PINK| atriz retoma sua personagem, agora no teatro
Extra, extra! Os segredos de Penélope serão, enfim, revelados. Por que a famosa jornalista do ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ só usa rosa? Por que tem esse nome?
Como escolheu essa profissão? Em
Penélope, a Repórter Cor-de-rosa, que estreia amanhã no Teatro Alfa, a mocinha deixa de ser um chocante detalhe e vira a estrela de pelúcia de sua própria história.
“O Flávio (de Souza) fez um texto incluindo entrevistas com os personagens da série, mas ficava caro. Então optamos por revelar sua identidade”, brinca a atriz Ângela Dip, que convidou a veterana Carla Candiotto para a direção.
Há também uma brincadeira com os termos usados na TV, como a gelatina da luz, “que não é de comer, é modo de dizer” e a arara do camarim “que não é uma ave, é modo de dizer”. Nessa linha, contribui para a comédia a relação com o seu contrarregra, que encarna os papéis de câmera, marido, maquiador, camareiro…
‘Penélope ao Vivo e em Cores’, título do programa, tem na verdade uma única cor, representada por uma paleta de tons e texturas para loja de artesanato nenhuma botar defeito.
ONDE: Teatro Alfa. Sala B (200 lug.). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000.
QUANDO: sáb. e dom., 16h.
QUANTO: R$ 30. Até 25/11.
50 min. A partir de 3 anos.
Tags: a Repórter Cor-de-Rosa, Ângela Dip, Carla Candiotto, Penélope, Teatro Alfa

BATUTA| Gil revê sucessos e arrisca covers com orquestra
Esqueça a dedicação ao reggae ou as incursões mais recentes – e mais pops – que fez pelo forró e baião. O que Gilberto Gil mostra hoje (24) e sábado (25) no Teatro Alfa, em seu Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo, é uma reunião de sucessos, rearranjados para orquestra, cordas e percussão. Neste show ele divide o palco com a Orquestra Sinfônica da Bahia, regida pelo maestro Carlos Prazeres, e com a banda formada por Jaques Morelenbaum (violoncelo), Nicolas Krassik (violino), Gustavo di Dalva (percussão) e seu filho Bem Gil (violão).
No novo formato, o cantor e compositor aproveita para resgatar canções que andavam fora de seu repertório mais recente. “Tem algumas músicas, como ‘Domingo no Parque’, que eu não tocava há algum tempo e caiu como uma luva para esse formato”, conta, sobre a faixa originalmente arranjada pelo maestro Rogério Duprat, com orquestra e participação d’Os Mutantes.
Além das consagradas ‘Expresso 2222’, ‘Eu Vim da Bahia’ e ‘Futurível’, Gil presta homenagem a alguns de seus ídolos, em interpretações de Jimi Hendrix, Tom Jobim, Dorival Caymmi e Luiz Gonzaga (nesse caso, não há porque esquecer a paixão de Gil pelo baião e pelo forró). De inédita, apenas ‘Eu Descobri’.
O Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo começou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a Orquestra Petrobrás Sinfônica, em uma apresentação que será lançada em DVD em novembro, e passou por uma turnê na Europa antes de retornar ao Brasil.
“Com todas as orquestras foi muito prazeroso trabalhar, ver o que as músicas rendiam, sacar cada instrumento e a contribuição de todos eles para embelezar as canções. Estou gostando muito”, conta. O show foi uma espécie de comemoração dos 70 anos de Gil, completados em junho. Não que ele ligue muito para a data. “A vida está igualzinha estava aos 60, 50. Está boa, com saúde, trabalhando, cantando, viajando, família feliz… Tá bom”, resume. Taís Toti
ONDE: Teatro Alfa (1.100 lug.). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, 5693-4000. QUANDO: Hoje (24), 21h30, sáb. (25), 21h. QUANTO: R$ 100/R$ 250.
Tags: Bem Gil, Carlos Prazeres, Concerto de Cordas e Máquinas de Ritmo, Divirta-se, gilberto gil, Gustavo di Dalva, Jaques Morelenbaum, música, Nicolas Krassik, Orquestra Sinfônica da Bahia, Teatro Alfa
Guga Melgar/Div.

