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Estadinho

27.junho.2011 15:50:02

Monte sua tribo

Quer brincar de índio? Você pode fazer uma tribo inteira de bonequinhos usando papel machê e embalagens de desodorante. Quer ver como? Clique aqui e acompanhe os passos do Professor Sassá.

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(Foto: Juca Vieira/Divulgação)

 Em vez de comprar o papel machê pronto, você pode fazê-lo em casa. O processo é um pouco demorado e melequento, mas bem fácil de ser feito.
Você vai precisar de:

- 2 rolos de papel higiênico
- 1/2 kg de cola
- Água
- Vasilha
- Peneira
- Liquidificador

Pique o papel e deixe-o de molho na água até o dia seguinte. Quando ele estiver bem mole, você deve colocá-lo, aos poucos, no liquidificador com mais água do que papel (para não estragar o aparelho). Peça ajuda a um adulto para mexer no liquidificador. Vocês terão de bater por alguns segundos, esperar pelo menos um minuto, e bater de novo por mais alguns segundos. Então, passe essa mistura por uma peneira. Esprema bem até sair toda a água. Jogue a massa na vasilha e misture com a cola até ficar bem homogênea. E está pronta sua massa!

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25.junho.2011 09:00:13

Na pista

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A reportagem de hoje do Estadinho é sobre corrida. O filme Carros 2 estreou na última quinta-feira no cinema, mas o mundo do automobilismo é bem maior. Conversamos, portanto, com três crianças que levam o kart a sério. E também entrevistamos o bicampeão mundial Émerson Fittipaldi, para saber um pouco sobre a carreira dele nas pistas, e também como foi dublar um dos personagens do filme.
Clique nas páginas abaixo e leia a matéria completa. Depois, corra para ver o trailer na TV Estadão.

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(Fotos: Aryane Cararo/AE)

No começo, era só um número 9 e um 8. Mas aí o ilustrador José Carlos Lollo decidiu unir os dois e, bem juntinhos, foi feita a mágica: eles viraram o desenho de uma flor. Aliás, só o 9 já podia ser uma, não é? Pois foi olhando para os números e tentando pensar em desenhos que se desenrolou o último Circuito Estadinho, no sábado, dia 18, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping.

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O Lollo foi lá com a proposta de ensinar a transformar elementos matemáticos em desenhos. Afinal, os números são formas, não é mesmo? E mesmo quem ainda não aprendeu matemática direito ficou ali curioso vendo uma coisa virar a outra.

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O ilustrador ensinou várias combinações. Foram tantas que até as letras foram convocadas para se transformarem em desenhos. E logo o Lollo, que estava ensinando, passou para o outro lado e aprendeu com a Sarah Simões Klein, 11 anos, e com a Larissa Risério Fernandes, de 10 anos, a fazer um pirata e um porquinho. Elas foram até a lousa e desenharam para todo mundo aprender também. Veja um pouco mais como foi o Circuito:

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“Aprendi a fazer esse pirata na internet. Tem emoticon que faz com letra”, conta a Sarah. Por isso, foi fácil para ela ver os números e as letras e pensar no que poderiam formar. Mas ela gostou bastante de ter visto outros “truques”.


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Gabrielli Amaral de Lima Rodrigues, de 11 anos, entrou logo na brincadeira. Com algumas letras O, de tamanhos variados, dois Js e dois Cs, ela fez um cachorro. Ao lado, usando só o número 3 e a letra L, desenhou uma árvore. Ela já tinha visto algo parecido em um livro. “É fácil desenhar, o difícil é entender o que vai sair”, diz.


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Enzo Hideo Inaba Delalande, de 8 anos, adora desenhar. Mas nunca tinha visto algo assim, com números. Ele conta que gostou bastante de como se faz o elefante e a raposa. Só que, na hora de ir para o papel, Enzo fez mesmo o que mais gosta: mangá. Olha só que talento!


