A 9ª Virada Cultural começa amanhã (18), um quarto maior – em programação e em investimento. Um quarto, uma rua, duas praças e um mercado municipal maior. É que as atrações agora ocupam a R. 25 de março e as recém-inauguradas Praça Roosevelt e Praça das Artes.
No total, são 25 palcos concentrados na região central, além dos eventos que rolam nos Sescs, museus, centros culturais e no Teatro Municipal. Sem contar que o Mercadão, que participa pela primeira vez, fica aberto direto. Tem de George Clinton a Odair José, passando pela Osesp. Filme trash e cinema pornô oriental. Teatro de rua, balada e flashmob de ‘Thriller’. Confuso? Pegue na mãozinha do Divirta-se e deixe-se levar.
Tags: Virada Cultural
Um povo que ama carros, futebol e cerveja. Ou seriam dois? O estereótipo serve tanto para brasileiros quanto para alemães. E é justamente para fugir um pouco dos clichês que foi criada a temporada Alemanha + Brasil 2013-2014, que começa oficialmente nesta 2ª (13).
Concertos, exposições, mostras de filmes e baladas com a cara de Berlim fazem parte da programação oficial. Mas o Divirta-se, que não faz nada sem pôr São Paulo no meio, resolveu complementar o roteiro com lugares onde você pode celebrar o ano da Alemanha todos os anos – e com alguns (deliciosos) clichês. Sim, elegemos os melhores strudel de maçã, schnitzel e steak tartar da cidade. E incluímos dicas de passeios que vão do mercado de Santo Amaro à Catedral da Sé.
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Tags: comida di buteco
O pop-up que virou bar agora virou pop-up de novo: desde a última quarta-feira (27), o Dive Bar & Diner, endereço que já foi do Puma Social Club, passou a ser, temporariamente, o Mad House. No geral, a casa deve continuar parecida com suas duas outras encarnações: o clima é de pré-balada, com DJs tocando até o começo da madrugada, e continuam também as mesas de sinuca e pingue- pongue, de uso grátis, herdadas do Puma. A maior novidade é que a Mad House vai abrir de dia, como um espaço de trabalho coletivo, e também há alterações na programação, que além de festas vai ter instalações, jam sessions, exibição de filmes e, aos domingos, um bazar, sempre com uma loja ou marca diferente.
ONDE: R. Augusta, 2.559, Cerq. César, 3081-4431. QUANDO: 10h/2h (dom., 13h/20h). QUANTO: Cc.: todos.
Foto: Alex Korolkovas/DIV.
Tags: dive, mad house, pop-up, puma social club

É VERDE | The Queen’s Head divide atração com All Black e Kia Ora
Domingo (17) é Dia de São Patrício, o santo padroeiro da Irlanda, que inspira noites regadas a muita cerveja em todo o mundo – e por aqui também.
Na festa ‘St. Patrick’s Live’, quatro deles se unem: o All Black (R. Oscar Freire, 163, 3088-7990), o The Queen’s Head (R. Tucambira, 163, 3774-3778; foto) e o Kia Ora (R. Eduardo de Sousa Aranha, 377, 3846-8300) recebem o show da mesma banda, o Green Hot Clover, grupo britânico que toca desde covers de canções folclóricas irlandesas até músicas mais novas do país, além de pop e rock. O Kia Ora Barra Funda (R. Brig. Galvão, 871, Barra Funda, 2366-3844) também participa, mas sem o show do Green Hot Clover – lá, a banda Terra Celta cuida das melodias tradicionais.
As comemorações começam ao meio dia, e os primeiros a chegar ganham uma camiseta com os logos das casas. Há promoção de chope Guinness, que vai custar R$ 14, e tem também chope verde
(R$ 10) e ‘Fish’n’Chips’ no cone (R$ 18).
Nos dois Kia Ora e no Queen’s Head, até 17h, mulheres pagam R$ 30 e homens, R$ 60; depois, sobe para R$ 50 e R$ 80 (o preço do dia todo no All Black).
Mais:
A Cervejaria Nacional lança na sua festa a sazonal Smoked Porter (550 ml, R$ 17), com malte defumado de uísque. Vai ter ainda a Y-Îara Pilsen verde (550 ml, R$ 13). Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros, 3628-5000. Dom. (17), 15h. R$ 35. Cc.: todos.
