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Depois de ser a primeira artista viva a ter dois álbuns e dois singles no Top 5 da parada britânica, coisa que só os Beatles haviam conseguido, ela desbancou a rainha do pop (sim, a MADONNA!) ao se manter no topo da parada durante dez semanas consecutivas.
A cantora está tão por cima que até o John Legend, just for fun, gravou sua própria versão de "Rolling In The Deep". E twittou, ó.
Bom, não demorou muito para aparecer mashups no Youtube. Confira alguns:
Quando um artista estoura e de repente vê todos os spotlights voltados para si, a maior responsabilidade é não decepcionar com o próximo trabalho. E tudo bem que este é apenas o segundo disco da Adele, mas já começo a achar que ela é daquelas que só melhoram.
“21” é intenso. Mais uma vez, se trata de um fim de relacionamento, mas o que se repete é só o tema. Usando um termo mais clichê, o disco é mais maduro, adulto. A voz dela é impecável, limpa, e é tanto sentimento transbordando das faixas que depois de ouvir tudo, você fica uns minutos em silêncio, processando o que aconteceu. De boca aberta.
Olha como ela está linda na capa!
Quase todas as músicas deste disco merecem destaque. Isso porque, na minha opinião, não dá para encaixar Adele em um único gênero musical. Soul, jazz, pop...? Talvez façam essa relação pela voz dela ser perfeita para estes estilos, mas desde o primeiro disco ela mostra sua clara inclinação ao country. Que também é meio folk, romântico e com jeitão pop... eu falei, é difícil definir essa mulher.
O single ‘Rolling in the Deep’ é soul. Com uma pegada mais roqueira, ‘Rumour Has It’ é a mais diferente do repertório da Adele. ‘Don’t You Remember’ e ‘Hiding My Heart’ são os pontos country do disco. Um dos destaques é a versão para ‘Lovesong’, do The Cure (ela já tinha feito no primeiro álbum um cover de ‘Make You Feel My Love’, do Bob Dylan). Não dá para deixar de ouvir a animada ‘I’ll Be Waiting’ e a minha preferida do disco inteiro, ‘Someone Like You’. Essa é de chorar.
Se Adele seguir essa ‘regra’ de nomear o disco conforme a idade, pode-se esperar muito mais aos 23, 25, e assim por diante.
O dominicano Juan Luis Guerra é o Paul McCartney latino. Ponto. Pelo menos assim é considerado pela grande crítica de música latina, tirando o Brasil, por supuesto.
A consagração veio mais uma vez na ultima edição do Grammy Latino, quando o cantor e compositor abocanhou 4 prêmios, entre eles os principais da noite: “Melhor álbum do ano” e “Melhor álbum tropical contemporâneo”, ambos com A Son de Guerra.
O grandão Juan Luis Guerra é carismático, inteligente e influente em ações sociais por toda América hispana. Ele foi o primeiro a juntar artistas para doações e shows em prol do povo do Haiti pós terremoto, por exemplo. O que o espanhol Alejandro Sanz, parceiro dele neste trabalho, chama de “Máfia da solidariedade”.
Juan Luis Guerra está no coração de toda família latina. Quem tem por volta de 30 anos pra cima lembra do estrondo, do abalo das estruturas, quando começaram a tocar nas rádios o fantástico disco Bachata Rosa, quando ele ainda assinava Juan Luis Guerra Y los 4:40. Simplesmente arrebatou todo mundo. Tocava o disco inteiro em absolutamente todos os lugares. De lá saíram musicas que são hoje programação obrigatória em qualquer festinha de família em qualquer canto latinoamericano.
Da turma sudaca, quem nunca dançou “La bilirrubina” em qualquer festa dessas?
Aqui no Brasil o Bachata Rosa também teve ecos. “Quem dera ser um peixe...” na voz de Fagner, te lembra alguma coisa?
Ele é considerado o Paul McCartney, por que além de sucessos imediatos, consegue tirar letras engajadas, românticas, atuais, sem perder o ritmo original e envolvente.
Um exemplo disso é a excelente Carta de Amor, do Bachata Rosa, aqui numa performance ao vivo. Ele praticamente lê uma carta de amor, com a gramática corretíssima.