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“Foi bem interessante. Gostei disso, vou desenhar em casa”, afirma Ana Maria Agelune Abdala, de 8 anos. Durante a atividade, Ana foi bem participativa e quis entender direitinho todos os passos. Achou alguns difíceis e gostou mesmo foi do patinho, que tinha Z, D e 7 no meio. Só que, na hora de desenhar livremente, ela fez um grande coração e o pintou de vermelho. “Vou desenhar um coração para falar de quem eu gosto.” Era para um menino da escola, que parece que também gosta dela. E mesmo que a Ana não tenha pensado nisso, um coração pode ser feito com um 3 (deitado) e a letra V, não é?


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W + W + O + M + o + S = porquinho (em laranja). Isso mesmo! Foi usando essa combinação que a Larissa foi para a lousa mostrar para todo mundo como se fazia. Ela nunca tinha pensado em quantas coisas números e letras combinados poderiam formar. Agora, a aula de matemática vai ficar mais divertida? “Vai ser um pouco diferente, porque eu não via nada nos números, só números”, conta ela, que adora desenhar e pintar (ao contrário do irmão, Lucas, de 7 anos, que ficou só de olho na atividade).


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Gabriel Franco Borusiewicz, de 10 anos, também nunca tinha visto desenho assim. Gostou e foi o último a parar de desenhar, retocando até a última hora seus peixinhos (usou C e X para formar cada um deles). Ele também acha que a aula de matemática, daqui para a frente, vai ser bem melhor.

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Já a irmã de Gabriel, a Helena Franco de Paula, de 5 anos, entende pouco de números. Mas tem o mesmo gosto do irmão por lápis, giz e outros materiais artísticos. Então, fez o que sabe fazer de melhor: desenhou o Lollo e deu sua obra para ele. Helena, diz sua mãe, é assim mesmo: toda vez que faz uma amizade (e ela adora fazer amigos), desenha a pessoa e dá a surpresa de presente. Nós adoramos a ideia, Helena!


Ah, não deu para ver direito? Tudo bem, a gente coloca um detalhe maior aí embaixo.

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Até o próximo Circuito Estadinho, pessoal! Por causa do feriado, ele vai acontecer só no dia 2/7, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, às 15 horas. Apareça para ouvir a Andi Rubenstein contar várias histórias.

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20.junho.2011 07:40:12

Monte seu aquário

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Você pode ter um aquário diferente em casa, com peixes feitos para brincar. Sabe como? Usando esponja de banho, varetas, entre outros materiais, e seguindo os passos do Professor Sassá. Clique aqui e veja como fazer.

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18.junho.2011 07:00:19

Rabiscos criativos

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A reportagem do Estadinho de papel desta semana é sobre rascunhos: desenhos que você faz sem compromisso e que, justamente por isso, são livres e cheios de criatividade. Clique nas páginas abaixo para conhecer melhor essa história e ver o caderno de desenhos de cinco crianças que estudam no Colégio Santo Américo, em São Paulo.
Depois, continue navegando para conhecer um livro chamado Sketchbooks. Nele, 26 artistas mostram seus rascunhos em páginas repletas de imaginação e personalidade.

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O Estadinho conversou com os autores do Sketchbooks, As Páginas Desconhecidas do Processo Criativo, para saber melhor que história é essa de reunir caderninhos de desenhos que muitas vezes não saem da gaveta em um livro. É importante lembrar que o livro não é infantil. É, segundo Roger Bassetto e Cezar de Almeida, “para todas as idades”. Leia agora um trecho da entrevista.

Estadinho: Por que vocês pensaram em fazer um livro só com rascunhos? Vi que o Angeli e o Lollo estão ali.
Roger e Cezar: A gente acredita que o processo criativo é muito importante. Então, quisemos mostrar os cadernos dos artistas. A gente viu que vários tinham uma quantidade enorme de cadernos e que ninguém conhecia isso. E foi o que achamos interessante. Mostrar as ideias que os artistas têm antes de chegar a um resultado, a uma obra final.

