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27.abril.2012 15:53:45

CORREÇÃO – Os Melhores do Mundo

por Carolina Arantes

Diferentemente do que foi publicado no Divirta-se desta semana, a apresentação da Cia. de Comédia Melhores do Mundo, no Credicard Hall, é na terça (1/5) e não hoje (27/4). Abaixo, o mesmo texto, mas agora com o serviço correto.

O grupo Os Melhores do Mundo faz uma apresentação única do espetáculo ‘Hermanoteu na Terra de Godah’. A peça usa referências bíblicas para contar a história de Hermanoteu, um hebreu que precisa guiar seu povo a uma terra prometida. 12 anos.
Credicard Hall. Av. das Nações Unidas, 17.955, S. Amaro, 4003-5588. 3ª (1/5), 21h30. R$ 60/R$ 150.

 

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05.abril.2012 19:29:34

Década de jogos

por Redação Divirta-se

Palhaços também sabem jogar futebol. Mas do jeito deles, é claro. E é um jeito que dá certo. Dá tão certo que ‘Jogando no Quintal’ completa dez anos e já foi visto por mais de 250 mil pessoas. Para celebrar uma década de existência, os 16 ‘palhaços-atletas’ da Cia. do Quintal se apresentam no primeiro fim de semana de cada mês – assim como faziam nos primeiros meses de vida do espetáculo.

A comemoração do aniversário é longa: a temporada começa sábado (7), no Estúdio Emme, e segue até setembro. Em cada fim de semana, convidados especiais participam do improviso. Neste domingo (8), o comediante Marco Luque jogará com os palhaços.

O clima da peça continua o mesmo: por serem improvisadas, as apresentações sempre são diferentes. O ambiente imita um estádio de futebol, e o público que assiste à peça representa a torcida nas arquibancadas. Os espectadores também têm o papel de sugerir temas para o improviso e eleger o melhor ‘time’ de palhaços.

Para celebrar o aniversário da peça, a Cia. do Quintal promete apresentar jogos antigos, que marcaram a história do espetáculo.

Do quintal para o mundo
A Cia. do Quintal e a peça ‘Jogando no Quintal’ não têm esse nome por acaso: eles nasceram no quintal de César Gouvêa, em uma casa da R. Cotoxó, na Pompeia.

Idealizadas por ele e Marcio Ballas, as primeiras apresentações já misturavam improviso e futebol. “Como dentro do formato que criamos existia uma competição, utilizamos o esporte mais popular do país”, explica César.

Com o passar do tempo, a casa não comportava mais os espectadores, que se amontoavam na janela da cozinha e em cima do muro. A Cia. do Quintal, então, saiu do quintal e, hoje, tem 12 espetáculos em seu repertório. Luiza Wolf

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01.março.2012 23:07:02

Vem meu amor

por Fernanda Araujo

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Ié, ié| Mallandro vem do Rio de Janeiro, reciclando as piadas. Mas agrada bastante

 

 

Na era do stand up, Sérgio Mallandro traz a São Paulo seu show de um homem só, Sem Censura, que estreia hoje (2) no Teatro Anhembi Morumbi. Entre uma piada e outra, o humorista topou uma conversa com o Divirta-se:

Como nasceu o Glu-glu? Tinha uma galinha que namorou um galo, e nasceu um pintinho, que fez glu-glu. Tem também o meu disco, que vendeu milhões em 1982. E a história do aeroporto: no avião, a aeromoça olhou pra mim, eu olhei pra ela e disse: ‘vem meu amor, vem fazer glu-glu’. Aí pegou.

Sempre dá certo? Hoje, tô num momento em que a mulherada até pede para eu usar o chapéu de hélice. Cara, é uma fantasia. Elas adoram.

Mallandro com dois ll é mais malandro? Fica com cara de nome de família. Soa italiano, né?

O que muda do ‘Sem Censura’ na temporada paulista? Eu incluo brincadeiras atuais. Outro dia, no ‘Amor e Sexo’, por exemplo, a Fernanda Lima me perguntou: ‘Quem pega mais mulher? O humorista ou o poeta?’ Eu disse: ‘O humorista, claro. A gente pega primeiro pra fazer chorar depois’. Putz, daí ligou Caetano, Jorge Amado, foi uma loucura.

Por falar em mulher, qual seu tipo? A mulher bêbada. Ela fala quase te beijando, paga a conta, acha que está rica. É maravilhoso, ié-ié.

‘A Porta dos Desesperados’ foi um sucesso. Tentou retomá-la? Eu faço com minha banda e no show dou um boné para quem gritar mais alto. Tenho muitos planos. Meu reality show ‘Vida de Mallandro’ estreia 4 de abril e no fim do ano rodo um longa inspirado no ‘Sem Censura’.

Qual o seu lema? Manter o bom humor. Outro dia, com um furúnculo, fui ao hospital e o guardinha me enganou, mentindo que tinha uma vaga para estacionar. Fui discutir e ele disse: ‘Pegadinha do Mallandro’. P… meu, eu cheio de dores e ninguém me leva a sério.

Pretende retomar a fase de cantor? Eu não me considero cantor de nada. Sou um produto da máquina. E minhas músicas são fáceis: ‘comprei um quilo de farinha, pra fazer farofa…’.&

Mas as pessoas adoram. As pessoas são é loucas. Rafinha Bastos falou que fica horas escrevendo o texto e vem você com o glu-glu, ié-ié, e encanta todo mundo.

Qual é o segredo? Essa é uma boa pergunta. Acho que o humorista deve ser espontâneo. Tem que ter muita criatividade e deve estar preparado para tudo: não sabe a resposta? Dá uma risada. Quando eu não entendo a pergunta eu falo: ‘é isso mesmo, cara, também acho’. Rááááááá

 

ONDE: R. Dr. Almeida Lima, 1.176, Mooca, 287-1457.
QUANDO: 2, 3, 16 e 17/3, 21h30.
QUANTO: R$ 60. 14 anos. 

 

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09.setembro.2011 15:40:14

Poesia por trás do riso

por divirta-se

Cia dos Quintal/Div.
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A Cia. do Quintal reestreia Caleidoscópio, uma pequena joia dentro de seu repertório. Sem a máscara de palhaço, a trupe constrói histórias no formato ‘long form’, a partir de sugestões do público, tecendo uma dramaturgia do improviso.

ONDE: Teatro Eva Herz. Conj. Nacional. Av. Paulista, 2.073, 3170-4059. 70 min. 14 anos. QUANDO: 3ª, 21h. Até 25/10. QUANTO: R$ 40. 

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