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		<title>Angela Lago e sua revolução digital</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 14:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) A escritora mineira Angela Lago está sempre metendo seu dedinho onde existe tecnologia associada à leitura. Sozinha, ela testa linguagens de programação, cria brincadeiras, faz historinhas interativas e, agora, inventou o que batizou de animações interativas. O que é isso? Nada mais do que estamos chamando de livro digital, ou seja, aquele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/angela.jpg" alt="angela.jpg" width="450" height="675" border="0" /></p>
<p style="text-align: center"><em><br />
</em></p>
<p><em><strong>(Por Aryane Cararo)</strong></em></p>
<p>A escritora mineira Angela Lago está sempre metendo seu dedinho onde existe tecnologia associada à leitura. Sozinha, ela testa linguagens de programação, cria brincadeiras, faz historinhas interativas e, agora, inventou o que batizou de animações interativas. O que é isso? Nada mais do que estamos chamando de livro digital, ou seja, aquele feito para os tablets. Mas não é nem o fato de ter feito sozinha um aplicativo que tem tirado tantos sorrisos da autora. Angela anda feliz porque acredita que sua invenção vai revolucionar a forma de aprender as línguas. A criança de 2, 3 anos, diz ela, vai poder se alfabetizar sozinha. E a de 4, 5 já conseguirá ler textos. Tudo isso graças às possibilidades interativas que o tablet oferece.</p>
<p>Em duas semanas, ela espera já colocar uma versão da primeira frase animada e interativa no seu <strong><a href="http://www.angela-lago.net.br/" target="_blank">site</a></strong>. A versão para download gratuito virá em seguida, tão logo ela consiga transferir todo seu site para a plataforma dos tablets. A frase é bem simples: “Era uma vez uma dona”. Separadamente ou combinando as letras, a criança ouve os sons produzidos. Se casar as letras corretas, verá beijinhos ou carinhos entre as letras. Basta correr o dedinho pela tela, como tantas vezes ela faz até no caderno de papel. Sim, tudo é muito simples. Mas, deslizando o dedo pelo tablet, juntando letras e formando palavras, a criança se torna dona do próprio processo de aprendizado. É aí que está a revolução que Angela quer fazer, começando por essa frase e evoluindo para outras até chegar a histórias mais complexas (feitas por ela ou por quem quiser seguir o modelo).</p>
<p><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/dona1.jpg" alt="dona1.jpg" width="500" height="366" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/dona2.jpg" alt="dona2.jpg" width="500" height="375" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais sobre o bate-papo com a escritora durante o 4<sup>o</sup> Congresso Internacional CBL do Livro Digital, que foi realizado na quinta e sexta-feira em São Paulo e discutiu o futuro do livro. Ela fala sobre seu aplicativo e o livro além do papel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que experimentos você está fazendo com o livro digital?<br />
</strong>Ando muito atenta à criança que está começando a aprender a ler. Acho que, na nossa cultura, talvez seja o ritual de passagem que marca mais e venho desenvolvendo o que chamo de animação interativa. Eu sequer chamo de livro, não sei o que vai ser o livro. Algumas são histórias e algumas não, têm um caráter de jogo mesmo, sobretudo de jogo didático para ensinar a ler. E acabei de descobrir uma pequena coisinha que acho que pode revolucionar a leitura. Embora seja muito simples, pode revolucionar a possibilidade de ler e de ler não só no seu idioma, como em outros também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que vai revolucionar?<br />
</strong>Atualmente, a criança não gerencia a sua leitura na internet. Por quê? Acende uma luz sobre a palavra que está sendo falada, mas não é ela que acende a luz para escutar essa palavra. O ritmo de leitura é dado de antemão pela pessoa que construiu o app. O que estou sugerindo é a mudança desse gerenciamento. É a própria criança gerenciar essa leitura. Uma criança que tem dificuldade de centrar sua visão nessa palavrinha acesa, na medida em que ela está gerenciando, não há mais essa dificuldade. Em vez de fazer com que a criança leia a palavra ou a frase, vou sugerir que ela comece a ler letra por letra e aprenda a formar a palavra. Na medida que ela segue, forma, mesmo que errado, a palavra. Se a criança aprender a seguir com o dedinho a leitura, vai ler sozinha. Mesmo que ela ainda não tenha começado a aprender a ler.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para crianças de que idade?<br />
