ir para o conteúdo
17.maio.2012 16:36:07

Está logo ali

por divirta-se

reprodução
museu_600.jpeg

O Google Maps ganhou uma nova função: mostrar obras de artes nas ruas do centro expandido de São Paulo. A ideia foi de Felipe Lavignatti e André Deak, que mapearam 103 obras no site Arte Fora do Museu. Logo na página inicial, o internauta encontra o mapa da cidade, marcado com pontos coloridos que indicam arte em arquitetura, esculturas, murais e grafites. Ao clicar na obra, é possível ler informações e ver vídeos sobre ela. O aplicativo para iPhone e iPad está disponível no site – e é gratuito. Grátis.

Tags: , ,

Sem Comentários | comente

19.abril.2012 17:44:29

Mais pro centro

por Marina Vaz

DESTAQUE__FOTO_PRINCIPAL__Aristodemo_Becherini__Pra__a_da_S____1946__fotografia__baixa.jpg

MARCO ZERO | A Praça da Sé, fotografada por Aristodemo Becherini, em 1946

Desde novembro, um casarão histórico localizado ao lado do Solar da Marquesa de Santos ganhou a devida atenção de quem passeia pelo Centro. Lá foi inaugurada a Casa da Imagem.

Neste sábado (21), o espaço, dedicado à preservação da memória fotográfica paulistana, inaugura duas novas exposições.

A primeira delas reúne 24 imagens de Aristodemo Becherini, feitas entre 1925 e 1952. Muitos de seus cliques foram importantes para a inserção da fotografia no mercado publicitário, em substituição às usuais ilustrações.

A segunda apresenta uma série de Carlos Moreira, que revela seu olhar sobre a Praça Ramos de Azevedo e seus frequentadores, na década de 60.

E o Beco do Pinto, local de passagem entre a Casa e o Solar, é ocupado por uma obra da artista Ana Paula Oliveira. Nela, seis jabuticabeiras são suspensas do chão e apoiadas em dormentes de antigas estradas de ferro, com suas raízes longe do solo.

ONDE: Casa da Imagem. R. Roberto Simonsen, 136-B, Centro, 3106-5122. QUANDO: 9h/17h (fecha 2ª). Inauguração: sáb. (21), 11h. Até 29/7. QUANTO: Grátis.

Tags: , ,

Sem Comentários | comente

19.janeiro.2012 23:50:54

Centralizados

por Marina Vaz

projeto_GOMA.png
DE FACHADA | ‘Pichações’ de néon no CCBB fazem parte das intervenções

Arte pública tem algo de mágico – a magia de encontrar, no meio do caminho, entre pessoas atrasadas e buzinas nervosas, um lugar de respiro na cidade. Quando essas obras estão perto de um local como o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), melhor. Porque passear pelo Centro também pode ser mágico. Durante cinco noites, a partir de 4ª (25), obras criadas por artistas nacionais e internacionais vão se espalhar pela região, na mostra Urbe.

VEJA MAIS | Confira a programação paralela de oficinas sobre arte pública

“A proposta é intervir na cidade para criar um diálogo com as pessoas, fazer com que elas repensem sua relação com o espaço onde estão essas obras”, observa Alessandra Marder, curadora do projeto, ao lado de Felipe Brait e Júlia Clemente.

Entre os nomes internacionais, está o coletivo alemão Urban Screen, que se apresenta pela primeira vez no continente americano. Eles levam suas projeções à fachada da sede da Prefeitura (Viaduto do Chá, 15), em uma narrativa que inclui imagens cotidianas gravadas nos arredores do edifício.

Os brasileiros do ZoomB também vão projetar obras audiovisuais em fachadas de prédios. Mas, neste caso, a exibição será acionada pelos pedestres que caminharem pela Rua da Quitanda, por meio de sensores instalados na via.

