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Estadinho

29.outubro.2012 07:00:55

Espião maluco

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O Assim Assado desta semana é muito legal. É que você aprende a fazer uma mensagem secreta, daquelas invisíveis que só aparecem depois de ativadas por uma substância especial. Que coisa maluca, não é? O segredo é simples, feito com bicarbonato de sódio e suco de uva, coisas que a gente sempre tem em casa. Quer fazer? Clique aqui.

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27.outubro.2012 07:00:12

Lição.com

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(Por Natália Mazzoni)

Você está pronto para os trabalhos de fim de ano? No Estadinho desta semana tem 10 dicas de sites confiáveis para as suas pesquisas. Não viu ainda? Clique nas páginas abaixo. Depois, volte aqui para conhecer outros sites legais recomendados pela coordenadora de informática do Colégio Rio Branco, Vania Maria Santo.

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Mais sites

Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica

Precisa escrever uma história para a lição de casa? Você pode inventar a sua tirinha da Turma da Mônica para se inspirar ou complementar sua redação. O passo a passo é bem simples e você imprime tudo depois.

Unicef Kids
O site oficial do Fundo das Nações Unidas para a Infância divulga os direitos das crianças e adolescentes. Tem também notícias sobre campanhas contra o racismo e outros temas que podem ser interessantes para a suas pesquisas.

Atividades Educativas
Você encontra desde atividades de alfabetização até brincadeiras que estimulam o raciocínio, como o caça-palavras.

Pintores
Precisa fazer uma pesquisa para a aula de artes? O site Pintores Famosos tem a biografia de 37 artistas. Você conhece a vida de Matisse, Miró, Picasso…

Ruth Rocha
A página da escritora tem atividades interativas sobre leitura, fotos e histórias.

Guia dos Curiosos
De autoria do jornalista Marcelo Duarte, o site pode desvendar alguma dúvida que surgir durante a lição de casa, ou trazer uma informação a mais para a sua pesquisa. São curiosidades de todo o tipo, como por exemplo, a história da invenção da bússola. Por também conter conteúdo adulto, recomendamos que você visite este site na companhia de um responsável.

 

Não esqueça dos livros!

Gostou das dicas? Além de pesquisar na internet, lembre-se que os livros são sempre uma boa fonte para descobrir e entender vários assuntos. “Os livros não devem ser abandonados na hora de fazer os trabalhos da escola. É claro que é bacana usar a internet,  os acervos digitais de enciclopédias que antes só existiam no papel, mas os livros vão sempre funcionar”, aconselha a coordenadora de tecnologia educacional do Dante Alighieri, Valdenice Ninatel.

Conhecer

Você já parou para pensar em como eram feitos os trabalhos de pesquisas da escola na época em que a internet não existia? A Enciclopédia Conhecer, publicada no Brasil pela primeira vez em 1967, vendeu mais de 100 milhões de exemplares. Era preciso comprar os fascículos lançados até que a coleção ficasse completa para encadernar tudo numa capa dura vermelha de escritos dourados.

Outra enciclopédia muito famosa, que era vendida até de porta em porta, é a Barsa. Também vinha com capa vermelha e letras douradas e foi lançada em 1964. Na década de 1960 surgiu também a Grande Enciclopédia Larousse, com dez volumes. Diferente de apenas um clique, não é?

 

 

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27.outubro.2012 06:30:09

Click!

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Daniel Warrer (Foto: Divulgação)

(Por Fernando Otto/Especial para o Estado)

O ator Daniel Warren, do Art Attack no Disney Channel, vai estrear nesta segunda-feira (dia 30), às 18h45, o novo programa dele no Gloob, o Click. A atração vai misturar várias formais legais de arte como música, dança, artes plásticas, teatro e oficinas de corte e recorte. O personagem principal é o próprio Daniel que, na história, mora no sótão de um prédio antigo rodeado por quadros, esculturas e outras obras de arte.

Ele não para de ter ideias curiosas e interessantes, que divide com o público a cada programa. Quem não gosta nada disso é o síndico do prédio, Seu Valter, que sempre fica irritado com a bagunça que a turma do Daniel faz. Na verdade, o que ele quer é saber o que acontece nas oficinas de arte. Em uma delas, Daniel ensina ao público como fazer uma apresentação de palhaço com direito a cambalhotas, pintura no rosto e outras brincadeiras.

O vizinho de cima, Zé Tom, é um músico maluco que tem ideias bem misteriosas. Daniel também tem um animalzinho, ou melhor, um animalzão: o cão farejador Xerlocão. Ele anda pela cidade com uma câmera na coleira para registrar novidades culturais da cidade. Daniel tem uma queda por uma moça que ele nunca consegue descobrir quem é: a Moça-do-Fusca-Cor-de-Rosa, que tem um carro que é uma obra-prima.

A maior parte dos personagens será vivida pelo próprio Daniel. Em alguns episódios, ele terá de interpretar dois papéis na mesma cena. “Outro dia, estava vendo um episódio e cheguei a tomar um susto me vendo contracenar comigo mesmo”, conta.

Em Click, cada episódio vai ter um tema ou assunto. A partir dele, serão pensadas as atividades para fazer em casa. Na primeira temporada, o programa vai falar sobre artes plásticas, música, teatro, dança, fotografia, circo, ciências e natureza. “É diferente de tudo o que já fiz na tevê, pois estou totalmente envolvido na concepção de tudo, do formato do programa à escolha de temas e artes, passando pelas várias etapas de produção”, conta Daniel.

Daniel Warren é ator, professor, produtor há 12 anos. Ele ficou famoso pelas oficinas de arte que faz desde 2000 no Art Attack do Disney Channel. Confira a entrevista:

Como é gravar conversas sem ninguém do outro lado?
Daniel:
Essa história de fazer todos os personagens está sendo um grande desafio. É muito divertido ver as cenas prontas depois. Outro dia estava vendo um episódio e cheguei a tomar um susto me vendo contracenar comigo mesmo! Eu nunca gravo as cenas sozinho. Durante as gravações, temos o ator Luis Fernando Delalibera, uma espécie de dublê, que contracena comigo. Isso me ajuda muito!

Como serão os quadros (formato do programa)?
A cada episódio, uma história vai se desenrolar em torno da oficina de artes do Daniel, personagem principal. Todo programa terá, no mínimo, uma atividade envolvendo arts&crafts (oficinas) e algumas dicas de atividades curiosas. Enquanto isso, os outros personagens que moram no prédio entram em cena. Por exemplo, o síndico Sr. Walter chega para implicar com o Daniel por causa do barulho em seu apartamento. Ou o vizinho Zé Tom, que é músico, faz uma visita ao Daniel trazendo alguma curiosidade sobre sons e música em geral. Ou a D. Feitosa, outra vizinha, chega ao apartamento do Daniel oferecendo uma de suas receitas. E temos a presença de um cachorro de verdade, o Xerlocão, um cão farejador de cultura. De vez em quando, ele vai aparecer na casa do Daniel trazendo novidades!

Como aprendeu a fazer tantos trabalhos diferentes? Na infância ou depois de ter se tornado adulto?
Tive a sorte de crescer numa vila em Pinheiros. Assim, brinquei muito e de muitas coisas que as pessoas da minha geração já não brincavam, como ficar até tarde na rua brincando de pega-pega, jogando bola, inventando clubinhos, subindo em muros e árvores. Foi minha escola de “brincar”. Isso, com certeza, tem a ver com o jeito que vejo o mundo hoje.

Quantos atores participam? De que maneira?
A equipe é bem grande. Estão envolvidas mais de 50 pessoas. Mas os atores são quatro. Eu, o Luis (Delalibera) que faz as cenas duplas para mim, a Andrea Dupré que faz a Moça-do-Fusca- Rosa e a Maristela Chelala, que faz a voz da Dona Matilde, a mulher do seu Walter.

CLICK COM DANIEL WARREN
Estreia: dia 29 de outubro, segunda-feira, às 18h45
Horário alternativo: segunda a sexta, às 12h30, e sábados, às 14h30
Clique aqui para mais informações.

