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Estadinho

30.junho.2012 07:00:37

Vida no gelo

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(Por Natália Mazzoni)

O filme A Era do Gelo 4 chegou aos cinemas mostrando a turma de animais malucos que a gente adora em mais uma aventura. O filme é bem legal e vale a pena ser visto na telona. Mas, antes de correr para ver, o Estadinho o convida a imaginar como seria viver num mundo de gelo.

Para dar uma mãozinha nessa tarefa, conversamos com duas pessoas que já passaram meses vivendo na neve. Ficou curioso? A matéria está nos links abaixo.

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Clique aqui para abrir o arquivo com as roupinhas. Imprima, pinte, recorte e vista o boneco do Sua Vez.

Tem mais curiosidades de como é uma expedição no gelo no bate-papo com os “homens do gelo”, da nossa reportagem de capa. Olhe só.

 

 Thomaz Brandolin, alpinista que atravessou o Polo Norte a pé:

 

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Thomaz Brandolin na Antártida (Foto: Divulgação)


Como começa uma viagem para o Polo Norte?
Thomaz:
A primeira vez fui até uma vila esquimó no Canadá. Era meados de março, no auge do inverno, 40 graus negativos, ainda à noite, porque não tem as 24 horas de luz. De lá, fretei um avião que me levou para o meio do gelo. Eu e um cachorro.

O que você levou?
Levei um trenó. Nele eu carrego mantimentos, comida desidratada, combustível do fogareiro, barraca de camping, saco de dormir, rádio-comunicador e espingarda para me proteger de urso polar. O trenó começa a viagem pesando 90 quilos. E carrego mais 10 quilos na mochila.

O que é mais difícil de lidar?
Incomoda quando venta demais. Para tirar a bota, ir ao banheiro, aí você sente muito frio. O vento corta a pele mesmo, precisa deixar a barba crescer, colocar gorro, usamos óculos que protege o rosto. Não pode deixar nada exposto.

Como você se prepara antes da viagem?
Antes de ir é preciso fazer uma preparação física, na academia. Tem treinamento técnico também, que é basicamente esquiar puxando o trenó. É bem difícil, trabalha uma musculatura que não estamos acostumados a usar. Tem o treinamento de procedimentos, que ensina a lidar com coisas como o óculos embaçado: é preciso acoplar uma peça que desvie o ar que expiramos para a frente, o que evita que a lente embace.

Como é estar sozinho num deserto de gelo?
Quando você está sozinho, tem de se bastar, ser o navegador, o cozinheiro, quem faz a logística, quem é o ombro amigo. Você só pensa em sobreviver e avançar.

 

Jefferson Simões, glaciólogo e coordenador de projetos do Programa Antártico Brasileiro

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Jefferson Simões, na Antártida (Foto: Jefferson Simões/Divulgação/NUPAC)

Tem como tomar banho numa expedição na neve?
Não tem como lavar roupa nem tomar banho. A higiene pessoal é apenas escovar os dentes e lavar o rosto. Uma vez por semana nós fazemos uma higiene geral com lenços umedecidos. Já fiquei 2 meses e meio sem tomar banho. Usamos muita roupa, às vezes cinco camadas para aguentar o frio. A última camada é uma blusa que barra o vento, peça muito importante para não deixar a temperatura do corpo baixar.

Você sentia muito frio em temperaturas que chegavam a 50 graus abaixo de zero?
Na verdade a gente não sente frio. Se sentir frio, fica doente, vai dar tudo errado. É perigoso ter um congelamento da parte exposta ao frio ou ter hipotermia. O cuidado maior é com as pontas do dedo, nariz e orelha. Teve gente no passado que perdeu partes do corpo por causa do frio. No nosso grupo não acontece, nós vamos sempre protegidos. Um explorador polar não é um aventureiro, só nos expomos ao perigo quando é necessário.

Como foi a travessia da Antártida?
Foi em 2004. Era uma missão chilena em que o único brasileiro na equipe era eu. Foram 2.500 km, ida e volta, em 2 meses pesquisando o comportamento do gelo. Eram 13 pessoas vivendo dentro de um contêiner.

Quando é necessário?
Às vezes nos deparamos com fendas no gelo, tempestades. É preciso estar bem treinado e preparado para passar por isso. Nós sabemos dos riscos. Eu já cai numa fenda, mas estava amarrado e fui puxado na hora.

