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Estadinho

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(Por Aryane Cararo)

Quando a gente olha para nossos avós, parece que eles sempre foram assim, velhinhos. E nem sempre parecem muito interessantes. Afinal, o que pode fazer de tão legal ou surpreendente um avô ou uma vovó, além de bolinhos de chuva?Mas não! Eles já foram crianças, adolescentes e jovens, e viveram tantas histórias que nem podemos imaginar. É assim que o livro Vovô Frank É Um Show, do irlandês David Mackintosh, nos pega de surpresa.

Frank é um avô meio rabugento. Gosta só das coisas antigas e está sempre reclamando do barulho, das músicas novas, dos médicos, dos cortes de cabelo e de qualquer sabor de sorvete que não seja de creme. Quando o personagem principal dessa história, um menino, precisa apresentar alguém da família na escola, é claro que ele não pensa no vovô Frank. Mas ninguém ajuda e, então, só sobra o avô. Puxa, os tios, mães e pais dos outros colegas parecem tão mais interessantes! O que falar sobre o vovô Frank? É nesse dilema, e com certa vergonha, que o garoto apresenta seu avô. Ele só não imaginava que o vovô apareceria na escola para contar sua história. E que história! Ele já havia lutado até na guerra!

Um livro muito bem construído para mostrar o quanto podemos estar subestimando a história de nossos próprios familiares. Você já perguntou ao seu avô ou sua avó que aventuras eles têm para contar? Como foi a vida deles? Essa é uma boa oportunidade para começar!

Vovô Frank É Um Show. Autor: David Mackintosh. Caramelo, R$ 39.

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25.março.2013 07:01:03

Onde mora a felicidade

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(Por Aryane Cararo)

“Dizem que a infância é o período mais feliz da vida. Não para Paulina.”

É assim que começa o gracioso e tocante livro Paulina, escrito e ilustrado por Maria Eugenia. Perdi as contas de quantas vezes já ouvi essa frase: “A infância é o período mais feliz da vida”. E, toda vez que escuto, lembro bem de um dia quando eu era criança e estava bem triste. Não me recordo o que me fez ficar triste, mas lembro da sensação e das palavras que brotaram no meu pensamento e foram ditas diretamente para a parede: “Não sei porque dizem que a infância é o período mais feliz da vida. Todo mundo acha que criança não tem problema. Quando eu crescer, eu vou me lembrar bem disso e não achar que criança não sofre”. Pois é. Lembrei. E me lembro toda vez que ouço essa mesma frase. Foi como uma promessa para nunca ser injusta com uma criança.

Então, quando li o comecinho de Paulina, senti o coração batendo rapidinho. Que coisa bacana alguém ter feito uma história assim. E quer saber? Queria que Paulina tivesse existido quando era criança. Porque eu teria descoberto com o livro onde mora a verdadeira felicidade, coisa que só depois de muitos anos eu descobri.

No livro, Paulina estava triste. Sua mãe estava sempre brava. Seu pai foi embora. Ela teve de mudar para um apartamento. E, como se não pudesse piorar, seu cachorrinho não pôde ir com ela. Paulina chorou e chorou e chorou. Dormiu de tanto chorar. Então, descobriu um lugar onde todas as coisas boas estão: dentro dela própria. Foi assim que teve sonhos lindos e acordou feliz. Daquele dia em diante, descobriu como sempre transformar um dia ruim num dia ensolarado. Maria Eugenia, as crianças que um dia já se sentiram tristes vão agradecer por esse sábio conselho!

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Paulina. Autora: Maria Eugenia. Peirópolis, R$ 28.

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18.março.2013 07:00:39

Amigos

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(Por Aryane Cararo)

Silvana Rando conseguiu fazer um livro tão fofo quanto Gildo e Peppa. Em Amigos, um livro que tem mais ilustração do que texto, ela mostra como são os amigos e o que fazem, juntos ou separados. Não tem frio, chuva ou sol demais que impeça amigos de se encontrarem. Eles sempre estão prontos para ver o outro. Amigos falam bastante. Mas também precisam escutar muito! Amigos tornam a vida mais engraçada, divertida. E também estão lado a lado quando é preciso chorar. Amigos até brigam, porém, logo esquecem. Porque não importa o motivo da briga ou a distância que os separa, não importa se pensam de forma parecida ou diferente, amigos de verdade nunca se esquecem.

Uma mensagem simples, como tem de ser. Só que com ilustrações tão encantadoras que faz o livro virar especial e nos desperta a vontade de ligar imediatamente para um amigo para dizer que está com saudades.

 

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Amigos. Autora: Silvana Rando. Editora Abacatte, R$ 31.

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06.março.2013 07:00:09

A transformação do lixo

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(Por Aryane Cararo)

Uma coisa ruim pode se transformar em boa. Com um pouco de jeito e criatividade, algo feio consegue virar uma coisa bonita. Até mesmo o lixo e toda a tristeza que ele traz, com um pouco de imaginação, virou algo muito bacana nesta história sem palavras de Bernardo Carvalho.

Um Dia na Praia, o título do livro que aparece só no expediente no final, é uma obra sobre um homem que vai ao litoral com seu guarda-sol e toalha aproveitar um dia de sol. De repente, lá longe no mar aparece alguma coisa. Curioso, ele vai ver o que é. Trata-se de uma bota! Que ele pendura logo no seu guarda-sol. Mas este é só o começo, porque o mar começa a cuspir um montão de porcaria: latinhas, roupas, regadores, quadros, garrafas, uma boia de pato, bolsas, rastelos, tevê,  pedaços de milhares de quinquilharias. O que fazer com tudo isso? É aí que está a graça. Ele transforma em uma coisa bem bacana para ele continuar viajando por aí.

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Entendeu o que é?

O que mais você acha que dá para fazer com o lixo que chega à praia? Você costuma ver muita sujeira pelo litoral? O que faz com o que encontra pelo caminho? Pense a respeito!

Um Dia na Praia. Autor: Bernardo Carvalho. Cosac Naify, R$ 35,50.

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15.fevereiro.2013 07:00:45

Na boca do jacaré

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(Por Aryane Cararo)

O que acontece quando se encontram sete patinhos na lagoa e um jacaré faminto? Eles fogem, claro! Mas o jacaré não desiste e trama planos engenhosos, que incluem disfarces de Batman e de celebridade para ir dando conta de cada um. E eles caem como patinhos, claro! Até que um deles tem uma ideia simples e genial: com um instrumento bem bobo consegue aprontar uma para o Jacaré Barnabé.

A história é engenhosa, afinal, onde já se viu jacaré vestido de Batman? Mas poderia ser uma história simples de comilança e fuga se não fosse pela habilidade de Caio Riter com as rimas. Ele transforma o fato em risada e torcida pelos patinhos. E Laurent Cardon completa o bom trabalho com ilustrações bem bacanas. Vale ler e torcer (mesmo que seja pelo jacaré).

Sete Patinhos na Lagoa. Texto: Caio Riter. Ilustrações: Laurent Cardon. Editora Biruta, R$ 28 (brochura) e R$ 32 (capa dura)

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18.dezembro.2012 07:00:22

Voando como vento

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(Por Aryane Cararo)

O vento está em todos os lugares, entra por todas as frestas, passeia rápido pelo céu. Quem não gostaria de ser, às vezes, como ele? Entrar nos lugares para espiar o que acontece lá dentro, voar a toda velocidade empurrando as nuvens e embaraçar os cabelos, fazendo carinho nas cabeças. Pois O Menino Que Queria Virar Vento pensava nisso não por essas vantagens. Ele queria era voar para bem longe, que asas comuns não poderiam voar, e ficar mais próximo de sua amiga. Até que um dia ela sopra purpurinas azuis pelo ar e ele começa a se dissolver e a virar vento.

A ideia deste livro de Pedro Kalil Auad é muito sensível e bonita. Mas as ilustrações de Luisa Helena Ribeiro conseguem ser ainda melhores e realmente transformar o personagem (e a gente) em vento, voando com ele em mil pontilhados até a casa da amiga.

O Menino que Queria Virar Vento. Texto: Pedro Kalil Auad. Ilustrações: Luisa Helena Ribeiro. Aletria Editora, R$ 41,50.

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(Por Aryane Cararo)

O Senhor Brioche adora cozinhar. Sempre quis ser chef. Mas ele tem umas ideias meio estranhas. Dá para perceber pela ilustração acima, não? Chuchu com pastel, hambúrguer, milho, chocolate, catchup, muffin, queijo… vai tudo para uma só panela. É cada invenção maluca e cada sabor estranho que tem de ser um cliente muito diferente para comer suas receitas. Bom, ele ainda está apenas no livro A Receita de Sucesso do Sr. Brioche (ed. Memória Visual), feito pelo Mahani Siqueira e pela Bruna Assis Brasil, que são namorados e têm 25 e 26 anos.

