ir para o conteúdo
 • 

Em Foca

Foto: Lucas Sampaio

Conhecemos Francisco Ornellas, coordenador do Curso Estado de Jornalismo, em meados de agosto, durante as entrevistas com os pré-classificados para as atividades deste ano. Na ocasião, ele disse que os trabalhos consumiriam nossas 24 horas do dia, nossos sete dias da semana. Quando o Curso começou efetivamente, no dia 1º de setembro, “Chico” fez questão de jogar o recado mais uma vez.

Muitos, a princípio, consideraram o aviso algo surreal. Nem um dia de descanso? Nem um encontro com os amigos? Nada disso? Na verdade, não foi bem assim. Mesmo com as inúmeras matérias, as variadas palestras, os meses de passagem pela redação, todos conseguiram alguns dias de descanso e se encontraram com os amigos. Mas, curiosamente, o Curso nos acompanhou.

Seja nas discussões sobre matérias, nas conversas a respeito do Jornalismo, na – marcante e deliciosa – união entre os focas, o 22º Curso Intensivo de Jornalismo Aplicado de O Estado de S. Paulo esteve presente nas nossas 24 horas do dia, nos nossos sete dias da semana. Tudo girou em torno desses 100 dias de Curso. Não dá para negar que “Chico” tinha razão. Só estava equivocado quanto à duração dessa experiência. Na realidade, o Curso estará sempre conosco.

José Roberto Gomes, de 22 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero

sem comentários | comente

Existe um cronômetro no Curso Estado de Jornalismo. A duração é de exatos 100 dias. Com quase metade do tempo já ultrapassado, algumas palavras ficaram na mente.  Aqui, a nuvem de tags se amplia. Cada palavra assume um contexto. São nas frases que o sentido de cada uma delas assume outra relevância. Nas sentenças a seguir, um pouco dessa trajetória cada vez mais reveladora e fascinante. Que as mensagens explícitas em cada uma delas possam gerar uma certa reflexão nos jornalistas de plantão que acompanham o Em Foca. E como extra: não deixem de conferir o conteúdo adicional via QR Code. Seguimos!

 

E mais:
.
- Frases Marcantes, por Tiago Rogero (Foca 2010)
.
- Saiba como acessar a mensagem contida no QR Code, pelo seu celular:
.
Davi Lira de Melo, de 26 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

sem comentários | comente

Aliar o curso do Estadão a tardes pelas redações do Grupo, aulas na faculdade e à finalização de um projeto experimental, também conhecido como trabalho de conclusão de curso (TCC). Esta tem sido a minha rotina, este é o meu maior desafio. Dentre os 30 focas da 22ª turma, seis ainda não têm o diploma em mãos. Destes, três – grupo no qual me incluo -, estão tendo que se dividir entre as aulas do curso e da faculdade.

Ao receber o e-mail que anunciava a minha aprovação para a segunda fase da seleção, esconder o orgulho e a felicidade tornou-se algo impossível. A empolgação, no entanto, não durou muito, ao menos não isoladamente. Logo uma questão passou a me atormentar: será que eu conseguiria dar conta do que estava me propondo a assumir? A insegurança começava a aparecer, não exatamente pelo curso em si, mas principalmente pelo projeto que estava – e ainda estou – escrevendo, um livro-reportagem sobre partos naturais realizados na cidade de São Paulo.

Em meio a uma série de dúvidas, acabei me deparando com um post aqui do Em Foca do Ivan Martínez, foca da turma que nos antecedeu.  No texto, Ivan relatava as dificuldades que tivera para finalizar o livro que escrevia sobre usuários e ex-usuários de drogas e também como conseguiu contornar a difícil situação. O post me serviu como inspiração. Vi ali que era sim possível e que o sucesso só dependeria de mim.

Na entrevista, Chico Ornellas, perguntou-me logo de cara: “Se você passar, você vem para o curso?” Sem titubear, respondi positivamente. “Tem certeza?”, insistiu ele. “Certeza absoluta!” Estava assumido o desafio, provavelmente o maior que tivera até então.

Hoje, depois de pouco mais de um mês de curso e a um mês da entrega de meu TCC, confesso que não tem sido fácil. Pressinto que as próximas semanas serão regadas a muito café e não serão poucas as noites passadas em branco. De antemão, só posso dizer que os desafios assumidos têm valido, sim, a pena. Apesar da correria, em momento algum o arrependimento chegou a passar por minha cabeça.

Cristiane Nascimento, de 23 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero

1 Comentário | comente

03.outubro.2011 22:00:36

Rivais?

