(Por Natália Mazzoni)

O Estadinho desta semana conta a história de uma menina que nasceu numa fazenda e depois ganhou o mundo: Tarsila do Amaral.
Ela nasceu no dia 1º de setembro de 1886, em Capivari, uma cidade do interior de São Paulo. Vivia numa fazenda com um grande casarão. Lá, ela corria pelos pastos, nadava no lago, subia em árvores, fazia bonecas de mato e brincava com seus 40 gatinhos. Para os estudos, uma professora vinda da Bélgica ensinava a ler e escrever em francês. Aliás, tudo na casa da menina vinha da França: tecidos para as roupas, comidas e até os versos que seu pai, Juca, dizia. Naquela época, tudo o que vinha de Paris, a capital francesa, era muito valorizado por aqui. Perfumes, enfeites e os vestidos importados faziam Tarsila imaginar contos de fadas.
Um dia, antes de dormir, a babá de Tarsila contou uma história. “Está vendo aquele buraco lá em cima, no teto do seu quarto? De lá, durante a noite, sai um monstro. Primeiro cai um braço. Depois, pés enormes. Por último, a cabeça..” Todas as crianças da casa morriam de medo.
Na casa da fazenda havia vários quartos. Em um deles, pouco usado, Tarsila se escondia das visitas que a mãe Lydia recebia. Tímida, ela gostava mesmo era de brincar e ouvir as histórias que as empregadas da casa contavam antes de dormir. A escravidão tinha acabado de ser abolida e muitos ex-escravos e filhos de ex-escravos continuaram trabalhando na Fazenda São Bernardo, propriedade dos Amaral.
Assim foi a infância de Tarsila, que fez seu primeiro desenho com lápis de cor: uma galinha rodeada de pintinhos bem amarelos. A pequena menina nem imaginava que seu futuro seria brilhante. Quando cresceu, foi para São Paulo estudar. Depois, partiu para a Europa onde estudou com mestres das artes que ficaram impressionados com seu talento.
Quer saber mais sobre essa artista e ainda brincar com algumas de suas obras? É só clicar nas páginas abaixo!
O Modernismo de Oswald e Mário de Andrade
Como contamos no Estadinho, Tarsila do Amaral foi uma das artistas mais importantes do Modernismo, que começou na Semana de Arte Moderna (e que faz 90 anos agora). Ela não participou da Semana, mas foi só voltar para o Brasil, meses depois, que se juntou ao grupo modernista. Desse grupo, os escritores Oswald e Mário de Andrade foram os mais ativos participantes.
Mário de Andrade influenciou muito a produção de literatura moderna brasileira e escreveu um livro muito famoso, o Macunaíma. Em outro livro, de poesias chamado Pauliceia Desvairada, escreveu um prefácio considerado a base do Modernismo brasileiro.
Oswald de Andrade também é peça importante dessa parte de nossa história. Considerado o mais rebelde desse grupo que se reuniu no Teatro Municipal, ele escreveu dois manifestos importantes. O Manifesto da Poesia Pau Brasil demonstrava o desejo de que o Brasil se livrasse das formas europeias de fazer literatura e criasse uma identidade própria, digna de ser exportada para o mundo. E o Manifesto Antropofágico, de tom mais político, que sugeria que o País deveria devorar as referências europeias e criar seu próprio modo de fazer arte, música e literatura.
Para conhecer mais Tarsila do Amaral

Tarsila tinha uma sobrinha-neta muito querida, que ganhou o seu nome. Tarsilinha cresceu encantada com as obras que via nas paredes da casa da tia e um dia ganhou dela um anel mágico. Essa história você conhece no livro O Anel Mágico da Tia Tarsila (Companhia das Letrinhas, R$ 36). Nós conversamos um pouquinho com ela sobre o livro, olhe só:
Quando surgiu a ideia de escrever essa história?
Tarsilinha: Por tomar conta dos direitos autorais dela, eu ainda sou muito envolvida com as coisas da tia Tarsila. Além disso, nós sempre tivemos uma ligação muito forte. Eu tenho irmãos, que eram muito queridos por ela também, mas nossa relação era especial. Ela sempre perguntava de mim, gostava de ouvir histórias de minhas travessuras e adorava quando eu ia até a casa dela. Esse vínculo ainda é muito forte, por isso senti vontade de contar essa história, mesmo depois de já ter escrito a biografia da minha tia Tarsila.
Como foi buscar as lembranças da infância da Tarsila para escrever o livro?
Meu pai era o advogado da tia Tarsila e minha mãe era uma grande amiga dela, então eles viveram sempre muito próximos e conseguiram me contar essas histórias. A família toda colaborou, cada um contando uma história e eu fui juntando essas coisas todas. A infância da minha tia foi muito parecida com a minha, já que eu também brincava naquela fazenda em que ela morou.
Qual a lembrança mais forte que você tem do convívio com sua tia Tarsila?
Minha lembrança mais forte é de estar na casa dela, vendo os quadros que se tornaram tão importantes pendurados na parede. Eu amava ir até lá, ficar perto conversando. Minha tia já estava na cadeira de rodas e confiava só em minha mãe para levá-la de carro aos seus compromissos. Tudo era muito especial.
Tarsila do Amaral usava o anel mágico que ela lhe deu todos os dias. Você também usa?
Esse anel tem um valor sentimental muito grande para mim, por isso, prefiro usá-lo só em ocasiões muito especiais.
Outro livro legal de conhecer sobre a Tarsila é o Sonho de Abaporu, de Marcelo Cipis, (Caramelo, R$ 31,50) . Imagine só que o Abaporu da obra de Tarsila foge da tela para o mundo! Ele sente falta do Brasil e viaja pelo mundo. Passeia pela França, Bahia, toma café em um boteco e até dança tango na Argentina. Afinal, é lá que ele mora, no Malba (Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires).

