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Estadinho

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Verônica (de verde) e Elenira (de roxo) levaram todo mundo para o fundo do mar

O Circuito Estadinho de ontem (dia 30) foi uma grande aventura. E não foram só as crianças que participaram: todo mundo estava convidado para se divertir.

As atrizes Verônica Gentilin e Elenira Peixoto preparam um roteiro de viagem. Mas não era uma viagem de verdade. Era uma viagem na imaginação. “Tem brincadeira que é para fora de casa, tem brincadeira que é para dentro de casa”, conta Verônica. “Mas tem brincadeira que é para um lugar tão pequeno, que a gente brinca dentro da nossa cabeça mesmo!”

Começou assim: todo mundo foi para o auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place. Lá, encontraram duas pessoas bem malucas (Verônica e Elenira), que estavam tristes porque as cores haviam desaparecido. O dia estava bem chuvoso, e o céu ficou todo cinza. Bem sem-graça.

Daí, elas fizeram uma proposta: uma viagem por algumas cidades da imaginação, onde as cores ficaram escondidas.

Mas, para poder embarcar, precisava mostrar que sabia brincar. Primeiro, elas fizeram brincadeiras para acordar todas as partes do corpo: as pernas, os pés, o cotovelo, as mãos, os braços, os dedos, o pescoço, as costas, a cabeça e até o bumbum.

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Até quem ficou sentado não escapou da brincadeira

Como todos sabiam brincar direitinho, Verônica e Elenira deixaram até os adultos entrarem no ônibus da viagem.

A primeira parada foi a cidade dos Encontros e Desencontros. Lá, quando a música tocava, era preciso sair correndo, para longe das pessoas que cada um conhecia. Quando a música parava, a missão era encontrar quem tivesse perto e cumprimentá-lo de um jeito diferente. Saiu cada cumprimento engraçado…

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Os trigêmeos Carol, Gabriel e Felipe, de 4 anos, foram com os pais, Bia Alckmin e Marcos Brandt. Eles adoraram esta cidade. “Gostei da parte que tinha que correr”, conta Gabriel (o do meio, de camiseta verde). Durante a brincadeira de estátua, o pai até se disfarçou de árvore!

A segunda cidade era uma praia chinesa, onde todos os peixes eram chineses, com os olhinhos puxados. Todo mundo correu entre as cadeiras do auditório para conhecer novas espécies.

Na última cidade, estavam as últimas cores. Deu até para fazer um barangandão, um brinquedo bem colorido para dançar com todas elas. O barangandão é feito com um papel qualquer (pode ser até jornal), papel crepom colorido e um barbante. Veja o passo a passo:

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1) Corte várias tiras de papel crepom colorido.

2) Coloque a folha de papel mais ou menos na metade do comprimento das tiras, e dobre como se fosse um caderno.

3) Vá dobrando o papel ao meio, deixando as tiras soltas, até ele ficar um quadrado pequeno.

4) Amarre com um barbante, deixando um pedaço grande para você pendurar.

5) Está pronto! Agora segure o barangandão pelo barbante e brinque de girar as cores pelo ar!

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Evelin Cristine Gomes, de 7 anos, até levou a avó, Alyris, para brincar também. “A minha cor preferida é rosa”, conta Evelin. Ela diz que a parte que mais gostou foram os peixes chineses.

No final, todo o mundo saiu brincando com o barangandão. A atividade foi um sucesso. “É importante que a brincadeira venha com uma história”, explica Elenira. “Assim, fica bem mais divertido.”

Semana que vem, tem mais Circuito Estadinho. Vai ser no Shopping Villa-Lobos, com o Professor Sassá. Ele vai ensinar a fazer o monstro Bocão. Depois, você chama seus amigos para ver quem acerta mais bolinhas dentro da boca do bichão. É grátis, às 15 horas. Vai perder?

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Ópera é um tipo de música em que os cantores contam uma história fazendo um drama danado. Entender o que eles dizem nem sempre é fácil (mas isso fica só entre a gente, combinado?)

Hoje (dia 30) e domingo (31), porém, tem uma ópera diferente. Ali, os músicos fazem aquele drama danado só que contracenando com os personagens projetados em uma tela no fundo, como se fosse um desenho animado ao vivo.

