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Estadinho

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O Estadinho de hoje (30) é do barulho! Literalmente. Tudo por causa do Thor, o deus do trovão, que estreou ontem nos cinemas e virou nossa reportagem de capa. O filme é baseado nas histórias em quadrinhos da Marvel, assim como o Homem de Ferro e o Hulk. Mas você sabia que os quadrinhos foram buscar inspiração num personagem muito antigo, cultuado pelos vikings? Pois é, Thor, seu pai Odin, seu irmão Loki e outros personagens que aparecem no filme vieram, na verdade, da mitologia nórdica. Mas há diferenças entre o filme e as lendas. Thor, por exemplo, não era loiro como no cinema. Quer saber mais? Leia as páginas abaixo:

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UM THOR DIFERENTE

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Está vendo este menino? Esse é o Thor. Ele também não é loiro. E ainda não tem a altura nem a força do deus do trovão. Mas tem se esforçado bastante e comido muito feijão para ficar forte como o herói. Coragem nas batalhas de brincadeira não lhe falta. É um Thor legítimo, registrado em cartório como Thor Langer. E, se não bastasse, está vestido como viking e conhece tudo sobre mitologia nórdica, apesar de ter só 6 anos.

É claro que o Thor não se veste assim todos os dias. Essa foi uma roupa que sua mãe, a Luciana, mandou fazer para um simpósio de estudos celtas e germânicos que aconteceu no Maranhão, onde ele mora. Quase deixou a costureira doida, porque ela nunca tinha feito uma roupa viking antes. Luciana pesquisou nos livros e levou o desenho para a mulher costurar. E Thor apareceu com essa calça, camisa, machadinha e um colar com o pingente do martelo Mjolnir.

O garoto é fanático por Thor e tem tudo dele: 12 camisetas, lápis, borracha, estojo, caderno, quadrinhos, desenho animado. Nem dormiu direito nas últimas noites, ansioso pela estreia do filme. Uma vez, um colega perguntou para o Thor (o Langer) se ele era humano. Ele é. Mas a gente acha que ele tem até poderes especiais: uma super memória e muita simpatia. Quer saber mais sobre ele? Leia abaixo:

Você gosta do Thor? Por quê?
Sim, porque parece o meu nome. É o meu herói preferido, porque ele tem o martelo e os bodes que puxam a carroça.

Quem é o Thor?
O Thor morava em Asgard. Ele ajudava as pessoas. Era um herói. A arma dele era o Mjolnir, que o Thor jogava e voltava para a mão dele. Ele usava para destruir os gigantes e as montanhas para ele poder andar. E ele batia no chão e aparecia a ponte do arco-íris.

Se você pudesse ter o Mjolnir, o que você faria?
Eu carregava e jogava para ele voltar na minha mão. Eu ia destruir alguma coisa, uma montanha. E sabe de uma coisa? Só o Thor pode carregar o martelo! Ninguém mais. Porque ninguém era mais forte, ninguém comia feijão. Só o Thor que comia feijão.

E você come feijão?
Como, feijão preto e marrom.

Então você também pode carregar o martelo, não pode?
Sim, eu tinha aquele martelo de brinquedo, mas perdi.

Você gosta de outro herói?
O Odin, porque ele tem um olho só e dois corvos, Hugin e Munin. E eu gosto daquele que o lobo fecha a boca e come a mão, sabe? O deus Tyr!

O que você acha mais legal nas histórias dos vikings?
Eu gosto do barco, dos escudos e das espadas. Olha como papai contou a história: “Era um dia que o Thor queria pescar a Serpente do Mundo. Aí ele foi lá na fazenda do gigante e matou um boi. Os dois, amigos que eram, entraram numa canoa. Aí jogaram a isca do boi e a serpente comeu a cabeça e o Thor ficou com o olho vermelho, pegou o martelo, já ia jogando, mas o gigante que ia com ele cortou a isca. Ele não queria que a Serpente do Mundo destruísse a canoa.”

 

PARA FICAR FORTE QUE NEM OS VIKINGS

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Você sabe o que os vikings comiam? Dê uma olhadinha nesta foto. Se quiser imitar um viking, vai ter de incluir no cardápio muito peixe, pão e frutas. Luciana de Campos, a mãe do Thor Langer, que estuda gastronomia histórica, conta que no dia a dia eles se alimentavam de salmão, arenque e bacalhau, mas também de frango e carne de porco, todos assados ou ensopados. A refeição tinha muitos pães: de farinha de cevada, de aveia, de centeio. Além de frutas e doces de maçã, pistilo e amora, todos adoçados com mel. Eles gostavam até de sopa de espinafre com alho-poró, acredita?

