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17.maio.2013 00:56:37

Diário de um banana

por Fernanda Araujo

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Conhecido pela famosa série de livros Diário de um Banana, Jeff Kinney divulga o 7º título da coleção Diário de um Banana – Segurando Vela. Pela primeira vez no Brasil, o autor cumpre agenda de 22 a 27 de maio em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente:

 

São Paulo

Dia 22/5, de manhã, visita e atividade no Colégio Pio XII – Morumbi (evento fechado)

Dia 23/5, de manhã, visita e atividade no Colégio Internacional – Alphaville (evento fechado)

Dia 23/5, das 17h às 21h, tarde autógrafos na Livraria Saraiva do MorumbiShopping
(Av. Roque Petroni Jr, 1.089, Morumbi, 5181-7574.

 

Rio de Janeiro

Dia 25/5, das 15h às 19h, tarde de autógrafos na Livraria Cultura. Cine Vitória. Das 15 às 19 horas.

Dia 26/5, da 15h às 19h, tarde de autógrafos na Livraria Travessa – Leblon.

Dia 27/5, de manhã visita e atividade no Colégio Alemão - Botafogo (evento fechado)

 

 

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16.maio.2013 16:16:46

Menos pedaladas na Virada Cultural

por Redação Divirta-se

Com os eventos da Virada Cultural, os bairros centrais estarão cheios de pedestres neste final de semana. Para evitar acidentes com bicicletas, a Ciclofaixa de Lazer será interrompida em alguns trechos durante o domingo (19). Programe seu passeio!

Serão desativados os seguintes trechos: Luz, Vergueiro e Centro (inclusive o trecho da Rua da Consolação que dá acesso ao Elevado Costa e Silva).

Ciclofaixas com funcionamento normal no domingo (19): Ciclofaixa Sul-Oeste (liga os Parques das Bicicletas, Ibirapuera e Villa-Lobos), Ciclofaixa da Zona Norte (liga a praça Heróis da F.E.B. à estação Parada Inglesa do Metrô), Ciclofaixa da Zona Leste (liga a Av. Gov. Carvalho Pinto ao Parque Linear Eng. Werner Zulauf-Tiquatira), Ciclofaixa Paulista-Ibirapuera e Ciclofaixa Guarapiranga (liga a Ciclovia do Rio Pinheiros à Represa Guarapiranga).

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16.maio.2013 15:11:48

Non stop

por Redação Divirta-se

Neste fim de semana que não tem hora para acabar, venha com a gente. Indicamos o melhor da Virada Cultural para grandinhos e pimpolhos

A 9ª Virada Cultural começa amanhã (18), um quarto maior – em programação e em investimento. Um quarto, uma rua, duas praças e um mercado municipal maior. É que as atrações agora ocupam a R. 25 de março e as recém-inauguradas Praça Roosevelt e Praça das Artes.

No total, são 25 palcos concentrados na região central, além dos eventos que rolam nos Sescs, museus, centros culturais e no Teatro Municipal. Sem contar que o Mercadão, que participa pela primeira vez, fica aberto direto. Tem de George Clinton a Odair José, passando pela Osesp. Filme trash e cinema pornô oriental. Teatro de rua, balada e flashmob de ‘Thriller’. Confuso? Pegue na mãozinha do Divirta-se e deixe-se levar.

 

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09.maio.2013 15:51:04

Kombi de duas rodas

por Redação Divirta-se

Do bicicletário à plataforma do trem, o caminho corta uma pequena praça. “Faz um preço bom pra mim?”, “Quanto fica para calibrar?”. As pessoas não acreditam quando descobrem que os pneus vão ser enchidos de graça. Esta foi a estreia da Kombike, 2ª (6), na estação Jd. Helena/Vila Mara da CPTM.

Voluntários dos grupos Las Magrelas, Bike Anjo, Coletivas, ColetivoCRU e Aromeiazero se reuniram para alugar uma kombi e, uma vez por mês, visitar estações de trem em bairros da periferia. Dentro do veículo, vão ferramentas para troca de pneus, cartazes, panfletos, banners e um pacote de sucos em caixinha. A ideia é levar informação e pequenos consertos para os ciclistas que vivem longe do centro.

