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15.novembro.2012 16:58:23

De cor e salteado

por Douglas Vieira

Esse será um daqueles momentos em que você ouvirá uma música de que sempre gostou muito, em um show que esperou muito pra ver, mas pouco olhará para o palco. Se prestar atenção, você verá, quinta (22), no Espaço das Américas, muita gente cantando de olhos fechados. Estarão, provavelmente, vasculhando a gavetinha de memórias.

As músicas do Tears for Fears são assim, carregadas de lembranças de alguém, de algum lugar… É quase impossível, principalmente se viveu intensamente os anos 80, não ter acompanhado em coro ao lado do rádio as vozes de Roland Orzabal e Curt Smith, que entravam na sua casa para obrigá-lo a cantar.

A dupla foi responsável por tantos e tantos sucessos, com destaque para o pop perfeito do disco ‘Songs from the Big Chair’ (1985), que trazia simplesmente ‘Shout’ e ‘Everybody Wants to Rule the World’. Seguido pelo também memorável ‘Seeds of Love’ (1989). Pop, quando é bom, obriga você a cantar no chuveiro. E, tanto tempo depois, o Tears for Fears, com suas letras fáceis de acompanhar e o som característico de seus sintetizadores, ainda tem esse poder.

Espaço das Américas (8 mil lug.). R. Tagipuru, 795, Barra Funda, 3829-4899. 5ª (22), 22h30 (abertura da casa: 20h). R$ 100/R$ 300.

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26.julho.2012 18:04:24

Hits da televisão

por Douglas Vieira

divulgaçãoNOVO| dinamarqueses lançam ‘Out of Frequency’

Existem bandas que acontecem no mundo por conta de propagandas bem sucedidas – algumas se sustentam, outras não. A dinamarquesa The Asteroids Galaxy Tour, que por duas vezes teve músicas ligadas a campanhas de publicidade em escala internacional, parece estar no primeiro grupo. As canções em questão foram ambas lançadas em 2009: ‘Around the Bend’ (que garantiu à banda um convite para abrir um show de Amy Winehouse em Copenhagen) e ‘The Golden Age’ tem uma inegável vocação pop, característica que se estende por praticamente todo o repertório do sexteto, que se apresenta sábado (28) no Cine Joia.

O primeiro disco da banda, ‘Fruit’ (2009), tinha como marca as simples e boas melodias, com referências ao pop, claro, e com elementos eletrônicos bem utilizados – composições que se encaixam bem na voz da bela vocalista Mette Lindberg, que muitas vezes tem uma pegada de cantora pop dos anos 80, algo como Cindy Lauper ou Kylie Minogue.

Em 2012 eles colocaram na rua o segundo álbum, ‘Out of Frequency’, em que tais características continuam evidentes, mas agora com o claro desejo dos dinamarqueses de sofisticar ainda mais os arranjos, abusando de texturas e efeitos, como bons dubs na guitarra e até algum sotaque oriental. E Mette ainda está lá, com sua voz que gruda facilmente na cabeça. Os publicitários sabiam muito bem o que estavam fazendo. Douglas Vieira Cine Joia (1.200 lug.).

ONDE: Pça. Carlos Gomes, 82, metrô Liberdade, 3231-3705. QUANDO: Sáb. (28), 22h. QUANTO: R$ 80/R$ 180. Cc.: D, M e V. Cd.: todos.

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26.abril.2012 19:26:09

Pin-ups

por Camila Hessel

FAB FOUR | Roger, John, Nick e Simon (à esq.), na estrada há 32 anos

No auge aos trinta anos de carreira, o Duran Duran volta à cidade com seus muitos hits e uma só promessa: nesta 4ª (2), todo mundo vai dançar

Modelos só de lingerie dormem abraçadas umas às outras em uma enorme suíte do hotel Savoy, em Londres. Há taças de champanhe espalhadas pelo chão. Uma delas acorda e escancara as cortinas. É Naomi Campbell. Só que não. Ali, naquele clipe de nove minutos e meio, ela é Simon Le Bon, o líder do Duran Duran. ‘Girl Panic’, vídeo lançado em novembro passado, sintetiza bem o atual momento da banda inglesa, criada no fim dos anos 70 e que, desde 1980, tem Simon nos vocais e John Taylor no baixo. Com ‘All You Need is Now’, disco que retoma a sonoridade e os elementos que garantiram fama ao grupo no início da carreira, o Duran Duran reconquista os fãs – e volta a São Paulo na quarta (2), para um único show, com ingressos esgotados.