Quem conta e canta a história é Fígaro, no espetáculo O Barbeiro de Sevilha, com a Cia. Brasileira de Ópera. É Fígaro quem explica todo o motivo pelo qual as narrações são cantadas, e ele ainda brinca como se fizesse parte do cenário.

O Barbeiro de Sevilha. Teatro Alfa. Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, São Paulo, (11) 5693-4000. Hoje (30) e domingo (31), às 16 horas. R$ 2. Recomendação: livre. Duração: 50 min.

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30.outubro.2010 09:00:34

Cadê o arco-íris?

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Como seria um mundo completamente sem cores? A atriz Verônica Gentilin e a contadora de histórias Elenira Peixoto nem gostariam de saber. Só que as cores desapareceram! E as artistas vão aproveitar o Circuito Estadinho de hoje (dia 30) para procurar onde elas foram parar. Você vai perder?

Circuito Estadinho
Oficina de Teatro com Verônica Gentilin e Elenira Peixoto. Hoje (dia 30), às 15 horas, no auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place (Rua Doutor Chucri Zaidan, 902, Vila Cordeiro). Grátis.

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30.outubro.2010 09:00:28

Bienal das crianças

Você gosta de arte? O Estadinho adora e por isso foi até a 29ª Bienal de São Paulo, que acontece no Parque Ibirapuera, para recomendar o que de mais legal pode ser visto por lá. Como a mostra é muito grande (são três andares todinhos preenchidos), fizemos uma seleção que inclui pintura, instalação, vídeo e oficina. Bom passeio! Fotos: Thais Caramico/AE


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Já no primeiro andar, você entra e dá de cara com o terreiro Longe Daqui, Aqui Mesmo. Não fique tímido e aproveite que, desta vez, você pode não apenas tocar na obra como também entrar e explorar cada parte dela. Os terreiros,  como o pessoal da Bienal apelidou, são espaços para relaxar e se divertir. De Marilá Dardot e Fábio Morais, esse aí parece uma casa em contrução, com portas gigantes que reproduzem capas de livros muito famosos, como um do poeta Augusto de Campos e o tão conhecido O Pequeno Príncipe.

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O Círculo de Animais, do artista chinês Ai Weiwei, é uma obra que representa as figuras do zodíaco. Essas esculturas feitas em bronze foram desenhadas por dois jesuítas para ocuparem o antigo palácio de verão em Pequim. Boa parte delas foi destruída pelos exércitos inglês e francês durante a Guerra do Ópio. Mas, para estarem aqui, foram restauradas e tomam um espaço grande no primeiro andar, perto da rampa de entrada. Depois de ver, é legal brincar em volta delas e ainda escolher que bicho você quer ser. Tem rato, porco, elefante, boi…

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No segundo andar do prédio da Bienal, o artista chinês Cao Fei montou uma pequena vila, a obra RMB City. De um lado, florzinhas coloridas nos vasos. Do outro, várias caixas guardam televisores que exibem uma espécie de joguinho, legal de ver. E na parede, uma colagem feita com impressões sobre papéis e objetos criam uma cena de ficção. Aproveite que tem um banco na “vila”, e tome tempo ali, sentadinho, até conseguir interpretar tudo o que vê.

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Imagine uma obra que reúne uma imagem e seu significado em seguida? Até parece um livro infantil, mas não é. Em 1971, uma editora publicou uma série de cartazes qiue tinham como objetivo educar adultos nos métodos de Paulo Freire. Já naquela época, o artista pernambucano Jonathas de Andrade viu esses cartazes, que sua mãe comprou numa banca de revista. Anos depois, ele voltou nesse assunto, mas de uma forma diferente: fotografou novos momentos e associou, com uma palavra apenas, seus desejos. No segundo andar é que está a parede da Educação Para Adultos.