No livro A Infância de Tarsila do Amaral, de Carla Caruso (Callis, R$ 25), você conhece mais detalhes da vida da menina na fazenda e entende melhor como suas experiências e vivências de infância foram parar em suas obras. Tudo contado de maneira bem delicada e fácil de ler.

Outro livro que conta a história e explica o trabalho de Tarsila é Mestres das Artes no Brasil – Tarsila do Amaral, de Angela Braga e Lígia Rego (Moderna, R$ 30). Nele você descobre mais da trajetória dessa artista. Desde sua infância até os estudos na Europa.

Agora que você já sabe mais sobre Tarsila do Amaral e o Modernismo, pode começar a fazer as brincadeiras do Estadinho desta semana. Se você quiser, pode pintar as cores e as histórias da sua infância num lindo quadro. Inspire-se em mais algumas obras da artista.

Sol Poente, de 1929.

Autorretrato, de 1921.

O Lago, 1928.

O Sapo, 1928.

Urutu, 1928.

Feche os olhos e imagine a loja de brinquedos mais legal do mundo. É provável que você pensou em algo bem parecido com o que é a Loja Mágica de Brinquedos do Sr. Magorium.
Bonecos de pelúcia que abraçam, esqueletos de dinossauro que se mexem e aviões que voam pela loja. Mas nada tem pilha. Tudo é mágico.
Quando o Sr. Magorium deixa o mundo, a missão de Henry (o contador contratado para colocar as finanças da loja em dia) e Molly (a fiel e adorável gerente) é fazer com que a loja se torne encantada de novo. Até que eles descobrem que a mágica está nos nossos olhos. É só acreditar.
Esse DVD não é um lançamento, o filme A Loja Mágica de Brinquedos (Imagem Filmes, R$ 14,90), é de 2007. Mas vale a pena conhecer essa história. Para se lembrar de acreditar em sonhos. E também ver o mundo com pelo menos um pouquinho de mágica nos olhos.

