A última hora ou data na qual uma tarefa deve ser completada. Essa é a definição do dicionário online de Oxford para a palavra deadline. No mesmo site, logo abaixo, aparece outra definição, dessa vez, histórica, e, diga-se de passagem, um tanto quanto assustadora: linha desenhada em volta de uma prisão além da qual os prisioneiros estão suscetíveis a serem alvejados. É assim que nós, jornalistas, inevitavelmente nos sentimos quando estamos apurando uma matéria. Se ultrapassarmos o prazo limite para a entrega, seremos massacrados por nossos editores.
No Curso, não é diferente. Estamos sendo avaliados constantemente pelos professores que nos passam os exercícios de apuração e temos prazos para enviar os textos. Ou seja, não há como fugir do deadline.
Desde o início do Curso participamos de algumas entrevistas coletivas. A última aconteceu na manhã de segunda-feira. Os focas entrevistaram o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega. Já sabíamos que seria necessário escrever uma matéria sobre a coletiva. A surpresa veio quando, momentos antes de o entrevistado chegar, o professor Luiz Carlos Ramos nos informou que teríamos até as 13h para entregar o texto, ou seja, era preciso escrever tudo em pouco menos de duas horas.
Depois do início dramático deste post – onde o deadline foi comparado metaforicamente a uma linha de tiro – alguns leitores devem estar imaginando as reações na sala dos focas: gritos apavorados, desespero, apreensão, barganha por mais alguns minutos no prazo. Errado. No fim da entrevista dava para ouvir os dedos digitando nervosamente, é verdade.
Mas a agilidade exigida fez com que não perdêssemos o foco. É bem provável que a maioria deixasse para escrever o texto na última hora caso o prazo fosse maior. Eu, pelo menos, faço isso com uma frequência maior do que gostaria.
O fato é que nós precisamos do deadline. É claro que essa, como toda regra, não se aplica a qualquer tipo de texto ou apuração, há casos em que é essencial ter tempo e calma para escrever. Mas a pressão dos prazos é necessária e garante que o jornal saia todos os dias.
Agora, por exemplo, restam poucos minutos para eu enviar este post e assegurar que ele seja publicado na data prevista, sem atrasos. Nada como o deadline.
Mariana Niederauer, de 22 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB)
Na aula desta segunda-feira (26) com o professor Luiz Carlos Ramos, recebemos os exercícios corrigidos de entrevista coletiva, realizadas na semana passada com a estudante Danielle Zampolo e com o jornalista José Nêumanne Pinto.
Com os textos em mãos, Luiz Carlos apontou os acertos e erros que apareceram nas matérias. Foram discutidos o rigor na apuração, a escolha do sobrenome usado no texto – sempre aquele pelo qual o entrevistado é conhecido -, o uso correto de nomenclaturas e a utilização de verbos como “acreditar” e “pensar”, uma vez que o entrevistado pode fazer declarações
que nem sempre correspondam às suas crenças e opiniões.
Segundo Luiz Carlos, a pesquisa prévia sobre o entrevistado é condição sine qua non para uma entrevista eficiente; porém, deve-se ficar atento para não atravessá-la com assuntos externos que fujam do enfoque da pauta, o que às vezes acaba colocando o entrevistado em segundo plano. Unindo teoria à prática, seguimos aprendendo.
Luiz Betti, de 24 anos, é formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e cursa Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP)
Inspirada pela tarde que passamos na companhia de Edmundo Leite, jornalista responsável pelo Arquivo do Grupo Estado, resolvi fazer uma visita à mina de ouro do Estadão, uma pequena sala que guarda em livros encadernados e arquivos digitais os 137 anos da história do jornal.
Depois de pesquisar no índex e folhear cadernos empoeirados – pesquisa dá trabalho, Edmundo já tinha avisado – encontrei provas físicas de que todo mundo já foi foca um dia. É difícil acreditar, mas apresento a vocês o correspondente do Estadão em Mogi das Cruzes, Francisco José Arouche Ornellas.
Esta é a primeira matéria assinada pelo coordenador do Curso Estado de Jornalismo e catalogada pelo Arquivo. Ela foi publicada em 16 de fevereiro de 1969, quando Chico era um foca como todos nós. Vale a pena dar uma olhada não só na matéria sobre o aeroporto de Mogi, mas também na primeira nota da coluna “Do interior”. Ela anuncia a compra de um bafômetro, “um aparelho complicado que se divide em várias partes e varia de côr, dependendo do grau de alcoolização do motorista”.
