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Estadinho

28.agosto.2012 16:02:56

Bem-vindo, bicho!

O Zoológico de São Paulo ganhou novos moradores! E eles são bem raros. É que neste mês  nasceram três filhotes de cisne-de-pescoço-preto, espécie que não se reproduzia na instituição havia quatro anos. Em junho, um filhote de gavião-de-penacho nasceu por lá também e ganhou o nome de Hermes.

Veja a nossa galeria de fotos para conhecê-los melhor.

Zoológico de São Paulo – Avenida Miguel Estéfano, Água Funda. Aberto de terça a domingo, das 9 às 17 h. Ingresso: R$ 17 para adultos e R$ 6,50 para crianças até 12 anos. Crianças de até 4 anos e idosos acima de 60 não pagam entrada.

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25.agosto.2012 07:00:12

Sem limites para ser amigo

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(Por Natália Mazzoni)

Amigos são muito importantes nas nossas vidas. É com eles que brincamos, dividimos as tarefas, os momentos felizes e até os tristes. No Estadinho desta semana, você conhece histórias de crianças que têm amigos muito especiais, como o Lucas, de 8 anos, que encontrou em Marcos alguém para ler junto, brincar , conversar. A amizade deles é ainda mais especial porque Marcos tem deficiência visual e pode contar com a mão do amigo para o guiar às vezes. Quer conhecer essa e outras histórias? A reportagem está nas páginas abaixo.

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E você? Tem um amigo que seja especial para você por qualquer motivo? Conte para o Estadinho!

 

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(Foto: Divulgação)

 

(Por Aryane Cararo)

Em um dos últimos dias da 22ª Bienal Internacional de Livros de São Paulo, o Estadinho se encontrou com a escritora Eva Furnari. Era tarde de autógrafos. E a fila era imensa. Pudera: Eva criou personagens tão mágicos, a começar pela bruxinha na década de 1980, que fizeram gerações sonhar com o mundo do impossível. Mas a espera valeu a pena. Além de Marilu, livro de 2001 reeditado agora pela editora Moderna, ela falou sobre os próximos livros, sobre o colorido do mundo e sobre o mundo digital (suas obras estão sendo passadas para os tablets e já saiu a versão animada de Felpo Filva). Acompanhe a entrevista completa (você pode escolher as perguntas que mais o agradam):

Clique aqui e veja o que saiu no Estadinho impresso.

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O que mudou nesta nova edição?
Mudou a capa, mas não as ilustrações. O que acaba acontecendo toda vez que se faz uma reformulação, e aconteceu com Marilu, é que eu olho com os olhos mais maduros para aquele livro.  Dez anos depois, a gente percebe muito mais coisa, o texto ficou mais redondo, acrescentei coisas, tirei outras, mas a história é a mesma. E o livro anterior era mais quadrado. A gente teve que fazer algumas alterações de imagem.

Como foi criar Marilu, em 2001?
Eu queria experimentar um desenho diferente, são todos recortados com tesoura, queria essas texturas. Houve também uma primeira versão da história todinha em versos que, depois, acabei abrindo mão. É que, para fazer poema, a gente acaba, às vezes, sacrificando o significado. Como era para criança pequena, achei melhor deixar o texto e fazer uma coisa mais organizada, de forma que tem só dois personagens, os donos da loja, que falam rimado. É como se fosse uma coisa um pouco mágica, como se eles não fossem de carne e osso.

Por que esse universo mágico sempre aparece nos seus livros?
Não dá para explicar. Eu realmente ando nesse mundo e não me interesso pelas histórias mais realistas. Mas acho que a gente não escolhe isso, a gente descobre que aquele é seu universo. E foi aos poucos, não foi uma coisa racional.

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O que colore o seu dia?
Fazer coisas assim, horríveis (ela mostra fotos de caretas no celular). Eu mudei de celular justamente para me divertir um pouco, porque ele tem uma câmera virada para a frente. Uma das coisas que colore o meu dia é exatamente tirar fotos como essa e mandar para meus filhos ou minha irmã com bilhetinhos meio esquisitos. Tem um monte, mas são tão horríveis que não posso mostrar. Adoro fazer caretas. E fazer meu trabalho também colore o meu dia. É um prazer. Claro, tem tem fases que são mais mecânicas, etapas mais trabalhosas, mas a parte mais agradável é criar histórias mesmo… leia mais (clique aqui)

 

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18.agosto.2012 07:00:30

Achados e perdidos

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Se você nunca perdeu um agasalho, nossos parabéns! Ao longo da vida escolar, as blusas são as que mais sofrem com o esquecimento, seja quando o recreio acaba e você tem de voltar correndo para a sala ou quando sai com a cabeça no mundo da lua de tanta lição que está levando para a casa. Tem gente que consegue esquecer até o aparelho ortodôntico (pior: perder quando ele estava na boca). Lápis, lancheira, borracha, aparelho… é tanta coisa esquecida que a gente até perde a conta, não é?