(Por Natália Mazzoni)
Não adianta reclamar. Nem pedir para os pais deixarem você aproveitar uns dias a mais em casa. As férias acabaram e chegou a hora de voltar para a escola. Se você ainda não deixou a mordomia de lado e só vai começar os estudos na semana que vem, ainda dá tempo de ler o “manual de sobrevivência” que o Estadinho preparou para você.
Caso suas aulas já tenham começado, não tem problema, você também vai aproveitar muito dessa edição. Tem dicas para se livrar do amigo chato da classe, para superar a perda do melhor amigo da escola e até para não ficar bravo por estar no mesmo colégio do seu irmão, que vive brigando com você em casa. Clique nas páginas abaixo para descobrir como lidar com isso tudo. Depois, continue aqui. Tem um vídeo bem legal da entrevista com os nossos consultores Nicolas, Carolina, Amanda e Talita.
A entrevista com o Nicolas, a Carolina, a Amanda e a Talita foi tão legal que resolvemos colocar um poquinho da nossa conversa aqui para vocês verem. O vídeo foi gravado pela mãe da Carolina e do Nicolas, a Ana. Você até vai ouvi-la falando, às vezes. Vocês sabem como é mãe, não é? Sempre querendo dar uma forcinha. Ficou bem legal, olhe só.
O filme A Bela e a Fera foi lançado pela Disney em 1991. Parece muito tempo, não é? Mas é quase nada se comparado ao tempo de existência dessa história. Afinal, a Disney só recontou um clássico do conto de fadas que existe pelo menos desde o século 18.
A história foi publicada pela primeira vez na França, em 1740, pela Dama de Villeneuve, como era conhecida Gabrielle-Suzanne Barbot. E foi recontada 16 anos depois por outra mulher, madame Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, que mudou um pouco a versão original e a deixou mais curta. Até chegar à versão da Disney, muita coisa foi modificada. Veja só como eram as primeiras versões, recontadas nas palavras do Estadinho:
Bela era a filha mais nova de um comerciante muito rico e tinha três irmãos e duas irmãs que adoravam o dinheiro, o luxo e a riqueza. Diferentemente das irmãs, que gostavam de mostrar seus lindos vestidos, Bela era uma moça simples, humilde e boazinha. Acontece que, por ironia do destino, o mercador ficou pobre. Só restou a ele uma casinha afastada da cidade. As irmãs de Bela morriam de vergonha e perderam todos os seus pretendentes. Mas ela tentava ajudar seu pai como podia, fazendo os serviços caseiros.
Um dia, o comerciante foi para a cidade, esperançoso em fazer bons negócios. As filhas mais ambiciosas pediram a ele joias e vestidos, mas Bela só pediu que lhe trouxesse uma rosa. Quando voltava para casa, caiu uma tempestade de vento e neve sem igual e o pai resolveu se refugiar em um castelo que havia no caminho. Que surpresa ele teve ao descobrir que o castelo era encantado. Pode ali comer e dormir muito bem, mesmo sem ter visto empregado nenhum.
No dia seguinte, o mercador decide partir. Ao passar pelo jardim do castelo, viu muitas rosas e se lembrou do pedido da filha mais nova. Então, retirou uma do roseiral. Isso despertou a fúria da Fera, que até então não havia se mostrado. O monstro ficou tão bravo com o comerciante que impôs uma condição para deixá-lo ir embora vivo: trazer uma de suas filhas para morrer em seu lugar ou retornar ele mesmo dali a três meses, no máximo. O homem não queria as filhas mortas, mas pensou que essa era uma oportunidade de dar um último abraço nelas.
Em casa, o pai contou a história toda e Bela se ofereceu para o sacrifício, depois que suas irmãs a acusaram de condenar o pai à morte. Ela foi para o castelo com a certeza de que a Fera a mataria. Mas não foi isso que aconteceu. Aos poucos, o monstro foi mostrando um lado gentil e sensível, e começou a pedir a moça muitas vezes em casamento. Bela o achava feio e meio rude, por isso recusava o convite, mas acabou se afeiçoando ao bicho.
Certa vez, Fera deixou que Bela visitasse sua família, pois seu pai estava muito doente. Mas com a condição de retonar no prazo de uma semana. Para isso, bastaria que a moça colocasse seu anel sobre a mesa e, num passe de mágica, ela estaria de volta ao castelo. Acontece que as irmãs de Bela ficaram com inveja dela, vendo seus vestidos bonitos e sua felicidade. Então, fizeram a moça ir ficando, ficando, ficando até que se passou mais de uma semana. As irmãs invejosas queriam que a Fera ficasse irritada com a Bela e a devorasse!
Um dia, Bela sonhou que o monstro estava morrendo e decidiu voltar. Seu sonho estava certo: ela encontrou Fera no jardim, morrendo porque não comia mais. Foi nesse momento que Bela percebeu que amava a Fera e aceitou seu pedido de casamento. Assim que falou isso, o monstro virou um lindo príncipe. Ele estava condenado a viver como Fera até que alguém aceitasse se casar com ele! No fim, eles se casaram e viveram felizes para sempre.

O Grupo Furunfunfum completa 20 anos de história em 2012 e decidiu homenagear pais e filhos com seus espetáculos mais marcantes. O Festival Furunfunfum começou na semana passada, mas vai até março, com atrações diferentes a cada fim de semana. Ao todo, são sete espetáculos apresentados no Teatro Alfa.
E no dia 19 (domingo), às 11 horas, Paula e Marcelo Zurawski, do Furunfunfum, deixam o palco do teatro e vão para a rua animar todo mundo. Quer dizer, para o pátio da Livraria da Vila da Fradique. Eles e o grupo Sopro Brasileiro vão fazer a criançada pular ao som de marchinhas de carnaval, como já é tradição todos os anos. Anote na agenda e não perca!
Acompanhe a programação:
4 e 5 de fevereiro – Os Três Porquinhos
11 e 12 de fevereiro – Rapunzel
25 e 26 de fevereiro – A Terra dos Meninos Pelados
3 e 4 de março – O Flautista de Hamelin
10 e 11 de março – O Meninotauro
17 e 18 de março – Brincar com Palavras
24 e 25 de março – O Circo do Seu Lé
Teatro Alfa. Sala B (200 lug.). R. Bento B. de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. Sábado e domingo, 17h30. R$ 24. Até 25/3.
Carnaval na Livraria da Vila: Dia 19 (das 11h às 12h), Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, São Paulo, (11) 3814-5811. Grátis.

