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Estadinho

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Foto: Divulgação

O Menino Maluquinho de Ziraldo está nos palcos do teatro em montagem do Grupo de Teatro Téspis. A peça reúne os principais momentos do menino nos livros (como as férias na casa da vó, as traquinagens na escola, a separação dos pais) e conta com músicas e cantigas de roda compostas exclusivamente para o espetáculo. Os figurinos são engraçados em algumas cenas, como quando os atores se fantasiam com adereços de espuma.

 

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Júlia Helena Zogas, 4 anos

O Estadinho assistiu a peça ao lado de Júlia Helena Zogas, de 4 anos, uma das espectadoras mais animadas da estreia. E é ela quem faz a critica. Olhe só.

“O mais engraçado é ver o Menino Maluquinho chegar ao palco com a panela na cabeça, eu dei muita risada. As músicas são bem legais, deixa a peça radical! Eu já conhecia a história do livro e foi legal ver aqui.”

Ficou curioso para conhecer essa versão do menino mais travesso da literatura? A peça está em cartaz até junho no Teatro Fernando Torres.


Teatro Fernando Torres: Rua Padre Estevão Pernet, 588, Tatuapé, São Paulo. R$ 50. Sábados e domingos as 16 h.

 

 

 

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(Foto: Heloísa Bortz/Divulgação)

(Por Aryane Cararo)

Penélope é repórter. Cor-de-rosa, que fique dito. E já está acostumada a escutar um montão de respostas diferentes dos entrevistados. Mas, ainda assim, deve se divertir a cada vez que interage com a plateia. Quem foi à reestreia da peça Penélope, a repórter cor-de-rosa, no Teatro Eva Herz, em São Paulo, certamente se divertiu, especialmente na parte em que as crianças sobem no palco e respondem a algumas perguntas dela. Mas isso acontece perto do final e, antes, há algumas risadas para contar e músicas para cantar.

Penélope é a personagem do programa de televisão Castelo Rá-Tim-Bum, interpretada na tevê nos anos 1990 e agora no teatro por Angela Dip. É uma perua cor-de-rosa: com sua roupa rosa, chapéu galináceo, óculos blindados, bolsa fofucha, supercaderninho rosa e máquina Laika, ou Lalá, como ela a chama. No espetáculo, a repórter mostra os bastidores de seu programa, com o estúdio e o camarim, e decide gravar seu programa sem o diretor chegar. Ela também explica porque só veste rosa e de onde vem seu nome. Tudo com muito humor e algumas músicas que fazem a plateia entrar no ritmo com palmas.

Quem tem curiosidade para saber como funciona um programa televisivo, vai gostar de ver as explicações muito bem explicadas de Penélope, que gosta de deixar tudo muito claro. A repórter, por exemplo, saca o bordão “é modo de dizer” toda vez que fala uma palavra que pode ter duplo sentido, como a arara que serve para pendurar roupas e não é o bicho, e mandachuva, que não tem nada a ver com chuva. E também faz o público cumprimentar todos os objetos de cena. Uma parte legal é quando ela explica como funcionam os recursos sonoros. A cada barulho que o pessoal do som coloca, ela tem de corresponder no palco. Assim, ela encena os barulhos de cavalo, moto, chuva, esgrima…

Mas o mais divertido é quando as crianças sobem no palco para serem entrevistadas e encenar um trechinho do mito de Ulisses e Penélope. Uma das perguntas feitas a elas é: o que você quer ser quando crescer?

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Clara Major Mendes, de 8 anos, quer ser jornalista. “Porque quando a gente é jornalista, a gente sabe das coisas.” Clara, que estava inteirinha de rosa, num look planejado para a peça, gostou muito da hora em que a atriz dançava, “porque ela dançava engraçado”, explicou.

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Mas foi Pedro Quadro Fonseca quem roubou a cena. Ele tem apenas 5 anos, mas é um menino muito desinibido que faz pose de garoto mais velho ou “sabedor das coisas”. Ele quer ser bombeiro. Deveria ser ator, pela presença de palco e de espírito! Quando ele ouviu uma garotinha chorando na plateia, levantou de seu lugar, foi até a ponta do palco com pose de herói e disse: “Alguém está chorando aqui?”. Puxa, será uma garotinha em perigo? “Vai lá salvar, Pedro!”, sugeriu Penélope. Ele foi quem aceitou o papel de Ulisses. Porém, na hora de pedir Penélope (interpretada por outra garota da plateia) em casamento, quem disse que Pedro pediu? Ele se recusou! Que história é essa de casamento, ora! Pedro está fora! Mas por que ele quis ser Ulisses? “Eu queria ser rei, mas ser rei é chato.” Apesar disso ele gostou da peça. “Da música e um monte de coisa”, garante.

