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Estadinho

29.novembro.2011 16:49:12

Você conhece o Amoroso?

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O engraçado Amoroso, em cena do filme Happy Feet 2

(Por Natália Mazzoni)

O filme Happy Feet 2 está nos cinemas e, para comemorar a volta desses simpáticos pinguins imperadores que adoram sapatear, nós conversamos com o Amoroso! Lembra dele? Aquele pinguim gordinho e de penugem amarela!
Tudo bem, tudo bem, quem falou com a gente não foi o Amoroso, foi o Sidney Magal, que fez a dublagem do personagem nos dois filmes da série.

Magal é um cantor muito conhecido no Brasil, talvez você já tenha ouvido falar dele. Ele fez muito sucesso nos anos 90, quando dançava e cantava músicas de lambada. Seus pais com certeza vão se lembrar!

É também por isso que vale a pena ler a entrevista e entender um pouquinho sobre como foi esse trabalho.

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A primeira vez que você fez dublagem foi no Happy Feet 1. Foi fácil aprender essa técnica?
Magal: Tudo o que faço na minha vida, eu faço com muito prazer, por isso sinto que as coisas são fáceis para mim. E foi assim com a dublagem do Happy Feet. A ideia inicial era que eu dublasse outro personagem, o Ramon, por ele ter um jeitão paquerador. Mas como as músicas que ele canta não seriam dubladas, a direção do filme achou que não faria sentido eu dar voz ao personagem. Foi assim que me ofereceram o Amoroso, e eu adorei!

A sua voz no filme está um pouco diferente, não é?
Sim, mudei um pouco meu tom de voz para o filme, achei que teria mais a ver com a personalidade  do personagem. A produção do filme até me perguntou se eu daria conta de fazer a mesma voz durante todo o trabalho. Mas foi bem tranquilo.

Você gosta de filmes de criança?
Adoro! Fico encantado com a qualidade dos filmes infantis de hoje. Quando eu era criança, gostava muito de assistir ao Pica-Pau. Mas agora os desenhos são bem mais legais, nem tem comparação.

E como é a sua relação com as crianças?
Sempre foi muito boa. As crianças adoram me imitar dançando a música Sandra Rosa Madalena. É muito bacana.

 

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Esse é o Erik, o pequeno pinguim do Happy Feet 2

Happy Feet 2 conta a história de Erik, um pequeno pinguim imperador que está tentando descobrir qual é o seu talento. Os pinguins Ramon e Amoroso dão uma ajudinha. Mas a aventura mesmo começa quando a grande paisagem da Antártida passa a ser uma ameaça aos imperadores.
O filme é em 3D. E as imagens saltam bastante da tela durante a trama. Talvez isso seja mais interessante, nesse caso, do que a própria história. Se você gosta de se divertir usando os óculos, vale a pena.

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28.novembro.2011 18:10:53

Sua vez!

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Essa semana nós sugerimos que os leitores do Estadinho escolhessem o nome do muppet que nasceu especialmente para a nossa matéria. É esse magrelinho bem simpático da foto.

E não é que a Carolina Alonso Moreira, de 7 anos, topou a brincadeira? Ela batizou o muppet de Animalle! Nós adoramos! E vocês, gostaram desse nome? Mais sugestões são bem-vindas!

 

 

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28.novembro.2011 17:26:17

Circuito Estadinho

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Edição do Circuito Estadinho na Livraria Cultura do Market Place

O Circuito Estadinho está de volta! No próximo sábado (dia 3), vai ter oficina de sapos com o ilustrador Lollo lá na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos.

E já que estamos falando nisso, vamos aproveitar para conhecer a programação para o restinho do ano? Ainda dá tempo de se divertir bastante. É só aparecer. Vamos?

Dia 3/12/2011
Oficina de sapos com Lollo.
Livraria Cultura Shopping Villa-Lobos, 15 h.

Dia 10/12/2011
Contação de história: Uma pulga deu um pulo e foi à França, com Andi Rubenstein.
Livraria Cultura Villa-Lobos, 15 h.

17/12/2011
Contação de histórias: Contos africanos, com a Cia. Conto em Cantos.
Livraria Cultura Shopping Bourbon, 15 h.

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26.novembro.2011 07:00:54

Manamaná tchutchu tchururu…

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(Por Natália Mazzoni)

Quem leu o Estadinho deste sábado (dia 26) conheceu os Muppets. Uma turma de bonecos muito engraçada que fez sucesso nos anos 70 e 80. Seus pais, com certeza, já conheciam. Mas o nosso amigo boneco, o Geraldo, apresentou um por um para vocês. E ainda aproveitou a visita do Caco no Brasil para fazer uma entrevista bem bacana. Não leu ainda? Clica nas páginas.

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O filme Os Muppets estreia nessa semana, no dia 2. Se você ficou curioso, pode assistir ao trailer aqui. É só clicar.

Tem também alguns vídeos de programas bem antigos dos Muppets. Você pode vê-los e entender um pouco melhor a personalidade de cada personagem.

 

Lembra que falamos na matéria que a Miss Pigy sempre foi apaixonada pelo Caco, mas ele não dava tanta bola para ela? Então, veja só este vídeo, do dia em que Caco perdeu a memória e acabou esquecendo de sua pretendente.

E o nosso querido animal! A personalidade dele é muito engraçada, olha só quanta maluquice.

Esse vídeo você não pode deixar de assistir. Nós, do Estadinho, nos divertimos a semana inteira cantando essa música! Manamaná tchutchu tchururu…

 

A Andi Rubenstein (ela sempre conta histórias no Circuito Estadinho!) é a mãe do Geraldo, o nosso boneco convidado (ela conta mais sobre isso lá embaixo). Por isso, ela participou da matéria ensinando a fazer um muppet em casa. Você já fez o seu?

Tem mais ideias bacanas para fazer em casa nesse vídeo bem antigo do Jim Henson, o criador dos Muppets. Está tudo em inglês, mas, se você prestar bastante atenção nas imagens, consegue entender como se faz.

Um deles é feito com uma bola de tênis, um pedaço de tecido e um elástico. É só fazer um furo na bola (peça ajuda para um adulto), do tamanho do seu dedo. Cole cabelinhos de lã e olhinhos, para formar um rostinho. Depois, passe sua mão por dentro do tecido e coloque o dedo no furo que você fez na bola. Para fazer as mãozinhas, você usa o elástico na ponta dos seus outros dois dedos (o polegar e o dedo médio).

Há também outro boneco que você consegue fazer usando uma colher de pau. É só desenhar um rostinho na parte redonda da colher, colar cabelinhos e amarrar com elástico um tecido no cabo. Fica bem legal.

Depois, é só usar a imaginação. Fazer variações desses bonecos, criar novos e juntar os amigos para brincar.

 

 

VIDA DE BONEQUEIRA

(Por Aryane Cararo)

Criar e dar vida aos bonecos é legal, não é? Tão legal que fez com que a Andi abandonasse a carreira de arquiteta e fosse aprender a confeccionar fantoches e marionetes. Isso foi há 15 anos! De lá para cá, Andi fez mais de 50 bonecos, e poderia ter feito até mais. Acontece que ela também é contadora de histórias e acaba se dividindo entre as duas funções. Aliás, você já viu como ela conta histórias bem? A Andi quase sempre se apresenta no Circuito Estadinho, você precisa ver! A próxima apresentação dela vai ser no dia 10/12, às 15 h, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos.

 

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 Andi com o boneco que ela fez para o Estadinho. Foi o primeiro que ela aprendeu a confeccionar.


Andi, como você começou a criar bonecos?
Eu não estava muito satisfeita na faculdade de arquitetura e, um dia, fui assistir ao espetáculo de um grupo chamado A Cidade Muda, de teatro de bonecos. Fiquei completamente apaixonada. Então, fiz um curso na Escola de Comunicações e Artes (na USP) como aluna ouvinte. Quem dava aula era a Memélia de Carvalho, do Bambalalão (um programa infantil na televisão), e foi com ela que aprendi esse boneco (acima). Depois, fui assistindo a muitos espetáculos e fazendo vários cursos, com a Ana Maria Amaral, o Eduardo Alves... Até ir fazer mestrado nos Estados Unidos, numa universidade em Connecticut, em 2001 (o Geraldo nasceu lá!)

Por que os bonecos são tão apaixonantes?
O que eu acho mais impressionante é dar vida a um objeto inanimado e torná-lo humano. As pessoas se reconhecem nele.

Você sempre gostou deles?
Sim, desde pequena. Eu me lembro que teve um Natal que o que mais queria ganhar era um fantoche. E quando eu tinha uns 12 anos, fui assistir a um espetáculo de fantolixo, com bonecos feitos de material reciclável, e fiz na escola uma peça com esse tipo de personagem.

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 Olha o Geraldo aí com a Andi. Ele foi feito nos Estados Unidos, há cerca de 10 anos

 

Você gostava dos Muppets?
Eu amava os Muppets! Gostava do Caco (Kermit), da Piggy, da orquestra… Era bem viciada no programa! Eles tinham bastante humor. Quando fui para os Estados Unidos, descobri que todos os meus colegas amavam os Muppets.

O Geraldo é um boneco como os muppets, que mexe a boca e fala. Você ainda faz muitos como ele?
Não, meu trabalho se distanciou um pouco do estilo dos muppets. Gosto mais dos bonecos de madeira, mais caprichados. E com o tempo fui descobrindo que eu gostava de trabalhar com coisas mais simples. Eu não sou super perfeccionista, não faço bonecos maravilhosos, me interesso mais pelo movimento do que pela forma. Tenho um boneco, por exemplo, que é um cachecol. Um pano que não é nada e, de repente, vira uma velhinha. Não precisa estar tudo claro (basta usar a imaginação!).

Como nasce um boneco?
Ele pode nascer na cabeça, num desenho e vai se transformando. Às vezes o que estava na cabeça não dá certo e você descobre outras possibilidades, ele vai ganhando vida, personalidade. E pode demorar até um mês para ficar pronto.

E qual é o mais fácil de manipular?
O fantoche, com certeza!

 

 

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23.novembro.2011 17:59:10

Spirit no Brasil

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Pintura inédita que está na exposição do herói Spirit, feita em papel de pão

(Por Natália Mazzoni)

Quem gosta de história em quadrinhos não pode perder a exposição “O espírito vivo de Will Eisner”,  que está no Centro Cultural São Paulo.
São 106 desenhos originais de Will Eisner (1917-2005), um cartunista norte-americano considerado o melhor de todos os tempos, criador do personagem Spirit, que você deve conhecer. Dá para ver cada risco de caneta nanquin e enxergar todos os detalhes das obras bem de pertinho.
Se você passar por lá vai poder conhecer também uma estátua em bronze do Spirit, que está exposta pela primeira vez aqui no Brasil!
Os quadrinhos estão em inglês, mas algumas plaquinhas em português explicam um pouco o trabalho do artista. É um passeio bem interessante. E seu pai vai se divertir também.

A entrada é franca e a exposição fica até o dia 18 de dezembro no Piso Flávio de Carvalho do Centro Cultural São Paulo – CCSP (Rua Vergueiro, 1.000, Paraíso). Das 10 h às 20 h de terça a sexta, e das 10 h às 18 h nos fins de semana e feriados.

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(Por Natália Mazzoni)

O Circuito Estadinho dessa semana foi muito legal. Muito legal mesmo! Para você que não estava lá, nós vamos contar um pouquinho aqui da farra que rolou na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos.

Quem comandou a festa foi o músico Fábio Freire, que levou para o Circuito uma mala lotadinha de instrumentos musicais. Tinha violão, triângulo, chocalho, buzina e outras coisas bem malucas que faziam barulhos engraçados.
Tudo começou com uma pequena aula de como criar um tambor com um cano de PVC. É fácil e você pode fazer na sua casa.

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Qualquer cano de PVC igual ao da foto serve para fabricar um tambor em casa

O Fábio explicou como fazer: é só pegar um rolo de fita adesiva e colar em forma de “x” em várias direções, até cobrir toda superfície do tambor. Lá no Circuito, cada criança fez um pouquinho.

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A Sofia Brandine, de 4 anos, ajudou. Olha só como é fácil

Tambor pronto. É hora de começar a barulheira! Cada um tocou um pouquinho, e teve gente que se empolgou!

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Como o Luiz Felipe Chajniak! Ele tem só 1 ano mas tocou bem alto!

E a música continuou. A cada hora, o Fábio tocava um instrumento diferente. As crianças gostaram tanto que venceram a vergonha e começaram a dançar!

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O Circuito Estadinho se transformou numa grande festa!

De repente, o som de uma flauta. Tocada bem devagar, parecia o barulho de um fantasma num filme de terror. ” Quem sabe imitar um fantasma?”, Fábio perguntou. A Victoria Ramos Benuthe, de 5 anos, se candidatou.

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Todo mundo adorou a imitação da Victoria!

Teve muito mais diversão. No final, o músico  abriu a mala cheia de instrumentos e os distribuiu. Cada criança ficou com um. A ideia era formar uma grande orquestra.

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Claro que esse foi o momento preferido de todo mundo. Tinha muita coisa diferente e cada um pode escolher com qual queria ficar.

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A Ana Brandine, de 4 anos, é irmã da Sofia. Ela escolheu duas pequenas buzinas!

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Todos a postos, vai começar a grande orquestra do Circuito Estadinho!

“Cedinho lá na porteira
Ô de casa!
O galo canta na cerca
Cocorocó!
E a água da cachoeira
E o sol brilha na fronteira
Que beleza!”

Todo mundo cantou, todo mundo se divertiu. A Livraria Cultura parou para acompanhar o show das crianças!

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A Scarlet Strauss, de 2 anos (que nome incrível esse, não é?), adorou e aplaudiu de pé no final.

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Os irmãos Guilherme e Gustavo Scapin Gomes, de 9 e 12 anos, também aprovaram. 

 Vamos nos divertir juntos no próximo evento? Sábado quem vem não tem Circuito Estadinho, mas depois volta tudo ao normal. Colocaremos aqui no blog a programação do mês de dezembro. Para você não perder nada.

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19.novembro.2011 07:00:08

Caçadores de bactérias

 

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(Por Natália Mazzoni)

Eles estão por toda parte. Na nossa casa, nas ruas, no telefone, na maçaneta da porta, nos tapetes, colchões, travesseiros…E quando menos esperamos, atchim! um vírus entrou em nosso corpo e nos causou uma gripe danada. Ou então um ácaro terrível pulou do tapete peludo da sala para nossa pele e causou uma baita alergia. Sem falar nas bactérias, que podem nos render dores de barriga

Para conhecer de perto esses inimigos invisíveis a turma do Colégio Joana D’arc, de São Paulo, preparou uma emboscada. Prepararam uma gelatina sabor “coisas nojentas que os germes adoram”, e não deu outra: os famintos bichinhos apareceram aos montes. Se você ainda não leu o Estadinho desse sábado (dia 19) pode clicar nas páginas abaixo e aprender a fazer essa experiência, além de saber mais sobre esses monstrinhos.

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A Mariana Agostini Fernandes, de 6 anos, também participou dessa experiência. E sabe o que ela descobriu? Que “ficar sem lavar a mão por muito tempo é bem nojento”.
Como você leu na reportagem, os alunos passaram os cotonetes em vários lugares para capturar as bactérias. E todo mundo ficou surpreso ao descobrir como nossa mão fica suja.

 A Amarilis Torniqui Watanabi, de 6 anos, contou para o Estadinho que achou muito interessante passar o cotonete no dinheiro e descobrir várias bactérias morando nas notas. “É mesmo muito nojento”, contou ela.

Assim como a Mariana e a Amarilis, o Lucas Russo, de 8 anos, ficou muito surpreso com a experiência. Ele não imaginava que uma maçaneta poderia ser o lar de tantas bactérias.”Passamos o cotonete na maçaneta da porta e depois na gelatina. Depois de alguns dias a gelatinha encheu de bactérias!”.

E você, já fez a experiência? Se você fez, escreve para a gente contando quando as bactérias e fungos começarem a aparecer nos copinhos!

Se você acompanha o blog do Estadinho deve lembrar de um esquilo que tinha pavor de germes, o Esquilo Intranquilo! Caso você ainda não conheça essa história, vale a pena dar uma olhadinha. É só clicar aqui.

Outro livro que pode ser bacana para você entender um pouco mais sobre os germes, é o Sid, o cientista – O problema com os germes.