</strong>Imagino que a partir de dois, três anos elas já vão brincar com isso e estar se alfabetizando com quatro ou cinco. Já vamos dar histórias para a criança ler a partir de 4 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Isso anteciparia a alfabetização da criança, não?</strong></p>
<p><strong><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/angela-lago-e-sua-revolucao-digital/" target="_blank">Clique para continuar a leitura</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O livro (e a escola) do futuro</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2013/06/14/o-livro-e-a-escola-do-futuro/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Imagine que você vai chegar à escola e o seu professor não vai ensinar nada na lousa. Ele estará lá, mas só para o caso de dúvidas. Você terá de estudar em seu tablet o conteúdo da matéria e, junto com outros alunos, tentar achar a solução para os problemas apresentados. Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(Por Aryane Cararo)</em></strong></p>
<p>Imagine que você vai chegar à escola e o seu professor não vai ensinar nada na lousa. Ele estará lá, mas só para o caso de dúvidas. Você terá de estudar em seu tablet o conteúdo da matéria e, junto com outros alunos, tentar achar a solução para os problemas apresentados. Na verdade, poderá produzir junto com o professor o conteúdo das aulas. Nem ele, nem você receberão mais o material pronto apenas. Vocês vão criar. Parece tudo muito estranho?</p>
<p>Pois é o que especialistas reunidos ontem (dia 13) no 4<sup>o</sup> Congresso Internacional CBL do Livro Digital, em São Paulo, acham que vai acontecer. E tem mais. Sabe aquelas anotações que você faz nos livros ou as respostas dos exercícios? Elas poderão ser compartilhadas na rede com outros alunos (aliás, isso até já acontece). E tem gente que acredita que o livro de papel vai quase desaparecer e virar artigo de luxo. Parece impossível? Pois alguns deles dizem que isso acontecerá muito antes do que possamos imaginar. Quer saber mais o que o futuro nos espera? Veja o que alguns palestrantes do congresso disseram:</p>
<p><strong>Livro ou game?</strong></p>
<p>Para a professora Marisa Lajolo, doutora pela Universidade de São Paulo com pós-doutorado na Brown University, o livro digital é as duas coisas. E é bom que seja assim! Durante sua apresentação, ela deu exemplos de como o conhecimento e a brincadeira podem morar juntos no mesmo livro.</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/pum.jpg" alt="pum.jpg" width="500" height="375" border="0" /></p>
<p><em>Quem Soltou o Pum?</em>, de Blandina Franco e José Carlos Lollo, segundo ela, é o primeiro exemplo efetivo de livro digital que faz uso de diferentes linguagens. Tem som, pode ser ouvido pela voz do narrador e, dependendo do comando que o leitor der, o cachorro pode pular, sujar e bagunçar a casa, se esconder embaixo da cama&#8230; “Tem interação literal do leitor com o livro, que é a grande diferença de um e outro livro (o de papel e o no tablet). No impresso, tudo acontece na cabeça do leitor. O digital materializa isso.”</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/narizinho.jpg" alt="narizinho.jpg" width="300" height="400" border="0" /></p>
<p>Marisa também citou <em>A Menina do Narizinho Arrebitado</em>, de Monteiro Lobato, que “foi o primeiro livro moderno de literatura infantil brasileira e também o primeiro e-book a trabalhar todas as possibilidades da linguagem digital”, comentou ela.</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/06/dream.jpg" alt="dream.jpg" width="300" height="400" border="0" /></p>
<p>Por fim, falou muito bem de <em>In My Dream</em>, que ganhou o prêmio de melhor aplicativo na Feira do Livro Infantil de Bolonha de 2012.</p>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/congresso-internacional-do-livro-digital/" target="_blank"><strong>Leia mais: livro compartilhado; a escola é um game; a vida na tela; o papel do professor; e será a morte do livro?</strong></a></div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>O amor em todas as suas formas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 10:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Nina está apaixonada por Sacha. Mas isso está dando muita dor de cabeça, porque ela ainda não entende direito o que é a paixão e o amor. Vai ser preciso muita pergunta para diferenciar o amor por um amigo do amor entre um homem e uma mulher, e de todas as outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/nina1.jpg" alt="nina1.jpg" width="339" height="447" border="0" /></p>
