter ficado curioso para descobrir como que o sal se transforma numa pedra tão bonita. Essa “mágica” acontece assim: em uma solução superssaturada (com muitos sais), é colocado um cristal (chamado de cristal semente). Cerca de 2 meses depois, os iões de sódio e potássio se juntam, formando esses novos cristais coloridos.
Está vendo, as coisas minusculas também podem ser lindas. Gostou?

 

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Comentários recentes

  • kauane: parabens muito esclarecedor e interesante
  • kauane: tambem gostei muito vou comentar com meus colegas de casse
  • quico: tb n entendi.
  • Julieta Miho Yamate: Angela Lago: seus livros pulsam a vivacidade e a perspicácia de uma criança. Seus desenhos e...
  • Marlene Mendes: muito legal. vou fazer para os meus alunos. ADOREI !!!!!!!!

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