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Sid, o cientista – O Problema com os Germes
Autor: Jennifer Frantz
Editora: Fundamento
R$ 19,60

Vamos falar de coisas bonitas?

Outra experiência bem bacana que os alunos desse colégio fizeram transformou sal em cristais coloridos. Incrível, não é? Olha como fica lindo.

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Parece até uma pedra valiosa!

Você deve ter ficado curioso para descobrir como que o sal se transforma numa pedra tão bonita. Essa “mágica” acontece assim: em uma solução superssaturada (com muitos sais), é colocado um cristal (chamado de cristal semente). Cerca de 2 meses depois, os iões de sódio e potássio se juntam, formando esses novos cristais coloridos.
Está vendo, as coisas minusculas também podem ser lindas. Gostou?

 

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18.novembro.2011 16:21:36

Circuito Estadinho!

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Fábio Freire, em uma de suas apresentações no Circuito Estadinho

 Tem muita música esperando você amanhã (dia 19) no Circuito Estadinho. É que Fábio Freire vai ensinar a transformar objetos em instrumentos musicais! E também a batucar no próprio corpo.

No final, as crianças vão montar sua própria orquestra, com instrumentos convencionais e inventados, e tocar novos arranjos para músicas conhecidas.
Para fazer parte desse show é só aparecer na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos às 15 horas.

Shopping Villa- Lobos – Av. Nações Unidas, 4.777, Alto de Pinheiros. Grátis.

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14.novembro.2011 19:38:47

Varal de histórias

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(Por Aryane Cararo)

Livraria é um lugar onde ficam “pendurados” livros, histórias e revistas nas prateleiras. Mas não é que a Andi Rubenstein resolveu pendurar roupas? Juro, juradinho! Aconteceu no Circuito Estadinho do último sábado (dia 12), na Livraria Cultura do Shopping Market Place.

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Ela levou um varal e colocou lá um lenço, um macaquinho, uma echarpe e um véu. As crianças tinham que escolher o que tirar dos prendedores de roupa. E para cada peça recolhida, Andi começava uma história, acompanhada do músico Gustavo Finkler.

- Alguém aí lava roupa? – perguntou a Andi.

E não é que os irmãos Lorena e Felipe Delgado, de 4 e 6 anos, disseram que sim?! Andi duvidou e perguntou como se fazia.

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- Esfregando! – respondeu Felipe. Andi esperava que ele dissesse: “Colocando na máquina.”

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Por causa dessa desinibição toda, os irmãos foram os primeiros a escolher uma peça. Mas na hora de tirar uma roupa do varal, foi difícil chegar a um consenso: Felipe queria uma, Lorena outra. No fim, eles concordaram em retirar o lenço. E lá foi a Andi começar a contar a história daquele lenço, que ela ganhou de uma amiga chamada Maria.

Maria era casada com João e eles tinham uma vaquinha. A mulher pediu ao marido para ir à cidade e trocar a vaca por alguma coisa mais útil para eles. Na primeira vez, ele trocou a vaca pelo cavalo. Na segunda, trocou o cavalo pela ovelha. Depois, a ovelha por um ganso, o ganso pela galinha e, por fim, ficou só com um saquinho com titica de galinha nas mãos. É com isso que João chega em casa, depois de um dia de trocas. O que será que Maria vai dizer? Que ele foi sabido ou ingênuo?

Sabe que tinha um João no Circuito? Ele era muito esperto!

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- Eu sou mais sabido de todo mundo! – afirmou o João Pedro Silva Rodrigues, de 5 anos. Ele adora histórias, principalmente as que envolvem animais (melhor ainda se for do fundo do mar, com tubarão). E costuma ser bem participativo e desinibido. A gente achou ele modesto também!

Se você perdeu a contação de histórias no Circuito, pode ler esse conto no livro João Boboca ou João Sabido?, de Rosane Pamplona, pela editora Brinque-Book. A gente não vai contar aqui o final. Em vez disso, perguntamos às crianças que estavam lá pelo que elas trocariam a vaca. Foi cada resposta…

 

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“Eu trocaria por um lobo! O bicho que eu mais gosto é o lobo!”, contou Felipe Franco Jordano, de 6 anos. Felipe adora as histórias do Barba Ruiva, mas ele ainda está terminando de ler o livro. E disse que gosta dos quadrinhos da Mônica que têm no Estadinho. Durante as histórias, Felipe lembrou que ter uma galinha na casa do João seria bom, porque dava para fazer coxinha, que é uma delícia. 