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20.outubro.2012 06:30:58

Parabéns, Ziraldo

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(Por Natália Mazzoni)

Na próxima quarta-feira, dia 24 de outubro, Ziraldo faz 80 anos. São muitas histórias para contar, as que colorem seus livros e outras tantas que viveu. O Estadinho conversou com o autor, se você ainda não viu a versão do papel (clique nas páginas abaixo), pode ler na íntegra a conversa aqui.

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Conversa com Ziraldo

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(Foto: Ana Paula Migliari/Divulgação)

Estadinho: Qual foi o primeiro livro que você leu?
Ziraldo: Li os Contos Infantis do Tesouros da Juventude, uma coleção fantástica de capa dura que as pessoas vendiam de porta em porta no Brasil inteiro. O sonho de minha mãe era arrumar dinheiro para conhecer todos os volumes. Tinha os contos infantis clássicos. Li Pinóquio, Patinho Feio… Depois, larguei tudo, comecei a fazer minhas próprias escolhas e passei para o gibi. Então, meus amigos de infância eram o Batman, o Capitão América… Isso estimulou muito a minha vocação. Eu passava o dia desenhando histórias com os meus heróis. Eu tinha 11, 12 anos.

Como foi sua infância?
Eu falo antes de mais nada: eu não sou daqueles caras que dizem “como eram bons aqueles tempos em que a gente era criança”. Não tem nada disso. O que os meninos têm hoje para brincar e alimentar a fantasia é fantástico. Naquela época, você tinha que inventar seus próprios brinquedos, e nenhum fascinava tanto como os jogos de hoje. O ser humano pode ser feliz em qualquer lugar, em qualquer época. E é sempre bom ser criança, sempre, sempre…

Por que escolheu os livros infantis?
Eu gosto de inventar e, no livro infantil, a invenção é mais gostosa de fazer do que a narrativa. A resposta do leitor infantil também é muito gratificante. Para a criança, o escritor é um ser quase mágico. Uma vez, cheguei num colégio, a criança me olhou e falou “Ziraldo, você não morreu?”. Eles acham que você fez o livro e desapareceu, é mágico. Muitos adultos já vieram falar comigo também, muito emocionados. Eu senti a mesma coisa quando conheci o Monteiro Lobato.

Seus livros falam muito sobre a busca por alguma coisa. O que você ainda busca?
Eu agora não busco mais nada não (risos). Velho de 80 anos é sinônimo de ancião. Eu sou velho, que coisa impressionante! É como ver o anúncio do Papai Noel e pensar: “Nossa, chegou o Natal!” Fazer 80 anos é assim: como a chegada do Natal, de repente. Fico me lembrando o tempo todo que tenho 80 anos, para eu não ficar ridículo. Outro dia, falei para a minha neta: “Que coisa feia ficar com esse bico na boca, você já é grande para isso!”. Ela olhou para mim e respondeu: “Vô, não seja ridículo”. E é isso mesmo, tem de tomar cuidado para não ser ridículo com 80 anos (risos).

Se você fosse o Menino Maluquinho no Livro das Mágicas, qual mágica inventaria?
Eu resolveria a vida de todo mundo que vive em torno de mim. Quando penso que ganhei na loteria, me imagino quebrando o galho de todo mundo, ninguém teria problema. Penso muito nisso, na vida das pessoas que estão ao meu redor, queria que todo mundo fosse feliz, tivesse uma vida tranquila. Então, a mágica seria assim: qualquer pessoa que tivesse problema, eu “tum”, resolveria.

Como faz para ser um Menino Maluquinho depois de crescer?
Se a criança foi feliz, é quase certo que vai ser um homem feliz. O futuro é feito de muitos “hojes”. Hoje é hoje, amanhã vai ser hoje, depois de amanhã vai ser hoje. Todo dia que nasce é hoje para você. Você tem de ser feliz hoje, para ser feliz a vida inteira. E criança não pode ser muito contrariada, passar ansiedade. Criança precisa ser feliz. Mas também é importante que ela saiba o que pedir, não pode ser canalha e se aproveitar. Criança sabe disso, criança sabe tudo, na verdade.

O que você gostaria de ter vivido de todas as histórias que já contou?
O que eu queria viver é a história dos meninos dos planetas. Viajo pelo sistema solar como quem viaja na cidade que mora.
Ser o menino mercuriano e falar: “Mamãe, hoje vou dormir na casa do meu amigo em Marte”. E ela diria: “Como você vai?” E eu: “Poderia ser num foguete, mas acho que hoje seria desintegrar aqui e integrar lá”. Passear por todos os planetas, convivendo com os amigos em todos eles. Em cada planeta, um temperamento diferente.

Você já disse que, quando criança, inventava jeitos de salvar o mundo. Você ainda pensa nisso?
Eu não quero salvar o mundo, mas quero ajudar a melhorar o Brasil. Eu tenho a solução para a questão da educação no Brasil. É simples: a criança tem de chegar na universidade lendo e escrevendo como quem respira. É só isso que a criança tem de aprender na infância: ler, escrever e contar. A única maneira é ela tendo uma professora só. Não pode a criança ter uma professora nova a cada ano. A criança fica traumatizada de ficar longe da mãe, a professora é aceita como uma segunda mãe, ela se encanta com a professora, volta pra casa, depois, no ano que vem, cadê? Não tem jeito! Nós temos que fazer essa escola.

Por que tantos livros sobre meninos?
Na verdade, eu não planejei isso, foi natural. É que de menino eu entendo, sabe? E eu quis fazer essa série dos meninos dos planetas para enganar a morte. Quando acabar, vou fazer os Doze Trabalhos de Hércules, assim eu vivo mais 12 anos!

Para ver

O Menino Maluquinho, livro mais famoso da obra de Ziraldo virou filme pela primeira vez  em 1994. Se você ainda não viu, vale a pena ver esta versão do menino mais travesso da literatura.

Você conhece a Professora Maluquinha? Ela faz questão que seus alunos brinquem e leiam gibis. Inventa mil coisas para ajudar os alunos a entenderem a lição e as coisas do mundo. Sua história está no livro Uma Professora Muito Maluquinha , que também virou filme em 2011.

Vamos comemorar!

GLOOB

Neste fim de semana o canal GLOOB comemora o aniversário do Ziraldo exibindo os filmes do Menino Maluquinho. Hoje, às 9h30 e às 19h30, o canal vai passar O Menino Maluquinho. Amanhã, nos mesmo horários, você assiste O Menino Maluquinho 2, a continuação da trama.

Sesc Santo André

O Sesc Santo André preparou uma programação especial em homenagem aos 80 anos de Ziraldo. A programação do que ainda vai rolar está abaixo.

Exposição: Ziraldo 80
Até o dia 28 de outubro, de terça a sexta, das 10 h às 21h30, sábados, domingos e feriados, das 10 h às 18h30. Grátis.

Filme: Uma Professora Muito Maluquinha
Hoje, às 11h. Retirada dos ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria. Grátis.

Documentário: Ele Era um Menino Feliz
Dia 27 de outubro, sábado, às 11 h.Retirada dos ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria. Grátis.

Sesc Santo André: Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar, Santo André, São Paulo. Informações pelo telefone 4469-1200.

Dia de Teatro

O projeto Domingo é Dia de Teatro (que promove apresentações teatrais gratuitas, todos os domingos, no auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place, às 15h e às 17h) também preparou sua homenagem.

Dia 28 de outubro, às 15 h: a contadora de histórias Jardineira de Livros faz a leitura do livro Menina Nina, de Ziraldo, com a Cia Laços de Abraços.

Auditório da Livraria Cultura no Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902). Informações pelo telefone 3048-7000.

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18.outubro.2012 19:06:10

Jogo da Memória

Já pensou em usar tampinhas de garrafa pet para fazer um jogo bem legal? O ateliê Maria Lembrancinha ensina como fazer. É bem fácil. Para aprender veja as fotos na galeria abaixo.

 

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13.outubro.2012 07:00:58

Presente para você

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Por Bárbara Ferreira Santos

Ontem, dia 12 de outubro, foi um dos dias mais esperados do ano: o Dia das Crianças, uma data só para brincar! O Estadinho encomendou presentes para você, com crianças que moram nas pontas do Brasil.  São brincadeiras vindas do extremos sul, norte, leste e oeste.

