LANCHE DE LETRINHAS

Nascida no Twitter e já em sua terceira edição, a campanha anual #doeumlivro ganhou mais apoiadores – e, consequentemente, pontos de coleta – neste ano. Com direito a um incentivo bem paulistano. Quem doar um livro no bar Mortadela Brasil (que fica no mezanino do Mercadão e tem como carro-chefe o famoso pão com mortadela), tem desconto de 10% na hora de pagar a conta. “Se o sanduíche é a refeição, o livro é o alimento da alma”, brinca José Maurício de Freitas (foto), sócio-proprietário do bar. “Quando ficamos sabendo da campanha, resolvemos participar também.”
Livros podem ser doados até o dia 31. Para participar, basta deixar um exemplar nos pontos de coleta (a lista completa está em http://doeumlivrononatal.blogspot.com e informações são divulgadas em twitter.com/doeumlivro). Posteriormente, o material é distribuído para bibliotecas comunitárias e escolas públicas. A campanha conseguiu 180 mil obras em cada umas das edições anteriores.
Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 9 de janeiro de 2012
“Quem doar um livro no bar Mortadela Brasil (que fica no mezanino do Mercadão e tem como carro-chefe o famoso pão com mortadela), tem desconto de 10% na hora de pagar a conta. “Se o sanduíche é a refeição, o livro é o alimento da alma”.
Acho a iniciativa interessante, mas poderia sofrer uma melhoria: quem ler os livros e puder descrever ou interpretar os conteúdos, leva saduíches/livro e de graça, afinal doar livros para que e para quem? Cá entre nós, um livro de fisologia humana deve custar acima de R$ 1.000,00 e mesmo que o sanduíche custe R$ 100,00, receber R$ 10,00 na contrapartida de um livro de R$ 1.000,00 não parece uma conta muito inteligente. Usei o exemplo deste livro porque soube através de uma ex-aluna de uma universidade federal que tal livro é copiado e vendido no campus em clara violação de direitos autorais.
Sr. Tetsuo, não se trata de compra e venda de livros! O doador não estará trocando um livro de valor próximo aos 10% de desconto, mas simplesmente DOANDO um livro. É preciso acreditar nas pessoas, Sr. Tetsuo, e confiar que os livros chegarão nas mãos certas. Parabéns aos idealizadores.!
responder este comentário denunciar abusoÉ mesmo, o Sr. Tetsuo acabou por desenvolver uma linha de raciocínio que nada tem a ver com a interpetação livre do vocábulo “doar”. Talvez ele quizesse apenas colocar sua preocupação com a efetividade das doações tipo será que o provável beneficiário irá mesmo ler? E também com relação ao desrespeito ao direito autoral.
responder este comentário denunciar abusoO exemplo (livro de R$ 1.000) é um pouco exagerado, não acha?
responder este comentário denunciar abusoSr. Tetsuo,
O Sr. está precisando ler mais, pois não conseguiu interpretar a reportagem…
responder este comentário denunciar abusoCaro Tetsuo, percebo que da mesma forma que entendes e interpretas os livros que lê, vejo que a maioria dos comentários para sua opinião passam longe da capacidade interpretativa!
Os comentários sequer conseguiriam o livro ou a sanduba gratis, pois são nota zero em interpretação!
Logo concluo que vc tem capacidade de ganhar livros e sanduishes mas os palpiteiros no geral só poderão doar, mas não devem se preocupar, pelo que vejo, não conseguem intrepretar texto mesmo…
Gostei da sugestão, e se a campanha é honesta mesmo, o dono da sanduisheria deverá aprovar também, afinal é uma forma muito mais legítima de estimular leitura. Mostrando as vantagens de se ler e entender.
Olha, morasse em SP, eu aproveitaria. O sanduíche é bárbaro e doar um livro é ótimo!
Caro Tetsuo, vc logo de cara provou que sequer entendeu a reportagem, pois não sabe interpretar a palavra DOAR, o comerciante vai repassar para a instituição que está arrecadando, ele não está revendendo.
Sinceramente não consegui entender aonde o Sr. quis chegar.
Ótima iniciativa! Apesar de ser Paulistano, nunca fui no mercadão e morro de vontade de ir! Parabéns! Mas sempre tem um chaaaaaaato pra reclamar de tudo que é postado como notícia no estadão né!? Hahahaha, me divirito lendo as discussões… Enfim! Qualquer incentivo à leitura, já é um incentivo a deixar a ignorância de lado. Continuem fazendo mais campanhas assim!