Perto dali, o coletivo argentino Doma ocupa o Vale do Anhangabaú com uma instalação – uma espécie de ‘nave’ com 5m de altura. Dentro dela, o público pode observar a paisagem local por janelas com diferentes ‘filtros’ – e ter uma visão ‘caleidoscópica’ do entorno.

Uma ‘cachoeira’ de fios luminescentes, criada por Felipe Sztutman, descerá pelo Viaduto do Chá recriando o trajeto do Córrego das Almas, que passava antigamente pela região.

E o belo edifício do CCBB também vai receber uma intervenção, do grupo Goma Oficina – sua fachada será coberta por formas tipográficas, feitas de néon vermelho, que remetem às pichações urbanas.

ONDE: Arredores do CCBB (R. Álvares Penteado, 112, Centro, 3113-3651). QUANDO: de 4ª (25) a dom. (29), 19h30/22h. QUANTO: Grátis.

 

Tags: , ,

1 Comentário | comente

19.janeiro.2012 20:04:36

Urbe – Programação paralela

por Marina Vaz

A mostra de arte pública Urbe tem programação paralela com debates e oficinas.

Confira abaixo as atrações e programe-se.

 Fonte: CCBB/ Cinnamon Comunicação

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP)

Inscrições: Senhas devem ser retiradas na bilheteria do CCBB na data do workshop, com uma hora de antecedência. A entrada grátis é para todos eles.

Classificação: a partir de 12 anos.

 

——- 26/1 (5ª), 17h/19h

VIDEO MAPPING

Artista: Urbanscreen

Capacidade: 20 pessoas

O workshop será realizado por Jonas Wiese e Moritz Horn, diretores de arte que criaram a projeção para a fachada da prefeitura para o URBE, e Till Botterweck, um dos fundadores do Urbanscreen. Em relação aos temas “site-specific” e “identidade do lugar”, os participantes terão uma visão sobre o trabalho do coletivo.

 

——- 26/1 (5ª), 19h15/21h15

LIGHT PAINTING

Artista: Felipe Sztutman

Capacidade: 20 pessoas. Desejável levar câmera fotográfica própria. Desejável o uso de roupas escuras no dia do workshop (não obrigatório).

Felipe Sztutman, que já realizou a oficina “O Espaço como Protagonista do Discurso Poético” (no LabMIS) sobre a discussão das possibilidades do espaço enquanto suporte para um discurso poético, introduz conceitos da pintura com luz (light painting), técnica que nos permite desenhar com luz em um ambiente, possibilitando registrar o movimento e trajeto da fonte luminosa, obtendo diferentes resultados de acordo com a fonte luminosa e o uso do espaço que o participante fizer.

 

——- 27/1 (6ª), 15h/20h

INTERVENÇÃO URBANA

Artista: DOMA

Capacidade: 40 pessoas

A ideia do workshop é introduzir a linguagem da intervenção em espaços públicos e viver a experiência em busca da reflexão e o estranhamento da realidade urbana, utilizando o contexto como suporte. Entendendo suas formas e cores da maneira que a intervenção tenha um papel de destaque, de camuflagem, de ironia, tendo como objetivo a modificação do espaço original.

 

——- 28/1 (sábado), 15h/19h

VISUALIZAÇÃO DE DADOS NO VVVV

Artista: ZOOMB

Capacidade: 20 pessoas. Participantes devem levar laptop com o sistema operacional Windows.

Essa oficina é direcionada a artistas visuais, músicos e interessados em criar uma ferramenta para visualização gráfica de dados. VVVV.org é um ambiente de programação gráfica para criação de projetos multimídia. A visualização de dados no VVVV é uma oficina que visa apresentar de maneira prática como criar uma regra gráfica para visualizar dados em tempo real oriundos de uma tabela estática ou dinâmica. O objetivo dessa oficina é possibilitar aos participantes um primeiro contato com a ferramenta VVVV e criar sua própria estrutura gráfica para visualizar dados, que podem ser obtidos por uma infinidade de meios: tabelas, audio, vídeo ou sensores.

