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Estadinho

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As meninas da Cia Conto em Cantos trouxeram histórias populares do Norte do País para contar às crianças que foram ao Circuito Estadinho no último sábado (dia 29), na Livraria Cultura do Shopping Market Place, em São Paulo. Teve história engraçada, teve outras de tomar susto, mas não teve ninguém que não tenha gostado dessas lendas do folclore popular brasileiro.

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Da amazônia, Juliana Offenbecker e Priscila Harder levaram não só histórias como a da Noiva do Cai-cai: elas vieram cheias de instrumentos para fazer os efeitos sonoros e também os efeitos de cena.

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Pois não é que até a cobra Boiúna elas trouxeram? Calma, não era uma cobra de verdade, mas um utensílio de palha usado pelos índios (esse que está nas mãos da Priscila).

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Marina Suppo, de 3 anos, nunca tinha visto instrumentos assim e ficou encantada muito antes de as histórias começarem. Ela queria tocar aqueles objetos todos, para saber que tipo de som cada um produzia. Ficou interessada em um tambor, mas teve de esperar a contação acabar para experimentar todos eles. No fim, ficou deslumbrada mesmo foi com o coco: ela nunca tinha visto som assim! Justiça seja feita: apesar de estar de olho nos objetos, ela prestou atenção em todos os contos e até sugeriu que a sobremesa de Pedro Malasartes fosse brigadeiro. E foi uma das voluntárias quando Priscila e Juliana pediram a ajuda para duas crianças corajosas.

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 O outro corajoso foi o Pedro Brito, de 6 anos, que participou da brincadeira. Bem no comecinho, ele estava meio tímido, olhando tudo lá do fundo da livraria. Aos poucos, foi chegando ao tapete lilás e, por pouco, quase levou uma patada da onça da história assim que arranjou um lugarzinho no meio.

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Depois, ele ficou bem à vontade e não desviou a atenção nem um minuto, porque sabe que para ouvir os contos atenção é fundamental. Ah, sabe o que ele disse que era preciso ter no jantar do Pedro Malasartes? Brócolis! Você diria isso também?

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A irmã de Pedro, Mariana Brito, de 4 anos, sugeriu um bifinho. Assim como Pedro, ela adora histórias e não perdeu um detalhe da contação.

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Ao lado dela, estava o participativo Arthur Taciano Fracalossi, de 3 anos. Ele sabe que para uma contação de histórias ocorrer é preciso ter livros e não dar atenção para ninguém. Foi por isso que ele só respondeu rapidinho que estava gostando de tudo, entre o intervalo de um conto e outro, e disse que precisava ouvir a música da história seguinte, que já estava tocando.

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Foi justamente a música que fez a festa de Carolina Santos Costa, de 2 anos. De pé quase o tempo todo, Carolina ia para lá e para cá toda vez que ouvia um som tocar. Gostou também de imitar os gestos das contadoras. Sua mãe contou que ela adora música e que faz balé. “E vai ser humorista também”, disse a mãe assim que Carolina fez essa carinha para a foto. Não ficou uma graça?

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Do lado dela, Beatriz Lopes, de 2 anos, também pediu para a mãe tirar os sapatos para ficar mais à vontade no tapete lilás. Ela ouvia com atenção, levantava na hora das músicas, imitava os gestos de terror e suspense das contadoras e queria participar de tudo. Adora histórias e pede sempre para a mãe ler muitos livros. E não se assustou com o véu da noiva assombrada: ela tinha visto algo parecido na comemoração de Halloween.

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Só tinha criança corajosa no Circuito. Rafaela Orrico Offenbecker, de 3 anos, prima da Juliana, era uma delas. De braços cruzados, boquinha apertada e queixo para cima, ela jurava que não tinha medo de nada, nadinha: nem da cobra Boiúna nem da noiva assombrada nem de nada. Mas sua irmã, a Laura Orrico Offenbecker, de 7 anos, disse que era mais corajosa que Rafaela. As duas moram na Bahia, estavam passeando por São Paulo e adoraram a tarde de histórias com a prima contadora. “Foi interessante e engraçado!”, disse Laura, que gostou mais da história da noiva. Ah, e até Maia Harder, de 6 meses, parece ter gostado de tudo: ficou atenta à contação da mãe Priscila.

Ficou com vontade de participar? Pois no próximo sábado (dia 5), Juliana Offenbecker está de volta no Circuito Estadinho, com histórias diferentes. Vai ser na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, às 15 h. Até lá!