Analisemos tal proposta sem o viéz otári0
Comerciante via de regra se recusa a dar nota fiscal, comerciante não paga imposto, repassa para o consumidor final, comerciante via de regra vende gato por lebre, comerciante vende lixo no mercado e viaja para a flórida para comprar coisa que preste para si.
Depois dessa analise banal do modus operandi de comerciantes na latrina brasilis, pergunto:
Qual a probabilidade desses livros irem para o sebo do comerciante ou de seus cumpadres?
Entendendo que um livro não custa menos do que 50 reais, entende-se que os sanduiches para pagarem o custo da doação terão que custar no mínimo 200 reais entendendo que a depreciação de um livro é mínima e ademais qualquer sebo vende tal livro por pelo menos 50% do valor da obra zero, assim teriamos um “retorno” de 20 reais, abaixo da margem de venda dos sebos mas ainda assim toleravel.
Isso sem contar a qualidade de4 embutidos para a saude, ou seja, entregamos conhecimento e recebemos em contrapartida defunto reciclado, que nos levará a uma maior frequência ao médico, aquele que só ganha com a doença e não com a saude, de forma que nunca um médico terá interesse em curar ninguém.
Dai concluo que os livros são muito úteis para mim, sobretudo para desmascarar campanha cínica de roubo, e fico com meus livros, livre de defuntos e não beneficiando campanhas canalhas de expoliação do povo. Tudo graças aos livros!
excelente iniciativa…
Achei ótimo este senhor ter feito isto. Pouco ou muito alguem estafazendo alguma coiso de bom.
E ai personagem, censurou por que? Porque falei a verdade sobre essa camarilha, ou porque tu é da camarilha? Quem deve teme, e parece que tu deve e muito! Covardia pouca é bobagem.
Meu caro.
Infelizmente não consigo ficar 24h por dia aprovando os comentários. Faço isso algumas vezes por dia, sempre que possível. Assim, peço que entenda a “demora” na liberação de alguns, antes de chamar isso de censura. Aproveito para informar que só são deletados comentários que passam exageradamente do ponto de uma discussão/debate minimamente civilizada. (exemplo: aqueles que contêm palavrões).
Grato pela visita e pela participação.
Parabéns pela iniciativa.
Já frequentava o Mortadela Brasil quando vou a São Paulo .
Agora mais ainda ; este tipo de atitude e que faz a diferença , não pelo desconto e sim pela atitude solidaria pela cultura . Parabéns .
Caro Edison Veiga.
Peço encarecidamente desculpas por ter atropelado e concluido algo que não é o caso.
Desculpe. Estou infelizmente acostumado a ser censurado (sem falar palavrão ou ofensas, palavrão é recurso literário de beócio), sobretudo por colocar as analises em uma instância que via de regra a mídia quer obnubilar. Como por exemplo citar sobre o fato de que recall é manobra para fazer o consumidor fazer o papel de piloto de testes e sem ganhar, ao contrário, pagando, pagando até com a vida por um serviço (testes) que é obrigação da fábrica. Ou colocar o que coloquei aqui, que empresário não paga importo, quem paga é o consumidor final, e a isso via de regra acrescento a sugestão óbvia de tributação: Tributação sobre lucro líquido e patrimônio, e não tributar os trabalahdores que são roubados sistematicamente por essa latrina “butinadora”.
De forma alguma entraria em um blog que não me pertence para ofender alguém, e muito menos o dono do blog, seria o suprasumo do “unfairplay”. Com certesa não fazes parte da curriola degenerada que arbitra outras mídias que alias algumas parapráxicamente tem em seus nomes fontes de corruptelas esclarecedoras dos objetivos midiáticos (falha/folha).
E finalmente agradeço-o por permitir que minha retórica seja vista em seu blog.
Cesar, o espaço é de vocês. E eu não tenho a menor vocação para censor. Hehehe.
responder este comentário denunciar abuso[...] notícia: a campanha #doeumlivro, que aconteceu pelo terceiro ano consecutivo, bateu recorde de arrecadação. Nas duas primeiras [...]
2012
2011
2010
Deixe um comentário: