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Estadinho

29.maio.2011 16:29:38

Pula-pula

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O Circuito Estadinho deste sábado (28/5) foi para o brejo. Calma, não aconteceu nada de errado e todo mundo se divertiu bastante. É que a gente aprendeu a fazer um sapo que pulava de verdade!

Quem esteve na Livraria Cultura do Shopping Bourbon foi o Professor Sassá, que toda semana ensina a fazer coisas legais no Estadinho.

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Antes de começar a atividade, Sassá quis saber como é que o sapo pula. E todo mundo que estava lá mostrou para ele.

Para fazer o sapinho, é preciso dois copinhos de plástico, um elástico, durex e uma tesoura sem ponta. A carinha e as patas do sapo são feitas de papel, mas o Professor Sassá já tinha levado os moldes prontos para recortar.

Vários pais ajudaram os filhos a recortar e a pintar bem bonito a carinha do sapo.

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Na hora de pintar, Júlio César Bentes, de 5 anos, só queria saber de uma cor. “O sapo é verde e pula bem baixo”, ele conta. Júlio pediu ajuda da tia Alissandra para fazer os olhos. Ele queria um olho preto com bolinha branca. “Ficou parecendo um urso”, conta a tia Alissandra.

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João Paulo Góes, de 5 anos, contou que já viu um sapo de verdade, em uma vez em que foi para um hotel. O sapo tinha aparecido no meio do corredor! “Aí eu descobri que o sapo só aparece na chuva”, conta. Será que isso é verdade?

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Quem também estava fazendo um sapo bem bonito era Bernardo Salcedo, de 7 anos. No colégio em que ele estuda, o Pentágono, todo mundo lê o Estadinho. É que lá, as professoras fazem atividade com o que sai no caderno toda segunda.

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Bernanrdo conta que nunca viu um sapo antes, mas se visse, não teria medo se visse um. Mas e se o sapo tentar fazer alguma coisa? “Aí eu fujo”, brinca.

No final, tinha gente até chamando o Professor Sassá de Professor Sassapo. O Estadinho pediu para ele fazer um sorriso para tirar foto. E ele perguntou: “Sorriso de Sassá, ou de Sassapo?” Olha só como ficou a foto:

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E não se esqueça: todo sábado tem Circuito Estadinho. É sempre às 15h, em uma das unidades da Livraria Cultura. Na semana que vem, dia 4/6, vai ser uma oficina de desenhos com Mariana Zanetti no Shopping Villa-Lobos.

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Ivan Dias/AE

Recorte o bichinho em papel verde, cole em um copo de plástico e faça um truque com elástico. Depois, é só dar um impulso, de baixo para cima, que não tem erro: o sapo vai pular. Parece fácil, e é! Mas, em vez de fazer sozinho, vá ao Circuito Estadinho, que acontece hoje (dia 28), às 15 horas, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. Vai ter um monte de criança lá.
O Professor Sassá irá comandar a atividade e você poderá levar o novo brinquedo para casa. Se quiser, ainda dá para continuar a brincadeira e inventar outros bichos pula-pula, como o coelho e o canguru. Basta mudar um pouco as formas do corpinho e soltar a mão!

É hoje: Circuito Estadinho na Livraria Cultura do Bourbon Shopping (R. Turiaçu, 2.100, Pompeia). Grátis, às 15 h.

E prepare-se: No dia 4/6, haverá uma oficina de desenhos (para crianças alfabetizadas) com Mariana Zanetti, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, às 15 h.

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28.maio.2011 07:05:50

Girafa de rolo

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Foto: Juca Vieira / Divulgação

Quer aprender a fazer esse bichinho? Clique aqui e siga os passos do Professor Sassá. Mas antes, dê uma olhada neste modelo.

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28.maio.2011 07:00:20

É a vez da bola oval

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O rúgbi não é um esporte muito conhecido no Brasil. Ainda. É que na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, ele volta a fazer parte das competições e só este motivo já está fazendo muita gente investir nele e várias categorias de base estão surgindo. No mês passado, foi organizado até o 1º Circuito Paulista de Rugby Infantil. O Vasco, No Rio de Janeiro, também abriu sua primeira turminha de rúgbi em abril, para crianças e adolescentes com 11 anos e mais. Afinal, o estádio do Vasco, em São Januário, vai ser a sede dos jogos de rúgbi nos jogos olímpicos.

