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	<title>Estadinho</title>
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		<title>Marchinha do Estadinho</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 10:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do papel]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
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		<category><![CDATA[Marchinha do Estadinho]]></category>
		<category><![CDATA[Sopro Brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[É carnaval, a festa mais animada do ano! Já vestiu fantasia? Preparou um saquinho cheio de confetes coloridos e serpentinas para jogar no salão? Antes de sair correndo para brincar, escute a Marchinha do Estadinho! Ela foi feita no ano passado, pela turma do Furunfunfum e do Sopro Brasileiro. Cante com a gente. E bom Carnaval! No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É<span style="color: #800080"> carnaval</span>, a festa mais animada do ano! Já vestiu fantasia? Preparou um saquinho cheio de confetes coloridos e serpentinas para jogar no salão? Antes de sair correndo para brincar, escute a <span style="color: #339966"><span style="color: #ff00ff">Marchinha</span> do <span style="color: #ff6600">Estadinho</span></span>! Ela foi feita no ano passado, pela turma do <span style="color: #0000ff">Furunfunfum</span> e do <span style="color: #339966">Sopro <span style="color: #cc99ff">Brasileiro<span style="color: #000000">.</span></span></span> Cante com a gente. E bom Carnaval!</p>
<p style="text-align: center">No <span style="color: #ff0000">Estadinho</span> tem carnaval<br />
brincadeira de criança é notícia de jornal<br />
No Estadinho tem <span style="color: #ff00ff">carnaval</span><br />
Quem quiser entrar na dança é só trazer o pessoal.<br />
É carnaval<br />
Chegou a hora de botar a<span style="color: #0000ff"> fantasia</span><br />
<span style="color: #ff6600">Mamãe eu quero</span>, mamãe eu quero<br />
Eu quero cair na folia.<br />
Vai ser <span style="color: #800080">legal</span><br />
Vai ter mais de mil palhaços no salão<br />
<span style="color: #ff00ff">Arlequim</span>, Pierrô e Colombina<br />
Todo mundo animado no <span style="color: #333399">zum-zum-zum</span><br />
E para garantir a alegria<br />
O <span style="color: #008000">Sopro Brasileiro</span> e o <span style="color: #33cccc">Furunfunfum</span>!</p>
<p style="text-align: center"> </p>
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		<title>Mundo robótico</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 09:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do papel]]></category>
		<category><![CDATA[A Invenção de Hugo Cabret]]></category>
		<category><![CDATA[Arturo Forner-Cordero]]></category>
		<category><![CDATA[astronauta]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Ferraz]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Cabret]]></category>
		<category><![CDATA[robô]]></category>
		<category><![CDATA[robótica]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Aryane Cararo) Hoje (dia 18), o Estadinho fez uma viagem na história para mostrar que os robôs estão em nossos planos de futuro há milhares de anos. Se você leu nossas páginas, viu que os egípcios, dois mil anos antes de Cristo, já tinham criado um ser mecânico, ou autômato, como se chama. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/robo.jpg" alt="robo.jpg" width="620" height="308" border="0" /></p>
<p><strong><em>(Por Aryane Cararo)</em></strong></p>
<p>Hoje (dia 18), o<strong> Estadinh</strong>o fez uma viagem na história para mostrar que os robôs estão em nossos planos de futuro há milhares de anos. Se você leu nossas páginas, viu que os egípcios, dois mil anos antes de Cristo, já tinham criado um ser mecânico, ou autômato, como se chama. Era um cachorro de brinquedo, que movia a mandíbula por um sistema de alavancas.</p>
<p>Se não viu, clique nas páginas abaixo para ler. De lá para cá, os homens não se cansaram de fazer essas &#8220;máquinas inteligentes&#8221; e o resultado é que hoje temos até robôs iguaizinhos aos seres humanos (alguns são &#8220;clones&#8221; de seus inventores, chega a dar medo!)</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/est18_04.jpg" target="_blank">Página 1</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/est18_05.jpg" target="_blank">Página 2</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/est18_06.jpg" target="_blank">Página 3</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/est18_07.jpg" target="_blank">Página 4</a></p>
<p>Mas por que a gente resolveu falar sobre robôs? É porque ontem foi lançado um filme muito legal em 3D: <em>A Invenção de Hugo Cabret</em>, que está concorrendo a um montão de prêmios. Ele conta a história de um menino órfão que tenta consertar um autômato (uma espécie de vovô dos robôs). Ele acredita que o tal homem mecânico guarda uma mensagem secreta de seu pai. Pode até ser que você não goste de robô, mas vai ser difícil não gostar desse filme (e do livro que inspirou o filme, que é lindo, lindo). Veja o trailer abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QBLsVTJlAqo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" />
<param name="allowfullscreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="420" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/QBLsVTJlAqo?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A ORIGEM DA PALAVRA ROBÔ</strong></p>
<p>Você viu na matéria do <strong>Estadinho</strong> que os autômatos (homens mecânicos) existem há muito tempo. Mas a palavra robô só surgiu nos anos 1920. Ela foi usada na peça de teatro <em>Rossum Universal Robot</em>, do escritor checo Karel Capec. Ela falava de uma sociedade de humanos mecanizados, os Robots, que ficavam fazendo só trabalhos repetitivos, sem pensar muito. Em checo, a palavra &#8220;robota&#8221; quer dizer &#8220;trabalho forçado, escravo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS HISTÓRIA CURIOSA</strong></p>
<p>Em <strong>1500 antes de Cristo (a.C.)</strong>,  na <strong>Etiópia</strong> angiga, Amenhotep, irmão de Hapu, construiu um <strong>estátua</strong> do rei Menon, que fazia sons quando era iluminada pelos raios de sol.</p>
<p>Em <strong>62</strong> depois de Cristo (d.C), <strong>Hero de Alexandria</strong> escreveu em um livro uma série de mecanismos autômatos (a imagem abaixo mostra um deles): aves que voavam e bebiam, trombetas que soavam, pássaros que cantavam, máquinas que operavam com moedas&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/hero.jpg" alt="hero.jpg" width="400" height="317" border="0" /></p>
<p>No<strong> ano 700 d. C.</strong>, o chinês Huang Kun construiu <strong>barcos</strong> com figuras de animais, cantores, músicos e dançarinos que se moviam.<br />
Setenta anos depois, em <strong>770 d.C</strong>., Yang Wu-lien fez um macaco que estendia a mão e dizia: &#8220;Uma esmola! Uma esmola!&#8221;<br />
<strong>ROBÔS QUE SALVAM VIDAS</strong></p>
<p>Você sabia que já existem robôs ajudando o homem a ter mais saúde? Hoje, muitos hospitais já usam braços mecânicos e outros tipos de robôs, alguns minúsculos, para fazer cirurgias. A vantagem é que eles são muito mais precisos do que os homens nessas tarefas. Mas essa não é a única forma de ajudar o homem a viver melhor. Pesquisadores do Laboratório de Biomecatrônica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), sob o comando do professor Arturo Forner-Cordero (e suporte da Fapesp), estão fazendo um exoesqueleto de braço, para pessoas que não consigam movimentar o cotovelo. A intenção é que, em breve, o exoesqueleto ajude a movimentar o pulso e o ombro.</p>
<p style="text-align: center"><img src="/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/arturo.jpg" alt="arturo.jpg" width="500" height="233" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AO ALCANCE DAS CRIANÇAS<br />
</strong></p>
<p>Construir um robô parece ser coisa de cientista maluco ou de nerd com inteligência fenomenal, não é? Só parece! Na verdade, até mesmo as crianças podem construir seus próprios robôs. E não estamos falando daqueles kits que você compra pronto e depois só monta. Você já ouviu falar em aulas de robótica? Pois é, muitos colégios oferecem como opção extracurricular para meninos e meninas a partir de 6 anos de idade. E isso já é considerado tarde pelo professor de robótica Edson Ferraz, que dá aulas no Colégio São Luís, em São Paulo. &#8220;Os japoneses, os americanos e os europeus colocam seus filhos nas aulas de tecnologia aos 2 anos e meio de idade&#8221;, conta ele.</p>
<p>Quem quer aprender robótica começa estudando mecânica para depois aprender eletrônica e informática, as matérias fundamentais para conseguir construir um robô. Assim que entendem os princípios, passam a produzir seus robôs. Em geral, os primeiros são brinquedos que existem nos parquinhos: carrossel, bate-bate, gangorra motorizada, montanha-russa. &#8220;Você até acaba ficando com um raciocínio mais rápido e com mais facilidade para aprender matemática&#8221;, diz o professor.</p>
<p>Os meninos  são a maioria nas aulas: a cada 100 alunos, 85 são garotos e só 15 são meninas. Eles gostam de fazer coisas com mais velocidade, que girem mais rápido. Elas dão mais atenção ao design, às cores, à harmonia. &#8220;Os meninos gostam muito de mágica e a eletrônica é isso, mágica! O fax é mágica, o iPhone também&#8221;, fala Edson. No momento, todos estão concentrados em construir um profeshow, um robozinho professor, tipo humanoide, com rosto de iPad e que vai estar conectado a um filme. Mas, calma, os professores ainda não foram substituídos por robôs. Por enquanto! &#8220;Esta tecnologia para o professor-robô virá. Mas vai demorar pelo menos mais uns 40 anos&#8221;, diz o professor.</p>
<p>Para quem não tem aulas de robótica, mas gosta de robôs, o professor dá algumas dicas: peça aos seus pais autorização para desmontar aparelhos eletrônicos velhos, relógios que não são mais usados, computadores aposentados para ver como eles funcionam.</p>
<p><strong>E NO FUTURO?</strong></p>
<p>Quem sabe o que virá no futuro? Por agora, o negócio é sonhar: &#8220;Imagine que, quando você ficar velho, um robô vai lhe carregar. Você vai ao supermercado e, enquanto fica na área vip, ele faz as compras sozinho, de acordo com o que sua geladeira disse que faltava&#8221;, imagina Edson. E isto não seria o mais incrível. Ele torce para que um dia a gente consiga transportar um objeto de um lugar para outro sem precisar viajar, ou seja, um teletransporte. Não seria demais?!</p>
<p>Agora, faça suas apostas: que robôs vão existir no futuro?</p>
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		<title>Seis filmes sobre robôs</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 09:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aryane Cararo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do papel]]></category>
		<category><![CDATA[TV e Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Astro Boy]]></category>
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		<description><![CDATA[Histórias sobre robôs estão aos montes no cinema. Abaixo, selecionamos seis filmes bacanas em que os robôs são os astros, para você ver em casa, em DVD. &#160; Robôs é um filme animado lançado em 2005 que, se você não viu, recomendamos que veja. A história é ótima e engraçada. Rodney Lataria é um robô [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Histórias sobre robôs estão aos montes no cinema. Abaixo, selecionamos seis filmes bacanas em que os robôs são os astros, para você ver em casa, em DVD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MNR5L5kcd3U?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" />
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<p><span style="color: #800080"><strong><em>Robôs</em></strong></span> é um filme animado lançado em 2005 que, se você não viu, recomendamos que veja. A história é ótima e engraçada. Rodney Lataria é um robô do interior, filho de um lavador de pratos, que sonha em trabalhar com o Grande Soldador na cidade grande, chamada de Robópolis. O Soldador é o inventor mais famoso do mundo e é responsável pela manutenção de peças de toda a população robótica. Rodney quer ser como ele. Um dia, ele decide partir para Robópolis atrás de seu sonho. Mas acontece que seu ídolo não manda mais em nada nas indústrias Grande Soldador, desde que foi substituído por um robô moderninho chamado Dom Aço, que tem planos malignos de acabar com os robôs enferrujados, velhinhos e fora de linha. O vilão tem a ajuda da mãe, a maldosa Madame Junta. Rodney acaba enfrentando essa dupla, mas não está sozinho nessa tarefa: ele recebe ajuda do divertido Manivela (um robô vermelho bem doidinho), da corajosa Piper e de vários personagens enferrujados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div>Talvez você já tenha até assistido a um dos filmes <span style="color: #808080"><em><strong>Transformers</strong></em></span> (o primeiro estreou em 2007 e o trailer é do terceiro, de 2011). Caso não tenha visto, vale espiar a briga dos robôs-alienígenas que se transformam em carros (ainda mais se você for menino e gostar de carros, robôs, aventura e efeitos especiais). Basicamente, a luta é entre dois grupos rivais: os Autobots, bonzinhos e liderados pelo Optimus Prime, e os Decepticons, vilões sob o comando de Megatron.</div>
<p>&nbsp;</p>
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<div>
<p>Em 2008, outra animação sobre robôs conquistou crianças e adultos. <span style="color: #ff6600"><strong><em>Wall-E</em></strong></span> conta a história de um robozinho de mesmo nome que vive sozinho na Terra, no ano de 2700, e mora em um contêiner. Sua única companheira é uma barata, desde que os humanos abandonaram o planeta. Num cenário todo devastado, Wall-E passa os dias fazendo aquilo que nasceu para fazer: coletando e compactando lixo. Até que um dia surge Eva, uma androide moderna, cuja missão é coletar indícios de vida na Terra. O robozinho se apaixona perdidamente por ela e decide segui-la. Então, descobre que os humanos ainda existem, mas vivem numa estação espacial e se parecem mais com robôs do que ele próprio. Todos são gordos e já não andam mais, pois tudo o que querem é feito por robôs. É assim que ele descobre um novo propósito para sua existência de metal: humanizar os humanos de novo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div><em><span style="color: #008000"><strong>Astro Boy</strong></span></em> é um robô superpoderoso com aparência de menino, criado pelo cientista Dr. Tenma para substituir seu filho Tobio, que morreu durante uma apresentação de uma de suas máquinas. Como o robô não corresponde às expectativas do cientista, ele o descarta. Sozinho, Astro Boy será obrigado a viver como robô e entender que não é um ser humano. Ah, e no meio disso tudo terá de enfrentar um poderoso vilão e salvar o mundo.</div>
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<strong></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008080">AI &#8211; Inteligência Artificial</span></strong> é daqueles filmes que emocionam (pelo menos emocionaram muita gente em 2001, quando passou nos cinemas). Ele conta a história de David, um androide criança adotado por Harry e Mônica Swinton. O casal pensa que o robô, que foi programado para amar seus pais para sempre, pode substituir o amor do filho, outro garoto que sofreu um acidente e vive em uma espécie de coma no hospital. Mas, um dia, o menino melhora e volta para casa. E é aí que os problemas vão surgir. O garoto-robô, feito para amar seus pais, sente que não é mais tão amado e acaba sendo abandonado. Ele vai fazer de tudo para ser novamente querido.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><span style="color: #3366ff"><strong><em>Eu, Robô</em></strong></span> não é um filme feito para crianças (embora a classificação etária seja livre). Trata-se de uma ficção científica que se passa no ano 2035 e tem algumas cenas de violência. Mas se os seus pais permitirem,vale a pena assistir. No filme (que passou no cinema em 2004), os robôs já convivem em sociedade com os homens e devem respeitar a Lei dos Robóticos de que nunca farão mal aos humanos. Mas um homem aparece morto e o robô Sonny é o principal suspeito do assassinato. É aí que surge o detetive Del Spooner (interpretado por Will Smith), que não gosta de robôs. Ele vai precisar descobrir se Sonny é o culpado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Piano de papel</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 21:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Assim Assado]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Cultural Brasil-Japão]]></category>
		<category><![CDATA[dobraduras]]></category>
		<category><![CDATA[Mari Kanegae]]></category>
		<category><![CDATA[piano de papel]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pequeno pedaço de papel pode virar piano nas mãos de Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão. É fácil. Quer aprender? Ela ensina para você aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/pipi.jpg" alt="pipi.jpg" width="595" height="297" border="0" /></p>
<p>Um pequeno pedaço de papel pode virar piano nas mãos de Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão. É fácil. Quer aprender? Ela ensina para você<a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/kane.jpg" target="_blank"> aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Castelo que vira foguete</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/16/castelo-que-vira-foguete/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 22:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Assim Assado]]></category>
		<category><![CDATA[castelo de lata]]></category>
		<category><![CDATA[castelo que vira foguete]]></category>
		<category><![CDATA[foguete de lata]]></category>
		<category><![CDATA[Sucatinha de luxo]]></category>

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		<description><![CDATA[As meninas do ateliê Sucatinha de Luxo ensinaram a fazer um lindo castelo de lata. Você pode até transformar esse castelo num foguete. Ou então, você podeconstruir vários castelos e criar um reino. Vale qualquer coisa. Quer aprender como faz? É só clicar aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/suc.JPG" alt="suc.JPG" width="640" height="321" border="0" /></p>
