19h25 - A juíza Marixa Rodrigues encerrou o primeiro dia de julgamento de Bruno e Dayanne pouco depois das 19h, logo após o término do interrogatório da delegada Ana Maria dos Santos, que durou mais de quatro horas. Os trabalhos serão retomados às 9h desta terça-feira, com o interrogatório das demais testemunhas.
Para o assistente de acusação, José Arteiro, “só um milagre” faria Bruno, chamado por ele de “chefe do esquema”, ser inocentado. Já o advogado Tiago Lenoir, um dos defensores do goleiro, o primeiro dia foi bastante favorável à defesa, que vai insistir na tese de que, se houve crime, Bruno não sabia de nada.
“Em todo o depoimento, a delegada não citou Bruno nem uma única vez”, disse Lenoir, se esquecendo que ela disse ter ouvido do primo do goleiro, Jorge Luiz, de que o atleta foi informado de tudo por Macarrão ainda na noite do assassinato de Eliza. Já o promotor Henry Vasconcelos disse que ficou clara a credibilidade passada pela delegada aos jurados no depoimento.
17h44 - O advogado de Bola, Ércio Quaresma, voltou a tumultuar o julgamento de Bruno e Dayanne. Ele foi repreendido agora há pouco pela juíza Marixa Rodrigues por ficar transitando durante o interrogatório da delegada Ana Maria que já dura mais de três horas. “Vou pedir que o senhor se mantenha sentado no local destinado às pessoas que não estão sendo julgadas porque o senhor está atrapalhando os trabalhos”, disse ela.
17h20 - Segundo Ana Maria, Jorge contou a ela que Eliza foi levada do sítio de Bruno por Macarrão e ele na noite do dia 10 de junho de 2010, em um Ecosport, até a região da Pampulha, em Belo Horizonte, onde o amigo de Bruno se encontrou com um motociclista conhecido como Bola, Neném ou Paulista, passando a segui-lo até uma casa.
A delegada relatou que, segundo o primo do goleiro, quando chegaram à casa de Bola, todos permaneceram no carro, com exceção de Macarrão, que foi conversar com o condutor da motocicleta.
De acordo com o relato, Bola teria se apresentado a Eliza, já fora do carro e sentada em uma cadeira, como policial. O acusado teria pedido que ela ficasse de pé, e que lhe estendesse as mãos para que identificasse se não era usuária de drogas. Disse a delegada: “Com uma das mãos, à esquerda, esse senhor passou a apalpar as costas dela. Na sequência, passou o braço direito sob o queixo da mulher e começou a asfixiá-la”.
O então menor disse que Bola pediu a Macarrão que amarrasse as mãos de Eliza para a frente, o que ele fez. Nesse momento, Macarrão passou a desferir chutes nas pernas de Eliza, que caiu ao chão e foi agonizando até morrer.
Bola pediu licença e saiu do ambiente por uma hora. Ele voltou com um saco preto, informando que ali estava o corpo de Eliza. Conforme o depoimento do menor à delegada, o executor da modelo tirou de lá uma mão e a lançou aos seus cães, que a devoraram. Depois de assistir tudo, Jorge relatou ter ficado tão aterrorizado que fez xixi nas calças.
16h46 - Bem mais séria do que pela manhã, quando chegou a sorrir na sala do júri, a ré Dayanne Rodrigues disse rapidamente ao Estado agora há pouco que é difícil prever o que vai acontecer nas próximos dias porque o “julgamento está bastante tumultuado”. ”Vamos ver”, limitou-se a dizer, durante intervalo de cinco minutos.
16h30 - “Deus me livre. É esse homem aí”. Foi assim que o primo de Bruno, Jorge Luiz, identificou em uma fotografia Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, como o homem que segundo ele matou Eliza Samudio, em depoimento dado à delegada Ana Maria dos Santos, que é interrogada no Fórum de Contagem há duras horas.
Ana Maria relatou agora há pouco que, quando Jorge relatou a ela, com riqueza detalhes os últimos momentos de vida de Eliza, o rapaz estava bastante emocionado, contendo o choro. “Chegou a segurar no meu braço com intensidade por duas vezes. Eu fiquei muito impactada com a história, a escrivã até pediu para interromper um pouco a oitiva”.
14h30 – A juíza Marixa Rodrigues interroga a delegada Ana Maria dos Santos sobre o início das investigações, que segundo a testemunha ocorreram a partir de um denúncia anônima. Ela confirmou que, durante as diligências no sítio de Bruno, houve um conflito de versões dadas pelo funcionário do sítio José Roberto, que admitiu a presença de crianças no sítio, e o administrador Elenilson Vitor, que numa segunda diligência negou essa informação.
