ir para o conteúdo
 • 

Estadinho

“Em uma cidade mexicana chamada Santa Fé, havia uma capela denominada Loretto. Quando ficou pronta, as freiras viram que precisava de uma escada que as levasse ao coro, mas não tinha quem construísse.

Então, as freiras começaram a procurar um carpinteiro por toda a cidade e nada. Certa manhã, apareceu um senhor dizendo ser carpinteiro e se ofereceu para fazer o serviço. As freiras alegraram-se.

Pois bem, construiu uma escada em forma de caracol, em pouquíssimo tempo e tudo a portas fechadas. Foi embora sem avisar nem receber o pagamento.

As irmãs acharam estranho, por que teria feito aquilo?

A cidade só falava nisso, todos chocados, uns diziam que talvez seria milagre, ou apenas imprevisto, e o mais estranho é que a escada não tinha suporte.

Procuraram o tal carpinteiro dias e noites, mas nunca conseguiram sequer uma notícia. Até que um dia muito cedo, um senhor desconhecido que as pessoas acharam muito estranho revelaria quem tinha feito a escada para as freiras.

Ele disse que tinha sido Pedro, o falecido padre espanhol, filho de um conceituado carpinteiro em Madri. Assim, o homem desconhecido foi embora, e nunca mais souberam dele ou mesmo se a informação era verdadeira.”

 Maria Eduarda Catharin, 13 anos, 8º ano.

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail! Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo/SP. CEP: 02598-900

 estadinho at grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -
29.agosto.2011 14:00:05

Sentimentário

 est27_01.jpg

(Por Aryane Cararo)

Se você já precisou abrir o dicionário para descobrir o significado de uma palavra, vai entender o que estamos falando. Especialmente se o dicionário for daqueles enormes, pesados e que não foram feitos para crianças. Muitas vezes não dá nem para entender o que ele está explicando. E, quando dá, a gente até chega a desanimar com a explicação, não é? Por exemplo, vamos ver como ele define a palavra “brincar”, que é uma das melhores coisas na vida:

“1. Divertir-se infantilmente, entreter-se em jogos de crianças. 2. Divertir-se, recrear-se, entreter-se, distrair-se, folgar.”
(retirado do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, da Editora Nova Fronteira, 31ª impressão)

Deste jeito, nem parece divertido como é. O dicionário é sempre tão sério, tão sem sentimentos, que às vezes chega a ser injusto com as palavras. Foi o que pensou Babu, o personagem e narrador do curta de animação Sentimentário. No filme, Babu narra como ficou indignado quando foi procurar o que o glossário falava sobre o manacá, sua flor preferida. Dizia lá:

senti5.jpg

Manacá – “arbusto solanáceo (brunfelsia hopeana), muito apreciado como ornamental para jardins e praças, indo a corola de esbranquiçada a azul…”

“Por que não escrevem a verdade? Que é uma flor linda, roxa, que vai ficando lilás e depois branca (…). E o manacá faz lembrar de umas coisas tão boas e tão gostosas, que parece uma máquina do tempo”. É isso que Babu diz no filme e, por causa disso, ele resolve criar seu próprio dicionário, com sentimentos, cheiros, cores e sabores. E dá o nome de Sentimentário. Não é uma ideia incrível?

senti2.jpg

Se você leu o Estadinho de hoje  (dia 27), viu que a gente pegou carona nesse ideia e resolveu fazer seu próprio sentimentário. Para isso, pediu ajuda para quatro meninas e a definição que você lê lá é toda delas. As garotas foram tão legais que, depois de assistir ao filme e sugerir os significados, ainda fizeram fotos simulando sentimentos diferentes: tristeza, alegria, espanto, braveza etc.

senti1.jpg

Da esquerda para a direita: Helena Galvão Siqueira, 11 anos, que simulou tristeza, Tamires Taiane dos Santos, 6 anos, que fez a alegre, Estefane Williane dos Santos, 9 anos, que tentou fazer uma cara de brava, e Beatriz Maria Lima de Castro, 9 anos, que simulou surpresa.

 Se ainda não leu, clique nas páginas abaixo. Mas volte aqui para ler tudo: entrevista com o pessoal do filme, o texto que deu origem a tudo e uma entrevista em que perguntamos por que o dicionário é desse jeito sem graça.