Pedro não vai estar lá na próxima apresentação. Mas quem sabe não é você quem rouba a atenção da plateia? No mínimo, vai rir com Penélope e seus entrevistados.

 

Penélope, a Repórter Cor-de-Rosa. Teatro Eva Herz (Conjunto Nacional: Av. Paulista, 2.073, Bela Vista). Domingo, às 15 h. Até 28/4. R$ 20. Duração: 50 minutos. Com Angela Dip e Robson Villsac. Texto: Flavio de Souza. Direção: Carla Candiotto.

 

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Os desenhos criados por crianças nas oficinas do Projeto Fazendo Arte, do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, foram parar numa exposição em Nova York!

A mostra reúne cerca de 20 obras selecionadas pelo galerista e curador Sany Marques que, em uma visita ao hospital Pequeno Príncipe, se apaixonou pelas obras e pela causa das crianças em tratamento. Fez o convite e a ideia virou uma exposição linda num dos mais importantes bairro da cidade americana, o SoHo.

As obras, que estão desde o dia 6 deste mês em Nova York, foram feitas por crianças e adolescentes com orientação dos pais e oficineiros, como o fotógrafo Leandro Taques e as artistas plásticas Márcia Széliga e Michele Behar.

Em Curitiba, na praça interna do hospital, uma mostra paralela ao evento no SoHo também conta com algumas obras do mesmo projeto.

Em Nova York: Até 06/04 na Galeria Art At Format (50 Wooster Street SoHo, Nova York).

Em Curitiba: Até 20/03 na Praça do Bibinha, no Hospital Pequeno Príncipe (Rua Desembargador Motta, 1.070, em horário comercial).

 

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28.fevereiro.2013 14:45:31

Últimos dias!

APROVEITE!

ÚLTIMOS DIAS!!!

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A exposição Estadinho – 25 anos está quase acabando. Sábado, dia 2 de março, é o último dia da mostra no Museu Belas Artes de São Paulo (muBA). Há muitas razões para você não perder essa oportunidade:
- Se você gosta do Estadinho ou tem curiosidade para saber como ele é feito e qual sua história
- Se você acha legal ver a história das crianças nos últimos 25 anos, estampada em capas marcantes do suplemento
- Se adora ver desenhos de grandes autores e ilustradores de livros infantis, como Mauricio de Sousa, Ziraldo, Angela Lago…
- Se você é curioso sobre jornalismo infantil.

Vá ver!

Museu Belas Artes de São Paulo (muBA): Rua José Antonio Coelho, 879, Vila Mariana, São Paulo.
Sábado, das 10 h às 16 h. Grátis.
Informações: (11) 55765771 

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Cena do espetáculo Alice no País das Maravilhas (Foto: Divulgação)

(Por Natália Mazzoni) 

Você conhece a história da menina que caiu na toca do coelho e descobriu um mundo muito diferente daquele em que vivia? A história de Alice no País da Maravilha, de Lewis Carroll, foi recontada pela Cia. Le Plat Du Jour de um jeito bem diferente e travesso.

A Alice da peça mora num prédio e adora brincar, mas é ignorada por sua irmã mais velha. Entediada, ela cria um mundo maluco cheio de personagens curiosos, como uma rainha engraçada (responsável pela maioria das risadas da plateia) e um coelho que não consegue fazer truques de mágica. A menina busca entrar num jardim encantado, toma pílulas para aumentar e diminuir de tamanho o tempo todo, até que ela mesma nem sabe mais quem é.

O Estadinho esteve na reestreia do espetáculo e achou a história interessante. Quem nos ajuda com a crítica é a pequena Maria Júlia Silva Caliguieri, de 5 anos. Ela assistiu ao espetáculo ao lado de sua irmã mais nova, que dormiu! Algumas crianças dispersaram durante o espetáculo que, em alguns momentos, fica um pouco repetitivo. Mas Maria Júlia acompanhou todas as cenas e conta para você do que mais gostou. “Eu gostei da história, principalmente da cena em que a Alice come os cogumelos para mudar de tamanho. A rainha é legal e muito engraçada.”

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Maria Júlia gostou da versão que viu de Alice 

Ficou curioso para conhecer outro País das Maravilhas? A peça está em cartaz no teatro Alfa, em São Paulo.

Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro.
Sábados e domingos, 17h30.
Crianças (até 12 anos): R$ 15. Adultos: R$ 30

 

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Quem ainda não passou pelo muBa para conhecer mais dos 25 anos do Estadinho precisa correr! É que a exposição fica em cartaz só até o dia 2 de março! Nos próximos dias, o espaço estará fechado por causa do carnaval, mas reabre na quinta-feira, dia 14. Programe-se!

Museu Belas Artes de São Paulo (muBa) – Sede Núcleo de Design – Rua José Antonio Coelho, 879, Vila Mariana, São Paulo.
Em cartaz até 2 de março de 2013.  Entrada gratuita.

