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Estadinho

29.fevereiro.2012 07:00:07

Noite estrelada

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O que você faz para dormir? Conta carneirinhos? Pede histórias para sua mãe? Pois a menina do livro Mil e Uma Estrelas gostava era de contar estrelas. Talvez só para sonhar com histórias, com os bichos e formas que ela acabava descobrindo no céu. Mas, um dia, todas as estrelas sumiram e a noite virou só escuridão. Quem poderia ajudar? Somente aquele que fosse muito alto, como o Ogro Gigante, capaz de alcançar a lua. E qual não foi a surpresa da garota ao descobrir que era justamente o ogro o responsável pelo sumiço das estrelas? Alguém pode adivinhar por quê?

1) Ele era egoísta e queria as estrelas só para ele.
2) Ele gostava de assustar as pessoas à noite, mas a claridade das estrelas atrapalhava.
3) Ele queria formar suas próprias constelações.
4) Ele tinha medo do escuro.

E o que será que aconteceu depois? Só lendo o livro da Marilda Castanha, que tem uma história fofa e ilustrações lindas, lindas, lindas.

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Ah, você quer saber a resposta? Acredite, é a 4!

Mil e Uma Estrelas. Autora: Marilda Castanha. Edições SM, R$ 34.

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28.fevereiro.2012 07:00:36

Uma nova Moura Torta

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Você já ouviu falar na história da Moura Torta? É um conto popular muito antigo, que foi reunido aqui no Brasil em um livro pelo folclorista Câmara Cascudo. Há muitas versões para esse conto, a mais recente é a de Bettina Bopp e Ana Guima.

Bettina contou a história de um príncipe que sai pelo mundo e, no caminho, ajuda uma velhinha, que lhe retribui com três laranjas encantadas. Ele deve descascá-las apenas quando estiver perto da água. Nas duas primeiras, ele não faz isso e as laranjas, que se transformaram em belas mulheres, desaparecem. Na terceira, ele consegue manter uma moça ainda mais bela ao seu lado. Mas aí aparece a Moura Torta e, invejosa que era, coloca um feitiço na moça e toma seu lugar. Será que o príncipe se casa com ela?

Você pode descobrir isso no livro A Lenda das Três Laranjas, que tem lindas ilustrações feitas com recortes de tecidos e bordados pela Ana. Ou procurar outra versão para essa história (e depois contar a sua própria).

A Lenda das Três Laranjas. Texto (versão): Bettina Bopp. Ilustrações: Ana Guima. Editora ÔZé, R$ 30.

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25.fevereiro.2012 07:00:53

Hora do terror!

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(Por Natália Mazzoni)

Monstros assustadores tomaram conta das páginas do Estadinho desta semana. Loira do Banheiro, Bicho da Carneira e Caboclo D’Água.  Histórias de botar medo até em quem jura que nada disso existe. Teve até uma entrevista com um caça-fantasmas que deu dicas de como capturar criaturas estranhas. Não leu ainda? É só clicar abaixo. Depois, continue aqui para conhecer outros monstros e alguns livros bem legais sobre o assunto.

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Leandro dos Santos, caçador de fantasmas, contou para o Estadinho que a cidade onde ele mora (Mariana, em Minas Gerais) é assombrada por muitos monstros. Tem até retrato falado de alguns deles. Olhe só.

Esse é o Caboclo D’Água, o monstro que, segundo relatos, ataca pessoas e animais em lagos.

(Ilustrações de Deivison/Divulgação)

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Como você imaginou a malvada Maria-Sabão? Dizem que ela vive escondida fazendo sabão com suas vítimas num grande caldeirão…

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O Homem-Toco também tem retrato falado. É bem assustador! Em forma de tronco, usa suas raízes para derrubar pessoas e animais.

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Ficou com medo? Calma, você ainda precisa conhecer outras histórias, como a do Ipupiara. Esse monstro vivia no mar e, segundo a lenda, era um devorador de gente! Diz a lenda também que um senhor teria matado a criatura em 1564. Ele o descrevera como uma fera com pelos por todo o corpo e um focinho com bigodes.