Você sabia que em Chuí, no Rio Grande do Sul, as escolas têm alunos uruguaios e brasileiros e as brincadeiras têm palavras em português e em espanhol (o famoso portunhol)? Que em João Pessoa, na Paraíba, a Amarelinha se chama Cademia e a Queimada é o Baleado?

No ponto mais a Oeste do Brasil, em Mâncio Lima, no Acre, as crianças brincam nas cachoeiras do Parque Nacional da Serra do Divisor, na fronteira com o Peru. Nesta cidade, por exemplo, não há Corpo de Bombeiros. O bombeiro mais perto fica a 36 quilômetros de distância, em Cruzeiro do Sul.

Se você pensou que o ponto norte do Brasil era o Oiapoque, estava enganado. O extremo norte do País fica em Uiramutã, em Roraima, onde existe uma região em que só entra índio: a Raposa Serra do Sol. Lá, não existe asfalto nas ruas, apenas paralelepípedos (chão de pedras) e uma terra fina, que parece areia. Se você ainda não leu nossa reportagem clique nas páginas abaixo e descubra histórias de crianças que moram nos extremos deste País tão grande (são mais de 8,5 milhões de km quadrados de extensão!) e aprenda as brincadeiras de cada região.

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Brincadeira é coisa séria!

Mas, afinal, por que brincar é saudável? “A brincadeira organiza as emoções e os nossos pensamentos. Por meio dela, você consegue se relacionar muito melhor com o outro, se sente mais feliz e, consequentemente, tem uma produção muito melhor na escola”, explica Vera Barros de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Bibliotecas.

Com a correria do dia a dia, com atividades como inglês, caratê, natação, balé, ginástica, muitas vezes não dá tempo de brincar. Mas é importante deixar um horário do dia só para se divertir. “Hoje as crianças brincam menos. Os pais estão preocupados com o futuro dos filhos, mas os colocam em atividades extras demais, o que cansa”, afirma Maria Angela Barbato, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC-SP.

E escola também é lugar de brincadeira, sim senhor! Para Vera Barros, ficar copiando as coisas da lousa não é a melhor forma de se aprender. “É fundamental que as escolas entendam que as crianças precisam brincar para ter prazer em aprender a ler e a escrever. Não precisa deixar a criança sentada horas, como se fosse um massacre”, afirma.

E brincar na internet, pode?

Você pode explicar para o seu pai que a internet também não é o grande vilão desta história. Dá para brincar usando a internet, com a supervisão dos adultos. Mas calma, antes de ficar horas em frente ao computador, saiba que as brincadeiras antigas são tão importantes quanto as novas. “Enquanto as novas ajudam a desenvolver o conhecimento, as antigas ainda ajudam a conhecer novas amizades, criar coisas novas e não receber coisas prontas, porque a tecnologia tem muito de entregar tudo pronto para você”, explica Maria Angela.

Brincar é um direito!

Existe até lei que diz que criança deve brincar. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente foi criado em 1990 (lei 8.069) para garantir que todas as crianças brasileiras não sofressem violência e pudessem ter uma infância feliz. Este estatuto segue uma norma internacional, a Declaração dos Direitos da Criança, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aplicada em todo o mundo.

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Daniel Douer, de 11 anos

Quem participa da seção Pequenos Contadores desta semana é o Daniel Douer, de 11 anos. A história dele é muito legal, mas não coube inteira no Estadinho de papel. O que foi legal para criar um mistério e dar tempo de você imaginar o que Bombador, o pescador, achou na ilha misteriosa Jacafante. A história inteira está abaixo.

Em um dia tranquilo…

Numa segunda feira, 19/5/1887, em um dia tranquilo, Rafael, mais conhecido como Bombador, saiu para pescar. Quando chegou lá, jogou sua vara e esperou duas, três, quatro horas. Quando chegou a quinta hora, ele se encheu. Quando pensava que ia embora, e estava recolhendo sua vara, começou a puxar muito forte e ele tentando tirar. Rafael não se dava conta do peso que tinha o animal que estava lá em baixo. Era muito grande. Para mim, tinha mais de 9 metros e pesava pelo menos 981 kg. Sua vara estava quase quebrando quando a língua do bicho apareceu. O homem se apavorou, então, soltou e o animal fugiu com tudo: linha, isca e vara.

Numa terça feira, dia 29/6/1887, voltou para sua pescaria em busca do bicho. Mas, desta vez, veio mais preparado. Ele trouxe uma vara e o maior temor dos bichos, o arpão. Ele, primeiro, jogou sua vara com uma vaca cortada ao meio e ficou esperando o bicho subir para ver se conseguia pegar ele com o arpão, mas sempre é uma missão bem difícil. Depois de algum tempo, o mar estava quieto e foi nesse momento que o bicho subiu à superfície. Ele primeiro viu que tinha uma calda de jacaré, mas, quando o bicho se moveu um pouco, tinha uma tromba de elefante. Foi aí que ele falou: ‘Será que é um jacaré? Será que é um elefante? Ou será que é um Jacafante?’ Ele mal esperou e já deu um belo tiro que acertou sua perna. O animal também mal esperou e já começou a levar seu barco. Depois de algum tempo, o bicho escapou e ele foi parar em uma ilha, que não se sabe por quê, mas tinha o nome de O Jacafante.

Ele se aventurou pela floresta desta ilha e, depois de algum tempo, começou a achar muitas espécies de animais como lagartas gigantes, minhocas gigantes e até macacos que eram chamados de Mikuins e, não se sabia por quê, as espécies desta ilha eram gigantes. Ele entrou mais na floresta e, de novo, se apavorou quando viu o bicho. Bombador não sabia que o bicho poderia sair da água, então, ele começou a cantar com ritmo sem motivo nenhum: ‘Bicho na água, bicho na floresta, tanto faz até que vai dar uma meleca’. E saiu correndo e gritando como uma moça. Quando chegou à praia, disse: ‘Vou montar um plano que seja feito na água, mas na floresta depois’.

Na água ele colocou muitos arpões automáticos e também muitas redes. Quando ele saiu da água, achou um homem. Ele ficou muito feliz e perguntou seu nome. Ele disse que era Beto e perguntou: ‘O que você está fazendo?’ O Bombador respondeu: ‘Estou procurando o Jacafante, e você?’ Ele disse: ‘Estou na mesma missão, mas com um grupo. Deixa eu apresentar: a Rosa, a Mery ,a Julie, o Sony e o mais esperto do nosso grupo, o Daniel’. O Bombador disse: ‘É um prazer conhecer vocês. Posso ajudá-los?’ E eles responderam: ‘Obviamente, óbvio!’. O Bombador disse: Tá bom, mas estou com son. Vou ver se minha armadilha pegou alguma coisa e vou dormir’. Ele foi checar suas armadilhas, mas não tinha nada. Então, recolheu tudo e foi dormir.

No dia seguinte, ele acordou e a primeira coisa a fazer foi sua armadilha na floresta. Ele pendurou numa árvore uma rede automática e, no chão, colocou linhas transparentes para o bicho enroscar o pé. O objetivo era que, na hora que o bicho pisasse na linha, ele se enroscasse e aí a rede cairia e iria prender o bicho mais ainda. Ele esperou 5 horas e voltou. Quando ele viu que o bicho estava preso, foi correndo chamar seu grupo de amigos e eles também vieram correndo.

Eles falaram: ‘Com essa espécie, iremos entrar no livro dos recordes. Essa espécie é desconhecida temos que pedir ajuda para um navio transportador bem grande para levar o Jacafante para zoológico’. E só para lembrar a ocasião, ele gritou: ‘Como a gente vai embora?’ E o Daniel respondeu: ‘Calma, à noite a gente pega muitas folhas e deixa em forma que esteja escrito SOCORRO, PRECISO DE AJUDA. Depois, a gente acende o fogo. Um avião vai passar e parar para nos socorrer. Aí a gente sai dessa ilha maluca’.