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Foto: Felipe Rau/AE

Se você já quis assumir o papel de um personagem e desbravar o mundo, vai entender bem a história de Dom Quixote de La Mancha. Ele é um senhor apaixonado por romances de cavalaria e, de tanto ler esses livros, acredita que pode virar cavaleiro também. Assim, sai por aí para viver essa grande aventura.

Talvez você até conheça a história, mas não do jeito que a Kelly Orasi vai contar no Circuito Estadinho de amanhã (dia 30), às 15 h, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. Ela vai propor uma “contação interativa”, ou seja, você também vai ajudar a lembrar (ou modificar) o conto. “Vou pegar esse espírito de aventura, o desejo de ser herói e propor uma brincadeira”, conta Kelly.

No fim, o importante é que todo mundo se divirta. “E que saia de lá acreditando no seu próprio sonho,
por mais que as pessoas não acreditem”, diz ela.

Circuito Estadinho. Livraria Cultura do Bourbon Shopping (Rua Turiaçu, 2.100, Pompeia). Grátis, às 15 horas.

VOCÊ É O ARTISTA. Desenhe o seu ídolo e mande para o e-mail  estadinho at grupoestado.com.br ou para o endereço que está na página 2.

PREPARE-SE. Oficina de jogos magnéticos, com a artista Laura Teixeira. Você cria desenhos com ímã! Será no Shopping Villa-Lobos, às 15 horas. É grátis.

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A turma cresceu e agora anda com as próprias pernas

Júlio e sua turma você já conhece bem. Mas grandões como aparecem na foto você já tinha visto? Em Cocoricó - o Show,  espetáculo que estreia amanhã no Citibank Hall, eles estão desse tamanhão todo. Quer saber mais? Hélio Ziskind, o responsável pelas músicas, conta para a gente.

Bonecos grandões, como assim?
Foi muito interessante. As galinhas mexem pernas e asas, ganharam ritmo. Ficou muito expressivo. E agora mexem a boca também.

Como você começou a fazer música para crianças?
Olha, sou curioso, gosto de saber como as coisas funcionam, assim como as crianças. E tudo foi acontecendo. Tinha 18 anos quando fiz minha primeira música para crianças. Mais tarde, na TV Cultura, fui me especializando. Deu certo e as pessoas gostaram. Hoje, recebo até e-mail de pai pedindo acompanhamento da letra para tocar no violão ao lado do filho.

Qual o seu próximo projeto?
O lançamento de O Elefante e a Joaninha, um disco que será lançado em breve, que também ficou bem legal.

Cocoricó – O Show. Citibank Hall. Av. Jamaris, 213, Moema, (11) 4003-6464. Amanhã (dia 30), às 18 h; domingo, às 11 h e às 16 h. Dia 7, às 18 h e dia 8, 16 h. De R$ 50 a R$ 100. Até 8/5.  

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23.abril.2011 08:00:33

Coelho rebelde

Junior é um coelho que precisa herdar os negócios da família: distribuir os ovos de Páscoa. Mas o que ele quer ser mesmo é um astro do rock. Por isso, ele vai para Hollywood para tentar a sorte como baterista. E vai causar muita confusão na vida de Fred, que o atropela. Veja um pouquinho mais do filme Hop – Rebelde sem Páscoa, que é do mesmo diretor que fez o Alvin e os Esquilos (Tim Hill).

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23.abril.2011 07:00:03

Na ponta

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Do dedo ou do lápis, esses monstrinhos ajudam a criar histórias e divertem. Aprenda com o Professor Sassá! (Fotos: Juca Vieira/Divulgação)

Você vai precisar de:
- Lápis
- Folha branca
- Tesoura de ponta redonda
- Feltro
- Cola

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Passo 1: Em uma folha branca, crie um molde seguindo o formato dos seus dedos. A altura é a mesma, mas a largura tem de ser de dois (assim, um vai caber com folga dentro do dedoche).

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Passo 2: Passe os moldes para o pedaço de feltro. Para cada dedoche, você vai precisar de duas peças.