Seus dois últimos discos são muito diferentes. Como os fãs receberam o novo trabalho? A reação está sendo impressionante, maravilhosa. ‘All You Need is Now’ teve uma acolhida enorme por parte dos fãs. Uma acolhida muito maior que a do disco anterior. E o bacana é que, em primeiro lugar, foram eles, os nossos fãs, que nos levaram a ele. A gente não teria feito este disco assim se não fossem eles.

É o primeiro trabalho com o novo produtor, Mark Ronson. Como foi trabalhar com ele? Mark é fã da banda desde criança. Eu lembro de encontrá-lo na rua, em Nova York, em 1900 e… oitenta e pouco. Ele tinha uns 10 anos, estava com a mãe e o padrasto (Mick Jones, da banda Foreigner) e veio todo tímido, pedir um autógrafo. Então, quando fui trabalhar com ele, já sabia que era um fã. Na verdade, nós ouvimos uns mash-ups que ele fez com alguns de nossos trabalhos e nos perguntamos: ‘não seria incrível trabalhar com um cara como esse? Ele realmente ama o som original do Duran Duran’… E foi assim que tudo começou.

O que vocês fizeram para garantir que essa retomada da essência da banda não soasse datada? Mark colocou uma condição para trabalharmos juntos: a de retomar o som da banda pela qual ele havia se apaixonado nos anos 80. Mas o Mark é um músico moderno, que tem sons, técnicas e instrumentos modernos. Ele nos fez ouvir bandas como The Cardinals, The Killers, Franz Ferdinand. Para ele, elas soavam como nós. E foram referências importantes para que reconquistássemos o nosso território sem fazer um disco retrô.

E aí veio ‘Girl Panic’. Trinta anos depois, vocês ainda são pin-ups… Pensar assim é muito lisonjeiro (risos). Mas tenho certeza de que Naomi (Campbell), Cindy (Crawford), Helena (Christensen) e Eva (Herzigova) fizeram um trabalho muito melhor do que a gente jamais conseguiria. No fundo, acreditamos que, em uma vida paralela, elas seriam a cara do Duran Duran.

Vocês fizeram muitas parcerias no último ano. Fale sobre elas. A gente tem a sorte de um projeto meio que puxar o outro. Trabalhamos com David Lynch, com o Arcade Fire, tivemos duas músicas num episódio de Glee… E estamos sempre abertos a novas ideias, nos divertimos com elas.

E o que podemos esperar para este novo show? Nosso melhor. Shows no Brasil entram para nossas vidas como momentos incríveis, sempre.

ONDE: Credicard Hall (7.504 lug.). Av. das Nações Unidas, 17.981, S.Amaro, 2846-6010. QUANDO: 4a. (2), 21h30. QUANTO: R$ 55/R$ 500 (ingressos esgotados). Cc.: todos. Cd.: todos.

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22.março.2012 19:16:07

Punk ou pop? Jello Biafra ou Joe Cocker?

por Douglas Vieira

Elizabeth Sloan/Divulgação

O punk está vivo

Jello Biafra era líder dos Dead Kennedys. Só isso bastaria para ele estar na história do punk e do hardcore americano. Mas nunca bastou para ele, que jamais deixou de lado suas ideias para apenas colher os frutos de seus clássicos. Pelo contrário, ele as levou ao limite.

Concorreu à prefeitura de São Francisco. Não ganhou, mas teve votação expressiva. Brigou com os ex-parceiros de banda para que sua música não fosse usada em uma propaganda de calça jeans – e ainda briga com eles pelos direitos dos discos.

Após mais de 30 anos, a dignidade do cantor está intacta em Jello Biafra & The Guantanamo School of Medicine, que se apresenta amanhã (24) no Beco 203. No show, músicas como ‘Electronical Plantation’, do ‘The Audacity of Hype’ (2009), um de seus melhores momentos desde os Dead Kennedys – também presente no repertório em clássicos como ‘Holiday in Cambodia’. Intactas também estão a qualidade das letras e sua presença de palco agressiva, marcada principalmente pelas (acredite, divertidas) mímicas.

ONDE: Beco 203 (600 lug.). R. Augusta, 609, Consolação, 2339-0351, metrô Consolação. QUANDO: Sáb. (24), 19h. QUANTO: R$ 80/R$ 100 (na porta). Cc.: M e V. Cd.: todos. www.ticketbrasil.com.br

 

Divulgação

O pop não morre

Para os adolescentes dos anos 90, Joe Cocker faz parte das memórias afetivas por ser o cara que cantava o tema de abertura da série ‘Anos Incríveis’, uma versão de ‘With a Little Help From My Friends’, dos Beatles – embora na época isso talvez fosse menos importante do que o dia a dia de Kevin Arnold.

