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17.maio.2012 19:20:14

Made in China

por Guilherme Conte

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AOS 30| o jovem Lang Lang faz dois recitais na cidade, com ingressos esgotados

Você vai ler muita coisa sobre a celebridade Lang Lang por esses dias. O pai rigoroso, seu papel no imaginário da ‘nova China’, o ar ‘cool’ e os tênis que ele usa em seus concertos… Esqueçamos isso, ao menos por uma página, e nos concentremos na música.

Ele se apresenta na Sala São Paulo no domingo (20) e na 3ª (22), com o mesmo programa: a ‘Partita nº 1’, de Johann Sebastian Bach; a ‘Sonata em Si Bemol, D. 960’, de Franz Schubert; e os ‘12 Estudos, Op. 25’, de Frédéric Chopin. Um recital que compreende diferentes escrituras pianísticas, concebido de modo a sublinhar a versatilidade de um intérprete que tem na técnica (ou, diriam os mais céticos, na demonstração dela) o cerne de sua criação.

Um mergulho em suas gravações, sobretudo em suas apresentações ao vivo, parece sugerir uma certa dicotomia nas melodias que Lang Lang constroi a partir de seu banquinho. É inegável que ele é um impressionante pianista, de personalidade forte – não à toa seu maior ídolo é o canadense Glenn Gould. Momentos de um lirismo iluminado espoucam, mostrando sutilezas e coloridos insuspeitados em obras há muito conhecidas.

Mas é justamente essa personalidade que compromete outras passagens. Um senso de dramaticididade, uma vibração que se impõe mesmo quando a música executada não condiz com tal abordagem. São escolhas, e Lang Lang parece ser cioso delas.

Seria imaturidade de um jovem artista, com um raro talento, alçado a um papel muito maior do que a princípio lhe caberia? Talvez. Só o tempo dirá o que será feito de sua carreira. Lang Lang toca em estádios para 12 mil pessoas na China. É um pianista que, em 2012, leva a corridas por discos e ingressos. Um símbolo chinês em meio aos esteios do ocidente. Opa, estamos falando de política, cultura pop? Como não fazê-lo, quando elas se confundem com a música? Guilherme Conte

ONDE: Sala São Paulo (1.388 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-0327. QUANDO: Dom. (20) e 3ª (22), 21h. QUANTO: Ingressos esgotados.

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26.abril.2012 19:13:10

Sinfonia de Noé

por Fernanda Araujo

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Em uma manhã, de chinelo e gorro, um servo divino emerge do leito com uma tarefa: salvar os bichos do dilúvio. A missão é dada ao atrapalhado protagonista de Carnaval do seu Noé – episódio inédito da série Aprendiz de Maestro, amanhã (28), 11h, na Sala São Paulo. E como convencer a bicharada a entrar na arca? A resposta começa com a música ‘Carnaval dos Animais’, de Camille Saint-Saëns, que ‘fala’ com os bichos por meio de instrumentos musicais. E as adaptações não terminam aí. Na folguinha dos ótimos João Maurício Galindo e Operilda, entram em cena os bonecões infláveis da Cia. Pia Fraus, sob a batuta de Luís Fidelis, e o impagável Raul Barreto, como Noé. Com certa experiência em música, o parlapatão, que fez ‘Os Reis do Riso’, com a Banda Sinfônica, promete arrancar gargalhadas sem tocar nenhum instrumento: “Noé vai poupar o público”, adverte o moderno ancião.

 

ONDE:Sala São Paulo. Pça. Julio Prestes, 16, Centro, 3367-9500, metrô Luz.
QUANDO:amanhã (28), 11h.
QUANTO:R$ 50/R$ 60 (sem meia entrada).
Rec. da produção e do Divirta-se: a partir de 3 anos. 60 minutos.

 

 

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19.abril.2012 18:29:27

À mineira

por Carolina Arantes

Wilton Júnior/AE
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GIGANTE| Freire é um dos maiores pianistas em atividade

Se este repórter pode dar algum conselho, é o seguinte: não perca a oportunidade de ver o pianista Nelson Freire em ação, na 3ª (24) e na 4ª (25). Aliás, não perca nunca a chance de assistir a uma de suas apresentações. Afinal de contas, trata-se de um dos grandes intérpretes de seu instrumento em atividade – e em plena maturidade artística.