Ana Maria contou que a ex-mulher de Bruno, Dayanne dos Santos, telefonou para a polícia para dizer que estava tudo bem com ela, diante de informações publicadas pela imprensa de que a mulher de Bruno havia sido assassinada. Ela foi, então, convidada a ir à delegacia e compareceu à delegacia de Contagem acompanhada de “Coxinha”.
Com versões desencontradas dadas pelos envolvidos, um dos presentes, o Coxinha, confirmou a presença do bebê Bruno Samudio no sítio. Ele se dispôs a levar a polícia ao local onde a criança havia sido deixada horas antes.
14h14 - Pouco antes de o julgamento ser interrompido para almoço, Bruno parecia emocionado. Ele chegou a levar um lenço aos olhos, como se estivesse enxugando as lágrimas, no momento em que a juíza abriu a sala do júri para que a imprensa fizesse imagens. Já Dayanne preferiu deixar o local para não ser filmada ou fotografada.
14h08 – Após uma pausa para o almoço, recomeça o julgamento do goleiro Bruno e sua ex-mulher Dayanne dos Santos, realizado no Fórum de Contagem. A primeira testemunha a ser ouvida é a delegada Ana Maria dos Santos, que participou das investigações do desaparecimento de Eliza Samudio.
Com as ausências do primo de Bruno, Jorge Luiz, e de seu amigo Amir Borges Matos, que não vieram ao Fórum de Contagem, Bruno não terá testemunhas de defesa, já que o advogado Lúcio Adolfo dispensou os depoimentos de sua tia, Célia Aparecida Rosa Sales, e da amiga Maria de Fátima Santos, alegando que ”o que interessa é o debate”. Ele disse que pretende “destroçar” as testemunhas de acusação.
12h33 – A defesa de Bruno dispensou as testemunhas Célia Aparecida Rosa Sales, que é sua tia, Maria de Fátima dos Santos e Anastácio Martins Barbosa. A defesa da Dayanne dispensou Saiver Júnior e manteve o depoimento de Célia Sales. Com isso, das dez testemunhas arroladas, sobraram quatro testemunhas para serem ouvidas.
Neste momento, a juíza liberou a entrada da imprensa para fazer imagens da sala do júri e determinou um intervalo de uma hora para almoço. Só depois deve ter início o interrogatório das testemunhas.
12h27 - Apesar da ausência de três testemunhas arroladas pela defesa – além de Jorge Luiz, Amyr Borges e Lucy Campos – , o advogado Lúcio Adolfo informou à juíza que ainda vai tentar trazê-las ao Fórum para que sejam ouvidas.
12h14 – Cinco mulheres e dois homens vão compor o conselho de sentença, responsável por dar o veredito a Bruno e sua ex-mulher, Dayanne Fernandes. Bruno e Dayanne já estão na sala do julgamento.
11h56 - A testemunha mais esperada do julgamento, o primo de Bruno, Jorge Lisboa Rosa, não compareceu ao Fórum de Contagem, informou a juíza Marixa Rodrigues. Entrevista recente dada por ele à Rede Globo – nela, ele atribui a culpa pelo crime a Macarrão, mas diz que seria praticamente impossível Bruno não saber de tudo – havia sido anexada ao processo.
11h40 - Cerca de 90 minutos após a juíza determinar um intervalo para analisar as considerações preliminares da defesa de Bruno e Dayanne, a juíza lê sua decisão sobre as colocações da defesa. Ela indeferiu o pedido para que a certidão de óbito seja retirada do processo, alegando que sua emissão está suficientemente fundamentada. Ela também indeferiu o pedido para que o julgamento fosse suspenso, sob alegação da defesa de que havia outro inquérito em andamento.
A defesa entrou com recurso suspensivo alegando que a certidão de óbito foi emitida com base nas declarações de Macarrão, portanto, sem legitimidade, e que o documento influenciaria a decisão dos jurados. No entanto, a juíza afirmou que Macarrão foi condenado em um processo que já transitou em julgado, indeferindo, portanto, a solicitação da defesa.
11h30 – Os réus Bruno Fernandes e sua ex-mulher, Dayanne Souza, ainda não foram chamados pela juíza para comparecer em plenário.
11h18 - Lúcio Adolfo também questiona o desaparecimento, “entre os últimos dias 19 e 23″, de 700 páginas do processo que depois foram anexadas novamente, porém, fora de ordem, o que prejudicaria o estudo dos autos.