Para os pais desses adolescentes, é possível que Cocker também faça parte das memórias de juventude – e com a mesma música. Eles a conheceram cerca de 30 anos antes, em imagens do histórico Woodstock, em 1969. Foi no festival que ele mostrou para o mundo a sua interpretação visceral para a canção – criada com o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. E, na quinta (29), ele se apresenta no Via Funchal, em um show que promete despertar a nostalgia de quem estiver por lá.

Portanto, não é lá de se jogar fora a ideia de ir ao show em família. Além do clássico já citado, todo mundo deve cantar junto a não menos famosa ‘You are So Beautiful’, entre outras canções pop marcadas pelo estilo carregado de blues e soul que consagrou a voz rouca de Cocker.

ONDE: Via Funchal (5.622 lug.). R. Funchal, 65, V. Olimpia, 3846-2300. QUANDO: 5ª (29), 22h. QUANTO: R$ 140/R$ 300. Cc.:D, M e V. Cd.: V.

 

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02.março.2012 09:50:52

Pop punk, ou ao contrário

por Douglas Vieira


 TRIO | Plastiscines volta a São Paulo após 5 anos

Um pop com referências a grupos como Ramones, Blondie, Yeah Yeah Yeahs, Strokes. Assim é o som que as três integrantes do Plastiscines fazem e, pela segunda vez, apresentam em São Paulo – a primeira foi em 2008. A banda francesa agora é

a atração principal do Indahouse Fest, quarta (7), no Beco 203. No show, as moças mostram músicas de seus dois discos: ‘LP1’ e ‘About Love’, de 2007 e 2009, respectivamente.

O line up do festival será complementado por duas bandas novas: a paulistana FingerFingerrr, que aposta em sons pra pista; e Man Purse, projeto de Adriano Cintra, que deixou recentemente a banda que o projetou internacionalmente, a Cansei de Ser Sexy.

ONDE: Beco 203 (600 lug.). R. Augusta, 609, Consolação, 2339-0351, metrô Consolação. QUANDO: 4ª (7), 21h. QUANTO: R$ 30 (antecipado)/R$ 50 (na porta). Cc.: M e V. Cd.: todos. www.beco203.com.br

PATO PELUDINHO
O projeto Tête-à-Tête, que começou com o encontro entre Bruno Morais e a neozelandesa Flip Grater, recebe em sua segunda edição John Ulhôa, do Pato Fu, ao lado de Gruff Rhys (foto), do Super Furry Animals. O show, preparado em apenas um ensaio, terá a participação de Fernanda Takai. Studio SP (450 lug.). R. Augusta, 591, Consolação, metrô Consolação, 3129-7040. 4ª (7), 23h (abertura da casa: 21h). R$ 60 (antecipado)/R$ 80 (na porta). Cc.: M e V. Cd.: todos.

 

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20.janeiro.2012 18:34:00

Chegue cedo

por Douglas Vieira

Divulgação


A BOA | A apresentação de Florence and the Machine promete

Em festivais, nem sempre a atração principal é a mais interessante da noite. E a segunda edição do festival Summer Soul, dia 24, no Anhembi, tem tudo para ser assim. Nada contra Bruno Mars, convidado para fechar o evento (e responsável também por boa parte do público, é justo dizer). Ele é um compositor competente, com boas músicas – gravadas inclusive em parcerias com gente muito boa, como o Cee-Lo, que tem a excelente ‘F**k You’ entre os destaques de sua carreira solo.

Porém também é justo dizer que Florence and the Machine, menos badalada na divulgação do festival, merece bastante atenção e respeito. De primeira, pode parecer que Mars, emulando bastante a forma de cantar de Michael Jackson, tenha mais proximidade com o soul lembrado no nome do evento. Mas a cantora inglesa usa tão bem o estilo que vira próprio dela, e não uma referência óbvia. Talvez porque, na música e na forma de cantar de Florence, o soul seja usado em seu sentido literal (alma, em português), e não apenas como um gênero musical. É assim, e com uma voz muito bonita, que ela tem conquistado reconhecimento de público e crítica. Muita gente também deve passar pelo Anhembi para vê-la.