Nascido na pequena Boa Esperança, Minas Gerais, Freire conseguiu o feito de construir uma reputada e premiadíssima carreira tanto em suas récitas como em gravações. Foi em 1957 que ele partiu para Viena com uma bolsa para estudar com Bruno Seidlhofer. De lá pra cá, sua biografia acumulou trabalhos com muitos dos regentes mais importantes do século 20, como Pierre Boulez, Lorin Maazel, Ricardo Chailly, Charles Dutoit e Seiji Ozawa, dentre tantos outros. A lista das orquestras não fica nada atrás.

Ele vem para ser o solista da Orquestra Nacional Russa, sob regência do uruguaio José Serebrier, em uma das obras mais queridas e reverenciadas do repertório pianístico sinfônico: o ‘Concerto Para Piano e Orquestra nº 20, em Ré Menor, K. 446’, de Wolfgang Amadeus Mozart. É a única peça que se repete em ambas as noites. Na 3ª (24), o programa traz a ‘Abertura Egmont’, de Ludwig von Beethoven, e a ‘Sinfonia nº 8’, de Antonin Dvórak. Na 4ª (25), o conjunto toca a ‘Serenata para Orquestra de Cortas’, de Piotr I. Tchaicovsky, e a ‘Sinfonia nº 4’, de Alexander Glazunov.

Com uma programação que deve agradar aos apreciadores do piano (Lang Lang e Evgeny Kissin vêm ainda neste semestre), a Sociedade de Cultura Artística abre a temporada com um absoluto mestre do ofício. Freire consegue extrair de seu domínio técnico a matéria-prima para a construção de refinadas paisagens musicais. Ele faz, assim, a síntese do aparente (e falso) paradoxo entre uma complexa arquitetura sonora e uma poesia profundamente lírica.

ONDE: Sala São Paulo (1.388 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-3966. QUANDO: 3ª (24) e 4ª (25), 21h. QUANTO: R$ 120/R$ 280.

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05.abril.2012 16:26:06

Um virtuose

por Guilherme Conte


VERSÁTIL | Kennedy transita entre diferentes universos sonoros

O violinista inglês Nigel Kennedy é uma daquelas figuras que desafiam os espíritos afeitos a rótulos e classificações. Que bom. Discípulo do mestre Yehudi Menuhin, Kennedy construiu uma sólida carreira entre o universo erudito e o popular – este mais identificado com o jazz –, em que diversas vezes foi reputado justamente como virtuose. Basta dizer que seu registro de ‘As Quatro Estações’, de Vivaldi, figura no livro dos recordes como o disco clássico mais vendido de todos os tempos.

Sua apresentação da próxima 4ª (11), na Sala São Paulo, que marca a abertura da temporada 2012 dos Concertos Internacionais Tucca Música Pela Cura, vem imbuída justamente desta implosão de fronteiras. Na primeira parte, ele interpreta a belíssima ‘Sonata nº 2 em Lá Menor, BWV 1003’, de Johann Sebastian Bach (1685-1750). Na sequência, ele recebe o reforço de seu trio – formado por Jarek Smietana no violão, Yaron Stavi no contrabaixo e Krzysztof Dziedzic na bateria – para interpretar algumas das canções do novaiorquino Fats Waller (1904-1943), um dos mais refinados e endiabrados pianistas da era de ouro do jazz. A lista de canções poderia figurar como um set list para a sala de espera do céu: ‘Ain’t Misbehavin’, ‘Honeysuckle Rose’, ‘Black And Blue’, ‘How Can You Face Me’ e ‘Viper’s Drag’.

É uma chance pouco comum para se ver um dos grandes violinistas do nosso tempo, um artista de personalidade que costuma deixar marcas indeléveis em suas interpretações (o disco em que ele mergulha nas composições de Fritz Kreisler, lançado em 1998 pela EMI Classics, é um primor) e que verdadeiramente não pauta suas escolhas por opiniões alheias.

Em tempo: estão à venda as assinaturas para a série de concertos da Tucca (Assoc. para Crianças e Adolescentes com Câncer), que compreendem seis apresentações (como de Paulo Szot) até novembro, entre R$ 330 e R$ 1 mil. Informações em www.tucca.com.br

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-3966. 90 min. Livre. QUANDO: 4ª (11), 21h. QUANTO: R$ 100/R$ 250.