Em um primeiro momento, concorremos com cerca de 1.500 pretendentes para chegar aqui no Curso Estado de Jornalismo, na verdade, um pouco menos, por causa do índice de abstenção. No segundo tempo da partida, foram 60 rivais para as entrevistas, ou não? Seriam então 30 rivais e 30 colegas? Difícil responder. Porque os 30 que agora se reúnem todas as manhãs da semana e se cruzam pelos corredores durante à tarde na redação do jornal não estão disputando e, sim, cooperando. Brinco que somos, ainda que inexperientes, a maior editoria do jornal. A editoria Focas: com suas três dezenas de integrantes. “Aqui não tem sacanagem”, sempre reforça o coordenador do curso, Chico Ornellas.
.
É verdade, e assim foi esse primeiro mês do nosso treinamento. Dúvidas surgidas em aula muitas vezes foram respondidas por e-mail. Assuntos interessantes, compartilhados pelo Facebook. Ideias de pauta para os temas que não eram da sua tarefa, oferecidas. Pautas que sobraram do assunto que você estava apurando, repassadas. Sem esquecer a sempre bem-vinda ajuda na revisão do seu texto antes de entregar o resultado da apuração, quase sempre a 5 minutos do deadline, o horário-limite de entrega das matérias – que tanto vicia. Essa “nicotina” dos jornalista move os dedos que batem apressados no teclado, impacientes para completar as trinta linhas com uma abertura inédita, que sempre buscamos, mas nem sempre conseguimos, e as informações que a complementarão. Por sorte, não estamos sozinhos.
.
Thiago Santaella, de 24 anos, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

1 Comentário | comente

28.setembro.2011 23:00:59

Uma vida doce, mas curta

Segunda-feira passada, Luiz Felipe Pondé contou aos focas um mito de criação do universo (é sempre uma tragédia que nos antecede). À mulher e ao homem primeiros foi dado escolher como seria a vida, eternamente. Com uma banana e uma pedra à frente, o império dos sentidos foi determinante. Ambos lamberam tanto a pedra quanto a banana, e escolheram, é claro, a segunda. Dessa forma, o nosso legado: uma vida doce, porém curta.
.
Na aparência, o jornalismo é ofício de apontar as pedras. O preço do feijão que subiu, a venda de uma empresa brasileira para um conglomerado multinacional, a morte de uma língua indígena nos confins da Amazônia, a dor de um sobrevivente da tragédia ininterrupta no Oriente Médio. Produzir assuntos para a mesa do bar, provocar indignação, derrubar ministros – são as nossas formas de mudar o mundo.
.
Mas essa mineração também nos traz, muitas vezes de surpresa, pequenas gemas preciosas. Quando a dor da perda é amenizada por uma homenagem respeitosa. Quando damos voz ao lado mais fraco da corrente, tantas vezes silenciado. Quando dois amigos, de opiniões opostas sobre um determinado tema, encontram eco aos seus argumentos nas páginas do jornal. Ou então, simplesmente, quando alguém se depara com uma reportagem sobre a sua banda preferida no caderno de cultura.
.
Talvez o conselho mais valioso em relação à profissão tenha sido mesmo o primeiro, dado por Chico Ornellas assim que pisamos na sala de treinamento: não avalie. O julgamento prejudica, só o aprofundamento esclarece. Não dá pra ser jornalista e não questionar, não gastar todos os vieses dos fatos “até a dor”, como diz o nosso colega Davi. Ninguém vai ser um bom profissional sem empatia pelo personagem, pela fonte, pelo leitor. As matérias mais simples sempre repercutem na vida de alguém – é esse o critério essencial da noticiabilidade, tão esmiuçado durante a formação acadêmica.
.
No fim, importa que consigamos traduzir, num exercício supremo de concisão, as camadas ocultas da notícia. Predestinados que fomos antes mesmo da largada, precisamos lembrar que a vida é curta, mas sempre pode ser doce. O poeta curitibano Paulo Leminski talvez não conhecesse o mito da pedra e da banana. Mas cantou com uma singeleza que almejo: “Mesmo que a Terra não passe da próxima guerra / Valeu. Mesmo assim valeu”.
.
Luiza Calegari, de 22 anos, é formada em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL)

comentários (5) | comente

22.setembro.2011 17:44:09

Focas capixabas

Desenho: Dia Porto / Creative Commons

Logo no início, Chico Ornellas avisou aos 30 focas do Curso Estado de Jornalismo que estaríamos vivendo uma experiência parecida com a residência que os médicos enfrentam depois de se formar. Ele se referia à entrega, quase total, à profissão durante o tempo em que essa jornada durar. E acontece mais ou menos assim: com os que saíram da faculdade de Medicina, noites viradas em um hospital; no nosso caso, filhos do Jornalismo, horas e horas (e horas) em um jornal. Mas, essa não foi a primeira vez que ouvia essa metáfora para um curso de focas.