Quem também não escapou do arquivo foi nosso professor (e grande conhecedor do centro de São Paulo) Luiz Carlos Ramos. Essa pesquisa foi bem mais difícil, já que a informação que eu possuía era de que Luiz Carlos havia entrado no Grupo Estado em 1969. O primeiro registro com o nome dele, no entanto, é de 67, mais especificamente, no Jornal da Tarde do dia 27 de abril. O que chama a atenção aqui, além da matéria ser sobre um jogo do glorioso Clube Atlético Mineiro, é a grafia do time paulista “Coríntians”.
* Agradecimento especial ao bibliotecário Cristiano de Oliveira, que tirou um tempinho para me ajudar a encontrar estes textos.
Juliana Deodoro, de 23 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
A primeira atividade prática já ocorreu no terceiro dia de curso. Isso, sábados e domingos acabam sendo considerados dias úteis para os focas. No dia 3, a proposta lançada pelo professor Luiz Carlos Ramos reuniu nós 30, da nova turma, na Praça da Sé. No lugar onde tudo começou, no marco zero da cidade, o desafio era conhecer os principais pontos turísticos do centrão paulistano e logo depois desenvolver uma pauta. Ali, na hora, de supetão! A entrega do texto ficaria para o dia seguinte.
Logo depois de juntar o grupo, às 10h de um sábado ainda frio, nas ladeiras da catedral, eis que surge diante de todos uma pauta caída do céu, ou melhor, talvez de bicicletas. O ciclista e também jornalista Elcio Thenorio estava dando partida do marco zero da Sé para uma trajetória em prol do meio ambiente. Durante 5 anos ele irá dar a volta ao mundo de bicicleta, percorrendo 90 mil quilômetros por 80 países, nos 5 continentes, reportando tudo que estiver sendo feito em favor da preservação do planeta.

Foto: Davi Lira de Melo
Uma notícia pronta. Certa. Simbólica e reportável. Mas havia apenas uma notícia para 30 focas. A “descoberta” da matéria ficou para quem viu primeiro – o próprio Luiz Carlos. A indelicadeza de assumir a pauta para si, acredito, acabou ficando com ninguém. Optei por uma segunda opção. Mas que a notícia era bacana, isso era. No entanto, ser gentleman em jornalismo algumas vezes pressupõe dar a posse do fato a quem primeiro desbravou ou sugeriu. Isso quando as outras possibilidades de pautas são factíveis. Senão é fight: a boa e leal luta jornalística pela diferenciação de uma mesma cobertura. Seguimos.
PS: Saiba mais sobre o projeto Rodas Livres.
Davi Lira de Melo, de 26 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Saber lidar com o inesperado é uma característica essencial aos jornalistas. E para que eu não me esquecesse disto, tive de lidar com o improviso logo de cara, no meu primeiro exercício enquanto foca. Depois de um breve passeio pelo centro de São Paulo com o jornalista e professor Luiz Carlos Ramos, tivemos de sair à caça de pautas e personagens.
Comecei, então, a caminhar sem destino, apenas com os olhos atentos e ouvidos abertos. Horas depois, me vi no tão famoso cruzamento das Avenidas Ipiranga e São João. Apesar de já ter passado por ali inúmeras vezes, algo me chamou a atenção desta vez: um prédio de arquitetura clássica, aparentemente residencial, ostentava em suas janelas cartazes que diziam que ali funcionava uma academia e um sex shop. Achei curioso e resolvi entrar.
Conversei com algumas pessoas e logo descobri que a academia estava ali instalada desde o início da década de 60. Saí de lá com algumas entrevistas feitas e o telefone do atual proprietário, filho do fundador da academia. Em casa, pesquisei um pouco mais sobre o estabelecimento e descobri que havia pouquíssimas publicações a respeito. Perfeito! Ao menos até eu ligar para o tal proprietário, que, por motivos pessoais, não conseguiria me atender a tempo.
Sem uma carta na manga, passei parte da noite de sábado pesquisando uma nova pauta. Acabei me decidindo pelo Mosteiro de São Bento, que celebra aos domingos uma missa acompanhada pelo canto gregoriano de padres beneditinos. Por fim, acabou dando tudo certo. Lá, encontrei personagens que não só atendiam a minha busca, mas acabaram por tornar a matéria ainda mais rica e interessante.
Enfim, lidar com o inesperado tem sido um aprendizado constante. Muitas e muitas pautas ainda vão cair, e me desesperar em nada ajuda. O texto tem de ser entregue, o jornal tem de ser fechado, impreterivelmente. Manter o foco e ter flexibilidade em momentos como esse é fundamental.
Cristiane Nascimento, de 23 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero
Os 30 focas acordaram cedo no sábado para o primeiro exercício prático: encontrar uma pauta no centro de São Paulo. Alguns com sede de redação, outros com uma certa preguiça de fim de semana, nos reunimos na Catedral da Sé para encontrar o jornalista Luiz Carlos Ramos, professor do curso e nosso guia turístico. É difícil encontrar alguém que conheça tanto a cidade quanto ele. Cada prédio era apresentado com uma explicação detalhada de datas, fatos importantes e estilo arquitetônico.