Além de Florence, o Summer Soul terá apresentações de mais duas cantoras britânicas: Dionne Bromfield, outra promessa de um bom show, com um estilo mais próximo de referências dos anos 60, como fazia Amy Winehouse, sua amiga e também madrinha musical; e Rox, dona de uma voz com grande apelo pop. O Brasil terá apenas um representante no lineup do festival, o cantor Seu Jorge. Douglas Vieira

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08.dezembro.2011 20:11:10

Pop praieiro

por Redação Divirta-se

Nacho Doce/Reuters


VARIADO | Ben Harper passa por diferentes vertentes da música negra

Meio rock, reggae, soul e folk: Ben Harper volta a tocar em São Paulo, desta vez para promover o disco ‘Give Till It’s Gone’, o mais recente do californiano.

Aproveitando a onda que o consagrou, o cantor mescla no show canções como  ’Two Hands’, ‘Waiting On An Angel’, ‘Walk Away’,'Lonely Day’ e ‘Diamonds On The Inside’ com novidades mais roqueiras — no show em Belo Horizonte, na terça-feira (6), fez uma versão de ‘Under Pressure’, de David Bowie junto com o Queen.

O maior sucesso em terras brasileiras não fica de fora, junto com Vanessa da Matta, canta ‘Boa Sorte/Good Luck’.

ONDE: Via Funchal (5.622 lug.). R. Funchal, 65, V. Olimpia, 3846-2300. QUANDO: Hoje (9), 22h. QUANTO: R$ 120/R$ 350.

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17.novembro.2011 19:32:59

Outra Britney

por Renan Dissenha Fagundes

Na última vez que se apresentou no Brasil, em janeiro de 2001, na terceira edição do Rock in Rio, Britney Spears tinha apenas 19 anos e dois discos lançados. A Britney que toca em São Paulo hoje (18), uma das principais artistas do pop mundial, é bem diferente daquela estrela adolescente de 10 anos atrás: mãe divorciada, ela lançou este ano ‘Femme Fatale’, seu sétimo álbum, o terceiro depois de chegar ao fundo do poço, ir para a reabilitação, raspar totalmente o cabelo, perder a guarda dos filhos e retornar com o ótimo ‘Blackout’, em 2007.

Para o show, é claro, não vão faltam hits, uma constante na carreira da cantora, que ao longo dos anos emplacou sucessos como ‘Baby One More Time’, ‘I’m A Slave 4 U’, ‘Womanizer’ e ‘Gimme More’, além da sensacional ‘Toxic’, ápice do pop na década de 2000, todas presentes no set list da turnê atual. E do disco mais recente sai um dos melhores hits de Britney desde seu renascimento: a ótima e dançante ‘Till the World Ends’.

ONDE: Arena Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana, 2224-0400. QUANDO: 6ª (18), 22h.
QUANTO: R$ 112,50/R$ 225. (Pista vip esgotada).

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20.outubro.2011 19:18:26

Pop Moderninho

por Redação Divirta-se

Divulgação
The_Kills_Divulgacao.JPG
O duo The Kills, formado por Alisson Mosshart e Jamie Hince, apresenta as músicas do disco ‘Blood Pressures’, lançado no início do ano. Com passagem pelos principais festivais do mundo – do Coachella ao Reading–, a dupla faz duas apresentações em São Paulo. A segunda delas, na quinta (27), esgotou muito rápido. Então corra para o show extra.

ONDE: Beco 203 (600 lug.). R. Augusta, 609, Consolação, 2339-0351. QUANDO: 4ª (26) e 5ª (27), 22h. QUANTO:  R$ 150.

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15.setembro.2011 17:35:29

No topo das paradas

por Renan Dissenha Fagundes

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CARREIRA | Rihanna coleciona hits e polêmicas

Desde que alcançou o sucesso internacional em 2007 com a música ‘Umbrella’, do disco ‘Good Girl Gone Bad’, Rihanna conseguiu se estabelecer como uma das principais cantoras de pop, ao lado de Lady Gaga e das veteranas Britney Spears e Beyoncé.

Nascida em Barbados, a artista é uma das atrações do festival Rock in Rio, mas faz também um show solo em São Paulo, amanhã, como parte da turnê do quinto álbum da carreira. ‘Loud’, lançado no ano passado, inclui músicas como ‘What’s My Name?’, em parceria com o rapper canadense Drake, a jamaicana ‘Man Down’, e o hit das pistas de dança ‘Only Girl (In the World)’. Espere também alguns dos outros (vários) sucessos já acumulados pela cantora, como ‘Rude Boy’ e ‘Don’t Stop the Music’.

ONDE: Arena Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana. 2224-0400. QUANDO: Sáb. (17), 21h30. QUANTO: R$ 112,50/R$ 300 (pista) e R$ 225/R$ 600 (pista premium).

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