A história da tradição católica das capelinhas itinerantes foi o tema da coluna exibida hoje pela rádio Estadão ESPN. Confira:
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A Biblioteca de São Paulo, inaugurada em 2010, é uma das obras citadas no recém-lançado livro A Arquitetura de Croce, Aflalo e Gasperini, sobre os 50 anos do escritório paulistano de arquitetura.
Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 29 de agosto de 2011

A exposição em cartaz no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo foi o tema da minha coluna de hoje na rádio Estadão ESPN. Ouça:
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EXPOSIÇÃO

Nem parece, mas houve um tempo em que propagandas de cigarro eram livremente exibidas pela mídia. Nem parece, mas houve um tempo em que fumar era glamouroso. Nem parece, mas houve um tempo em que ninguém ousava dizer que fumar é prejudicial à saúde – e não havia, nem em sonho, leis antifumo como as que vigoram em São Paulo.
Este universo de um passado não tão distante assim pode ser conferido na exposição Propagandas de Cigarro – Como a Indústria do Fumo Enganou as Pessoas, em cartaz a partir de hoje no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Avenida Doutor Arnaldo, 251 – Cerqueira César).
Estão expostas campanhas publicitárias veiculadas entre as décadas de 1920 e 1950. Nos 90 cartazes, médicos, crianças, esportistas, artistas de cinema e até o Papai Noel (conforme imagem reproduzida acima) eram garotos-propaganda do produto.
Gratuita, a exposição – que também mostra como antigas “pesquisas” aprovavam o uso do cigarro – fica em cartaz até 14 de outubro.
Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 29 de agosto de 2011
No dia 10, um mutirão deve movimentar o Parque do Carmo, na zona leste. A ideia, de uma marca de refresco em pó, é construir uma escultura gigante de embalagens do produto. A população está convidada a participar da missão.
Recorde mundial. Com previsão de utilizar cerca de 1 milhão de embalagens do refresco, os organizadores estimam que o robô ficará com 15 metros de altura. Se isso realmente acontecer, a obra entrará para o Guinness Book, o livro dos recordes, como “a maior escultura de material reciclado do planeta”.
Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 22 de agosto de 2011
No dia 10 de setembro, o Parque do Carmo, na zona leste, deve ganhar a maior escultura do mundo feita com materiais recicláveis. Paulistanos são convocados para ajudar na tarefa. Este foi o tema de minha coluna de hoje na rádio Estadão ESPN:
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Espero vocês lá. Na noite de hoje lanço meu romance Mingutas: correndo da carranca do carimbo, caramba!

Quem não puder ir, e quiser participar de longe, pode adquirir o livro diretamente no site da Editora Patuá. Os que comprarem até hoje receberão a obra em casa devidamente autografada por este humilde escriba – isto pode ser interessante na hora de passar adiante: dizem que alguns sebos pagam mais quando o livro vem assinado pelo autor!
Mais informações neste link.
Confira trecho da entrevista veiculada pela rádio Estadão ESPN:
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Homenagem articulada pelos modernistas ficou por décadas no Cemitério do Araçá. Em 2006 foi transferida à Pinacoteca. Ouça a história, exibida hoje na rádio Estadão ESPN:
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A cadeira do arquiteto Oswaldo Bratke foi o tema de minha conversa na rádio Estadão ESPN ontem. Confira:
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ASSENTO ASSINADO

Em 1948, o arquiteto paulista Oswaldo Bratke (1907-1997) projetou a cadeira da foto acima, inspirado em viagens que fez à região amazônica. De estrutura simples, a peça foi apresentada no Brasil e no exterior, mas jamais entrou em escala de produção. Até agora.
Para comemorar o que seria o 104.º aniversário do arquiteto, uma marca de móveis está lançando o produto – em uma limitadíssima tiragem de 104 exemplares, alusivos aos anos que Bratke faria, se fosse vivo.
No evento de lançamento – fechado para convidados e marcado para a próxima quarta –, o pianista Marcelo Bratke, neto do arquiteto, tocará Bach, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Tom Jobim. Em vez do tradicional banquinho, ele se sentará em uma das cadeiras especiais.
A partir do dia seguinte (dia 25) até 30 de setembro, uma exposição em homenagem ao arquiteto ficará em cartaz na sede da empresa de móveis (Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1.834, Jardim Paulistano. Telefone: 11 3064-1266).
Nascido em Botucatu, no interior do Estado, Oswaldo Bratke é um dos principais nomes da arquitetura brasileira do século 20. Na capital paulista, são de sua lavra, entre outras obras, a sede da Fundação Maria Luisa e Oscar Americano – concebida originalmente como residência do casal Americano – e o Viaduto Boa Vista, no centro da cidade. Na década de 1950, ele presidiu o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) por duas gestões.
Publicado originalmente na edição impressa do Estadão, coluna ‘Paulistices’, dia 22 de agosto de 2011
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