<p><em><strong>(Por Aryane Cararo)</strong></em></p>
<p>Nina está apaixonada por Sacha. Mas isso está dando muita dor de cabeça, porque ela ainda não entende direito o que é a paixão e o amor. Vai ser preciso muita pergunta para diferenciar o amor por um amigo do amor entre um homem e uma mulher, e de todas as outras formas de amar (até mesmo quando dizemos que amamos um certo tipo de comida). Em <span style="color: #ff00ff"><em><strong>Nina e o Amor</strong></em></span>, da coleção Filosofia para Crianças, você descobre com Nina o que é o desejo, a paixão, o amor, o ciúme, a  responsabilidade que vem junto com o sentimento, além de ler alguns mitos como o do surgimento do homem e da mulher, a história de Narciso e a do Rei Salomão. Um livro bom de ler para quem já sente o coração batendo mais forte por alguém.</p>
<p><em><strong>Nina e o Amor. Texto: Oscar Brenifier. Ilustrações: Delphine Perret. Globinho, R$ 32.</strong></em></p>
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		<title>Sapo a passo</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2013/05/24/sapo-a-passo/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 09:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Não, a gente não errou o título. Sapo a Passo é o nome do livro de Laurent Cardon que brinca, exatamente, com o passo a passo da vida de um sapo. Você já deve saber que os sapos nascem girinos, depois crescem e podem sair da água para dar uma voltinha pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/sapo2.jpg" alt="sapo2.jpg" width="444" height="290" border="0" /></p>
<p><strong><em>(Por Aryane Cararo)</em></strong></p>
<p>Não, a gente não errou o título. <span style="color: #008000"><strong><em>Sapo a Passo</em></strong></span> é o nome do livro de Laurent Cardon que brinca, exatamente, com o passo a passo da vida de um sapo. Você já deve saber que os sapos nascem girinos, depois crescem e podem sair da água para dar uma voltinha pela terra. Neste livro divertido, sem palavras, Laurent mostra o quanto o girino da história queria crescer. Ele adoraria acompanhar seu pai, mas não podia sair da água. O processo demorou até ele perder a cauda e virar sapo. E, quando isso aconteceu, o sapinho ficou tão entusiasmado que fez caras e caretas sem perceber que a saparada toda estava de olho nele. Que vergonha!</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/sapo.jpg" alt="sapo.jpg" width="500" height="329" border="0" /></p>
<p><em><strong>Sapo a Passo. Autor: Laurent Cardon. Biruta, R$ 40.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O lobo que quase se dá mal</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 10:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Quando o Lobo Tem Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Vertecchia]]></category>

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		<description><![CDATA[  (Por Aryane Cararo) Ultimamente, o Lobo Mau anda se dando muito mal. Tem livro que faz ele passar vergonha vestido de vovozinha, como O Mais Malandro, do qual já falamos. Em Quando o Lobo Tem Fome, o lobo também não se dá muito bem. Mas acaba surpreendido no final. É que ele não consegue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> <em><strong><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/lobinho.jpeg" alt="lobinho.jpeg" width="175" height="230" border="0" /></strong></em></p>
<p><em><strong>(Por Aryane Cararo)</strong></em></p>
<p>Ultimamente, o Lobo Mau anda se dando muito mal. Tem livro que faz ele passar vergonha vestido de vovozinha, como <em>O Mais Malandro</em>, do qual já falamos. Em <span style="color: #008000"><em><strong>Quando o Lobo Tem Fome</strong></em></span>, o lobo também não se dá muito bem. Mas acaba surpreendido no final. É que ele não consegue fazer nada daquilo que queria: jantar um coelho urbano.</p>
<p>A cada tentativa de ataque ao coelho, o lobo acabava sem sua arma. Numa hora, perdeu a faca. Na outra, emprestou a corda para o gambá. Em outra ocasião, teve de dar a motosserra para o urso. No fim, ficou sem nada. E, quando decidiu atacar usando só as próprias mãos, foi surpreendido pelos bichos, todos vizinhos do coelho, fazendo um churrasco com todas as suas coisas. No fim, de lobo solitário no meio do bosque, ele vira um lobo vegetariano (e acompanhado) no prédio da cidade.</p>