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Também no segundo andar, conheça Ninhos. O carioca Hélio Oiticica foi um artista muito importante na década de 1960. E justamente nessa época, Oiticica acreditava que o lazer e o prazer eram fundamentais para que se pudesse colocar a criatividade em prática. Assim, criou um projeto chamado Crelazer. E como parte dele, começou a produzir o que ficou conhecido como ninho, um trabalho que fazia parte de um conjunto de obras, e que se parece muito com a foto acima (recriada para lembrar o que o artista construía). A ideia de Oiticica era oferecer esse espaço vazio para que o público pudesse aproveitar como bem quisesse. E é isso que se vê na Bienal: uma instalação de madeira, juta e lâmpadas, com colchões espalhados em cabines pequenas para o visitante entrar e ter uma experiência legal.  É como se fosse uma casa de camas no chão.

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Gostou de ver esses tecidos pendurados como se fossem um emaranhado de cortinas? Posso garantir que atravessar esse labirinto de cores é ainda mais especial. Como a Bienal procurou trazer experiência para o visitante, é possível interagir com várias obras. No segundo andar, Campos de Cor, de Amelia Toledo, é uma delas.

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E uma escada que não chega a lugar algum? Já imaginou? O brasileiro José Spaniol não só imaginou como foi lá e transformou terra batida em arte. E o bacana é que a obra fica próxima à janela, com vista para o parque cheios de árvores. Alto, já no terceiro andar, o fato de ver algo crescer e não dar em nada leva, automaticamente, o olhar para fora dali. Traz uma sensaçãode liberdade bem boa.

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E por falar em liberdade, a italiana Tatiana Trouvé trouxe para a Bienal a obra 350 Pontos Rumo Ao Infinito. Parece uma teia de aranha, mas são fios de prumo que sobem do chão ao teto, presos apenas por imãs.

A Bienal é grátis e vai até o dia 12/12. E isso é ótimo, pois quem mora longe pode se programar com calma e quem está pertinho pode visitar mais de uma vez, sem pressa. Além dessas obras acima, tem outras coisas muito legais, como A Origem do Terceiro Mundo, de Henrique Oliveira, que mais parece uma caverna de madeira e grampos, e todas as atividades e oficinas organizadas pelo setor educativo da exposição. Fique de olho no site e acompanhe a programação. E se quiser outras informações, é só ligar: (11) 3883-9090.

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30.outubro.2010 08:50:02

Arte na rua

No Estadinho de papel de hoje, você vai ver uma reportagem sobre arte pop e urbana. Para entender melhor esse assunto, Arthur Cabral (11 anos), Ian Cabral Nagamine (8 anos), Gabriel Dias Werneck de Souza (11 anos) e Bento Dias Wernerck de Souza (7 anos) entrevistaram o artista Carlos Diaz, que está com uma exposição na Galeria Choque Cultural, em São Paulo. Depois de conhecer o trabalho do “Carlinhos”, a garotada foi para a rua fazer um grafite. Veja o vídeo abaixo.

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30.outubro.2010 07:00:50

Aventuras nos ares

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No Estadinho de papel do dia 23, a gente publicou uma informação que não estava certa. Dissemos que o aviador Manfred von Richtofen, conhecido como Barão Vermelho, era mau (pior: escrevemos “mal”, com L).

Por causa disso, eu fiquei de castigo e com uma lição de casa: descobrir quem era o Barão e contar a história certa para vocês.

Para começar, Manfred von Richtofen foi um herói de guerra. “Ele era admirado até pelos seus inimigos”, conta o professor de História Osvaldo Coggiola, da USP. Tamanha admiração rendeu a ele o apelido de “ás dos áses”.

Von Richtofen era filho de nobres prussianos (daí o título de barão). Ele nasceu em 1892, em Breslau (na época, o local fazia parte da Alemanha. Mas hoje, faz parte da Polônia). Ele entrou cedo na escola militar: aos 10 anos! Naquele tempo, era comum os nobres participarem das batalhas na guerra.

Quando começou a Primeira Guerra Mundial (em 1914), ele era oficial da cavalaria. Mas ele logo ficou entediado com a função. Segundo o livro The Illustrated Red Baron: Life and Times of Manfred von Richtofen (em português: O Barão Vermelho ilustrado: a vida e obra de Manfred von Richtofen), de Peter Kilduff, o rapaz tinha grande admiração pelo piloto Oswald Boelcke. Por causa disso, quis mudar de função e se tornou também um aviador.

O livro também o descreve como uma pessoa carismática, capaz de atrair a admiração de seus superiores.

