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Avenida 23 de Maio na visão de Jaime Oide

Avenida 23 de Maio na visão de Jaime Oide

Confira galeria com as fotos enviadas pelos leitores da “Estadão”, da Avenida 23 de Maio.

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Adevair Machado/FotoRepórter/AE

Adevair Machado/FotoRepórter/AE

Qual a Brasília que você enxerga da janela da sua casa, do seu trabalho, ou mesmo de dentro do carro, ônibus… enfim, a sua visão particular da cidade. O estadão.com.br criou uma galeria de imagens enviadas por leitores, para comemorar os 50 anos da Capital Federal. Veja as fotos no Especial Brasília 50 anos.

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Foto: Arnaldo Carvalho/JC

Foto compõe a série ‘Exilados na Fome’

O vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2009 na categoria Fotografia foi o repórter fotográfico Arnaldo Carvalho, que atua no Jornal do Commercio de Pernambuco. O fotojornalista arrebatou o prêmio com a foto intitulada ‘Fome’, que mostra a drama da menina Ana Vitória, que perdeu a visão por conta da desnutrição. Conheça os vencedores das demais categorias.

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30 anos de fotojornalismo e muitas histórias. Este é o resumo do site www.fotocoleguinhas.com de autoria do repórter fotográfico do ‘Estado’, André Dusek. Ao longo de sua carreira, Dusek reuniu histórias e fotos dos ‘coleguinhas’, como se autodenominam os jornalistas entre si. Segundo Dusek, o site tem a intenção de mostrar de uma forma divertida pequenos pedaços de uma história recente do jornalismo brasiliense e de outros lugares.

Fotos: André Dusek

Carga pesada: Fotógrafos e cinegrafistas no caminhão do Exército na Esplanada dos Ministérios durante a parada de 07 de setembro de 2006, em Brasília.

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27.outubro.2009 16:36:31

Jesus queremos paz

Por Wilton Júnior, Repórter Fotográfico do Estadão Sucursal – Rio de Janeiro:

Uma das formas mais antigas de expressão das comunidades carentes cariocas, as pichações são uma constante nos muros do Rio. As vozes dos moradores da favela, que não têm espaço nos meios de comunicação normal, encontraram visibilidade nesta expressão de arte, que ressalta pensamentos e mensagens coletivas das comunidades carentes.

Nestes dias de violência no Rio, uma em particular me chamou atenção pelo momento em que a cidade vive. Policiais civis realizavam uma operação na favela do Jacarezinho na zona norte da cidade, com objetivo de prender traficantes que teriam participado da guerra entre duas facções criminosas.

O conflito resultou na queda de um helicóptero da Policia Militar. Durante a operação, um policial estava abrigado em um ponto de moto-taxi onde havia a seguinte frase ” Jesus Queremos Paz”. O olhar tenso do policial e o apelo da mensagem , reflete o desejo de todos nós : “JESUS QUEREMOS PAZ”.

Foto: Wilton Júnior/AE

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No último dia 06, os enviados especiais em Honduras do ‘Estado’, Wilson Pedrosa e Lourival Sant´Anna conseguiram entrar na embaixada brasileira em Tegucigalpa e por lá permaneceram. Todo o relato deste dia segue abaixo por meio do texto e fotos de Pedrosa.
O primeiro dia
Eram quase 11 horas da manhã quando os soldados da polícia nacional hondurenha nos autorizaram a passar pela primeira barreira para ingressar na embaixada do Brasil em Honduras. O local está ocupado há 14 dias pela comitiva do presidente deposto Manuel Zelaya.

Estou há 12 dias em Tegucigalpa, capital do país e a rotina era de três coberturas diárias que basicamente se resumiam em fotografar a barreira de policiais em frente à embaixada, as coletivas de imprensa do atual presidente Roberto Micheletti e as manifestações dos zelayistas que exigem a sua volta ao poder.

Foto: Lourival Sant´Anna/AE

Pedrosa escoltado por guardas hondurenhos

Ao passar pela primeira barreira e chegar ao check point, enquanto a polícia revistava meus equipamentos, fiquei pensando no quanto desejei entrar na embaixada desde que cheguei a Honduras. Depois de 10 minutos de revista fui autorizado e vi o sonho virar realidade. Entretanto, os guardas ficaram com os dois carregadores dos celulares. Foi o preço que paguei, mas faria qualquer negócio para entrar.

Pisar em “solo brasileiro” em Honduras foi a sensação mais gostosa de toda a cobertura até agora. De cara, vi que tudo é rodeado por seguranças, tanto dentro quanto fora da residência. A impressão que dá é de estar em um quartel, pois a rotina é quase militar. Aqui todos têm uma tarefa, desta forma a ordem e a limpeza são mantidas na casa.

Fotos: Wilson Pedrosa/AE

Lourival passa pela revista antes de entra na embaixada

Ao entrar na embaixada, um dos seguranças me levou até uma escada. Do alto do muro pude avistar o acampamento do exército que cerca os três cantos da casa. Em frente ficam uns 20 policiais se revezando dia e noite. Visitei todos os cômodos, ou melhor, quase todos, pois o de Zelaya está na maior parte do tempo trancado e com seguranças de plantão. O presidente deposto aparece poucas vezes, mas quando circula entre os jornalistas se deixa fotografar sem problemas.


Militares monitoram dia e noite a embaixada brasileira

No segundo piso da casa tem uma sala de imprensa improvisada. Há dez jornalistas na embaixada, contando comigo e com o repórter Lourival Sant`Anna – também do Estadão, os mais novos “hóspedes”. No local tem uma estante no canto onde ficam os alimentos e alguns produtos de primeiras necessidades. Um sofá de três lugares é objeto mais disputado entre nós.

