
(Por Aryane Cararo)
Nenenzinha é uma menina magrinha, miúda. Mas quando quer alguma coisa, ela cresce, cresce muito e não há quem impeça. Tem apenas 13 anos, mas já é tia, uma tia menina. Seu sobrinho mais velho, Niquinho, tem só dois anos a menos do que ela. Ele é irmão de Quinzinho, Chiquito e Célia. Acontece que eles ficaram órfãos e acabaram sendo cuidados por uma tia malvada, uma mulher bonita, mas com alma de bruxa. E Nenenzinha, com pena daquele quarteto, resolve sair da casa de seus pais para morar com o irmão, Tião, e cuidar dos sobrinhos.
Além de ajudar nas inúmeras tarefas de casa, a garota dava um jeito de os sobrinhos se divertirem, como toda criança merece. Até o dia em que descobre o segredo da malvada da Delminda, a tia bruxa. E desse dia em diante, toda vez que a situação se agravar, ela vai ameaçar contar o segredo para o irmão. Mas o que será que Nenenzinha sabe? Ela de fato sabe de alguma coisa?
Isso tudo você descobre no livro A Guardiã dos Segredos de Família, da escritora mineira Stella Maris Rezende. Lançado este ano pela editora SM, o livro é resultado do prêmio Barco a Vapor de 2010. Todo ano, a Fundação SM faz um concurso aberto para escritores do Brasil inteiro enviarem suas histórias. A que eles consideram a melhor é publicada no ano seguinte, e a de Stella Maris foi a premiada. Nesse ano, o ganhador foi um rapaz de 23 anos chamado Irley Thiago de Oliveira, que inventou uma história meio pirada sobre o Coelho Azul. Parece ser bem legal, tem até aventura de ratos pelo esgoto, mas temos de esperar o livro ficar pronto para conhecer (só no ano que vem).
A Guardiã dos Segredos de Família
Autor: Stella Maris Rezende.
Edições SM, R$ 28.
(Por Dado Carvalho)
Sábado (17) foi dia de Circuito Estadinho lá na Livraria Cultura do Shopping Bourbon. Desta vez, a pessoa convidada para brincar com a gente foi a ilustradora Laura Teixeira.
A brincadeira consistia em fazer um desenho diferente, sem caneta nem lápis. O desenho deveria ser feito no ar. Para isso, a criança poderia usar qualquer material. Lá no Circuito havia papel colorido, fitas de várias cores, adesivos de bolinhas e coisas bem incomuns para desenhar: aquelas luvas de borracha, que os médicos usam muito, e um pano bem fininho, que parecia uma meia, mas com aberturas dos dois lados.
Laura deu alguns exemplos do que poderia ser feito. É só usar a imaginação que aqueles materiais podem virar qualquer coisa. Depois, ela passou a vez para o pessoal brincar à vontade. E saiu cada coisa…
Laura foi para a Livraria Cultura junto com a “boadrasta”
Sofia Lima, de 9 anos, usou a fita prateada para fazer dois bonecos. Era um casal: o menino se chamava Eder e a menina, Mariana. Sofia contou que esses são os nomes do seu pai e da sua madrasta (e como ela gosta muito da madrasta, ela prefere dizer “boadrastra”). A “boadrasta” da Sofia estava lá, ajudando.
Sofia também disse que os bonequinhos gostam de brincar de queimada. No colégio onde estuda, ela também brinca de queimada e handebol. Vai ter até um jogo daqui a algumas semanas entre a classe da Sofia, a 3ª A, e a outra classe, a 3ª B. Vamos torcer por ela?
Ana Luiza (à esquerda) e Mariana adoram fazer compras
A Ana Luiza Cruz, de 6 anos, foi ao Circuito e encontrou uma coleguinha da escola, a Mariana Salvalagio, de 7 anos. Elas se divertiram muito: cada uma fez uma bolsa bem chique. Ana contou que ela gosta muito de fazer compras. Mas o que gosta de comprar? “Coisas, ué”, resume. “Sapato, roupa, brinquedos…” Já Mariana preza pela elegância acima de tudo. Sabe de que marca é a bolsa dela? “É da Zara”, ela conta.
André gosta de jogar videogame
O irmão da Ana Luiza também estava lá. Ele se chama André Cruz, tem 8 anos e fez uma onça bem brava. André disse que nunca viu uma onça de verdade pessoalmente. No dia a dia, o que ele gosta de fazer é jogar videogame. Ele tem até o jogo do Megamente.
Laura faz oficina de artes plásticas na escola…
Uma pessoa que tirou de letra a atividade foi Laura Mahfuz, de 8 anos. No colégio em que ela estuda, tem oficinas de artes plásticas. Ela lembra que já fez coisas com argila e agora está aprendendo a fazer uma caixinha de decupagem. O que Laura fez no Circuito foi um vaso cheio de ursinhos.
…junto com a irmã, a Raquel
E a gente ficou confuso: a Laura trocou de roupa no meio da atividade? Não. Ela foi junto com a irmã gêmea, a Raquel. Ela também faz a oficina no colégio e fez um ursinho bem bonito.
Olha quanta coisa que a Ana fez!
Já a Ana Vieira, de 9 anos, fez várias coisas muito doidas. Ela criou uma casa viva. Dentro dessa casa, vive um astronauta prateado, uma minhoca espacial cor de rosa e o Bob, que ela disse que é uma “caixa esquisita”.
Todo mundo fez alguma coisa legal. Se você também quer se divertir com a gente, não perca o próximo Circuito Estadinho. Vai ser na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, no sábado, dia 24, às 15 h. Quem estará lá é o Lollo, um artista que a gente já conhece de outros Circuitos…
Um grande abraço e até lá!

