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Estadinho

13.outubro.2012 07:00:58

Presente para você

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Por Bárbara Ferreira Santos

Ontem, dia 12 de outubro, foi um dos dias mais esperados do ano: o Dia das Crianças, uma data só para brincar! O Estadinho encomendou presentes para você, com crianças que moram nas pontas do Brasil.  São brincadeiras vindas do extremos sul, norte, leste e oeste.

Você sabia que em Chuí, no Rio Grande do Sul, as escolas têm alunos uruguaios e brasileiros e as brincadeiras têm palavras em português e em espanhol (o famoso portunhol)? Que em João Pessoa, na Paraíba, a Amarelinha se chama Cademia e a Queimada é o Baleado?

No ponto mais a Oeste do Brasil, em Mâncio Lima, no Acre, as crianças brincam nas cachoeiras do Parque Nacional da Serra do Divisor, na fronteira com o Peru. Nesta cidade, por exemplo, não há Corpo de Bombeiros. O bombeiro mais perto fica a 36 quilômetros de distância, em Cruzeiro do Sul.

Se você pensou que o ponto norte do Brasil era o Oiapoque, estava enganado. O extremo norte do País fica em Uiramutã, em Roraima, onde existe uma região em que só entra índio: a Raposa Serra do Sol. Lá, não existe asfalto nas ruas, apenas paralelepípedos (chão de pedras) e uma terra fina, que parece areia. Se você ainda não leu nossa reportagem clique nas páginas abaixo e descubra histórias de crianças que moram nos extremos deste País tão grande (são mais de 8,5 milhões de km quadrados de extensão!) e aprenda as brincadeiras de cada região.

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Brincadeira é coisa séria!

Mas, afinal, por que brincar é saudável? “A brincadeira organiza as emoções e os nossos pensamentos. Por meio dela, você consegue se relacionar muito melhor com o outro, se sente mais feliz e, consequentemente, tem uma produção muito melhor na escola”, explica Vera Barros de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Bibliotecas.

Com a correria do dia a dia, com atividades como inglês, caratê, natação, balé, ginástica, muitas vezes não dá tempo de brincar. Mas é importante deixar um horário do dia só para se divertir. “Hoje as crianças brincam menos. Os pais estão preocupados com o futuro dos filhos, mas os colocam em atividades extras demais, o que cansa”, afirma Maria Angela Barbato, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC-SP.

E escola também é lugar de brincadeira, sim senhor! Para Vera Barros, ficar copiando as coisas da lousa não é a melhor forma de se aprender. “É fundamental que as escolas entendam que as crianças precisam brincar para ter prazer em aprender a ler e a escrever. Não precisa deixar a criança sentada horas, como se fosse um massacre”, afirma.

E brincar na internet, pode?

Você pode explicar para o seu pai que a internet também não é o grande vilão desta história. Dá para brincar usando a internet, com a supervisão dos adultos. Mas calma, antes de ficar horas em frente ao computador, saiba que as brincadeiras antigas são tão importantes quanto as novas. “Enquanto as novas ajudam a desenvolver o conhecimento, as antigas ainda ajudam a conhecer novas amizades, criar coisas novas e não receber coisas prontas, porque a tecnologia tem muito de entregar tudo pronto para você”, explica Maria Angela.

Brincar é um direito!

Existe até lei que diz que criança deve brincar. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente foi criado em 1990 (lei 8.069) para garantir que todas as crianças brasileiras não sofressem violência e pudessem ter uma infância feliz. Este estatuto segue uma norma internacional, a Declaração dos Direitos da Criança, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aplicada em todo o mundo.

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(Por Aryane Cararo)

O Circuito Estadinho deste sábado (dia 16) foi bem agitado. Em vez de a Juliana Offenbecker, da Cia. Conto em Cantos, só contar histórias e o pessoal ficar ouvindo, ela fez a criançada toda levantar, sacudir, bagunçar. Todo mundo aprontou a maior farra na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. É que ela apresentou uma série de brincadeiras de roda cantadas e toda cantiga exigia uma dança ou um movimento diferente. Foi bem divertido! As crianças riram a valer, gritaram, quase ficaram doidinhas na livraria. O resultado é que todas gostaram muito.