<p>As meninas do ateliê <span style="color: #008000">Sucatinha de Luxo</span> ensinaram a fazer um lindo castelo de lata. Você pode até transformar esse castelo num foguete. Ou então, você podeconstruir vários castelos e criar um reino. Vale qualquer coisa. Quer aprender como faz? É só clicar <a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/pdfsucata.jpg" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vamos navegar?</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/16/vamos-navegar/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 02:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Assim Assado]]></category>
		<category><![CDATA[barquinho com sabonete]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Science]]></category>

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		<description><![CDATA[  Perdeu o primeiro Assim Assado do Estadinho? Não tem problema. A seção começou com uma experiência da Mad Science, que ensina a fazer um barquinho de papelãoque navega sozinho, sem motor.  Você só precisa de um pedaço papelão, uma bacia com água e um pedacinho de sabonete. Quer saber como? Clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"> <img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/navio_2.jpg" alt="navio_2.jpg" width="640" height="356" border="0" /></p>
<p>Perdeu o primeiro <span style="color: #008000">Assim Assado</span> do <strong>Estadinho</strong>? Não tem problema. A seção começou com uma experiência da Mad Science, que ensina a fazer um barquinho de papelãoque navega sozinho, sem motor. <br />
Você só precisa de um pedaço papelão, uma bacia com água e um pedacinho de sabonete. Quer saber como? Clique <a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Navio.jpg" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Flor mágica!</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/13/flor-magica/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 21:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Assim Assado]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Science]]></category>
		<category><![CDATA[mudar a cor da flor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Estadinho começou o ano com uma seção nova. A Assim Assado ensina brincadeiras fáceis muito legais para você fazer em casa. Tem experiências com os cientistas malucos da Mad Science, Jogos com a autora do livro Quer Jogar? Adriana Klisys e dobraduras com Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão. A edição dessa semana ensinou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/assimassado.jpg" alt="assimassado.jpg" width="640" height="332" border="0" /></p>
<p style="text-align: left">O <strong>Estadinho</strong> começou o ano com uma seção nova. A <span style="color: #ff0000">Assim Assado</span> ensina brincadeiras fáceis muito legais para você fazer em casa. Tem experiências com os cientistas malucos da Mad Science, Jogos com a autora do livro <em>Quer Jogar?</em> Adriana Klisys e dobraduras com Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão.<br />
A edição dessa semana ensinou a transformar a cor das flores. Incrível, não é? Se você não viu na edição impressa pode ver <a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/est11_0809.jpg" target="_blank">aqui</a>. Ao longo da semana tem mais<span style="color: #ff0000"> Assim Assado</span> aqui no blog. Não perca!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Modernismo e o mundo de Tarsila</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/11/10484/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do papel]]></category>
		<category><![CDATA[Mário de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Mestres das artes no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[O Anel Mágico da Tia Tarsila]]></category>
		<category><![CDATA[O Sonho do Abaporu]]></category>
		<category><![CDATA[Oswald de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Arte Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Tarsila do Amaral]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Natália Mazzoni) O Estadinho desta semana conta a história de uma menina que nasceu numa fazenda e depois ganhou o mundo: Tarsila do Amaral. Ela nasceu no dia 1º de setembro de 1886, em Capivari, uma cidade do interior de São Paulo. Vivia numa fazenda com um grande casarão. Lá, ela corria pelos pastos, nadava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>(Por Natália Mazzoni)</strong></em></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/est11_01.jpg" alt="est11_01.jpg" width="640" height="318" border="0" /></p>
<p>O<strong> Estadinho</strong> desta semana conta a história de uma menina que nasceu numa fazenda e depois ganhou o mundo: <span style="color: #ff0000">Tarsila do Amaral</span>.</p>