 

——- 29/1 (domingo), 17h/19h

O PIXO SP

Artista: GOMA Oficina

Capacidade: 40 pessoas. Desejável levar câmera fotográfica própria (não obrigatório)

A primeira parte do workshop realizado pelo Coletivo GOMA OFICINA, que realiza projetos de intervenção urbana, arquitetura, cenografia e multimídia, consistirá em uma introdução e contextualização do tema pixação. A segunda parte envolverá um passeio pela região central da cidade, com a distribuição para os participantes de um mapa com os locais onde é possível constatar alguns pixos. A ideia é fazer um roteiro fotográfico do pixo, onde os participantes poderão identificar e estabelecer seu próprio olhar sobre o tema.

 

Tags: , , ,

1 Comentário | comente

15.setembro.2011 21:18:34

Para todos

por Marina Vaz

Nos próximos meses, a arte vai ocupar vários espaços públicos da cidade. Mas os trabalhos, bem diferentes entre si, não são iniciativas isoladas. Todos foram selecionados pelo edital Arte na Cidade, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura. No domingo (18), serão inauguradas as primeiras obras: de José Spaniol, no Parque Burle Marx, e de Thiago Rocha Pitta, no Centro. Aproveite para admirá-las, enquanto espera pelos próximos projetos, de artistas como Eduardo Coimbra, Laura Vinci e José Resende.  

 _Jos___Spaniol__O_DESCANSO_DA_SALA__2011__escultura_no_Pqe_Burle_Marx__SP__set2011_foto_Helena_Martins_Costa.jpg

Entre a mata atlântica do Parque Burle Marx, estruturas de 8m saem de um lago e levam a uma ‘sala de estar’, com cadeira, mesa, cama. Tudo é feito de aço e ferro – e está de ponta-cabeça. Mas, ao olhar para o reflexo nas águas, os objetos não estão mais invertidos (e o cômodo parece estar no céu). É uma escultura de José Spaniol. “Há um jogo entre público e privado – os objetos são de um espaço íntimo, mas estão num local aberto; e o próprio parque, no contexto da cidade, é um espaço de conforto, de refúgio”, observa o artista.

ONDE: Parque Burle Marx. Av. Dona Helena Pereira de Moraes, 200, Morumbi, 3746-7631. QUANDO: 7h/19h. Inauguração: dom. (18). Até setembro/2013. QUANTO: Grátis.

 Convite_Pintura_com_Temporal__6_Thiago_Rocha_Pitta_03_Edouard_Fraipont.jpg

Foi com palha de aço ‘cozida’ e goma arábica que Thiago Rocha Pitta criou uma ‘tinta’ para pintar a lateral de um prédio no Centro. O desenho – à primeira vista, simples, e que ilustra uma linha formada por montanhas no horizonte – ficará cada vez mais curioso com o tempo (e a chuva). É que a oxidação da pintura vai criar escorridos enferrujados e imprevisíveis. “Eu pintava usando tinta à base de água, mas, quando secava, achava que perdia algo; eu gosto desse movimento”, diz ele, que já fez cinco obras usando… chuva.

ONDE: Lateral do Edifício Isnard. Av. São João, 1.382, República. QUANDO: 24h. Inauguração: dom. (18). Até setembro/2013. QUANTO: Grátis.

 

Tags: , , , , , , , ,

Sem Comentários | comente

01.setembro.2011 20:35:35

Festa no Largo

por Renan Dissenha Fagundes

Assim como no ano passado, a abertura do Mês da Cultura Independente será organizada pelo pessoal da festa Voodoohop, que aproveita o evento para comemorar dois anos. A festa de hoje é quase na sede afetiva da balada underground, a Tracker Tower ou Associação Brasileira de Empresários de Diversões. Quase porque, de novo, os DJs vão estar na sacada do prédio, mas a pista vai estar na rua – do lado da Galeria Olido e do Largo do Paiçandu. Para agitar a calçada, os DJs da Voodoohop recebem o inglês Mickey Moonlight (foto), da Ed Banger (gravadora que lançou o primeiro disco do Justice), e Felix Kubin, artista alemão escolhido pelo público em votação organizada pelo Goethe Institut, além do bloco carnavalesco Carcará. Renan Dissenha Fagundes

ONDE: Esq. da Av. S. João com a R. Dom José de Barros. QUANDO: Hoje (2), 19h30. QUANTO: Grátis.