 

 

Gostaram? Então, preparem-se que sábado que vem tem mais Circuito Estadinho. As meninas do ateliê Sucatinha de Luxo vão ensinar a fazer móbiles. Vai ser muito legal!

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Vamos abrir a roda? É que Juliana Offenbecker, da Cia. Conto em Cantos, vai fazer amanhã (dia 16) no Circuito Estadinho uma oficina de roda de brincadeiras cantadas. É só ir até a Livraria Cultura do Bourbon Shopping (Rua Turiaçu, 2.100, Perdizes), às 15 horas, dar as mãos para seu vizinho e se preparar para brincar. Grátis.

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23.março.2012 22:05:29

Estadinho Especial

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(Por Natália Mazzoni)

O Estadinho está fazendo a maior festa para comemorar seus 2 anos de formato gibi. Tudo começou com a visita de 10 crianças que foram “consultores” por um dia. Eles deram palpite em tudo! Falaram o que querem ver nas seções, na capa, o que gostam e o que não gostam. Tudo mundo participou, comeu lanchinho, conheceu a equipe, a redação e a gráfica do jornal. Foi tudo muito legal. E o resultado dessa visita você vê na edição desta semana. Não leu ainda? Clique nas páginas abaixo!

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Como você já viu, o tema escolhido pelas crianças foi “brincadeiras de antigamente”. E teve outra recomendação: o Estadinho deveria ouvir pais que brincavam muito quando eram crianças! Além das brincadeiras escolhidas para aparecer na reportagem, os pais se lembraram de outras coisas muito legais. Olhe só.

Estadinho: Quais eram suas brincadeiras favoritas de infância?
Fabiana Ferreira, 36 anos: Esconde-esconde, detetive, stop, queimada, barbante e corda. A gente desenhava amarelinha no asfalto com giz ou um pedaço de tijolo.

Brincadeiras antigas são mais legais?
Andrea Masagao Moufarrege, 37 anos: Eu vejo crianças brincando de coisas bem legais hoje. Mas a grande diferença é a tecnologia, que a gente não tinha. Acho que o importante é manter contato com os amigos. Se a tecnologia ajudar nisso, está valendo.
Carolina Noriega, 31 anos: Sim. Hoje as crianças se isolam mais, interagem mais com máquinas, não criam, não fantasiam e não gastam energia como antes.

O que tinha de mais legal nas brincadeiras de sua época?
Andrea Diegues Arakak Mahfuz: As brincadeiras eram superdivertidas, porque você usava a sua imaginação e jogava com quantos amigos quisesse. E ainda podia fazer novos amigos brincando!

Tem alguma dica de um dos jogos escolhidos pelas crianças?
Marcos Mahfuz, 48 anos: Como eu jogava taco, o que posso dizer sobre o jogo é que é muito fácil de jogar. Você arruma dois tacos de madeira (na epóca arrumamos com um marceneiro) e uma latinha de refrigerante (ou três galhos de árvore) para fazer as casinhas. O objetivo do jogo é derrubar as casinhas que o adversário protege para recuperar o taco e rebater as bolas quando você tem a posse do taco. É mais ou menos como o beisebol (jogo americano).

 

Gostou de conhecer mais sobre o universo das brincadeiras antigas? No Almanaque de Férias, que saiu no ano passado, tem muito mais. Você pode aprender a jogar e convidar seus pais para brincar. Divirta-se!

Veja mais sobre o especial de 2 anos do “novo” Estadinho no site do Estadão!


 

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04.junho.2011 07:30:00

Moda de papel

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Ilustrações: Carlinhos Müller

Nesta semana, o Estadinho que saber: o que é moda para você? Para nós, é sentir-se bem usando aquilo que se gosta. Não importa a marca nem de onde a roupa vem. E vale lembrar que moda também é uma arte, um jeito de se expressar. Já parou para pensar como o corpo também vira uma escultura? E nos movimentos culturais e sociais em que a moda está inserida? Por que será que alguns ídolos musicais têm o mesmo estilo?

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Para ler a matéria completa e conhecer melhor a história de algumas peças, é só clicar nas páginas abaixo. E conferir ainda o bate-papo que tivemos com a inventora Miki W., autora do livro Vestida para Espantar Gente na Rua, e ver que bacana que é um grupo de amigas que comanda o Brechó Pop Camelô. Ah, sobre elas, você pode continuar lendo mais para baixo.