Essa noite, um avião veio socorrer o grupo e levou para a cidade deles. Todo mundo viveu feliz para sempre e nunca mais ninguém se esqueceu da missão maluca, a caça pelo Jacafante.

Gostou do final da história? Imaginou outro final? Comente!

 

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Por Danielle Villela

Imagine uma penteadeira mágica capaz de transportar pessoas no tempo. É assim que Iara e Lucrécia, duas garotas de 14 anos, conhecem as principais mudanças que ocorreram no Brasil nos últimos 200 anos. Iara vive em 2012, mas adora o passado e não gosta de tecnologia. Já Lucrécia vive em 1812, quatro anos após a Família Real portuguesa desembarcar no Rio de Janeiro, fugindo da invasão de Napoleão a Portugal. Insatisfeitas com suas realidades, Iara e Lucrécia trocam de lugar e ainda levam seus irmãos, Jonas e Alphonso, na viagem pelo tempo.

Esse é o enredo da minissérie Família Imperial, que estreia hoje, às 17h30, no Canal Futura, com a exibição especial dos dois capítulos seguintes, às 18 h e 18h30. Através das aventuras de Iara, Lucrécia, Jonas e Alphonso, o programa vai mostrar acontecimentos históricos marcantes do Brasil, como a chegada da Família Real (1808), a Independência do Brasil (1822), a Belle Époque brasileira e a Proclamação da República (1889).

“Foi um período de grandes transformações para o país e a nossa ideia era mostrar um pouco dessas mudanças”, conta Mariana Trench, uma das roteiristas de Família Imperial. A série de 20 episódios é uma coprodução da Primo Filmes com a TV Globo e direção-geral de Cao Hamburguer. Abaixo tem um vídeo com um pouquinho da série. Olhe só.

 

 

Família Imperial
Estreia dia 12 de outubro (sexta-feira), às 17h30, mais dois capítulos seguidos às 18h e 18h30
Às sextas-feiras 17h30
Reprises: sábados, às 18h30
Duração: 30 minutos
Classificação: livre

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Amanhã é Dia das Crianças, e claro, você deve comemorar brincando e se divertindo muito! A repórter Fernanda Araújo, do Divirta-se, preparou uma programação muito legal para você ficar por dentro do que vai rolar pela cidade. Tem passeio com bicho, peça de teatro, exposição. O Estadinho coloca tudo aqui para você fazer seu roteiro e convidar seus pais. Bom passeio!

ANIMAIS:

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Fazendinha Bichomania (Foto: Divulgação)

Bichomania

Instalada em um terreno de 120 mil m², é a fazendinha que exibe mais espécies de animais. Há araras, saguis, patos e outros bichos, além de circuito de obstáculos entre as árvores. Por volta do meio-dia, o cheiro de churrasco atrai o público para o almoço no espaço que, apesar de distante, tem ótima relação custo-benefício. Recomendação: a partir de 1 ano e meio.

Estrada dos Pires, 1.933 (acesso pela Rodovia Raposo Tavares, Km 39), Caucaia do Alto, Cotia, 4242-1116. Sábado e domingo, das 10 h às 17 h. R$ 20, adulto; R$ 25, crianças de 3 a 10 anos. Almoço: R$ 32, adulto e R$ 12, crianças (3 a 10 anos).

Cia. dos Bichos

Ali vivem porcos, galinhas, coelhos, mini cabras e outros animais. Na Vila Caipira tem mercearia, celeiro e casinha de pau a pique. É neste espaço que são realizadas as ordenhas, às 12h e às 15h, e a oficina de panificação, por volta das 16h, na qual as crianças enrolam rosquinhas e tomam café (enquanto aguardam a fornada do quitute assar). Recomendação: a partir de 1 ano e meio.

Estrada de Capuava, 2.990 (saída Km 25,5 da Rodovia Raposo Tavares), Cotia, 4703-3548. Sábado e domingo, das 10 h às 17 h. R$ 35. Almoço: R$ 40/R$ 65.

Estação Natureza

Localizada na Av. Washington Luís, a fazendinha é diferente de tudo ali por perto. No pequeno terreno, há patos, galinhas, tartarugas, coelhos, cavalos, um minhocário e até uma vaca. O espaço de cada um é bem pequeno, mas organizado. Depois da ordenha, às 12h e às 15h, as crianças fazem pão – da mistura dos ingredientes até antes de a massa entrar no forno – e levam a receita para casa. O banho dos porcos é realizado por volta das 13h30, com participação das crianças, que comandam a mangueira. Recomendação: a partir de 1 ano e meio.

Av. Washington Luís, 4.221, Brooklin, 5034-2728. Sábado e domingo, das 10 h às 17 h. R$ 40 (R$ 35, adultos). Almoço: R$ 17/R$ 25.

Pet Zoo

A mini fazenda ocupa uma área de 15 mil m2, com coelhos, búfalos, ovelhas, avestruzes, jumentos e patos, além de passeios de charrete, cavalo e tirolesa. No berçário, com cuidado, é possível segurar pintinhos, furões e coelhos, entre outros bebês. Ordenhar a vaca e tomar um gole de leite tirado na hora são outras boas atrações. Cuidado com Jujuba, pois a lhama dócil e interesseira se aproxima em busca de comida, mas as vezes cospe nos visitantes. Acessibilidade: não há nada em libras ou audiodescrição, mas o passeio é bem sensorial. Recomendação: a partir de 1 ano e meio.

Estrada de Caucaia do Alto, 4.101 (acesso pela Rodovia Raposo Tavares, Km 39), Cotia, 4158-1664. Sábado e domingo, das 10 h às 17 h (fecha 2ª). R$ 30. Almoço: R$ 33, adulto/R$ 18, crianças.

BRINCADEIRAS:

Patinação no Gelo

A mais nova pista da cidade tem 300 m² e capacidade para 70 pessoas se divertirem ao mesmo tempo. Para ajudar, há uma equipe de 12 monitores e equipamentos de segurança, como capacetes, joelheiras e cotoveleiras. Crianças de 2 a 5 anos devem ser acompanhadas dos responsáveis e poderão deslizar em um carrinho exclusivo para elas. Os aventureiros de 6 a 12 anos ganham ainda o direito de brincar na tirolesa de 6 metros de altura, por 30 de extensão.

Carrefour. Shopping Interlagos. Av. Interlagos, 2.501, Interlagos, 5567-7700. Das 12 h às 23 h (fecha 2ª). R$ 20, por 30 minutos. Até domingo (14/10).

Patinação no Gelo

Com equipamentos de segurança e gelo natural, a pista é uma boa opção para o período das férias. Para crianças de 1 a 5 anos há um carrinho de passeio especial.

Santana Parque Shopping. Praça de Eventos. R. Conselheiro Moreira de Barros, 2.780, Santana, 2238-3002. Das 10h às 22h (domingos e feriados das 12 h às 22 h). R$ 25, 30 minutos; R$ 40, 60 minutos; R$ 15, por 5 minutos, passeio dos menores nos carrinhos. Até 5/12.


CINEMA:

Delicadas Relações – O Cinema e as Relações Humanas

A mostra reúne produções infantis que retratam o gênero: dias 11 e 12, às 14h e dia 14, às 16h, ‘Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar’, de Hayao Miyazaki. Dias 11, às 16h e dias 13 e 14, às 18h, ‘Mary e Max – Uma Amizade Diferente’, de Adam Elliot. Dia 11, às 18h, dia 12, às 16h e dia 13, às 14h, ‘Kiriku e a Feiticeira’, de Michel Ocelot. Dia 12, às 18h, dia 13, às 16h e dia 14, às 14h, ‘O Pequeno Nicolau’, de Laurent Tirard. Recomendação da produção: livre.
CCBB (70 lugares). R. Álvares Penteado, 112, Centro, 3113-3651, metrô Sé. R$ 4. Até domingo, 14/10.


CIRCO:

Circo de Borracha

No meio do show, o malabarista descobre que seu pneu está furado. Ele corre até a borracharia de seu Cadu, mas descobre que consertar o problema não será tão simples assim. Direção Alexandre Roit. Com o Grupo 2rrR – DoisPierre. 55 minutos. Recomendação: livre.