O Estadinho tem mais uma sugestão de DVD para fechar a semana. Assim você aproveita o último suspiro das suas férias. Quem te acompanha é a dupla mais briguenta dos desenhos animados: Tom e Jerry.
Dessa vez eles foram parar no Mundo Mágico de Oz! Pairam sobre o arco-íris, lutam com macacos e correm pela estrada de tijolos amarelos com Dorothy, o Espantalho, o Homem de Lata e todo o resto dessa turma encantada.
O bacana dessa história contada noTom e Jerry e O Mágico de Oz (Warner, R$ 29,90) é conhecer músicas como Over The Rainbow, que fizeram parte da trilha sonora desse clássico dos cinemas e da literatura. Pode viajar.

Bonecões de São Luiz do Paraitinga que vão estar no MIS
A folia de Carnaval começa só no dia 18. Mas para as crianças a diversão começa muito antes. Neste domingo (dia 5), os bonecões de São Luiz do Paraitinga vão ocupar o Museu da Imagem e do Som (MIS) e fazer a festa! A tradicional Maratona Infantil do MIS, será toda voltada para pular carnaval ao som de marchinhas dos blocos Juca Teles e Espanta Vaca.
Ninguém vai ficar parado. Mesmo quem prefere ficar quietinho vai gostar do resto da programação, que tem até explicação sobre como são confeccionados os cabeções dos bonecos. Quem explica é o artista Benito Campos, às 14 h.

Elefante inflável do espetáculo Gigantes de Ar, da Pia Fraus
E não é só. Outros gigantes vão passar por lá: são os personagens do espetáculo Gigantes de Ar, da Pia Fraus. São animais de circo infláveis (girafas, elefante, leões e cangurus) que vão se apresentar com palhaços e trapezistas, às 16 h. E tem ainda contação de histórias com a Cia. Truks. Está imperdível!
A festa começa às 10 h e só acaba às 17 h. Reserve bastante pique, para não ficar parado! Veja a programação:
10 h às 16 h – Bonecões de São Luiz do Paraitinga, com Maria Angú, João Paulino e Vaca Beuda da Pelna Abéuta (área externa).
10 h às 17 h – Intervenções circenses, com o Palhaço Lelé.
10 h às 11 h, 13 h às 14 h e 15 h às 16 h – Oficina “Cartazes para o Mundo”, com a equipe do MIS (Sala Educativo)
11 h às 12 h e 14 h às 15 h – Contação de histórias “Divertistórias”, com a Cia Truks (Espaço Web)
12 h às 13h45 e das 14 h às 15h45 - Oficina “Pequenos brincantes da cultura popular – dança, percussão e adereços” (Sala de Interfaces)
14 h às 16 h – Demonstração do processo de confecção dos cabeções dos bonecos de São Luiz do Paraitinga, com o bonequeiro Benito Campos (no Foyer Auditório LABMIS)
16 h às 17 h – Espetáculo Gigantes de Ar, com Pia Fraus (área externa)
Museu da Imagem e do Som – MIS: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo, (11) 2117 4777. Grátis.

O quinto DVD da série Willa e os Animais mostra Willa criando soluções divertidas e muito criativas para alguns problemas. Tudo com a ajuda de seu pai e seus amigos animais (uma girafa, um par de focas bem espertas, um urso e alguns pinguins). Vem com oito episódios: A Anfitriã, Altos e Baixos, Os Prêmios de Willa, Entrando numa Fria, O Segredo, Entrando em Forma, Na Pele do Jacaré e Mathias, o Contador de Histórias.
Willa e os Animais – Os Prêmios de Willa custa R$ 24,90 e é da Paramount.

As tirinhas da Turma da Mônica são sempre muito legais. Imagine, então, um DVD cheio de aventuras comandadas pelo Cebolinha e seu “super-hiper-contlole-lemoto”! Você vai se divertir com planos infalíveis do Cebolinha e Cascão tentando roubar, como sempre, o coelhinho da Mônica. Tem até aventuras do caipira Chico Bento!
O Se Liga na Turma da Mônica (Paramount, R$ 24,90) vem com versão em língua dos sinais e três episódios extras: Tubarão, Disfarces e Sonolento, Sonolento.
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A Moranguinho é uma das personagens mais queridas das meninas. No DVD Moranguinho com Muito Brilho (Logon, R$ 19,90), você descobre algumas histórias dela com sua turma. São 5 episódios: Abrindo o Jogo, O Sumiço de Amora Linda, Corrida Tutti-Frutti, O Perfume Especial e Concurso de Dança. E todos com algumas coisinhas em comum: esmaltes incríveis, cabelos produzidos e, de vez em quando, uma briguinha. Mas amiga que é amiga sempre acaba se entendendo não é?
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