E a popularização das de bikes não é exclusiva de regiões como Vila Madalena e Pinheiros. A estação visitada pertence à linha 12-Safira da CPTM e fica a cerca de 30km do centro de São Paulo. Lá, o bicicletário tem 256 vagas, e elas nem sempre são suficientes para atender à demanda (o estacionamento das magrelas é grátis, desde que o dono tenha um cadeado e faça cadastro).

Durante a visita da Kombike, das 18h30 às 21h, o movimento de ciclistas era intenso. Assim que foram espalhados os cartazes (“Quer encher o pneu da sua bike e tomar um suco? Vai ali na praça, é grátis!”) e o equipamento foi disposto pela praça, curiosos começaram a parar por lá. Algumas bicicletas estavam precisando de um bom tratamento, com mais de seis anos de uso. Outras precisavam apenas de uma calibrada nos pneus. Em todos os casos, os ciclistas do Jd. Helena ganhavam um folheto com orientações de segurança no trânsito e podiam tirar dúvidas sobre a manutenção da bike.

O objetivo é realizar este encontro uma vez por mês, sempre em estações diferentes. A segunda edição tem previsão para a primeira quinzena de junho. O panfleto distribuído pelos voluntários convida as pessoas a reproduzir a iniciativa – com ou sem kombi. Para saber mais sobre o projeto, basta enviar um e-mail para kombikecoletiva@gmail.com. Míriam Castro

FOTO: Filipe Araújo/Estadão

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09.maio.2013 15:27:59

LIEBE SP

por Camila Hessel

Esta semana começa o ano da Alemanha no Brasil. Damos um empurrãozinho para você ir mais longe e celebrar – à moda germânica – sempre que quiser

Um povo que ama carros, futebol e cerveja. Ou seriam dois? O estereótipo serve tanto para brasileiros quanto para alemães. E é justamente para fugir um pouco dos clichês que foi criada a temporada Alemanha + Brasil 2013-2014, que começa oficialmente nesta 2ª (13).

Concertos, exposições, mostras de filmes e baladas com a cara de Berlim fazem parte da programação oficial. Mas o Divirta-se, que não faz nada sem pôr São Paulo no meio, resolveu complementar o roteiro com lugares onde você pode celebrar o ano da Alemanha todos os anos – e com alguns (deliciosos) clichês. Sim, elegemos os melhores strudel de maçã, schnitzel e steak tartar da cidade. E incluímos dicas de passeios que vão do mercado de Santo Amaro à Catedral da Sé.

Clique nas imagens para abrir os PDFs

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09.maio.2013 15:01:18

Ao quadrado

por Ramon Vitral


TRAÇOS | Algumas das obras presentes na HQBR21

Quem lê o Divirta-se já sabe: há um boom no mercado de histórias em quadrinhos produzidas no Brasil. Ele já é vasto o bastante para ter todo um segmento dedicado aos gibis adultos. Segmento que ganha, a partir de 5ª (16), uma grande exposição no Sesc Belenzinho.

A HQBR21 abriga, pela primeira vez sob um mesmo teto, artes originais dos protagonistas desta cena. Dividida nas categorias novelas gráficas, produções independentes e gibis digitais, a mostra exibe trabalhos de artistas bem conhecidos – como Lourenço Mutarelli, Rafael Coutinho, João Montanaro e Gustavo Duarte – além de obras de coletivos independentes de todo o País e outras antes só vistas na internet.

“É algo que ainda não havia sido feito e é uma história praticamente desconhecida do grande público”, diz Paulo Ramos, curador da mostra e professor do departamento de Letras da Universidade Federal de São Paulo. Segundo ele, os autores escolhidos são responsáveis por construir um novo espaço para o quadrinho adulto brasileiro.

Enquanto a exposição não abre, revisite nossas páginas sobre o tema em bit.ly/DivHQ.

ONDE: Sesc Belenzinho. R. Pe. Adelino, 1.000, 2076-9700. QUANDO: 10h/21h (dom. e fer., 10h/19h30, fecha 2ª). Inauguração: 5ª (16), 10h. Até 11/8. QUANTO: Grátis.

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03.maio.2013 15:07:30

Festa no Vale

por Redação Divirta-se


PRÁTICO | festival vai terminar perto da 1h, para quem quiser ir embora de metrô

Depois de lotar a Praça Roosevelt em novembro de 2012 com shows em protesto às propostas culturais dos candidatos à Prefeitura, o coletivo Existe Amor Em SP, em parceria com outros grupos, faz amanhã (4), das 12h à 1h, a ocupação AnhangaBaú da FelizCidade.