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22.março.2012 18:24:08

Palavra de maestro

por Guilherme Conte

Celso Antunes faz seus primeiros concertos como regente associado da Osesp. Conheça um pouco sobre ele – e sobre a obra de Mahler que ele vai reger

Thomas Brill/Div.
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DESDE CEDO| Antunes logo pegou o ‘vírus’ da regência

Muito prazer, Celso Antunes. Caso você ainda não o conheça, saiba que vai vê-lo com certa frequência. Esta série de concertos, iniciada ontem (22), marca sua estreia como regente associado da Osesp pelos próximos cinco anos. E não poderia haver melhor cartão de visitas: ele rege o conjunto na grandiosa ‘A Canção da Terra’, de Gustav Mahler. Seja bem vindo!

Voltando ao início de sua carreira, como é que você descobriu que queria ser regente? Eu morava aqui em São Paulo, e fazia o que todo mundo fazia: estudava piano, violoncelo, cantava… Comecei a ensaiar coros, regendo, e aí o vírus pegou. Meu primeiro mestre foi Eleazar de Carvalho. Depois veio Jamil Maluf, acabei indo para a Europa, e as coisas seguiram seu caminho.

Você sempre regeu tanto corais quanto orquestras. À parte as diferenças evidentes, o que aproxima e o que diferencia estes ofícios? É, consegui o feito de fazer carreiras paralelas… (risos) Nós estamos fazendo Mahler aqui. Sem a experiência que tenho com Monteverdi, por exemplo, não poderia fazer Mahler. Quando você ensaia com a orquestra, são músicos interpretando instrumentos. Há uma parede natural, você ‘conversa’ com o instrumento. Já quando você lida com um cantor, ele é o instrumento.

E sua vivência como cantor lírico também pesa nisso, não? Muito… Você aprende a olhar a questão de todos os lados. E, além disso, eu canto muito em ensaios, demonstrando passagens, trechos.

Comente um pouco sobre o concerto deste fim de semana. Vamos abrir com uma obra do nosso saudoso Almeida Prado (‘Études sur Paris – Suíte’) feita para acompanhar um filme mudo. É uma obra muito singela, muito bem escrita. E na segunda parte é essa beleza que é ‘A Canção da Terra’ (de Gustav Mahler). É uma sinfonia para vozes e orquestra que fala, de uma maneira linda, sobre a vida e a morte.

Você chegou a dizer que durante muito tempo não se sentia pronto para reger essa obra. O que você acha que mudou? Ah, são esses 52 anos que tenho nas costas… (risos) Minha relação com essa obra é muito antiga. Eu tinha 15 anos quando comprei o primeiro LP com ‘A Canção da Terra’. Ouvi até quase furar o disco. Ia às lágrimas com aquilo e não sabia bem o porquê, era algo realmente muito forte e intenso. Sabe, se alguém me oferecesse essa obra há 15 anos para reger, eu recusaria. Não estava preparado emocionalmente, psicologicamente. Eu imagino que um jovem regente possa fazer isso bem musicalmente, mas para compreender realmente o que está escrito, vai muita quilometragem.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-3966. QUANDO: Hoje (23), 21h; sáb. (24), 16h30. QUANTO: R$ 26/R$ 149.

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24.novembro.2011 14:23:56

Canal aberto

por Dado Carvalho

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Com direção do maestro João Maurício Galindo (foto), o programa Pré-estreia, da TV Cultura, faz a gravação de sua etapa final na Sala São Paulo e o público pode acompanhar. Participam dois solistas e dois grupos de câmara.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elísios, 3223-3966. QUANDO: Dom. (4), 11h. Ingressos disponíveis a partir de 2ª (28). QUANTO: Grátis.

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03.novembro.2011 19:24:10

Cantada boa

por Fernanda Araujo

 

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Aula|
João Galindo e Operilda (Andréa Bassit) fazem o ótimo Aprendiz de Maestro

‘Quem Canta Seus Males Espanta’, novo episódio da série Aprendiz de Maestro, será exibido amanhã (5), na Sala São Paulo. Para saber mais sobre essa história, batemos uma papo com Mademoiselle Operilda, a dama dos concertos:

 

Operilda é mesmo nome de batismo?
Claro. Eu faço parte da família dos Operildos, feiticeiros do bem que têm o hábito de falar cantando: óóó óóó! Minha irmã é Operíssima, e eu sou Operilda.

Como surgiu o trabalho com o maestro João Maurício Galindo?
Ele é conhecido no universo todo! Um dia eu estava voando em Vassorilda por galáxias tropicais e ouvi dizer que na Terra havia um tal maestro João que ensinava às crianças a diferença entre concerto e sinfonia! Fiquei impressionada e vim aqui atrás dele aprender como fazer ópera. E ficamos amigos!