O último sucesso de Juan Luis Guerra no Brasil foi impulsionado pela novela Viver a Vida, La LLave de mi Corazón que você confere aqui.
Destaque rápido para o cubano radicado nos EUA Alex Cuba que faturou no Grammy Latino revelação e também na música Mi Plan com Nelly Furtado.
Ouça aqui!
Os shows do segundo dia do festival SWU (Starts With U) vão sendo encerrados. Neste momento, a banda Dave Mathews Band se apresenta a poucos minutos do último concerto da noite, do grupo Kings of Leon. Aproximadamente 56 mil pessoas estiveram na Fazenda Maeda neste segundo dia de shows. E o que se pode observar agora entre a multidão em frente ao palco? Lixo, muito lixo.
A mesma cena foi registrada ontem. Copos descartáveis, latas de cerveja, bitucas de cigarro, entre outros dejetos cobriram o gramado da arena. De acordo com a organização do SWU, há uma equipe de limpeza a postos para recolher o material nos intervalos de shows e durante a madrugada. E, pelo que parece, a administração vai ter muito trabalho pela frente. Atendendo à proposta de sustentabilidade do evento, todo o lixo retornável é reciclado no local.
Lixo espalhado pelo Fazenda Maeda, local do SWU (Foto: AE)
Apesar das confusões e reclamações, a organização do SWU divulgou saldo positivo do primeiro dia do evento. Um público de aproximadamente 48 mil pessoas assistiram às apresentações inaugurais do festival, que não registrou ocorrências graves. Segundo a organização, nenhum acidente foi registrado nos acessos que levam à Fazenda Maeda, em Itu. O balanço foi realizado até às 11h deste domingo (10).
No entanto, 46 pessoas foram autuadas em flagrante pela Polícia Militar como usuários de drogas, já que não houve nenhum caso registrado de tráfico. Ao todo, 790 ônibus e 230 vans serviram como transporte para a maioria do público presente. A organização recomenda a quem ainda pretende acompanhar o último dia do evento, o uso dos Bolsões de estacionamento e se dirijam à Fazenda nos ônibus fretados para o festival.
Mesmo com os números positivos apresentados pelos organizadores, o primeiro dia foi tomado por reclamações sobre a falta de sinalização, trânsito nos acessos à arena e enormes filas nas bilheterias provocadas pelas constantes quedas de sinal nas máquinas de pagamento eletrônico.Cerca de 7 mil ingressos foram vendidos no local, o que surpreendeu a produção do evento. Segundo o coordenador de produção do SWU, Caco Lopes, para solucionar a demanda no acesso ao festival, a Polícia Rodoviária autorizou a utilização da estrada do Taperinha.
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Luciana Camasmie ,
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19:22:38.
A rede social Facebook acaba de atingir a marca impressionante de 500 milhões de usuários no mundo, e com 6 anos de existência terá sua história contada no cinema.
A direção de “A Rede Social” é de David Fincher (de “O Curioso Caso de Benjamin Button” e “Clube da Luta”), e a trilha sonora está nas mãos de Trent Reznor, ex-Nine Inch Nails, que declarou aquilo que passou pela cabeça de muita gente ao saber deste projeto: “Eu sempre amei o trabalho de David, mas sinceramente, eu questionei o que o levou a contar esta história. Quando li o roteiro e percebi o que ele estava fazendo, me despedi do tempo livre que estava planejando”.
Um filme sobre a criação do Facebook não parece muito interessante até que se saiba como foi turbulento este início: a rede social foi fundada por dois estudantes de Harvard – Mark Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin, e envolveu processos, tapetes puxados e muito, muito dinheiro!
“A Rede Social” é baseado no livro “The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal” (“Os Bilionários Acidentais: A Fundação do Facebook, uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidade e Traição”, em tradução livre), obra de Ben Mezrich.
O filme estréia em outubro nos EUA e no Brasil em dezembro. Veja o trailer ao som de "Creep", do Radiohead, cantada por um coral:
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Luciana Camasmie ,
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10:42:28.
Gore Verbinski, diretor da série de filmes “Piratas do Caribe”, é uma das mentes criativas por trás de “Rango”, animação que estreia no ano que vem.