Este é o primeiro livro do Mahani, mas a Bruna já ilustrou muitos e muitos livros por aí, como Branca de Neve e as Sete Versões (ed. Alfaguara, com texto de José Roberto Torero e Marcus Aurelius Pimenta), A Maravilhosa Ponte do Meu Irmão (ed. Alfaguara, com texto de Ana Maria Machado), Café com Leite (ed. Mundo Mirim, com texto de Ilan Brenman), O Menino que Colecionava Guarda-Chuvas (ed. Globo, com texto de Alexandre de Castro Gomes). E a gente sempre adora seus desenhos!

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Clique aqui para ampliar

Quer saber mais sobre a dupla? Leia o restante da entrevista.

No começo da leitura, lembrei muito do filme Ratatouille, até pelas figuras da Baguete e do crítico Celesto Manjericão. Houve uma inspiração no ratinho?
Mahani: Os filmes da Pixar e da Disney são muito inspiradores, todos eles. O Sr. Brioche não foi diretamente inspirado no Ratatouille, mas, sem dúvida, a culinária é um ótimo assunto para histórias infantis, porque tem um apelo visual muito grande e permite uma aproximação muito legal com o dia a dia das crianças.

Vocês assistiram a este filme? Gostaram?
Bruna:
 Eu amo esse filme! Se pudesse, teria uma cozinha igual àquela na minha casa. Sem um ratinho dentro, de preferência.

Qual é a especialidade de um e de outro na cozinha?
Mahani:
 A Bruna faz um empadão de palmito delicioso. Vocês têm que experimentar.
Bruna: O Mahani faz um macarrão chamado Triplo Burro (com molho branco, presunto e queijo provolone). Mas de burro ele não tem nada, porque precisa ser muito inteligente pra fazer. Ou quase isso.

Tem alguma receita de família?
Mahani:
 A torta de maçã da Bruna, com certeza. A receita é da avó dela e faz sucesso em todos os almoços de domingo. Pena que agora estou de regime.

Já fizeram alguma mistura muito esquisita?
Mahani:
 Infelizmente, não somos tão ousados quanto o Sr. Brioche, mas um dia queremos experimentar aquele prato mexicano que mistura frango e chocolate.

Vocês já foram a um restaurante muito ruim? O que comeram?
Mahani:
 Uma vez, com a família da Bruna, fomos a um restaurante em Carcassone, na França (logo na França). Lá, eu e a Bruna pedimos um prato com salsicha e batatas fritas. Estava horrível e era a coisa mais esturricada que já tínhamos visto.

No livro, há uma afirmação assim: “Algumas pessoas conhecem seus dons desde crianças”. Vocês já conheciam o dom de vocês ? O que queriam ser quando crianças?
Mahani:
 Eu sempre adorei criar histórias e imaginar personagens. Então, posso dizer que consegui realizar um sonho publicando meu primeiro livro.
Bruna: Eu desenhava minhas próprias histórias e criava os livros mais loucos, com personagens destacáveis, objetos que se mexiam com imãs e até com massa de biscuit. E a aula de artes sempre foi a minha favorita.

O que foi mais difícil na hora de fazer o livro?
Bruna:
 O livro foi o meu projeto de conclusão de curso em design gráfico. Então, além de querer criar um livro superlegal, ainda estava preocupada com a nota e com a apresentação em público. No fim das contas, deu tudo certo, apesar de ter ficado um pouco (muito) sem ar na hora da apresentação.

E o que foi mais divertido?
Mahani:
Foi pensar nas receitas malucas que o Sr. Brioche inventa e ver o livro tomar forma a cada página que a gente fazia.

 

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(Foto: Divulgação)

 

(Por Aryane Cararo)

Em um dos últimos dias da 22ª Bienal Internacional de Livros de São Paulo, o Estadinho se encontrou com a escritora Eva Furnari. Era tarde de autógrafos. E a fila era imensa. Pudera: Eva criou personagens tão mágicos, a começar pela bruxinha na década de 1980, que fizeram gerações sonhar com o mundo do impossível. Mas a espera valeu a pena. Além de Marilu, livro de 2001 reeditado agora pela editora Moderna, ela falou sobre os próximos livros, sobre o colorido do mundo e sobre o mundo digital (suas obras estão sendo passadas para os tablets e já saiu a versão animada de Felpo Filva). Acompanhe a entrevista completa (você pode escolher as perguntas que mais o agradam):

Clique aqui e veja o que saiu no Estadinho impresso.

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O que mudou nesta nova edição?
Mudou a capa, mas não as ilustrações. O que acaba acontecendo toda vez que se faz uma reformulação, e aconteceu com Marilu, é que eu olho com os olhos mais maduros para aquele livro.  Dez anos depois, a gente percebe muito mais coisa, o texto ficou mais redondo, acrescentei coisas, tirei outras, mas a história é a mesma. E o livro anterior era mais quadrado. A gente teve que fazer algumas alterações de imagem.

