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19.abril.2012 18:29:27

À mineira

por Carolina Arantes

Wilton Júnior/AE
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GIGANTE| Freire é um dos maiores pianistas em atividade

Se este repórter pode dar algum conselho, é o seguinte: não perca a oportunidade de ver o pianista Nelson Freire em ação, na 3ª (24) e na 4ª (25). Aliás, não perca nunca a chance de assistir a uma de suas apresentações. Afinal de contas, trata-se de um dos grandes intérpretes de seu instrumento em atividade – e em plena maturidade artística.

Nascido na pequena Boa Esperança, Minas Gerais, Freire conseguiu o feito de construir uma reputada e premiadíssima carreira tanto em suas récitas como em gravações. Foi em 1957 que ele partiu para Viena com uma bolsa para estudar com Bruno Seidlhofer. De lá pra cá, sua biografia acumulou trabalhos com muitos dos regentes mais importantes do século 20, como Pierre Boulez, Lorin Maazel, Ricardo Chailly, Charles Dutoit e Seiji Ozawa, dentre tantos outros. A lista das orquestras não fica nada atrás.

Ele vem para ser o solista da Orquestra Nacional Russa, sob regência do uruguaio José Serebrier, em uma das obras mais queridas e reverenciadas do repertório pianístico sinfônico: o ‘Concerto Para Piano e Orquestra nº 20, em Ré Menor, K. 446’, de Wolfgang Amadeus Mozart. É a única peça que se repete em ambas as noites. Na 3ª (24), o programa traz a ‘Abertura Egmont’, de Ludwig von Beethoven, e a ‘Sinfonia nº 8’, de Antonin Dvórak. Na 4ª (25), o conjunto toca a ‘Serenata para Orquestra de Cortas’, de Piotr I. Tchaicovsky, e a ‘Sinfonia nº 4’, de Alexander Glazunov.

Com uma programação que deve agradar aos apreciadores do piano (Lang Lang e Evgeny Kissin vêm ainda neste semestre), a Sociedade de Cultura Artística abre a temporada com um absoluto mestre do ofício. Freire consegue extrair de seu domínio técnico a matéria-prima para a construção de refinadas paisagens musicais. Ele faz, assim, a síntese do aparente (e falso) paradoxo entre uma complexa arquitetura sonora e uma poesia profundamente lírica.

ONDE: Sala São Paulo (1.388 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-3966. QUANDO: 3ª (24) e 4ª (25), 21h. QUANTO: R$ 120/R$ 280.

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22.março.2012 18:24:08

Palavra de maestro

por Guilherme Conte

Celso Antunes faz seus primeiros concertos como regente associado da Osesp. Conheça um pouco sobre ele – e sobre a obra de Mahler que ele vai reger

Thomas Brill/Div.
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DESDE CEDO| Antunes logo pegou o ‘vírus’ da regência

Muito prazer, Celso Antunes. Caso você ainda não o conheça, saiba que vai vê-lo com certa frequência. Esta série de concertos, iniciada ontem (22), marca sua estreia como regente associado da Osesp pelos próximos cinco anos. E não poderia haver melhor cartão de visitas: ele rege o conjunto na grandiosa ‘A Canção da Terra’, de Gustav Mahler. Seja bem vindo!

Voltando ao início de sua carreira, como é que você descobriu que queria ser regente? Eu morava aqui em São Paulo, e fazia o que todo mundo fazia: estudava piano, violoncelo, cantava… Comecei a ensaiar coros, regendo, e aí o vírus pegou. Meu primeiro mestre foi Eleazar de Carvalho. Depois veio Jamil Maluf, acabei indo para a Europa, e as coisas seguiram seu caminho.

Você sempre regeu tanto corais quanto orquestras. À parte as diferenças evidentes, o que aproxima e o que diferencia estes ofícios? É, consegui o feito de fazer carreiras paralelas… (risos) Nós estamos fazendo Mahler aqui. Sem a experiência que tenho com Monteverdi, por exemplo, não poderia fazer Mahler. Quando você ensaia com a orquestra, são músicos interpretando instrumentos. Há uma parede natural, você ‘conversa’ com o instrumento. Já quando você lida com um cantor, ele é o instrumento.

E sua vivência como cantor lírico também pesa nisso, não? Muito… Você aprende a olhar a questão de todos os lados. E, além disso, eu canto muito em ensaios, demonstrando passagens, trechos.

