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Estadinho

26.janeiro.2013 06:50:21

Zumbis do faroeste

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O Theo Guimarães, de 9 anos, mora em Santa Isabel, no interior de São Paulo, e nos mandou uma história sobre os Zumbis do Faroeste. Uma parte foi publicada no Estadinho impresso, mas você lê o texto inteiro aqui:

 

“A história dessa vez vai ser de um faroeste, calmo, tranquilo e sossegado, porém, cheio de mortos-vivos, comedores de carne humana! Num certo dia, uma escola fez um passeio ao Faroeste da Cascavel, no dia 12 de maio de 2012. Um grupo ia ter que pegar a bandeira da cor do time adversário, por isso, eles terão que achar. Naquele faroeste, tinha uma mina abandonada, onde colocaram placas assim: ‘Cuidado! Não entre! Não entre desarmado! Proibido!’

Chegando ao Faroeste da Cascavel, eles encontraram um moço falando assim:

- Cuidado! Tem pessoas que não são normais, então, tomem muito cuidado, para vocês que são jovens! Sobrevivam o quanto puderem!

Ele achou estranho aquilo de ‘Sobrevivam o quanto puderem!’ Desconfiou dessa frase assustadora, mas continuou em frente. A professora disse assim:

- Que comece a corrida!

Todos começaram a procurar, mas o grupo foi parar perto da mina! Eles encontraram as placas, mas não duvidaram. Pegaram tochas e começaram a andar. Então, ouviram gemidos estranhos. Eles ficaram com medo e não conseguiam ver a luz da entrada da mina. O gemido começou a ficar alto, alto, alto, até aparecer um zumbi!

Um aluno chamado Zeck foi pego!

(LEIA O FINAL A PARTIR DAQUI)

Os outros correram para a entrada da mina. Largaram as tochas e correram para o ônibus. O aluno foi achado morto, sem um braço, estava quase de olhos abertos, mas não virou um também. Os alunos ficaram com medo e perceberam o último aviso: ‘Não entre desarmado!’

Uma mão sem o dedo indicador, do aluno Zeck, que foi pego pelo zumbi, levantou gemendo e saiu à procura de carne!

À noite, os alunos iam dormir pensando que estava tudo bem, mas não estava. Ouvindo os gemidos do seu amigo Zeck, eles ficaram com medo e foram ver o que era.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!

- O que foi isso? – perguntou o Lucas.

- Não sei – respondeu seu amigo.

Eles saíram da cama e foram ver o que era. Eram dois Zumbis se alimentando da carne dos outros amigos.

- Cara! Vamos sair daqui! – disse Lucas, apavorado.

- Tá bom – respondeu seu amigo, com muito medo.

Eles saíram! Foram se esconder no porão da casa de madeira. Com muito medo, os dois ouviram gritos de crianças. O homem que lhe disse estava lá fora com uma arma, atirando, lutando pela sobrevivência das outras pessoas. Ele abriu a porta do porão e disse:

- Vamos! Nós não temos muito tempo de vida!

Eles saíram do porão apavorados e entraram no ônibus escolar com uma rapidez! Mas lembraram que tinha um morto-vivo a bordo. Eles gritaram tanto que ele começou a ficar com medo também. O Lucas deu um belo de um chute na fuça do zumbi e ele até parou de gemer, indo embora. Os dois conseguiram sobreviver a tempo!

Voltando para casa a salvo, eles tomaram um belo de um banho na casa de sua mãe, o moço, ele e o amigo. Todos ficaram apavorados com o terror. Mas, desta vez, não deu certo. A mina, como estava aberta, soltou os outros zumbis. Então, as outras pessoas começaram a acreditar na história. Mas, aos poucos, os zumbis foram chegando numa vagareza.

Olha, essa parte eu não vou contar, porque a parte 2 do Zumbis no Faroeste ainda vai ser lançada.”

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Olá, gente! Vou logo lhes contar uma história de arrasar, essa história é de arrepiar!

Aconteceu há muito tempo, quando eu ainda era moleque e soltava minha pipa ao vento. Foi assim…

Eu estava brincando, como sempre, quando minha pipa caiu como uma estrela cadente. Foi logo na floresta, a mais bonita. Entrei floresta adentro, não tinha mais saída, nem  sabia  mais de onde eu vinha. Comecei a sentir medo, logo me deu um desejo de sair daquele lugar.