Como foi criar Marilu, em 2001?
Eu queria experimentar um desenho diferente, são todos recortados com tesoura, queria essas texturas. Houve também uma primeira versão da história todinha em versos que, depois, acabei abrindo mão. É que, para fazer poema, a gente acaba, às vezes, sacrificando o significado. Como era para criança pequena, achei melhor deixar o texto e fazer uma coisa mais organizada, de forma que tem só dois personagens, os donos da loja, que falam rimado. É como se fosse uma coisa um pouco mágica, como se eles não fossem de carne e osso.

Por que esse universo mágico sempre aparece nos seus livros?
Não dá para explicar. Eu realmente ando nesse mundo e não me interesso pelas histórias mais realistas. Mas acho que a gente não escolhe isso, a gente descobre que aquele é seu universo. E foi aos poucos, não foi uma coisa racional.

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O que colore o seu dia?
Fazer coisas assim, horríveis (ela mostra fotos de caretas no celular). Eu mudei de celular justamente para me divertir um pouco, porque ele tem uma câmera virada para a frente. Uma das coisas que colore o meu dia é exatamente tirar fotos como essa e mandar para meus filhos ou minha irmã com bilhetinhos meio esquisitos. Tem um monte, mas são tão horríveis que não posso mostrar. Adoro fazer caretas. E fazer meu trabalho também colore o meu dia. É um prazer. Claro, tem tem fases que são mais mecânicas, etapas mais trabalhosas, mas a parte mais agradável é criar histórias mesmo… leia mais (clique aqui)

 

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03.agosto.2012 15:38:21

Não! Não! E não!

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(Por Aryane Cararo)

O que será que um cachorro pensa quando bagunça todo o jornal ou revira o lixo? Será que sente que está ajudando? Pois Não, o cachorro do livro Não!, dá sua versão dos fatos para tudo o que a gente pensa que é apenas travessura canina. Quando ele pega uma coxa de frango “emprestada” da mesa, é apenas para se certificar de que a comida está realmente perfeita para consumo dos donos. E você pensou que fosse diferente?

Pois esta história curtinha, de poucas palavras de Marta Altés, mostra o ponto de vista do cão, que só não entende porque sua coleira carrega outro nome. Uma ideia engraçada, com ilustrações idem, que renderem à autora a indicação no The People’s Book Prize 2012, da Inglaterra. E um final impossível de não rir.

 

Não! Autora: Marta Altés. Brinque-book, R$ 30,50.

 

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31.julho.2012 07:00:29

A troca

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(Por Aryane Cararo)

“Quanto vale um baú cheio de ouro?” Será que vale só um copo de água e um alfinete? Você vai dizer que não. E pensar que quem faz uma troca dessas não tem juízo. Maluquinho da Silva! Mas se estivesse sozinho no deserto, sem ver
ninguém há dias, carregando um baú pesadão e morto de sede, será que valeria a pena a troca? Pois assim muda tudo, não é? Morrer de sede ou proteger o tesouro?

Eu ficaria com a água. E você? Pois Joaquim preferiu o copo também, deixando para Felisberto o baú no deserto. E é assim que começa o fascinante livro A Troca, de Bia Hetzel. Uma coisa vai sendo trocada por outra e por outra, outra,
outra até que você tem um livro de trocas tão malucas quanto o fantástico livro Um Balão por um Bacamarte, de Alastair Reid e Bob Gill (Cosac Naify), escrito em 1960. Que lembra também João Felizardo, O Rei dos Negócios, de Angela-Lago. Felizardo, Felisberto… o desfecho é certo: será que há dinheiro que compre felicidade?

Nessa aventura de Bia Hetzel, recheada de ilustrações deliciosas do sempre competente Jean-Claude R. Alphen, o texto passeia por trocas saborosas e filosóficas. “Quanto vale um amor? Depende de quanto dura? Ou depende de
quem procura?”, pergunta a escritora. “E quanto vale a amizade? Amigo a gente compra na feira? Amizade a gente troca por qualquer besteira?”

Não é divertida essa brincadeira? De palavras, de trocas e de ilustrações. Depois que você tiver lido tudo, volte com atenção para cada página observando toda a riqueza de detalhes de Jean-Claude e procure ali muitas outras ideias para trocar ou simplesmente se perder em imaginar uma ligação para todas elas. E aí, meu amigo, começam milhares de outras histórias.

A Troca. Texto: Bia Hetzel. Ilustrações: Jean-Claude R. Alphen. Editora Manati, R$ 38.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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