Mas tudo o que é perdido também pode ser achado. Pense em quantos objetos perdidos você já encontrou. Um dia você parou para pensar de onde eles vieram? Qual era sua história? Se você não leu o Estadinho de papel desta semana, clique nas páginas abaixo.

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Pois o protagonista de A Coisa Perdida, um livro lindo publicado no Brasil pela SM, parou para pensar. E não fazia ideia de onde tinha vindo aquela criatura estranha que ele encontrou na praia, uma mistura de polvo, com caranguejo e fogão, meio máquina, meio animal. De onde tinha vindo? O que era? O homem não sabia. Só tinha certeza de que aquele não era o lugar dela. A Coisa estava triste, com um ar perdido, destoando de tudo. E foi assim que ele decidiu, primeiro, levá-la para casa. Procurou explicações, procurou sua origem. E nada. Certas coisas estão perdidas, nada mais.

Até que um anúncio de jornal chamou sua atenção: havia um lugar que acolhia objetos sem nome, artefatos de origem desconhecida, sobras de fundo de gaveta e coisas que não se encaixam. Era para lá que ele teria de levá-la! Chegando ao endereço, não era bem o que ele tinha imaginado… Então, ele e a Coisa partem em busca do lugar ideal para ela, um mundo em que situações incríveis acontecem e onde todas as coisas podiam ser felizes a sua maneira. Criaturas tão malucas que nem dá para explicar. “E não me pergunta qual é a moral”, diz o rapaz. Quer saber mais?

O livro do australiano Shaun Tan inspirou um filme, que ganhou o Oscar de Melhor Curta de Animação 2011. É fantástico como o livro. Você pode ver a versão legendada em português abaixo.

 

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18.agosto.2012 06:55:52

Cobras e Escadas

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Cobras e Escadas é um jogo que surgiu na Índia e que é muito divertido. Adriana Klisys ensina a preparar seu tabuleiro e explica as regras. Depois, é só chamar seus amigos para uma partida. Clique aqui para ver como faz.

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16.agosto.2012 16:22:22

O príncipe que bocejava

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(Por Aryane Cararo)

Em um reino longe daqui, havia um príncipe que tinha se preparado a vida inteira para ser rei. Quando criança, aprendeu que não podia se esconder atrás da cortina ou andar de skate e patins pelos corredores. Ele deveria ter bons modos à mesa, saber dançar, cavalgar, jogar golfe e fazer ginástica. Teve de decorar a história de seu país e a geografia do mundo. Cresceu um príncipe encantador, daqueles que toda princesa quer casar.

Mas acontece que toda vez que ele conversava com uma princesa, começava a bocejar. Era inevitável! E ele, sempre tão gentil, acabava sendo tomado por esse hábito desagradável. Todo o reino só falava disso. Só que o coitado tinha lá suas razões: as princesas só sabiam falar de roupas, cabeleireiro, dieta, chapéu… Não tem homem que não boceje com um papo desses! Então, o príncipe decide mudar o visual e viajar sem ser reconhecido. E não é que num trem ele conhece uma moça, começa a conversar sobre livros e não boceja uma vez só? Que segredo tinha esse papo?

Isso você pode descobrir no livro O Príncipe que Bocejava, mais um título de Ana Maria Machado que acaba de ser relançado pela editora Alfaguara. Com bonitas ilustrações de Taline Schubach, vale a pena tentar descobrir qual era o segredo dessa moça.

O Príncipe que Bocejava. Texto: Ana Maria Machado. Ilustrações: Taline Schubach. Ed. Alfaguara, R$ 39,90.

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16.agosto.2012 07:01:07

Ciência em Casa

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Estreia hoje (16) na tevê um programa sobre experiências científicas malucas feito por três jovens professores de Física. O Ciência em Casa vai passar às 22h30 no canal de tevê por assinatura NatGeo. Ao longo da série, Wilson Namen, Gerson Santos e Daniel Ângelo (que integram o grupo Ciência em Show) explicarão, por exemplo, como se forma um congestionamento, tentarão voar com balões de gás hélio, mostrarão um carro sendo atingido por raios (com um deles dentro!) e testarão um foguete que usa combustível feito de açúcar.

