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Edmundo Leite

06.agosto.2010 07:50:09

Plínio, o perigote do debate

plinio | zebunitinho

Plínio de Arruda Sampaio roubou a cena no primeiro debate entre os candidatos à presidência ontem à noite na Band. Com um formato cada vez mais engessado por regras – convenientemente impostas pelos principais candidatos para aceitarem participar – qualquer um que saia um pouco do script acaba conquistando a simpatia do público, espírito de porco por natureza.

Na TV, segundo os primeiros dados divulgados, não teve muita audiência, mas bombou na internet. Após as primeiras gracinhas já no início do debate, o nome do candidato do PSOL começou a galgar posições nos Trend Topics do Twitter, o novo guia de nossas vidas (nas redações de sites jornalísticos, os TTs  estão virando uma espécie de biruta de aeroporto).

tw_TT

Seria bom saber com quantos comentários se faz um trend topic e o alcance disso, mais ou menos como o Ibope faz com a TV. Ou mesmo a audiência dos sites que transmitiram o debate ao vivo. Isso sem falar nas outras redes sociais populares, como o Facebook e o Orkut.  Talvez desse para responder a boa pergunta  que o Mauricio Stycer fez após o debate:

tw_sty

Difícil responder. E essa  talvez seja a resposta que todos as equipes de campanhas dos candidatos sonham em ter.  Mas o que dá para dizer, pelo menos do ponto de vista de quem assiste,  é que uma experiência coletiva bem bacana ver  debate pela TV e ao mesmo acompanhar os comentários pelo twitter ou na sua rede social preferida.

Tem muita gente postando comentários  legais e é como se a sala de casa virasse um outro imenso debate. Mas também tem mais gente ainda vendo aquilo que quer ver:  fazendo loas ao candidato preferido e comentários desdenhosos ao adversário odiado. Mas o que acaba acontecendo mesmo é que fica quase igual a assistir jogo de Copa do Mundo em bar.

Creio  que esse é primeiro debate eleitoral no Brasil com um acompanhamento massivo e realmente expressivo pela internet. E aí voltamos ao Plínio.  Alguns já o consideram até como o vitorioso do debate, já que a princípio nem iria participar.

tw_bob

tw_nemsabia

tw_oas

tw_stand

Imagino que já deva ter bastante gente no PSOL comemorando a repercussão da performance de Plínio no Twitter e achando que ele será um diferencial na campanha. Com o sucesso da atuação engraçadinha, devem achar que talvez dê até para alçar vôos maiores e, quem sabe, até superar algum dos sisudos adversários.  Devem estar apostando  que Plínio se torne um novo Cacareco, Macaco Tião ou Enéas, que entraram para o folclore eleitoral brasileiro como misto de gaiatice e voto de protesto.

Nada contra o bom humor. Até mesmo na política. Mas não é por isso que os candidatos tenham que se transformar em animadores de auditório. O Serra até fez alguma menção – citando a filha –  à sua falta de riso no final debate de ontem. Ele e Dilma tem feito um esforço para soarem mais festivos e simpáticos em sua busca por votos. Mais uma vez, nada contra. Porém, ficar refém dessa ditadura da alegria não é legal. É como se todos os professores tivessem quer ser iguais aqueles professores de cursinho que dão aulas-shows. Nem todo mundo nasceu para isso e não é assim que se mede a qualidade de um professor e de uma aula. De um candidato a presidente, então, nem de longe pode ser um critério para o voto.

tw_mate

A gaiatice de Plínio, apesar de não ser artificial, soou boba neste debate. Sem ninguém que tivesse coragem para dar  um corte nele, foi ficando cada vez mais à vontade.   Se acreditar que com isso fará sucesso nos outros debates, corre o risco de virar um daqueles quadros fixos da “A Praça é Nossa” (que teve mais audiência que o debate)  em que comediantes repetem seus bordões a cada programa.

Na Praça é divertido. No debate eleitoral, pode ter funcionado no começo.  Mas será que uma parte do eleitorado vai querer mesmo dar seu voto a um comediante?  Se sim, tem gente com chance no pedaço:  Tiririca, Pedro “ô loco meu” Manso e Batoré.  Os três gênios do humor popular disputarão vaga no legislativo apostando na máxima “palhaço por palhaço, fique com os originais”.

Mas o humor de Plínio é de outra natureza. Com 80 anos, ele  está naquela fase  em que uma das coisas legais da idade é não ligar mais para velhas convenções e para a compostura.  Sabe aqueles velhos que ficam falando besteiras para as meninas novinhas? Se um cara mais novo fala a mesma coisa tá arriscado a tomar um tapão e ser escorraçado. Já o senhor desbocado de cabelos brancos ganha um tapinha no braço acompanhado de risadinhas e um “seu velho safado”.  Um exemplo desse comportamento senil pode ser visto todos os domingos na TV, com o Silvio Santos cada vez mais safado e desbocado.