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31.outubro.2011 07:00:46

Festa do saci

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(Por Aryane Cararo)

Não precisa ver um saci para saber que ele está pela área. Se o sal estiver trocado pelo açúcar, a comida queimar e os objetos desaparecerem misteriosamente, pode desconfiar. Tem saci aprontando. Fique esperto especialmente hoje (dia 31), pois se comemora oficialmente o Dia do Saci e soubemos que ele gosta de uma farra. Mas não precisa ter medo, ele não é ruim. Só gosta de fazer traquinagem e, nisso, até se parece com um montão de crianças que conhecemos.

Os sacis apareceram no folclore brasileiro há mais de cem anos, muito antes de Monteiro Lobato falar dele no Sítio do Picapau Amarelo. Os primeiros relatos sobre essa entidade brincalhona são do século 19 e, antes de ser o menino negro de gorro vermelho, uma perna só e cachimbo, o saci já foi índio e era bem mais malvado. Dizem por aí que tem até Saci japonês, acredita?

Pois pergunte para o jornalista Dilair Aguiar, que conversou com um numa praça da Liberdade, bairro de São Paulo onde vivem muitos japoneses. Ele conta essa história no livro Saci, que é uma coletânea de contos de diversos autores sobre o menino arteiro, organizada por Mouzar Benedito, um dos fundadores da Sociedade dos Observadores de Saci (clique aqui para ler mais sobre esse assunto).

Nesse livro, tem até saci parecido com Bob Marley, cheio de miçangas, que foi desenhado pelo ilustrador Baptistão, que trabalha no Estadão e já fez diversas ilustrações para o Estadinho. Tem história sobre menino que não acredita em saci e gente que caça o tal capetinha, entre muitas outras. Por precaução, mantenha por perto uma peneira de caçar sacis enquanto lê sobre esse garoto travesso.

Saci
Autores: vários.
Organização: Mouzar Benedito
Editora Mundo Mirim, R$ 29,90

 

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31.outubro.2011 06:50:45

Bruxas e monstros

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(Por Aryane Cararo)

Hoje (dia 31) não se comemora apenas o Dia do Saci. É Halloween ou Dia das Bruxas, uma festa que surgiu provavelmente entre os celtas, um povo muito antigo que viveu na Europa muito antes de Cristo. Em 31 de outubro eles comemoravam o seu ano novo e o início do inverno, e acreditavam que demônios e fadas ficavam livres para aterrorizar todo mundo nesta noite. Por isso, acendiam fogueiras, se vestiam com peles e cabeças de animais e ofereciam comida para acalmar a fúria dos espíritos.

Hoje, as crianças se vestem de monstros e saem às casas pedir doces, especialmente em países como Estados Unidos, Irlanda e Inglaterra. No Brasil, este costume não é muito forte, mas tem gente que comemora a data se fantasiando e fazendo uma festa. No México, celebra-se amanhã e depois (dias 1 e 2) o Dia dos Mortos. Para você ver, muitos lugares do mundo festejam os espíritos e monstros por esses dias. Por isso, resolvemos colocar aqui um livro muito bacana que conta lendas sobre monstros de várias partes do mundo: O Livro dos Monstros! Olha só:

América do Norte (dos índios Passamaquoddy): o Chinu é um bicho malvado, com dentes afiados, de coração cruel e gelado, que soltava berros assustadores e comia pessoas, quando era trazido pelos ventos gélidos até onde elas viviam. Acontece que um dia ele encontrou uma índia esperta, que resolveu lhe dar carinho e tratá-lo como da família. Será que ele foi enganado?

Austrália (dos povos aborígenes): Wurrawilberu é o nome do malvado espírito do furacão. Ele roda, rodopia, salta, corre, uiva e espalha pó e espinhos para todos os lados. Um dia, ele resolveu assustar uns sapos preguiçosos e eles ficaram com tanto medo que, dizem, até hoje correm para a água e ficam em silêncio ao menor dos barulhos. Será?

Nepal: Shopka é o abominável homem das neves, um monstro de pelos brancos e dentes afiados, que tem uma varinha mágica para atender a seus desejos. Fato é que esse monstrengo não é nada mau, pelo menos não é o que parece na história em que ele encontra o menino Ramay.

África do Sul (Bantu): a Mãe dos Monstros é um bicho enorme, de escamas grossas cobertas de lodo, que vive no rio Ilulange e odeia ser incomodada. Mas eis que um dia, uma princesa metida e corajosa, chamada Ntombi, decide perturbá-la e a monstrenga acaba devorando-a. E não é que ela pega gosto pelo sabor de carne humana e começa a comer um monte de gente!? Que guerreiro vai conseguir deter a Mãe dos Monstros?

Taiti: já ouviu falar na Rona Dentões? É uma mulher-monstro, de dentes pontiagudos, que conhece uma série de feitiços e devora gente. Quando está com fome, começam a surgir dentes por todas as partes de seu corpo. É um horror! Bem, Rona tem uma filha chamada Rina, muito boa e bonita, que se apaixona por um garoto chamado Monoi. Ai ai ai. A monstrenga não vai gostar nada disso!

Itália: sabia que lá morava um ogro cheio de penas mágicas? Todos os anos ele capturava cem moças e rapazes para comê-los ao longo dos meses. Um dia, por infelicidade, o rei adoeceu e a única coisa que o salvaria era uma pena do ogro. Mas quem teria coragem suficiente para ir até a ilha do monstro e arrancar uma de suas penas?

O Livro dos Monstros
Texto: Fran Parnell
Ilustração: Sophie Fatus
Tradução: Heloisa Jahn
Editora Companhia das Letrinhas, R$ 34.

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29.outubro.2011 07:00:21

Chaplin e o cinema mudo

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Charles Chaplin inventou um dos personagens mais famosos da história do cinema, o Carlitos. Se você leu a matéria do Estadinho desse sábado (dia 29) já sabe mais um pouco da história dele. Caso não tenha lido, é só clicar nas páginas abaixo.

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Vendo as fotos da matéria, é possível ter uma ideia de como Chaplin atuava no cinema mudo. Mas, para você entender bem como tudo funcionava, colocamos alguns vídeos aqui. É bem diferente dos filmes de hoje, olha só:

 


O Garoto, de 1921 

No Sua Vez dessa semana, nós sugerimos uma brincadeira: inventar o final da sequência de algumas cenas dos filmes O Circo e Tempos Modernos, de Chaplin.

Se você inventou o seu final, pode comparar agora com o desfecho das cenas nos filmes. É só assistir abaixo.

 O Circo, de 1928.

Chaplin ganhou o Oscar com esse filme. Mas a produção de O Circo não foi nada fácil. Antes das filmagens começarem, um vendaval destruiu todo o cenário. Meses depois, quando as gravações já estavam acontecendo, um incêndio acabou com todo os equipamentos e, mais uma vez, o cenário estragou.
 

 Tempos Modernos, de 1936.

Tempos Modernos foi lançado 10 anos depois que o cinema ganhou som. Todos estavam ansiosos para ouvir a voz de Chaplin. Em uma das cenas, Carlitos é contratado por um restaurante com a condição de cantar para os fregueses. No grande momento, ele começa a falar palavras invertidas e sem sentido. E mais uma vez escapa.

Se você quiser conhecer mais sobre a vida de Charles Chaplin, vale a pena visitar a exposição Chaplin e Sua Imagem, em São Paulo. São fotos da vida e da carreira do ator que contam como o personagem Carlitos foi construído. Também são exibidas cenas de alguns filmes de Chaplin em uma das salas.

A mostra vai até 27 de novembro no Instituto Tomie Ohtake (Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, São Paulo). A entrada é gratuita.

Para quem quiser conhecer mais obras de Chaplin, o festival de filmes Revendo Chaplin, também em São Paulo, é uma boa opção. Ele acontece neste e no próximo fim de semana (dias 29 e 30/ e 5 e 6/11) no MIS (Museu de Imagem e Som – Av. Europa ,158, São Paulo). Será cobrado R$ 2 inteira e R$ 1 meia-entrada. Quem levar um panfleto da exposição do Tomie Ohtake entra gratuitamente. 

Se não puder ver nenhuma das duas, espie um pouco mais sobre os filmes abaixo:

 Esse trecho de O Garoto (1921) é um tanto triste, não? Mas tem final feliz! A história é assim: uma mulher solteira tem um bebê e o pai não o assume. Ela, então, decide entregar o bebê a pais adotivos e deixa-o em um carro na frente de uma mansão. Mas esse carro é tomado por bandidos, que deixam a criança na rua. Carlitos, então, acha o bebê e acaba o criando. Cinco anos depois, eles estão juntos na malandragem: o garoto quebra as vidraças e Carlitos oferece o serviço para conserto de vidros. Essa que você viu é a parte em que a polícia decide tirar o menino do pai adotivo. Ah, a mãe se arrepende do que fez, mas não encontra mais o bebê. Quer saber mais? Vai ter de assistir ao filme!