Comente um pouco sobre o concerto deste fim de semana. Vamos abrir com uma obra do nosso saudoso Almeida Prado (‘Études sur Paris – Suíte’) feita para acompanhar um filme mudo. É uma obra muito singela, muito bem escrita. E na segunda parte é essa beleza que é ‘A Canção da Terra’ (de Gustav Mahler). É uma sinfonia para vozes e orquestra que fala, de uma maneira linda, sobre a vida e a morte.

Você chegou a dizer que durante muito tempo não se sentia pronto para reger essa obra. O que você acha que mudou? Ah, são esses 52 anos que tenho nas costas… (risos) Minha relação com essa obra é muito antiga. Eu tinha 15 anos quando comprei o primeiro LP com ‘A Canção da Terra’. Ouvi até quase furar o disco. Ia às lágrimas com aquilo e não sabia bem o porquê, era algo realmente muito forte e intenso. Sabe, se alguém me oferecesse essa obra há 15 anos para reger, eu recusaria. Não estava preparado emocionalmente, psicologicamente. Eu imagino que um jovem regente possa fazer isso bem musicalmente, mas para compreender realmente o que está escrito, vai muita quilometragem.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, s/nº, Luz, 3223-3966. QUANDO: Hoje (23), 21h; sáb. (24), 16h30. QUANTO: R$ 26/R$ 149.

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09.fevereiro.2012 17:56:48

Longa semana

por Dado Carvalho

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INÉDITA| ‘Magdalena’ vem a São Paulo pela primeira vez

O período de 13 a 17 de fevereiro de 1922 entrou para a história. Foi nesses dias a Semana de 22, em que artistas se uniram para proclamar uma nova estética para a cultura nacional. O palco foi o Teatro Municipal, mesmo lugar onde, na próxima semana, serão celebrados os 90 anos do evento.

A comemoração se restringe à música e à dança, num programa montada com obras de compositores que participaram do manifesto (Heitor Villa-Lobos e Mário de Andrade) ou que foram influenciados por ele (Camargo Guarnieri, Radamés Gnatalli e Lorenzo Fernandez).

Um episódio prosaico: o próprio Villa-Lobos, em um dos concertos, teve uma atitude considerada vanguardista demais: em um pé, estava um sapato social. No outro, havia um chinelo. Aquilo deu o que falar. Mas no fim, a opção nem foi estética. O maestro estava com machucados e não poderia usar nenhum outro calçado. Nem tudo, afinal, é revolução.

ONDE: Pça. Ramos de Azevedo, Centro, 3397-0327.

Manifeste-se| 

Ópera. Nunca antes apresentada em São Paulo, ‘Magdalena’, de Heitor Villa-Lobos, vem com a montagem feita pelo Theathe du Chatelet, de Paris. O elenco, no entanto, é brasileiro, e conta com a soprano Rosana Lamosa. 4ª (15) e 6ª (17), 20h; dom. (19), 18h; 5ª (23) e sáb. (25), 20h. R$ 40/R$ 100.

Dança + ópera. O Balé da Cidade de São Paulo dança a ‘Suíte Vila Rica’, de Camargo Guarnieri. Em seguida, a ópera ‘Pedro Malazarte’, do mesmo autor, com libreto de Mário de Andrade. 5ª (16), sáb. (18), 6ª (24), 20h; dom. (26), 18h. R$ 40/R$ 100.

Recital. O pianista Caio Pagano recebe o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo para tocar as mesmas obras para piano que foram tocadas no evento de 1922. Haverá composições de Claude Debussy, Heitor Villa-Lobos e Robert Schumann. Sáb. (25), 16h. R$ 10/R$ 30.

Concerto. Com Jamil Maluf na regência, a Orquestra Experimental de Repertório terá a participação do pianista Pablo Rossi. No programa, os autores Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez e Radamés Gnatalli. Dom. (26), 11h. R$ 10/R$ 40.

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08.dezembro.2011 19:08:55

A noite é curta

por Dado Carvalho

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EGO | o ambiente luxuoso dos palácios foi atualizado

Se tivesse sido feita na nossa época, a opereta O Morcego, de Johann Strauss II, de 1874, ela seria chamada de musical, tamanho o apelo popular. A peça fica em cartaz de hoje (9) até quarta (14) no Teatro Municipal. Mas a montagem não vai ter nada que se refira aos bailes vienenses do fim do século 19. O espírito hedonista dos personagens deve aparecer na pele de popstars, fashionistas e baladeiros.

Na história, o personagem Falk quer se vingar do barão Gabriel von Eisenstein, que, depois de um baile à fantasia, o abandonou em praça pública, bêbado e vestido de morcego, fazendo de Falk motivo de chacota na alta sociedade. Como no ditado ‘vingança é um prato que se come frio’, ele espera dois anos para se revidar e trama contra o ‘amigo’ no baile do príncipe Orlofsky.