 

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E olhe só como ele ficou tenso quando a Andi estava contando a segunda história, de suspense. Felipe mergulha mesmo nas histórias!

 

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Mesmo quem não sabe falar ficou ali quietinha ouvindo. A Manuela Giopato Meneghin tem só seis meses, mas parecia estar entendendo tudo no colo da irmã, a Bruna G. Meneghin, de 3 anos, que adora histórias de princesas.

 

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Já o Enzo Maya Littério, de 4 anos, disse que não trocava a vaca “por um nada, nadinha”. Ele gostou mesmo foi da segunda história: ” Porque era um pouquinho engraçadinha”, explicou ele, muito exigente. Fã do Lanterna Verde, Enzo foi o mais participativo no Circuito. Ele queria ajudar a Andi a contar as histórias e estava tão compenetrado nesta tarefa que levantava o tempo todo para que fosse ouvido. Foi um assistente e tanto!

 

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Tanto que acabou escolhendo outra peça do varal, junto com a Gabriela Rocha Della Rosa, de 6 anos, que já participou antes do Circuito Estadinho! Olha ela lá na ponta à esquerda, de vestido preto, branco e rosa. Gabriela ficou o tempo todo ali, bem na frente, assim como a Heloísa Conti Belo, de 6 anos, na ponta à direita (de trancinha).

 

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Heloísa também é veterana de Circuito: já fez até um foguete numa das oficinas. Vejam que concentração! Ela morreu de rir com a interpretação da Andi.

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E por falar em gente que sempre aparece para ouvir uma história, vejam só a fofa da Marina Suppo (acima), de 3 anos, que foi lá com uma saia rodada linda e uma tiara de princesa. Quando viu o véu pendurado no varal, jurava que era vestido (de noiva). Mas era um mosquiteiro, aqueles véus que se colocam em volta da cama ou do berço para se proteger dos mosquitos.

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O Leonardo Costa, de 2 anos, e a Mariana Khoury, de 4, adoraram a contação e ficaram muito tristes quando ela acabou. Leonardo quis até dar um abraço em Andi. Ele gostou da história do saquinho, mas, no saquinho dele não tinha titica, só a galinha mesmo. A Mariana curtiu a do patinho. Acompanhe quanta troca eles fariam:

Leonardo disse: 

- Eu troquei por um cavalo, daí troquei por um burro. Eu ia trocar o burro por uma ovelha, mas escolhi um panda. Depois eu escolhi um pato.

E a Mariana:

- Troquei a vaca por um porco e levei para a lama. Depois, troquei por um patinho, que vai na água.

Legal, vocês gostam de que tipo de história?

- Eu gosto de história de caveira, gosto de cachorro e de bexiga e gosto de camiseta de futebol. Ah, e gosto de história de príncipe, aquele que salva a princesa! – disse o Leonardo. Já a Mariana contou que gosta mesmo de história de pato e da Chapeuzinho Vermelho, mas também adora assistir ao DVD da Bela e a Fera.

Se você perdeu esse Circuito, não perca o próximo, que vai ser bem diferente. Fábio Freire vai improvisar uma orquestra lá na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos. E você vai tirar sons batendo no seu corpo e em objetos que não são instrumentos musicais! Vai ser no sábado, dia 19, às 15 horas.

 

 

 

 

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14.novembro.2011 17:29:22

Sua vez!

Na Fabriqueta de Ideias dessa semana a colunista do Estadinho Katia Canton falou de Amadeo Modigliani (1884-1920), um artista moderno que criava retratos de pessoas com linhas bem alongadas. E o Sua Vez sugeriu que cada um fizesse um retrato assim.

A Luisa Schuler Bicev, de 9 anos, topou a brincadeira e mandou um autorretrato muito legal pra gente.

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Se inspirou? Faça o seu e mande pra gente no estadinho@grupoestado.com.br.

 

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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