(Nota mental: sempre levar protetor solar. Mesmo com um frio absurdo, o sol de São Paulo queima. E muito.)
Depois do tour, cada um saiu para caçar uma pauta nas ruas do centro. Confesso que achei que seria mais simples, afinal com tanta gente circulando e tanta coisa acontecendo, pauta não iria faltar. Meu olhar estrangeiro pareceu me atrapalhar um pouco. Conhecer a dinâmica da cidade e perceber o que é clichê por aqui pode levar um tempo, e esta era minha principal preocupação: fugir de temas batidos.
Circulei por algumas horas pelo centro, sem muita pressa, observando as coisas, até achar ter encontrado minha pauta. Entrevistei o José, um artista de rua que conversava com “bonecas videntes” para ler a sorte das pessoas. Era um personagem excêntrico, mas pouco disposto a falar sobre si. Consegui arrancar as informações que queria, mas fui embora nem um pouco satisfeita.
Na volta para casa, vi o piano que está instalado na Estação da Sé desde março, à disposição de quem quiser tocar. Gastei mais uns minutos por ali, olhando a aglomeração que se formava. Às 13h, achei o Mario e o Paulo, dupla que se encontra todos os sábados no piano da Sé para aulas de música. Sábado era a primeira vez que Mario tocava para a família e amigos depois de cinco meses de aulas.
Pauta salva, hora de enfrentar a Linha 3-Vermelha do Metrô, que não fica vazia nem no fim de semana.
Cecília Cussioli, de 22 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
A afirmação de Edmundo Leite, coordenador do Arquivo do Estado e blogueiro, não é novidade, mas ele não se refere somente a alguns cliques em buscadores. Bibliotecas de empresas e arquivos públicos também entram na conta. É preciso dedicação para achar dados que contextualizam e de onde podem surgir pautas.
Foi o que fez o repórter do Metrópole Victor Hugo Brandalise, foca da turma de 2007, ao buscar fotos no arquivo do jornal para a matéria Como o Rio caiu na mão das facções, escrita por Bruno Paes Manso. Para Brandalise, a prática ajuda a trazer para a história para a realidade. “Você consegue ser mais justo com o que está vendo”.
Edmundo Leite ressalta que este tipo de pesquisa ainda é pouco usada devido à falta de tempo e conhecimento de suas possibilidades. “A pessoa só busca se souber que existe”, diz. É bom ter à mão um arquivo organizado, especialmente para matérias online. Existem programas feitos para isso, como o Filemaker e o Evernote, além dos formulários do Google Docs.
No arquivo do Estado, além das diversas publicações que incluem edições da Província de S. Paulo, de 1875, e uma compilação da revista Careta, de 1909, há uma pasta dedicada ao Focas. A primeira matéria sobre o curso, publicada no Jornal da Tarde de 10 de setembro de 1990, mostra que a prova aconteceu no mesmo prédio em que fizemos a nossa seleção. Candidatos de outras regiões já se interessavam pelo curso desde a 3º edição e alguns vieram de ainda mais longe em 1997, quando dois participantes eram estrangeiros. A predominância feminina é antiga: em 1998, por exemplo, o curso tinha 77% de mulheres inscritas. E uma foto chama a atenção dos que hoje não sabem o que é datilografar em uma máquina de escrever:
Curso Estado forma sua 6ª turma de focas. Foto: Mabel Feres/AE
Há poucos dias, conversei com alguns focas sobre estes últimos três meses. Lembro que, no dia da prova, peguei emprestado o jornal do foca 20, Ivan Martínez, que hoje senta ao meu lado. Lembrei de nossa primeira matéria, quando, passeando com o professor Luiz Carlos Ramos pelo centro de São Paulo, vi um contrabaixo em uma janela da Rua Direita e descobri a antiga sede da Rádio Record. Lembrei de nossas viagens e das risadas nas tardes passadas na sala do curso.
E agora imagino se estas pessoas da foto acima ainda se conhecem, ainda se comunicam. Penso se eles guardaram estes momentos, que devem ter sido tão marcantes como os que vivi nos últimos meses. Vou guardar os meus com o método mais duradouro: lá nos fundos da memória, para nunca mais esquecer.
Henrique Bolgue, de 27 anos, é formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), onde também cursa o último semestre de Audiovisual
Lembranças de boas histórias marcam esta reta final. E as produções de matérias para o professor Luiz Carlos Ramos estão repletas delas.