A banda Mavericks abre e fecha a festa do The Sailor, que tem também show de Maurício Gasperini, ex-vocalista da Rádio Táxi. Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.776, Jd. Europa, 3044-4032. Dom. (17), 19h. M., R$ 15; H., R$ 25. Cc.: A, M e V.
O O’Malley’s recebe a banda irlandesa Murphy’s Law. O combo de três chopes verde mais cartola da Heineken custa R$ 30. Só paga entrada quem sair após 16h. Al. Itu, 1.529, Cerq. Cesar, 3086- 0780. Dom (17), 12h. M., R$ 50; H., R$ 75. Cc.: todos.
FOTO: RENATO RAMALHO/DIV.
Tags: pubs, são patrício, st. patrick

ALÉM DO COPO | as opções do Id:340 vão de pratos a porções com cara de boteco
Boteco que se preze serve almoço. Sempre serviu: é de lá que vem o brasileiríssimo PF, e o cardápio que varia diariamente. E embora muito ‘boteco chique’ por aí abra apenas no fim da tarde, há sempre quem recupere – e renove – a ideia de borrar o limite entre bar e restaurante. O mais novo membro dessa família é o Id:340 Kitchen & Bar, aberto em janeiro na Vila Madalena.
A casa serve almoço todos os dias, mesmo às segundas e aos domingos, quando não abre à noite. Durante a semana, tem menu executivo (a partir de R$ 25) com opções diferentes todos os dias, sempre com salada e sobremesa. Há também pratos à la carte, de influência italiana, como o ravióli recheado de batatas com tomates, pesto e anchovas (R$ 42) e o carré de cordeiro com risoto de espinafre e hortelã (R$ 59), além de entradas e sobremesas.
Quem quiser algo com menos cara de refeição também tem vez. Há sanduíches, como a focaccia com legumes grelhados e gruyère (R$ 24), e petiscos: aqui, bem bar, tem mix de coxinha de frango, coxinha de mandioca com carne e croquete de camarão (R$ 23), bolinho de carne recheado com ovo de codorna (R$ 21) e até picanha aperitivo (R$ 32).
E pode ir lá sem fome também: se o espaçoso e bonito salão interno serve bem ao lado restaurante do Id:340, a área externa e a sacada são o coração do bar e, nesse calor, convidam logo a um drinque refrescante, como um ‘Aperol Spritz’ (R$ 23), um ‘Long Island Ice Tea’ (R$ 24) ou uma caipirinha (R$ 18/ R$ 27). O chope é Stella (R$ 6,90, claro) e as cervejas podem ser long neck (R$ 6,50, Stella e Budweiser) ou de garrafa de 600 ml (R$ 7,50, Original, Serra Malte, Brahma Extra e Budweiser).
Ah, e aos sábados, quando tem um cardápio especial de frutos do mar, com opções como ostras (R$ 4, a un.) e mariscos, servidos com batatas fritas (R$ 32), o bar funciona sem intervalos: dá pra chegar no almoço e ficar o dia inteiro.
ONDE: R. Girassol, 340, V. Madalena, 3034-4459. QUANDO: 12h/15h e 17h/0h (6ª, até 1h; sáb., 13h/1h; dom., 13h/17h; 2ª, 12h/15h). QUANTO: Cc.: D, M e V.
Foto: Ag. Na Lata/Divulgação
Tags: bar, comida, frutos do mar, id:340, Vila Madalena
Com eles você vai voltar pra casa ao volante – e sem saudade de beber: conheça a nata dos drinques sem álcool

ÁLCOOL FREE | O Madeleine tem seção dedicada aos drinques sem álcool, com três opções
Da próxima vez que o garçom perguntar de quem é o drinque sem álcool, nada de balbuciar um ‘meu’ tímido ou de fingir que não é com você. Também não será necessário empunhar aquele copo com jeitão de ilha da fantasia. É que, nesses tempos de tolerância zero na Lei Seca, nós do Divirta-se fomos a campo para tornar menos triste a vida dos ‘motoristas da vez’. E só acreditamos no que vimos porque voltamos para casa sóbrios.