E por que isso é legal?
Porque é através desse material que a gente pode conhecer como o artista cria, o que o inspira. No livro, há 26 artistas e 10 páginas para cada. Então você pode ler um pouco sobre o profissional e depois ver vários desenhos que ele fez. É muito legal para ver a diferença de estilos e, mais do que isso, o processo criativo de cada pessoa.

Qual a importância do rascunho na vida de uma criança?
Desenhar é muito importante. E esse traço livre, sem compromisso, é fundamental para o desenvolvimento. Desenhando assim a criança consegue se expressar, ficar mais feliz e até aprender melhor outras coisas.

Se o desenho é uma das primeiras linguagem que usamos para nos expressar, por que deixamos de fazer isso conforme crescemos?
A gente começa a comparar o que fazemos com os outros e então achamos que não sabemos mais desenhar, quando não conseguimos reproduzir fielmente o que vemos. Mas o legal é deixar claro que cada um tem um estilo. Que o traço certinho não é o único jeito de desenhar.E depois, o desenho é uma ferramenta de criação muito boa. O ato de desenhar é tão importante quanto o resultado, a obra em si.

Mas o que faz as pessoas pararem de desenhar?
Além da falta de incentivo, a crítica. É muito comum uma criança fazer um desenho e um adulto criticá-lo. O quê? Isso é um cachorro? Mas não parece um cachorro. E aí, a criança vai parando de desenhar…

Então, todo mundo pode desenhar?
Claro! E isso é fundamental. Mas só para você ter uma ideia de como a gente bloqueia isso, se você pedir para um adulto fazer um desenho, muito provavelmente ele vai ter os mesmos traços de quando era criança. Mas isso porque ele parou de desenhar. E a lembrança dele nessa arte é a que ficou de anos atrás. Já um adulto que nunca parou de desenhar vai mostrar um outro estilo, traços diferentes que foram desenvolvidos.

O que o desenho traz de bom para a gente?
Entramos num outro estado mental enquanto desenhamos. E isso é o mais importante: o tempo que você passa ali. Há estudos sobre o efeito do ato de desenhar em nosso cérebro. E isso mostra que nos tornamos muito mais habilidosos quando desenhamos muito, é algo estimulante para tudo na vida.

Para conhecer mais sobre o livro, clique aqui. E por último, veja o vídeo, com frases e desenhos de cada artista.

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Os números são, antes de mais nada, formas. E com formas você já sabe bem o que dá para fazer: desenhos! Pois foi exatamente isso que o ilustrador José Carlos Lollo fez aí em cima. E é o que ele vai ensinar a fazer neste sábado (dia 18) no Circuito Estadinho: desenhar com números.

Para quem já aprendeu um pouco de matemática, vai ser divertido procurar um desenho escondido em cada símbolo numérico. Sempre há um bicho ou objeto a ser achado!

“O número 4, por exemplo, pode ser uma pessoa cruzando as pernas ou pedalando. Já o 2 parece um peixe”, diz Lollo. “Esse é um jeito de achar a matemática mais gostosa. Quando eu era pequeno, olhava para os números e só via desenhos”, conta. Quer tentar também? Então, apareça na Cultura do Bourbon Shopping.

Circuito Estadinho: Sábado, dia 18/6, às 15 horas. Livraria Cultura do Bourbon Shopping. Rua Turiaçu, 2.100, Pompeia. Grátis.

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Helen Pomposelli e sua filha, a Keka.

Por Clarissa Thomé / RIO
Fotos: Marcos D’Paula/AE e Divulgação

Keka vai fazer aniversário e quer uma saia que “balance”. A avó permite que ela entre num quarto em que guarda suas relíquias. E é nesse cômodo, ao lado de um armário que guarda todo tipo de tesouro, que Keka encontra um baú de chapéus que a levam a uma viagem pela moda.