O que tem de mais especial em ser um explorador polar?
Às vezes estamos em locais que ninguém nunca pisou, nos lugares mais frios do mundo. Além de ver cristais de gelo caindo de um céu azul, numa paisagem totalmente branca. É um contraste muito grande, muito bonito.

Veja fotos de uma das expedições polares do glaciólogo Jefferson Simões na Antártida.

 

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30.junho.2012 06:55:56

Escapou!

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(Ilustração: José Carlos Lollo, livro Soltei o Pum na Escola)

(Por Aryane Cararo)

Quem disse que soltar o Pum poderia render tanta diversão? Nem mesmo a escritora Blandina Franco e o ilustrador José Carlos Lollo, casados na vida real, poderiam imaginar. “Ficamos surpresos com tanta gente gostando do nosso Pum”, diz Blandina. Foi tanto o sucesso que o cachorrinho de nome engraçado fez que não dava para deixá-lo solto apenas por um livro (ou no iPad). Por isso, ele surge agora em outra confusão, desta vez, na escola.

Em Soltei o Pum na Escola, cada criança pode levar seu animal de estimação para o colégio. O cachorro Pum até fica sem jeito no começo, mas logo se lambuza no tanque de areia, revira o lixo durante a aula de geografia e faz um monte de barulho e confusão. Vai parar na sala da diretora. Só mesmo a dona Liniz, a professora, para reclamar do Pum, porque ninguém mais reclamou, contam Blandina e Lollo.

Se você não viu no Estadinho de papel, clique aqui.

“O Pum só trouxe alegria”, diz o casal. Com tanta estripulia, a gente fica esperando pela próxima vez em que o Pum vai escapar, porque é sempre muito engraçada a leitura. Impossível não rir com os trocadilhos e as piadinhas (e a brincadeira não ficou repetitiva neste segundo livro). A pedido do Estadinho, o Lollo até desenhou o melhor amigo do Pum, o Chulé, um gato que gruda no pé do Pum (e que ainda não apareceu nos livros).

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O gato Chulé, desenhado pelo Lollo exclusivamente para o Estadinho

Os autores dizem que “não há outro Pum programado” (mas eles até já pensaram em como poderia ser: nas férias). O que sabemos é que quase todos os lugares podem receber a bagunça inesperada do cãozinho. Afinal, “não existe lugar impróprio, até porque, normalmente, o Pum escapa, não é solto”, dizem eles.

Mas o Lollo e a Blandina não sabem apenas soltar o Pum nos livros. Eles já fizeram obras muito sensíveis, como a história do Peixe e a Passarinha (de 2012), e outras bem engraçadas, como Grande, Pequeno (de 2011). Outros livros que eles lançaram em 2012 foram Tem Sempre um Diferente, Dona Zulmira Vai ao Circo, Tem Uma Janela na Minha Boca. E vem muito mais pela frente: Adonis, O Livro dos Tutus, Os Seres Falados, O Menino que Queria Ir

 

Soltei o Pum na Escola. Autores: Blandina Franco e José Carlos Lollo. Companhia das Letrinhas, R$ 25.

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30.junho.2012 06:50:43

Festa dos livros

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(Foto de André Conti/Divulgação Flip)

A literatura está em festa. E não era para menos: está para começar o maior evento literário do Brasil. Na quarta-feira, dia 4, tem início a Festa Literária Internacional de Paraty ou simplesmente Flip. Durante quatro dias, a cidade de Paraty recebe escritores, ilustradores, editoras, críticos de literatura e muita gente que adora ler. Há palestras, lançamentos de livros, workshops, oficinas, conversa com autores e tem até árvore de livro, como essa que você vê na foto. É só parar, escolher a obra e ler ali mesmo, sob a sombra. Não é uma delícia?