Na verdade, quem é de Vitória costuma ser familiarizado com ela. O Curso de Residência em Jornalismo da Rede Gazeta – empresa de comunicação do Espírito Santo – chega à 14ª edição em 2011. E há dois anos eu estava lá, participando da 12ª turma (agora, sou da 22ª no Estadão, pra quem acredita em “coincidência”). Quando fiz o curso capixaba, por dois meses e meio, tive aulas, ouvi palestras, rodei pelas editorias das redações multimídia (de impresso, rádio, tv e online), ajudei a fazer um caderno especial de encerramento, fiz amigos e acumulei histórias. Parecido com o que faço, agora, no Grupo Estado, e exatamente como farão 15 novos focas, em Vitória. Saiu hoje a lista de aprovados para a “residência“, pessoas que sentirão esse frio na barriga bom.

Ainda lembro que, com excitação de foca, minha primeira editoria por lá foi Cidades, onde pude acompanhar uma reportagem especial da jornalista Vilmara Fernandes. Foram três noites trocando as tardes na redação pelas madrugadas na companhia dela, do motorista e do fotógrafo e rodando pela região metropolitana de Vitória para falar dos personagens que também trocavam a noite pelo dia, como nós. Ganhei uma aula de apuração e de bom jornalismo, que valeriam por um semestre na faculdade. Experiência que só pude ter por ser foca…

No fundo, acho importante que cursos como o do Estadão sejam procurados por todo o Brasil – e só em São Paulo são quatro, além dele, o da Folha, o da Abril e o do Valor Econômico. Perto ou longe de casa, trata-se de uma experiência de aprendizado para os jovens jornalistas, além de chances maiores e reais de entrar no mercado de trabalho,  que, a gente sabe, nem sempre é fácil.

Jacyara Carvalho, de 23 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

1 Comentário | comente

A seleção dos 30 jovens jornalistas da 22ª turma do Curso Estado de Jornalismo foi bastante concorrida. Os 1.531 candidatos de todo o País inscritos na edição de 2011 tiveram de enfrentar uma concorrência de 51 candidatos por vaga. Disputa maior até mesmo que a do tradicional vestibular de medicina da USP (49,25 candidatos/vaga na seleção da Fuvest 2011).

E não há como negar: a prova objetiva, redação inclusa, é a fase mais difícil. É onde ocorre o grande peneirão rumo à entrevista presencial. Por isso, oito focas vencedores deste ano resolveram contar um pouco das armas secretas utilizadas durante a preparação. Cliquem no infográfico abaixo para ver as preciosas dicas de cada um deles. E como “extras”: não deixem de clicar nos dois últimos vídeos. Orientações e informações valiosas!

Então, futuros focas: não deixem de ir se preparando, desde já, para a 23ª turma. ”Quem garante a vaga é o próprio candidato”, diz o coordenador do curso, Francisco Ornellas. Uma afirmação extremamente simbólica. Background, foco, preparação e força de vontade são possíveis ingredientes implícitos nessa frase. Por enquanto é isso. Qualquer dúvida: lance-a nos comentários. Seguimos!

E MAIS:

» Não deixem de conferir, também, o vídeo do Cedê Silva, da turma 21, com mais dados da prova do curso do Estado

» Participem mais da jornada dos focas da 22ª turma. Confiram a galeria de fotos no Flickr

Davi Lira de Melo, de 26 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

comentários (2) | comente

14.setembro.2011 14:18:40

Imagem é tudo!


Como se vestir adequadamente para trabalhar? Mas e se a cobertura não for de uma reunião de políticos, e sim uma reportagem feita na favela? E dá para usar roupas mais informais no verão? Essas e outras questões estiveram em discussão entre os focas nesta terça e quarta-feira, durante conversa com Renata Mello, consultora de marketing pessoal.

A preocupação com o vestuário correto tem se tornado cada dia mais importante nas empresas. Segundo Renata, a postura profissional gira em torno do tripé aparência-competência-comportamento. Em resumo, o bom senso é o grande guia de qualquer profissional que queira passar e manter uma boa imagem perante os colegas e a chefia.

Se para o mundo corporativo a aparência infelizmente acaba contando, muitas vezes, mais do que a competência e o comportamento do profissional, diferente é a atitude esperada de nós, jornalistas, com nossas fontes. Humildade nas ações e visão livre de preconceitos – como bem nos explicou Chico Ornellas, nosso coordenador – são os elementos que devem estar presentes desde a criação da pauta até finalização da matéria.

Fica lançado, então, o desafio de assim seguir trabalhando e servindo de exemplo, ainda que pelo caminho encontremos quem não aja como nós.

Mateus dos Santos, de 23 anos, é formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV)

sem comentários | comente

13.setembro.2011 17:00:38

60 minutos

Antes de passar o exercício, Carla Miranda, uma das professoras do curso, avisou: estava sugerindo apenas assuntos. A pauta, éramos nós que precisávamos encontrar. Aí estava a grande dificuldade. Foram sorteados cinco temas e fiquei com a missão de ir ao Instituto Médico-Legal (IML). Escolhi visitar o da zona sul, mas no domingo nada de diferente aconteceu e não era possível contatar a Secretaria de Segurança Pública, órgão que centraliza as informações sobre todas as unidades do instituto em São Paulo. Neste dia, os outros focas que tentaram entrar no IML também não obtiveram sucesso.