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Mas não pare por aí. A ideia de falar de moda também virou brincadeira no Estadinho. Na edição de papel, todas ilustrações foram feitas para recortar e vestir os bonecos da capa, como você na imagem acima. As mesmas imagens estão disponíveis aqui para impressão (assim, se você ficar com dó de tirar um pedaço da sua edição impressa, tudo bem! Você pega do blog sem ter de “costurar” depois).

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Daniel Teixeira/AE

O que você faz com as roupas que não servem mais? Aos seis anos, quatro amigas de colégio decidiram vender peças usadas para levantar uma grana e viajar para a Disney. Elas começaram a juntar roupas que não serviam mais, garimpar os armários das mães, tias e avós e o projeto deu certo. Hoje, aos 10, Giovanna Pezzuto, Estela Barone Rocha Pinto, Joana Fusco Ximenes e Marcela Magalhães organizam com muito estilo (e sem frescura) o Brechó Pop Camelô.

Até agora, quatro edições já foram feitas com sucesso! “A gente foi juntando tudo e colocou pra vender bem baratinho”, diz Giovanna. “O segredo é ter peças baratas. Assim, as pessoas compram bastante e quando você vê, já ficou um montão”, explica Estela. Na última edição, o brechó foi organizado em uma loja da Vila Madalena. “Foi muito bom. Até a dona da loja agradeceu a gente por ter emprestado o espaço, pois acabamos levando um monte de gente pra lá”, lembra empolgada a Joana. Já Marcela, conta mais sobre o que é aceito e como os preços são definidos: “Ah, existe meio que uma tabela. Por exemplo, uma blusinha simples vai custar R$ 5 ou R$ 10. Se ela tem algum detalhe, alguma coisa bem bonitinha, aí a gente pensa. Mas, no geral, quase tudo é entre R$ 5 e R$ 25. E temos bijuterias, skate, livros… Colocamos pra vender o que a gente consegue juntar”, diz.

O legal das meninas é que apesar de conhecer alguns nomes da moda e ter peças de marca, elas não ligam apenas para isso. “O que mais vejo é uma garota com shorts e camisa xadrez, sempre igual”, conta Giovanna, que comanda o blog Love Teen.
Com isso, as meninas já até fizeram parcerias com ONGs. E o mais legal não é que elas estão guardando dinheiro para realizar um sonho. E sim que dá para sentir, só conversando com elas, que o rola mesmo é uma ação de amizade supersaudável. Elas respeitam cada estilo (todas são bem diferentes) e ajudam os amigos a se vestir melhor sendo bastante elegantes. “Ah, a gente não fica falando muito. Mas por exemplo, se tem alguém que pede opinião e a gente vê que a roupa não tá legal, a gente tenta mostrar que fica melhor de outro jeito. Então a gente incentiva outro visual sem ficar falando mal do anterior”, conta Joana.

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Para completar seu conhecimento de moda, há mais uma peça que não pode faltar no seu “armário”. Nesse livro Moda: Uma História para Crianças (Cosac Naify) de Katia Canton e Luciana Shiller, a moda é apresentada por períodos, fatos e curiosidades. Tem uma seção sobre o Egito, outra para falar de acessórios e uma bem legal que conta um pouco sobre estilistas famosos da alta-costura, como Chanel e Dior, por exemplo. E, no final, traz um texto bem interessante que diz: “A moda é feita não só pelos costureiros e artistas famosos, mas também por todos nós. A moda é criada nas ruas, no jeito como as pessoas se vestem. Seu próprio jeito de ser também faz parte da história da moda. Pense nisso”.

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Quer brincar de apostar corrida de sapo? Clique aqui para ver o molde e aprender com as dicas do Professor Sassá, publicadas hoje no Estadinho de papel.

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Foto: reprodução

O Furunfunfum, o grupo animado que criou a marchinha de carnaval do Estadinho, está no pique total para a folia desses quatro dias. Anote na agenda e não perca: vai ter música e alegria de montão!