E tem uma programação inteirinha voltada para as crianças: a Flipinha, que tem até tenda com livros para emprestar. Além de conversa com escritores, chamado de Ciranda dos Autores, há atividades e apresentações de escolas o tempo todo: teatro, musical, recital, mediação de leitura, dança, leitura dramatizada, música

A cidade costuma ficar muito lotada nesse período. Mas, se você tiver a chance de dar um pulinho por lá, não pense duas vezes em pedir aos seus pais. Separamos aqui o que há de melhor para fazer nesses quatro dias:

 

4 de julho:

8 h às 9 h – Ciranda dos autores: Com a pulga atrás da orelha… Com Hebe Coimbra e Janaína Tokitaka (Tenda da Flipinha)

9h30 às 10h30 – Ciranda dos autores: Onde nascem as histórias? Com Ovídio Poli Júnior e Cadão Volpato (Tenda)

15 h às 16 h – Ciranda dos autores: Palavras e imagens. Com Guto Lins e Marília Pirillo (Tenda)

17 h - Banda Santa Cecília e Blocos de bonecos Arrastão do Jabaquara e Assombrosos do Morro (Praça Matriz)

 

5 de julho:

8 h às 9 h – Ciranda dos autores: Pequenos segredos, grandes histórias. Com Georgina Martins e Eliana Martins (Tenda)

9h30 às 10h30 – Ciranda dos autores: Pintar, contar e cantar. Com Gonzalo Cárcamo e Tino Freitas (Tenda)

10 h – Livro de Artista. Oficina de criação de um livro/caderno artesanal, com Gustavo Peres (Casa Sesc)

10 h – Exibição do filme “Pequeno Nicolau”, de De Laurent Tirard (Casa Sesc)

15 h às 16 h – Ciranda dos autores: Siga a seta e caia na história. Com Andres Sandoval e Daniel Bueno (Tenda)

16 h - “Teatro Lambe-Lambe”. Teatro de bonecos (Casa Sesc)

 

6 de julho: 

8 h às 9 h – Ciranda dos autores: Sobre desenhos e bordados. Com Katia Canton e Sávia Dumont (Tenda)

9h30 às 10h30 – Ciranda dos autores: Paixão, poesia e imagens. Com Luis Fernando Veríssimo e Angela Lago (Tenda)

10 h – Livro de Artista. Oficina de criação de um livro/caderno artesanal, com Gustavo Peres (Casa Sesc)

10 h – Exibição do filme “Pequeno Nicolau”, de De Laurent Tirard (Casa Sesc)

11 h - “Teatro Lambe-Lambe”. Teatro de bonecos (Casa Sesc)

13 h às 17 h – Oficinas de arte na Praça Matriz

13h30 às 14h30 – Ciranda dos autores: Alguns minutinhos de histórias. Com Luciano Pontes e Ivan Zigg (Tenda)

14 h - BeBossa Kids. Espetáculo musical (Casa Sesc)

15 h às 16 h – Ciranda dos autores: Onde estão as histórias? ComYaguarê Yamã, Rogério Andrade Barbosa e Almir Tã (Tenda)

 

7 de julho:

10 h às 12 h - Programa Rádio Maluca (ao vivo). Participação especial Luis Perequê canta para Almir Tã (Tenda)

10 h – Exibição do filme “Pequeno Nicolau”, de De Laurent Tirard (Casa Sesc)

12 h - BeBossa Kids. Oficina de música (Casa Sesc)

14 h - BeBossa Kids. Espetáculo musical (Casa Sesc)

15 h às 16 h – Conversa de palhaço. Com Luciano Pontes e Ivan Zigg (Tenda)

17 h às 17h30 - Ciranda dos autores. Mesão dos autores (Tenda)

 

8 de julho:

10 h às 11 h – Histórias Fabulosas. Teatro de bonecos com Themis Corrêa e companhia (Tenda)

11 h às 11h30 - Homenagem a Carlos Drummond de Andrade. Teatro de fantoches com Instituto Terra e Mar – Corumbê (Tenda)

11 h – Oficina de Teatro de Rua com a Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades (Casa Sesc)

11h30 às 12 h - Capoeira (Tenda)

13 h às 14 h - Histórias Fabulosas. Teatro de bonecos com Themis Corrêa e companhia (Tenda)

13 h - Cortejo dos orixás com a Cia. de Mystérios e Novidades (Casa Sesc).

 

Para mais informações sobre o evento, clique aqui.

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28.junho.2012 15:14:25

Mágica de princesa

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O Rei Macaco conta a Kai-Lan e seus amigos sobre um reino mágico, onde raposas e ursos vivem juntos mas não são amigos. A menina então resolve usar seus poderes mágicos para fazer todos se darem bem. Você conhece o final da história no episódio Princesa Kai-Lan, um dos três que estão num DVD que ainda vem com episódio extra dos Super Fofos.