Sala Crisamtempo (100 lugares). R. Fidalga, 521, V. Madalena, 3819-2287. Sábado e domingo, às 16 h. R$ 1. Até 25/11.

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Espetáculo Quyrey, Uma Aventura na Selva (Foto: Divulgação)

Quyrey, Uma Aventura na Selva

Na linha do circo-teatro, tendência das últimas produções, o espetáculo usa os recursos circenses para contar a história de duas crianças que se perdem na floresta encantada de Quyrey – que em tupi-guarani significa ‘coragem’. 90 minutos. Recomendação: livre.

Circo dos Sonhos. Av. Nicolas Boer, 120, ao lado do Viaduto Pompeia, 2076-0087. Sábados, domingos e feriados, às 17 h e 19h30. R$ 40/R$ 80 (camarote com 4 lugares, R$ 300). Até 16/12.

Turma da Mônica no Mundo do Circo

Mix de circo e teatro, no picadeiro há cenários e figurinos caprichados, além de números divertidos, como a Magali engolidora de sorvetes e o Cebolinha mágico. Tudo isso com apresentação do Jotalhão, o elefante verde da turminha. Direção Mauro Sousa. Com a equipe do Circo dos Sonhos. 90 minutos. Recomendação da produção: livre. Recomendação: a partir de 3 anos.

Tamboré Shopping. R. Piracema, 669, Tamboré, 2076-0087. De quarta a sexta, às 20 h; sábados e domingos às 15 h, 17h30 e 20 h. R$ 50. Até 28/10.

ESPAÇOS PARA BRINCAR:

 Casa do Brincar

Destinada aos fofos de 0 a 6 anos, a casa oferece atividades na horta, contação de histórias, capoeira, corredor sensorial e pinturas no azulejo, além de aulas de culinária e de música. Um sábado por mês as sócias organizam o já tradicional piquenique artístico na Praça Adolfo Bloch (Av. Europa, esquina com a Av. Brasil) – é grátis e para participar bastar levar seu lanche. R. Simão Álvares, 951, V. Madalena, 3032-2323. Das 9 h às 18h30 (fecha aos sábados e domingos, exceto eventos especiais). R$ 30/50, por hora.

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Brincadeira no Familiarte (Foto: Ivan Dias/AE)

Familiarte

No estilo casa de avó – ampla, aconchegante e sem frescura –, o espaço é exclusivo para brincadeiras. Há atividades dirigidas e momentos livres: o mais bacana é curtir o quintal, com direito à aventura do tipo ‘pega-pega bruxa’ e escaladas na jabuticabeira. Recomendação: 0 a 12 anos.

R. Sales Júnior, 466, Alto da Lapa, 3642-1706. Das 8 h às 12 h ou 13h30 às 17h30 (sábados das 10h30 às 12h30; fecha aos domingos). Preços por pacotes.

 EXPOSIÇÃO:

 Eu, Monteiro Lobato

A exposição mostra parte do acervo do escritor com painéis biográficos, objetos de uso pessoal e livros escritos e editados por Lobato, além de antigos mobiliários usados por ele. No hall de entrada, ao lado direito, há também a mostra ‘Emília, a Boneca de Pano’, com 8 painéis exclusivos sobre a personagem. Recomendação da produção: livre.

Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato. R. Gal. Jardim, 485, V. Buarque, 3256-4122. 8h/18h (sábado das 10 h às 17 h; e domingo das 10 h às 14 h). Grátis. Por tempo indeterminado.

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Espetáculo Pinóquio: Uma Bela Arte (Foto: Thiago de Mello/Divulgação)

 Pinóquio: Uma Bela Arte

Idealizada pela artista plástica Vera Uberti, a mostra interativa é inspirada no livro ‘As Aventuras de Pinóquio’, do italiano Carlo Collodi, clássico de 1883. Ao todo são nove instalações, enriquecidas por oficinas, espetáculos e contação de histórias. Rec. da produção: livre.

Sesc Belenzinho. Galpão Cultural e Área de Exposições. R. Padre Adelino, 1.000, 2076-9700. De terça e sexta, das 10 h às 21h30 (sábados das 10 h às 21 h; domingos e feriados das 10 h às 19h30. Grátis (para os espetáculos é recomendável retirar senha 1 h antes). Até 18/11.

 Planeta Inseto

A mostra interativa, localizada no único zoológico de insetos da América Latina, reúne bicho-pau, bicho-da-seda, joaninha, besouro e grilo. Mas as melhores atrações são as baratas atletas, pernudas que disputam corrida no baratódromo. A novidade são os insetos gigantes: besourões Titanus Giganteus (exemplar alfinetado no quadro) e o Megasoma (adultos vivos e larvas). Recomendação: livre.

Museu do Instituto Biológico. R. Amâncio de Carvalho, 546, V. Mariana, 2613-9500. Das 9 h às 16 h (fecha às segundas). Grátis.

 
MUSEU:

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Maquete do Sol no Catavento Cultural e Educacional

Catavento Cultural e Educacional

Mix de museu e passeio científico, com 250 atrações, é possível escalar o monte dos sábios, fazer bolhas de sabão gigante, tocar em um meteorito, ouvir o barulho de rotação das estrelas e ver, na prática, milhares de experiências. Do lado de fora, em uma espécie de quintal, há peças do Museu de Tecnologia, como um avião DC-3 e uma locomotiva fabricada em 1888. Acessibilidade: antes distante, o estacionamento para deficientes agora fica próximo da bilheteria, mas não há nada em libras ou audiodescrição. Recomendação: a partir de 6 anos.

Pq. Dom Pedro II, s/nº, Centro, 3315-0051. Das 9 h às 17 h (fecha às segundas). R$ 6. Deficientes pagam R$ 3.

Museu do Futebol

Com criatividade, tecnologia e ótimos monitores, o museu construído sob as arquibancadas do Estádio do Pacaembu conta de maneira interativa a história do esporte mais amado pelos brasileiros. Vale passar com calma pela sobre Pelé e Garrincha e também pela sala das copas. Recomendação: livre.

Estádio do Pacaembu. Pça. Charles Miller, s/nº, Pacaembu, 3664- 3848. Das 10 h às 17 h. R$ 6 (grátis às quintas-feiras). Deficientes não pagam.

Museu Paulista

Conhecido como Museu do Ipiranga, o imponente prédio construído no fim do século 19 é um ótimo passeio para a meninada conhecer de perto peças, culturas e personagens estudados nos livros de história. A tela ‘Independência ou Morte’, no salão nobre, e as carruagens são algumas das ótimas atrações do espaço. Recomendação: livre.

Pq. da Independência, s/n.º, Ipiranga, 2065-8000. Das 9 h às 17 h (fecha às segundas-feiras). R$ 6 (grátis até 6 anos e no primeiro domingo do mês).

 
MÚSICA:

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Espetáculo Galinha Pintadinha (Foto: Divulgação)

Galinha Pintadinha, O Musical

Na busca da Galinha Pintadinha, uma mãe e seus filhos encontram o Sapo, Dona Baratinha, as Borboletinhas cozinheiras e até o Galo Carijó. A Galinha ela também encontra, mas para bater um papinho com a ave azul precisará encontrar um novo personagem: o Tradutor de Pó-pó-pó. Direção: Ernesto Piccolo. 50 minutos. Recomendação: de 0 a 5 anos.

Shopping Eldorado. Teatro das Artes. Av. Rebouças 3970, Cerqueira César, 3034-0075. Sábados e domingos, às 15 h e 17 h. R$ 70. Até 25/11.

 
PARQUES:

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Parede de escalada na Casa de Pedra (Foto: Ivan Dias/AE)

Casa de Pedra

Para quem cansou de fazer ginástica subindo nos móveis da casa, vale a pena investir em exercícios diferentes. Uma boa opção é o ginásio da Casa de Pedra, um local amplo, com vários circuitos de escalada. Para brincar, basta o auxílio de um adulto para fazer a segurança (comandando as cordas durante a subida e a descida). Recomendação: a partir de 6 anos.