<p><em><strong>Quando o Lobo Tem Fome. Texto: Christine Naumann-Villemin. Ilustrações: Kris Di Giacomo. Berlendis &amp; Vertecchia Editores, R$ 37.</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Contando carneirinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Dois Três Carneirinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Qual é sua receita para dormir? Muita gente conta carneirinho quando está sem sono. Você já experimentou? A ideia é ficar imaginando os carneirinhos em fila pulando uma cerquinha (ou do jeito que você preferir). Não sei se dá sono ou se irrita quando os carneirinhos já são mais de cem. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/carneirinho.jpg" alt="carneirinho.jpg" width="400" height="358" border="0" /></p>
<p><em><strong>(Por Aryane Cararo)</strong></em></p>
<p>Qual é sua receita para dormir? Muita gente conta carneirinho quando está sem sono. Você já experimentou? A ideia é ficar imaginando os carneirinhos em fila pulando uma cerquinha (ou do jeito que você preferir). Não sei se dá sono ou se irrita quando os carneirinhos já são mais de cem. Mas o fato é que no livro Um, Dois, Três&#8230; Carneirinhos!, de Mij Kelly, há um homem que morre de sono quando vai contar suas dez ovelhas. Ele não chega até o cinco!</p>
<p>Um dia, um lobo vestido de carneiro bate à porta e, como ele não conseguia contar até o fim sem dormir, quase deixou o lobo entrar. Foi preciso esperteza das ovelhas para driblar a situação. Um livro bom para quem está aprendendo a contar. Será que você também vai dormir?</p>
<p><em><strong>Um, Dois, Três&#8230; Carneirinhos! Texto: Mij Kelly. Ilustrações: Russell Ayto. Globinho, R$ 36</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Relógio biológico</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2013/05/17/relogio-biologico/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[O Relógio da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[  Você sabia que um ácaro vive apenas 6 dias? Que uma mosca doméstica sobrevive entre 14 e 30 dias? E que as borboletas duram até 21 dias? Sabia que um rato doméstico vive de 12 a 18 meses, que é quase o mesmo tanto que vive um camaleão-de-labord (12 a 14 meses)? Já disseram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> <img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/relogio.jpg" alt="relogio.jpg" width="350" height="456" border="0" /></p>
<p>Você sabia que um ácaro vive apenas 6 dias?<br />
Que uma mosca doméstica sobrevive entre 14 e 30 dias?<br />
E que as borboletas duram até 21 dias?<br />
Sabia que um rato doméstico vive de 12 a 18 meses, que é quase o mesmo tanto que vive um camaleão-de-labord (12 a 14 meses)?<br />
Já disseram a você que uma joaninha pode viver mais do que um coelho selvagem?<br />
E que um guaxinim pode viver menos do que um besouro-de-esterco?</p>
<p>Informações como essas estão no livro <span style="color: #ff9900"><em><strong>O Relógio da Vida</strong></em></span>, da editora Girassol. Dividido por quantidade de minutos, dias, meses e anos, a obra apresenta várias espécies de animais, descritas com outras curiosidades. É interessante conseguir comparar de maneira bem fácil e clara o quanto vive cada um dos bichos que povoam a Terra.</p>
<p>E tem também informações como a que todos os peixes-palhaço nascem machos, mas quando a fêmea do grupo morre, ele troca de sexo e se transforma em fêmea.</p>
<p>Ou que o dromedário pode beber mais de 200 litros de água de uma só vez!</p>
<p>E até que os ursos-polares são os maiores carnívoros da Terra e que eles têm a pele negra. Acredite!</p>
<p>De fato, o livro é um arsenal de dados curiosos! Para sair contando para os amigos e a família por pelo menos um mês inteiro!</p>
<p><em><strong>O Relógio da Vida. Autor: Grahan L. Banes. Editora Girassol, R$ 49,90</strong></em></p>
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		<title>Lobo atrapalhado</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 10:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Berlendis & Vertecchia]]></category>
		<category><![CDATA[Chapeuzinho Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Lobo]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[O Mais Malandro]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) O lobo se acha realmente muito esperto. Só porque disse meia dúzia de elogios para a Chapeuzinho Vermelho, acredita que vai se dar bem se vestindo de vovó e devorando a menina sem que ela perceba a fraude. Todo malandrão, vestiu a camisola e só ia apagar as pistas de suas pegadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/lobo.jpg" alt="lobo.jpg" width="400" height="542" border="0" /></p>
<p><strong><em>(Por Aryane Cararo)</em></strong></p>