Em sua dimensão política, o evento serve para discutir a reforma do Vale do Anhangabaú, por conta da Copa do Mundo. Mas, dessa vez, o discurso não está tão longe do da administração municipal: embora o coletivo peça mais participação dos moradores nas mudanças, há afirmações parecidas, como a de que o Vale não deve ser um espaço de passagem, ou reservado só a grandes eventos.

Na parte cultural, são 61 atrações divididas em sete palcos: Rosa, Rap, Estúdio Lâmina, Existe Fogo em SP, Baratos Afins, Rock e Meio e Sound System – além de festas já tradicionais (como a ‘Santo de Rua’ e a Talco Bells), e espaço para dança, circo e mesas de debate.

Até o fechamento desta edição, os organizadores negociavam com os comerciantes locais para que se encarregassem da venda de comidas e bebidas, além da instalação de banheiros químicos. Confira alguns destaques abaixo, e a programação em bit.ly/felizcidade.

ONDE: Vale do Anhangabaú, metrô São Bento ou Anhangabaú. QUANDO: Sáb. (4), 12h/1h. QUANTO: Grátis.

Quem vai?

2h: Daniel Grajew Trio – Estúdio Lâmina
13h: Mescalines Duo – Estúdio Lâmina
14h: Fino du Rap – Rap
15h: Tribo do Sol – Existe Fogo em SP
15h50: Lar Doce Lar e Irmãos Cara de Pau – Estúdio Lâmina
17h: Performance do Teatro Oficina – Rosa
17h30: Caos do Subúrbio – Rap
18h: Aricia Mess – Rosa
18h30: Guerreiros de Sião – Existe Fogo em SP
19h: Marreta Records – Rap
19h30: Batalha do Sta. Cruz x Batalha Racional – Rap
21h: As Radioativas – Baratos e Afins
22h: Elza Soares – Rosa
23h30: Sombra – Rap
0h: Sandrão RZO – Rap
0h30: Twin Pines – Estúdio Lâmina

Foto: JONNE RORIZ/ESTADÃO

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19.abril.2013 14:02:17

Festa da bolacha

por Gabriel Perline

‘Todo dia é dia do disco.’ A frase foi dita por 100% dos donos de loja ouvidos pela reportagem, quando buscava promoções e novidades para celebrar o Record Store Day, amanhã (20). A ideia partiu de um grupo de artistas nos Estados Unidos que, em 2007, queria trazer novos clientes para evitar que as lojas independentes morressem. Desde então, LPs inéditos são lançados e vendidos apenas nos locais credenciados.

Apesar de SP não estar na lista oficial, muita gente entra no clima, como a Big Papa, na Galeria Nova Barão (R. 7 de abril, 154), que, além de dar desconto para músicos e mulheres, faz um carinho aos leitores do Divirta-se. “Quem citar esta reportagem ganha 5%”, diz a proprietária Katia Pimentel. Na mesma galeria, a Locomotiva Discos lança sua 2ª loja. “Venham tomar uma cerveja”, diz o dono, Marcio Custodio.

Na Galeria Presidente, a London Calling (lj. 15; 3223-5300) comemora na 2ª (22) e promove uma tarde de autógrafos com a banda Dead Kennedys a partir das 14h. Já a Zoyd Discos (lj. 16; 3362-1116) promete descontos de até 20%. R. 24 de maio, 116, República.

Todo sábado tem a Feira de Artes na Praça Benedito Calixto, e lá fica a Rua do Disco, uma sequência de estandes com vinis raros. Não deixe de passar pela barraca de Hélio Rubens e bater um bom papo sobre rock. Pça. Benedito Calixto, 112, Pinheiros. 9h/17h.

Apesar da fachada sombria e descuidada, o nº 188 da R. 24 de maio ‘esconde’ preciosidades: cinco lojas com muitas opções e discos raros. Na mesma rua, passe pela Galeria do Rock (nº 62) e visite a Baratos & Afins, com grande acervo de discos usados.