Como os funcionários não estavam autorizados a nos passar nenhuma informação, a única coisa que me chamou a atenção foi um cartaz pendurado numa das paredes, sobre o Centro de Referência e Apoio à Vítima (Cravi). Deixei a carta na manga, ou melhor, anotada no caderno.

Na segunda-feira, foi impossível conseguir qualquer posição da secretaria. Os pedidos da imprensa precisam ser analisados e dificilmente são atendidos no mesmo dia. Eu procurava dados sobre o público que busca atendimento nas cinco principais unidades do IML na capital – nas zonas norte, sul, leste, oeste e centro.

Às 17h, depois de passar novamente pelo IML da zona sul e de uma tentativa frustrada de conseguir algo que rendesse matéria no da zona oeste, eu não tinha sequer uma pauta. Desde as 11h estava tentando falar com o pessoal do Cravi pelo telefone, mas ninguém atendia. Voltando de trem para o IML da zona sul, onde pelo menos havia pessoas fazendo exame de corpo de delito, consegui falar com uma assistente social, que confirmou que as unidades do instituto são um ponto de divulgação do trabalho do Cravi.

De volta à zona sul, entrevistei mais uma pessoa. Às 17h30 eu tinha uma pauta. Uma hora e meia, depois estava em casa e com mais 30 minutos escrevi um primeiro rascunho do texto. Gastei mais algum tempo para revisar, e a apenas dez minutos do deadline estabelecido enviei a matéria. Todos nós tínhamos um mundo de possibilidades, mas um prazo curto para apurar. Vivenciamos a lição do Chico: os prazos precisam ser cumpridos, pois o importante é que o jornal chegue cedo à casa do leitor.

Mariana Niederauer, de 21 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB)

comentários (3) | comente

09.setembro.2011 17:14:56

Todo mundo já foi foca

Inspirada pela tarde que passamos na companhia de Edmundo Leite, jornalista responsável pelo Arquivo do Grupo Estado, resolvi fazer uma visita à mina de ouro do Estadão, uma pequena sala que guarda em livros encadernados e arquivos digitais os 137 anos da história do jornal.

Depois de pesquisar no índex e folhear cadernos empoeirados – pesquisa dá trabalho, Edmundo já tinha avisado – encontrei provas físicas de que todo mundo já foi foca um dia. É difícil acreditar, mas apresento a vocês o correspondente do Estadão em Mogi das Cruzes, Francisco José Arouche Ornellas.

Esta é a primeira matéria assinada pelo coordenador do Curso Estado de Jornalismo e catalogada pelo Arquivo. Ela foi publicada em 16 de fevereiro de 1969, quando Chico era um foca como todos nós. Vale a pena dar uma olhada não só na matéria sobre o aeroporto de Mogi, mas também na primeira nota da coluna “Do interior”. Ela anuncia a compra de um bafômetro, “um aparelho complicado que se divide em várias partes e varia de côr, dependendo do grau de alcoolização do motorista”.

Quem também não escapou do arquivo foi nosso professor (e grande conhecedor do centro de São Paulo) Luiz Carlos Ramos. Essa pesquisa foi bem mais difícil, já que a informação que eu possuía era de que Luiz Carlos havia entrado no Grupo Estado em 1969. O primeiro registro com o nome dele, no entanto, é de 67, mais especificamente, no Jornal da Tarde do dia 27 de abril. O que chama a atenção aqui, além da matéria ser sobre um jogo do glorioso Clube Atlético Mineiro, é a grafia do time paulista “Coríntians”.

* Agradecimento especial ao bibliotecário Cristiano de Oliveira, que tirou um tempinho para me ajudar a encontrar estes textos.

Juliana Deodoro, de 23 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

comentários (3) | comente

Comentários recentes

  • danielli: uau! adorei texto, e ainda mais achei o Lucas De Abreu Maia muito lindo e muito forte por nunca desistir
  • Isabella: Algumas pessoas nem se prepara, pensam que Jornalismo é aquela coisa, você escreve ganha dinheiro ou até...
  • Davi Lira: Excelente post para resumir a história da 22ª turma. Tá tudo aí: nas imagens, vídeos, no perfil e...
  • José Gabriel Navarro: “Agora, vamos. Aonde? Embora. Embora não saibamos aonde, vamos.” — Lindo,...
  • Thiago Lasco: Mandou bem, Betti. Vamos ver quem vai se aventurar a reunir a trajetória da nossa turma em dezembro de...

Arquivo