No twitter, a @tripolaroide e @amardinah captaram bem o estado de espírito do Plínio:

tw_tioavo

tw_tioavo2

Depois do programa, naquelas entrevistas ainda no estúdio cheio de gente, Plínio estava tão entusiasmado com o seu desempenho que, juro, deu uma leve gingadinha de corpo na hora de responder qual foi a sua avaliação do debate. A lembrança do genial Zé Bonitinho do Jorge Loredo foi imediata. Só faltou puxar o microfone e dizer “Plininho, o perigote do debate. Au, au”.

# Assista à íntegra do debate

comentários (61) | comente

61 Comentários Comente também
  • 06/08/2010 - 09:15
    Enviado por: Juliana Tourrucôo

    Adorei!

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  • 06/08/2010 - 09:23
    Enviado por: Tweets that mention Plínio, o perigote do debate « Edmundo Leite -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by Edmundo Leite, Megaphone. Megaphone said: RT @edmundoleite: Plínio, o perigote do debate http://bit.ly/aWJnx5 | FATO! [...]

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  • 06/08/2010 - 11:02
    Enviado por: Bruno

    Meu deus… Que espécie de tratamento jornalístico é esse? Parece texto de blogueiro que não gosta de uma figura pública. E olha que não gosto do Plínio!

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  • 06/08/2010 - 11:03
    Enviado por: Bruno

    Que tratamento é esse a uma figura pública? Meu voto é do Serra, mas é simplesmente ridículo isso. Quando dizem que a impresa é extremamente tendeciosa, a gente só pode concordar…

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  • 06/08/2010 - 14:49
    Enviado por: José Murilo

    Nossa, quanto preconceito. O Plínio não foi só engraçado, ele falou um monte de cosias que ninguém mais fala, por isso o sucesso.

    Você chegou a assistir o debate pra dizer que ele só foi “comediante”? Que viagem…

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  • 06/08/2010 - 15:05
    Enviado por: Cesar Frezzato

    Este é o problema!!!
    Um homem sério, que tenta desvendar, ao vivo, a falta de idéias inovadoras dos adversários, proclamando a busca de uma igualdade social efetiva, é tratado como velho louco.
    Mas isso já esperado daqueles representantes da classe média e alta, que entram em choque ao ouvir palavras como reforma agrária, distribuição de renda, e outros pontos que favorecem a população em geral, principalmente a mais pobre.
    Temos tanto de 1964 em nossa imprensa, que nem imaginamos!!!!

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    • 07/08/2010 - 02:18
      Enviado por: José Armando

      um comunista a favor da distribuição de renda é demais
      não dá
      e muito menos acreditar em uma democracia q é pura, aliás a mais pura invenção da burguesia.
      ou se é comunista ou não
      Marx, Lenin, Stálin, Mao Tsé devem estar rindo da crença infantil do velhinho.
      e olhem q pelo visto o Grande Timoneiro tem todas as razões.
      A China é a potência do sec.XXI e o resto, é história.

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  • 06/08/2010 - 15:07
    Enviado por: Eveline

    Não assisti ao debate, mas pelos comentários, deve ter sido mesmo um espetáculo…rsrsrs

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  • 06/08/2010 - 15:15
    Enviado por: Marcelo Dezidério

    Quem quiser ler sobre o debate com um foco mais “sóbrio” vá na coluna de política do Estadão, aqui os cometários (muito bons por sinal) com este apelo descontraído cai muito bem.
    Não vejo nenhum preconceito. O Plínio é homem público, sim, tem sua história de vida na política, que todos respeitam, mas no debate teve de usar também de humor para poder se destacar, oras !!!

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  • 06/08/2010 - 15:19
    Enviado por: sato

    hei !!!!!!!!!!!!
    Tem jornalista ai????
    putz esqueci que não precisa de diploma para ser jornalista!!!!!!
    e escrever tanta besteira tendenciosa!!!!!!!!!

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  • 06/08/2010 - 15:25
    Enviado por: Eduardo

    Não concordo com a opinião do jornalista. Acho que a verdadeira palhaçada é essa postura de criticar as diferenças. E o comentário da Eveline, se ela se baseia nesse tipo de matéria pra formar uma opinião, pelo amor… estamos perdidos.
    Nâo sou partidario de ninguém, mas não vou sair falando que o Plínio é senil.

    Que vergonha estadão.

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  • 06/08/2010 - 15:33
    Enviado por: Carlos

    Como “post” para descontração, este relato acima até pode ser aceito.
    No entanto, considerar este texto como um trabalho sério deste jornalista é um inconcebível.

    O mínimo que se poderia esperar de uma matéria divulgada em um jornal do porte do Estado é respeito por uma figura como Plínio de Arruda Sampaio. Por mais que este candidato seja pouco conhecido pela maior parte dos eleitores, ele possui um histórico acadêmio e de luta incomparável.

    Conhecendo o discurso acadêmio e moral deste senhor, por mais radical que seja, gera um desgosto imenso quando comparados com comentários do tipo “seu velho safado”. Lamentável.

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    • 07/08/2010 - 01:20
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Carlos.

      O ponto é exatamente esse:

      “…Como “post” para descontração, este relato acima até pode ser aceito.
      No entanto, considerar este texto como um trabalho sério deste jornalista é um inconcebível…”

      Pense nisso.