Como se canta ópera?
Bem, um compositor tem que compor uma música, e um escritor, escrever uma história. Depois eles juntam as duas coisas e chamam os cantores que contam a história cantando! Eles fazem tudo cantando, até morrem cantando! É uma bagunça! Mas é lindo!

O que dá mais trabalho, fazer feitiço ou ensinar música clássica?
Ensinar música. Porque na música não há passes de mágica. Eu tenho que estudar de verdade para poder ensinar.

Qual a sua relação com os reinos de Bel Canto e Sinfolândia?
Eu nasci no Reino de Bel Canto, há mais ou menos 500 anos – desculpe, não gosto de falar minha idade exata, coisas de mulher. Sinfolândia é o reino vizinho ao nosso e, infelizmente, durante muito tempo esses reinos foram inimigos. Até que um dia o príncipe de Bel Canto e a princesa de Sinfolândia se apaixonaram.

E deu certo?
Ih, foi a maior confusão! Então, o mago do bem, feiticeiro de Sevilha, me encarregou de resolver a tal confusão, cantando.

Verdade que foi você quem inventou o ditado ‘Quem Canta Seus Males Espanta’?
Verdade. Quando vovó Opereta saiu de férias para o infinito, eu fiquei muito triste, com saudades. Até que comecei a cantar e minha tristeza passou.

 

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29.setembro.2011 19:40:50

Arranjo vocal

por Dado Carvalho

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CÂMARA | grupo considerado o melhor da França

Não faz muito tempo, o coro Accentus, que canta hoje e amanhã na cidade com o Ensemble Orchestral de Paris, era apontado como a grande revelação da música erudita na Europa. O projeto é interessante: uma orquestra, só que de vozes.

E não seria qualquer grupo que poderia acompanhar o Accentus. O Ensemble Orchestral é tido como a mais importante formação de câmara da França. Um de seus maestros anteriores, John Nelson, já esteve no Brasil algumas vezes, como convidado da Osesp.

A apresentação terá obras de Berlioz (‘La Mort de Cléopâtre, Tristia nº 1’) e Fauré (‘Réquiem’). O regente é Laurence Equilbey. Participam a soprano Mireille Delunsch e o baixo-barítono Matthew Brook.

ONDE: Sala São Paulo. Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elísios, 3258-3344. QUANDO: Hoje e sáb. (1/10), 21h. QUANTO: R$ 70/R$ 230.

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22.setembro.2011 20:57:57

Aula de música

por Dado Carvalho

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No penúltimo encontro do ano, o Música na Cabeça recebe Jorge de Almeida. O professor fala sobre a ‘Sinfonia nº 8’, de Gustav Mahler (de quem 2011 é o ano do centenário de morte).

O evento é uma parceria entre a Osesp é o Estado. Para participar, só precisa fazer inscrição aqui.

A ‘Sinfonia nº 8′ é informalmente conhecida como ‘Sinfonia dos Mil’, dado o contingente necessário para executar a obra. A estreia ocorreu em setembro de 1910, em Munique.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elísios, 3223-3966. QUANDO: 5ª (29), 19h30. QUANTO: Grátis. Inscrições: www.osesp.art.br

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11.agosto.2011 20:55:15

Oitava acima

por Dado Carvalho

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CÂMARA | São vinte os subgrupos da orquestra alemã

Olhando a lista de compositores eruditos, uma coisa fica clara: há um certo destaque para os que vêm da Alemanha. Em relação aos músicos, a observação também vale. Sendo assim, muita atenção para o Berlin Philarmonic Octet, que se apresenta na próxima terça (16), na Sala São Paulo.

Não seria exagero referir-se ao grupo como ‘celeiro de talentos’: o octeto é um dos diversos ensembles criados a partir da Berliner Philarmoniker, a Orquestra Filarmônica de Berlin. Neste concerto, o repertório tem Beethoven (sim, alemão), com ‘Divertimento nº 3 em Fá Maior, KV 138’ e ‘Quinteto em Lá Maior, KV 581’; e Mozart, com ‘Septeto em Mi Bemol Maior, Op.20’.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elísios, 4003-1212. QUANDO: 3ª (16) e 4ª (17), 21h. QUANTO: R$ 70/R$ 200.

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