Há uma ponte que se reforça quando se trata de musicais: eles embarcam na Broadway, ganham uma versão no Rio de Janeiro e, após meses de casa cheia, vêm para São Paulo. Com esta versão de O Violinista no Telhado, tradicional espetáculo de 1964, não foi diferente. Charles Möller e Claudio Botelho assinaram a adaptação para o texto de Joseph Stein (a partir das histórias de Sholem Aleichem), letras de Sheldon Harnick e música de Jerry Bock. José Mayer encabeça o elenco, na figura de Tevye (casado com Golda, vivida por Soraya Ravenle), um leiteiro que tenta sobreviver com sua família na Rússia czarista.
ONDE: Teatro Alfa (1.212 lug.). R. Bento Branco de Andrade Fº, 722, S. Amaro, 5693-4000. 130 min. (com intervalo). 5 anos. QUANDO: 5ª e sáb., 21h; 6ª, 21h30; dom., 17h. Até 15/7. QUANTO: R$ 40/R$ 200.
Tags: Broadway, charles möller, claudio botelho, José Mayer, Joseph Stein, musical, O Violinista no Telhado, Sholem Aleichem, Soraya Ravenle, Teatro Alfa
No fim das férias, festança de uma ótima cia. de teatro, oficina, histórias de circo e até um carnaval antecipado
Casamento| Marcelo e Paula selam parceria que dura décadas
Festival Furunfunfum 20 anos
Há quase 30 anos, Marcelo Zurawski deu o primeiro beijo em Paula, que na mesma noite mudou-se para a casa do músico. Logo veio o casamento e os filhos biológicos Ivan e André. O adotivo, Macaco Simão (cujo pai biológico é o amigo Sérgio Serrano, da Cia. Ópera na Mala), nasceu com a Cia. Furunfunfum, que comemora duas décadas neste ano. Para festejar, o
casal/companhia (foto) – um dos mais renomados em teatro para crianças – mostra seu reportório, com um espetáculo a cada semana. Amanhã (28) e dom. (29), tem ‘O Macaco Simão, Outras Histórias e Outras Canções’ (foto). Teatro Alfa. Sala B (200 lug.). R. Bento B. de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. Sáb. e dom., 17h30. R$ 24. Até 25/3.
Carnaval Palavra Cantada
Sandra Peres e Paulo Tatit comandam a matinê, que não tem pista de dança, mas compensa a fantasia. HSBC Brasil. R. Bragança Paulista, 1.281, Chácara S. Antônio, 4003-1212. Dom. (29), 17h. R$ 70/R$ 120.
Malas, Palhaços e Cambalachos
O circo de Godofredo sumiu. Ao mesmo tempo, Peripaque resolve fugir do seu. Sem lona, os dois palhaços se encontram e fazem uma nova história. Quem conta é a Cia. Espontânea de Teatro. Teatro Augusta (302 lug.). R. Augusta, 493, Cerqueira César, 3151-4141. Sáb. e dom., 16h. R$ 30. Até 1/4.
Studio Lazar de Artes
Argila, pinturas e mosaicos são algumas das atrações promovidas pela artista plástica Yara Lazar. R. Tupi, 848, Pacaembu, 3663-4382. 9h30 e 14h30. R$ 50, aula. Até 31/1. Agendar.
Tags: Cia. Furunfunfum, Palavra Cantada, Teatro Alfa, Yara Lazar
HELOISA BORTZ/DIV
Como já é tradição na cidade, a prestigiada Cisne Negro Cia. de Dança, sob o comando de Hulda Bittencourt, apresenta a sua leitura para O Quebra-Nozes, com música de Pior Ilitch Tchaikovsky. Esta versão, que é a 28ª na história do grupo, conta com 120 bailarinos e solistas convidados.
Teatro Alfa. R. Bento B. de Andrade Fº, 722, S. Amaro, 5693-4000. 2ª a 5ª, 21h; 6ª, 21h30; sáb., 17h e 21h; dom., 16h e 19h. R$ 60/R$ 90. Estreia 4ª (7). Até 18/12.
Tags: Cisne Negro Cia. de Dança, Hulda Bittencourt, Natal, O Quebra-Nozes, Piotr Tchaikovsky, Teatro Alfa

O Príncipe da Dinamarca
Duas caveiras contam ‘Hamlet’, sob a direção de Angelo Brandini. Na peça, o pai mortinho pede ao filho que vingue sua morte. Teatro Alfa. R. Bento B. de Andrade Filho, 722, S. Santo Amaro, 5693-4000. Sáb. e dom., 19h. R$ 24. Até 27/11. Recomendação da produção: a partir de 5 anos.
Um ‘Godot caipira’. É assim a espera pelo peixe dourado contada no espetáculo do Grupo Pasárgada, que comemora 40 anos. CCSP. R. Vergueiro, 1.000, Vergueiro, 3397-4000. Sáb. e dom., 16h. R$ 15. Até 6/11. Recomendação da produção: a partir de 7 anos.