      Abraços

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  • 06/08/2010 - 15:33
    Enviado por: DALHE PLINIO

    DALHE PLÍNIO,
    DETONA ESSES LATIFUNDIARIOS

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  • 06/08/2010 - 15:54
    Enviado por: Tiago

    Péssima análise do “jornalista”, mais preocupado em ficar atualizando a pag. do Twitter do que em assistir o debate.

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  • 06/08/2010 - 15:54
    Enviado por: Rafael

    Nossa, este texto me lembrava as postagens de blogueiros que ficavam discutindo entre si fazendo piadas de baixo escalão. Se estivesse no kibe louco, até teria um contexto. Mas em qualquer jornal que se pretende sério, estar em uma coluna de cobertura jornalística, é praticamente ridículo. Pelas analogias e profundidades nos comentários do autor dessa matéria, ele deveria ser escalado como crítico do Zorra Total.

    Nem voto no Plínio, mas essa reportagem foi simplesmente ridícula.

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  • 06/08/2010 - 15:57
    Enviado por: Fernando J. C. Bastos Neto

    Péssimo texto.

    Reduzir a performance do Plínio ao seu “bom humor” é de uma miopia analítica – essa sim – verdadeiramente senil.

    Plínio apresentou uma proposta alternativa de utilização da linguagem do debate. Procurou novos caminhos, menos eleitoreiros. O que foi apresentado ontem foi um político sem papas na língua: alguém disposto a falar boas verdades, independentemente das orientações de marqueteiros de plantão. É lógico, num país cínico como o nosso, essas “verdades” – e eis a maior prova de sua veracidade – só poderiam soar como “piadas”.

    Devemos aprender a ver isso que entendemos como “piadas” como um núcleo duro de verdades que não são admitadas pelo grande público sem um mínimo de esforço crítico. É esse o papel que Plínio Arruda tem cumprido brilhantemente.

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  • 06/08/2010 - 16:00
    Enviado por: andreia

    Plínio me pareceu o mais sóbrio de todos os participantes, sem necessariamente se amarrar ao script da assessoria de comunicação que está por detrás dos candidatos. Ele conseguiu traduzir à população em geral o que os debatedores queriam dizer à classe média e alta, mas utilizaram-se de palavras e conceitos que não são comuns à realidade da maioria do povo.

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  • 06/08/2010 - 16:30
    Enviado por: Peterson

    A análise do sr. Edmundo Leite é tão profunda quanto um pires. Ele achou engraçado o Plínio defender teses históricas do movimento social como a redução da jornada de trabalho, punição aos desmatadores e combate ao latifúndio? Plínio foi irônico com os demais candidatos porque não lhe restou outra alternativa diante da invisibilidade a que foi submetido, pela imprensa e pelos próprios concorrentes. De toda forma algumas dessas ironias soaram como verdadeiras descomposturas, ou alguém acha simplesmente divertido dizer que Serra é monotemático; que Dilma é traidora das idéias fundamentais do seu partido; Marina é ecocapitalista que defende o meio ambiente só até onde isso não atrapalha o lucro? Parabéns ao Plínio pela dureza, sem perder o humor.

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  • 07/08/2010 - 01:16
    Enviado por: Manuela

    Acho melhor o autor dessa “matéria” se retratar, procurar saber quem é Plínio de Arruda Sampaio e escrever um outro texto. Aí vai algumas informações básicas:

    Formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, com mestrado em Desenvolvimento Econômico Internacional pela Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Atuou como promotor público e deputado federal. Exilado no Chile, trabalhou na FAO, braço da ONU que cuida de agricultura e alimentação, sendo diretor do organismo por 10 anos. Foi professor da Fundação Getúlio Vargas, fundou o Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) e foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Atualmente, preside a Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA).
    Histórico de filiações partidárias: PDC, MDB, PT e Psol.
    Cargos relevantes: Coordenador do Plano de Ação do governo de São Paulo (1959-1962). Secretário de Negócios Jurídicos do governo de São Paulo (1961). Secretário do Interior e Justiça da prefeitura de São Paulo (1961-1962). Deputado Federal (1962 – 1964. PDC-SP). Deputado Federal (1986 – 1989. PT-SP).

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    • 07/08/2010 - 02:02
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Manuela.

      Ao contrário de muita gente que tomou conhecimento da existência do Plínio de Arruda Sampaio somente ontem, conheço – e respeito muito – Plínio e sua trajetória política há mais de 20 anos, desde quando era deputado. Inclusive já assisti a algumas entrevistas dele e, se não me engano, aos debates entre candidatos que participou quando foi candidato a governador pelo PT em 1990.

      Não tenho do que me retratar. O texto não pretende ser uma apresentação, um perfil do Plínio para quem não o conhece. Tampouco é uma “matéria” ou uma reportagem, mas apenas um olhar crítico e opinativo sobre a atuação dele no debate da Bandeirantes e a sua repercussão no Twitter e na internet.