 

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Nesta segunda-feira, dia 13, a TV Cocoricó vai estar demais. É que a escritora infantil Tatiana Belinky, que nasceu na Rússia em 1919 e já escreveu mais de 250 livros (isso mesmo!), vai estar com a turma do Júlio. Ela vai falar sobre livros, claro! É um papo que vale a pena conferir. A TV Cocoricó é exibida a partir das 11 horas, na TV Cultura.

 

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11.agosto.2012 07:00:28

Trapalhadas no teatro

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(Por Natália Mazzoni)

Você já pensou em produzir sua própria peça de teatro? O Estadinho desta semana, além de contar como o gênero de comédia pastelão chegou aos palcos, fez um manual cheio de ideias bacanas para você brincar de diretor ou ator de teatro. Tem até indicação de uma peça bem engraçada que está em cartaz no Teatro Alfa, em São Paulo, a Totalmente Pastelão! Parece divertido, não é? Se você não leu ainda, clique nas páginas abaixo.

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Como nas antigas farsas medievais, você pode improvisar um espaço qualquer para a sua comédia.  Afaste os móveis da sala e use o que você tem em casa para criar o cenário. Para fazer ao ar livre, você pode usar o quintal de sua casa (se tiver varal, pode pendurar lençóis para fazer de conta que é a cortina) ou, com a permissão do síndico, um espaço comum no seu prédio.

 

Marcia Frederico, fundadora da Companhia de Teatro Medieval, explica um pouco mais sobre esse universo. Olhe só.

Como surgiu e como era o teatro medieval?

Durante muito tempo, o teatro foi dominado pelos padres que realizavam nas missas peças sobre a história de Jesus. O público passou a lotar as igrejas e, para ter mais espaço, as encenações foram caminhando para os pátios. Foi assim que muitos artistas de rua começaram a interferir nessas encenações e a igreja foi perdendo o controle.

Ainda assim, eram realizadas festas que levavam dias. Eram usadas pequenas carroças, chamadas mansions,  para representar as várias etapas da vida de Jesus, desde o nascimento até a morte. É muito parecido com o que acontece até hoje na época da Páscoa e do Natal, em que pequenas cidades se transformam e toda a população participa deste grande teatro. Para este tipo de teatro que conta a vida dos santos e de Jesus, deu-se o nome de Milagres e Mistérios.

A Igreja, então, foi perdendo o controle e os artistas passaram a encenar em grandes festivais, fazendo peças curtas e cômicas que retratavam o lado “animal” do ser humano. Eram faladas nas línguas locais de cada região para que todos entendessem, já que, antes disso, as encenações eram em latim.

Como surgiu e quais as características da farsa medieval?

As farsas são comédias curtas com poucos personagens, com temas humanos universais e atemporais. Falava-se, de forma bem-humorada, das relações humanas e sentimentos como raiva, amor e ódio. Os personagens oscilam como numa gangorra, ora um é esperto e o outro, tolo, de repente, inverte-se tudo. Há sempre pelo menos um que está enganando alguém, se faz passar por quem não é, como se fosse armado um teatro dentro do teatro.

Qual é a diferença da comédia pastelão e da farsa?

Existe uma farsa de origem francesa que se chama O Pastelão e a Torta, ou seja, no próprio título temos a palavra que virá a designar uma das muitas variações da comédia. Assim como as farsas são repletas de entra e sai, de encontrões, de cai e levanta, e de trapalhadas físicas consequentes do ritmo acelerado com que a trama é desenvolvida, a comédia pastelão tem estas situações quase circenses, em que os atores se assemelham aos palhaços que levam torta na cara e que revelam o lado mais patético do ser humano.

 

 

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(Por Aryane Cararo)

O Estadinho já deu várias dicas sobre os lançamentos bacanas da 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Mas o fato é que eles são muitos e ainda temos bastante a falar sobre eles. Então, selecionamos aqui mais cinco livros que estão sendo lançados agora e que valem muito a leitura. Continue acompanhando o blog que, durante a semana, damos mais dicas valiosas para visitar esta Bienal.

 

 

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Psssssssssssssiu! 