Logo na segunda semana de curso, Luiz Carlos apresentou aos recém-chegados a região central da cidade. Recebemos, nas escadarias da Sé, dicas para a nossa segunda reportagem, cujo tema seria o centro. Escrevi sobre o forte comércio, que empregava jovens como Flávia, de 20 anos. Ela havia preenchido há um mês uma vaga de auxiliar administrativo em uma confecção. Também conheci Lucineide, de 42, que comprava no centro para revender no seu bairro, Itaquera, e assim garantia renda.
Memorável também será a rotina de incerteza dos ambulantes do Parque do Ibirapuera, a qual relatei em outra matéria. Os vendedores me contaram o receio de perder o direito de permanência no parque, garantido por uma licença precária. Não bastasse isso, alguns mostraram preocupação com as vendas, que não iam bem. Uma senhora de 68 anos disse que era comum terminar os dias com o carrinho cheio de mercadorias. O comércio – que sustentara as duas filhas após a morte do marido – precisava render para ajudar os seis netos. O mais velho, criado entre as árvores do Ibirapuera, enfrentava o vício em drogas.
Junto a outras, essas histórias originaram reportagens, devolvidas com muitas marcações. Luiz Carlos destacou os erros de cada uma, sem se esquecer de apontar o que ficou bom. As considerações, em forma de recado, terminaram sempre com um abraço. Mais uma das boas recordações que levaremos conosco.
Andréa Carneiro, de 22 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp)
Se o curso fosse um jogo de futebol, montar um “compacto” com os melhores momentos seria uma tarefa das mais difíceis. Não porque são escassos, muito pelo contrário. Em meio a tanta informação adquirida diariamente, difícil apontar o que de melhor aconteceu nos últimos dois meses.
O jornalista e professor do curso Luiz Carlos Ramos, porém, consegue destacar dois momentos como cruciais neste processo de formação dos focas: a vinda de Paco Sánchez, diretor da Corporación Voz de Galicia, proprietária do jornal espanhol La Voz de Galicia; e a passagem pelas redações do Grupo Estado.
A cada duas semanas, os focas começam em uma nova editoria ou redação, seja na Rádio Eldorado, TV Estadão, Agência Estado, Jornal da Tarde, estadão.com.br ou nos cadernos de O Estado de S. Paulo. Cada um percorrerá cinco delas até o fim do curso, definidas por meio de sorteio.
Em muitas delas, como nas editorias Nacional e Economia, os focas têm a oportunidade de participar e, inclusive, contribuir para as edições diárias do Estado. Porém, se por vezes temos a chance de fazer matérias inteiras, em outras o trabalho pode parecer um pouco burocrático, como encontrar personagens, por exemplo. Entretanto, como afirmou o chefe de reportagem da editoria Nacional, Cley Scholz, “a tarefa de ouvir o outro lado e encontrar personagens é chata e difícil, mas tão importante quanto o lide das matérias”.
No fim das contas, o que importa é participar, de alguma forma. Porque qualquer coisa que se faça, por mínima que seja, está sendo feita em um dos maiores jornais do Brasil. É experiência. E ninguém perde por adquirir um pouco mais.
Tiago Rogero, de 22 anos, é formado em Jornalismo pelo Centro Universitário Newton Paiva
“O voo que vocês irão fazer é o mesmo que sofreu aquele acidente em 2007″, ou seja, o trajeto entre os aeroportos Salgado Filho, em Porto Alegre, e o de Congonhas, em São Paulo. A lembrança foi feita pelo professor Luiz Carlos Ramos pouco menos de uma semana antes da nossa viagem a Santa Cruz do Sul (RS). Dos 30 focas deste ano, 5 nunca haviam viajado de avião, inclusive eu. Depois de uma frase como essa, a tensão dobra, triplica.
Além de mim, Daniela, Ivan e dois dos Gustavos – o Antonio e o Aleixo – eram estreantes nessa “aventura”. Ninguém recuou, ninguém gritou, talvez alguém tenha suado frio na decolagem e na aterrisagem. Mas ver o mundo de cima é realmente impressionante.
A viagem de avião é provavelmente a mais banal das experiências novas pelas quais passamos ou passaremos durante o curso. Seja entrevistando um ministro ou visitando pela primeira vez uma grande redação, todos nós encontraremos algum ineditismo nesse processo de aprendizado.
Quando nasceu, o avião não saiu do chão na primeira tentativa. Cada erro ou acerto era uma lição. A cada experiência nova, o êxito se aproximava mais. E é a cada experiência nova que nos preparamos para atingir uma carreira sólida, sem turbulências. Para que possamos levantar voo sem medo de cair no chão.
…
E por falar em aviões, indico um texto que o professor Paco Sánchez nos apresentou: Un aterrizaje de libro, um belo exemplo de como abordar de uma maneira diferente uma simples coletiva de imprensa.
Rodrigo Rocha, de 23 anos, cursa o último semestre de Jornalismo na Universidade de São Paulo (USP)
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