Cão e gato não costumam ser muito amigos. Mas aqui você faz deles o que quiser: companheiros, aventureiros, amigões e até brigões e encrenqueiros. Basta ter dois copos de iogurte, dois palitos de sorvete, entre outros materiais, e seguir os passos que o Professor Sassá ensina. Você cria cada um e depois inventa as histórias que quiser. Clique aqui e veja como é fácil.
(Por Natália Mazzoni)
Nesta semana, o Estadinho fala sobre esportes. Mas nem precisa ser fã de atividades físicas para se interessar pela nossa matéria de capa. Nós achamos que seria legal contar para vocês sobre algumas modalidades superdiferentes que existem não só no Brasil, mas também no mundo.
Tem muitas coisas legais e algumas delas dá até para fazer em casa, como o campeonato de bomba e barrigada que você pode praticar com os amigos na piscina, quando o verão chegar. Além disso, a gente pensou numa maneira de jogar xadrez e dama gigantes em casa. É só fazer um tabuleiro bem grande no chão usando giz. Essas e outras brincadeiras que viraram esportes estão nesta edição da Virada Esportiva, que acontece neste fim de semana em São Paulo. Clique no link abaixo para ler tudo. Depois, volte aqui para saber o que mais existe de bizarro no mundo dos esportes.
O Bossa ball é um dos esportes mais malucos que apareceu na nossa edição. É aquela mistura de futebol e futevôlei na cama elástica. Colocamos vídeo aqui para você entender um pouco mais sobre esse esporte maluco:
Outro esporte bem engraçado é o Curling. Essa competição ficou famosa depois da última Olimpíada. O jogo é um pouco complicado de entender: em uma pista de gelo, um jogador lança uma pedra de granito o mais próximo possível de um alvo. Depois de lançada a pedra, outros integrantes da equipe varrem o gelo da pista para alterar a velocidade e a rota do objeto. Não entendeu nada? Assista ao vídeo que você vai sacar como é.
Em Portugal existe campeonato nacional de Hóquei Subaquático. O jogo começa com uma equipe de cada lado e um disco no centro do campo (nesse caso, o chão da piscina). Ao sinal do juiz, os jogadores mergulham com o objetivo de empurrar o disco até o gol do adversário. Quer ver? Clique no link.
Que experimentar algum esporte maluco da Virada Esportiva? Aqui vai a programação:
Campeonato de bomba, campeonato de barrigada, tapete mágico e slackline:
Acqua Point, Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller, s/n), das 10 h às 17 h.
Surfe mecânico, Giromaster e Pebolim humano:
Arena Juventude Radical, Vale do Anhangabaú, das 8 h às 16 h.
Bossa ball:
Arena Juventude Radical, Vale do Anhangabaú, das 10 h às 22 h.
Dama e Xadrez gigantes:
Parques do Carmo, do Povo, Ecológico do Tietê e Bicicletas, das 9 h às 17 h
Escalada aquática:
Parque Esportivo dos Trabalhadores (Rua Canuto de Abreu, s/n, Tatuapé), das 9 h às 16 h.
Para quem quer participar da Virada Esportiva, mas prefere uma modalidade mais convencional, vai ter skate, patins e corrida. Nesse link você fica sabendo toda a programação. Clique aqui e bom final de semana!