Tags: , , , , ,

1 Comentário | comente

11.agosto.2011 18:21:21

Casa de pescador

por Camila Hessel

Alex Silva/AE
kpeixe_600.jpeg
FILHO DE PEIXE | Cícero e os frutos do mar fresquinhos da peixaria de seu pai

Até a semana passada, era preciso ser meio cara de pau para comer, sem pressa, ostras no Mercadão – e ainda pedir para Cícero, o filho do dono da peixaria Ki-Peixe, gelar o espumante comprado no vizinho. Mas ele, moço esperto que até emprestava taças, montou a Casa da Ostra no box em frente ao aberto por seu pai. Há 18 anos no Mercadão, a Ki-Peixe abriu no box em frente à peixaria a Casa da Ostra. Experimente ali pratos como a ostra gratinada (R$ 4,50) e os mariscos ao molho vinagrete (R$ 20). Mas se preferir outro peixe, não tem problema. É só escolher e a equipe de Cícero prepara na hora. O único problema é que, agora, você não pode mais se gabar de passar a tarde bebendo e comendo — até duas horas depois de o Mercadão fechar.

ONDE: Mercado Municipal (box 33). R. Cantareira, 306, Centro, 3312-0066. QUANDO: 6h/18h (dom., até 16h). QUANTO: Cc.: todos.

Tags: , , , , , ,

Sem Comentários | comente

03.agosto.2011 23:24:48

Centro expandido

por Dado Carvalho

O passeio pelos sebos da região da Praça João Mendes, na Sé, rendeu bem mais do que foi possível contar na edição de hoje do Divirta-se. Acompanhe aqui um pouco mais do que descobrimos de cada um.

redstar_400.jpg

Foi no sebo Red Star, na rua José Bonifácio, que o Divirta-se fotografou os livros que aparecem na edição impressa do caderno. Lá, há diversas obras antigas, mas também tem novidades, a preços bem mais convidativos.

‘Harry Potter’ e obras de Zibia Gasparetto dividem espaço com obras de Augusto de Campos, por exemplo, e até gibis da Mafalda e do Asterix.

Carlos Alberto Ropond, formado em teologia e um dos proprietários, conta que a família trabalha no ramo desde 1986. Começaram com banquinhas na Brigadeiro Luís Antônio e na Teodoro Sampaio. Hoje, junto com o irmão, possui mais uma unidade, na Benjamin Constant, e na Mourato Coelho.

Ropond conta que, às vezes, aparecem compradores meio sem-noção. “Alguns chegam e perguntam: ‘você tem um livro de capa amarela?’”, comenta. “Eu aponto e digo: olha o tanto”, brinca.

Para não se perder entre os 70 mil exemplares expostos (no estoque, tem mais uns 150 mil), há placas entre as estantes. Ah, e escadinhas também.

Sebo Red Star
Rua José Bonifácio, 210, Sé, 3105-2987
Rua Benjamim Constant, 48, Sé, 3101-3125

***

messias_400.jpg

Entrar no Sebo do Messias é quase como uma viagem no tempo. Ok, sebos costumam ser assim naturalmente. Mas ali, em particular, esse sentimento fica mais forte. Além dos livros (pilhas e mais pilhas, afinal, é o maior sebo do País), há aparelhos antigos. Encontramos vídeo-cassetes, gravadores de som e videogames antigos (com seus respectivos cartuchos).

Na unidade da Quintino Bocaiúva, não se assuste com a estante dos vinis. Há alguns com envelope, bonitinhos, mas há uma imensa quantidade sem. Basta ter paciência para encontrar coisas interessantes.