 

Trecho do filme Luzes da Cidade (1931). Neste filme, Carlitos se apaixona por uma florista cega, que pensa que ele é rico. Para não entristecê-la, ele se faz passar por milionário. Acontece que a moça está em dificuldades financeiras e ele tenta fazer de tudo para ajudá-la: de varrer rua até entrar numa divertida luta de boxe, que está no vídeo acima.

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28.outubro.2011 17:07:01

Sua vez!

Chegou mais um bicho inspirado na brincadeira que fizemos na matéria sobre os maiores e os menores animais da Terra (clique aqui para ver). Dessa vez, quem mandou foi o Matheus Muller Menta, de 6 anos. Ele inventou a Águia de Cabeça Branca, que vive nos rios e mares da América do Norte. Vejam só:

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 Quer ver os outros? Então, clique aqui e aqui . Aproveite e mande o seu!

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28.outubro.2011 07:27:23

Lendas amazônicas

 

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O Circuito Estadinho de amanhã (dia 29) vai trazer lendas diretamente do folclore amazônico. É que Priscila Harder e Juliana Offenbecker, as meninas da Cia. Conto em Cantos, foram coletar histórias no Amazonas e no Pará e agora as apresentam com objetos e instrumentos que vieram de lá. Entre os contos estão Como Surgiu a Noite, A Lenda da Vitória-régia e A Noiva do Cai-cai. Venha ouvir na Livraria Cultura do Shopping Market Place, às 15 horas.

 Circuito Estadinho: Contação de histórias com a Cia. Conto em Cantos na Livraria Cultura do Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, Morumbi). Sábado (dia 29), às 15 horas. Grátis.

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25.outubro.2011 07:30:01

Sem medo

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(Por Aryane Cararo)

Todo mundo tem medo de alguma coisa. Morango Sardento, a garotinha inspirada na infância da atriz norte-americana Juliane Moore, tinha medo de jogar queimada.

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 Essa é a atriz Julianne Moore, que escreveu o livro

Morango não temia o jogo em si, mas sim levar uma bolada do Pedro Bomba. Ele era um garoto mais alto que todos e muito, muito forte. Suas boladas eram bem doloridas e eliminavam todas as crianças da queimada.

Um dia, Morango Sardento estava no fundo da quadra, distraída brincando com seu monstro imaginário, quando percebeu que era a última criança no jogo. Não tinha jeito: ia levar uma bolada do Pedro Bomba. Que medo! Mas parece que seu monstro imaginário lhe deu poderes extraordinários para não sentir mais pavor e a bolada nem doeu.

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- UOOAARRR! Eu sou um monstro e nem ligo pras suas boladas! – gritou a garotinha.

E quem ficou assustado foi Pedro. Só que ela tratou logo de dizer que estava apenas brincando. No fim, sabe o que aconteceu? Puxa, isso a gente não pode contar. A história toda você lê em Morango Sardento e o Valentão da Escola.

Pois bem, a garotinha arranjou um jeito de perder o medo. E você, tem algum monstro ou amigo imaginário que o ajuda a superar seus temores? Deixe aqui seu recado!

Morango Sardento e o Valentão da Escola
Texto: Julianne Moore
Ilustração: LeUyen Pham
Tradução: Denise Fraga
Editora Cosac Naify, R$ 37

 

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23.outubro.2011 23:26:55

Adivinhas do baú

“O que é, o que é: um teatro com cadeiras branquinhas e uma bailarina rosada no meio?”  “É a boca”.
A adivinha saiu do baú da contadora de histórias Andi Rubenstein, sábado (dia 22), no Circuito Estadinho. A brincadeira foi na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos e contou com a presença do músico Denis Duarte, além de uma turminha muito animada. Olha só o que eles aprontaram: 

 

                                                                                          Fotos: Fernanda Araujo/AE  68f.jpg

 Andi levou um baú com várias brincadeiras de adivinhação.
Enquanto Denis tocava, ela passava uma borboletinha nas mãos das crianças. Quando a música terminava, a criança que estivesse com a borboletinha pegava uma adivinha dentro do baú.

 

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Todos ficaram de olhinhos atentos. E a borboleta?