O Circuito Estadinho de amanhã (dia 17) tem uma proposta que até parece maluca: desenho no ar. Mas ninguém vai usar caneta invisível para fazer isso, não!
A ilustradora Laura Teixeira, autora do livro Número de Circo, explica como isso funciona: “Em vez de usar lápis de cor e sulfite, faremos desenhos no ar com caixinhas de presente, jornal reciclado, fita colorida, luvas de borracha e outros materiais. Cada um inventa o que quiser, desde que seja tridimensional.”
Gostou? Então apareça na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, às 15 horas.
Circuito Estadinho: oficina de artes com Laura Teixeira na Livraria Cultura do Bourbon Shopping (Rua Turiaçu, 2.100, Pompeia). Sábado (dia 17), às 15 horas. Grátis.

(Por Aryane Cararo)
Esquilo Intranquilo é um bichinho meio paranóico. Ele nunca sai de sua nogueira para nada, nem mesmo para ir à praia nas férias. Tem medo de gaivotas, águas-vivas, lagostas, piratas e monstros marinhos. Ah, sim, ele detesta germes. Aliás, tem pavor!
Por isso, em vez de ir para a praia, ele a traz até ele. Como assim? O bichinho constrói algo que se parece com um pedaço do litoral: cenário de coqueiro, areia de caixinha de gato, lanterna para fornecer a luz, piscininha inflável com água para simular o mar…
Mas falta algo: barulho do mar. Pois é, ele vai precisar ir até a praia para encontrar uma concha… Assim, basta encostar o ouvido nela e escutar um ruído parecido com o das ondas (desde que ela não esteja ocupada!). Para isso, Esquilo vai bolar um plano cuidadoso e mirabolante para ter uma missão bem-sucedida. Ele vai levar até batata frita para distrair as gaivotas!
Acompanhe essa aventura e descubra o que acontece com o Esquilo Intranquilo. Neste livro, não tem como não rir da paranoia do personagem. E as ilustrações revelam todo o esquema tático de planos, infográficos e mapas do personagem. Hilário!
Esquilo Intranquilo
Autora: Mélanie Watt.
Editora Rocco Pequenos Leitores
R$ 28

Já pensou em fabricar o seu próprio instrumento musical? O Professor Sassá ensinar a fazer um pau de chuva (uma espécie de chocalho) usando coisas que em toda casa tem: rolo de papel toalha, pedrinhas ou grãos de arroz e feijão.

Sábado (dia 10) foi dia de colocar a mão na massa no Circuito Estadinho, na Livraria Cultura do Shopping Market Place.
Sabe aquele pote de iogurte vazio? O palito de sorvete? E as canetinhas que você usa para colorir? O Professor Sassá foi lá ensinar a juntar isso tudo e fazer um fantoche de cachorro super bacana. Foi bem fácil de fazer e a criançada não pensou duas vezes antes de sentar no chão e soltar a criatividade. Teve quem fez o focinho cheio de pintinhas, quem fez as orelhinhas bem dobradas e quem desenhou um sorrisão. Resumindo: todo mundo se divertiu!
Os materiais para fazer o fantoche eram bem simples: pote de iogurte, palito de sorvete, durex, cartolina, canetinhas e tesoura. Como o Circuito Estadinho dessa vez estava cheio de meninas, as tesouras rosas fizeram o maior sucesso!