Tem também o Labatut, que seria a reencarnação do general francês Pierre Labatut. Considerado mais perigoso que o lobisomem, ele é coberto de espinhos muito duros, tem um olho só e seus pés são redondos como os de um elefante. Antes de atacar, ele olha pelo buraco da fechadura!

Tão assustador quanto o fantasma do general é o Gorjala, um gigante que vive no Norte do Brasil. Ele costuma se esconder nas serras e penhascos. Seu ataque é bem nojento: ele prende as vítimas em seu sovaco!

Outro monstro brasileiro é o Chibamba. Ele não não fala, só ronca como um porco e faz passos de dança. A lenda conta que ele surgiu pelo mesmo motivo do Bicho Papão: fazer com que crianças parassem de chorar sob ameaça de sua aparição. Até que esse não causa tanto medo, não é?

Diferente da história da Cachorra da Palmeira, que é de botar medo em qualquer um! Uma jovem desafiou uma senhora que chorava a morte de Padre Cícero. “Por que está chorando?”, perguntou. “Ora, por quê?! Estou de luto pela morte de Padre Cícero”, respondeu a senhora. “Pois deveria é chorar pela morte de minha cachorrinha!”.
Foi o bastante para a menina ser transformada numa cadela, de tanta raiva que a senhora de luto ficou. Dizem que ela foi capturada por seu irmão e vive numa jaula até hoje em algum lugar do Nordeste. Essa lenda surgiu em 1934.

Alguns livros de dar medo

Gostou dessas histórias? No livro As 100 Melhores Lendas do Nosso Folclore (L&PM, R$ 38)  você conhece mais um pouco do universo dos monstros do nosso país.
Além de trazer perfis de criaturas estranhas, o livro de Ademilson Franchini conta lendas que surgiram com os índios, como a dos Filhos do Trovão, que narra o dia em que o Trovão deu um estrondo tão forte que o céu rachou.

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Na série Lendas Brasileiras, de José Arrabal (Paulinas, R$ 25) você conhece a origem de várias lendas do nosso folclore. A coleção é dividida por regiões do Brasil.

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Monstro que é monstro inventa histórias de monstros, esfola o joelho e arrota depois da refeição. É isso que diz o simpático Monstro Que é Monstro, de Renata Bueno e Fernando de Almeida. (Companhia das Letrinhas, R$ 28,50).

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A casa de número 92 da rua das Laranjeiras é uma das mais bonitas da região. Toda branquinha e com um jardim lindo. Lá vivem os Guimarães, uma família rica e alegre. Mas qual segredo poderia se esconder ali?  Tudo começa com as mentiras de Raquel, uma menina que adora inventar histórias para os amigos. Esse é só o começo de uma das histórias de O Livro Horripilante do Zé do Caixão, escrito pelo temido homem de unhas enormes, Zé do Caixão.

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Quantas histórias de terror! Vale até dormir com a luz acessa depois dessa edição do Estadinho

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24.fevereiro.2012 07:00:36

Mais Furunfunfum!

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Para continuar só mais um pouquinho a comemoração do aniversário de 20 anos do Furunfunfum, essa dupla que nos diverte tanto, o Estadinho conversou com a Paula Zurawski, a dupla do Marcelo.
Vale lembrar que neste final de semana tem o espetáculo A Terra dos Meninos Pelados (dias 25 e 26, às 17h30 no Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro).

Estadinho: Como começou a história do Furunfunfum?

Paula: Nós nos conhecemos no final de 1986, na festa de aniversário do Marco Antonio Rodrigues, do Grupo Folias. Começamos a namorar e nos casamos no ano seguinte. Tanto eu quanto o Marcelo já havíamos trabalhado em produções infantis, mas que não eram criações nossas. Desde o nascimento do nosso primeiro filho, o Ivan, ficamos mais atentos a tudo que se referia ao universo infantil: livros, discos, partituras e filmes. Tocávamos e cantávamos essas músicas e líamos essas histórias. De repente percebemos que tínhamos um vasto repertório e resolvemos fazer um grupo de teatro, o Furunfunfum, que nasceu no final de 1992.
 
O que mudou nesses 20 anos de história?

Continuamos trabalhando com a mesma paixão e entusiasmo de 20 anos atrás. Mas os espetáculos foram ficando mais elaborados, com temáticas mais instigantes. Desenvolvemos uma linguagem particular, que mistura música, teatro e teatro de bonecos, e hoje também agregamos mais gente ao Furunfunfum: atores, músicos, circenses, que hoje fazem parte das produções das companhias.
 
Quais são os espetáculos  mais marcantes?

Temos um carinho especial por todos eles, mas O Macaco Simão, nosso primeiro espetáculo, sem dúvida é um dos mais marcantes, porque foi ali que tudo começou. Quando era criança, eu ouvia muito as histórias adaptadas pelo João de Barro, o Braguinha, gravadas em disquinhos coloridos na década de 60 e 70. Quando casei com o Marcelo, trouxe meus disquinhos (meu tesouro) comigo. Quando o Marcelo ouviu a história O Macaco e a Velha, que ele não conhecia, ficou apaixonado. E assim resolvemos criar um espetáculo de bonecos.
Gostamos muito também de O Flautista de Hamelin, pela questão ética da história, e pelo final interativo e surpreendente. Adoro fazer e muitas vezes choro na última cena.
 
Já aconteceram situações engraçadas nesses 20 anos de Furunfunfum?

Uma vez estávamos apresentando Rapunzel numa festa de aniversário. Nessa época, usávamos um cenário pesado, de madeira. Na cena em que a bruxa faz o príncipe cair da torre, o Marcelo pulava mesmo, dava um salto por cima do cenário e caía na frente dele. Mas nessa vez o pé dele esbarrou no cenário, que veio abaixo.  Os “bastidores” foram revelados e eu fiquei parada , segurando a bruxa e a Rapunzel nas mãos. E todo mundo olhando! Houve um minuto de silêncio, mas em seguida toda a plateia caiu na risada, e nós também. O Marcelo não perdeu o rebolado e foi logo arrumando o cenário, sem parar de interpretar o príncipe. Pena que não temos isso filmado, pois seria um documento importante dos 20 anos do Furunfunfum!
Outra história engraçada aconteceu com a gente em 2001. Estávamos voltando de uma temporada de apresentações do Macaco Simão na Irlanda e na Escócia, e a mala com os bonecos ficou perdida no aeroporto, em Londres. O problema é que já tínhamos marcada uma semana de apresentações em Bauru, no interior de São Paulo, que começava no dia seguinte à nossa chegada. Sem os bonecos, corri e comprei um fantoche de Macaco e um de Velha numa loja de brinquedos, adaptando-os da melhor maneira à nossa necessidade. Por sorte, tínhamos também um Boneco de Alcatrão antigo, que não usávamos mais, mas que estava sem o tabuleiro de bananas na cabeça.  Não havia tempo para fazer novas bananas de resina ou papel machê, então o jeito foi ir ao supermercado e comprar bananinhas de verdade, que grudamos no tabuleiro do Boneco de Alcatrão. Durante duas noites a gente guardou o boneco no frigobar do hotel, como se fosse um “cadáver”, para as bananas não estragarem. Morríamos de rir todas as vezes que imaginávamos o pessoal do hotel vendo aquilo!

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23.fevereiro.2012 07:00:22

Você consegue adivinhar?

Vamos ver se você é bom conhecedor do nosso corpo (só olhe as respostas corretas lá embaixo depois de escolher tudo):

1) Quantas vezes por dia um coração (médio) bate?

A) 10 mil vezes
B) 1 milhão de vezes
C) 100 mil
D) 1 mil

2) Um espirro médio atinge que velocidade?

A) 160 km/h
B) 230 km/h
C) 84 km/h
D) 92 km/h

3) Onde fica o menor osso do nosso corpo?

A) No joelho
B) No dedo do pé
C) No pulso
D) Na orelha

4) Qual é a quantidade de muco (meleca) que nosso nariz produz por dia?

A) 250 gramas
B) 2 litros
C) 50 a 100 gramas
D) 0,5 a 1 litro

5) Quantos litros de ar pode ter um pulmão bem desenvolvido?

A) 2
B) 1,5
C) 1
D) 0,5

Essas e outras curiosidades sobre nosso organismo estão em um livro fácil, curioso e engraçado de ler, em formato de história em quadrinhos, chamado O Corpo Humano. Junto com o Leo, o personagem principal, você ainda descobre que os bebês têm mais ossos do que os adultos, como funcionam os olhos e os ouvidos, o caminho que a comida faz em nosso corpo, vê como é formada a pele, aprende alguns truques para enganar o cérebro…

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O Corpo Humano – Na Casa do Leo. Texto: Philip Ardagh. Ilustrações: Mike Gordon. Companhia das Letrinhas, R$ 27.

 

Respostas: 1) C; 2) A; 3) D; 4) D; 5) A.

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18.fevereiro.2012 08:00:05

Marchinha do Estadinho

É carnaval, a festa mais animada do ano! Já vestiu fantasia? Preparou um saquinho cheio de confetes coloridos e serpentinas para jogar no salão? Antes de sair correndo para brincar, escute a Marchinha do Estadinho! Ela foi feita no ano passado, pela turma do Furunfunfum e do Sopro Brasileiro. Cante com a gente. E bom Carnaval!

No Estadinho tem carnaval
brincadeira de criança é notícia de jornal
No Estadinho tem carnaval
Quem quiser entrar na dança é só trazer o pessoal.
É carnaval
Chegou a hora de botar a fantasia
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Eu quero cair na folia.
Vai ser legal
Vai ter mais de mil palhaços no salão
Arlequim, Pierrô e Colombina
Todo mundo animado no zum-zum-zum
E para garantir a alegria
O Sopro Brasileiro e o Furunfunfum!

 

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18.fevereiro.2012 07:05:48

Mundo robótico

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(Por Aryane Cararo)

Hoje (dia 18), o Estadinho fez uma viagem na história para mostrar que os robôs estão em nossos planos de futuro há milhares de anos. Se você leu nossas páginas, viu que os egípcios, dois mil anos antes de Cristo, já tinham criado um ser mecânico, ou autômato, como se chama. Era um cachorro de brinquedo, que movia a mandíbula por um sistema de alavancas.

Se não viu, clique nas páginas abaixo para ler. De lá para cá, os homens não se cansaram de fazer essas “máquinas inteligentes” e o resultado é que hoje temos até robôs iguaizinhos aos seres humanos (alguns são “clones” de seus inventores, chega a dar medo!)

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Mas por que a gente resolveu falar sobre robôs? É porque ontem foi lançado um filme muito legal em 3D: A Invenção de Hugo Cabret, que está concorrendo a um montão de prêmios. Ele conta a história de um menino órfão que tenta consertar um autômato (uma espécie de vovô dos robôs). Ele acredita que o tal homem mecânico guarda uma mensagem secreta de seu pai. Pode até ser que você não goste de robô, mas vai ser difícil não gostar desse filme (e do livro que inspirou o filme, que é lindo, lindo). Veja o trailer abaixo.

 

 

A ORIGEM DA PALAVRA ROBÔ

Você viu na matéria do Estadinho que os autômatos (homens mecânicos) existem há muito tempo. Mas a palavra robô só surgiu nos anos 1920. Ela foi usada na peça de teatro Rossum Universal Robot, do escritor checo Karel Capec. Ela falava de uma sociedade de humanos mecanizados, os Robots, que ficavam fazendo só trabalhos repetitivos, sem pensar muito. Em checo, a palavra “robota” quer dizer “trabalho forçado, escravo”.

 

MAIS HISTÓRIA CURIOSA

Em 1500 antes de Cristo (a.C.),  na Etiópia angiga, Amenhotep, irmão de Hapu, construiu um estátua do rei Menon, que fazia sons quando era iluminada pelos raios de sol.