Quando estava desesperado, ouvi um canto no ar, um canto bonito. Vi um bicho muito estranho, parecia um lobo, mas estava em duas patas conversando com alguém. Cheguei mais perto para ver quem era, subi logo no galho de uma árvore e comecei a ver: era o Lobisomem e a Iara. Tinha até o Saci Pererê, estavam numa prosa bonita de se ver, falavam sobre um tal de folclore, que ninguém mais queria saber, então ouvi o Lobisomem dizer:

 - Imaginem só! Ninguém mais acredita na minha história, que era de longe a mais bonita. Agora, eles querem saber só de videogame, esqueceram da sua própria cultura. É um tal de Halloween, perdemos nossa identidade. Tudo é importado!

Lembro-me de ter ouvido todos aplaudirem…

(A HISTÓRIA FOI PUBLICADA ATÉ AQUI. ACOMPANHE O RESTANTE)

Vi a Iara e o Saci Pererê se queixando de que ninguém mais acreditava nem nas histórias da tia Nastácia. Começou uma grande discussão, até que o Saci se levantou, parecia uma ilusão, mas parecia que ele estava num furacão. Então, disse:

- Caros amigos, não sei o que fazer, ninguém mais acredita na gente!

Aí foi a vez da Iara. Ela parecia estar calma, com uma sutileza no ar, então, disse:

- Concordo com  o Saci, mas sei o que fazer: vamos deixar nossa marca para todos nos verem!

Quando estavam nisso, não me lembro quem, se foi o Bumba meu Boi ou o Curupira, só sei que, ao olharem para cima, logo me viram e me botaram para correr. Porém, o Curupira me alcançou e sem demora falou:

- Se você ouviu o que nós dissemos, precisa nos ajudar, vá por aí e solte esta história no ar!

Então, durante anos venho contando essa história, agora, é a parte de vocês. Ajudem também, espalhem por aí e, quem sabe, vocês vejam o Saci com sua turma, assim como sempre, na boca do povo com o rosto sorridente.

(Por Igor Cardozo Martins, 12 anos, São Paulo, SP)

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24.dezembro.2012 12:00:54

Feliz Natal!

Esta redação foi escrita pela Alice Giro Ferri, 10 anos, de Nova Europa (SP). Sua avó Nanete gostou tanto que decidiu compartilhar com o Estadinho. E nós compartilhamos com todo mundo. Independente de crença ou religião, não deixa de ser uma data bonita, de alegria e amor nas famílias. Feliz Natal!

“Natal é uma palavra tão bonita, não é?

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus. É a época em que temos a casa toda enfeitada e vermelhinha! É a época em que a casa está cheia de pisca-pisca e que a árvore de Natal já está lá no teto!

É a época em que comemoramos a noite mais bonita do ano… E a ceia, quando a vovó prepara os melhores pratos!

É a época em que o dia é superagitado, mas vale a pena.

O Natal é comemorado em vários dias, mas aqui no Brasil é dia 25. 

É a noite m que, quando passeamos nas ruas, vemos as casas brilhando por causa do pisca-pisca.

Que noite bonita, ainda mais quando se reúne toda a família.

É quando as mães vão na cabeleireira e os pais fazem a barba. E, depois que abrimos os presentes, a sala vira uma bagunça…

E quando nos damos conta da hora, já estamos indo para casa dormir…

E sabe por quê? Porque no outro dia temos um longo divertimento! E essa algazarra toda acontece na casa da vovó Nanete e do vovô Tida!”

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Daniel Douer, de 11 anos

Quem participa da seção Pequenos Contadores desta semana é o Daniel Douer, de 11 anos. A história dele é muito legal, mas não coube inteira no Estadinho de papel. O que foi legal para criar um mistério e dar tempo de você imaginar o que Bombador, o pescador, achou na ilha misteriosa Jacafante. A história inteira está abaixo.