Página 1

Página 2

Página 3

Veja aqui o filme:

O filme foi feito pelos estudantes Caio Mazzilli e Carolina Araujo, a partir de um texto de Marina Miyazaki (clique aqui para ler o texto). Caio conta que foi só providenciar os desenhos e animá-los. Era para ser apenas um trabalho para a faculdade, mas ficou tão fofo que foi parar até no 16º Festival Brasileiro de Cinema Universitário. E a fama está se espalhando. “A gente não esperava por isso”, diz Caio. Inspirado pelo curta, ele diz que também mudaria algumas definições do dicionário, como “Fusca azul”: para ele, lembra uma viagem bem gostosa.  

 

SIGNIFICADOS DAS PALAVRAS

Se você ficou curioso para saber como o dicionário define as palavras que usamos em nosso sentimentário, dá só uma olhada:

Sorvete: Designação comum a várias iguarias doces, feitas de suco de frutas ou de leite (com ovos, chocolate, etc.) e congeladas até adquirirem consistência semelhante à da neve.

Praia: Orla da terra, em declive suave, ordinariamente coberta de areia, e que confina com o mar.

Férias: Certo número de dias consecutivos destinados ao descanso de funcionários, empregados, estudantes, etc., após um período anual ou semestral de trabalho ou atividades.

Bicicleta: Veículo constituído por um quadro, montado em duas rodas, ordinariamente grandes, alinhadas uma atrás da outra e com raios metálicos, e que é dotado de selim e manobrado por guidom e pedais.

Amigo: Que é ligado a outrem por laços de amizade. Simpático, acolhedor. Que ampara ou defende; protetor.

Arco-íris: Fenômeno resultante da dispersão de luz solar em gotículas de água suspensas na atmosfera, e que é observado como um conjunto de arcos de circunferência (excepcionalmente como circunferências inteiras) coloridos com as cores do espectro solar.

Felicidade: Qualidade ou estado de feliz; ventura, contentamento. Bom êxito, sucesso.

Escola: Estabelecimento público ou privado onde se ministra, sistematicamente, ensino coletivo.

Chocolate: Produto alimentar, em pó ou pastoso, feito de amêndoas de cacau torradas, açúcar e diversas substâncias aromáticas.

Natureza: Todos os seres que constituem o universo.

(Retirado do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 2ª edição revista e ampliada, 36ª reimpressão, Editora Nova Fronteira)

senti4.jpg

O DICIONÁRIO

Que sem graça, não é? Por isso, o Estadinho resolveu conversar com a Lílian Passarelli, professora doutora em língua portuguesa na PUC-SP. A gente queria saber por que o dicionário era assim, tão sem sentimentos. Veja o bate-papo abaixo:

Lílian, por que o dicionário é tão frio assim?
A gente tem que entender o dicionário como um manual de consulta. E ele cumpre o papel dele.

Por que é tão difícil entendê-lo, algumas vezes?
A criança não entende porque não tem a proficiência necessária para interpretar os verbetes. Daí o importante papel do professor e da escola. Tem que ter um intermediário para entender essa linguagem referencial. É tarefa da escola ensinar o menino a ler qualquer gênero de texto e o verbete é um desses gêneros. Mas temos versões de dicionários para crianças, com palavras mais acessíveis.

Como funciona o dicionário?
Quando você procura uma palavra, vai haver toda a informação técnica no verbete. O primeiro significado é o mais referencial possível, o mais objetivo. E a partir daí vai se afastando.

Deveria haver também um sentimentário, além do dicionário?
Achei essa ideia sensacional, porque é um exercício bastante lúdico, estaríamos diante da escrita criativa. Os professores deveriam brincar com isso. Seria extremamente saudável, especialmente para as séries iniciais,  para desenvolver o gosto pela escrita.

VOCÊ SABIA?
Que os sumérios, um povo que viveu na antiga Mesopotâmia há cerca de 4.600 anos, já registravam palavras e significados? Eles faziam isso em tabletes de argila e usavam a escrita cuneiforme (um tipo de escrita que usava objetos em forma de cunha para “escrever” no barro). O dicionário deles tinha nomes de profissões, deuses e objetos do dia a dia. China e Grécia também tinham um sistema para catalogar palavras.

SUA VEZ
Agora nós fazemos uma proposta: por que você não leva essa ideia do sentimentário para sua professora? Não esqueça de mandar o resultado para a gente!