Este movimento todo chamou nossa atenção e virou matéria de capa do Estadinho de hoje (dia 28). Fomos até o Bandeirantes Rugby Club conversar com as crianças para saber qual é a graça do rúgbi, descobrir se é um jogo violento e entender como se joga. Afinal, é legal saber até para torcer pela seleção brasileira. Você pode ler o que foi publicado clicando nos links abaixo. E pode descobrir muito mais continuando a leitura!

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O rúgbi poderia ter sido tão popular quanto o futebol por aqui, sabia? Os dois esportes chegaram juntos ao País, em 1894, quando Charles Miller voltou da Inglaterra com uma bola redonda e outra mais oval, para a prática do rúgbi. Ele trouxe na bagagem também as instruções de como jogar os dois. E ficou conhecido como o pai de ambos por aqui!

O rúgbi tinha sido inventado 70 anos antes. Há várias histórias sobre como ele surgiu, mas a mais contada é a de que foi criado sem querer por William Webb Ellis, um estudante londrino. Dizem que ele estava jogando futebol (esse com os pés mesmo) e ficou entediado com o marasmo da partida. Então, num rompante, agarrou a bola com as mãos e saiu correndo, cruzando o campo. Ninguém entendeu nada, mas tentou parar o maluco. E estava criado o rúgbi!

Hoje, o rúgbi é o segundo esporte coletivo mais praticado no mundo, segundo Gabriel Cenamo, o coordenador técnico do Bandeirantes Rugby Club. Só perde para o futebol. “E sua Copa do Mundo é a terceira mais assistida”, conta ele. Entre os melhores times do mundo estão os da Nova Zelândia, África do Sul, Inglaterra, Austrália e França. Mas nossos vizinhos argentinos não são fracos no esporte! Lá, as crianças começam a ter contato com o rúgbi a partir dos três anos de idade e o jogo é muito mais conhecido do que no Brasil. Só que isso deve mudar. Em fevereiro, a seleção brasileira masculina venceu pela primeira vez a da Argentina.

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O próprio time infantil do Bandeirantes foi formado há pouco mais de um ano, mas ganhou força só no final do ano passado. Entre os garotos, há cinco meninas treinando. Até os 13 anos, eles treinam juntos e as garotas, que se desenvolvem antes, levam a melhor em várias disputas.

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E o treino é bem levinho, muito mais formativo do que competitivo, com bastante diversão. Só depois é que a coisa fica séria e começam as disputas para valer.

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Na seleção, as mulheres são melhores colocadas que os homens: elas são seis vezes campeãs seguidas nas disputas do Sul-americano.

No fim do ano, tem mais competição! É que em outubro acontecem os Jogos Pan-americanos de 2011, em Guadalajara, no México. Mas só o time masculino vai jogar. E também é disputada, entre setembro e outubro, a Copa do Mundo de Rúgbi com 15 jogadores. Então, agora que você já conhece um pouco mais sobre o esporte, prepare sua torcida!

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Não há tantos shows infantis assim por aí, o que dirá um dia totalmente dedicado à música para crianças. Pois quando isso acontece, o Estadinho nem pensa em ficar de fora. Passamos o domingo de sol na Chácara do Jockey, em São Paulo, para ver (e contar) o que aconteceu ali, num espaço feito de sorvete, brincadeiras e espetáculos.
O Festival Natura Nós começou bonito como se previa com o sol batendo no rosto de quem assisitia à primeira e emocionante atração. Passava das duas quando no palco o coro dos Meninos de Araçuaí dividia o espaço com o grupo de teatro Ponto de Partida, parceria feira desde 1999.   

   

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 Olha só como o João, de 4 anos, está concentrado no show! Pena que não deu para registrar as dancinhas que ele fazia enquanto curtia o espetáculo (Fotos:Thais Caramico/AE)   

A cerca de 678 quilômetros de Belo Horizonte, Araçuaí é um pequeno município do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, que fica a 15 horas de Barbacena, onde é a sede do grupo. É também um lugar onde, apesar de muitas dificuldades, reinam a poesia, a dança, o teatro e outras manifestações de arte.
Em cena, eles falam do amor pela mãe Terra e apresentam uma história músical com cenário e figurino bem bonitos e um coro pra lá de afinado. É quase que hipnotizante o efeito dos grupos sobre quem os vê, tranformando dezenas de bambus em supostas flores, árvores e barcos.   

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Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí foram os primeiros a se apresentar e animar a tarde de família  

Na vida real, a história é muito mais antiga e começou assim. “O coro vem de um trabalho educacional do Projeto Ser Criança da ONG Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, o CPCD. O que aconteceu é que há 11 anos nós fizemos um trabalho com eles e nunca mais conseguimos nos separar. Desde então, selecionamos crianças de Araçuaí e fazemos a direção artístisca dos seus espetáculos”, diz Regina Bertola, diretora da companhia Ponto de Partida. Mas a coisa foi além. Imagine que de tão caprichada, a música dessas crianças já foi parar até na França? Além de gravar com Milton Nascimento, elas arrecadaram dinheiro com a venda de seus CDs e DVDs e assim decidiram, em vez de dar esse “pagamento” para cada um do grupo, presentear a cidade com um cinema, coisa que jamais havia sido vista por lá.   

    

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 Depois de passar protetor solar, todo mundo se jogou no gramado 

Quando o espetáculo terminou, nós corremos para bater um papo com algumas dessas crianças para saber um pouco mais sobre elas. Mesmo com o tempo curto, pois tinham de correr para pegar o avião de volta para Belo Horizonte, deu para conhecê-las de perto. Clique aí embaixo para ver o vídeo.  

Até quem ainda nunca tinha ouvido o coral sentou para assistir. E olha que as meninas aí da foto gostam de um tipo de música bem diferente do que estava tocando. Flávia, 8 anos, e Victória, 11, curtem Justin Bieber e Mile Cyrus, mas estavam animadas para conhecer o novo som do coral 

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Mais tarde, foi a vez do Palavra Cantada entrar em cena. Não teve muita novidade, mas foi exatamente como as crianças, principalmente as menores, queriam: cantar os hits e dançar sem parar. E para ninguém se perder na empolgação, toda criança do evento estava com uma pulseirinha com o nome, a idade e telefone dos pais.

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Clara, 7 anos, Luisa, 4, Luanda, 5, e Gabriel, 3, também se divertiram bastante com os shows. Repara na galocha das meninas, que queriam estar bem bonitas para ver o Palavra Cantada.
 

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Mas quem enjoava das músicas corria para brincar nas tendas. Além de oficina de percussão, teve bola na água e um espaço da Lego.  

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Em um dos intervalos, Bruno, de 8 anos, resolveu esperar o show do Toquinho construindo um castelo. “Vou ficar mais um pouco aqui e pensar num nome para minha construção”, disse 

Mas antes de Toquinho fechar o dia foi a vez do Barbatuques, um grupo de percusssão corporal que produz música usando o corpo como instrumento. A combinação de ritmos e melodias ganham força com o uso da voz.  E tem ainda os movimentos, coreografias que empolgam a plateia, que repetia bem certinho o que o pessoal em cima do palco fazia.   

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No telão, duas garotas se divertem ao perceber o som que fazem em quatros mãos 

E mesmo de noite, a criançada continuou correndo de um lado para o outro. Foi realmente um dia especial, onde todo mundo pode se jogar no gramado e curtir todas as atrações.
No ano passado, o Estadinho também registrou o que rolou. Se quiser saber como foi, é só clicar aqui. Mas antes, veja o que os irmãos Nina, de 5 anos, e Luca, de 7, têm a dizer.   

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“Tudo está muito legal, cada música, cada brincadeira. A gente fez aula de batuque e ouviu as músicas do Toquinho, que é igual ao CD que temos em casa. Gostamos de tudo, que nem quando lemos o Estadinho”

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Vidro quebrado, guarda que apita, despertador tocando, latido do cão, buzina de caminhão. Galo que canta, água da cachoeira, todos os barulhos do mundo, quantos são?

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Fotos: Thais Caramico/AE

E o que faz o violão, a viola, o teclado, o pandeiro, o tambor, a flauta, o seu corpo? O quê? Isso mesmo! Seu corpo faz um bocado de sons. Ou você nunca assobiou, bateu palmas e pés, estalou os dedos, brincou de puxar sua bochecha por dentro da boca ou dobrar a língua e fazer de conta que é um cavalo galopando?

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No Circuito Estadinho do último sábado (dia 21), o músico Fábio Freire aproveitou cada barulho para transformar o encontro, que aconteceu às 15 h, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, em um show musical.

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As crianças (e os pais) se divertiram muito ao descobrir todos os sons do corpo e da maleta de instrumentos que Fábio levou. Sobre alguns, ninguém nunca tinha ouvido falar. Depois, Fábio contou que inventou boa parte deles. Como esta flauta aí embaixo, feita com caninhos de PVC.

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Yasmin Nachbar, essa loirinha no canto direito da foto, tem 9 anos, faz aula de flauta e aprovou esse encontro! “Vou poder falar para os meus amigos que eu vim aqui e foi muito legal.” Agora, dê uma olhada nesse chocalho, criado a partir de garrafas PET. “Basta cortá-las, fazer tiras como se fossem franjas e raspar um no outro para tirar o som”, ensinou Fábio.

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No repertório, tinha música de tudo quanto é jeito. Até O Pato, do Toquinho, ganhou uma nova versão. No ritmo do rock, o pessoal levantou do chão e dançou fazendo movimentos de air guitar. A letra, linda, continuou a mesma. E, como muito provavelmente você deve conhecer, vamos relembrar pelo menos o som que ele faz? É assim… “Lá vem o pato, pato aqui , pato acolá (quack, quack). Lá vem o pato, para ver o que é que há (quack, quack).

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Mas o que todo mundo amou de verdade foi poder tocar tudo o que havia pela frente. Era como o ensaio de uma orquestra maluca e divertida. Lívia Tatibana, de 4 anos, é superfã da música Borboletinha. “Venho todo fim de semana no Circuito Estadinho, eu adoro música”, disse um pouco envergonhada, mas com esse sorrisão no rosto.

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Mariana Kie Sasahara Shimada, de 3 anos, manteve os olhos atentos e mandou superbem no chocalhinho. “Ela é louca por música. Presta atenção até mesmo nas sinfônicas que passam na televisão”, disse a vovó.

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Chlöe Marie Dubois, de 10 anos, até já conhecia o músico e adorou participar. “Eu tive aula com ele na Casa do Teatro. E hoje foi legal porque, além de ser muito interativo, ele dá os instrumentos para as crianças mostrarem que som sai deles”, disse.

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E os irmãos Helena, de 6 anos, e Antonio Morais, de 8, que vieram de Jundiaí só para o “show”? “Foi muito legal poder tocar em tantos instrumentos”, disse a garotinha.

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“Eu achei legal conhecer todos de percussão. E confundi o violão de sete cordas com a viola caipira. Agora já sei como ela é”, disse Antonio.

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No final, Fábio colocou tudo de volta na mala e foi divertido ver como todas as crianças deixaram o local animadas, ainda explorando o próprio corpo para ver que ritmo saía de cada lugar.

Na semana que vem, o Professor Sassá vai ensinar a fazer a um sapo que pula. Com copos plásticos e alguns recortes, você vai criar um brinquedo simples para levar para a casa. Quem sabe você não treina bastante o som que ele faz e sai do evento com um brinquedo completo, que pula e fala? Aliás, como é mesmo o barulho do sapo?

O Circuito Estadinho vai ser às 15 h, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, e você já está convidado! Apareça!

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21.maio.2011 07:04:05

Ataque pirata

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O Estadinho de hoje (dia 21) é sobre piratas. Tudo porque Jack Sparrow está pela área desde ontem e a gente achou bom avisar para você ficar esperto e não perder nenhum detalhe de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas no cinema. Afinal, com pirata não se brinca! Quer dizer, brinca sim! 

E foi exatamente isso que fizemos: criamos uma brincadeira de cartas com os dez piratas mais temidos e famosos da história. Eles realmente existiram e, por isso, não só tentamos estabelecer uma ordem do mais cruel, rico, famoso e poderoso, como demos algumas informações sobre a vida deles. O historiador e fã de piratas Dalton Maziero nos ajudou nessa missão (ele também nos ajudou com as curiosidades abaixo). Assim, você aprende mais sobre o assunto brincando. E se não quiser recortar seu Estadinho, imprima aqui as páginas para jogar! Ah, você pode incluir o Jack Sparrow na brincadeira também. E depois leia muito mais sobre piratas, no texto e nos links lá embaixo.

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Clique aqui para ampliar

 

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Clique aqui para ampliar

 

Quem foram os piratas?

Os piratas existem desde que o homem começou a navegar. Eles são, em uma explicação bem simples, os ladrões que agem em alto-mar. São marujos fora da lei, que não defendem nenhuma pátria a não ser seus próprios lucros. Mas nem sempre eles foram vistos como bandidos: houve piratas aclamados como heróis, especialmente aqueles conhecidos como corsários, que tinham a permissão de reis e rainhas para atacar navios e povoados inimigos (e saquear o que estivesse dentro). Tudo depende de que lado se está: do lado que rouba ou do que é roubado.