Essa é a história da peça Keka Tá na Moda, baseada no livro da jornalista, consultora e professora de moda Helen Pomposelli, que divide o roteiro com Eduardo Lyra. A ideia de Helen é mostrar que moda não é coisa só de adulto, nem se resume às badalações dos desfiles. Pelo contrário. Pode ser uma aventura, como a que Keka vive: um chapéu a transforma numa típica mocinha da década de 1910. Uma saia hippie a leva ao Festival de Woodstock, em 1969. Encontra com Rumphrey Bogart numa cena do clássico filme Casablanca, dos anos 1940.

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A atriz Juliana Martins (de vestido rosa) interpreta Keka. E a viagem pelo mundo da moda a obriga a fazer uma maratona de troca de roupas nesse armário que também se transforma em cenário.

E a peça não é “programa de menina”. “Tem viagem à Lua, um toque de mistério do filme Casablanca. Eu quis mexer também com os menino”, diz Helen, roteirista e figurinista da peça.

Keka Tá na Moda estreia em 23 de julho, no palco do Oi Futuro de Ipanema. Em 2012, chega a São Paulo. Mas, enquanto isso, você pode conhecer os croquis feitos por Helen para a peça. E também saber um pouco mais de Keka clicando aqui.

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Por último, não esqueça de ver a matéria que o Estadinho fez sobre moda, há duas semanas. Tem histórias e dicas de livros bem legais. É só entrar aqui.

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Em fevereiro, o Estadinho fez uma reportagem para falar dos livros e aplicativos legais que já estavam disponíveis para os tablets. A gente sabia que a oferta ainda não era muito grande, mas apostamos e acertamos: neste ano, você vai ouvir falar muito sobre o assunto. Primeiro porque muitas escolas já estão adotando a ferramenta como material em sala de aula. E em segundo porque as editoras de livros infantis estão se mexendo para apresentar opções e mais opções para as crianças.

A novidade de hoje, fresquinha, é que a Manati acaba de colocar Os Três Porquinhos e Chapeuzinho Vermelho na loja da Apple. Cada livro custa US$ 2,99 (dólares, hein?). Uma vez baixado, ele entra para o tablet e é seu para sempre!
As histórias clássicas ganharam versões lúdicas e interativas nas mãos da ilustradora Mariana Massarani e da escritora Bia Hetzel. E apresentam, além de narrativas divertidas, joguinhos como quebra-cabeça e páginas para desenhar (com direito a enviar sua arte por e-mail, comos e fosse um cartão-postal digital).

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A nova versão é supercolorida e está cheia de surpresas. Até os Porquinhos ganharam novos nomes: Didi, Dodô e Dudu. Não dá para ler as histórias, só ouvir. Mas é muito engraçado reparar no sotaque dos narradores. Você pode escolher ouvir o conto na voz da mãe dos Porquinhos, que no tablet soa como uma mineirinha, ou então na voz do Lobo Mau, com fala de carioca!
Aliás, se você quiser inventar sua maneira de contar a aventura dos irmãos, vá em frente! Basta imaginar e colocar para gravar (o aplicativo dá a opção de armazenar suas falas).
Uma opção legal é o jogo da memória. Se você acerta, há uma salva de palmas bem bacana para você! E outra opção é dirigir o Lobomóvel e descobrir os segredos do Lobo: vale buzinar e fuçar no porta-luvas.

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Não se intimide e dê um toque em cima de todos os personagens e objetos: o telefone toca, Chapeuzinho dá oi, a barriga do Lobo ronca, a máquina de costura faz um barulhão… tem até som de beijo que vem da boca da mãe de Chapeuzinho, quando ela se despede rumo à floresta!
Mas o que você deve mesmo gostar é de poder fazer carinho no Lobo e ouvir um “cuti-cuti”! E, claro, de trocar as roupas da Chapeuzinho e do Lobo Mau, como se você fosse a estilista de moda desses dois. Há uma tela para cada, onde você pode escolher os figurinos. Dá até para vestir a Chapeuzinho de Lobo, imaginou a confusão?
Assim como os porquinhos, também dá para gravar sua versão e colorir as páginas. Mas legal mesmo é desenhar na barriga do Lobo aquilo que você quiser!

Para mais informações: Chapeuzinho e Os Três Porquinhos.