E olha lá a criançada começando a atividade. Era hora de pegar os materiais.
A Maria Luiza Monteiro tem só 3 anos e já foi curtir a oficina. Levou o papai Fábio e a mamãe Eliane. Um pouco tímida no começo, preferiu ficar só observando o movimento enquanto o pai fazia o fantoche e ainda carregava a mochilinha rosa que ela levou…
Esse é o Matheus Luige Oshero, de 6 anos, mostrando seu fantoche quase pronto. Ele foi com a sua irmã mais nova, a Rebeca, que tem só 1 ano. Matheus contou que adora construir coisas e garantiu que o avião que ele fez em casa usando pecinhas coloridas ficou o máximo!
E o prêmio de criança mais animada da oficina vai paraaaaaa….a Giovana Emi Deguchi Capeletti! A Gi, de 7 anos, chegou cedinho lá na Livraria Cultura e não via a hora de brincar. Foi só anunciar que a atividade iria começar que ela saiu correndo e fez questão de pegar o melhor lugar para sentar. Esse com ela na foto é o Rafael Emi Deguchi Capeletti, seu irmão de 3 anos que também entrou na festa.
E olha lá quem se animou. A Maria Luiza foi até pedir ajuda para o Professor Sassá.
Não falei que tinha focinho cheio de pintinhas? Olha o fantoche da Stella Silveira Joaquim. Ela tem só 4 anos e fez toda a atividade sozinha. A mãe dela contou que a Stella “parece que já nasceu com papel e tesoura na mão”, de tanto que ela gosta de fazer atividades manuais.
E foi assim a oficina do Professor Sassá, cheia de diversão e criatividade. E você? Quer fazer o seu fantoche de cachorro? É só colar o pote de iogurte vazio no palito de sorvete e daí… Hm, pensando bem, acompanhe o próximo Estadinho impresso. Nós vamos explicar lá.
Gostou? Sábado que vem (dia 17) tem mais Circuito Estadinho. A ilustradora Laura Teixeira, autora do livro Número de Circo, vai estar na Livraria Cultura do Bourbon Shopping às 15h. O que será que ela está preparando de bom?

(Por Luiza Wolf)
Imagine a vida sem telefone. E sem e-mail, Facebook ou MSN. Como você faria para conversar com um amigo que está longe?
Antigamente, as pessoas se comunicavam umas com as outras apenas por cartas. E o correio no Brasil (lá pelos anos 1800) era tão desorganizado que era bem possível que a pessoa nem recebesse a carta!
Felizmente, hoje em dia, os Correios funcionam muito bem. Apesar disso, não o usamos muito para nos comunicarmos com outras pessoas. Afinal, a internet é bem fácil. E, com sua chegada, o costume de mandar cartas se perdeu – ou pelo menos diminuiu bastante.
Os Correios dizem que recebem e enviam 33 milhões de cartas por dia. Mas, nesse total, estão inclusos contas de luz, água, extratos de bancos… O número de correspondências não caiu tanto porque, mesmo quando alguém envia um telegrama pela internet, a pessoa também recebe uma versão impressa dele, encaminhada pelos Correios. Mas cartas pessoais estão mesmo raras!
Até por isso, os alunos do 3º ano da Nova Escola, de São Paulo, foram desafiados a fazer uma atividade muito legal: aprender a escrever e a enviar cartas. Durante a atividade, até entrevistaram um carteiro. Eles estão na matéria do Estadinho de hoje (dia 10), que mostra como se manda uma carta, como funcionam os Correios e a história das correspondências no Brasil.
Clique nos links abaixo para dar uma olhada na matéria impressa. Depois de lê-la, continue por aqui para saber ainda mais sobre o assunto.
Os alunos da Nova Escola mostram uma parte da atividade sobre cartas. Fotos: Werther Santana/AE
O trabalho dos alunos da Nova Escola começou com o livro Felpo Filva, de Eva Furnari. Na história, Felpo é um coelho que vive escrevendo coisas bonitas, mas muito tristes. Um dia, ele recebe um envelope roxo, muito bonito, amarrado com uma fita bem grande. É a carta de uma fã! Mas, na mensagem, ela diz que discorda de um poema de Felpo e sugere um novo fim. O coelho fica furioso! A partir dessa carta, sua vida muda completamente.