“A maioria deles era pobre, mas existiam alguns aristocratas. Eles estavam sempre em número inferior de barcos e homens, por isso, contavam com a surpresa. E tinham tática de guerrilha: esperavam a névoa, a falta de vento…”, conta Dalton. Antes de agir, eles costumavam raptar alguém que conhecesse bem a região para passar informações geográficas e saber o melhor ponto para atacar. No começo, quando não havia canhão, eles chegavam muito próximos dos navios e usavam cordas para subir neles. Uma vez lá dentro, brigavam com facas, lanças e espadas curtas e longas. Dalton diz que todos eram violentos e agiam pela intimidação das vítimas. Na Idade Média, canhões e pistolas começaram a ser usados nas batalhas. “Dificilmente usavam espingardas, pois não era boa para manejar na briga. Eles preferiam armas de cano mais curto e leve e só erguiam uma pistola se fosse para disparar e matar.”

Por tudo isso, causavam admiração e medo e, por isso, há tantas histórias relacionadas a aventuras no mar. Em muitos casos, é bem difícil dizer o que é lenda e o que é verdade nisso tudo. Mas uma coisa é verdade: eles nunca deixaram de existir. Sabia disso? Se você prestar atenção nas notícias, vai ver que volta e meia são relatados ataques de piratas na Costa da Somália, por exemplo.

Piratas no Brasil

Os barcos preferidos pelos bandidos

A temida Jolly Roger

Você sabia que…

Código Pirata

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Quer brincar de apostar corrida de sapo? Clique aqui para ver o molde e aprender com as dicas do Professor Sassá, publicadas hoje no Estadinho de papel.

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Crianças brincam com instrumentos durante a apresentação da contadora de histórias Fernanda Ribeiro, no Circuito Estadinho do dia 19 de fevereiro. Crédito: Fernanda Araújo/AE

O Circuito Estadinho de amanhã (dia 21) está cheio de ritmo. Com o músico Fábio Freire, ex-Barbatuques, a área infantil da Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos vai se transformar em sala de música. É só chegar às 15 h e participar do “show”, no qual  os instrumentos serão nada mais que o seu próprio corpo.
Fábio deve levar material de apoio, como  flauta feita de cano de PVC, tamborim, chocalho, triângulo, reco-reco e agogô. Porém, a ideia é sentir a vibração de diferentes sons para, então, encontrar cada um deles nos movimentos da boca, das mãos e dos pés. Batuca o corpo daqui, batuca o corpo de lá, vamos ver no que vai dar?

É amanhã: Circuito Estadinho na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos (Av. das Nações Unidas, 4.777). Grátis, às 15 horas.

E prepare-se: No dia 28/5, o Professor Sassá irá ensinar a fazer um sapo que pula. Vai ser na Livraria Cultura do Bourbon Shopping, às 15 h.

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Fotos: Tiago Queiroz/AE

Julho é mês de férias, de viagem com a família, certo? Pois tente encaixar no seu calendário uma breve passagem por Paraty, no Rio de Janeiro. Entre os dias 6 e 10, acontece a nona edição da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip. E não se trata de um evento só para adultos. Para as crianças, há a Flipinha e a Flipzona, uma parte do evento que vai reunir uma série de pessoas bacanas para falar de histórias. Entre os convidados, estão Marcelo Cipis, Suppa, Índigo, Mariana Massarani, Pedro Bandeira, Ignácio de Loyola Brandão, Ilan Brenman e outros escritores e ilustradores que você já ouviu falar no Estadinho.

Todo ano, alguém é homenageado. Desta vez, o escritor Oswald de Andrade será relembrado em entrevistas, conversas, rodas de leitura, peças de teatro e apresentações musicais. As crianças da cidade já estão falando disso há um tempão! “Cerca de 6 mil alunos mergulham no universo da literatura, desde que foram implantadas as aulas semanais de uma hora sobre esse assunto”, disse hoje, durante uma entrevista coletiva em São Paulo, o diretor presidente da Associação Casa Azul, Mauro Munhoz. A Casa Azul organiza a Flip e este projeto nas escolas.

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Mas, atenção: é bom programar essas “férias”, pois a cidade (e, portanto, os hotéis) lotam durante os cinco dias. Clique no site do evento para ter mais informações. Se preferir, vá direto para a página da Flipinha.
E se quiser continuar a leitura, entre aqui para ler uma matéria bem legal, publicada dia 16 no Estadão.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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