11h13 - O clima esquentou também quando o advogado Ércio Quaresma, que defende Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, tomou a palavra para pedir acesso a todo o material audiovisual incluído no processo, o que a juíza indeferiu. Ele também pediu que testemunhas não comuns ao processo de Bola, que será divulgado no próximo mês, sejam ouviddas por ele, numa clara tentativa de tumultuar o juri. A juíza determinou que ele fizesse a solicitação posteriormente.
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Especial: Linha do tempo do caso Bruno
11h00 – O julgamento foi interrompido por 20 minutos para que a juíza Marixa Rodrigues analise e inclua na ata as considerações preliminares feitas pelo advogado de defesa de Bruno e Dayanne, Lúcio Adolfo. Ele pede que os jurados tenham acesso a novos materiais anexados no processo e que o atestado de óbito de Eliza sejam excluídos do processo. Nervoso com a alegação do defensor, o assistente de acusação José Arteiro levantou a voz para exigir respeito. Houve um princípio de discussão e a juíza mandou que Arteiro se mantivesse sentado e em silêncio.
11h00 – “Acreditamos que a pena de Bruno poderia passar dos 24 anos”, disse o assistente da acusação, José Arteiro.
10h54 – Tiago Lenoir, advogado de Bruno: “Não cabe à defesa provar que a Eliza está viva. Cabe à acusação provar que ela está morta”.
10h39 – Para a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, à frente do julgamento e responsável pela decretação do atestado óbito de Eliza, a condenação de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, seria a prova de que Eliza está morta. Sua sentença foi dada no dia 23 de novembro de 2012.
10h30 – A expedição do atestado de óbito de Eliza Samúdio pela Justiça é contestada pelos advogados de defesa dos réus. Segundo os defensores, o procedimento, feito sem provas cabais da morte da vítima, pode influenciar os jurados e prejudicar os acusados.
10h12 - Depois do sorteio dos sete jurados entre os 25 convocados, dos quais apenas 15 compareceram, deve começar em instantes o depoimento das testemunhas. Serão ouvidas cinco para defesa e cinco para a acusação de cada um dos acusados. Bruno e Dayanne falarão na sequência. Não há limite de tempo nesta fase do julgamento. De acordo com a assessoria do Fórum de Contagem, existe a possibilidade de que os depoimentos sejam concluídos ainda nesta segunda-feira.
Na sequência, a promotoria terá duas horas para expor seus argumentos, enquanto a defesa de cada um dos réus terá uma hora. Esse tempo pode ser prorrogado em mais duas horas para réplica e outras duas para tréplica. Teminada esta etapa, os jurados se reúnem para dar o veredicto para que a juíza possa, caso haja condenação, definir a sentença.
10h10 – “Espero que ele (Bruno) seja condenado”, disse a mãe de Eliza Samúdio, Sônioa Moura, ao chegar ao fórum, há cerca de uma hora.
10h06 – A juíza acaba de dar a palavra aos advogados de defesa, para que depois sejam escolhidos os jurados. A expectativa é de que o julgamento dure de três a cinco dias.
10h00 – Integrantes da União Brasileira de Mulheres se reúnem na entrada do fórum.
9h45 – Julgamento tem início no Fórum de Contagem.
9h30 – A defesa de Bruno admite o sequestro de Eliza Samúdio, mas afirma que ela foi embora do sítio após receber dinheiro do atleta. Para a acusação, o goleiro mandou sequestrar a ex-amante, levá-la a seu sítio, em Esmeraldas (MG), e matá-la.
9h13 – A defesa do goleiro no caso fala em irregularidades no processo e cogita anular o juri novamente. “Para mim é muito cômodo: se eu ganhar, ganhei, senão, anulo”, disse o advogado Lúcio Adolfo da Silva. Os defensores do caso foram ouvidos pelo Estado.
9h10 - A Justiça decretou a prisão do goleiro e outros sete suspeitos em 7 de julho de 2010. Bruno e Luiz Henrique Ferreira Romão, o “Macarrão”, se entregam à polícia no Rio.
8h55 – O goleiro Bruno é acusado por sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza
8h30 – O promotor do caso, Henry Wagner de Castro, chega ao Fórum de Contagem. Daynne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno, também já chegou. Acusada de participação na morte de Eliza Samúdio, ela responde ao processo em liberdade.
8h02 – Goleiro Bruno chega ao Fórum de Contagem (MG)
7h36 – Após 971 dias atrás das grades, um dos réus mais notórios do País, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes das Dores de Souza, de 28 anos, volta a se sentar diante de um júri popular a partir desta segunda-feira, 4. Acusado de mandar sequestrar e matar a ex-amante Eliza Samudio, de 24 anos, com quem teve um filho, o atleta será julgado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde está preso.
Sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo, que responde por sequestro e cárcere privado da criança que o jogador teve com a vítima, também começará a ser julgada nesta segunda-feira.

Goleiro Bruno no julgamento anterior, interrompido pela defesa do acusado. Foto: Flávio Tavares/Hoje em Dia
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Mas a decisão do júri não será o desfecho da história. Além de dois julgamentos de outros três acusados, marcados para abril e maio, novas investigações estão em andamento para apurar a possibilidade de outros dois ex-policiais civis mineiros terem participado do assassinato com Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, outro ex-agente acusado formalmente pelo crime.
Bruno e Dayanne já estiveram à frente de um júri popular em novembro, mas não foram julgados. Após uma série de manobras da defesa, o processo foi desmembrado, primeiro em relação ao ex-policial, que será julgado em 22 de abril, e também no caso do goleiro e da ex-mulher. “Não vamos adiar o julgamento de novo”, garante o advogado Lúcio Adolfo da Silva.
A grande diferença entre o julgamento de novembro e o que começa nesta segunda-feira, 4, é que, no ano passado, todos os envolvidos negavam até mesmo que Eliza estivesse morta, já que o corpo nunca foi encontrado. Diante do júri, porém, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, ex-braço direito e amigo de infância de Bruno, assumiu que a modelo foi assassinada e ainda acusou o goleiro de ter sido o mandante, como sustentam a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual (MPE). Macarrão foi condenado a 15 anos de prisão. A confissão levou a juíza Marixa Fabiane Lopes a determinar a expedição do atestado de óbito de Eliza.
Morte. “Nunca contestei a morte. Não digo que está morta ou viva. Mas no processo não vejo provas da morte”, afirma o advogado. Silva nega qualquer possibilidade de acordo para redução de pena. “Vou enfrentar a acusação. No Brasil, quem acusa tem de provar. A acusação é baseada nos depoimentos do Macarrão e do Jorge”, diz, referindo-se a Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno.
Hoje com 19 anos, ele já cumpriu 2 anos e 8 meses de medida socioeducativa de internação pelas acusações de sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza, que teriam ocorrido quando o rapaz tinha 17 anos. “Macarrão fez acordo com o promotor, que antes o chamava de facínora. E a narrativa do Jorge é toda a acusação que há no processo, mas agora o promotor o chama de mentiroso”, ataca o advogado. Jorge foi arrolado como testemunha pela defesa de Bruno e pelo MPE. Em entrevista à TV Globo, ele disse que Bruno “desconfiava” que Eliza seria morta, mas que a iniciativa foi de Macarrão. “Há provas de que Bruno mandou matar.Há acusações pesadas em cima dele e a arrogância de não confessar facilita”, diz o assistente de acusação, advogado José Arteiro Cavalcante Lima.
Opinião semelhante tem o promotor de Justiça Francisco de Assis Santiago, um dos integrantes do MPE mais experientes no tribunal do júri. “Há contradições pró e contra Bruno. Mas não é preciso mais nenhum depoimento. As provas técnicas são irrefutáveis.”
Mais um circo armado e nada vai acontecer, a justica nao sera feita, o codigo penal e de 1940,combinado com a Constituicao de 1988, nao evoluem e dao muita brecha para que o acusado siga em liberdade ou se veja livre em poucos anos, como no caso dos irmaos Cravinhos, o rapaz que foi sentenciado por matar o pai e a madrasta, e um belo de um circo, por mais que a promotoria e anexos facam um bom trabalho, nunca ha justica, E ridiculo.
com tantas evidências a respeito da participação do policial Zezé, no crime ´porque o del. Edson moreira não o indiciou? Quando o del. edson moreira fala na televisão ele demonstra um odio mortal pelo Bola. O ministério público não vê isso?
Se aguentou o presídio, agora seria a hora máxima de exigir a soltura, já que não há nenhuma prova concludente do crime, não há materialidade, não existe coisa nenhuma.
Os juizes não sabem por que deixar preso.
Bruno, não seja burro. Continue a expor a sua causa máxima. “Não estive presente neste fato”
Quando a nobre Ciência do Direito vira palhaçada e o Juri Popular se transforma em circo!
Uma pena…Precisamos rever isso!
acho que bruno deveria ser enocetado,pois até hoje ainda não foi mostrada prova concreta que ele mantou ou mandou matar eliza.e cade o corpo que ante hoje não apareceu?sem corpo não existe morte.se ela tambem fosse alguem de boa indua ela estaria ai cuidado do filho dela,mais ela estava somente preocupada com o dinheiro do amante.
[...] Veja como foi o primeiro dia de julgamento [...]
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2013
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