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Divulgação

Galos, galinhas e ovos podem render histórias muito engraçadas. E a contadora Ana Luísa Lacombe vai provar isso no Circuito Estadinho de hoje (dia 11), que acontece na Livraria Cultura do Shopping Market Place, às 15 horas.
Duvida que seja divertido? Pois veja: Fraca Fracola era uma galinha hipocondríaca que vivia fraca. Já o galo da Fanci não se calava de jeito nenhum e a vizinhança toda reclamava do barulho. Em outro poleiro, uma galinha resolve cantar de galo e promove uma revolução por ali (tudo por causa do mau-humor do galo oficial). E em outro ninho, um ovo atrevido discute com uma galinha para saber quem nasceu primeiro. Todos os contos são retirados dos livros de Sylvia Orthof. É história para cacarejar de tanto rir. Não perca!

É hoje! Livraria Cultura do Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902, Morumbi). Grátis, às 15 h.

E prepare-se: o artista plástico Lollo vai dar uma oficina de ilustração com números na Cultura do Bourbon Shopping, às 15 h.

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11.junho.2011 06:50:37

Kung fu é o bicho!

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Na academia e no cinema, o assunto é um só: kung fu. É que a arte marcial chinesa pode ser praticada ou vista em filme Kung Fu Panda 2, que estreou ontem na telona. O Estadinho fala disso na matéria de hoje, que você pode ler no papel ou clicando nas páginas abaixo.

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Gostou? Então, é hora de brincar! Assim como no primeiro filme, o panda Po está sempre cercado dos seus amigos, os Cinco Furiosos. Veja o trailer aqui. Agora, conheça um pouco sobre a personalidade deles e escolha qual você gostaria de ser. Lembre-se: todos esses animais também são posições do kung fu. E foram criadas justamente com base nos movimentos e características deles!

Tigresa
Ágil e rápido, este animal enxerga de longe e tem uma força fora do comum. Com as mãos fechadas, como garras à espera do inimigo, ele é capaz de derrubar qualquer bicho com um movimento perfeito.

Garça
Delicada e leve, ela também usa sua forma para levar vantagem e escapar de muitos golpes. Mais do que isso, é capaz de torcer o corpo e fazer movimentos muito perigosos. É que com o bico, pode acertar pontos vitais.

Macaco
Ele usa braços e pernas para atacar e se defender. Lutar com ele é, portanto, como se estivesse contra quatro animais. E tem um impulso absurdo de forte, capaz de subir a lugares altíssimos e dar grandes saltos.

Louva-a-deus
Ele tem mais de 300 posições, com cerca de 30 formas em cada uma delas. Calculista, ele pensa muito antes de atacar a vítima e, como símbolo de vitória, costuma comer sua cabeça.

Serpente
Rápida e totalmente flexível, ela consegue escapar de vários golpes e surpreender o inimigo de repente. É que a cabeça é sempre mantida firme, pronta para o ataque.

Para fazer essa reportagem, o Estadinho conversou com três professores e cinco crianças de duas academias de São Paulo. Quer saber mais sobre esses lugares e os estilos de kung fu que elas ensinam? Conheça a Peng Lai Brasil, especialista em Louva-a-Deus e a Hon Kit Wushu, do professor Thomaz hon Kit Chan, que é filho do grão-mestre Chan Kowk Wai, um dos responsáveis por trazer o kung fu para o Brasil.

Tem ainda a história da dança do leão, uma arte típica chinesa e que está ligada à tradição do kung fu. Em festas e datas comemorativas, os chineses fazem uma apesentação dessa linda e difícil dança. Para realizá-a, é preciso que cinco pessoas trabalhem em sincronia. Duas vestem a fantasia e três tocam os instrumentos. Veja neste vídeo a história da dança do leão, que além de ritmo, mistura vários movimentos da arte marcial.

E se você faz kung fu e quer contar o que essa arte marcial significa para você, escreva para  estadinho at grupoestado.com.br, ou aproveite e comente aqui no post!

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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