      Veja que até mesmo eleitores de Plínio manifestaram desconforto sobre a postura adotada pelo político. Leia esse trecho de um texto extraído de uma comunidade sobre ele no Orkut:

      “… Sou eleitora do Plínio, com convicção. Mas ontem fiquei meio decepcionada com as posturas do Plínio no debate da Band.
      É verdade que a estrutura do debate mudou para pior: antes era uma pergunta para cada candidato, o que fazia com que cada um necessariamente respondesse sobre algo. Mas, com todo o respeito, mesmo que Plínio tenha recebido poucas perguntas, o candidato o perdeu muitas oportunidades de expor propostas e dados (como a informação sobre os assentamentos nos governos FHC e Lula), e ficou usando de sarcasmo com os outros candidatos (“saúde pra cá, saúde pra lá”, “Serra hipocondríaco” etc) o que, em minha modesta opinião, considero antipático, desnecessário e desagregador.
      Me preocupa que pessoas que ainda não decidiram em quem votar acabem não prestando atenção no Plínio e nas propostas por ele representadas. …”

      A íntegra do texto e o restante da discussão podem ser visto nesse link: http://bit.ly/9FRt5Q

      Abraços

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  • 07/08/2010 - 01:26
    Enviado por: Manuela

    Plínio de Arruda Sampaio em resumo: quem é o candidato do Psol à presidência?
    Deputado federal em 1962 pelo Partido Democrata Cristão, tornou-se membro das comissões de Economia, Política Agrícola e Legislação Social do Congresso. Foi escolhido para ser relator do projeto de reforma agrária que integrava as reformas de base do governo João Goulart. O modelo que ele propôs irritou sobremaneira os latifundiários e políticos mais conservadores.

    Quando os militares deram o golpe, em 1964, Plínio foi um dos primeiros brasileiros com direitos políticos cassados pelo Ato Institucional n°1.
    No Chile, Plínio trabalhou no organismo agrícola da ONU (FAO), sendo transferido em 1970 para os Estados Unidos, onde desenvolveu projetos para a entidade em todos os países da América Latina. Durante todo o tempo em que esteve exilado, Plínio nunca perdeu contato com os militantes brasileiros, recebendo muitos deles que chegavam também fugidos da ditadura.

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  • 07/08/2010 - 01:46
    Enviado por: Manuela

    Plínio de Arruda Sampaio em resumo: quem é o candidato do Psol à presidência?
    Em 1986, Plínio se elegeu deputado federal constituinte e ganhou destaque com sua proposta de reforma agrária que pretendia acabar com os latifúndios. Foi líder do partido no Congresso e continuou militando internamente no PT.
    Na atual campanha pela presidência do Brasil, conta com apoio de diversos intelectuais, como Francisco de Oliveira e Paulo Arantes. Mas é à noite, antes de se deitar, que ele debate suas ideias com a pessoa que mais lhe importa e que o ajuda nas tomadas de decisão – inclusive na de se lançar numa corrida eleitoral. “Hoje em dia, ele me pede mais conselhos do que antes. Eu ficava muito aborrecida, porque gosto de política. Quando ele era mais imaturo, convencido, ele me consultava muito menos. Mas, em geral, eu participo direto das decisões”, comenta dona Marieta, sua esposa há 55 anos.

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  • 07/08/2010 - 02:04
    Enviado por: Raphael Tsavkko

    Lamentável e vergonhoso. Quem pagou por esse artigo?

    são mais de 50 anos de vida pública lutando pela reforma agrária e pelo povo e um blogueirinho de meia pataca vai atacar desta forma?

    MAs isso é bom, só mostra o PAVOR que a mídia viciada e seus capachos tem do Socialismo. Tentaram esconder o Plínio, tentaram barrá-lo dos debates mas não conseguiram, agora a tática é fazer piada.

    Ridículo e tosco.

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    • 07/08/2010 - 02:41
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Raphael.

      Ninguém pagou por esse e nenhum outro texto.

      Abraços,
      Edmundo

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    • 07/08/2010 - 03:08
      Enviado por: Raphael Tsavkko

      Ah, então partiu da sua cabeça descontextualizar o tuíte do @mauricioas e, mesmo com ele reclamando via Twitter, manter o erro?

      Como eu te disse via Twitter, “Se A pensa de uma forma, B de outra e B usa um tuíte de A pra q B tenha argumentos, isso é descontextualizar”

      Isso tem nome: Jornalismo de esgoto.

      O Maurício foi bem claro:
      http://twitter.com/mauricioas/status/20528746654
      http://twitter.com/mauricioas/status/20529108122
      http://twitter.com/mauricioas/status/20529180576
      http://twitter.com/mauricioas/status/20529490100

      O pessoal do Estadão sabe que você usa o jornal para isso?

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    • 08/08/2010 - 03:13
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Raphael.

      Como disse ao Maurício, não preciso consultá-lo para citar algo que tornou publico na internet.

      Sobre a reclamação de que está distorcido ou descontextualizado, os leitores do blog podem tirar suas próprias conclusões: como todos os outros posts citados (exceto o do Bob Fernandes, que é um RT de outro que está mais abaixo) – o do Maurício está reproduzido fielmente, com imagem original e link direto para o twitter dele.

      Abraços

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    • 08/08/2010 - 18:17
      Enviado por: Raphael Tsavkko

      E depois ainda tem quem defenda o diploma de jornalismo… Pra que? Pra isso? Você realmente acha que basta colocar um tuíte e pronto? É público então está legal, tem foto, e não está ok? Não importa que o CONTEXTO – ensinam isso na escola de jornalismo? – seja completamente diferente?