<p>Ela nasceu no dia 1º de setembro de 1886, em Capivari, uma cidade do interior de São Paulo. Vivia numa fazenda com um grande casarão. Lá, ela corria pelos pastos, nadava no lago, subia em árvores, fazia bonecas de mato e brincava com seus 40 gatinhos. Para os estudos, uma professora vinda da Bélgica ensinava a ler e escrever em francês. Aliás, tudo na casa da menina vinha da França: tecidos para as roupas, comidas e até os versos que seu pai, Juca, dizia. Naquela época, tudo o que vinha de Paris, a capital francesa, era muito valorizado por aqui. Perfumes, enfeites e os vestidos importados faziam Tarsila imaginar contos de fadas.</p>
<p>Um dia, antes de dormir, a babá de Tarsila contou uma história. “Está vendo aquele buraco lá em cima, no teto do seu quarto? De lá, durante a noite, sai um monstro. Primeiro cai um braço. Depois, pés enormes. Por último, a cabeça..” Todas as crianças da casa morriam de medo.</p>
<p>Na casa da fazenda havia vários quartos. Em um deles, pouco usado, Tarsila se escondia das visitas que a mãe Lydia recebia. Tímida, ela gostava mesmo era de brincar e ouvir as histórias que as empregadas da casa contavam antes de dormir.  A escravidão tinha acabado de ser abolida e muitos ex-escravos e filhos de ex-escravos continuaram trabalhando na Fazenda São Bernardo, propriedade dos Amaral.</p>
<p>Assim foi a infância de Tarsila, que fez seu primeiro desenho com lápis de cor: uma galinha rodeada de pintinhos bem amarelos. A pequena menina nem imaginava que seu futuro seria brilhante. Quando cresceu, foi para São Paulo estudar. Depois, partiu para a Europa onde estudou com mestres das artes que ficaram impressionados com seu talento.<br />
Quer saber mais sobre essa artista e ainda brincar com algumas de suas obras? É só clicar nas páginas abaixo!</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-11.jpg" target="_blank">Página 1</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-21.jpg" target="_blank">Página 2</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Págia-3.jpg" target="_blank">Página 3</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-4.jpg" target="_blank">Página 4</a></p>
<p><strong>O Modernismo de Oswald e Mário de Andrade</strong></p>
<p>Como contamos no<strong> Estadinho</strong>, Tarsila do Amaral foi uma das artistas mais importantes do Modernismo, que começou na Semana de Arte Moderna (e que faz 90 anos agora). Ela não participou da Semana, mas foi só voltar para o Brasil, meses depois, que se juntou ao grupo modernista. Desse grupo, os escritores Oswald e Mário de Andrade foram os mais ativos participantes.</p>
<p><span style="color: #333399">Mário de Andrade</span> influenciou muito a produção de literatura moderna brasileira e escreveu um livro muito famoso, o <em>Macunaíma</em>. Em outro livro, de poesias chamado Pauliceia Desvairada, escreveu um prefácio considerado a base do Modernismo brasileiro.</p>
<p><span style="color: #008000">Oswald de Andrade</span> também é peça importante dessa parte de nossa história. Considerado o mais rebelde desse grupo que se reuniu no Teatro Municipal, ele escreveu dois manifestos importantes. O <em>Manifesto da Poesia Pau Brasil</em> demonstrava o desejo de que o Brasil se livrasse das formas europeias de fazer literatura e criasse uma identidade própria, digna de ser exportada para o mundo. E o <em>Manifesto Antropofágico</em>, de tom mais político, que sugeria que o País deveria devorar as referências europeias e criar seu próprio modo de fazer arte, música e literatura.</p>
<p><strong>Para conhecer mais Tarsila do Amaral</strong></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/9788574064840.jpg" alt="9788574064840.jpg" width="306" height="400" border="0" /></p>
<p>Tarsila tinha uma sobrinha-neta muito querida, que ganhou o seu nome. <span style="color: #993366">Tarsilinha</span> cresceu encantada com as obras que via nas paredes da casa da tia e um dia ganhou dela um anel mágico. Essa história você conhece no livro<span style="color: #800080"><em> O Anel Mágico da Tia Tarsila</em></span> (Companhia das Letrinhas, R$ 36). Nós conversamos um pouquinho com ela sobre o livro, olhe só:</p>
<p><strong>Quando surgiu a ideia de escrever essa história?<br />
Tarsilinha:</strong> Por tomar conta dos direitos autorais dela, eu ainda sou muito envolvida com as coisas da tia Tarsila. Além disso, nós sempre tivemos uma ligação muito forte. Eu tenho irmãos, que eram muito queridos por ela também, mas nossa relação era especial. Ela sempre perguntava de mim, gostava de ouvir histórias de minhas travessuras e adorava quando eu ia até a casa dela. Esse vínculo ainda é muito forte, por isso senti vontade de contar essa história, mesmo depois de já ter escrito a biografia da minha tia Tarsila.</p>
