‘Todo dia é dia do disco.’ A frase foi dita por 100% dos donos de loja ouvidos pela reportagem, quando buscava promoções e novidades para celebrar o Record Store Day, amanhã (20). A ideia partiu de um grupo de artistas nos Estados Unidos que, em 2007, queria trazer novos clientes para evitar que as lojas independentes morressem. Desde então, LPs inéditos são lançados e vendidos apenas nos locais credenciados.
Apesar de SP não estar na lista oficial, muita gente entra no clima, como a Big Papa, na Galeria Nova Barão (R. 7 de abril, 154), que, além de dar desconto para músicos e mulheres, faz um carinho aos leitores do Divirta-se. “Quem citar esta reportagem ganha 5%”, diz a proprietária Katia Pimentel. Na mesma galeria, a Locomotiva Discos lança sua 2ª loja. “Venham tomar uma cerveja”, diz o dono, Marcio Custodio.
Na Galeria Presidente, a London Calling (lj. 15; 3223-5300) comemora na 2ª (22) e promove uma tarde de autógrafos com a banda Dead Kennedys a partir das 14h. Já a Zoyd Discos (lj. 16; 3362-1116) promete descontos de até 20%. R. 24 de maio, 116, República.
Todo sábado tem a Feira de Artes na Praça Benedito Calixto, e lá fica a Rua do Disco, uma sequência de estandes com vinis raros. Não deixe de passar pela barraca de Hélio Rubens e bater um bom papo sobre rock. Pça. Benedito Calixto, 112, Pinheiros. 9h/17h.
Apesar da fachada sombria e descuidada, o nº 188 da R. 24 de maio ‘esconde’ preciosidades: cinco lojas com muitas opções e discos raros. Na mesma rua, passe pela Galeria do Rock (nº 62) e visite a Baratos & Afins, com grande acervo de discos usados.
Onde mais comprar vinil
Zico e Chico possuem mais de 50 mil LPs no Jaçanã – agende uma visita em 2243-7403. Na Eric Discos há raridades (Av. Artur de Azevedo, 1.813, 3081-8252). E a Feira do Bexiga também tem boas opções (Pça. Dom Orione, s/nº. Dom., 8h/18h).
Tags: passeios, Record Store Day, vinil
O fim de semana não é de chope, caipirinha e petiscos na boêmia Vila Madalena – é de esculturas, pinturas e performances. Calma, os bares vão ficar lá, no lugarzinho deles. Mas amanhã (13) e domingo (14) é a vez de dar atenção aos ateliês do bairro, que abrem as portas e exibem suas criações (alguns até fazem negócios) na 12ª edição do Arte na Vila. “O foco é mais institucional – é para o artista mostrar a cara e o trabalho”, diz Valfrido Lima, criador e organizador do evento. “Mas há um desdobramento e alguns faturam bastante”.
Este ano, são 42 ateliês participantes no evento, espalhados por todo o bairro e cada um identificados de acordo com o tipo de trabalho produzido por lá: escultura e pintura, cerâmica, joalheria, mosaico, papel, artesanato, tecidos, fotografias e técnicas diversas.
Para facilitar a visita, a organização colocou vans grátis saindo do metrô Vila Madalena, que percorrem os ateliês por três trajetos diferentes. “Abordamos o público logo na saída da estação, entregamos mapa e roteiro e orientamos qual o melhor itinerário para seus interesses”, afirma Lima.
Além de conhecer espaços de criação de artistas, o público poderá, em alguns deles, colocar a mão na massa. “O legal do evento é a interação com a arte”, diz o organizador. “Em muitos locais os artistas promovem workshops e os visitantes criam suas próprias obras.”
No Aletheia Arte, por exemplo, a arteterapeuta Audrey Landell (foto) desenvolve, além de performances, projetos experimentais com artesanatos, influenciados por vivências clínicas. “Tenho três ações de interação com o público. Em todas uso uma fantasia cheia de retalhos, nas quais as pessoas escrevem seus desejos e aflições”, diz Audrey. “É uma forma de tirar de dentro de si os sentimentos e pensamentos que ficam presos na garganta e coração.”
Aproveite: a Vila Madalena já costuma ser um lugar agradável nas tardes de sábado e domingo.
Tags: Arte na Vila, passeios, Vila Madalena

AINDA NÃO | há obstáculos e partes do percurso com piso irregular
O título está longe de ser um exagero. Ao longo dos quase 3 km de extensão da ciclovia da Avenida Faria Lima, o usuário que inicia o trajeto pelo cruzamento com a Avenida Cidade Jardim tem, à primeira vista, a sensação de mundo perfeito – afinal, queremos e precisamos de mais vias destinadas ao uso de bikes –, mas ao passar pela Rua dos Pinheiros vem a decepção. De lá até o fim tudo é complicado e perigoso.
De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a conclusão das obras e sinalizações de todo o percurso (que deve chegar até a Avenida Pedroso de Morais) estava marcada para a última semana de março. Testamos. E não aconselhamos tudo.
Entre a Avenida Cidade Jardim e a Rua dos Pinheiros a ciclovia é exemplar. O piso não possui irregularidades, o espaço para trânsito é adequado, e a sinalização impecável. Ao ultrapassar este trecho, entretanto, os perigos surgem de forma gradativa. A começar pela falta de sinalização no cruzamento. Ok, foi possível saber a hora de atravessar pelo semáforo dos carros, mas o choque de realidade se iniciou aí.
Logo surgem ondulações e buracos no piso, e, mais adiante, mais problemas: a ciclovia passa por cima de um ponto de ônibus e é necessário driblar os pedestres. Ao ultrapassar esse obstáculo, pedaços de troncos atrapalham a passagem. Três senhoras passaram em grupo pelo local e desceram de suas bicicletas para evitar possíveis acidentes.
Outro incômodo: o início pelo cruzamento com a Avenida Cidade Jardim não faz ligação com nenhuma ciclofaixa. Quem vem do Parque do Ibirapuera chega ao Parque do Povo e não encontra conexão. É necessário se aventurar pela movimentada avenida. E quem vem pela ciclofaixa do Parque Villa-Lobos quase não encontra a ciclovia.
Mesmo com os perigos pelo caminho, a visita é válida. Aconselhamos seguir pela trilha já pronta. Se preferir o trajeto completo, não deixe de usar equipamentos de segurança. O ditado “melhor prevenir que remediar” cabe bem ao passeio.
Foto: JF DIORIO/ESTADÃO
Tags: ciclofaixa, ciclovia, passeios
“Você praça, acho graça. Você prédio, acho tédio.” Há pouco mais de um mês, essas palavras podem ser vistas pelas ruas da cidade – em tapumes de construções, em muros de terrenos baldios e até em laterais de lixeiras de concreto. Com uma fôrma de estêncil, tinta spray e a ajuda de amigos, Dafne Sampaio, jornalista de Fortaleza radicado em São Paulo, já espalhou os quatro versos por bairros como Pinheiros, Vila Madalena, Jaguaré e Consolação.
E foi inspirado por essa ação – tão poética quanto bem humorada – que o Divirta-se decidiu passar uma hora inteira em dez praças diferentes para encontrar toda a graça de cada uma delas. Andamos sem ter rumo; olhamos o vento balançar a copa das árvores; sentamos em simpáticos bancos de madeira; observamos quem passava, quem ficava, quem sorria. Tudo para inspirar você a sair por aí em busca de um respiro, sem ter em mente um programa específico.
E foi por isso que deixamos de fora, por exemplo, a Praça Roosevelt. A ideia é fazer daquele pedacinho de grama bem ao lado de casa ou do escritório o SEU programa. Colocamos as nossas escolhas em um mapa. E pedimos a sua ajuda para fazê-lo crescer. Mande a sua dica para divirta-se at estadao.com e conte o que fazer por lá. Sem nem um pouco de tédio. E com muita graça.
Clique nas imagens abaixo para abrir os PDFs
Clique aqui para acessar um mapa com as dez praças citadas na matéria e conferir eventos que ocorrem em praças da cidade.
Mais uma arte da periferia chega ao centro da cidade. Dessa vez não é uma rinha de MCs, o ritmo do funk ou o grafite, e, sim, poesia e literatura. Encontros Poéticos, programa criado e apresentado pelo poeta e agitador cultural Sérgio Vaz (foto), estreia na terça-feira (19) no Itaú Cultural, com áudio transmitido ao vivo pelo site oficial da instituição www.itaucultural.org.br). “A intenção é popularizar a literatura, para que ela perca um pouco da arrogância”, diz. “Ela não pode ser tida como a arte maior, todos devem ter acesso.”
A ideia do projeto é valorizar a palavra, com leitura de poemas e entrevistas com artistas. E já começa com um que veio da periferia e tomou São Paulo: na estreia, Criolo fala sobre sua carreira e lê alguns textos selecionados por ele. “Ele é meu parceiro e topou o convite na hora”, diz Vaz. Segundo o poeta, pessoas ligadas ao cinema, TV e música também foram convidadas.
O programa deve ser ser sempre na terceira terça-feira de cada mês, e pode ser assistido ao vivo na sala do Itaú Cultural. Meia hora antes, 247 ingressos são distribuídos. “Fizemos todas as estratégias para aproximar o cidadão da literatura. E é essa experiência que levarei para os encontros”, afirma.
Vaz tem uma grande lista de projetos na periferia. O de maior sucesso é o sarau da Cooperifa, que há 12 anos transformou um boteco de quebrada em Piraporinha, na Zona Sul, em centro cultural. “Nunca falhou e vem gente de outras comunidades”, diz sobre o projeto, que é às quartas-feiras.
O Encontros Poéticos é uma extensão do trabalho de Vaz. “Muitos acham que nossa arte não é literatura e o que menos importa é a opinião dessa gente, pois estamos desenvolvendo o hábito da leitura na periferia”, afirma. “Transformar leitores é nosso mérito. Sofremos preconceito racial, social e agora o linguístico. Sou agregador e quero levar nossa literatura para o maior número de pessoas.”
ONDE: Itaú Cultural (247 lug.). Av. Paulista, 149, metrô Brigadeiro, 2168-1777. QUANDO: 3ª (19), 20h. QUANTO: Grátis (ingressos meia hora antes).
Tags: Encontros Poéticos, passeios, Sérgio Vaz
Que tal aliviar o estresse da semana com aulas de Tai Chi Chuan? A arte marcial chinesa, que mescla movimentos de luta com meditação, traz inúmeros benefícios ao corpo e à mente. E você pode praticá-la de graça.
A Prefeitura de São Paulo, através da rede Clube Escola, oferece a prática da modalidade em 22 unidades. Para participar, o aluno deve comparecer a uma delas e levar um retrato 3×4, comprovante de endereço e documento original com foto. Feita a carteirinha, o próximo passo é um exame médico com especialista da própria unidade (a consulta também é grátis). Terminado o processo, o treino está liberado.
A lenda conta que o Tai Chi Chuan foi criado pelo monge Chang San Feng por volta do ano 1200. Experiente em diversas artes marciais, ele observou a luta entre uma garça e uma serpente e assim fez a arte. A versão histórica, entretanto, credita ao general Chen Wangting, por volta do ano 1600, o desenvolvimento do primeiro dos cinco estilos tradicionais de Tai Chi.
Independentemente de quem tenha criado, os praticantes agradecem. Há quem considere o Tai Chi Chuan a verdadeira fonte da juventude, pois fortalece o coração, aumenta os reflexos e equilíbrio, melhora o fluxo sanguíneo e a pressão arterial. Além disso, as técnicas respiratórias ajudam a relaxar a musculatura e a mente, auxiliam na concentração e servem como estímulo para a memória. Se você sofre da famosa ‘dor nas juntas’, é um santo remédio, pois os movimentos lentos e circulares elevam a resistência dos músculos e deixam as articulações flexíveis
A região da Zona Leste é a que mais concentra unidades da Clube Escola que oferecem as aulas de Tai Chi Chuan – são dez no total –, mas há opções em todas as regiões da cidade. As aulas são em grupo e em diferentes horários e dias da semana em cada Clube Escola. No site oficial da Prefeitura (bit.ly/clubeescola) você pode consultar qual o mais próximo de sua casa – e aproveitar para também ver a longa lista de outras atividades oferecidas.
Tags: passeios, Taic chi chuan

AGORA SIM | Parque Belém leva verde para área da extinta Febem
No passado, palco de incontáveis rebeliões. Hoje, uma agradável área de lazer no meio de uma das regiões mais movimentadas da Zona Leste. O Parque Belém, inaugurado em junho de 2012, ocupa o lugar que um dia abrigou a Febem do Tatuapé, recorrente nos noticiários policiais, e melhorou o campo visual, trocando a depressão cinza pela ampla área verde que ocupa 70% de toda sua extensão.
O parque ocupa 210 mil m2 de área, tamanho similar ao Parque da Juventude (240 mil m2), que revitalizou o terreno que era ocupado pelo presídio do Carandiru, na zona norte.
O espaço pode ser desbravado a pé ou de bike. Na entrada, há uma tenda em que se pode alugar uma magrela por R$ 5 a hora. Um diferencial é a boa sinalização. São diversas ilhas no parque e as placas sempre indicam as trilhas corretas. Além disso, os totens instalados aos pés de cada área ajudam na localização. Não tem como se perder. Seguranças de plantão também auxiliam os visitantes com informações sobre as instalações.
A ciclovia e a pista de corrida, construídas paralelamente, contornam as demais ilhas de atividades. Cada uma possui 1,5 km de extensão. São seis quadras esportivas, dois pontos para alongamento, área de ginástica para idosos com 14 aparelhos, dois playgrounds e uma pista de skate dividida em harmonia com a galera do patins.
O público também pode participar de cursos e oficinas grátis, com seis meses de duração, dentro da Fábrica de Cultura. Entre as opções, há aulas de teatro, música (DJ, canto, teclado, sopro, percussão e violão), dança (balé, salão, contemporânea e urbana), artes visuais (escultura e pintura), circo, xadrez e multimeios (foto e vídeo). São 30 vagas para cada turma. E, no fim de semana, o local é palco para shows, com 290 ingressos distribuídos uma hora antes do início. E as pessoas ainda podem desfrutar da exibição de filmes e peças de teatro no Café Concerto, com 270 lugares.
ONDE: Av. Celso Garcia, 2231, Belém, 2618-3447. QUANDO: 2ª a dom., 6h/20h. QUANTO: Grátis.
Tags: Parque Belém, passeios, Tatuapé, zona leste

São Paulo faz 459 anos, e o melhor presente que nós do Divirta-se podemos dar para essa cidade – pela qual somos apaixonadamente obcecados – é mostrar para você o que ela tem de único. Sim, nós já fazemos isso todas as semanas. Então, nesta edição, em um dia tão especial, pedimos ao nosso colunista Marcelo Duarte, do Curiocidade, para abrir o seu cobiçado caderninho de endereços e indicar seus preferidos: os mais curiosos dos endereços curiosos de São Paulo. E, ao dar esse presente pra gente, ele acabou ganhando um bem inesperado. Fala, Marcelo!
“Minha procura por endereços curiosos de São Paulo começou por causa de Sharon Stone. É que o filme ‘Instinto Selvagem’ tinha acabado de estrear em São Paulo, em 1992, com muito sucesso. A personagem de Sharon no filme matava suas vítimas com um prosaico picador de gelo. Na redação de Veja São Paulo, onde eu trabalhava na época, decidimos sair à procura de picadores de gelo pela cidade. Não encontrei a peça, mas a pauta rendeu uma reportagem de 20 páginas mostrando ‘onde encontrar produtos e serviços difíceis’. A brincadeira nunca mais parou e, há 11 anos, o Curiocidade (que faz parte do Divirta-se desde 2011) foi criado para o extinto Jornal da Tarde.