      Não importa que o AUTOR do tuíte tenha lhe dito no twitter que a opinião dele foi distorcida ao ser descontextualizada? Que eu saiba um jornalista coleta fontes, apura, não se coloca como dono da verdade e dita a verdade. Especialmente quando uma das fontes (pelo que li nos comentários, duas fontes) reclama expressamente de ter sido descontextualizado.

      Mas, pelos comentários em geral neste post já vi (vimos) o que o público achou.

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  • 07/08/2010 - 03:11
    Enviado por: gustavo giroti

    …e também o seu texto foi engraçado, talvez patético?

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  • 07/08/2010 - 03:12
    Enviado por: Eric

    O mínimo que se poderia esperar de um imberbe que escreve no portal de um jornal que — ainda, não se sabe até quando — tem pretensões de ser um veículo de comunicação respeitável é que trate uma figura pública da estatura de Plínio de Arruda Sampaio com um mínimo de respeito. O meu voto é de Dilma, mas não há como não notar o óbvio: há mais dignidade na unha do mindinho de Plínio que em toda a corja de semiletrados que obedece a família Mesquita e produz esse jornalismo de esgotos.

    Eu disse família Mesquita? Desculpe. Quis dizer o comitê de credores.

    A questão não é se você sabe ou não sabe quem é Plínio de Arruda Sampaio e qual o seu papel na história brasileira. Está claro que, mais além de dados copiáveis na Wikipédia, você não teria condições de dissertar durante mais de dois minutos sobre o tema. A questão é se existe alguém que minimamente importe neste país que já tenha ouvido falar de quem é você ou de algo que tenha feito.

    Plínio usou, sim, de humor para transmitir seu recado. Mas ridicularizar bandeiras como as que ele levantou, ou compará-lo a “Macaco Simão”, sinceramente, é lixo de ignomínia indescritível até mesmo para os padrões subterrâneos deste vetusto apoiador do golpe de estado de 1964.

    Reconheça seu erro, rapaz. Você não é nada, seu jornaleco está morrendo na mão de credores, mesmo escrevendo nele você não consegue sequer chegar a 500 seguidores no Twitter e deu demonstração não ter a menor ideia de como funciona a ferramenta.

    Peça desculpas, moleque.

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    • 07/08/2010 - 16:09
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Eric.

      Não há o que se desculpar.

      A vida não se mede por seguidores no Twitter.

      Abraços

      P.S.: “Macado Simão” e “Macaco Tião” são primatas de diferentes espécies.

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    • 07/08/2010 - 20:05
      Enviado por: Raphael Tsavkko

      Eric, comentário fantástico, eu não tiro uma vírgula. Você não precisa votar no candidato, no caso, no Plínio, para respeitá-lo. São anos e anos de luta social irretocável, que dão orgulho e fazem inveja. Isso assusta a mídia conservadora e criminosa que não encontra como atacar uma história honesta como a do Plínio.

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  • 07/08/2010 - 04:52
    Enviado por: Horácio Féres

    esse texto, achei, como a maioria das pessoas sensatas achou…um baita preconceito contra alguém com a dignidade e isensão política de pessoas como Plínio de Arruda…se ele usou do humor como meio se se expressar, foi uma estrategia para ser notado; o que é válido…mostra que incomodou até o jornalista preconceituoso que escreveu tantas asneiras…

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  • 07/08/2010 - 08:09
    Enviado por: Marcia Carvalho

    Mesmo para os mais ingênuos, o que salta aos olhos é óbvio: a tentativa de transformar em comédia a popularidade conquistada pelo candidato durante o debate. Edmundo confunde comunista com piadista e se mostra extremamente preconceituoso com os idosos.
    Um de meus comentários no Twitter foi publicado nesta reportagem. No meu blog está minha opinião real sobre este episódio.
    http://www.maeducacao.blogspot.com

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  • 07/08/2010 - 09:23
    Enviado por: Rafael

    Lamentável demais o ‘nível’ do jornalismo (se é que você pode ser considerado um jornalista), agir com desrespeito com um senhor de 80 anos que desmascarou todos no debate de Quinta Feira é vergonhoso, ainda mais um senhor com a história e dignidade de Plínio de Arruda Sampaio, piada você tinha que fazer com o Serra que defende o latifundio enquanto milhões de pessoas passam fome no campo e trabalham em regime de escravidão, piada fazer com a Marina que tem como vice candidato um senhor que faz Biopirataria na Amazônia ou a Dilma que assentou menos famílias que o FHC (sim o tão ‘PrInXipE doS OxIoLogoS amado pela Classe merdia), o nível intelectual, moral e ético dos jornalistas sim seria cômico, se não fosse Trágico.

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  • 07/08/2010 - 12:18
    Enviado por: Luana

    É isso q acontece com pessoas q saem um pouco do script político, a maneira como sa faz política no Brasil precisa ser mudada, mas como mudar se não se aceita um discurso diferente? É lamentável esse tipo de texto me faz ter cada vez mais vergonha do jornalismo feito no rasil.
    E pode ter certeza q boa parte das pessoas de fato entendeu suas propostas e de fato o achou uma proposta viável, qm achou q ele estava fazendo papel de palhaço com certeza não entendeu a profundidade de seu discurso.
    E só p constar não sou sua eleitora.