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Passo 3: Cole apenas as bordinhas (laterais e parte superior). Deixe o dedoche com a parte de baixo aberta para você colocar o dedo na hora de brincar.

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Passo 4: Com outros pedaços de feltro, faça olhos, boca, nariz, cabelo, o que sua imaginação quiser. Cole tudo, tentando personalizar os personagens para que cada um tenha uma identidade.

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E pronto! Além de colocar nos dedos e brincar de contar histórias, você pode decorar seus lápis, como se fossem monstrinhos divertidos.

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17.abril.2011 20:06:35

Sou fã assim

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Foi assim, descontraídas, que as crianças do último Circuito Estadinho (que aconteceu no sábado, dia 16), criaram um personagem para chamar de ídolo. Primeiro, a artista plástrica Guga Szabzon reuniu os participantes em roda para discutir como seria esse personagem. Todo mundo teve de pensar em um nome, um roupa, um jeito de se comunicar. Depois, os participantes ainda imaginaram onde essa pessoa viveria e se poderia ter algum poder especial.

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Feito isso, foi um tal de escolher papel colorido, canetinhas e fitas adesivas para montar um grande cartaz, como os pôsteres que vemos por aí em shows e peças de teatro.

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Fada Chaib, de 7 anos, não sabia se desenhava ou escrevia. Até que falou: “Posso fazer os dois”. Assim, começou seu cartaz. O próximo passo foi decidir que nome o pôster teria. Mas ela ficou indecisa e acabou levando essa tarefa para casa.

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Amanda, logo de cara, disse que iria fazer o Justin Bieber. Mas quando a atividade começou, ela mudou de ideia. “Vou fazer a Dami Lovato porque adoro o estilo dela”.

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Vito Novelli começou desenhando monstros e chamou seu personagem principal de Homem Derretidor Superador de Vida. Ele não quis contar que poderes teria, mas parece que o resultado foi bom!

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Letícia Hayashi Cardoso, de 8 anos, fez um cartaz lindo. E ainda inventou a maior história para sua obra de arte. Além de criar um ídolo, ela ganhou uma fã: eu! Mas também, olha só a história que ela me contou… “Desenhei duas bailarinas, a Alice e a Clara. Elas foram parar num reino muito longe onde a grama era colorida. Quando pisavam no gramado, dançavam muito bem. Mas elas nem sabiam que, na verdade, não eram seus pés, mas a grama mágica que fazia com que isso acontecesse. O rei e a rainha daquele mundo disseram que elas só voltariam para a vida normal se dançassem assim em cima da pedra vermelha, antes do sol ir embora. Quando isso aconteceu, uma borboleta dourada apareceu. E elas ficaram famosas naquele reino”.

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Júlia Ikeda Moutinho, de 4 anos, quase desistiu do Circuito, pois falou ali, bem no meio, que tinha ido à livraria para comprar um DVD. Sorte nossa que não tinha o DVD e ela voltou correndo para a oficina. Assim, acabou participando e criando este lindo cartaz da foto. “É a Super Júlia, que voou, encontrou o céu e uma joaninha”.

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Outra contadora de histórias é a Helena Revoredo Rodrigues Teixeira, de 8 anos. Ela estava um pouco tímida no dia, mas fez um cartaz maravilhoso. E que poderes aquela fada-princesa-sereia tem? “Ela voa e nada! Você conhece alguém que faz as duas coisas?” Bem, como eu não conheço, resolvi continuar aprendendo com as crianças sobre os poderes especiais que um ídolo pode ter.

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E conheci a Super Inteligente! Uma figura feita por Evelyn Rodrigues, de 9 anos. “Ela é gigante e mora numa cidade muito pequena para ela, onde as outras pessas são minúsculas”. Será que Evelyn se inspirou na história As Viagens de Gulliver, que tinha uma pequena cidade chamada Lilliput? “Sim, pensei na história do homem gigante”, ela dissse.

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Olha só como ficou a Demi Lovato da Amanda. “Sou fã dela e dos Jonas Brothers também. O estilo da Demi é lindo! Ela usa saia com meia e bota”, disse a fã da cantora.

 

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16.abril.2011 08:00:00

Quadro a quadro

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A capa do Estadinho de hoje (dia 16) é sóbre histórias em quadrinhos (HQ). Mas não estamos falando dos gibis. A matéria é sobre livros que são feitos nesse formato de HQ, cada vez mais comuns de encontrar nas livrarias. Para conhecer nossa seleção de obras clássicas adaptadas para os quadrinhos, clique nas páginas abaixo.