 

comentários (8) | comente

  • A + A -
29.agosto.2011 07:30:35

Voo limpo

sassa1.jpg

Quer embarcar numa viagem rumo ao espaço? A decolagem é de dentro da sua cozinha! Como assim? É que o Professor Sassá ensina a fazer uma nave espacial muito legal usando embalagem vazia (e limpa!) de detergente. Vamos nessa? Clique aqui para preparar a aeronave.

sem comentários | comente

  • A + A -

“Numa viagem de cruzeiro para o Havaí, 300 pessoas embarcaram pagando R$ 85. Ao entrarem, perceberam que algo estava errado, algo estava fora do lugar.

Passando por vários lugares, que os agradavam, foram parar em rochas pontudas e grandes, e ao tentarem desviar delas, acabaram batendo e quebrando um pedaço do barco, pois a água estava forte demais e levou o barco direto para as rochas, nem ao menos o freio funcionou.

Com uma batida poderosa, aproximadamente 283 passageiros foram mortos e apenas 17 sobreviveram e ficaram boiando confusamente, mas conseguiram nadar.

Sem perceber, oito pessoas foram afundando e mais duas pessoas acabaram se afogando. Já o resto continuou até chegar a um barco, o qual fez eles chegarem um pouco perto de seu início de partida, porque o barco afundou e eles tiveram que nadar ao início de sua embarcação.

Quando chegaram lá, estavam seminus, porque tinham perdido as roupas nadando. Foram direto para a delegacia e avisaram ao delegado que alguém tinha sabotado o barco em que eles viajaram.

Por causa de uma besteira, um dos passageiros sobreviventes deixou cair uma chave de fenda. Então ele confessou que tinha feito isso porque, se ele não sabotasse o navio, ele teria sua família morta. Só que, de qualquer jeito, mataram a família dele sem ele saber e o mandaram para ser morto também.

Então, os criminosos foram mortos antes que a polícia prendesse eles, e o passageiro ficou preso também, pois ele era cúmplice. Mas ele só ficou na cadeia por um dia.”

Davi da Silva Albino, 8º ano.

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail! Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo/SP. CEP: 02598-900

 estadinho at grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -

“Clarinha, a filha mais nova de Seu João, o proprietário da pequena fazenda ao lado de onde a tia morava, dizia estar com sono e queria tomar um pouco de seu mel antes de dormir, como costumava fazer. Mas, pelo jeito, a pequena criança teria que dormir sem tomar seu mel, porque era o que mais faltava na fazenda fazia dois dias. As abelhas de Seu João, as quais produziam uma delícia de mel, estavam desaparecendo.

Ninguém fazia ideia do por que estava acontecendo isso, mas Seu João sabia que suas abelhas estavam desaparecendo e o que mais apareciam eram cobranças de encomendas de mel para o pobre homem. Ele já não sabia mais o que fazer e estava ficando muito preocupado com a situação.

Seus clientes reclamando da demora, dizendo que não iam pagar mais pelo mel… O que Seu João iria fazer agora?

Clarinha dormindo, seu pai acorda de madrugada e levanta da cama. Passando pelo quarto da filha, ele notou que havia duas latas perto da janela, mas não se preocupou muito com isso, pois não era nada anormal.

O dia clareou e Clarinha acordou chorando. Sua mãe foi ver o que tinha acontecido e notou que a menina estava com uma mancha vermelha sobre o rosto, o que se parecia com uma picada de abelha. Seu João entrou no quarto da menina e viu latas perto da janela, chegou mais perto delas, tirou a tampa que estava sobre elas e viu abelhas saindo de dentro. Perguntou para a filha o que ela tinha feito. A criança respondeu que viu o vizinho, que por sinal era muito invejoso, pegando um pouco de suas abelhas e quis protegê-las para que o homem não roubasse mais. Como se isso já não tivesse acontecido.”

Júlia Marques Longo, 13 anos, 8º ano

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail! Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo/SP. CEP: 02598-900

 estadinho at grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -

Por Marina Vaz

ABRE_1.JPG

Os bichos tomaram conta da Livraria Cultura do Bourbon Shopping neste sábado (27). Mas calma: foi por causa do Circuito Estadinho, comandado pela contadora de histórias Fernanda Ribeiro e pelo músico Henrique Menezes.

Juntos, eles contaram três divertidas histórias para as cerca de 40 crianças que passaram por lá.

A primeira era sobre uma galinha que aprendeu a falar (mas não entendia o significado das palavras). A outra, sobre uma rã de linda voz que foi transformada em princesa. E a última história falava de um jabuti e de um jacaré que adoravam tocar gaita.

 

MARIA_CLARA.JPG

Maria Clara de Chiara, de 6 anos, achou a contação “muito bonita” e disse que os artistas “cantam muito bem”. A história preferida dela, que participou pela primeira vez do Circuito, foi a da galinha, porque o animal fazia todos rirem. E rir é sempre muito bom, não é mesmo?

 

MARIA_FERNANDA.JPG

Maria Fernanda Andrade, de 7 anos (que assistiu à contação junto com seu pai, Oliver Andrade), disse que gostou muito das músicas tocadas com violão. Ela mesma costuma tocar vários instrumentos em sua escola, como tambor, pandeiro e xilofone.

 

GABRIELA_COMO.JPG

Gabriela Como, de 8 anos, foi à Livraria Cultura só para participar do Circuito Estadinho. Ela também adorou os instrumentos usados pelo músico Henrique e sua história preferida foi a que “a fadinha ajudou a rã” a se tornar princesa.

 

JOAO_PEDRO.JPG

Mesmo depois de a contação de histórias acabar, João Pedro Mosqueira de Campos, de 7 anos, continuava se divertindo com os instrumentos usados pelos artistas. Ele, que adora jacarés, ficou empolgado com a história desse animal e seu amigo jabuti.

 

MAYRA.JPG

Mayra Alvares Russo, de 6 anos, também gostou da história do jacaré. Por quê? Porque “ele chora cantando”. E parece que Mayra leva jeito para a música. Olha só ela tocando a gaita que pegou emprestada do músico Henrique.

 

sem comentários | comente

  • A + A -

“Vou lhe contar uma história que você pode achar o fato mais estranho e esquisito da sua vida. Aconteceu o seguinte:

Nos Estados Unidos, existia uma freira chamada Maria Candelária que fazia quermesses, novenas, entre outros eventos para arrumar dinheiro a fim de construir a Capela Loretto.

No final do século 19, a capela estava quase pronta, só faltava uma coisa: uma escada para levar os fiéis até o coro no mezanino, e não havia nenhum carpinteiro bom, competente e que não pedisse muito dinheiro pelo serviço.

A irmã Maria Candelária organizou uma grande novena que reuniu centenas de pessoas, em homenagem a São José (carpinteiro, pai de Jesus).

Não é que deu certo? No último dia de novena apareceu um senhor muito pobre dizendo ser carpinteiro. Como a irmã não tinha outra escolha, deixou o tal carpinteiro concluir a obra.

Ele começou a trabalhar no dia seguinte e nada se ouvia… Nem marteladas, nem pregadas, tudo muito estranho.

No segundo dia, a irmã ficou muito preocupada e foi ver o que ocorria. O carpinteiro tirou-a da capela. Duas horas depois, em uma segunda tentativa de ver o que acontecia naquele lugar, ela entrou e não encontrou o carpinteiro. A escada estava em perfeito estado, só que uma coisa prendeu a atenção da freira: a escada, que era em caracol, não tinha suporte algum.

O carpinteiro sumiu sem deixar rastros. Alguns afirmam que ele era o próprio São José, outros diziam que seria um ser sobrenatural, por isso não fazia barulho algum enquanto construía a escada. Mas até agora o mistério não foi desvendado. A escada é ponto histórico de visitas em Santa Fé, até hoje milhões de pessoas vão lá ver a misteriosa escada e fazer seus pedidos”

Micaeli Mendola Theodoro, 12 anos, 8º ano.

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail! Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo, SP. CEP: 02598-900

estadinho@grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -

fernanda1_1.jpg

Você sabia que os bichos podem falar como a gente? Bom, pelo menos nas histórias de Fernanda Ribeiro eles falam direitinho! Quer tirar a prova? Vá ao Circuito Estadinho de amanhã (dia 27), às 15 horas, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. 

Em A Galinha Boba, uma galinha muito esperta aprende a falar como um humano. Em O Casamento da Rã, Fernanda conta tudo sobre um casal que não tinha filhos e resolve adotar uma rã chamada Katharina. Ela canta tão bem que um príncipe se apaixona por ela! O terceiro conto é O Jabuti e o Jacaré: os dois adoram tocar gaita e vivem brigando para ver quem vai ficar com o instrumento. Quer saber quem ganhou? Apareça no Circuito!