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  • 07/08/2010 - 13:44
    Enviado por: Arnaldo Telles

    A ideologia esquerdista dita socialista que tanto a Russia como a China, sepultaram rapidamente sem nem ao menos fazerem uma oração, é essa ideologia dos anos50/70 que foi para o espaço que ainda alguns tolos se agarram e que de fossil só restou a Cuba Castrista pois qdo os dois matuzalens morrerem morre junto a experiencia cubana, muito endeusada, mas completamente ineficiente em atender as necessidades básicas de seus reclusos habitantes, Lula nunca foi socialista como Plinio e sempre foi sindicalista e daqueles que acreditam em resultados e não em ideologia, porrisso goza dessa popularidade que os mais radicais do PT se apegam como fossem percevejos, já Plinio é da época do Jão Goulart lembram dele isso a mais de 40 anos, no Sec. 20 isso tudo é passado. Plinio vc foi engraçado, lépido, mas não acrescentou exatamente nada ao que diz a 50 anos, o mundo mudou hoje é a era digital e não a a era da Pannair.

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    • 07/08/2010 - 20:10
      Enviado por: Raphael Tsavkko

      Seus argumentos perderam a validade há algumas décadas. Discursinho ensaiado, sem argumentos que denota a total falta de conhecimento do que é efetivamente o Socialismo…

      Típico de que acha que marxismo/socialismo é uma coisa uniforme, delimitada… As cartilhas da TFP não são uma boa forma de conhecer nada, fica a dica.

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  • 07/08/2010 - 15:43
    Enviado por: Sérgio Vaz

    Caro Ed,
    Faz tempo que admiro você por seu talento de jornalista jovem, que já começou internético, que sabe as manhas do meio.
    Ao ler seu excelente texto sobre o Plínio, fiquei boquiaberto com a maturidade da sua análise.
    Coisa madura, de gente que sabe pensar, que raciocina bem, que tem experiência, e muita lucidez.
    Parabéns, Ed!
    Sérgio Vaz

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  • 07/08/2010 - 16:59
    Enviado por: Marcos

    Lamentável o texto, e o cara ainda se apresenta como jornalista… o Plinio merece respeito. Faça um terço do que ele fez e se dê por feliz!

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  • 07/08/2010 - 18:12
    Enviado por: Rodrigo da Cunha

    Nunca li nada tão desqualificado em toda a minha vida. O Estadão deveria se envergonhar de conceder um espaço privilegiado como este a um jornalista tão desrespeitoso. Da próxima vez procure saber de quem está falando e o que representa o ponto de vista colocado por Plínio de Arruda nesta conjuntura. Seus comentários são vazios e inconsistentes.

    Resumindo, vá estudar e aprender a ser jornalista.
    Até o Noblat consegue ser mais prudente que você.

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  • 07/08/2010 - 18:43
    Enviado por: Samir Resende

    Edmundo quem?? Não é o jogador de futebol, mas se mostrou um animal. Irracional.

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  • 07/08/2010 - 20:13
    Enviado por: Tweets that mention Plínio, o perigote do debate « Edmundo Leite -- Topsy.com

    [...] This post was mentioned on Twitter by Raphael Tsavkko, Raphael Tsavkko. Raphael Tsavkko said: Preconceito e falta de noção em ataques contra o Plínio – http://bit.ly/b8K2sK Jornalismo de esgoto. #Pliniofacts #plinidearrudafacts [...]

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  • 07/08/2010 - 21:23
    Enviado por: Tato De Macedo

    Usocampeão da normal inculta: “a princípio”, no finalzinho do texto doeu mais que a falta de qualidade do texto.

    E depois condenam o Lula por falar “errado”.

    Não sei por que tanta celeuma em cima do bom velhinho. Ora, ele ganhou o debate da mesma forma que o São Paulo venceu o Inter (na concorrente Goebbels).

    Qualquer semelhança entre Dilma e Inter não terá sido mera coincidência.

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  • 08/08/2010 - 09:15
    Enviado por: Tato De Macedo

    Triste constatar, mas, a cada ano, novos animais são gestados pelo PiG em seções curiosamente chamadas de “gente”.

    É com esse tipo de gente que as gentes leitoras desses jornalões irão, num futuro breve, se entreter em substituição a Chapéuzinhos, Jardins e Mainardis da vida (fácil).

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  • 08/08/2010 - 10:52
    Enviado por: Eduardo d´Albergaria

    Antes escondiam… agora tentam ridicularizar.

    A estratégia está clara: tentar transformar em caricatura alguem que defende propostas simples e que estão em debate no Congresso Nacional (e “esquecidas” pelos demais candidatos/as): reforma do código florestal, redução da jornada de trabalho, mudanças da matriz energética…

    A cultura “de redação” é tão poderosa, que tem alguns jovens jornalistas que talvez nem se dêem conta que estão defendendo os interesses da mídia empresarial em que trabalham.

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  • 09/08/2010 - 00:47
    Enviado por: Profª Miriam Andrade

    Desqualificar o jornalista é sempre a melhor arma para se rebelar quando seu texto não agrada, não é mesmo? questionar sua experiência, chamá-lo de moleque e procurar incorreções no texto também faz parte da receita. Não esquecer de gritar: JORNALISMO TENDENCIOSO. Para finalizar, faz-se obrigatório atacar seu veículo e dizer que o artigo é pago.

    É a reação padrão.

    Parabéns pela percepção do debate, Edmundo Leite, e viva a liberdade de expressão. Se nem em blog pessoal – sem compromisso algum da tal reportagem – um repórter pode dizer o que pensa, que vivamos todos cegos e surdos.

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    • 10/08/2010 - 17:18
      Enviado por: Carlos

      Exatamente… todos aqui estão “proibindo” o colunista de postar…

      Muito estranho uma pessoa que está prezando pela liberdade de expressão do autor usando argumentos de crítica à liberdade de expressão do leitor…

      Estranho ou incoerente?

      Muito genérico também o jornalista se defender com estes mesmo fracos argumentos: “Desqualificar o jornalista é sempre a melhor arma para se rebelar quando seu texto não agrada”

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  • 09/08/2010 - 07:16
    Enviado por: Plínio, o perigote do debate: as queixas de Marcia e Mauricio « Edmundo Leite

    [...] tuiteiros Marcia Carvalho e o Mauricio Alves não gostaram de ver reproduzidos no texto “Plínio, o perigote do debate”, aqui neste blog, os comentários que eles publicaram no Twitter sobre o desempenho candidato do [...]

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  • 09/08/2010 - 09:09
    Enviado por: venancio

    Então que podemos esperar de um jornalismo cada vez mais “ignorante”. Que não lê mais do que história em quadrinhos e assiste trapalhões. Acho que de história, economia, sociologia, o que explica a realidade por trás do “nada” da mídia, está bem longe de qualquer cabeça de jornalista “caquético no pensamento”.

    Uma pergunta… vocês não acham que o reacionarismo da classe médio não está “caquético”? Que o latinfundio não está caquético? Que o capitalismo moderno não está caquético? O capitalismo está em crise e ainda com um monte de imbecil para escrever tolices. Acho que o vai acontecer é outra bárbarie. Estes tão pretensamente modernos, vão acabar sendo comido na “sociedades modernas ultra-violentas”, sem direitos e sem igualdade.

    Ainda nós que somos piadistas. O conhecimento deste tipo de jornalista que é uma piada. O pós-modernismo em sua fase caquética!

    Venancio
    Economista

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  • 09/08/2010 - 10:04
    Enviado por: Tato De Macedo

    No primário – e olha que estudei em escola pública, outros tempos, claro -, aprendi que palavra masculina não pode vir antecedida por artigo feminino.

    Será que não não tem ninguém aí na redação do jornalão dos Mesquitas ( que só tem serventia a peixeiros) para ensinar o prototipozinho de Mainardi mal acabado que a forma correta dessa expressão é:

    EM princípio !!

    Edmundo – Oh! animal da Língua Portuguesa -, sorte a sua ser filhinho de papai, pois na minha época de ensino primário (fundamental, hoje) os professores lhe obrigariam a criar 1000 títulos chamativos para que se condicionasse a usar a forma correta. Exemplo:

    “Em princípio, o príncipio está na escola”.

    É para onde você deveria voltar, e de lá não ter fugido. Fugiu? Blogue-se no Estadão, aqui é o se lugar!

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    • 09/08/2010 - 11:05
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Tato.

      Eu poderia citar algumas gramáticas e estudiosos que validam o uso do “a princípio” do mesmo modo que você pode citar várias outras – além da sua saudosa cartilha – que condenam a expressão.

      Ainda que não houvesse uma gramática ou estudioso sequer que me desse esse respaldo, não teria menor problema em continuar usando o termo, pois o considero perfeitamente adequado e mais do que incorporado ao vocabulário corrente.

      Aproveitado o tema, e já que parece se interessar pelo assunto, há um livro bem interessante e apropriado sobre essa discussão: “Preconceito Linguístico”, do professor Marcos Bagno.

      Pode ser encontrado nas principais lojas do imundo sistema capitalista e também em alguns sebos por aí.

      Abraços

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  • 09/08/2010 - 14:43
    Enviado por: Tato De Macedo

    Edmundo, você não deve ter passado num vestibular de Universidade Pública, ou não?

    Conheço “estudiosos” que validam o usocampeão: grandes sábios da revista (in)veja, sabujos da Foia da Chuiça, e pelo que noto neste laboratório, novos idólatatras da forma inculta, por modismo, são gestados. Pena

    Consulte o Prof. Pasquale, por exemplo: ele há de lhe dar grandes dicas na Foia da Chuiça, já que pelo que se nota, o PiG é o seu lugar.

    Não é muito sábio tentar justificar seus erros, rapaz. Será de grande utilidade reconhecê-los, com mais humildade, e corrigi-los em próximas ocasiões.

    Nada pessoal, mas nada de abraços. E pare de comentar no meu blog como “anônimo”, em que pese ser de fato, mais um anônimo desse antro de jornalismo de esgoto, popularmente conhecido como PiG.