Na semana passada, durante uma caminhada pelo Centro atrás de novas descobertas, cheguei à loja Daiso Japan, inaugurada há pouco menos de um mês, na Rua Direita. A empresa tem cerca de 3 mil lojas espalhadas pelo mundo, sendo 1.200 delas em países da Ásia. Esta é a primeira na América Latina. O conceito é o mesmo de nossas famosas lojas de ‘R$1,99’. Só que, na Daiso, os produtos importados custam R$ 5,99 (preço que deve subir nos próximos dias para R$ 6,99 ou R$ 7,99, segundo os funcionários).
O clima nipônico prevalece tanto nos produtos fornecidos quanto na música de fundo e nos clientes. A estratégia utilizada pela equipe da Daiso foi fazer anúncios apenas em veículos da colônia japonesa em São Paulo. Além disso, a loja deu preferência a atendentes que tivessem familiaridade com a língua. Pois foi ali, no meio de petecas de badminton e portabananas, que encontrei pela primeira vez picadores de gelo à venda em São Paulo. Um picador de gelo de aço inox, com cabo de madeira, medindo 15 cm. Vinte anos depois, finalmente, reencontrei Sharon Stone em pleno Centro. Era mais um momento para celebrar a cidade que – agora posso dizer – tem mesmo de tudo!”
Daiso. R. Direita, 247, Sé. 9h30/19h30 (dom., até 15h30).
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Tags: aniversário, Curiocidade, Marcelo Duarte, passeios, São Paulo
Começa na segunda (28) o maior encontro de nerds do País, a Campus Party. Durante uma semana, 24 horas por dia – à base de muito energético –, 8 mil ‘campuseiros’ trocarão experiências e apresentarão novidades do mundo da tecnologia em mais de 500 horas de atividade – além de terem acesso a uma internet super veloz e, alguns, até dormirem em barracas por lá (a entrada custa R$ 300, sem a hospedagem, e até o fechamento da edição ainda havia vagas).
O evento principal pode até ser bastante específico, mas os interessados em dar só uma passadinha local são mais que bem-vindos: paralelo ao quartel-general geek, a partir de terça (29), funciona a Zona Expo, aberta ao público e com entrada grátis. Lá, estandes de marcas de tecnologia mostrarão novidades e tendências do mercado.
A Zona Expo também abriga um dos espaços mais importantes da Campus, o Inclusão Digital, que oferece ao público (a partir de seis anos) aulas de imersão tecnológica, além de um curso específico para jovens maiores de 16 anos em busca do primeiro emprego, todos grátis.
ONDE: Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana.
QUANDO: Zona Expo: 3ª (29) a sáb. (2), 10h/21h.
QUANTO: Grátis. www.campus-party.com.br
Tags: Campus Party, geek, nerd, passeios, Zona Expo
São 80 anos de história, completados hoje, mesma data do aniversário da cidade que o hospeda. O Mercado Municipal de São Paulo, que já foi um dos maiores e mais importantes entrepostos comerciais da capital no ramo alimentício, hoje é ponto turístico de visita obrigatória.
Passear por suas barracas e boxes, interagindo com os vendedores, provando amostras de queijos e frutas, é uma celebração ao comércio à moda antiga. Sem contar que é diversão garantida. De fatia em fatia, atemoia, pitaia, dekopon, granadilla e noni rendem um belo café da manhã (grátis).
Mas não seja, como dizem os comerciantes, ‘caroço’. Leve para casa uma bandejinha do que gostar mais. E não saia dali sem admirar os belos vitrais, feitos pelo artista russo Conrado Sorgenicht Filho. O melhor local para admirar as obras é no mezanino, onde estão alguns restaurantes. Posicione-se entre o Hocca Bar e o Mortadela Brasil para ter uma visão privilegiada. Nos dias de sol, a luz refletida nas vidraças realça os contornos dos desenhos e a beleza do local.
ONDE: R. da Cantareira, 306, metrô São Bento, 3313-3365.
QUANDO: 2ª/sáb., 6h/18h30; dom. e fer., 6h/16h.
QUANTO: Grátis.
Tags: atemoia, dekopon, granadilla, Mercadão, Mercado Municipal de São Paulo, noni, passeios, pitaia
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