Enquanto isso, o barão recebe uma sentença de oito dias de prisão por desacato a autoridade e sua empregada, Adele, recebe uma carta da irmã com um convite para o baile do príncipe. Para criar um álibi, Adele diz que a tia manda más notícias e que precisa visitá-la. Von Eisenstein também bola sua fuga, convencido por Falk a deixar de se apresentar na delegacia na data certa e ir curtir a festança. A mentira que o barão inventa é que está saindo de casa para se entregar na prisão. E até Rosalinde, sua mulher, vai à festa às escondidas.

O que acontece durante o baile é que todo mundo tenta enganar todo mundo, e a festa vira um divertido jogo de encontros e desencontros entre as personagens. Para facilitar a comicidade, a ópera foi traduzida.

O elenco inclui a soprano Rosana Lamosa (Rosalinde) e o tenor Fernando Portari (Gabriel von Eisenstein). Eles se alternam nos papéis com Carmen Monarcha e Juremir Vieira. Haverá uma participação especial do ator Fulvio Stefanini em uma das cenas com diálogos. Talvez nem Falk tenha imaginado as proporções que sua vingança viria a ganhar.

ONDE: Teatro Municipal. Pça. Ramos de Azevedo, s/nº, 3397-0327. QUANDO: Hoje (9), 21h; sáb. (10), 20h; dom. (11), 17h; 2ª (12) e 4ª (14), 21h. QUANTO: R$ 15/R$ 70.

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02.dezembro.2011 01:17:54

Assine embaixo

por Dado Carvalho

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A GRANEL | Na Osesp, vá em todos ou monte sua série

Não é porque as temporadas de música clássica estão no fim que você vai deixar para pensar em concertos só em 2012. Os músicos têm um descanso, mas, para você, é uma boa hora de pensar nas assinaturas do ano que vem. Assim, garante um lugar na sala de espetáculos (sempre disputada), paga menos do que pagaria em ingressos avulsos e não pega fila.

O Mozarteum Brasileiro oferece até entrada livre nos estacionamentos. As temporadas de 2012 também já foram divulgadas. A Sociedade de Cultura Artística comemora 100 anos. A Osesp, com a nova maestrina, Marin Alsop, tem como tema ‘Música em Tempos de Guerra e Paz’. Vai ser um ano digno de gritar ‘Bravo’ no fim.

9 a 29/12 | Na Osesp, você pode escolher entre séries de recitais, música de câmara, coral, e os tradicionais concertos sinfônicos quase semanais (geralmente às quintas, sextas e sábados). A partir de 6/2/2012, é possível, também, montar uma pequena série de três concertos avulsos, com ingressos a 85% do valor total. 4003- 2052. R$ 156 a R$ 1.280. www.osesp.art.br

23/1 | A Sociedade de Cultura Artística traz: Orquestra Nacional Russa, Orchestre National du Capitole de Toulouse, Lang Lang, Evgeny Kissin, Ensemble Intercontemporain, Orchestra della Svizzera Italiana, Orchestra del Maggio Musicale Fiorentino, Joyce DiDonato, Sol Gabetta e Renée Fleming. 3256- 0223.
R$ 750 a R$ 1.800. www.culturaartistica.com.br

Até 28/12 | No Mozarteum, haverá o Deutches Symphonie Orchester Berlin, o David Gazarov Trio, National Symphony Orchestra Washington, o pianista Rudolf Buchbinder, a soprano Dame Felicity Loft junto com o pianista Maciej Pikulsku, Orchester Der Klangverwaltlung e o MDR Sinfonieorchester Leipzig. 3815-6377. R$ 550/R$ 1.500.
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24.novembro.2011 14:23:56

Canal aberto

por Dado Carvalho

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Com direção do maestro João Maurício Galindo (foto), o programa Pré-estreia, da TV Cultura, faz a gravação de sua etapa final na Sala São Paulo e o público pode acompanhar. Participam dois solistas e dois grupos de câmara.

ONDE: Sala São Paulo (1.484 lug.). Pça. Júlio Prestes, 16, Campos Elísios, 3223-3966. QUANDO: Dom. (4), 11h. Ingressos disponíveis a partir de 2ª (28). QUANTO: Grátis.

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17.novembro.2011 19:54:09

Fim de ano

por Dado Carvalho

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Uma das mais importantes orquestras de câmara do País, a Camerata Fukuda encerra a temporada do Cultura Artística – Itaim. Ugo Kageyama rege obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Antonio Vivaldi e Benjamin Britten. O oboísta Alexandre Ficarelli participa da apresentação.