R. Venâncio Aires, 31, Água Branca, 3875-1521. Das 16 h às 23 h (sábados e domingos das 14 h às 20 h). R$ 50, a diária com equipamento (monitor, R$ 20, por hora, agendar).

Cidade das Abelhas

No parque temático, há museu de apicultura, observatório de colmeias e o ‘arbelhismo’ – circuito de obstáculos entre as árvores cercado por telas, onde pais e filhos podem se aventurar juntos. Há também um tobogã com 5 metros de altura e o sweet bee, uma espécie de túnel de plástico para as crianças pequenas. Sábados, domingos e feriados há palestras, teatro e passeio na mata com o biólogo Fabiano Guedes. Recomendação: livre.

Estrada da Ressaca, Km 7, Embu das Artes, 4703-6460. Das 8h30 às 17 h (fecha às segundas-feiras). R$ 18.

 
PARQUES DE DIVERSÃO:

Amazing Balls

O bufê de festas infantis, que abre também para o público, tem 310 mil bolinhas, além de escorregadores, circuitos de obstáculos e cama elástica. Apesar de amplo, o espaço é abafado mas, no geral, as crianças gostam. Recomendação: a partir de 2 anos.

R. da Gávea, 1.014, V. Maria, 2615- 0854. Quintas e sextas-feiras, das 13 h às 18 h (sábados, domingos e feriados, das 11 h às 18 h). R$ 18.

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Cidade da Criança (Foto: Ivan Dias/AE)

Cidade da Criança

O parque infantil mais famoso dos anos 80 continua com antigos brinquedos, como a réplica de um avião e o submarino da ‘Atlântida perdida’. Mas, há atrações mais modernas, como playground do corpo humano, arvorismo, planetário e um pequeno simulador espacial 4D, com imagens que ‘saltam’ da tela, vento e fumaça. Recomendação: livre.

R. Tasman, 301, Jd. do Mar, São Bernardo do Campo, 4122-1116. Das 10 h às 17 h (fecha às segundas-feiras). R$ 5, por brinquedo; R$ 10, submarino. Passaporte: R$ 30, adultos; R$ 45, crianças, exceto arvorismo.

O Mundo da Xuxa

No espaço temático há carrossel dos personagens, trilha de arvorismo radical X, parede de escalada, carrinho de bate-bate e ‘Bosque dos Duendes’, uma montanha russa de pequeno porte conduzida por barcos que terminam dentro de um rio em uma divertida molhação. De 7 a 16 de setembro com a ‘Estação Mundo Feliz Ronald McDonald’. Acessibilidade: não há nada em libras ou audiodescrição, mas a segurança do deficiente é prioridade. Recomendação: livre.

Shopping SP Market. Av. das Nações Unidas, 22.540, Interlagos, 5541-2530. Quarta, quinta e sexta-feira, das 10h30 às 16h30 (sábados, domingos e feriados das 11 h às 19 h). R$ 59, crianças e adultos. Grátis para deficientes.

SP Diversões

O lugar tem mais de 100 tipos de jogos eletrônicos, além de boliche, kart e snooker bar. Para os bem pequenos, há piscina de bolinhas com circuito de obstáculos. Para os jovens, ‘Guitar Hero’. Tem também o kart duplo que leva o motorista (maior de 10 anos) e um acompanhante (maior de 7 anos) em uma só aventura. Recomendação: a partir de 3 anos.

Santa Rosa Jr., 189, Butantã, 3723-7070. Das 12 h às 23h59 (sexta e sábado das 12 h às 4 h). Os preços variam por brinquedo. Carrinho de bate-bate, R$ 7, por 4 minutos. Kart duplo, R$ 40, bateria de 30 minutos. Entrada: R$ 4, após 18h.

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Boliche no Tiger Bowling (Foto: Divulgação)

Tiger Bowling

Com 24 pistas de boliche a casa faz o estilo bom e barato. Para derrubar os pinos, eles emprestam até os sapatos – e ainda são simpáticos. Entre um strike e outro, no próprio espaço, a molecada pode se divertir com fliperama e outros jogos eletrônicos. Recomendação: a partir de 4 anos.

R. Sérgio Tomás, 204, Bom Retiro, 3338-2435. Das 15 h às 22 h (sábado das 14h às 23h59 e domingos das 14 h às 22 h). R$ 48/R$ 72, por hora.

Villa Bowling

No espaço funcionam doze pistas onde é possível programar os protetores de canaletas para que se levantem durante a jogada das crianças, ou seja, a bola nunca sai pelas beiradas. Também para os pequenos há bolas mais leves e dois suportes de plástico, em formato de dragão, no qual as crianças soltam a bola em direção aos pinos. Um espaço só para games e um restaurante completam o ambiente. Rec. da produção e do Divirta-se: a partir de 4 anos.

Shopping Vila Olímpia. 4º piso. R. Olimpíadas, 360, 3047-6387. Das 10 h às 2 h (sexta, sábado e feriado das10 h às 4h). R$ 89/R$ 142. (R$ 4, o aluguel do sapato).

 
PASSEIOS:

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Aquário de São Paulo

Maior oceanário da América do Sul, o aquário mostra a vida em diferentes ecossistemas, como rio (com peixes pantaneiros), mangue, costão rochoso e praia. Os tubarões são uma das principais atrações, vistos por meio de uma redoma de vidro. Acessibilidade: não há nada em libras ou audiodescrição, mas o passeio é bem sensorial e os deficientes visuais tocam em dois animais vivos na copa de manejo. Recomendação: a partir de 2 anos.

R. Huet Bacelar, 407, Ipiranga, 2273- 5500. Das 9 h às 18 h. R$ 40 (R$ 25, crianças de 3 a 12 anos; segunda, R$ 20, preço único). Cinema pago a parte, R$ 5. Deficientes pagam meia.

Sabina Escola Parque do Conhecimento

Em um dos passeios mais curiosos e criativos do Brasil, o esqueleto de Tiranossauro Rex em tamanho real (único na América Latina) divide espaço com150 atrações, como o simulador de fenômenos da natureza, mesas com fósseis táteis, pinguinário e experimentos de óptica. Ali, funciona também o moderno planetário Johannes Kepler e para aproveitar suas sessões, de quinta-feira a domingo, às 13h30 e às 16 h. Acessibilidade: o planetário ainda não dispõe de sessões em audiodescrição. Recomendação: a partir de 4 anos.

R. Juquiá, s/nº (entrada na altura do nº 135), Paraíso, S. André, 4422-2000. Sábado, domingo e feriado (fecha às segundas), das 12 h às 18 h. R$ 10 (grátis para crianças de até 5 anos). Planetário, R$ 5.

TEATRO:

ESTREIAS:

Bolo de Lobo

Inspirado em ‘Chapeuzinho Amarelo’, de Chico Buarque, a personagem dribla o medo enquanto se diverte trocando as letras das palavras. Assim, lobo vira bolo, Bicho Papão vira Pão Bichopa e bruxa vira xabru. Direção Victor Nóvoa. Com Ana Vitória Bella e Helena Cardoso. Digna Companhia de Teatro e Dança. 50 minutos. Recomendação: livre.

Parque da Água Branca. Espaço Cultural Tattersal (179 lugares). R. Francisco Matarazzo, 455, Barra Funda, Sábado e domingo, 16 h. R$ 16. Até 28/10. Sessões extras dia 12, 12 h e 15 h.

Chaves Animado

Senhor Barriga decide vender a vila a Rufino Malfeitor, que promete melhor a vida dos inquilinos. Enquanto todos sonham com a vida nova, Seu Madruga desconfia da oferta e desaparece misteriosamente. 60 minutos. Recomendação: livre.

Circo dos Sonhos. Av. Nicolas Boer, 120, ao lado do Viaduto Pompeia, 2076-0087. Sábado, 15 h e 17 h; domingo e feriado, 11 h e 15 h. R$ 40/R$ 80 (camarote com 4 lugares, R$ 300). Até 16/12.

Quem Apagou a Luz?

Desprovido de uma história linear, o espetáculo trata do medo por meio de projeções em 3D, música eletrônica, sapateado e uma aterrorizante gangue de clowns. A missão é desvendar questões enigmáticas, como o que existe embaixo da cama ou atrás da porta. Com a República Ativa de Teatro. 50 minutos. Recomendação: a partir de 5 anos.

