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Estadão Urgente

07.setembro.2016 01:40:00

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03.setembro.2016 02:27:04

Alex Silva/Estadão

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17h30 - Uma manifestação reúne 800 pessoas na Praça Ramos de Azevedo, na frente do Theatro Municipal. O ato segue pacífico e é organizado por dois grupos: o Grande Ato pela Vida Animal e a Marcha da Consciência Negra.

A concentração começou às 10h30, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Os grupos bloquearam a Avenida e seguiram pela Rua da Consolação, no sentido centro. Por volta das 16h, eles chegaram ao Theatro Municipal. Segundo a PM, não houve nenhuma ocorrência e não há presença de manifestantes mascarados.

17h42 - Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os manifestantes ocupam uma faixa da Praça Ramos de Azevedo, na altura da Rua Coronel Xavier Toledo.

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18h43 -Manifestantes do MTST caminham pela Marginal do Pinheiros no sentido Rodovia Castelo Branco. A Pista local da Marginal está interditada. A Finep garantiu que a direção virá na próxima terça-feira(10) para uma reunião com dirigentes do movimento. (Diego Zanchetta)

17h32 - A Avenida Morumbi e a Ponte do Morumbi foram liberadas, segundo a CET. Acompanhe o trânsito nas principais vias da cidade. 

17h25 - “Era um terreno que a Finep nem sabia que era dona. Estava a mercê da especulação imobiliária”, disse Guilherme Boulos, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto. (Diego Zanchetta)

17h23 - Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deixaram o saguão do prédio da  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O dirigente do movimento Guilherme Boulos e mais oito integrantes estão reunidos com o presidente da Finep, Glauco Arbix, enquanto os outros manifestantes continuam acampados em frente ao edifício. Eles reivindicam a regularização da situação das 819 famílias que vivem no terreno próximo a Favela do Paraisópolis  conhecido como Faixa de Gaza, e que pertence a Finep. 

16h59 – Usuário do Instagram idsiaducki registrou os manifestantes na Marginal do Pinheiros.

 

 

16h45 – A manifestação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) já reúne 1.500 pessoas. Protestantes invadiram o prédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que fica na Avenida das Nações Unidas no número 10.989, e estão acampados no local. A Avenida Morumbi e a Ponte do Morumbi estão bloqueadas devido à manifestação.

16h40 – Há lentidão de 7,6 quilômetros na Marginal do Pinheiros.  Mais informações no Blog do Trânsito.

16h29 - Segundo a Polícia Militar e a CET,  terminou o protesto na Avenida Morumbi.  A via foi bloqueada pelo  Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional que, mais cedo, fechou a Avenida General Ataliba Leonel, na zona norte da cidade.

16h11 – Cerca de mil sem-teto bloquearam a pista local da Marginal do Pinheiros, na altura da Ponte do Morumbi, no sentido Castelo Branco. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Instituto Perifativa defendem a regularização da ocupação de um terreno de cerca de 70 mil metros quadrados, conhecida como Faixa de Gaza, na região da Favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.

 

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Uma manifestação, com cerca de 70 pessoas, dificultou o acesso ao Aeroporto de Congonhas por mais de 2h, entre 4h40 e 7h da manhã desta quinta-feira. Grupo, convocado por entidades sindicais, protesta contra a demissão de 811 pilotos e comissários da TAM, anunciada pela companhia no começo do mês. O objetivo da categoria é suspender o programa de demissão voluntária e o plano de licenças não remuneradas previstos para a empresa aéreas.

Manifestantes se queixam da falta de diálogo entre a TAM, os funcionários e as entidades sindicais. Foto: Nilton Fukuda/AE

9h45 – Dos voos que partem de Congonhas, pelo menos três voos foram cancelados e outros cinco estão atrasados, de acordo com o site da Infraero.

9h43 – Segundo o site da Infraero, pelo menos oito voos da TAM que chegariam ao Aeroporto de Congonhas nesta manhã estão atrasados e outros quatro foram cancelados. Nos balcões da companhia, passageiros são informados sobre os remanejamentos.

9h39Poucos e decolagens são normalizados no Aeroporto de Congonhas. Passageiros ainda enfrentam um pouco de dificuldade para fazer check-in e embarcar nos voos da TAM, principal alvo dos protestos nesta quinta-feira.