<p><strong>Como foi buscar as lembranças da infância da Tarsila para escrever o livro?<br />
</strong>Meu pai era o advogado da tia Tarsila e minha mãe era uma grande amiga dela, então eles viveram sempre muito próximos e conseguiram me contar essas histórias. A família toda colaborou, cada um contando uma história e eu fui juntando essas coisas todas. A infância da minha tia foi muito parecida com a minha, já que eu também brincava naquela fazenda em que ela morou.</p>
<p><strong>Qual a lembrança mais forte que você tem do convívio com sua tia Tarsila?<br />
</strong>Minha lembrança mais forte é de estar na casa dela, vendo os quadros que se tornaram tão importantes pendurados na parede. Eu amava ir até lá, ficar perto conversando. Minha tia já estava na cadeira de rodas e confiava só em minha mãe para levá-la de carro aos seus compromissos. Tudo era muito especial.</p>
<p><strong>Tarsila do Amaral usava o anel mágico que ela lhe deu todos os dias. Você também usa?<br />
</strong>Esse anel tem um valor sentimental muito grande para mim, por isso, prefiro usá-lo só em ocasiões muito especiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro livro legal de conhecer sobre a Tarsila é o <span style="color: #ff6600"><em>Sonho de Abaporu<span style="color: #000000">, </span></em><span style="color: #000000">de Marcelo Cipis,</span></span> (Caramelo, R$ 31,50) . Imagine só que o Abaporu da obra de Tarsila foge da tela para o mundo! Ele sente falta do Brasil e viaja pelo mundo. Passeia pela França, Bahia, toma café em um boteco e até dança tango na Argentina. Afinal, é lá que ele mora, no Malba (Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires).</p>
<p style="text-align: center"> <img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/sonho.jpg" alt="sonho.jpg" width="318" height="448" border="0" /></p>
<p style="text-align: left">No livro <span style="color: #339966"><em>A Infância de Tarsila do Amaral, </em><span style="color: #000000">de Carla Caruso</span><span style="color: #000000"> (Callis, R$ 25)</span></span><span style="color: #000000">, </span>você conhece mais detalhes da vida da menina na fazenda e entende melhor como suas experiências e vivências de infância foram parar em suas obras. Tudo contado de maneira bem delicada e fácil de ler.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/md_0000009507_1.jpg" alt="md_0000009507_1.jpg" width="334" height="448" border="0" /></p>
<p style="text-align: left">Outro livro que conta a história e explica o trabalho de Tarsila é <span style="color: #800080"><em>Mestres das Artes no Brasil &#8211; Tarsila do Amaral, </em><span style="color: #000000">de</span></span><span style="color: #000000"> </span>Angela Braga e Lígia Rego (Moderna, R$ 30). Nele você descobre mais da trajetória dessa artista. Desde sua infância até os estudos na Europa.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/Tarsila-do-Amaral_1.jpg" alt="Tarsila-do-Amaral_1.jpg" width="336" height="396" border="0" /></p>
<p style="text-align: left">Agora que você já sabe mais sobre Tarsila do Amaral e o Modernismo, pode começar a fazer as brincadeiras do <strong>Estadinho</strong> desta semana. Se você quiser, pode pintar as cores e as histórias da sua infância num lindo quadro. Inspire-se em mais algumas obras da artista.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/Sol_Poente_2_.jpg" alt="Sol_Poente_2_.jpg" width="408" height="336" border="0" /><br />
<em>Sol Poente</em>, de 1929.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/Tarsila_do_Amaral_auto_retrato_1924.jpg" alt="Tarsila_do_Amaral_auto_retrato_1924.jpg" width="336" height="388" border="0" /></p>
<p style="text-align: center"><em>Autorretrato</em>, de 1921.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/Lago50.jpg" alt="Lago50.jpg" width="411" height="336" border="0" /></p>
<p style="text-align: center"><em>O Lago</em>, 1928.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/osapo.jpg" alt="osapo.jpg" width="414" height="336" border="0" /></p>
<p style="text-align: center"><em>O Sapo</em>, 1928.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/urutu.jpg" alt="urutu.jpg" width="399" height="336" border="0" /></p>
<p style="text-align: center">Urutu, 1928.</p>
<p style="text-align: center"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Loja de sonhos</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/06/loja-de-sonhos/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 19:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV e Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[A Loja Mágica de Brinquedos]]></category>