Princesa Kai-Lan, Paramount, R$ 26,90.

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27.junho.2012 07:00:13

Medo do escuro

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(Por Aryane Cararo)

É noite e está escuro. Jerônimo, o sapinho, sente medo. É de noite que barulhos assustadores aparecem: esqueletos do pântano, monstros de água doce, serpentes de plumas… Mas, naquela noite, um som horripilante foi ouvido: cric crec pi ploft! O que a noite escura estaria escondendo? Jerônimo não quer descobrir sozinho em seu quarto. Ele corre para a cama dos pais. E não deixa ninguém dormir direito. Então, seu pai decide dormir no quarto do filho e ouve o cric crec pi ploft! E resolve o mistério do livro Cric Crec Pi Ploft!

Não podemos falar o que é. Mas a resposta é muito mais simples do que a imaginação gosta de inventar. A autora belga Kitty Crowther, que escreveu o livro Meu Reino, já indicado pelo Estadinho, trata do tema com doçura e mostra como alguns medos podem ser superados com um pouquinho de paciência e muito amor.  Se você tem medo de dormir sozinho à noite, ler este livro pode ajudar a resolver seus problemas. Quer uma dica? Leia ao lado do aconchego de seus pais! Antes de ir para sua cama, é claro.

 

Cric Crec Pi Ploft! Autora: Kitty Crowther. Cosac Naify, R$ 35.

 

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26.junho.2012 15:13:07

Tem aventuras no mar

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Bob Esponja ficou preso no espremedor, Pérola cresceu demais. Essas são apenas duas das maluquices que estão no DVD Bob Esponja – Em Uma Grande Missão.
Em um dos episódios mais engraçados, Bob Esponja, Patrick e Plâncton pegam um trem em busca do último esconderijo da receita do hambúguer de siri.

São sete episódios e mais um extra, com uma aventura de Fanboy e Chumchum.

Bob Esponja – Em Uma Grande Missão, Dream Works, R$ 28,90.

 

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25.junho.2012 07:00:41

Nicolau, pernas de pau

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(Por Aryane Cararo)

Não, não vamos falar sobre um jogador de futebol chamado Nicolau. Nosso Nicolau é outro e vivia numa cidade chamada Manguespuma (dizemos vivia porque, depois da Grande Festa, não sabemos direito o que aconteceu com Nicolau…). Ela está mapeada no livro As Pernas de Pau de Nicolau, da Editora Melhoramentos. Em Manguespuma, os rios eram avenidas, as ruas eram formadas por seus afluentes e as casas precisavam ficar sobre palafitas. E as pessoas não se deslocavam por barcos. Acredita que elas andavam para lá e para cá, sem se molhar, com pernas de pau? E quem tinha a perna mais alta de todas era Nicolau. Ele podia tocar as nuvens!

É verdade que ele acabava não conversando muito com as pessoas, pois ficava muito acima delas. Mas isso não era um problema para o garoto, que era bastante calado e tinha apenas um amigo: um pássaro pega-rabuda. Nicolau vivia, assim, com a cabeça nas nuvens, sem interagir com os outros habitantes. Até o dia da Grande Festa, quando os moradores não conseguiram acender a tradicional fogueira porque perderam suas madeiras. O menino terá de tomar uma decisão: descer para ajudar os habitantes ou permanecer com os pensamentos ao vento, no seu mundo perfeito.

Sim, esta é uma história doidona, do jeito que a gente gosta: com muita imaginação. Pernas de pau… Cabeça nas nuvens… Dá para imaginar como seria morar numa cidade assim? Com este livro, você imagina. Não só porque o texto escrito pelo francês Éric Puybaret é muito gostoso de ler, mas porque suas lindas ilustrações transportam a gente para o mundo da fantasia, uma história surreal, dessas boas de inventar. Perfeita para que, agora, você continue a imaginar o que aconteceu com Nicolau, o pernas de pau.

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As Pernas de Pau de Nicolau. Autor: Éric Puybaret. Ed. Melhoramentos, R$ 35

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(Por Natália Mazzoni)

O Circuito Estadinho do último sábado (dia 23) foi cheio de cores. É que cada criança que apareceu na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos construiu um móbile cheio de contas e miçangas.
As meninas do atliê Sucatinha de Luxo ensinaram a atividade e levaram os materiais, um fio transparente com uma flor de garrafa pet na ponta e pedras para enfeitar. No final, todo mundo levou a arte que fez.  Para enfeitar a casa e servir de lembrança deste evento que sempre enche o coração de alegria.