O teaser – vídeo curtinho só de aperitivo – é bem enigmático:
Mas o trailer já entrega um pouco mais de “Rango”, que conta a história de um camaleão do Velho Oeste que passa por uma crise de identidade e não consegue se camuflar. Assista:
A animação caprichada é da Industrial Light & Magic, do George Lucas, e a versão original tem as vozes de Johnny Depp, Abigail Breslin, Timothy Olyphant, Bill Nighy e Alfred Molina, entre outros.
“Rango” chega aos cinemas americanos em março, e ao Brasil em abril de 2011.
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Luciana Camasmie ,
Seção: Sem categoria
04:54:08.
O Pato Fu está com CD novo pronto, e só vai esperar o final da Copa do Mundo pra lançar “Música de Brinquedo”. E o décimo trabalho da banda é exatamente o que diz o título – ele foi todo gravado com instrumentos de brinquedo e objetos com ruídos curiosos.
Pra mostrar a versatilidade dos cacarecos selecionados, o Pato Fu resolveu não gravar músicas inéditas neste disco. Abaixo tem a versão brinquedo de “Live and Let Die”, do Wings, e na seção de vídeos do novo site da banda também tem “Primavera”, do Cassiano. O caras do Pato Fu e seus filhotinhos curtiram gravar. E você, gostou do resultado?
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Luciana Camasmie ,
Seção: Sem categoria
20:16:56.
Ronnie James Dio, lendário vocalista que já esteve no Black Sabbath, no Rainbow e mais recentemente no Heaven and Hell, e também considerado o “pai” dos famosos chifrinhos feitos com as mãos, faleceu na manhã deste domingo (16). Ele tinha 67 anos e lutava contra o câncer no estômago.
A notícia foi confirmada pela esposa de Ronnie, Wendy Dio, no site oficial dele e também no Facebook: “Hoje meu coração está partido, Ronnie faleceu às 7h45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e parentes puderam se despedir com privacidade antes que ele morresse em paz. Ronnie sabia o quanto era amado por todos. Nós agradecemos pelo amor e apoio que vocês todos nos deram. Por favor, nos dêem alguns dias de privacidade para lidarmos com esta perda terrível. Por favor saibam que ele amava a todos vocês e que sua música viverá para sempre”. As mensagens dos fãs devem ser enviadas pelo Facebook.
No sábado, Wendy Dio chegou a publicar uma rápida nota no Twitter, negando os boatos de que ele já havia morrido: “Não acredite nos rumores, Ronnie continua firme”. A um site australiano, Wendy declarou que Ronnie James Dio não estava bem e seguia internado num hospital em Houston.
O vocalista cancelou há poucos dias os shows que faria na Europa dizendo que não estava se sentindo bem o suficiente para pegar a estrada nos próximos meses, e agradeceu o apoio dos fãs e colegas da indústria musical.
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Regis Salvarani ,
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11:32:56.
Na última segunda, comemoramos os 50 anos do Bono, do U2, e hoje é dia de comemorar os 60 anos de Stevie Wonder. São mais de 30 sucessos no Top10 da música americana, 25 prémios Grammy, e ainda o Óscar, em 1984, com a canção I Just Called to Say I Love You.
Pra quem quer conhecer melhor a vida desse gênio da música, hoje está sendo lançada hoje nos Estados unidos a biografia “Signed, Sealed and Delivered: The Soulful Journey of Stevie Wonder”. O autor é Mark Ribowsky, que já escreveu as biografias de Phil Spector e do grupo The Supremes.
Em comemopração coloquei abaixo a música Happy Birthday, do próprio Stevie, numa performance no Radio City Music Hall, no Mandela Day, em 2009.
Apesar do homenageado nessa performance ser Nelson Mandela, a música foi composta para a campanha que pretendia tornar a data do aniversário de Martin Luther King, um feriado nacional, em 1981. Essa campanha obteve o maior número de assinaturas na história dos Estados Unidos, e em 1983, o então presidente Ronald Reagen tornou a data feriado. Entretanto, ela foi aceita por todos os estados norte-americanos somente no ano 2000.
Curiosamente, além de aniversário de um dos maiores músicos negros de todos os tempos, hoje é o dia da abolição da escravatura no Brasil.