Em um dia tranquilo…

Numa segunda feira, 19/5/1887, em um dia tranquilo, Rafael, mais conhecido como Bombador, saiu para pescar. Quando chegou lá, jogou sua vara e esperou duas, três, quatro horas. Quando chegou a quinta hora, ele se encheu. Quando pensava que ia embora, e estava recolhendo sua vara, começou a puxar muito forte e ele tentando tirar. Rafael não se dava conta do peso que tinha o animal que estava lá em baixo. Era muito grande. Para mim, tinha mais de 9 metros e pesava pelo menos 981 kg. Sua vara estava quase quebrando quando a língua do bicho apareceu. O homem se apavorou, então, soltou e o animal fugiu com tudo: linha, isca e vara.

Numa terça feira, dia 29/6/1887, voltou para sua pescaria em busca do bicho. Mas, desta vez, veio mais preparado. Ele trouxe uma vara e o maior temor dos bichos, o arpão. Ele, primeiro, jogou sua vara com uma vaca cortada ao meio e ficou esperando o bicho subir para ver se conseguia pegar ele com o arpão, mas sempre é uma missão bem difícil. Depois de algum tempo, o mar estava quieto e foi nesse momento que o bicho subiu à superfície. Ele primeiro viu que tinha uma calda de jacaré, mas, quando o bicho se moveu um pouco, tinha uma tromba de elefante. Foi aí que ele falou: ‘Será que é um jacaré? Será que é um elefante? Ou será que é um Jacafante?’ Ele mal esperou e já deu um belo tiro que acertou sua perna. O animal também mal esperou e já começou a levar seu barco. Depois de algum tempo, o bicho escapou e ele foi parar em uma ilha, que não se sabe por quê, mas tinha o nome de O Jacafante.

Ele se aventurou pela floresta desta ilha e, depois de algum tempo, começou a achar muitas espécies de animais como lagartas gigantes, minhocas gigantes e até macacos que eram chamados de Mikuins e, não se sabia por quê, as espécies desta ilha eram gigantes. Ele entrou mais na floresta e, de novo, se apavorou quando viu o bicho. Bombador não sabia que o bicho poderia sair da água, então, ele começou a cantar com ritmo sem motivo nenhum: ‘Bicho na água, bicho na floresta, tanto faz até que vai dar uma meleca’. E saiu correndo e gritando como uma moça. Quando chegou à praia, disse: ‘Vou montar um plano que seja feito na água, mas na floresta depois’.

Na água ele colocou muitos arpões automáticos e também muitas redes. Quando ele saiu da água, achou um homem. Ele ficou muito feliz e perguntou seu nome. Ele disse que era Beto e perguntou: ‘O que você está fazendo?’ O Bombador respondeu: ‘Estou procurando o Jacafante, e você?’ Ele disse: ‘Estou na mesma missão, mas com um grupo. Deixa eu apresentar: a Rosa, a Mery ,a Julie, o Sony e o mais esperto do nosso grupo, o Daniel’. O Bombador disse: ‘É um prazer conhecer vocês. Posso ajudá-los?’ E eles responderam: ‘Obviamente, óbvio!’. O Bombador disse: Tá bom, mas estou com son. Vou ver se minha armadilha pegou alguma coisa e vou dormir’. Ele foi checar suas armadilhas, mas não tinha nada. Então, recolheu tudo e foi dormir.

No dia seguinte, ele acordou e a primeira coisa a fazer foi sua armadilha na floresta. Ele pendurou numa árvore uma rede automática e, no chão, colocou linhas transparentes para o bicho enroscar o pé. O objetivo era que, na hora que o bicho pisasse na linha, ele se enroscasse e aí a rede cairia e iria prender o bicho mais ainda. Ele esperou 5 horas e voltou. Quando ele viu que o bicho estava preso, foi correndo chamar seu grupo de amigos e eles também vieram correndo.

Eles falaram: ‘Com essa espécie, iremos entrar no livro dos recordes. Essa espécie é desconhecida temos que pedir ajuda para um navio transportador bem grande para levar o Jacafante para zoológico’. E só para lembrar a ocasião, ele gritou: ‘Como a gente vai embora?’ E o Daniel respondeu: ‘Calma, à noite a gente pega muitas folhas e deixa em forma que esteja escrito SOCORRO, PRECISO DE AJUDA. Depois, a gente acende o fogo. Um avião vai passar e parar para nos socorrer. Aí a gente sai dessa ilha maluca’.

Essa noite, um avião veio socorrer o grupo e levou para a cidade deles. Todo mundo viveu feliz para sempre e nunca mais ninguém se esqueceu da missão maluca, a caça pelo Jacafante.

Gostou do final da história? Imaginou outro final? Comente!

 

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O Estadinho de 24 de março propôs um desafio: escrever uma história com as palavras que formaram a nuvem de tags , resultado de todos os textos já publicados na seção Pequenos Contadores (clique aqui para ampliar a página acima). Uma turma de alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, topou e mandou suas histórias. A que está abaixo foi publicada no Estadinho de papel (mas aqui está a versão sem cortes). Os outros textos você lê nos posts seguintes. Boa leitura!

 

Uma semana de glamour

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“Havia uma casa no topo de uma montanha e lá vivia uma menina chamada Maria e sua mãe, Roxane. Elas moravam em uma pequena cidade e eram muito pobres. Roxane vendia comida e frutas e Maria ajudava sua mãe nos fins de semana (nos dias de semana, ela ia à escola).

Depois de um mês cansativo de trabalho, mãe e filha decidiram tirar férias em uma cidade muito chique: Paris. Pegaram o primeiro barco e lá foram elas, prontas para passear. No dia seguinte, desembarcaram do barco e seguiram para o hotel. Deixaram as mala e foram para um tour por Paris, visitaram a Torre Eiffel, museus e várias galerias. Já estava tarde, mas decidiram ir ao castelo da princesa por último. Quando chegaram, viram um jardim muito grande e entraram no castelo. Então, viram a princesa saindo com sua carruagem. A secretária da princesa disse a Maria:

- Princesa, corra, vá se arrumar. Está quase na hora da festa!

A menina ficou sem palavras, subiu para se arrumar com sua mãe. Descobriram que a princesa e a Maria eram quase iguais e, por isso, a confundiram com Maria. Mas ela até gostou do engano e continuou fingindo que era a princesa. Foram à festa e ainda tiveram um evento com as amigas da princesa.

No terceiro dia, Maria e sua mãe receberam café da manhã na cama e massagem com água quente e pedras. Maria falou a sua mãe:

- Estamos em um belo sonho, não é, mãe?

- É, minha filha, estamos – respondeu a mãe.

A cama delas era de seda e pétalas de rosas. Em volta do castelo tinha muita natureza.

Faltavam quatro dias para voltarem, então aproveitaram ao máximo. Foram a uma festa com meninos amigos da princesa. Assim que voltaram, assistiram a um filme de medo. À noite, foram comprar joias e roupas. No dia seguinte, Maria foi andar de cavalo e caiu muitas vezes, todos riram, mas ela não ligou. Ela sempre andava a cavalo, mas errou a galopada naquela hora.

Para ela, era o melhor dia de sua vida. O último dia começou bem com um almoço entre a família e depois uma aula de dança. A professora só repetia uma vez cada passo. Já era tarde e correram para o hotel pegar as malas e ir para o barco. Às onze horas, o barco saía e elas chegaram na hora. Passaram-se anos e anos e elas nunca esqueceram aquela semana.”

Vitoria Comitre Leite, 11 anos.

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21.abril.2012 06:56:14

Minha vida

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Meu nome é Roxane
Não é Rosane nem Mariane
É diferente!
Minhas amigas acham
Bem estranho
Minha mãe é a Maria
E por mim tudo faria!
A minha vida é assim:
Acordo tomo café
Vou para a escola
Quando volto, brinco
No jardim da minha casa

Sempre sonho em comprar
Um castelo para morar
Mas minha mãe disse que não dá!

Todos os dias
Entro em contato com a natureza
É uma beleza!
em casa nunca falta
Comida saudável!

Todos os dias
Quando eu vou para o bosque
Encontro um menino sentado
Com um copo de água na mão
Fico com medo!

Moro na cidade de Vinhedo
Tem um belo parque
Chamado Hopi Hari
Depois da aula
Vou para a minha cama
Começou a me dar um soninho….
Aí eu caio no sono

Todas as pessoas do bairro
Conhecem-me
Quando passo, falam:
“Ei, é a menina Roxane!”

 Então, minha mãe
É cabeleireira
Todo dia chega
Em cima da hora

Essa é minha vida
Sem demora
Vou embora
Pois agora
Vou para a escola!!

Ana Beatriz Pestana dos Reis,  9 anos       

Esta é uma história produzida por um dos alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, que aceitou o desafio do Estadinho de criar uma história usando as palavras da nuvem de tags publicada na edição de 24 de março.                            

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“Era uma vez uma mãe chamada Maria, que tinha uma casa enorme e duas crianças, a Roxane e o Pedro, gêmeos de 9 anos. De manhã cedo iam para a escola e, à tarde, brincavam.

Hoje, o dia deles começou bem, foram à escola e, chegando em casa, foram ao super com a sua mãe comprar comida e água, que faltavam. O super era na cidade e Roxane viu ali um castelo da Barbie. Era belo, parecia um sonho, por isso, resolveu pedir a sua mãe para brincar com as amigas. Mas sua mãe lhe disse:

- É muito caro!

Ela começou a chorar e as pessoas ficaram olhando. Foi então que ela acordou para sua realidade. Pedro ficou lá parado, viu Maria, uma colega de escola que todos os dias sentava do seu lado e do lado de outro menino. Já estava na hora de ir embora, voltando para casa, Pedro chamou um amigo para brincar no jardim. Ele ficou com medo de cair do skate novo e ficar em coma, mas o muro que estava era alto e ele caiu. Em sua vida toda ele tinha medo de ficar em coma, mas, mesmo assim, acabou ficando. Só lhe restara olhar a natureza de sua janela.”

Rafaela Lopez, 10 anos

 

Esta é uma história produzida por um dos alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, que aceitou o desafio do Estadinho de criar uma história usando as palavras da nuvem de tags publicada na edição de 24 de março.

 

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“Estava em casa, em um dia bem quente. Já era noite, então fui para a minha cama e comecei a dormir.

Tive um sonho que começou assim:

Era uma vez, uma cidade perdida nos Estados Unidos. Lá havia um reino. No castelo moravam a rainha Maria, sua filha Clara, seu pai, Ivã, Roxane e seus súditos.

Clara tem uma irmã adotada, maligna, chamada Roxane. Teve uma vez que Roxane quebrou o braço de Maria por causa de um sapato. Ela também já cortou o cabelo de sua irmã de tão belo que era. Por isso, Clara tem um pouco de medo de sua irmã, pois ela pode fazer coisas piores.

Ela acordou e viu que estava um belo dia. Então, foi ao jardim, assistiu à tevê e foi para a escola particular das Princesas. Chegando lá, Clara encontrou suas amigas, que são: Rapunzel, Cinderela, Branca de Neve e Jasmim.

A classe de Clara estava indo ensaiar com os príncipes as danças do baile de coroação. Sua irmã, Roxane, a empurrou. Clara quase caiu, mais o príncipe Nicolas a segurou a tempo e isso impediu que os meninos e as meninas dessem risada.

Clara disse a Roxane:

- Eu cuido da minha vida e você da sua. Como eu tenho vários amigos que sempre me ajudam, nada de ruim pode acontecer comigo!

Quando elas chegaram ao castelo, sua mãe perguntou:

- Foi legal a escola?

- Foi legal – Como se tudo estivesse ótimo.

Elas foram almoçar e tinha as comidas que elas mais gostavam. Elas sempre tomavam suco e água na hora do almoço, como se fosse vinho.

Clara e suas amigas foram ao shopping e fizeram várias compras. Conforme as amigas passavam, todas as pessoas ficavam olhando. Quando entravam numa loja, mostravam todas as coisas que tinham, diminuíam o preço só para elas comprarem.

Chegou o dia do aniversário de Clara e ela fez 18 anos, que é a idade que precisa ter para ser coroada. Ela ganhou um vestido bem bonito, era um tomara-que-caia longo, vermelho rosado.

Depois de algumas semanas, chegou o dia da coroação. Todos estavam lá. Clara estava com seu vestido novo. Ela estava indo para a coroação, até que a amiga de sua irmã falou:

- Vá com esse sapato. O salto é maior e combina com o seu vestido.

Ela sentou em seu closet para pôr o salto. Enquanto colocava o sapato, Roxane trancava a porta do closet. Sua irmã foi correndo para a coroação. Eles esperaram tanto que quase coroaram Roxane, até que Clara chegou, pois ela lembrou que tinha uma passagem secreta em seu closet, que ficava embaixo do sofá. Então, conseguiu chegar a tempo à coroação.