Onde mais comprar vinil
Zico e Chico possuem mais de 50 mil LPs no Jaçanã – agende uma visita em 2243-7403. Na Eric Discos há raridades (Av. Artur de Azevedo, 1.813, 3081-8252). E a Feira do Bexiga também tem boas opções (Pça. Dom Orione, s/nº. Dom., 8h/18h).

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12.abril.2013 16:31:44

Mãos na massa

por Gabriel Perline

O fim de semana não é de chope, caipirinha e petiscos na boêmia Vila Madalena – é de esculturas, pinturas e performances. Calma, os bares vão ficar lá, no lugarzinho deles. Mas amanhã (13) e domingo (14) é a vez de dar atenção aos ateliês do bairro, que abrem as portas e exibem suas criações (alguns até fazem negócios) na 12ª edição do Arte na Vila. “O foco é mais institucional – é para o artista mostrar a cara e o trabalho”, diz Valfrido Lima, criador e organizador do evento. “Mas há um desdobramento e alguns faturam bastante”.

Este ano, são 42 ateliês participantes no evento, espalhados por todo o bairro e cada um identificados de acordo com o tipo de trabalho produzido por lá: escultura e pintura, cerâmica, joalheria, mosaico, papel, artesanato, tecidos, fotografias e técnicas diversas.

Para facilitar a visita, a organização colocou vans grátis saindo do metrô Vila Madalena, que percorrem os ateliês por três trajetos diferentes. “Abordamos o público logo na saída da estação, entregamos mapa e roteiro e orientamos qual o melhor itinerário para seus interesses”, afirma Lima.

Além de conhecer espaços de criação de artistas, o público poderá, em alguns deles, colocar a mão na massa. “O legal do evento é a interação com a arte”, diz o organizador. “Em muitos locais os artistas promovem workshops e os visitantes criam suas próprias obras.”

No Aletheia Arte, por exemplo, a arteterapeuta Audrey Landell (foto) desenvolve, além de performances, projetos experimentais com artesanatos, influenciados por vivências clínicas. “Tenho três ações de interação com o público. Em todas uso uma fantasia cheia de retalhos, nas quais as pessoas escrevem seus desejos e aflições”, diz Audrey. “É uma forma de tirar de dentro de si os sentimentos e pensamentos que ficam presos na garganta e coração.”

Aproveite: a Vila Madalena já costuma ser um lugar agradável nas tardes de sábado e domingo.

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05.abril.2013 15:05:29

Todo mundo lá

por Renan Dissenha Fagundes


VERDE | primeira edição do Baixo Centro teve grama artificial em cima do Minhocão

São Paulo anda feliz, se redescobrindo uma cidade de praças e espaços públicos. Das muitas coisas boas que rolaram em 2012 e no começo de 2013, pelo menos uma parte se deve ao BaixoCentro, o movimento cultural que ocupou no ano passado as ruas de Santa Cecília, Vila Buarque, Campos Elísios e Barra Funda – e, muito simbolicamente, o Minhocão, espaço que agora já entrou de vez para a agenda da cidade.

O festival volta hoje (5), bem crescidinho: até o dia 14/4, vai reunir 530 atividades (na primeira edição foram 100) em lugares como o Largo do Arouche e a Praça Roosevelt – que ainda estava em obras da outra vez.

No ano passado, o BaixoCentro não conseguiu nem metade do dinheiro que pediu na ferramenta de financiamento coletivo Catarse e precisou ser realizado com bem menos do que era preciso. Mas na nova realidade amorosa de São Paulo, o financiamento desse ano deu mais do que certo: 1914 pessoas levantaram R$ 72.590 para cobrir os custos da agenda de 10 dias, R$ 10 mil a mais do que o valor pedido.

O Divirta-se apoia o BaixoCentro desde antes da primeira edição. Em dezembro de 2011, fizemos uma reportagem da capa, incentivando os leitores a ajudarem a financiar o projeto – e a dançarem na ruas, no espírito do “as ruas são para dançar”, o ótimo mote que o Baixo Centro emprestou do grupo holandês Provos e a gente está repetindo desde então.

A programação é extensa, e não estava completamente pronta até o fechamento da edição. Na página do Facebook do festival os organizadores estão criando eventos para cada ‘palco’. Na Praça Roosevelt, por exemplo, o sábado (6) começa com um café da manhã colaborativo, às 9h. Vem dançar, vem.

FOTO: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

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