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Estadinho

17.fevereiro.2012 19:57:12

Piano de papel

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Um pequeno pedaço de papel pode virar piano nas mãos de Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão. É fácil. Quer aprender? Ela ensina para você aqui.

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16.fevereiro.2012 20:31:57

Castelo que vira foguete

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As meninas do ateliê Sucatinha de Luxo ensinaram a fazer um lindo castelo de lata. Você pode até transformar esse castelo num foguete. Ou então, você podeconstruir vários castelos e criar um reino. Vale qualquer coisa. Quer aprender como faz? É só clicar aqui.

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16.fevereiro.2012 00:37:19

Vamos navegar?

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Perdeu o primeiro Assim Assado do Estadinho? Não tem problema. A seção começou com uma experiência da Mad Science, que ensina a fazer um barquinho de papelãoque navega sozinho, sem motor. 
Você só precisa de um pedaço papelão, uma bacia com água e um pedacinho de sabonete. Quer saber como? Clique aqui.

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13.fevereiro.2012 19:29:29

Flor mágica!

 

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O Estadinho começou o ano com uma seção nova. A Assim Assado ensina brincadeiras fáceis muito legais para você fazer em casa. Tem experiências com os cientistas malucos da Mad Science, Jogos com a autora do livro Quer Jogar? Adriana Klisys e dobraduras com Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão.
A edição dessa semana ensinou a transformar a cor das flores. Incrível, não é? Se você não viu na edição impressa pode ver aqui. Ao longo da semana tem mais Assim Assado aqui no blog. Não perca!

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18.agosto.2011 19:11:02

Todo mundo pode ser um desenho

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A gente adora desenhos e imagina que você também goste muito. Mas já imaginou ser o próprio desenho? A ideia não é muito divertida? ”Eu Posso Ser um Desenho” é o tema de um curso muito legal que a ilustradora e designer Laura Teixeira dá no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, a partir de segunda-feira (dia 22).

Primeiro, as crianças vão construir objetos tridimensionais com vários tipos de materiais e técnicas. Durante as oficinas, vão aprender sobre a linha, a luz, as cores, as escalas… Então, cada uma começa a usar o próprio corpo para desenhar. Não entendeu direito? Então leia a entrevista da Laura aí embaixo. Ah, o curso é para crianças de 8 a 12 anos e dura quatro meses, com aulas sempre às segundas-feiras das 14 h às 17 h (custa R$ 200 por mês). 

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Laura, que ideia é essa de “Eu posso ser um desenho”?
É assim: através da construção de máscaras, chapéus, luvas, etc, cada um poderá desenhar livremente, com diversos materiais, usando o próprio corpo como suporte (e não o papel). A proposta é que cada um mergulhe no mundo da fantasia de seus desenhos, como se pudesse se transformar neles e, assim, brincar usando esse outro ponto de vista. 

Como começa essa “brincadeira”?
Eu começo fazendo algumas perguntas para o grupo, como por exemplo: Como seria o meu rosto se tivesse um nariz verde brilhante? E se minhas mãos fossem gigantes? E se tivesse pés em vez de mãos? Já pensaram em ter olhos atrás da cabeça? E se minha cabeça tivesse a forma de um cubo? Se meus braços fossem mais compridos que as minhas pernas, como será que eu faria para andar por aí sem arrastá-las no chão? E assim por diante…  

Se você realmente fosse um desenho, como seria?
É mais fácil responder essa pergunta desenhando… mas vou tentar! Se eu pudesse me transformar num desenho, eu queria que meu rosto fosse prateado, com brilhos dourados em algumas partes e bochechas vermelhinhas em degradê. Queria um cabelo bem comprido que parecesse um líquido (talvez feito com papel celofane)… Hmmm, que mais? Queria ter uma roupa escura, mas cheia de escamas transparentes e brilhantes. Pés e mãos feitos de nuvens branquinhas…Será que eles me fariam flutuar? Também usaria um par de chinelos de dedos. Acho que estou sentindo falta de mais cores… Talvez desenhasse umas formas vermelhas pelos braços. Será? Teria que testar isso. E colocaria um dragão lilás e dourado na cabeça, como se fosse um chapéu em forma de bicho. 

Instituto Tomie Ohtake: Av. Faria Lima, 201, Pinheiros, São Paulo, (11) 2245-1937. 

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06.janeiro.2011 20:51:24

Pintura natural

Se o abacate é verde, a cor produzida com o caroço de abacate também é verde, não é?
Não! Em contato com o ar, o caroço entra em um processo de oxidação (coisa da aula de química, sabe?) e fica cor de laranja.

Esse e outros detalhes curiosos sobre arte você aprende na Oficina de Férias do Ateliê Artes e Movimentocom Kiki Zerbini e Suzana Soares.

No curso, as crianças ouvem histórias, fazem ioga, modelagem, produção de pão integral, plantação de orgânicos,  brincadeiras e jogos. Além de criarem tintas naturais, como a de caroço de abacate, que Suzana e as crianças fizeram dias atrás e que você pode ver nas fotos abaixo. Dá uma olhada: 

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Primeiro, Suzana cortou o abacate e pegou o caroço.
Limpou as raízes grudadas nele e picou bem.
As crianças juntaram os pedaços e jogaram no liquidificador.

 

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Rodrigo e Caíque colocaram a água, aos poucos. Foram cerca de 2 copos.
“É preciso pôr a água aos pouquinhos e ver como fica. Não pode ficar muito líquida”, avisa Suzana. 
E logo, logo, o carroço marrom ficou bege e depois se transformou em um lindo tom de laranja.