O Botão Mágico
O palhaço Alegria ganha um botão mágico, capaz de fazer amigos. Mas surgem surpresas. De Juliano Barone. MuBE. R. Alemanha, 221, Jd. Europa, 2594-2601. Dom., 11h. R$ 20. Até 30/10. Recomendação da produção: livre.
Palavra Cantada
Estreia hoje (30) nas telonas Palavra Cantada 3D – Show Brincadeiras Musicais. O primeiro show infantil gravado e exibido em 3D traz 19 músicas do grupo de Sandra Peres e Paulo Tatit. Salas e horários em ‘Cinema’.

Canções de Faz de Conta
O show de Carlos Navas mistura o delicioso clima dos disquinhos da série ‘Arca de Noé’ (sucesso nos anos 80), por Vinícius de Moraes, com os clássicos infantis de Chico Buarque. Assim, embalado por faixas como ‘O Jumento’, ‘A Pulga’ e ‘Os Saltimbancos, Navas recebe um convidado diferente a cada semana: neste dom. (1) tem Lucinha Lins; dia 8, Tetê Espíndola; dia 15, Mauricio Pereira; dia 22, Maria Alcina; e no encerramento, dia 29, presença de todos os participantes: Lucinha Lins, Tetê Espíndola, Mauricio Pereira e Maria Alcina. Sesc Consolação. R. Dr. Vila Nova, 245, 3234-3000. Sáb., 11h. R$ 8. Até 29/10. Recomendação da produção: a partir de 3 anos.
Tags: Ângelo Brandini, Carlos Navas, Grupo Pasárgada, Hamlet, MuBE, O Botão Mágico, Palavra Cantada, Teatro Alfa

A bailarina Ana Botafogo comemora 35 anos de carreira e 30 do posto de primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com Marguerite e Armand, coreografia de Frederick Ashton inspirada em ‘A Dama das Camélias’, de Alexandre Dumas, inédita em seu repertório. Leia sobre a peça aqui.
ONDE: Teatro Alfa (1.110 lug.). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, 5693-4000. QUANDO: Sáb. (24), 21h; dom. (25), 18h. QUANTO: R$ 40/R$ 100.
Tags: A Dama das Camélias, Alexandre Dumas, Ana Botafogo, balé, dança, Fredrick Ashton, Marguerite e Armand, Santo Amaro, Teatro Alfa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Quatro grandes espetáculos de dança entram em cartaz ao mesmo tempo em São Paulo. Tente combinar – ou escolher
BLEND | coreografias se mesclam a técnicas circenses
Torce (e contorce) | Em 1971, um grupo de americanos teve o insight de combinar dança contemporânea com acrobacia circense, algo inédito até então. Assim foi criada a companhia Pilobolus Dance Theatre, que está de volta a São Paulo. Desta vez, o grupo apresenta o espetáculo ‘Metamorphosis’, composto por cinco coreografias. A primeira, ‘Untitled’, é uma narrativa gestual sobre relacionamentos em diferentes fases da vida. A segunda, ‘The Transformation’, mostra (em 5 min) a transformação por que passa uma jovem. Em seguida, ‘Duet’, um clássico da companhia, mostra uma profunda relação afetiva entre duas mulheres. Depois, começa a animação de sombras ‘Hapless Hooligan is Still Movin’, uma tragicomédia sobre o reencontro de um casal após a morte. Por fim, ‘Redline’, sobre a relação entre beleza e futilidade. “O público pode esperar por esculturas humanas, efeitos especiais e trilhas impactantes”, afirma Steffen Dauelsberg, diretor da Dell’Arte, a produtora que traz Pilobolus ao Brasil. Após cada número, há um intervalo de 3 min, para você recuperar o fôlego.
ONDE: Teatro Bradesco. Bourbon Shopping. R. Turiaçu, 2.100, 3º piso, Pompeia, 3670-4121. QUANDO: 3ª (24) e 4ª (25), 21h. QUANTO: R$ 90/180.
Ginástica artística | Pilobolus está para o circo assim como a italiana Kataklò Athletic Dance Theatre está para a ginástica. Em sua terceira visita ao Brasil, a companhia de bailarinos e ex-atletas apresenta ‘Light’, seu novo espetáculo. O tema, como o título sugere, é a luz em suas diferentes acepções, com toques de surrealismo, acentuados pelo cenário, todo branco, em contraste com um elenco colorido. “Será como uma pintura, para contemplar”, diz a coreografa Giulia Stacioli. Teatro Alfa. R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, 5693-4000. 2ª (23), 21h. R$ 60.