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Gostou do que viu? Continue navegando para ver outros quadrinhos. Desta vez, livros que já nasceram nesse formato.

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Santô e os Pais da Aviação é uma obra do cartunista e ilustrador Spacca (você pode ler a entrevista dele na página 2, com o link logo acima). O interesse pela história da aviação fez com que ele pensasse em criar uma obra sobre o assunto. Muito antes do projeto se tornar um livro em quadrinhos, ele sonhava em ter um filme de animação. Mas, quando saiu da gaveta, a história ganhou formas quadradinhas e ilustrações com traços pretos e sombreados.
No livro, Spacca aumenta a polêmica sobre quem, de fato, inventou o avião. Santos-Dumont ou os irmãos Wright? Em 168 páginas, é uma obra fácil de ler até para quem não tem grande interesse pelo tema.

Cia. das Letrinhas, R$ 48.

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Peanuts Completo faz parte da coleção completa do cartunista norte-americano Charles Schulz, o pai da Turma do Snoopy e Charlie Brown. Nele, você vai encontrar um ano de tirinhas que Schulz publicou nos jornais aos domingos, há quase 50 anos. Como se fossem pequenas comédias da vida humana, as histórias têm humor próprio por causa das características marcantes dos personagens (e isso fica mais claro a partir de 1955). Charlie Brown começa perdendo no beisebol enquanto Snoopy está cada vez mais engraçado.

L&PM Editores, R$ 75.

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Carol é uma garota intensa, sapeca e engraçada, daquelas que que fazem o que bem entendem. Com seu melhor amigo, o Gabriel, ela tem ideias mirabolantes e sua imaginação vai longe. Se não está pedalando, deve estar conversando com algum monstro por aí. E quando ela acha que algo está errado, vai logo dizendo: “Nada a ver, nada a ver”.
O livro traz tirinhas da personagem, que foi inventada em 1997. Antes, o cartunista Laerta publicava as peripécias da Carol numa revista que não existe mais, a Zá. Que bom que agora você pode ler quantas vezes quiser no livro.Não enjoa, a gente garante!

Editora Noovha América, R$ 29.

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16.abril.2011 07:45:51

Sapo pula-pula

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Você aperta o sapo e ele salta mesmo! Quer saber como se faz? O Professor Sassá ensina. Primeiro, clique aqui para imprimir os moldes. Depois, abra aqui para seguir os passos.

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Como um ídolo é criado? Como seria se você pudesse inventar uma pessoa de muito sucesso? Vai ser com essas perguntas que a artista plástica Guga Szabzon quer iniciar o Circuito Estadinho de hoje (dia 16), que acontece às

15 horas na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos. “Vou dar exemplos de personagens que foram inventados por alguém e que hoje são estampados em camisetas, bonés e canecas.”

Em roda, Guga vai propor que os participantes pensem em um personagem que poderia ser um ídolo. Todos terão de imaginar sua roupa, o nome, a idade, o que teria em volta dele para chamar a atenção e um superpoder. Tudo será desenhado em forma de cartaz. “É a sua vez de mostrar para o mundo como você criaria a imagem de um novo astro”.

Circuito Estadinho. Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos (Av. das Nações Unidas, 4.777, Alto de Pinheiros). Grátis, às 15 horas.

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Você já fez um pôster antes? Ainda mais um pôster de super-herói? E de um super-herói que você mesmo vai inventar? Isso parece bem legal, não é? E vai ser mesmo! Essa é a proposta da oficina que a Guga Szabzon vai fazer no Circuito Estadinho de amanhã (dia 16). Primeiro, você inventa um herói ou um ídolo. Vai precisar imaginar sua roupa, seu nome, a idade, onde ele está e que superpoder ele tem. É para usar a imaginação, hein! Depois, vai pegar tudo isso e criar um cartaz.

A Guga já inventou dois: o Super Reto Man e o Homem Caneta. Veja só como é divertido…

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Aqui, ela desenhou o Homem Caneta do jeito que imaginou.

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Neste, Guga fez um pôster só com o nome dele. Não parece até cartaz para desenho animado?

Circuito Estadinho: Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos (Av. Nações Unidas, 4.777, Alto de Pinheiros). Amanhã (dia 16), às 15 horas. Grátis.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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