Capa do livro Felpo Filva, de Eva Furnari. Foto: Divulgação.
Depois de ler o livro, os alunos começaram a discutir sobre o que é preciso ter no corpo de uma carta: a cidade de onde está escrevendo, a data, uma saudação…
Então, cada um escolheu uma pessoa para enviar a carta: um tio que está longe, o pai que mora em outra cidade, ou até mesmo um irmão que vive no mesmo apartamento. No envelope, todo mundo escreveu o nome completo da pessoa que receberia a carta, o endereço e o CEP.
Alunos do 3º ano escrevem cartas na biblioteca da escola
A atividade não acabou aí. As crianças também entrevistaram o carteiro que entrega as correspondências na escola. E fizeram perguntas bem engraçadas para ele! Algumas você já viu na matéria. Mas tem outras “inéditas” por aqui:
Os alunos perguntaram ao carteiro sobre seu uniforme. Ele contou que a roupa mudou recentemente. Antes, os sapatos machucavam muito (ele tinha até de colocar os pés para cima quando chegava em casa!) e a calça também era desconfortável. Agora, os carteiros podem usar bermuda quando estiver calor, sapatênis (um calçado que mistura sapato com tênis, e é bem confortável!), as calças são melhores e tem uma bandeira do Brasil no uniforme.
As crianças também descobriram que o carteiro que entrega cartas à pé só pode carregar até um quilo em sua bolsa. Se as correspondências forem mais pesadas que isso, ele precisa ser “motorizado” (o entregador entrevistado, por exemplo, usa um caminhão).
Além de entregar as cartas, o carteiro tem outra missão (que pode ser bem difícil): entender o endereço no envelope! Quando é muito difícil compreender a letra da pessoa, o carteiro leva a correspondência para o gerente. Se ele também não conseguir decifrar o endereço de entrega, a carta é devolvida para quem a enviou. Mas, e se o endereço de quem enviou também for ilegível? Ih… Nesse caso, a carta fica ali no correio mesmo, esperando alguém vir buscá-la.
No fim da atividade, as crianças perceberam que fazer uma carta tem muito significado. É muito legal escrever uma mensagem com nossa própria letra cursiva, em vez de letrinhas de forma do computador. Podemos escolher um papel de carta bonito e desenhar o que quisermos! Nela, falamos das nossas vidas, escolhemos as palavras com cuidado, tratamos de assuntos importantes ou simplesmente contamos novidades e perguntamos como andam as coisas. É diferente do que a gente escreve no MSN ou por e-mail. Escrever e, principalmente, receber cartas é uma delícia. Faça um teste!

Como transformar um pote de iogurte, um palito de sorvete e materiais de papelaria em um cachorrinho amigo? Participando da oficina de artes que o Professor Sassá dá amanhã (dia 10) no Circuito Estadinho, claro! A atividade tem como objetivo ensinar todo mundo a construir um fantoche de cachorro. Mas você vai se divertir um bocado enquanto ela estiver acontecendo. Venha fazer seu próprio cãozinho na Livraria Cultura do Shopping Market Place. E já vá treinando os uivos e latidos.
Circuito Estadinho. Oficina de artes com o Professor Sassá. Livraria Cultura do Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, Morumbi). Sábado, dia 10, às 15 horas. Grátis.
2012
2011
2010