5/3, sábado, às 15h
SESC PIRACICABA – Rua Ipiranga, 155, Centro – Piracicaba, SP – Tel.: (19) 3437-9292

6/3, domingo, às 15h
LIVRARIA DA VILA – Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros – São Paulo, SP – Tel.:  (11) 3814-5811

7/3, segunda-feira, às 15h
SESC CONSOLAÇÃO – Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque - São Paulo, SP – Tel.: (11) 3234-3000

8/3, terça-feira, às 15h
SESC POMPEIA – Rua Clélia, 93, Pompeia - São Paulo, SP – Tel.: (11) 3871-7700

Onde mais aproveitar a festa?

- No Circuito Estadinho, que acontece às 15 h, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, em São Paulo. O artista José Carlos Lollo vai ensinar a fazer fantasias de Cleópatra e soldados. Depois, é só seguir para uma festa. Bourbon Shopping. Rua Turiaçu, 2.100, Pompeia. 15h. Grátis.

- No Museu de Arte Moderna de São Paulo, o MAM. Amanhã, dia 5,  partir das 10h30, o ritmo da matinê vai tomar conta da marquise do museu, onde crianças e pais poderão confeccionar fantasias e depois ouvir marchinhas. Parque do Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3, (11) 5085-1300. 10h30. Grátias.

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Na última edição do Estadinho de papel, o Professor Sassá ensinou a fazer um carrinho de corrida com jornal e tampinhas de garrafa PET. Vamos aprender? Clique aqui e veja todos os passos. Corra para a diversão e, se quiser, conte aqui para a gente como foi emocionante criar o próprio brinquedo. Zoom!

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11.dezembro.2010 14:39:35

Para brincar de detetive

Você conhece o jogo do detetive? Existem alguns de tabuleiro, que são vendidos em lojas de brinquedos. Mas também tem um bem legal que nem precisa de nada, só alguns pedaços de papel.

Para brincar desse jogo, precisa ter bastante gente. Uma das pessoas será o detetive. É necessário ter um bandido também. As outras serão as vítimas.

Funciona assim: todo mundo forma uma roda. Tem que sortear quem vai ser o quê. Para isso, use pedaços de papel: em um está escrito bandido, no outro detetive e todos os demais papéis deverão estar escritos vítima (mas guarde segredo!). O bandido precisa matar as vítimas de brincadeirinha. Como faz isso? Ele, discretamente, pisca para as pessoas. Quem for vítima e receber uma piscada precisa gritar “Morri!”, e sair da roda. A vítima pode demorar alguns segundos para “morrer”, para que o jogo fique mais emocionante.

O detetive precisa ficar de olho, para descobrir bem depressa quem é que está “matando” as pessoas. Quando descobrir quem é o bandido, ele grita: “Preso em nome da lei!”, e ganha o jogo.

A parte legal é que o bandido nunca sabe se a pessoa para quem ele vai piscar é vítima ou detetive. Por isso, precisa prestar bastante atenção: quem está calmo, quem está mais atento aos outros…

Gostou da brincadeira? Agora junte os seus amigos e brinque! Quanto mais gente tiver, melhor.

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11.dezembro.2010 08:20:48

Rato azul

Este ratinho azul é bem fácil de fazer e muito legal de brincar. Quer aprender com o Professor Sassá? É só seguir as dicas abaixo.

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Você vai precisar de:

- Cone de linha
- Pincel
- Tinta acrílica
- Folhas de E.V.A.
- Tesoura de ponta redonda
- Cola de E.V.A.
- Olhos móveis
- Pompom

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1 – Pegue o cone de linha e pinte-o com tinta acrílica azul. Espere meia hora para secar.

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2 – Imprima os moldes aqui. Depois, recorte as orelhas no E.V.A. azul.

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3 – Passe cola nas orelhas para que elas fiquem fechadinhas. Atenção: é só em uma das pontas.

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4 – Recorte os outros moldes do ratinho em E.V.A. e cole no cone (comece pelo peito).

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5- Cole as orelhas na lateral. Depois, os olhos. Para o nariz, passe cola só na parte superior para conseguir puxá-lo para a frente depois. O pompom vai na ponta.

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6 – Depois dos olhos, é a vez do rabinho. Cole na parte de baixo, com a cauda virada para cima.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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