<p>O lobo se acha realmente muito esperto. Só porque disse meia dúzia de elogios para a Chapeuzinho Vermelho, acredita que vai se dar bem se vestindo de vovó e devorando a menina sem que ela perceba a fraude. Todo malandrão, vestiu a camisola e só ia apagar as pistas de suas pegadas quando foi pego de surpresa pelo vento, que fechou a porta de repente. Resultado: o lobo estava ridiculamente vestido de camisola rosa no meio da floresta! Claro que todo mundo começou a rir e chamá-lo de vovó: os três porquinhos, os ursinhos, o caçador, os sete anões e até o príncipe da bela adormecida. Que vergonha! O malandro se deu mal.</p>
<p>Você consegue imaginar como ele saiu dessa (se é que vai sair dessa trapalhada toda!). E consegue pensar em como o mesmo lobo pode se dar mal na história dos três porquinhos? No livro <span style="color: #666699"><em><strong>O Mais Malandro</strong></em></span>, o autor Mario Ramos deu a sua versão para o lobo, fazendo-o passar bastante vergonha, num texto divertido, com uma ideia engraçada. E você, o que fará com ele?</p>
<p><em><strong>O Mais Malandro. Autor: Mario Ramos. Berlendis &amp; Vertecchia Editores, R$ 39.</strong></em></p>
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		<title>A maior pergunta</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[David Ausloos]]></category>
		<category><![CDATA[Edições SM]]></category>
		<category><![CDATA[literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livro ilustrado]]></category>
		<category><![CDATA[livro infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Nina]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Quem é você? Veja bem, eu não quero saber de nomes e sobrenomes. Quem você é, e não como você se chama. Loiro, ruivo, moreno, alto, baixo, gordo, magro. Isso ajuda, mas não define quem é você. Está ficando difícil, não é? Como, então, dizer quem é você? Pois foi o tormento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/03/nina3.jpg" alt="nina3.jpg" width="500" height="416" border="0" /></p>
<p><strong><em>(Por Aryane Cararo)</em></strong></p>
<p>Quem é você? Veja bem, eu não quero saber de nomes e sobrenomes. Quem você é, e não como você se chama. Loiro, ruivo, moreno, alto, baixo, gordo, magro. Isso ajuda, mas não define quem é você. Está ficando difícil, não é? Como, então, dizer quem é você?</p>
<p>Pois foi o tormento de <span style="color: #666699"><em><strong>Nina</strong></em></span> no dia em que essa perguntinha grudou em seus ouvidos. Ela não conseguiu dormir. Foi perguntar para o lobo, a chuva, o faroleiro, o vento, Marcelo&#8230; E voltou para casa sem resposta. Mas, num relance, ela se olhou no espelho, se encarou e descobriu ali quem era ela. &#8220;O que você vive e o que você ama&#8230; Tudo isso junto.&#8221;</p>
<p>E agora que você já sabe o segredo, eu pergunto de novo: Quem é você?</p>
<p><em><strong>Nina. Autor: David Ausloos. Edições SM, R$ 32,30</strong></em></p>
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		<title>Lobo bom</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brinque-Book]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livro infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Lobo Mau]]></category>
		<category><![CDATA[Nadia Shireen]]></category>
		<category><![CDATA[O Lobinho Bom]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Um lobo bom é um lobo de verdade? Como responder a isso se nas histórias o lobo é sempre mau? E o que fazem os lobos bons? Eles uivam? Certamente. Derrubam casas? Não. Comem gente? Definitivamente não. O lobinho Rolf, que era amigo da dona Julieta, gostava de fazer bolos, comia todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2013/04/lobinho.jpg" alt="lobinho.jpg" width="400" height="456" border="0" /></p>
<p><em><strong>(Por Aryane Cararo)</strong></em></p>
<p>Um lobo bom é um lobo de verdade? Como responder a isso se nas histórias o lobo é sempre mau? E o que fazem os lobos bons? Eles uivam? Certamente. Derrubam casas? Não. Comem gente? Definitivamente não.</p>
<p>O lobinho Rolf, que era amigo da dona Julieta, gostava de fazer bolos, comia todos os legumes e era legal com os porquinhos e a Chapeuzinho. Um dia, o Lobo Mau o encontra e não acredita no que vê: um lobo bom?! É essa a história de <span style="color: #3366ff"><em><strong>O Lobinho Bom</strong></em></span>. Neste livro, você vai descobrir que Rolf tem, sim, um lado selvagem, principalmente quando mexem com seus amigos. Mas será que um lobo bonzinho sobrevive nas histórias infantis?</p>
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