No ano passado, o Homem-Aranha veio escalar uns prédios no Brasil. E acabou dando um show em São Paulo e no Rio, que teve até efeitos especiais de última geração. Naquela época, o Estadinho contou tudo como ia ser e até fez uma proposta: se o Homem-Aranha tivesse sido picado por um escorpião ou uma cobra, que poderes teria?
Agora que existe o blog, a gente pode mostrar o que apareceu por aqui. Veja só o que o Thales e o João Paulo mandaram:

O Homem-Aranha do João Paulo Facin, de 12 anos, morador de Bariri (SP), também levou uma mordida de cobra e ficou com os seguintes poderes:
- Material de última geração, como granada;
- Mais forte por meio da picada;
- Poder de criar mais cobras;
- Ter teias mais fortes, pois a picada da aranha permanece;
- Lutar com facilidade

Já o super-herói do Thales Fernado Galvão Marques, que vivem em Lorena (SP), levou uma ferroada de um escorpião. O Thales inventou até uma aventura, como nas histórias em quadrinhos. Dá uma olhada:
Homem-escorpião fala:
- Hahaha. Vou até cantar!
- Os meus poderes são picada paralisadora, mordida, cauda de ferro, escudo e escalar a parede.
- Eu não luto pelo mal.
Vilão responde:
- Você nunca vai me pegar.

Olha só que legal. A Laura Trabold Ferone, de 11 anos, de São Paulo (SP) fez uma homenagem para seu pai. Ela decidiu mostrar todo o seu amor com o desenho. Para quem não consegue ler o recado, a gente repete aí embaixo:
Risonho
Inteligente
Cuida bem de todos nós
Amoroso. Papai
Receba
Da mamãe e das suas filhas
O amor com muita dedicação. Te amo.

Você gosta da turma do Cocoricó? Então lá vai uma dica muito legal: o Júlio está com site novo. Você pode ver clipes, brincar com uns joguinhos bem bacanas (no Siga o Ritmo dá até para fazer um som) e escutar as músicas da turma na Rádio do Cocoricó. Lá estão A História do Cocô, Chuva, Chuvisco, Chuvarada, Nos dias Quentes de Verão, Quem nasceu primeiro? e vários outros sucessos. Vale a pena ver e ouvir.
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Os contos de fadas têm pouquíssimas fadas. E quando elas aparecem, são sempre boazinhas e saem fazendo mágica. Mas as verdadeiras fadas, aquelas que vêm da mitologia celta (que não tem nada a ver com contos de fadas), não são bem assim. Elas continuam poderosas, algumas até podem voar, mas nem sempre são legais.
No livro Mitologia: Fadas, da editora Zastras, há uma lista de várias espécies destes pequenos seres, e o que cada um faz. É mais ou menos assim:

Elfos – Costumam ser bonzinhos, brilhantes e generosos. No filme O Senhor dos Anéis, são elegantes e possuem ótima pontaria. Mas alguns são sombrios e fazem brincadeiras sem graça com os humanos.
Pixies – Se parecem com os elfos, mas são menos luminosos e mais zombeteiros.
Gnomos – Eles vivem dentro da terra. São baixinhos, orelhudos e possuem dedos finos e compridos. Geralmente, guardam grandes tesouros, como na história do Harry Potter: lá, eles são os guardas do banco Gringotes.
Duendes – São grandes trabalhadores. São eles que fazem coisas de ferro, como espadas e machados. Assim como os gnomos, moram na terra.
Ninfas – São belíssimas e costumam seduzir os homens nas florestas e mares. Aparecem bastante na mitologia grega.
Goblins – Ranzinzas, feios e maldosos. Eles poderia substituir as bruxas dos contos sem nenhum problema.
Hobgoblins – Parecem com os goblins, mas são menos travessos.
Brownies - O nome deles é igual ao daquele bolinho de chocolate. Eles cuidam de tarefas domésticas.
Como os contos de fadas vêm da tradição oral, cada um tinha um jeito de contá-los. Isso fez com que as histórias tivessem várias versões. A da Cinderela, por exemplo, tem mais de 400!
Vamos ver aqui algumas diferenças entre os contos:

1) No começo, a Chapeuzinho Vermelho não era salva pelo lenhador. Depois de o lobo comer a vovó e comer a Chapeuzinho, a história terminava. A ideia era dizer que desobedecer aos pais não é legal.
2) A Cinderela não encontrava uma fada madrinha. Era assim: a moça tinha plantado uma árvore no quintal de casa. Esta árvore era regada com as lágrimas de saudades de sua mãe. Quando a árvore estava grande, uma pombinha branca fez seu ninho lá em cima. Era a pombinha que ajudava Cinderela a se vestir para o baile.
3) Pinóquio não recebia a visita da Fada Azul. Na primeira história, ele já era feito de uma madeira encantada, que gritava toda vez que Gepeto lhe dava uma machadada. Foi por isso que o carpinteiro decidiu criar o boneco.
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