Teatro Cacilda Becker (195 lugares). R. Tito, 295, V. Romana, 3864-4513. Sábado e domingo, 16 h. R$ 10. Até 11/11. Sessão extras dia 12/10 e 2/11, 16 h.

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Cena do espetáculo Rapunzel (Foto: Divulgação)

Rapunzel

Como no clássico, Rapunzel é raptada por uma bruxa e confinada no alto de uma torre. Na adaptação de Tito Sianini, porém, ela tem um amigo: o nordestino Pombo Torpedo. Direção Eloísa Vitz. Com o Grupo Gattu. 60 minutos. Recomendação: livre.

Casa e Teatro Grupo Gattu (80 lugares). R. dos Ingleses, 182, Bela Vista, 3791-2023. Sábado e domingo, 16 h. R$ 40. Até 23/12. Sessão extra dia 12, 16 h.

 REESTREIAS:

O Menino que Mordeu Picasso

Peça narra o encontro o encontro do artista espanhol com uma criança. A obra foi inspirada no livro do inglês de Antony Penrose, que teve a felicidade de ser de fato amigo do pintor. Direção Marcelo Romagnoli. Com Fábio Espósito e Rodrigo Pavon. 50 minutos. Recomendação: a partir de 6 anos. Teatro do Centro da Terra (81 lugares). R. Piracuama, 19, Sumaré, 3675-1595. Domingo, 16 h. R$ 40 (R$ 15, crianças até 12 anos). Até 28/10.

Turma do Chaves

Como na série de TV, todos continuam sem paciência com Chaves, colega do mimado Quico, filho da viúva Florinda e vizinho da bruxa Clotilde… Além das canções originais há duas faixas criadas exclusivamente para a montagem. Direção Tatyane Momper. Com Luisa Bugallo, Milton Villares e Rita Perri. 65 minutos. Recomendação: livre.

Teatro APCD (800 lugares). R. Voluntários da Pátria, 547, Santana, 2223-2424. Sábado e domingo, 16 h (dias 10 e 11/11 não haverá sessão). R$ 30. Até 18/11.

EM CARTAZ:

Biliri e o Pote Vazio

Inspirado na lenda chinesa ‘O Pote Vazio’, o espetáculo conta a história de um imperador sem herdeiros que lança o desafio de entregar seu trono para a criança que cuidar melhor das sementes de flor que ele distribui. Direção Ricardo Karman. Com Gustavo Vaz, Mario De La Rosa e outros. 50 minutos. Recomendação: a partir de 5 anos.

Teatro do Centro da Terra (81 lugares). R. Piracuama, 19, Sumaré, 3675-1595. Sábado, 16 h. R$ 40 (R$ 15, criança até 12 anos). Até 10/11.

Branca de Neve e os Sete Anões

Fugindo da ira da madrasta, Branca de Neve encontra na floresta a casa de sete simpáticos anões. A malvada, porém, consegue encontrá-la. Direção Paolino Raffanti. Com Alessandra Santos, Paulo Cavalcante, Alex Minei e outros. 60 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos. Teatro Ruth Escobar. Sala Dina Sfat (380 lugares). R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, 3289-2358. Domingo, 16 h. R$ 30 (R$ 13, antecipado). Até 25/11.

Cada qual no seu Barril

Dois náufragos rabugentos tentam sobreviver em uma ilha deserta. O divertido exercício de paciência é obra da Cia. da Revista. 50 minutos. Recomendação: a partir de 3 anos.

Sesc Ipiranga. Teatro (200 lugares). R. Bom Pastor, 822, 3340-2000. Domingo, 11 h. R$ 8. Até 28/10. Sessão extra dia 12/10, 11h.

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O Chapeleiro Maluco (Foto: Bruno Pavão/Divulgação)

O Chapeleiro Maluco

Anos depois, Alice volta ao País das Maravilhas com uma nova missão: ajudar o Chapeleiro Maluco a desvendar o sumiço de sua nova coleção de chapeus. Para tanto, o espetáculo investe em recursos tecnológicos e boas cantorias. Direção Jarbas Homem de Mello e Rogério Matias. Com Pedro Bosnich, Negra Li, Rejani Humphreys e outros. 70 minutos. Recomendação: livre.

Teatro Geo (627 lugares). R. Coropés, 88, Pinheiros, 3728-4930. Sábado e domingo, 16 h. R$ 40/R$ 50. Até 28/10.

Chapeuzinho Vermelho

Na clássica história, a menina leva uma cesta de doces para a vovó, mas é surpreendida por um lobo malvado, fugitivo de um zoológico. Direção Paolino Raffanti. Com Talita Brasil, Paulo Cavalcante, Antonio Velloso e outros. 60 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos.

Teatro Ruth Escobar. Sala Dina Sfat (380 lugares). R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, 3289-2358. Sábado, 16 h. R$ 30 (R$ 13, antecipado). Até 24/11.

O Empinador de Estrela

Inspirado no livro de Lourenço Diaféria, a história conta a infância e as brincadeiras do autor. Direção Milton Morales Filho. Com Diego Domingues, Leandro Madeiros e outros. 60 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos.

MuBE. Teatro (200 lugares). Av. Europa, 218, Jd. Europa, 4062-0116. Sábado, 15h30; e domingo, 11 h. R$ 20. Até 28/10.

O Gato de Botas

Com desdém, um moço recebe um gato de herança do pai. Preocupado com seu destino, o felino arma um plano para ajudar seu novo dono e recebe dele um par de botas. Direção Milton Levy. Com Vinicius Romero, Mauro Pucca e outros. 50 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos.

Teatro Silvio Romero (200 lugares). Shopping Silvio Romero. R. Coelho Lisboa, 334, Tatuapé, 2093-2464. Domingo, 11 h. R$ 40 Até 28/10.

A Ilha do Tesouro

Na busca pelo tesouro, todos ajudam o pirata: pais e filhos passam por labirintos, túneis e escorregadores. O espetáculo interativo tem texto e dir. Ricardo Karman. Com a Kompanhia Teatro Multimídia de São Paulo. É recomendado levar lanterna. 90 minutos. Recomendação: crianças de 7 a 12 anos e adultos.

Teatro do Centro da Terra (25 duplas). R. Piracuama, 19, Sumaré, 3675-1595. Domingo, 11 h. R$ 100, adulto acompanhado de uma criança. Adicional: R$ 100 (adulto) e R$ 50 (criança). Até 16/12.

 

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Espetáculo A Linha Mágica (Foto: Divulgação)

A Linha Mágica

Inspirado em uma lenda francesa, o espetáculo conta a história de um garoto que ganha um novelo mágico capaz de mudar o tempo. Direção Eric Nowinski. Com André Vac, Beatriz Mentone e Thomaz Huszar. 50 minutos. Recomendação: a partir de 6 anos.

Teatro Alfa. Sala B (200 lugares). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. Sábado e domingo, 17h30. R$ 30. Até 25/11.

Meio Lá, Meio Cá

Com o simpático nome de Loslobosbobos (que assina texto e direção), o grupo de Bianca Rinaldi conta a história de Eu, que certa noite recebe a visita de Ela, alguém que ele acredita ser um anjo. Intrigado, Eu pede ajuda para seu amigo Tu. 50 minutos. Recomendação: a partir de 5 anos.

Teatro Vivo (290 lugares). Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi, 7420-1520. Sábado e domingo, 16 h. R$ 20. 14/10.

Meu Pai é um Homem-pássaro

Lizzie, uma menina de nove anos, percebe que seu pai está piando, batendo as asas e até comendo minhocas. Mas, apesar da situação diferente, a garota descobre uma nova maneira de estar ao lado do pai, fazendo ninhos e montando grandes asas. Direção Cristiane Paoli Quito. Com a Cia. Simples. 50 minutos. Recomendação: livre.

Sesc Pompeia. Teatro (358 lugares). R. Clélia, 93, 3871-7700. Sábado e domingo, 12 h. R$ 8. Até 14/10.