Em 62 depois de Cristo (d.C), Hero de Alexandria escreveu em um livro uma série de mecanismos autômatos (a imagem abaixo mostra um deles): aves que voavam e bebiam, trombetas que soavam, pássaros que cantavam, máquinas que operavam com moedas…

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No ano 700 d. C., o chinês Huang Kun construiu barcos com figuras de animais, cantores, músicos e dançarinos que se moviam.
Setenta anos depois, em 770 d.C., Yang Wu-lien fez um macaco que estendia a mão e dizia: “Uma esmola! Uma esmola!”
ROBÔS QUE SALVAM VIDAS

Você sabia que já existem robôs ajudando o homem a ter mais saúde? Hoje, muitos hospitais já usam braços mecânicos e outros tipos de robôs, alguns minúsculos, para fazer cirurgias. A vantagem é que eles são muito mais precisos do que os homens nessas tarefas. Mas essa não é a única forma de ajudar o homem a viver melhor. Pesquisadores do Laboratório de Biomecatrônica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), sob o comando do professor Arturo Forner-Cordero (e suporte da Fapesp), estão fazendo um exoesqueleto de braço, para pessoas que não consigam movimentar o cotovelo. A intenção é que, em breve, o exoesqueleto ajude a movimentar o pulso e o ombro.

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AO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Construir um robô parece ser coisa de cientista maluco ou de nerd com inteligência fenomenal, não é? Só parece! Na verdade, até mesmo as crianças podem construir seus próprios robôs. E não estamos falando daqueles kits que você compra pronto e depois só monta. Você já ouviu falar em aulas de robótica? Pois é, muitos colégios oferecem como opção extracurricular para meninos e meninas a partir de 6 anos de idade. E isso já é considerado tarde pelo professor de robótica Edson Ferraz, que dá aulas no Colégio São Luís, em São Paulo. “Os japoneses, os americanos e os europeus colocam seus filhos nas aulas de tecnologia aos 2 anos e meio de idade”, conta ele.

Quem quer aprender robótica começa estudando mecânica para depois aprender eletrônica e informática, as matérias fundamentais para conseguir construir um robô. Assim que entendem os princípios, passam a produzir seus robôs. Em geral, os primeiros são brinquedos que existem nos parquinhos: carrossel, bate-bate, gangorra motorizada, montanha-russa. “Você até acaba ficando com um raciocínio mais rápido e com mais facilidade para aprender matemática”, diz o professor.

Os meninos  são a maioria nas aulas: a cada 100 alunos, 85 são garotos e só 15 são meninas. Eles gostam de fazer coisas com mais velocidade, que girem mais rápido. Elas dão mais atenção ao design, às cores, à harmonia. “Os meninos gostam muito de mágica e a eletrônica é isso, mágica! O fax é mágica, o iPhone também”, fala Edson. No momento, todos estão concentrados em construir um profeshow, um robozinho professor, tipo humanoide, com rosto de iPad e que vai estar conectado a um filme. Mas, calma, os professores ainda não foram substituídos por robôs. Por enquanto! “Esta tecnologia para o professor-robô virá. Mas vai demorar pelo menos mais uns 40 anos”, diz o professor.

Para quem não tem aulas de robótica, mas gosta de robôs, o professor dá algumas dicas: peça aos seus pais autorização para desmontar aparelhos eletrônicos velhos, relógios que não são mais usados, computadores aposentados para ver como eles funcionam.

E NO FUTURO?

Quem sabe o que virá no futuro? Por agora, o negócio é sonhar: “Imagine que, quando você ficar velho, um robô vai lhe carregar. Você vai ao supermercado e, enquanto fica na área vip, ele faz as compras sozinho, de acordo com o que sua geladeira disse que faltava”, imagina Edson. E isto não seria o mais incrível. Ele torce para que um dia a gente consiga transportar um objeto de um lugar para outro sem precisar viajar, ou seja, um teletransporte. Não seria demais?!

Agora, faça suas apostas: que robôs vão existir no futuro?

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18.fevereiro.2012 07:00:46

Seis filmes sobre robôs

Histórias sobre robôs estão aos montes no cinema. Abaixo, selecionamos seis filmes bacanas em que os robôs são os astros, para você ver em casa, em DVD.

 

Robôs é um filme animado lançado em 2005 que, se você não viu, recomendamos que veja. A história é ótima e engraçada. Rodney Lataria é um robô do interior, filho de um lavador de pratos, que sonha em trabalhar com o Grande Soldador na cidade grande, chamada de Robópolis. O Soldador é o inventor mais famoso do mundo e é responsável pela manutenção de peças de toda a população robótica. Rodney quer ser como ele. Um dia, ele decide partir para Robópolis atrás de seu sonho. Mas acontece que seu ídolo não manda mais em nada nas indústrias Grande Soldador, desde que foi substituído por um robô moderninho chamado Dom Aço, que tem planos malignos de acabar com os robôs enferrujados, velhinhos e fora de linha. O vilão tem a ajuda da mãe, a maldosa Madame Junta. Rodney acaba enfrentando essa dupla, mas não está sozinho nessa tarefa: ele recebe ajuda do divertido Manivela (um robô vermelho bem doidinho), da corajosa Piper e de vários personagens enferrujados.