Durante o dia, todos se revezam no espaço transmitindo suas matérias. Já de noite, nossa redação se transforma em dormitório. Temos cinco colchões de ar, do tamanho dos de casal, que dividimos. A polícia não nos deixou entrar com muitas coisas. Meus pertences pessoais resumem-se a duas camisetas, duas cuecas, duas meias e só.


Zelaya em seu “gabinete” recebe aliados em reunião

De noite, após o banho gelado, fui dormir. Foi quando Zelaya passou por nosso dormitório improvisado dando-nos boa noite e informando a agenda do dia seguinte. Às 7 horas da manhã já tinha reunião que aconteceu no quarto onde o presidente deposto dorme. E assim foram meus primeiros momentos na embaixada brasileira e certamente a história não para por aqui.

Observação: No texto inicial informamos que os jornalistas do ‘Estado’ eram os únicos brasileiros na embaixada. Na verdade essa informação não era correta. Na companhia, como informou nosso leitor Frederico Felix, estava o repórter da Folha de S. Paulo, Fabiano Maisonnave.

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13.julho.2009 20:44:13

CAMISA FAJUTA

Foto: Wilson Pedrosa/AE

Por Wilson Pedrosa

Depois de posar para os fotógrafos com os presidentes do G-5 segurando camisas da seleção brasileira de futebol e dizendo que eram dos campeões da Copa das Confederações disputada na Africa do Sul, Lula repetiu o gesto no dia seguinte e ofertou uma daquelas camisas ao Presidente Obama (EUA). Um probleminha: entre os autógrafos estavam as assinaturas de Wagner Love, Edimilson e ate de Dudú Cearense. Portanto, a camisa que o Obama levou para casa era “fajuta”. Quem foi o responsável por tal gafe do Presidente Lula?

Wilson Pedrosa
Editor e Coordenador de Fotografia da Sucursal Brasília

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Fotos: Wilson Pedrosa/AE

A corrida para pegar um bom lugar era sempre um espetáculo à parte.


Pedrosa e uma parte de seus passes para a cobertura.

Por Wilson Pedrosa

Quem vê uma foto de um evento internacional como G-8, em L’Áquila, Itália, não imagina que o processo se inicia meses antes da cobertura.
Depois da confirmação, o jornalista viaja e começa a batalha por credenciais em separado para cada um dos eventos.

São os chamados “pools”. Em L’Aquila na Itália foram uns 100 eventos nos 3 dias de reunião. Aproximadamente 1000 jornalistas disputavam um lugar perto dos líderes mundiais.

Eu estive com o Presidente Lula em 12 situações diferentes.

Passei uma semana e pouco vi do país. Em L’Aquila ficamos, jornalistas e autoridades, “confinados” praticamente 24 horas.

Cada credencial para cada pool, eu perdia por volta de 1 hora, esperando a entrega da dita cuja. Às vezes tinhamos de 2 a 3 minutos para fotografar.

A corrida para pegar um bom lugar era sempre um espetáculo à parte.

Não estou reclamando, essa é a rotina de um fotojornalista quando está fotografando Barack Obama, Sarkozy, Lula e outros líderes mundiais. E assim vamos tocando a vida, essa é uma historinha de um bastidor para o leitor do Estado de São Paulo ficar sabendo como são feitas as imagens de um evento mundial como G-8.

Wilson Pedrosa
Editor e coordenador de Fotografia da Sucursal Brasília

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06.junho.2009 10:55:24

El Lobo

Por: André Dusek, Repórter-fotográfico do Estadão, Sucursal Brasília:

Depois de sair atirando para todos os lados contra ruralistas e até contra colegas de governo, o ministro do meio ambiente Carlos Minc esteve com o presidente Lula, e saiu mais firme no cargo do que nunca. No dia 04/06 Minc esteve na Câmara dos Deputados para , junto com parlamentares da comissão de meio ambiente e entregou ao presidente da casa Michel Temer, um abaixo assinado que pede a aprovação da PEC que cria os biomas do cerrado e da caatinga. Ao sair deu entrevista coletiva aonde ativistas se misturavam com jornalistas cercando-o com microfones e faixas. Ficando na ponta do pé coloquei o rosto do ministro enquadrado em uma bandeira com um desenho de um Lobo Guará, animal típico do Cerrado que está em extinção. A foto mostra que o ecologista Minc hoje “está” ministro, mas continua antenado e de orelha em pé para defender o meio ambiente, sabendo que esse seu cargo é apenas passageiro.


Foto: André Dusek/AE

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Policiais com material apreendido em uma refinaria de cocaína descoberta na favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. Houve troca de tiros entre os policiais e traficantes no início da operação, que começou por volta das 5h. A ação policial prejudicou o trânsito na Estrada Lagoa-Barra, no trecho que passa próximo a favela, que ficou interditado por cerca de meia hora. A ação teve como objetivo a repressão ao crime organizado e ao tráfico de entorpecentes.
Fotos: Fabio Motta/AE

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  • Claudio Reis: Muito boa as fotos! é pena que não estão colocando mais fotos já a algum tempo!
  • pablo redes: Entre estas fotos realmente a imagem do Rio Tiete prestes a romper as redes de proteção sp é a mais...
  • Claudio Reis: Já vale fazer jaba de Faculdade no site.
  • Claudio Reis: Isso é mais que um fim de casamento, é o fim de uma grande história de amor. O Jornal do Brasil e...
  • Claudio Reis: Cada foto melhor que a outro deve ser bem difícil escolher a melhor, já o prêmio Esso não prima...

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