 

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Com a ajuda de uma peneira e um paninho de fralda, Lara e Diana coaram a mistura.

 

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Repare só na cara de alegria das meninas espremendo a meleca!

 

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Prontinho!  Hora de pintar vários desenhos no papel com a tinta natural. 

 

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 Ou na parede…

Mais cores:
1 – Peça para sua mãe comprar corantes de bolo (tem cores lindas) e misture cada um em um potinho com  iogurte.
2 – Com a água da beterraba, crie um tom rosa-maravilha. É só pedir para a mamãe cozinhar o legume com pouquinha água.
3- Folhinhas do jardim, cenoura e gema de ovo também podem se transformar em tintas.
4- Se precisar, junte um pouquinho de cola branca para que a tinta fique mais firme.

Aproveite:
1 – Explique para sua mãe que a tinta sai do azulejo. Ela pode ficar tranquila.
2 – Outra coisa. Como a tinta é feita sem conservantes, ela não dura muito. Use na hora ou deixe na geladeria por, no máximo três dias.
3 – Aproveite a brincadeira, faça meleca e invente muitas obras de arte. Mas não tente guardar o desenho produzido com tintas naturais! Justamente pela falta de conservantes, ele será um apetitoso alvo de fungos, bactérias e até baratas. Eca!

Ateliê Artes e Movimento. Rua João Batista Leme da Silva, 54, Vila Madalena, 8226-9793.
Crianças a partir de 3 anos: 1º grupo: semana de 10 a 14 de janeiro, das 15 h às 18 h; 2º grupo: semana de 17 a 21 de janeiro, das 9 h às 12 h; 3º grupo: semana de 24 a 28 de janeiro, das 15 h às 18 h.  R$ 250, por semana
Arte para bebês:  com 1 e 2 anos acompanhados (de preferência por familiares), nas quartas-feiras, dias 12, 19 e 26 de janeiro, das 16 h às 17 h. R$ 150, 3 aulas

 Para saber mais, clique aqui

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08.maio.2010 08:00:46

Faça a sua gravura

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Fotos: Keiny Andrade/AE

Para ilustrar a matéria Cordel da Chapéu, o artista Carlinhos Müller criou uma nova técnica: pegou um fotolito (uma folha grossa e preta parecida com um raio-x) e começou a talhar o material. Assim, o que antes estava escuro começou a ganhar formas. Ele, então, escaneou a folha, que acabou virando um arquivo digital. Mas isso é só uma curiosidade para você entender um pouco do nosso trabalho. Que, aliás, é muito legal!

A ideia, desde o começo, era fazer algo que se aproximasse do que costumamos ver nos cordéis. E a partir dos anos 1950, a xilogravura é a técnica mais comum dos livretos. Ah, a “xilo” é um tipo de gravura feita na madeira. Você esculpe um desenho e depois carimba o papel. A parte em alto relevo vem com a tinta. E a parte afundada (que é a do desenho) aparece em branco. Isso é que dá forma ao trabalho.

Como a arte não tem limites, convidamos a artista plástica e educadora Fernanda Simionato para ensinar aqui uma técnica incrível e muito simples de fazer. É a gravura alternativa, um jeito que “imita” a xilogravura, mas na verdade é uma impressão feita com isopor.

Você vai precisar de:
- Guache de várias cores
- Folhas brancas e coloridas
- Pincéis
- Um rolinho de espuma
- Tesoura
- Bandejinhas de isopor (daquelas de frios)
- Palito de churrasco ou lápis

Agora veja, passo a passo, como é fácil e divertido!

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Passo 1: Tire as bordas da bandejinha. Depois, desenhe o que quiser com um palito de churrasco ou um lápis. Você não precisa marcar os traços com cor (aí na foto a cor preta aparece apenas para sinalizar os traços para você, aqui nas instruções). O que você precisa fazer é afundar bem o palito, ou o lápis) para fixar o desenho no isopor.

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Passo 2: Com a ajuda do rolinho de espuma, espalhe o guache por toda a bandeja.

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Passo 3: Depois de ter preenchido a bandeja inteirinha, pegue uma folha e a pressione, com as mãos, sobre a parte pintada. Devagar, puxe a folha e veja como a impressão sai perfeita, como se fosse mesmo uma xilo.

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Passo 4: Se quiser inventar ainda mais, corte as bordas em triângulos e, com o pincel, pinte cada parte de uma cor.

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Passo 5: Faça o mesmo processo de puxar o papel devagar e veja que figura diferente você criou!

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Passo 6: Também dá para pintar tudo de uma cor só e imprimir em um papel colorido! Crie, invente, faça o que quiser e encha sua casa de cores! Para secar bem, você pode espalhar pela mesa ou, quem sabe, pendurar no varal como se fosse uma exposição de xilo. Divirta-se!

E para conhecer mais sobre o trabalho da Fernanda, clique aqui. E também fique de olho na programação de cursos do Instituto Tomie Ohtake, onde ela ensina vários jeitos de fazer arte.

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Comentários recentes

  • kauane: parabens muito esclarecedor e interesante
  • kauane: tambem gostei muito vou comentar com meus colegas de casse
  • quico: tb n entendi.
  • Julieta Miho Yamate: Angela Lago: seus livros pulsam a vivacidade e a perspicácia de uma criança. Seus desenhos e...
  • Marlene Mendes: muito legal. vou fazer para os meus alunos. ADOREI !!!!!!!!

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