Para os românticos, há uma seção só para Roberto Carlos.

Já a unidade da Praça João Mendes tem uma sala só para revistas, com super heróis que você provavelmente nem lembra que existiam.

Em um pequeno mezanino, é possível apreciar música ao vivo.

Sebo do Messias
Praça João Mendes, 140, Sé
Rua Quintino Bocaiúva, 166, Sé
3104-7111

***

nova_floresta_600.jpg

Todos os sebos da região têm uma localização privilegiada – afinal, é o centro. O José de Alencar, no entanto, aproveita um detalhe em especial: a proximidade com a Faculdade de Direito do Largo São Francisco.

Com isso, o lugar é bem propício a obras relacionadas a advocacia. “Apesar de haver leis mais novas”, explica Rinaldo Aparecido Garcia, o proprietário, “os alunos procuram os mais antigos, que são os fundamentos do Direito.”

A entrada da loja pode ser confundida com uma loja de música, dada a quantidade de DVDs. Aproveite o tema e passe pela estante de música, com livros sobre vários artistas e gêneros.

Sebo José de Alencar
Rua Quintino Bocaiúva, 285 e 257, Sé
3112-1882 e 3104-3758

***

mania_de_cultura_600.jpg

Não se engane pela primeira impressão: o Sebo Mania de Cultura não é nada pequeno. Mas a gente só percebe quando começa a explorar melhor o lugar.

Os corredores podem parecer labirínticos. Mas não seria por causa disso que você se perderia lá dentro. Há estantes até invadindo as escadas.

As obras mais antigas ficam guardadas. Mas não precisa fazer cerimônia: é só abrir uma portinha de vidro.

No piso superior, há um corredor dedicado a esoterismo e religião. E, mesmo fora da parte de antigos, é possível encontrar algumas pérolas. O Divirta-se se deparou, por exemplo, com um exemplar de 1932 das ‘Obras Completas de Castro Alves’.

Mania de Cultura
Rua Doutor Rodrigo Silva, 34, Sé
3107-1731

Tags: , , , ,

Comentários (2) | comente

12.maio.2011 20:55:31

Imagens de galeria

por Marina Vaz

C__pia_de_3.JPG

1_2.JPG

site2.jpg

Soso Arte Contemporânea Africana

O interesse em (re)ocupar o Centro é sempre bom sinal. Sinal de que aquilo que São Paulo foi não está esquecido (e que estamos mais perto do que ela pode vir a ser). Assim, andar pela São João e se deparar com a galeria Soso+ é inspirador. Mesmo que sua bela fachada de 1916, de Ramos de Azevedo, esteja descascada e com pichações (o galerista Mário Almeida tem projeto de restaurar o edifício).

Enquanto pedestres se apressam, lá dentro, entre colunas originais de ferro, é como se o tempo parasse para ver os vídeos de William Kentridge, feitos a partir de desenhos com carvão. Mas os ares contemporâneos não terminam ali. Em frente, um prédio comercial abriga a Soso Arte Contemporânea Africana, sua matriz. Apesar da locação incomum, quando o elevador chega ao 2º andar, você tem certeza de estar no lugar certo – um ambiente de paredes brancas tão brancas como só as galerias conseguem ter.

Nelas, fotos de Kiluangi retratam africanos com ornamentos tribais… e tênis Puma. Tanta atualidade só é quebrada ao se olhar pela grande janela: o calçamento de mosaico português, o Largo do Paiçandu, o Anhangabaú. Aí você lembra que está no centro antigo da cidade. Que, por aquele ângulo, até parece mais novo.

ONDE: Av. São João, 313 (2º andar) e 284, Centro, 3222-3973. QUANDO: 11h/19h (sáb., 11h/17h; fecha dom. e 2ª). QUANTO: Grátis.

Tags: , ,

Sem Comentários | comente

 

Comentários

Arquivos

Todos os Blogs