Assim como a coquetelaria tradicional, os drinques sem álcool também evoluíram. Tchau, ‘Virgin Sex on the Beach’ cheio de groselha. Oi, misturas com xaropes rtesanais, bebidas gaseificadas, especiarias e técnicas da gastronomia molecular! A cidade está cheia de opções para que você possa abrir mão do álcool sem se sentir um membro da mesa das crianças em pleno bar – onde elas, diga-se de passagem, nem podem entrar…
Algumas dessas bebidas já foram integradas, sem preconceito, aos cardápios. Em outros casos, é o barman que inventa uma combinação na hora, com os ingredientes disponíveis. Três deles, aliás, contam o que não pode faltar em um coquetel desse tipo – para você não deixar visitas ao relento ou orientar um bartender mais resistente, que insiste que não há blitz por perto. Se beber, dirija! Mas nada de leite condensado, por favor. Camila Hessel e Marina Vaz
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Tags: drinques sem álcool

Janeiro já passou, o Carnaval também, e o litoral vai ficando mais distante, os passeios por lá mais espaçados. Mas o verão continua. E apesar de, como todos (todos mesmo) sabem – e os cariocas insistem em apontar –, São Paulo não ter mar, tem, sim, ótimos endereços que servem comida de praia.
De todas as praias, e por toda a cidade. A começar pelo próprio Rio de Janeiro, em Pinheiros. Ou pelos mares de Portugal, ali no Jardim Paulistano. Tem a Florianópolis da Pompeia. Um pouquinho de nordeste no Mercadão. E o litoral paulista espalhado por aí: no Campo Belo, em Santa Cecília, no Carandiru…
Nada de praia congelada. A maioria desses lugares trabalham com frutos do mar frescos, entregues várias vezes por semana. Alguns recebem produtos em dias específicos, e servem tudo na hora. Outros, só quando o mar está para peixe. E, para acabar com esse papo de que restaurante é que é praia de paulista, montamos um roteiro quase só de bares. Com mesas na calçada: porque é ao ar livre, com uma caipirinha (de preferência de limão e cachaça) ou um copo de cerveja na mão que os sabores do mar se revelam de verdade. A gente até fica longe, mas não de verdade: afinal, ir à praia é um estado de espírito. E de estômago.
Reportagem de Camila Hessel, Douglas Vieira, Gabriel Perline, Renan Dissenha Fagundes e Taís Toti
FOTO: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO
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BALCÃO | para sentar, nada de mesa, só as várias banquetas
O bar quase não tem lugares para sentar porque uma mesa de sinuca ocupa o espaço que deveria ser das mesas. Não há garçons – os donos é que estão atrás do balcão –, nem muito o que comer, e a bebida mais vendida é cerveja. Podia ser a descrição de um boteco de bairro qualquer, daqueles que colocam o bilhar bem no meio do salão, mas as semelhanças do Boca de Ouro (nome que faz referência ao bicheiro da peça de Nelson Rodrigues) com estes estabelecimentos tradicionais só existem se vários detalhes ficarem de fora da descrição.
Há apenas uma mesa, sim, mas ela é alta, e os clientes ainda podem escolher uma das várias banquetas que ocupam o longo balcão do térreo e ladeiam a mesa de sinuca no primeiro andar.
Outro detalhe: mantendo um leve espírito de boteco, as cervejas são servidas em simples copos americanos. Só que a pequena carta é composta, em sua maioria, por rótulos importados, como a escocesa BrewDog Punk (R$ 17) e a americana Anchor Steam (R$ 18). E, mesmo entre as marcas brasileiras, falta uma pilsen levinha para beber a noite toda. A opção mais barata é a paranaense Way Lager (R$ 9; long neck).
O cardápio, só de bebidas, tem ainda doses de cachaça, uísque, bourbon, vodca, tequila, gin e rum, e nove drinques, como o ‘Negroni’ (R$ 24), o ‘Dry Martini’ (R$ 24), e a caipirinha (R$ 14).
As poucas opções para comer estão listadas na lousa. A rabada (R$ 12), em montagem bem cuidada, vem desfiada, em um potinho. Para dividir, há porções de torresmo ou de picles empanado frito (R$ 10, cada) – salgadinho na medida certa para petiscar bebendo cerveja.
A melhor parte é mesmo a mesa de sinuca no andar de cima. Um quadro informa as regras da casa: ‘1. Não precisa pagar para jogar, mas precisa beber’ e ‘2. Deixe os outros jogarem também’. E é melhor deixar mesmo, porque uma citação logo abaixo adverte: ‘Se começar a dar problemas, vamos passar a cobrar.’
ONDE: R. Cônego Eugênio Leite, 1.121, Pinheiros, 4371-3933. QUANDO: 18h/0h (5ª a sáb., até 2h; fecha dom.). QUANTO: Cc.: M e V.
Foto: DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO
Tags: boca de ouro, cervejas, Pinheiros, sinuca
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