Anualmente os jornais ‘O Estado de S. Paulo’ e ‘Jornal da Tarde’ premiam os melhores trabalhos publicados pelos jornais. Neste ano, na categoria Fotografia no ‘Estadão’, Evelson de Freitas ganhou primeiro prêmio com o conjunto de fotos de atletas com deficiência. Em segundo ficou Hélvio Romero com uma foto do encontro entre Lula e Collor. Em terceiro, Tiago Queiroz com a série sobre os locais percorridos por Euclides da Cunha na Amazônia.
No JT, o primeiro prêmio foi para Valéria Gonçalvez com as fotos sobre o avanço do crack na classe média (veja ensaio no Olhar Sobre o Mundo). Em segundo ficou José Patrício com a foto do homem que possuía a prova do Enem. Em terceiro ficou Paulo Pinto com a foto sobre a gripe suína.
Primeiro lugar ‘Estadão’. Foto: Evelson de Freitas/AE

Primeiro lugar JT. Foto: Valéria Gonçalvez/AE

Segundo lugar Estadão. Foto: Hélvio Romero/AE

Segundo lugar JT. Foto: José Patrício/AE

Terceiro lugar Estadão. Foto: Tiago Queiroz/AE

Terceiro lugar JT. Foto: Paulo Pinto/AE

Foto: Arnaldo Carvalho/JC

Foto compõe a série ‘Exilados na Fome’
O vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2009 na categoria Fotografia foi o repórter fotográfico Arnaldo Carvalho, que atua no Jornal do Commercio de Pernambuco. O fotojornalista arrebatou o prêmio com a foto intitulada ‘Fome’, que mostra a drama da menina Ana Vitória, que perdeu a visão por conta da desnutrição. Conheça os vencedores das demais categorias.
Foto: Dida Sampaio/AE

Foto premiada mostra plantação no cerrado
O repórter fotográfico Dida Sampaio do ‘Estado’ venceu o IV Prêmio CNA na categoria Fotografia. O prêmio é promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Este ano o tema foi ‘Abastecimento e renda: o caminho para o futuro da agropecuária brasileira’ e Dida ganhou o concurso com uma fotografia intitulada ‘Ambiente’. Confira os premiados nas demais categorias.
Fotojornalistas filipinos cerram os punhos enquanto oferecem velas para as vítimas do massacre que matou 46 pessoas até o momento. Entre os mortos há vários jornalistas. Disputa entre grupos rivais em busca do poder na região sul das Filipinas é o principal motivo das mortes.
Foto: Cheryl Ravelo/Reuters

Foto: André Dusek

Não chega a ser um furo de reportagem, mas o furo existe. O repórter fotográfico André Dusek nos mostra que o trabalho do fotojornalista não deve ficar apenas na cobertura formal. O olhar atento é necessário em todos os momentos. O sapato em questão pertence ao presidente da CNI e deputado Armando Monteiro Neto.
30 anos de fotojornalismo e muitas histórias. Este é o resumo do site www.fotocoleguinhas.com de autoria do repórter fotográfico do ‘Estado’, André Dusek. Ao longo de sua carreira, Dusek reuniu histórias e fotos dos ‘coleguinhas’, como se autodenominam os jornalistas entre si. Segundo Dusek, o site tem a intenção de mostrar de uma forma divertida pequenos pedaços de uma história recente do jornalismo brasiliense e de outros lugares.
Fotos: André Dusek

Carga pesada: Fotógrafos e cinegrafistas no caminhão do Exército na Esplanada dos Ministérios durante a parada de 07 de setembro de 2006, em Brasília.
Fotos: Tiago Queiroz

Durante o festival de música Planeta Terra realizado em São Paulo no último sábado, repórteres fotográficos foram vítimas de agressão por parte de seguranças do evento. Tiago Queiroz e Renato Luiz Ferreira do grupo ‘Estado’ e Sérgio Alberti do Diário do Grande ABC sofreram agressões. Além disso, equipamentos foram danificados. A confusão começou ao final do show de Iggy Pop, que conclamou o público a subir no palco. E os fãs aceitaram. A truculência contra os fotojornalistas ocorreu pois os seguranças não queriam que houvesse registro de imagens do incidente.

Agressão contra Sérgio Alberti do Diário do Grande ABC

Iggy Pop durante apresentação

Renato Luiz Ferreira é socorrido após a agressão
Por Wilton Júnior, Repórter Fotográfico do Estadão Sucursal – Rio de Janeiro:
Uma das formas mais antigas de expressão das comunidades carentes cariocas, as pichações são uma constante nos muros do Rio. As vozes dos moradores da favela, que não têm espaço nos meios de comunicação normal, encontraram visibilidade nesta expressão de arte, que ressalta pensamentos e mensagens coletivas das comunidades carentes.
Nestes dias de violência no Rio, uma em particular me chamou atenção pelo momento em que a cidade vive. Policiais civis realizavam uma operação na favela do Jacarezinho na zona norte da cidade, com objetivo de prender traficantes que teriam participado da guerra entre duas facções criminosas.
O conflito resultou na queda de um helicóptero da Policia Militar. Durante a operação, um policial estava abrigado em um ponto de moto-taxi onde havia a seguinte frase ” Jesus Queremos Paz”. O olhar tenso do policial e o apelo da mensagem , reflete o desejo de todos nós : “JESUS QUEREMOS PAZ”.
Foto: Wilton Júnior/AE 
Profissionais de imprensa do Rio de Janeiro ficam no fogo cruzado entre polícia e as facções criminosas. Definidamente, não há quem esteja seguro em meio a esta guerra.
Fotos: Wilton Júnior/AE



A foto abaixo, ou imagem semelhante, foi publicada na capa dos principais jornais do país de hoje (21/10). Certamente a opção por dar ou não a imagem deve ter gerado muita discussão. No primeiro momento, a fotografia choca pela brutalidade exposta. Alguns podem dizer que beira o sensacionalismo. Mas não, ela apenas representa a realidade sem retoques.
A realidade de um Rio submerso em uma ‘guerra’ que consome vidas todos os dias. Se ao ver a foto, você refletiu sobre a questão da violência, ou algum outro problema correlato, a publicação da imagem cumpriu o seu papel. E se gerou um mal estar, é por que algo está errado de fato. E o problema, definitivamente, não está na foto.
Veja ensaio fotográfico com as imagens dos conflitos no Blog Olhar sobre o Mundo.
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