 

 

Talvez você já tenha até assistido a um dos filmes Transformers (o primeiro estreou em 2007 e o trailer é do terceiro, de 2011). Caso não tenha visto, vale espiar a briga dos robôs-alienígenas que se transformam em carros (ainda mais se você for menino e gostar de carros, robôs, aventura e efeitos especiais). Basicamente, a luta é entre dois grupos rivais: os Autobots, bonzinhos e liderados pelo Optimus Prime, e os Decepticons, vilões sob o comando de Megatron.

 

Em 2008, outra animação sobre robôs conquistou crianças e adultos. Wall-E conta a história de um robozinho de mesmo nome que vive sozinho na Terra, no ano de 2700, e mora em um contêiner. Sua única companheira é uma barata, desde que os humanos abandonaram o planeta. Num cenário todo devastado, Wall-E passa os dias fazendo aquilo que nasceu para fazer: coletando e compactando lixo. Até que um dia surge Eva, uma androide moderna, cuja missão é coletar indícios de vida na Terra. O robozinho se apaixona perdidamente por ela e decide segui-la. Então, descobre que os humanos ainda existem, mas vivem numa estação espacial e se parecem mais com robôs do que ele próprio. Todos são gordos e já não andam mais, pois tudo o que querem é feito por robôs. É assim que ele descobre um novo propósito para sua existência de metal: humanizar os humanos de novo.

 

Astro Boy é um robô superpoderoso com aparência de menino, criado pelo cientista Dr. Tenma para substituir seu filho Tobio, que morreu durante uma apresentação de uma de suas máquinas. Como o robô não corresponde às expectativas do cientista, ele o descarta. Sozinho, Astro Boy será obrigado a viver como robô e entender que não é um ser humano. Ah, e no meio disso tudo terá de enfrentar um poderoso vilão e salvar o mundo.

AI – Inteligência Artificial é daqueles filmes que emocionam (pelo menos emocionaram muita gente em 2001, quando passou nos cinemas). Ele conta a história de David, um androide criança adotado por Harry e Mônica Swinton. O casal pensa que o robô, que foi programado para amar seus pais para sempre, pode substituir o amor do filho, outro garoto que sofreu um acidente e vive em uma espécie de coma no hospital. Mas, um dia, o menino melhora e volta para casa. E é aí que os problemas vão surgir. O garoto-robô, feito para amar seus pais, sente que não é mais tão amado e acaba sendo abandonado. Ele vai fazer de tudo para ser novamente querido.

 

Eu, Robô não é um filme feito para crianças (embora a classificação etária seja livre). Trata-se de uma ficção científica que se passa no ano 2035 e tem algumas cenas de violência. Mas se os seus pais permitirem,vale a pena assistir. No filme (que passou no cinema em 2004), os robôs já convivem em sociedade com os homens e devem respeitar a Lei dos Robóticos de que nunca farão mal aos humanos. Mas um homem aparece morto e o robô Sonny é o principal suspeito do assassinato. É aí que surge o detetive Del Spooner (interpretado por Will Smith), que não gosta de robôs. Ele vai precisar descobrir se Sonny é o culpado.

 

 

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17.fevereiro.2012 19:57:12

Piano de papel

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Um pequeno pedaço de papel pode virar piano nas mãos de Mari Kanegae, da Aliança Cultural Brasil Japão. É fácil. Quer aprender? Ela ensina para você aqui.

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16.fevereiro.2012 20:31:57

Castelo que vira foguete

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As meninas do ateliê Sucatinha de Luxo ensinaram a fazer um lindo castelo de lata. Você pode até transformar esse castelo num foguete. Ou então, você podeconstruir vários castelos e criar um reino. Vale qualquer coisa. Quer aprender como faz? É só clicar aqui.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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