O Silêncio é, assim, um sujeito tão quieto. Nunca fala nada. Às vezes até parece que está dormindo. Talvez esteja concentrado, assim como acontece quando ele fica quietinho rezando. Será que está preocupado? É possível, já que ele nunca conta nada para ninguém… O que tem esse Silêncio que às vezes parece agitado, mas em outras só parece estar se espreguiçando? Neste livro curioso sobre um personagem que conhecemos bem, Silvana Tavano conseguiu fazer um texto gostoso e Daniel Kondo completou a obra com ilustrações simples, mas acertadíssimas. Um livro todo em preto, como bem cabe ao Silêncio, com letras e imagens em amarelo. Tão bonito que ganhou o merecido prêmio João de Barro (um concurso nacional de literatura). (Texto: Silvana Tavano. Ilustrações: Daniel Kondo. Ed. Callis)

 

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Papai Urso

Esta é a história de Ana e de como o pai dela se transformou em um urso. Foi aos poucos, primeiro foram os dentes, depois as garras e daí vieram os pelos e ele agora até grunhia. Ana estava assustada, mas queria seu pai de volta e decidiu procurar pelo senhor Estresse, que estava provocando toda essa confusão e mudanças. Fez tocaia, tentou mil armadilhas, mas o tal senhor Estresse realmente era um bruxo muito poderoso, que havia transformado seu pai de forma quase irreversível. Até que um dia Ana tem um encontro particular com o tal senhor e tudo promete melhorar. Será? Você também tem pais estressados que ficam uma fera por qualquer coisinha? Então você vai se solidarizar com Ana neste livro lindo, de ilustrações fantásticas e cheias de colagens divertidas do espanhol Jacobo Muñiz. (Texto: Cecilia Eudave. Ilustrações: Jacobo Muñiz. SM Edições)

 

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Noites de Chuva

Era noite de chuva, daquelas que dão medo, e tinha uma goteira no quarto. Rosinha estava preocupada. Não gostava de noites assim, em que a água penetrava os buraquinhos do telhado. Mas quando a gente não tem nada é exatamente o período em que mais a gente tem. Sem tanta distração, a imaginação fica livre, livre para inventar. E lá foi Rosinha, por sugestão da mãe, brincar que o mar veio a visitar. Construiu um barco de lençol e viveu tantas aventuras que perdeu foi todo o medo da água. Um trabalho sensível de Anna Claudia Ramos, com ilustrações tocantes de Anielizabeth (Texto: Anna Claudia Ramos. Ilustrações: Anielizabeth. Ed. Globinho, R$ 28).

 

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Brincar com as Palavras

” As palavras falam do que existe
e também do que é pura ilusão,
porque têm o poder imenso
que tem a imaginação.”

As palavras também gostam de brincar com os sentidos e de acompanhar os meninos na hora do recreio. Elas servem para nomear, e também podem ser brinquedo quando alguém inventa um jogo de inventar palavras. Elas podem ser muitas coisas e o português José Jorge Letria conseguiu enumerar, com poesia, uma porção delas em Brincar com as Palavras (Texto: José Jorge Letria. Ilustrações: Silvia Amstalden. Ed. Peirópolis, R$ 35)

 

A Menina do País das Neves

Se a gente somente lesse este livro sem saber de que ele conta uma história real, já ficaríamos muito impressionados com a história valente da chinesinha Fang e com essas ilustrações lindas, feitas em seda. Mas, sabendo que realmente aconteceu, dá ainda mais vontade de ficar com esse livro sempre às mãos para quando pensarmos em desistir dos nossos sonhos. Há muitos e muitos anos, numa região bem pobre da China, existia uma garotinha que sonhava em ir para a escola. Mas os pais de Fang achavam que isso era uma bobagem para uma menina, que deveria cuidar da casa, do irmão pequeno e, ainda muito nova, casar-se. A vontade de aprender era tanta que Fang, quando podia, espiava as aulas pelo lado de fora da janela da escola. Até que um dia ela resolveu um problema de matemática que nenhum aluno havia conseguido. A professora insistiu com os pais de Fang para que ela frequentasse o colégio. Até que um dia seu pai permitiu, mas só com a condição de continuar fazendo todas as tarefas de casa e cuidando do irmão menor. Foi duro, mas a chinesinha conseguiu e foi muito mais longe do que isso. Leia esse exemplo de vida em A Menina do País das Neves, escrito pela filha de Fang (Autora: He Zhihong. Edições SM).

 

 

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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