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Estadinho

pergunta feita por Auli Vieira Abuchain, 7 anos, São Paulo, SP


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Você sabe que a tela do cinema é plana, ou seja, tem duas dimensões (comprimento e altura). Os homens podem ver ainda uma terceira dimensão (3D): a profundidade.
Isso acontece porque temos dois olhos, separados por uma pequena distância. Nosso cérebro pega as imagens vistas por cada olho e une-as, formando uma em 3D.
Para fazer um filme assim, o cinema tentou imitar o processo, conta Pedro Butcher, editor do portal Filme B. Uma câmera com duas lentes, separadas por uma distância igual a dos nossos olhos, filma as cenas. Depois, as imagens são projetadas uma após a outra na tela. Mas é tão rápido que parece que elas estão sobrepostas (e você enxerga tudo fora de foco). Os óculos ajudam a separar as duas imagens, para que seu cérebro possa uni-las de novo e dar essa sensação de profundidade, ou “realismo”.

(ilustração de Carlinhos Müller/AE)

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Pergunta feita por Beatriz Roman Capuano, 8 anos, Catanduva, SP

fermento

Antes de responder isso, é importante saber que há dois tipos de fermento: o biológico e o químico. Eles agem de forma diferente para fazer a massa crescer.

O biológico é usado para fazer pães e pizza. Ele é formado por leveduras, que são microrganismos vivos, minúsculos, e que estão presentes em todo lugar: na flora, no ar… Misturadas à massa, as leveduras começam a “comer” os açúcares que fazem parte da farinha. À medida que elas digerem lentamente esses elementos, liberam gás carbônico. Ou seja, soltam bolhas de gás, que fazem a massa crescer.

Já o fermento químico, ou em pó, pode ser usado em bolos e outras receitas. Ele é feito com substâncias que, em contato com umidade e calor, sofrem reação química e liberam o tal gás carbônico.

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Pergunta feita por Victoria Oliveira Brito, 5 anos, São Paulo, SP

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Esta é uma tradição muito antiga. Ela surgiu entre os povos pagãos (que não cultuavam um único deus), para homenagear Ostera, a deusa da primavera e do renascimento. Ostera é simbolizada por uma mulher que segura um ovo na mão e tem um coelho sempre por perto de seus pés.

Toda vez que a primavera chegava (enquanto aqui, no Hemisfério Sul, começava o outono), era comum dar ovos de presente. Mas não de chocolate: eram de galinha mesmo.

Com o tempo, os cristãos começaram a associar o ovo, um símbolo do início da vida, com a ressurreição de Cristo. A ideia de fazer ovo de chocolate surgiu só no século 18, entre os franceses.

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Pergunta feita por Cesar Pinho de Saboia, 7 anos, Rio de Janeiro, RJ

papagaio

As estruturas do bico e da língua dessas aves permitem a reprodução do som que elas ouvem. E isso vale tanto para as palavras, como para qualquer outro som. Tem papagaio que convive com cachorro e, por isso, também late. Outros miam, como o gato, e assim por diante. O mais curioso é que justamente por isso o papagaio pode falar várias línguas.

No entanto, não é porque a ave repete o que ouve que ela entende o que fala. “Ela não sabe o significado do que está dizendo. O que ela faz é uma simples imitação do som”, diz Fernanda Junqueira Vaz Guida, bióloga do setor de aves do Zoológico de São Paulo.

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Pergunta feita por Mariana Hissnauer Sanctos, 10 anos, São Paulo, SP

semaforo

 

“É uma padronização internacional que tem a ver com a percepção visual das cores, sendo o vermelho ligado ao perigo e o verde à tranquilidade”, conta Julyver de Araujo, presidente da Associação Brasileira de Profissionais do Trânsito.

O mundo todo adota essas cores. Quando o primeiro semáforo foi criado, em 1868, na Inglaterra, funcionava só com verde e vermelho (o vermelho já era usado há muito tempo pelos faróis, que alertavam os navios sobre o perigo).

A luz amarela, que é uma intermediária entre o vermelho e o verde, foi adotada só depois, em 1920, nos Estados Unidos.

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Pergunta feita por Daniel Ranieri Pereira, 11 anos, São Paulo, SP

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O que define se você vai ser alto ou baixo, ter olhos escuros ou claros são os genes, que nascem com a gente e são passados pelos nossos pais. Os genes são uma espécie de mapa ou código que vem com informações sobre quais serão as suas características físicas.

O geneticista Marco Antônio de Paula Ramos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que, para nascer com olhos verdes ou azuis, é preciso ter um número certo de genes que determinam a cor clara.

Quando os olhos dos pais são escuros e do filho são claros, quer dizer que você herdou mais genes claros do que escuros (e isso pode ter vindo lá dos seus avós).

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Pergunta de Gabriela Silva Leite, 12 anos, São Paulo, SP

querosaber

Na Idade Média (sabe a época dos reis e castelos?), os nomes dos dias da semana vinham de deuses pagãos como Lua e Marte. Mas o Papa Silvestre II decidiu que não seria assim e Portugal obedeceu. Ele resolveu usar os numerais (primeiro, segundo…) seguidos de “feira”.

No latim, feira era feria e significava data festiva. Era nessas ocasiões que as pessoas aproveitavam para fazer negócios (iam à feira). Daí vem segunda-feira, terça-feira…

Feria também significava “que não era dia santo”. Sagrados eram o sábado e o domingo. Sábado, para os cristãos, é o dia que Deus descansou e vem da palavra shabat (descanso, em hebraico). Nesse dia, as pessoas descansavam para, no domingo (o Dia do Senhor), homenagear a Deus.

Quem explica essa história é a professora de língua portuguesa Dieli Vesaro Palma, com base no trabalho do professor Evanildo Bechara.

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Pergunta de Maria Maia, 7 anos, São Paulo, SP

picole

Já imaginou se o picolé não fosse gelado? Não ia parar no palito! Você sabe que, quando ele derrete, vira suco. Mesmo os sorvetes de massa ficam líquidos quando são aquecidos. Congelar foi uma forma diferente que os homens encontraram de consumir o suco e as frutas. E isso há mais de 3 mil anos!

Há relatos de que os chineses misturavam neve com frutas e faziam um sorvete que mais parecia uma raspadinha. Os árabes logo aprenderam a receita e criaram o sharbet (calda gelada), que depois virou o sorbet dos franceses (viu como a palavra é parecida com sorvete?).

Na Grécia, o imperador Alexandre, O Grande mandava seus escravos buscarem neve nas montanhas para misturar com mel ou suco de frutas. No Brasil, o sorvete só chegou em 1834, de navio: vieram mais de 200 toneladas de gelo, dos Estados Unidos, para misturar com frutas.

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Pergunta de Tomás dos Reis de Castro Barros Silva, 6 anos, São Paulo, SP

copa

Dá para imaginar um lugar onde ninguém jogue bola? Não dá, né?

É por isso que todos os países do mundo têm seus próprios times de futebol. Acontece que alguns são tão pequenos (ou os jogadores não são muito bons) que o time deles nunca vai para a Copa do Mundo. É o caso de Kiribati, Ilhas Marshall, Micronésia, Nauru, Palau e Tuvalu (que ficam no continente da Oceania) e também de Mônaco (na Europa) e de São Tomé e Príncipe (na África).

O mais engraçado é que tem lugares que nem são países reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e têm seleção inscrita na Fifa, a federação internacional de futebol. Por isso é que times como Palestina, Porto Rico, Taiti e outros também disputam as eliminatórias da Copa do Mundo.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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