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Cena do espetáculo ‘As Três Mulheres Sabidas’ (Foto: Reprodução)

(Por Natália Mazzoni)

A Cia. Dedo de Prosa sobe ao palco da Livraria da Vila para contar três histórias no espetáculo As Três Mulheres Sabidas, com Dinah Feldman, Fernanda Viacava e Priscilla Herrerias . O primeiro conto, O Touro Negro de Norroway, vem da Escócia e conta a história de um duque preso no corpo de um touro. Depois de lutar com o diabo, o feitiço quebra e o duque procura pelas montanhas a esperta lavadeira que foi sua companhia nos dias difíceis.

A história é muito legal e abre passagem para outras duas que prendem a atenção de toda a plateia. Na história vinda da Irlândia (A Pobretona que Virou Rainha), uma menina simples do campo vira rainha depois que seu pai pede um pedaço de terra ao rei, que fica encantado com a inteligência da garota e se casa com ela. Mas, quando o rei percebe que a nova integrante do castelo é muito mais esperta que ele, as coisas começam a mudar.

Para fechar a peça, o conto escocês O Gentil Homem de Wastness conta a história de um homem solitário que se encantou com a beleza de uma mulher-foca. Apaixonado, ele decide prendê-la longe da água por sete anos, com a promessa de que depois desses sete verões ela poderia, enfim, escolher seu destino. O tempo passou, eles tiveram um filho, mas a mulher nunca se esqueceu de onde veio. A história termina no fundo no mar e é uma das partes mais encantadoras do espetáculo.

O cenário é feito com poucos objetos, que se transformam em várias coisas durante as histórias, tão bem contadas pelas atrizes que somos capazes de imaginar castelos, campos, mares. Maria Fernanda de Oliveira Rodrigues, de 6 anos, assistiu ao espetáculo na primeira fila. “A história de que eu mais gostei foi a do rei. Eu imaginei tudo como se fosse de verdade”, conta. 

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Maria Fernanda adorou imaginar os elementos do cenário

Quer imaginar também? O espetáculo fica em cartaz até o dia 24 de fevereiro na Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo.

Sábados e domingos, às 15 h. Shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041).  Ingressos custam R$ 30 (R$ 15 a meia entrada). 

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Quer ver uma exposição muito legal sobre o Estadinho e aproveitar para tirar uma foto ao lado do boneco da Mônica? Então, seu destino é o Museu Belas Artes de São Paulo (muBA). A mostra Estadinho – 25 Anos conta um pouco de nossa história, mostra como o mundo mudou nesse tempo, com capas que marcaram cada ano, e tem ilustrações incríveis de grandes ilustradores infantis (aqueles que você está acostumado a ver nos livros). Aproveite as férias para conhecer!

 

Museu Belas Artes de São Paulo (muBA). Rua José Antonio Coelho, 879, Vila Mariana, São Paulo. De 2ª a 6ª, das 10 h às 20 h; sábados, das 10 h às 16 h. Grátis. Informações: (11) 5576-5771. Até 2/3.

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Quer saber como foi a festa de 25 anos do Estadinho? A Exposição Estadinho – 25 anos contou com a presença de muita gente bacana, como o Mauricio de Sousa. Quem passou por lá, além de conhecer bem de pertinho o pai da Turma da Mônica, aproveitou as oficinas, fez desenho para ficar na exposição e conheceu muito da história do Estadinho. A festa foi linda. Você vê um pouquinho na nossa galeria de fotos.

Passe por lá!

A mostra está em cartaz até o dia 2 de março no Museu Belas Artes (muBA) – R. José Antonio Coelho, 879, Vila Mariana, São Paulo. Grátis.
Segunda a sexta-feira, das 10 h às 20 h, sábados, das 10 h às 16 h.

 

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Vamos comemorar os 25 anos do Estadinho? A festa é hoje, em forma de exposição lá no muBA (Museu Belas Artes) Vai ter contações de histórias, fotos dos bastidores do Estadinho, varal de desenhos para você colaborar com o seu e ilustrações de muita gente boa que já coloriu as nossas páginas.

A programação de abertura é bem legal, olha só:

11 h – Contações de história com Andi Rubenstein

14 h – Contação de história com Kiara Terra

15h30 – Oficina artística de jornal com Lu Motta e Ana Basaglia

17 h – Bate-pop com o ilustrador Mauricio de Sousa, a editora do Estadinho, Aryane Cararo, e a gerente de sistema de bibliotecas Belas Artes, Leila Rabello, sobre o desafio e o prazer de escrever para crianças.

Museu Belas Artes de São Paulo (muBA) – Rua José Antonio Coelho, 879, Vila Mariana, São Paulo. Grátis.
Telefone:  (11) 5576-5771

A exposição está em cartaz até o dia 2 de março. Esperamos você lá.

 

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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