Contato físico | ‘Tão Próximo’, o último espetáculo da Quasar Companhia de Dança, passou por São Paulo rapidamente no ano passado, mas está de volta. Nesta nova coreografia de Henrique Rodovalho, o grupo se afasta um pouco da irreverência que lhe é característica para tratar delicadamente da intimidade entre seres humanos. É a primeira vez que a companhia faz um espetáculo inteiro sem nenhum solo. Com este tema, é uma escolha apropriada. Sesc Belenzinho. R. Pe. Adelino, 1.000, Belém. Hoje (20) e sáb. (21), 20h; dom. (22), 18h. R$ 6/R$ 24.
Movimento popular | A coreografia Lord of the Dance foi criada em 1996 e é tida hoje como o espetáculo de dança irlandesa mais premiado de todos os tempos. O enredo, desenvolvido pelo dançarino americano Michael Flatley, descendente de irlandeses, parte da versão do folclore de seus antepassados para o tradicional embate entre bem e mal. Sempre com um elenco jovem, ‘Lord of the Dance’ já foi apresentado em 67 países. Via Funchal, R. Funchal, 65, V. Olímpia, 3846-2300. Estreia 4ª (25). 4ª a sáb. 21h30; dom.20h30 (sáb. e dom., também 16h30). R$ 80/R$ 300.
Tags: dança, Kataklò Athletic Dance, Lord of the Dance, palco, Pilobolus Dance Theatre, Quase Companhia de Dança, Sesc Belenzinho, Teatro Alfa, Teatro Bradesco, Theatre, Via Funchal
UAU: quanto peso ele levanta é tão secreto que nem conseguimos apurar
Um dia, provavelmente durante a folga dos deuses do Olimpo, um tal Barão de Coubertin inventou a olimpíada da era moderna: evento que prezava a diversão e não apenas a escolha dos melhores esportistas. Até aí, tudo bem. A palhaçada começou quando o Barão, no meio de uma palestra, precisou ilustrar o assunto encarando sozinho 12 personagens muito loucos. A maratona é o mote da peça Athletis, da Cia. La Mínima, que estreia amanhã (14), às 17h30, no Teatro Alfa.
“Nossa ideia é prestar uma homenagem a vários esportes”, diz Fernando Sampaio, lembrando que seu espetáculo solo começa lá na pré-história. “Os homens das cavernas arremessavam pedras e lanças nos animais. E os bichos rebatiam em cima deles.”
Tudo de brincadeira, como no bom circo clássico, de picadeiro, modalidade na qual os integrantes da Cia. La Mínima colecionam prêmios.
Sampaio diz que a proximidade das olimpíadas, em 2012, não tem nada a ver com a chegada do espetáculo. “Nossa inspiração foi o desenho animado ‘Pateta nas Olimpíadas’. Juro!”
ONDE: Teatro Alfa. R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. QUANDO: sáb. e dom., 17h30. QUANTO: R$ 24. Até 10/7. 45 min. Rec. da produção: a partir de 5 anos.
Tags: Athletis, Cia. La Mínima, Fernando Sampaio, Pateta nas olimpíadas, Teatro Alfa

À CHINESA | técnica milenar é usada para contar história da babá
Há 25 anos, Sandra Vargas e Luiz André Cherubini inventam novas maneiras de contar histórias. Para um espetáculo, fizeram marionetes, para o outro, bonecos de vara e mecânicos. Desta vez, o casal do grupo Sobrevento decidiu ir mais longe: convidou Liang Jun, diretor da maior companhia de teatro de sombras da China, para orientar a criação da peça A Cortina da Babá, texto inspirado na obra de Virginia Woolf, que estreia dia 7 de maio, no Teatro Alfa.
Como a presença do mestre era um momento raro no teatro de animação, o grupo organizou uma oficina para dividir a experiência com outras companhias. “Recebemos 70 pessoas, de 10 estados diferentes”, conta Sandra, aluna dedicada, que descobriu que a técnica era bem mais complexa do que as brincadeiras que costumamos fazer em casa. “O que se passa na tela exige uma construção visual perfeita, com silhuetas, lentes e lanternas específicas”, explica, atenta aos segredinhos do mestre Jun – que também deu dicas para dar mais mobilidade e cor aos bonecos.
Tanto capricho é para contar a história de uma babá típica dos anos 30, uma senhora muito disciplinada que, à noite, borda uma cortina. Mas, ela se cansa logo e depois do quinto ronco, os animais tecidos saem para beber água e fazer a festa. Tudo isso narrado sem palavras, como manda o provérbio chinês: ‘a palavra é prata, o silêncio é ouro’. Coincidência?
ONDE: R. Bento B. de Andrade Filho, 722, S. Amaro, 5693-4000. QUANDO: sáb. e dom., 16h. QUANTO: R$ 24. Até 26/6. Rec. da produção: a partir de 2 anos. 50 min.
Tags: A Cortina da Babá, Grupo Sobrevento, Liang Jun, Luiz André Cherubini, Sandra Vargas, Teatro Alfa, teatro de sombras, Virginia Woolf
2013
2012
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