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Estadinho

14.novembro.2011 17:29:22

Sua vez!

Na Fabriqueta de Ideias dessa semana a colunista do Estadinho Katia Canton falou de Amadeo Modigliani (1884-1920), um artista moderno que criava retratos de pessoas com linhas bem alongadas. E o Sua Vez sugeriu que cada um fizesse um retrato assim.

A Luisa Schuler Bicev, de 9 anos, topou a brincadeira e mandou um autorretrato muito legal pra gente.

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Se inspirou? Faça o seu e mande pra gente no estadinho@grupoestado.com.br.

 

 

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Na Fabriqueta de Ideias de sábado (dia 27), a escritora Katia Canton falou sobre como o artista italiano Giuseppe Arcimboldo criou sua própria forma de fazer arte, compondo retratos com alimentos. Veja um exemplo aí abaixo, que leva o título Outono:

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No final, ela propos que cada um pegasse folhas, flores e frutas em casa e montasse uma obra. O João Bachiega Kolokathis, de 5 anos, que mora em Campinas (SP), aceitou o convite e fez um lindo retrato. “Minha obra representa o outono, porque o esquilo está juntando castanhas”, explicou ele. Nós adoramos!!! Veja que legal que ficou:

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Parabéns, João! Seu esquilo ficou muito bacana!

 

Achou interessante? Quer saber mais sobre quem foi esse tal de Arcimboldo? Veja o que a Katia contou:

Giuseppe Arcimboldo (1527- 1593) foi um artista italiano da Renascença. Ele começou a pintar com seu pai, na cidade de Milão. Logo seu talento foi reconhecido e ele virou aluno de Leonardo da Vinci. Arcimboldo também foi convidado a se tornar um artista da corte do rei Fernando I, em Praga, atual capital da República Tcheca.

Nas horas vagas do seu trabalho, que era o de fazer retratos das pessoas importantes da corte, Arcimboldo criou um estilo que o distinguiria de outros pintores para sempre: passou a retratar pessoas, mas não como elas são vistas, e sim com figuras de animais, vegetais e outros materiais naturais, como em uma colagem.

Uma de suas obras mais famosas é a série Quatro Estações (pinturas realizadas em 1573, que pertencem ao Museu do Louvre, em Paris). A tradição de pintar pessoas de acordo com as estações do verão, outono, inverno e primavera já existia desde o Império Romano. Mas nunca ninguém tinha usado os elementos da natureza para compor esses retratos!

 

 

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No Estadinho de papel do dia 30 de outubro, a escritora Katia Canton fez uma proposta bem legal na coluna Fabriqueta de Ideias. Ela perguntava para os leitores o que teria acontecido com os contos de fadas depois da frase “e foram felizes para sempre”. Será que foram mesmo? Na vida real, é difícil ser feliz 100% do tempo. O convite que ela fazia era justamente para imaginar como teria sido a vida dos personagens de seu conto de fadas preferido.

Os alunos da Escola Estadual Pastor João Nunes, de Guarulhos (SP), aceitaram o desafio e mandaram os finais que eles acham que realmente aconteceram. Muito bacana. Parabéns, pessoal! Veja abaixo:

Branca de Neve

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“Depois do ‘viveram felizes para sempre’, a história virou outra coisa. O príncipe descobriu que a Branca de Neve tinha um mau hálito danado e eles viviam brigando.”
(João Vitor Felix de Andrade, 10 anos)

A Bela e a Fera

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“A Bela descobriu que a Fera estava com saudades de quando era Fera e tinha muitas pulgas, que ele passou para as filhas e para a Bela. E toda noite ficava uivando para a lua e eles começaram a brigar a partir daí. E foi assim por muitos e muitos anos.”
(Ana Carolina Dantas de Araújo, 9 anos)

“Depois do ‘felizes para sempre’, a Bela e a Fera tiveram filhos trigêmeos. Antes de se casar, Bela não percebeu que a Fera uivava para a lua e que ele tinha pulgas. Mais tarde, Bela achou os filhos uivando para a lua e também com pulgas.
(Guilherme Domingos Salgado, 9 anos)

“Depois do ‘viveram felizes para sempre’, a Fera descobriu que Bela que era uma fera, não ele.”
(Elizabete Barbosa Reis)

“Depois do ‘felizes para sempre’, a Bela e a Fera brigavam demais, porque a Fera se coçava toda hora e soltava um pum em cada minuto. Eles brigavam sempre”
(Julyane Pereira Balbino, 9 anos)

A Bela Adormecida

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“Depois do ‘viveram felizes para sempre’, o príncipe da Bela Adormecida descobriu que ela dormia roncando e eles só brigavam o dia inteiro. O príncipe ficava nervoso, porque não conseguia dormir.”
(Rafaella Assis dos Santos, 10 anos)

Pinóquio

pinoquio.jpg

“O Pinóquio continuou mentindo pelo resto de sua vida e seu pai continuou falando a mesma coisa.”
(Luís Fernando Rodrigues da Silva, 9 anos)

 

Rapunzel

rapunzel.jpg

“Depois do ‘viveraem felizes para sempre’, o marido de Rapunzel descobriu que aquelas tranças não eram verdadeiras. Era aplique. E ele começou a reclamar:
- Sua falsa! Não vou querer nunca mais acreditar.
Só que ele também tem um defeito, que é o chulé e a porquice. Ela percebeu isso e reclamou. Só que ele sabe que todo mundo tem defeito e se deram certo cada um com seu defeito.”
(Bianca Lindsey da Silva Santos)

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07.agosto.2010 07:15:38

O som da água

A Fabriqueta de Ideias da Katia Canton, publicada no Estadinho de papel de hoje (dia 7/8), fala sobre a água. E faz um convite a você para evocá-la pela música e pelas artes plásticas. Vamos lá?

Em 1909, bem no comecinho do século 20, o fenômeno da água (mais precisamente, o mar) intrigou um importante músico. O francês Claude Debussy (1862-1918) ficou famoso pela composição orquestral “La Mer” (em português, O Mar).

Ouça abaixo o som desta composição e perceba como o artista conseguiu passar a ideia de ondas estourando, espumando e dissolvendo-se na praia.

 

A ARTE MARINHA

Artistas plásticos também têm feito interessantes obras com o tema do mar e da água. Vamos falar aqui de dois brasileiros que, ao contrário de Debussy, atuam no nosso momento histórico.

1) Marcelo Moscheta está com uma exposição chamada Mare Incognitum no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo, até o dia 10 de outubro. Usando desenhos, fotografias e colagens, o artista apresenta paisagens marinhas árticas, mudando a forma de representar esses espaços naturais inabitados.

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2) Sandra Cinto apresentou Imitação da Água, no Instituto Tomie Ohtake, até o dia 1º de agosto. Na exposição, havia paredes lindamente pintadas em vários tons de azul. Por cima delas, a artista desenhou ondas, utilizando caneta permanente prateada. Ela também mostrou barquinhos de papel, que fazem parte de uma longa pesquisa sobre os mares.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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