Em combate, ele venceu 80 combates (depois da 18ª vitória, Manfred já havia ganho a medalha de Honra ao Mérito). Como o avião dele era vermelho, o Fokker Dr. I, ele ganhou alguns apelidos. Os alemães o chamavam de Guerreiro-voador Vermelho. Os franceses o deram o nome de O Pequeno Vermelho. Já os ingleses o chamavam de Cavaleiro Vermelho, até que surgiu o apelido de Barão Vermelho.

Von Richtofen morreu jovem, perto de fazer 26 anos, em 21 de abril de 1918 (o último ano da Primeira Guerra Mundial). Ele foi atingido enquanto perseguia um avião inimigo. Ele deixou de seguir uma regra que ele mesmo pregava: a de só perseguir um inimigo se tiver um colega fazendo cobertura. Mas ele era tão admirado que, mesmo em território inimigo, foi enterrado como herói, na França.

Em 1917, um ano antes de morrer, o Barão Vermelho escreveu sua autobiografia, narrando seus grandes feitos. Isso ajudou a aumentar ainda mais a sua reputação de herói.

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30.outubro.2010 07:00:23

Meu desenho

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Gabriella Tonante de Oliveira, 5 anos,
Arujá, SP

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30.outubro.2010 06:55:52

Dia das Bruxas na telinha

Se você vai passar o fim de semana dentro de casa, assistir à TV poderá ser um programa bem divertido (e tenebroso). Por causa do Dia das Bruxas, que é comemorado no domingo, junto com o Dia do Saci, os canais de televisão prepararam atrações assustadoras. Veja algumas:

Turma do Penadinho

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O fantasminha simpático criado por Mauricio de Sousa vai passar por quatro aventuras com sua turma. No episódio Sherlock Frank, o personagem Frank vai bancar o detetive. A Noite do Calafrio conta a história de um banho de banheira que vira uma tragédia. Em Quermesse, Penadinho e Pixuquinha vão visitar um parque de diversões. E no capítulo Roupa Suja, Zé Vampir ajuda Penadinho a se arrumar para um encontro com Alminha.
Onde: Cartoon Network
Horário: Sábado (dia 30), durante as Maratonas do Medo, das 10 h às 23 h. Domingo (dia 31), das 6 h às 17 h.

Meu AmigãoZão

Yuri vai ter de enfrentar o porão. O que será que ele e seus amigos vão encontrar?
Onde: Discovery Kids
Horário: Domingo (dia 31), às 10h30

Dinotrem

Bruno e sua turma sai à noite para procurar fósseis e descobre algo bem assustador: um esqueleto jurássico.
Onde: Discovery Kids
Horário: Domingo (31), às 14h30

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29.outubro.2010 18:35:42

Meu desenho

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Antonio Armani Horta, 5 anos
São Paulo, SP

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Onde estão as cores de Verônica?

O Circuito Estadinho de amanhã (dia 30) vai ser uma viagem em busca das cores. Como tudo ficou em preto-e-branco, a atriz Verônica Gentilin e a contadora de histórias Elenira Peixoto vão levar todo mundo para descobrir onde estão as cores do arco-íris.

Mas, para isso, é preciso ser esperto e muito coordenado. Só vai entrar no ônibus imaginário quem souber fazer as brincadeiras que as duas artistas pedirem.

No final, todo o mundo vai brincar de fazer um barangandão, um brinquedo todo colorido, com as cores encontradas durante essa viagem!

Circuito Estadinho
Oficina de Teatro com Verônica Gentilin e Elenira Peixoto. Amanhã (dia 30), às 15 horas, no auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place (Rua Doutor Chucri Zaidan, 902, Vila Cordeiro). Grátis.

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Comentários recentes

  • olivio jekupe: hoje em dia os autores indígenas estão cada vez mais publicando seus trabalhos, aqui na nossa aldeia...
  • kellynha: adorei só algumas que é meio sem sentido !!!
  • loana de campos: Adorei a sua ideia, vou tentar fazer
  • Liane: Olha, isso da própria criança gerenciar sua leitura é bem interessante, assim como vários outros aspectos...
  • giovanna: nãão , gosteei muito ;[[

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