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		<description><![CDATA[Feche os olhos e imagine a loja de brinquedos mais legal do mundo. É provável que você pensou em algo bem parecido com o que é a Loja Mágica de Brinquedos do Sr. Magorium. Bonecos de pelúcia que abraçam, esqueletos de dinossauro que se mexem e aviões que voam pela loja. Mas nada tem pilha. Tudo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/loja_magica_de_brinquedos.jpg" alt="loja_magica_de_brinquedos.jpg" width="307" height="448" border="0" /></p>
<p>Feche os olhos e imagine a loja de brinquedos mais legal do mundo. É provável que você pensou em algo bem parecido com o que é a Loja Mágica de Brinquedos do Sr. Magorium.<br />
Bonecos de pelúcia que abraçam, esqueletos de dinossauro que se mexem e aviões que voam pela loja. Mas nada tem pilha. Tudo é mágico.<br />
Quando o Sr. Magorium deixa o mundo, a missão de Henry (o contador contratado para colocar as finanças da loja em dia) e Molly (a fiel e adorável gerente) é fazer com que a loja se torne encantada de novo. Até que eles descobrem que a mágica está nos nossos olhos. É só acreditar.<br />
Esse DVD não é um lançamento, o filme <span style="color: #333399">A Loja Mágica de Brinquedos <span style="color: #000000">(Imagem Filmes, R$ 14,90),</span></span><span style="color: #000000"> </span>é de 2007. Mas vale a pena conhecer essa história. Para se lembrar de acreditar em sonhos. E também ver o mundo com pelo menos um pouquinho de mágica nos olhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>As aulas voltaram. E agora?</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/02/04/as-aulas-voltaram-e-agora/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 09:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Mazzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do papel]]></category>
		<category><![CDATA[fim de férias]]></category>
		<category><![CDATA[irmão na mesma escola]]></category>
		<category><![CDATA[manual de sobrevivência]]></category>
		<category><![CDATA[melhor amigo mudou de escola]]></category>
		<category><![CDATA[professora nova]]></category>
		<category><![CDATA[volta às aulas]]></category>

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		<description><![CDATA[(Por Natália Mazzoni) Não adianta reclamar. Nem pedir para os pais deixarem você aproveitar uns dias a mais em casa. As férias acabaram e chegou a hora de voltar para a escola. Se você ainda não deixou a mordomia de lado e só vai começar os estudos na semana que vem, ainda dá tempo de ler [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em><img src="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/wp-content/blogs.dir/112/files/2012/02/capa_blog_2.jpg" alt="capa_blog_2.jpg" width="608" height="302" border="0" /></em></p>
<p><strong><em>(Por Natália Mazzoni)</em></strong></p>
<p>Não adianta reclamar. Nem pedir para os pais deixarem você aproveitar uns dias a mais em casa. As <span style="color: #ff0000">férias acabaram</span> e chegou a hora de <span style="color: #ff00ff">voltar para a escola</span>. Se você ainda não deixou a mordomia de lado e só vai começar os estudos na semana que vem, ainda dá tempo de ler o<span style="color: #008000"> &#8220;manual de sobrevivência&#8221;</span> que o <strong>Estadinho</strong> preparou para você.</p>
<p>Caso suas aulas já tenham começado, não tem problema, você também vai aproveitar muito dessa edição. Tem <span style="color: #0000ff">dicas</span> para se livrar do <span style="color: #993366">amigo chato da classe</span>, para superar a<span style="color: #ff6600"> perda do melhor amigo da escola</span> e até para não ficar bravo por <span style="color: #666699">estar no mesmo colégio do seu irmão</span>, que vive brigando com você em casa. Clique nas páginas abaixo para descobrir como lidar com isso tudo. Depois, continue aqui. Tem um vídeo bem legal da entrevista com os nossos consultores Nicolas, Carolina, Amanda e Talita.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-1.jpg" target="_blank">Página 1</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-2.jpg" target="_blank">Página 2</a></p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/estadinho/files/2012/02/Página-31.jpg" target="_blank">Página 3</a></p>
<p>A entrevista com o Nicolas, a Carolina, a Amanda e a Talita foi tão legal que resolvemos colocar um poquinho da nossa conversa aqui para vocês verem. O vídeo foi gravado pela mãe da Carolina e do Nicolas, a Ana. Você até vai ouvi-la falando, às vezes. Vocês sabem como é mãe, não é? Sempre querendo dar uma forcinha. Ficou bem legal, olhe só.</p>
<p>&nbsp;</p>
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