O Mundo Mágico de Oz

Dorothy descobre que seu cãozinho Totó pode virar sabão e corre para ajudá-lo. Na corrida, porém, ela cai, bate a cabeça na pedra e desmaia. Acorda (ou não) na Terra de Oz, e encontra a maquiavélica Bruxa do Oeste – e outras doidices. Direção: Rony Guilherme e Robson Vellado. Com Carol Eloá, Janna Zoumbounelos, Lukkas Martins e outros. 100 minutos. Recomendação: livre. Teatro Ressurreição (385 lugares). R. dos Jornalistas, 123, Jabaquara, 5016-1787. Domingo, 11h30. R$ 30. Até 28/10.

Penélope, A Repórter Cor-de-Rosa

Ângela Dip, a mocinha que fazia uma divertida ponta na série de TV ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ conta no palco como nasceu a sua carismática personagem. Direção: Carla Candiotto. 50 minutos. Recomendação: a partir de 3 anos.

Teatro Alfa. Sala B (200 lugares). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. Sábado e domingo, 16 h. R$ 30. Até 25/1.

Pinóquio – O Cara de Pau

Como no clássico, um carpinteiro solitário cria um boneco de madeira que, mais tarde, resolve virar gente. De Ronaldo Ciambroni. Direção: Sebastião Apollônio.

Teatro Bibi Ferreira (300 lugares). Av. Brig. Luiz Antônio, 931, 3105-3129. Sábado e domingo, 17 h. R$ 40 (ou, para crianças, R$ 12 + um brinquedo). Até 25/11.

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Peça Poemas para Brincar (Foto: Pena Prearo/Divulgação)

Poemas para Brincar

Ana e Juca brincam de faz de conta por meio de um jogo de palavras. O espetáculo une teatro de bonecos com a poesia de José Paulo Paes. Com a Cia. Teatral As Graças. 50 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos.

Sesc Belenzinho. Área de Convivência. R. Padre Adelino, 1.000, 2076-9700. Sábado, 12 h. R$ 8. Até 6/10. E também no MIS. Área Externa. Av. Europa, 158, Jd. Europa, 2117-4777. Dia 14/10, 12h e 15h. Grátis.

Revolting Rhymes

Encenada em inglês, a peça mostra versões bem diferentes de clássicos como ‘Chapeuzinho Vermelho’, ‘Cachinhos Dourados’ e ‘João e o Pé de Feijão’. O texto é inspirado nos poemas infantis do britânico Roald Dahl. Direção: Victor Mühlethaler. Com Alessandra Vertamatti, Bruno Caetano e outros. 50 minutos. Recomendação: livre.

Espaço Cultura Inglesa – Mooca (80 lugares). R. do Oratório, 232, Mooca, 2605-8186. Sábado, 17 h; e domingo, 16 h. Grátis. Até 21/10.

Saltimbancos (direção Fezu Duarte)

A trilha sonora, executada ao vivo, é uma das melhores atrações na clássica história dos bichos que fogem do campo. Direção: Fezu Duarte. Com Rosy Aragão Guerin, Paula Flaiban e outros. 50 minutos. Recomendação: a partir de 3 anos.

Shopping Pátio Higienópolis. Teatro Folha (305 lugares). Av. Higienópolis, 618, 3823-2323. Sábado e domingo, às 18 h. R$ 30. Até 23/12.

Tarde de Palhaçadas

Com números clássicos, os palhaços Batata, Tonelada e Pinhão prestam homenagem aos representantes da categoria. Texto e direção Jairo Mattos. Com Carlos Baldim, Juliano Dip e outros. 50 min. Recomendação: a partir de 3 anos.

Teatro Ruth Escobar. Sala Miriam Muniz (70 lugares). R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, 3289-2358. Sábado e domingo, às 16 h. R$ 30 (R$ 13, antecipado). Até 25/11.

Três Porquinhos, o Musical

Dona Porca Porbela mora em uma confortável casa com seus três filhos, todos de personalidades bem diferentes. Certo dia, os fofuchos decidem morar sozinhos e partem para a floresta, onde vive o lobo. Bom, aí você já pode ter uma ideia de o que os aguarda, não é? De Ronaldo Ciambroni. Direção: Luiggi Francesco. Com Anderson Xavier, Vitor de Mello e outros. 60 minutos. Recomendação: a partir de 3 anos.

Teatro Bibi Ferreira (300 lugares). Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 931, 3105-3129. Sábado e domingo, às 15 h (a partir de 22/9, sábado e domingo, às 18 h). R$ 40 (ou, para crianças, R$ 12 + um brinquedo). Até 25/11.

 
ESPECIAL:

Carlos Felipe em Apuros

No monólogo protagonizado por Cafi Otta o público se sente em casa, em um clima informal, vendo e ouvindo histórias de circo. 50 minutos. Recomendação: a partir de 2 anos.

Sesc Ipiranga. Praça Vermelha (200 lugares). R. Bom Pastor, 822, 3340-2000. Sábado, às 16 h. Grátis.

Mostra de Teatro Infantil

Na 7ª edição do evento, vários espetáculos: dia 12/10, em dois horários, ‘Sopa de Pedra’, do Grupo Luz e Ribalta; dia 13, ‘Em Busca da Boneca Azul’, da Cia. Lúdica; dia 14, ‘A Matéria dos Sonhos’, da Cia. Prosa dos Ventos; dias 20 e 21, ‘Cirquim do Serafin’, da Cia. Circo Navegador; dia 27, ‘A Matéria dos Sonhos’, da Cia. Prosa dos Ventos; dia 28, ‘Em Busca da Boneca Azul’, da Cia. Lúdica. 55 minutos. Recomendação: a partir de 3 anos.

Shopping Ibirapuera. Piso Jurupis. Av. Ibirapuera, 3.103, Moema, 5095 2300. Sábado e domingo, às 17 h (é recomendável chegar 30 minutos antes). Grátis. Até 29/10. Sessões extras dia 12, às 17 h e 19 h.

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Cena do espetáculo A Praça dos Bonecos (Foto: Divulgação)

A Praça dos Bonecos

Sob a curadoria do grupo Sobrevento, o evento exibe um espetáculo diferente a cada semana: dia 14/10, ‘Bonecos Aqui!’, do Grupo Sobrevento; 21/10, ’Um Rio que vem de Longe’, do Teatro Ventoforte; 28/10, ‘A Cuca Fofa de Tarsila’, da Cia. Articularte; e 4/11, apresentação especial de ‘Dallae’s Story’, da Art Stage SAN/República da Coreia. Recomendação: livre.

Parque Raul Seixas. R. Murmúrios da Tarde, 211, Itaquera, Zona Leste. Informações: 3399-3589. 15 h (dia 4/11, apresentação às 19 h). Grátis. Até 28/10.

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11.outubro.2012 14:59:00

Cores pelo mundo

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Entrega do prêmio do Concurso Internacional de Pintura Infantil

Você gosta de pintar? Já imaginou ganhar um prêmio internacional de pintura? Muito legal, não é? O brasileiro Waldir Tokuda, de 11 anos, acaba de viver esta experiência. Seu desenho ficou em primeiro lugar entre os mais de 630 mil trabalhos inscritos no Concurso Internacional de Pintura Infantil, que é promovido anualmente pela Bayer e pela ONU, por meio de um programa para o meio ambiente, o PNUMA.

Usando lápis de cor, Waldir pintou pessoas, animais, carros e ciclistas convivendo em perfeita harmonia num mundo de cores e alegria. É  o que na opinião dele reflete uma  “comunidade verde”,  tema proposto para a competição deste ano. “Estou muito feliz por ter meu desenho escolhido, tomara que um dia ele seja a realidade do mundo”, disse Waldir, que começou a desenhar aos dois anos de idade e foi o vencedor da região América Latina e Caribe.

O Concurso Internacional de Pintura Infantil é o principal evento do PNUMA na área de arte e meio ambiente. Desde 1991, já recebeu mais de 3 milhões de desenhos de crianças de 190 países.

Ficou curioso para conhecer a obra premiada? Olhe só!

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Desenho de Waldir Tokuda, de 11 anos.

 

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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