ONDE: Av. Pres. Juscelino Kubitscek, 1.830, Itaim Bibi, 3258-3344. QUANDO: 3ª (22), 21h. QUANTO: R$ 30.

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10.novembro.2011 20:40:38

Fora do mapa

por Dado Carvalho

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O Teatro Municipal recebe apresentações de piano. Começa só na próxima sexta (18), mas a procura por ingressos deve ser grande.

No primeiro recital, André Mehmari toca obras de Tom Jobim, Pixinguinha, Edu Lobo, Guinga, Dorival Caymmi, Chico Buarque e Caetano Veloso, em uma apresentação batizada de ‘O Brasil Não Existe’.

No dia 20, quem toca é Pablo Rossi; no dia 24, Felipe Scagliusi.

ONDE: Teatro Municipal (1.530 lug.). Pça. Ramos de Azevedo, s/nº, 3397-0327. QUANDO: 6ª (18), 21h.  QUANTO: R$ 5/R$ 35.

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10.novembro.2011 20:12:08

Invasão viking

por Dado Carvalho

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VALHALA | a tetralogia é inspirada em mitos nórdicos

A ópera A Valquíria é, sem exagero, o trabalho de uma vida – ela é parte da tetralogia ‘O Anel de Nibelungo’, que levou 26 anos para ser composta por Richard Wagner. A obra fica em cartaz no Teatro Municipal de 17 a 25 de novembro.
Como os outros três episódios da saga, ‘O Ouro do Reno’, ‘Siegfried’ e ‘O Crepúsculo dos Deuses’, ‘A Valquíria’ têm referências da mitologia nórdica e faz parte do conceito (bem wagneriano) de ‘obra de arte total’: uma criação com todas as manifestações artísticas possíveis.

A ambição e o trabalho de Wagner era tão grandiosos que o compositor criou um teatro específico para suas encenações, o Bayreuth Festspielhaus. Até hoje (desde 1876) ocorre anualmente o concorridíssimo Festival de Bayreuth (a fila de espera para conseguir ingresso pode chegar a dez anos).

É a primeira vez que a ópera é montada no Brasil com uma equipe de criação toda daqui. Parte dos solistas, no entanto, é estrangeira, com a escocesa Lee Bisset (na foto, durante ensaio), a japonesa Eiko Senda, os americanos Gregory Reinhart e Janice Baird e o alemão Stefan Heidmann.

Em ‘O Ouro do Reno’, o prólogo, é narrada a criação de um anel (o de Nibelungo), capaz de dar a seu portador o poder de controlar o mundo. Mas a pessoa fica privada do amor.

‘A Valquíria’ é a segunda parte, em que Brunhilde, uma das valquírias (guerreiras que protegem o Valhala, o palácio dos deuses), é encarregada de dar cabo da vida do guerreiro Siegmund. Ela desobedece. Como castigo, perde a imortalidade e cai em um sono profundo do qual só vai acordar quando um bravo guerreiro resgatá-la.

Esteja preparado para uma grande obra. A começar pela duração: 4h45 de puro drama, em uma montagem que inclui elementos abrasileirados no cenário e nos figurinos. Mas fique tranquilo: a fila dos ingressos dura bem menos que dez anos.

ONDE: Teatro Municipal. Pça. Ramos de Azevedo, s/nº, Centro, 3397-0327. QUANDO: 5ª (17), 19h; sáb. (19), 18h; 2ª (21), 4ª (23) e 6ª (25), 19h. QUANTO: R$ 15/R$ 70. www.teatromunicipal.sp.gov.br

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27.outubro.2011 18:55:27

Eu sou da lira

por Dado Carvalho

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O acervo de Chiquinha Gonzaga agora está na internet, com partituras em PDF  www.chiquinhagonzaga.com.br). Para comemorar, os pianistas Alexandre Dias e Wanderlei Braga fazem um recital com obras da compositora.

Veja o repertório do recital, com peças inéditas:

Prelúdio da opereta ‘A Corte na Roça’
Rosa
Agnus Dei
Ave Maria
Prece a Nossa Senhora das Dores
Linda Morena
Os Olhos Dela…
Atraente
Santa
Uma Página Triste
Carijó
Radiante
Suspiro
A Sorte Grande e Cançoneta
Hino à Redentora
Fantasia, ato 1. introdução

Auditório Ibirapuera (800 lug.). Pq. Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabreal, s/nº, Moema, portão 2, 3629-1075. Dom. (30), 11h. Grátis.

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