No final, Clara foi coroada como rainha, Roxane ficou presa no quarto por dois meses, tudo ocorreu bem, a cidade foi descoberta e fim.

Quando eu acordei, era hora do recreio. Por causa disso, minha mãe me deixou de castigo na natureza no sábado.”

 

Maria Fernanda Picolo Annesi, 9 anos

Esta é uma história produzida por um dos alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, que aceitou o desafio do Estadinho de criar uma história usando as palavras da nuvem de tags publicada na edição de 24 de março.


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21.abril.2012 06:53:11

007: James Bond

“Um dia, um espião 007 estava em casa ouvindo sua próxima missão. Então, sua mãe  falou:

- James, vem almoçar!

James respondeu:

- Daqui a pouco.

Ele continuava a ouvir sua chefe, que lhe ordenou:

- Você tem 42 anos e ainda é um espião! Mas isso não importa. Sua missão é: invadir o castelo de Roxane e Maria, mais suas amigas e matá-las. Lembre-se: poupe sua vida e não tenha medo. A localização do esconderijo é perto de uma escola. Achamos que é o Colégio Santa Maria! Só para falar, esse colégio tem muita natureza e você pode usar isso como camuflagem.

James respondeu:

- Eu aceito.

- Boa sorte, 007.

- Agora vou almoçar de uma vez e dormir por 5 horas.

Cinco horas depois, ele acordou na cama do esconderijo.

- Há há há há… Finalmente consegui prender o 007!

Eram suas inimigas Roxane e Maria!

James pensou:

- Finalmente, devo começar a missão. Vou pegar as meninas primeiro, para as duas ficarem sozinhas!

- Falou baixinho.

007 pensou:

- Bem, vou ficar sozinho!

- Quando elas saíram,007 arrombou a porta e achou as amigas e as matou. Quando saiu do castelo e achou um telefone, ele ligou para sua chefe e ordenou um ataque ao esconderijo. Quando Roxane e Maria chegaram, Bond deu um soco e perguntou:

- Em que cidade nós estamos?

- Estamos em São Paulo.

007 voltou para casa e comeu muita comida.”
Leonardo Asçenco Peloggia, 10 anos

 

Esta é uma história produzida por um dos alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, que aceitou o desafio do Estadinho de criar uma história usando as palavras da nuvem de tags publicada na edição de 24 de março.

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“Maria tem 10 anos e ela mora com a mãe, Roxane, em uma casa pequena. Um dia, acordou atrasada para ir à escola e ficou com muito medo da Veronice brigar, pois Maria ficou sabendo que a Verô era super gente boa.

Então, em um outro dia perdeu a hora novamente. Quando chegou à escola, disse para a orientadora Malu que teve um sonho muito estranho. Malu perguntou assim:

- Menina, que sonho foi esse?

- É que, que… Foi assim: sonhei que morava em um grande castelo na cidade de São Paulo e que tinha um jardim enorme no meu quarto. Tinha também um belo papel de parede do Justin Bieber. O papel foi ficando velho e caiu bem em cima da minha cama. Tivemos, então, que trocar o papel de parede.

Sendo assim, fomos comprar. Minha mãe começou a procurar outros e achamos um só de natureza. Aí a minha mãe disse assim:

- Olha lá, aquele é bonito, cheio de gotas de água e uma piscina ao lado. Fiquei feliz da vida.

Voltamos para a casa e fui correndo falar para as minhas amigas. Quando comecei a falar, um monte de meninos apareceu.

Eu disse:

- Falamos depois, e fechei o vidro na cara deles.

Quando fui para casa, a comida já estava pronta. Fui brincar com minhas amigas e todos concordaram de brincar de contar histórias de era uma vez, até os meninos, e as meninas pensaram que eles não iam concordar .

Falei para a Malu assim:

- Malu, esse foi o meu sonho maluco desse dia e para sempre vou lembrar dele.”

 

Catarina Zanetti, 10 anos

 

Esta é uma história produzida por um dos alunos da professora Veronice Leal, do 5º ano do Colégio Santa Maria, em São Paulo, que aceitou o desafio do Estadinho de criar uma história usando as palavras da nuvem de tags publicada na edição de 24 de março.

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  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
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