    Pega mal, além de exibir atestado de burrice se mostrar covarde.

    Saudações (da escola primária)

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    • 09/08/2010 - 17:19
      Enviado por: Edmundo Leite

      Tato, adiantaria eu te dizer que não fiz comentário algum em seu blog? Creio que não.

      Como te disse, não tenho problema algum com o termo. Mesmo que o Pasquale ou outros especialistas o reprovem.

      Mas já que citou o Pasquale, e se quiser aproveitar a dica de leitura do livro do Bagno para refletir sobre o assunto, o autor faz algumas críticas ao trabalho do professor.

      Abraços

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  • 10/08/2010 - 12:56
    Enviado por: Tato De Macedo

    Prezado:

    Não tape o sol com a peneira. Nem desvirtue sua imperícia com a nossa Língua Portuguesa

    Os vestibulares e concursos públicos cobram (e muito) o uso formal e correto da nossa língua.

    O rapazinho, assim, presta um desserviço a seus leitores, em tentar provar que o sol está a girar em torno da terra, e não o contrário.

    Vou-lhe repetir a pergunta, que não foi respondida, e acrescentar:

    1- o fedelho pendurado nesse balaio dos mesquitas não estudou em universidade pública, estudou?

    2 – Outra: o (PIG)meu gestado neste espaço alguma vez disputou vaga em concurso público? Provavelmente, não.

    3 – Mais: consultou as fontes oficias (e não banais) da nossa escrita? Não. Cita fontes especulativas, esdrúxulas e não oficiais.

    portanto, sugiro ir à Coordenadoria, por exemplo, da FUVEST, VUNESP ou Fundação Carlos Chagas para melhor se interar da escrita padrão (formal, culta) tão somente, e pare de falar asneiras.

    São clichês utilizados erroneamente por pessoas desinformadas, aculturadas, parvas, ingênuos ou mal intencionadas. Não saberia, deste lado, dizer qual o seu caso. Talvez pudesse esclarecer a essa sua imensa plateia.

    Fato é que não há nNenhum respaldo na nossa gramática oficial e ponto final.

    Aliás, precisa tomar aulinhas de pontuação também: está horrível e, em princípio, pode pegar mal para o jornalão.

    Em tempo…

    Não quero deixar nenhuma pergunta sua sem resposta. Se “adiantaria dizer que não fez comentário no meu blog”, devo-lhe dizer, prontamente, que estás nisso, também, equivocado. Adianta, sim: é bem possível que meu identificador de IP esteja funcionando mal ou outras pessoas (da sua família, por exemplo) possam, eventualmente, usar sua máquina.

    PS.: Perdoe-me a sinceridade. Ocorre que não sou “liberal”.

    Passar bem, perigote !

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  • 13/08/2010 - 13:18
    Enviado por: Raul Campos Nascimento

    O Plínio realmente deu um show e não foi de gracinhas e sim de coragem, qualquer pessoa que viva acordada e não dormente como zumbi, ou estuda o mínimo de humanas entende muito bem o que o Plínio propôe, ele desmascara a política de pão e circo realizada pelo governo petista, fica muito claro as divergências principalmente na questão a limitação dos latifundios e na redução da jornada de trabalho ou seja, Marina, Serra e Dilma tem um programa de governo muito parecido, o governo dos ricos…

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  • 31/08/2010 - 11:53
    Enviado por: Sebastião Souza

    Prezado Edmundo, seu texto é vulgar, imbecil desrespeitoso e revela a burrice que deve marcar sua vida até nos mínimos atos. Não voto em Plinio, mas respeito ele e o PSOL, alias respeito todos que possuem opinião e inteligência.
    A propósito de Plinio no debate; ele não foi engraçadinho não, foi e é muito sério, a questão é que você; notadamente um imbecil, sem querer ofender os imbecis, é tão irresponsavel e idiota que não sabe avaliar um debate e não entende nada da política, alias, não deve entender merda nenhuma de nada.
    Seu texto é ofensivo, e revela que você, um mentecapto dos grandes, além de tudo escreve mal. Prezados editores do Estadão, este néscio não deveria estar na sua equipe. Ps- Vá estudar seu ignorante e vejase aprender alguma coisa a respeito da vida.

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  • 31/08/2010 - 19:48
    Enviado por: Denis

    Chamar o Plínio de “velho safado”… Pô! Safado é tu, edmundo!
    E esse texto tá cheio de erro de português! Tu é um vagabundo que fugiu da escola?

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    • 01/09/2010 - 15:17
      Enviado por: Edmundo Leite

      Olá, Dênis.

      Não chamei o Plínio de velho safado. Mas se entendeu assim nada posso fazer. Só posso pedir que, se puder e tiver disposição, releia o texto com mais atenção. Além de erros de português poderá encontrar outras coisas.

      Abraços

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  • 18/05/2011 - 19:28
    Enviado por: Sobre o debate, Plínio de Arruda e o Estadão | Má Educação

    [...] dia seguinte, eis que, para minha surpresa, um dos meus comentários havia sido publicado num texto do Estadão, assinado pelo jornalista Edmundo [...]

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