Circuito Estadinho: contação de histórias de bichos com Fernanda Ribeiro. Livraria Cultura do Bourbon Shopping (Rua Turiaçu, 2.100, Pompeia). Sábado (dia 27), às 15 horas. Grátis.

 

sem comentários | comente

  • A + A -

“Em uma região do interior de São Paulo, João, um fazendeiro, estava há semanas em busca de uma resposta para um enorme problema.

Tudo começou quando, numa tarde, como de costume, João foi olhar suas abelhas trabalhar e encontrou todas mortas.

O fazendeiro ficou desesperado, porque eram elas que traziam a maior renda para a fazenda. Então foi plantado um mistério: como as abelhas morreram?

Primeiramente, João foi tentar investigar a fazenda e seus arredores, para ver se encontrava alguma pista. Mas ele não achou nada de estranho, a não ser algumas novas fazendas ali por perto.

Então, o fazendeiro resolveu chamar uma equipe de investigadores americanos, especialistas no assunto.

No início da pesquisa foram encontrados rastros de alguém que poderia ter andado por lá. Alguns dias depois, conversando com algumas pessoas, descobriram que o fazendeiro era muito odiado por todos os empregados, pois ele era muito grosso, chato e rígido com eles. Descobriram ainda que, alguns dias antes, ele tinha demitido um antigo empregado, apenas porque deixou uma galinha escapar e consequentemente esse empregado ficou muito bravo, pois ele tinha família para sustentar.

Pronto! Já tinha um suspeito em mãos, pois, revoltado, esse empregado podia ter matado as abelhas para se vingar do fazendeiro.

Mas surgiu outro suspeito, o entregador de compras, pois toda vez que ele ia até a fazenda para entregar produtos comprados por João no mercado da cidade, saía correndo das abelhas e na maioria das vezes era picado, ou seja, ele podia ter matado elas como uma forma de acabar com essas situações.

Após semanas investigando, descobriram que naquela região havia plantações de cana-de-açúcar que foram atingidas por uma forte praga, o que levou um jatinho a ter que passar por lá com um forte agrotóxico para exterminá-las. Isso aconteceu justamente no dia em que as abelhas morreram, concluindo: elas morreram envenenadas pelo agrotóxico.”

Beatriz Colovati Saccardo, 13 anos, 8º ano

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail! Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo/SP. CEP: 02598-900

 estadinho at grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -

“Há mais de 130 anos, pesquisadores científicos e outras pessoas tentam desvendar um mistério ocorrido na Capela de Loretto, no convento das freiras da cidade de Santa Fé, Novo México.

A Capela ficou pronta no final do século 19 e as freiras viram que ela precisava de uma escada que as levasse até o coro, no mezanino.

Na tarde do dia 20 de abril de 1899, um carpinteiro bateu à porta do convento, em busca de trabalho, e as freiras então lhe disseram:

- Acho que foi Deus quem mandou o senhor até nós, pois estamos precisando urgente de uma escada em nossa capela.

O mistério começa a partir dos seguintes fatos:

Esse carpinteiro construiu a escada em tempo recorde, sem usar nenhum material para colar, pregar e muito menos para sustentar.

Quando o homem terminou de fazer a escada caracol, foi embora, sumiu sem nem ao menos receber pelo serviço.

As freiras procuraram, procuraram e não conseguiram encontrá-lo. Na hora em que elas viram a escada, se assustaram, pois não havia nada que a segurasse e a madeira já era em forma de caracol.

Acredita-se que o carpinteiro era José, pai de Jesus, que havia feito a escada caracol a pedido de Deus para ajudar as freiras, e que tinha usado a madeira da cruz que Jesus carregou nos braços quando estava condenado à morte.”

Lígia Marques Zago, 13 anos, 8º ano

 

Este é mais um conto de mistério produzido pelos alunos de oitavo ano do Colégio Santo Antonio, em Itapuí (SP). Eles escreveram os textos durante as aulas de língua portuguesa e o Estadinho publica um por dia no blog.

E você? Também quer ver sua história publicada? Escreva um conto bacana e mande para a gente, por correio ou e-mail. Aí vão os endereços:

Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, Limão, 6º andar (para a redação do Estadinho), São Paulo/SP. CEP: 02598-900

 estadinho at grupoestado.com.br

sem comentários | comente

  • A + A -
  • Galeria Estadinho

Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

Enquete

Desculpe, não há enquetes disponíveis no momento.

Arquivo

Blogs do Estadão