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23.junho.2012 07:00:06

Com as mãos

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(Por Natália Mazzoni)

Costurar, cozinhar, construir. Parece coisa de adulto, mas não é. Tem muita criança se divertindo ao colocarem as mãos para criar coisas. O Estadinho conversou com algumas delas para perguntar qual é a graça dessa brincadeira e descobriu que o legal é criar, do jeito que a gente quer, qualquer coisa que passar pela cabeça. Não leu ainda nossa reportagem da semana? É só clicar nos links abaixo.

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Sofia Bicudo
, de 13 anos, também já sabe bordado e tricô. Aprendeu até a fazer feltragem (processo de dar forma à lã) quando quebrou o pé e teve de abandonar por alguns meses os esportes que fazia nas horas vagas. “Eu já fazia aulas de bordado e tricô. Nesse tempo em que fiquei de molho, intensifiquei as aulas e aprendi coisas novas, acabou sendo legal”, conta.
Na nossa galeria tem foto da Sofia e das outras crianças da nossa reportagem de capa. Todas em ação, é claro.

Ficou com vontade de produzir alguma coisa? Você pode começar indo para a cozinha fazer uma paçoca para a festa junina da escola ou do seu bairro. A receita, da escola de culinária infantil Mini Chefs, é bem simples, mas você vai precisar da ajuda de um adulto. Boa sorte!

Ingredientes:

250 gramas de amendoim sem pele

1 xícara de açúcar

Um quarto (1/4) de xícara de farinha de milho amarela

1 colher (de café) de sal

2 colheres (de sopa) de manteiga integral

Modo de preparo:

1) Chame um adulto e peça para ele preaquecer o forno a 200 °C.

2) Despeje o amendoim sem pele em uma assadeira e peça para o adulto levar ao forno durante 12 minutos.

3) Depois de frio, bata o amendoim em um processador com o açúcar, a farinha e o sal, até formar uma farofa fina.

4) Derreta a manteiga por 20 segundos no micro-ondas e misture com a farofa. Use as pontas dos dedos até umedecer a massa uniformemente.

5) Modele as paçocas com as mãos ou use forminhas. Pronto! Agora é só comer.

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23.junho.2012 06:50:10

Almoço divertido

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(Por Aryane Cararo)

Dalcio Machado é cartunista dos bons e já fez muitas ilustrações para jornais e revistas. Mas neste ano resolveu retomar um pouco da sua infância e escrever para crianças. E assim surgiu Não Brinque com a Comida!, um livro divertido, editado pela Companhia das Letrinhas, que mostra que não são apenas os humanos que brincam com seu prato. Nele, o filhote de ave pula corda com a minhoca, o bebê panda se equilibra com o bambu e um robozinho eletrônico faz travessuras com a fonte de energia. Pensando nisso, pedimos para o Dalcio brincar um pouco mais com a comida e ele não só respondeu com palavras como com desenhos exclusivos para o Estadinho. Adoramos! E repetimos eles aqui no blog, maiores, para vocês não perderem nenhum detalhe.

Se você não viu a matéria que saiu no Estadinho impresso, clique aqui. Se quiser ver outras perguntas que fizemos ao Dalcio, continue a leitura lá embaixo.

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O leão brincaria de estilingue com os chifres do Orix (antílope).

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O carrapato brincaria de peão com o boi de rodeio.

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A elefanta brincaria de Eva com a folha.

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E o Dalcio brincaria de vampiro com batatas fritas como presas.

 

Este é seu primeiro livro infantil?
Dalcio: Sim. Sempre que sobrava um tempinho, rabiscava texto e desenhos de uma história e botava na gaveta. Quando vi, a gaveta já estava transbordando! Ou publicava logo o primeiro ou comprava outra gaveta.

O que você não gostava de comer?
Argh! Pé de galinha, língua de boi, rodelonas de cebola crua… Alguém aí gosta?

Está preparando outro livro?
A Companhia das Letrinhas e eu já botamos o próximo livro no forno (e está começando a cheirar bem!). Deve se chamar O equilibrista.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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