9h23Aeronautas e aeroviários encerram protesto no Aeroporto de Congonhas contra o pacote de demissões da TAM. Grupo ainda se reunirá para avaliar o ato desta quinta-feira e discutir as próximas mobilizações.

8h47 – De acordo com informações do site da Infraero, pelo menos 11 voos da TAM que partiriam do Aeroporto de Congonhas nesta manhã estão atrasados. Funcionários da companhia dão orientações aos passageiros sobre cancelamentos e transferências nos balcões do terminal.

8h28 – Segundo a Polícia Militar, pouco mais de 70 pessoas participam do protesto no Aeroporto de Congonhas, que segue pacífico.

8h08 - O Sindicato dos Aeroviários de São Paulo teme que a dispensa de mais de 800 aeronautas da TAM signifique um pacote maior de cortes na empresa. Segundo a entidade, a demissão de um aeronauta (comissário ou piloto) deve provocar a eliminação de cinco aeroviários (profissionais que atuam no solo para dar suporte aos voos)

8h05 - “A direção da TAM se recusa a discutir com o sindicato o plano de reestruturação da empresa“, reclama o presidente do Sindicato dos Aeroviários de São Paulo, Reginaldo Alves de Sousa, que participa do protesto no Aeroporto de Congonhas nesta quinta-feira. “A manifestação também é contrária à política de transporte aéreo do governo“, completa.

8h02 - Expectativa da categoria é que protesto dure pelo menos até 9h da manhã.

7h40 - A TAM informou nessa quarta-feira, 7, que o pacote de demissões se deve à elevação dos custos no setor aéreo desde 2011. Nesse período, ainda segundo a companhia, a oferta no mercado doméstico recuou 12%.

7h27 - Seis voos da TAM foram cancelados por causa do protesto de funcionários do setor aéreo. Passageiros foram realocados para viagens com o mesmo destino. O Aeroporto de Congonhas, também pela manifestação, está fechado para pousos. Só estão autorizadas a descer no terminal as aeronaves que já haviam iniciado o trajeto antes da passeata da categoria.

Comissários e pilotos protestam contra mais de 800 demissões na TAM. Foto: maxbitencourt-instagram/Reprodução

7h25 – A assessoria de imprensa do Aeroporto de Congonhas informa que um grupo de manifestantes ocupa o saguão central do terminal e outra parte se espalhou pelas vias próximas. Não há problemas de acesso ao aeroporto. Integrantes do protesto sentaram nos balcões e impediram o check-in dos passageiros.

7h15 – De acordo com a CET, protesto de funcionários do setor aéreo liberou a Avenida Washington Luís. A companhia informa que o acesso ao Aeroporto de Congonhas é normal nos dois sentidos e que manifestantes ocupam a área interna do terminal.

6h58 – Segundo a Infraero, Aeroporto de Congonhas tem funcionamento normal apesar do protesto e não foram registrados atrasos ou cancelamentos de voos.

6h48 – Com a manifestação de funcionários do setor aéreo, Avenida Washington Luís já tem 1,2 km de lentidão no sentido bairro, a partir do Viaduto João Julião da Costa Aguiar. Agentes da CET orientam o fluxo de veículos perto do Aeroporto de Congonhas.

6h44 – Aeroviários, trabalhadores do setor que trabalham no solo para possibilitar os voos, e aeronautas, funcionários que atuam nos aviões, esperam que o ato desta quinta-feira dure pelo menos três horas. São esperados também integrantes de outras categorias ligadas à Força Sindical, como metalúrgicos e químicos.

6h34 – Veículos de manifestantes bloqueiam a passagem pelo Túnel Paulo Autran, que faz a ligação entre a zona leste e o Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital.

6h29 – De acordo com a Polícia Militar, não há registro de incidentes no protestos do setor aéreo e PMs negociam com os manifestantes.

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    Redação do jornal O Estado de S. Paulo

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  • Luca: Tente tomar spray de pimenta no olho que vai descobrir para que serve o lenço no rosto… ou voces acham...
  • Paulo: Excelente pergunta do Carlos: Por que tem que esconder o rosto? Por que colocar fogo em objetos?
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  • crbm: Cade a imprensa desse país que se esconde e nao tem coragem de denunciar esses medicos mercantilistas, sangue...

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