 

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Logo veio a delicada borboleta, segura por um pedacinho de arame.

 

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As amigas Teresa Navarro Sanches e Tayna Liberato Velho, ambas de 6 anos,
se encontraram no shopping e foram direto para a livraria.  Muito empolgadas, elas contaram que são veteranas no Circuito Estadinho.

 

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Luiza Conte
, de 8 anos, também foi com um amigo, Gustavo Marques Yamamoto, de 8 anos.
“Hoje teve Expoarte na minha escola e eu chamei o Gustavo para ir comigo”, disse Luiza. E Gustavo curtiu o programa: ”Já vi a Andi contar várias histórias aqui. Ela é divertida”.

 

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A Luiza tirou do baú uma adivinha sobre galo. Mas não foi o único galo da tarde.
Entre uma brincadeira e outra, Andi contou a história de Marieta, uma mocinha que só conseguiu se casar com o príncipe com a ajuda de um galo muito misterioso. 

  

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Felipe Silva Coutinho
, de 4 anos, não perdeu nenhum detalhe.

 

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 Já a irmã do Felipe…. Julia Silva Coutinho, de 1 ano, ficou só passeando.
Parou apenas para fazer uns desenhos nas pernocas.

  

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Enquanto isso, Pedro Henrique Valassi Laguna, de 1 ano, também dava sua contribuição, convocando todos a sentarem: “Senta, senta, história”.
 

 

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Denis ensinou uma música com percussão corporal.
Batendo no peito, nas pernas, nas bochechas e nas mãos.

 

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E do lado direito do tapete teve até gente grande tentando acompanhar a coreografia do Denis.

  

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Mariana Carneiro
, de 7 anos, assistiu a tudo lá do fundo, no colo do pai.

 

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Mas a irmã, Isabel Carneiro, de 3 anos, retocou o batom e foi se sentar lá na frente.

  

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Ana Cecilia levou as filhas Helena Benain, de 4 anos, e Marina Benain, de 8 anos,
além das sobrinhas Giovanna Lucchese e Polyana Lucchese, ambas de 10 anos.

 

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Ao lado da mamãe Rúbia e das bonecas, as gêmeas Maitê Pissinatti Arcanjo da Luz

e Aimê Pissinatti Arcanjo da Luz, de 2 anos,  também adoraram a atividade.
Principalmente a história do anel.

  

E semana que vem tem mais um Circuito Estadinho. Vai ser dia 29 de outubro, às 15 h, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, com a Cia. Conto em Cantos. Esperamos vocês!

 

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22.outubro.2011 07:00:23

Como nasce um brinquedo?

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(Por Natália Mazzoni)

Entrar numa loja de brinquedos é muito legal, não é? São centenas de opções, bonecas de vários tipos, carrinhos, robôs, jogos. Tudo parece mágico.

Mas você já parou para pensar como isso tudo é feito? Se você leu o Estadinho de hoje (dia 22), já sabe que alguns brinquedos podem demorar um tempão para serem feitos, desde o comecinho do projeto até a etapa final.

Se você ainda não leu, é só clicar nas páginas abaixo. Depois, continue aqui e descubra um pouquinho mais sobre o universo dos brinquedos.

Página 1

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 POR DENTRO DA FÁBRICA

Quer saber mais sobre a produção de uma boneca? Acompanhe a entrevista com o gerente de marketing da Grow, Gustavo Arruda, a fábrica de brinquedos que visitamos para a reportagem.

Como funciona o projeto de um novo brinquedo?
Temos um planejamento anual de lançamentos, com cerca de 100 novos brinquedos por ano. A definição dos brinquedos que serão lançados leva em conta as tendências do mercado (brasileiro e internacional), personagens que estão fazendo sucesso, novos personagens com potencial de sucesso (novos filmes ou seriados, por exemplo).

Qual é a primeira etapa na criação dele?
É a definição do conceito. É preciso estar bem claro para todas as áreas envolvidas quais serão as funções do brinquedo, qual a faixa etária a que ele se destina e qual deverá ser o seu preço nas lojas.

A fábrica faz protótipos?
Sim, essa é uma etapa importante no processo de desenvolvimento, para nos certificarmos se tudo está funcionando no brinquedo como foi planejado.

Em média, quanto tempo leva para um brinquedo sair dos papéis e chegar às lojas?
Depende muito do tipo de brinquedo. Um jogo de tabuleiro ou quebra-cabeça, por exemplo, que não depende de novos moldes para a produção de peças plásticas, cerca de 4 meses. Já uma boneca pode levar de 6 meses a um ano, principalmente se ela tiver algum mecanismo importado.

Como é a escolha das roupinhas das bonecas e bonecos?
Quando o personagem já tem uma roupa característica, procuramos fazê-la o mais parecida possível, levando em consideração que, como ela tem um tamanho reduzido, algumas simplificações são necessárias. Quando não tem uma roupa pré-determinada, procuramos seguir tendências da moda junto com as características do personagem.

Veja mais fotos das etapas de produção da boneca Mônica Patinadora:

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O bracinho da boneca no setor de pintura da fábrica. 

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Nesta foto, a gente consegue ver as cabecinhas da Mônica em várias etapas. Repare que elas estão sem os olhos ainda, que são pintados mais tarde.

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Depois de prontas, as peças saem nessas bandejas para o setor de montagem. 

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As bonecas sendo montadas. O corpinho e os patins são importados da China. 

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Depois de montadas, é hora de receber as roupinhas. Assim que estão vestidas, as bonecas são levadas para as lojas.

 Agora você já sabe como um brinquedo é feito na fábrica. E sabe também que é possível criar um brinquedo com as próprias mãos, como fizeram os irmãos Guilherme e Isabela Esguedelhado, que fizeram suas invenções no ateliê de tecnologia Tempo e Espaço e apareceram na matéria do Estadinho. “Você chega com a ideia e as pessoas do ateliê vão te orientando para fazer o brinquedo”, diz Isabela.

O Guilherme contou também que teve a ideia de fazer um avião que vibrasse, já que é assim que ele imagina que seja um avião voando no espaço. “Para isso eu instalei um motorzinho dentro do avião, que faz ele vibrar”.

 

QUER CONSTRUIR O SEU BRINQUEDO?

Pensando em como criar os próprios brinquedos, a autora do livro A História do Brinquedo, Cristina Von, deu algumas dicas de como fazer isso em casa. Olha só que bacana:

- Jogo Cinco Marias: pegue retalhos de tecido e encha com grãos, caroços como o do pêssego, areia, terra ou pequenas pedrinhas. Costure ou amarre para que eles formem bolinhas ou saquinhos. Faça 5 deles. Enquanto um estiver no ar, tente pegar outro no chão.

- Robôs, foguetes, palhaços:  você pode construir com o que encontrar em casa. Procure coisas que não estão mais em uso para isso. Certa vez, o Professor Sassá ensinou a fazer um foguete com embalagem vazia de detergente. Clique aqui para ver.

- Boneca de meia: não jogue fora as meias rasgadas. Faça uma bolinha e amarre para fazer a cabeça. Para o cabelo, cole um pouco de lã. E pinte com canetinha os olhos, nariz e boca.

- Boneca de milho: você já reparou como o “cabelo” do milho fica ótimo nas bonecas? As folhas verdes podem dar um lindo vestido e até a espiga, depois de devorada, serve como corpinho.

- Cobra: tente fazer uma cobra juntando, ou amarrando, aquele papelão que serve de miolo para o papel higiênico.

- Marionetes: use retalhos, ou então, uma luva de borracha que rasgou.

- Casa de bonecas ou forte apache: use caixinhas de fósforo ou palitos de sorvete.

Se quiser mais algumas dicas, tem mais alguns passo a passos do Professor Sassá para você se inspirar. É só clicar aqui e aqui. Você também pode passear pelo blog do Estadinho e procurar outros brinquedos que o Professor Sassá ensinou. Para isso, clique aqui:

Agora que você já leu tudo isso, é só usar a imaginação e começar a brincadeira. Se você se animar e criar um brinquedo, tire uma foto dele e mande para a gente!

 

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21.outubro.2011 16:58:36

Circuito Estadinho

 

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A contadora de histórias Andi Rubenstein

Amanhã (dia 22), Andi Rubenstein vai levar um baú cheio de histórias para contar no Circuito Estadinho. Mas todas elas precisam ser decifradas. Funciona assim: as crianças sorteiam papéis que trazem uma adivinha. Por exemplo: o que é o que é, que anda com os pés na cabeça? E cada adivinha puxa o começo de um conto. Quer participar?

Circuito Estadinho. Contação de histórias com Andi Rubenstein. Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos. Av. das Nações Unidas, 4.777, Alto de Pinheiros. Sábado, dia 22, às 15 horas. Grátis.

 

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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