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27.dezembro.2012 17:02:04

Hora do brinde

por Redação Divirta-se

Aproveitamos o fim de 2012 para provar vários drinques com espumante. Afinal, se existe uma época em que não pode faltar borbulhas, é agora

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27.dezembro.2012 16:34:46

10, 9, 8, 7, 6, 5…

por Redação Divirta-se

Faça a contagem regressiva longe de casa e troque os fogos pelas luzes da pista na hora de estourar o champanhe, em baladas que abrem no réveillon

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27.dezembro.2012 16:24:28

La alegria ya viene

por Camila Hessel


TOM | personagem de Gael dita o ritmo de ‘No’

Não, este não é mais um filme de campanha política. E não é mais um filme sobre um filho que tem a vida transformada pelas ideias políticas do pai nos tempos de ditadura na América Latina. Também não é mais um filme de Pablo Larrain sobre o Chile sob o jugo do general Augusto Pinochet. No não é nada disso, embora contenha todos esses elementos. Quarto longa dirigido por Larrain – e candidato chileno ao Oscar de melhor filme estrangeiro –, o longa retrata os bastidores da campanha que precedeu o plebiscito de 1988. Naquele ano, o Chile foi às urnas dizer se queria Pinochet no poder por mais oito anos ou não.

Para (re)contar a história, o diretor coloca no centro da trama um jovem publicitário, o bem sucedido Rene Saavedra (interpretado de maneira brilhante pelo mexicano Gael Garcia Bernal). O discurso que ele profere antes de apresentar uma de suas criações a um cliente talvez seja a síntese perfeita de sua personalidade. Rene é um produto do contexto social do pais. Profissional afluente, filho de um exilado, ex-marido de uma ativista de esquerda, ele também ‘caminha em direção ao futuro’. Mas o faz à sombra do cinismo típico dos grandes homens de propaganda, do cinismo que só quem julga saber o que move as outras pessoas é capaz de destilar.

E é este olhar cínico que irá conduzir o espectador ao longo de 118 minutos, em que imagens de arquivo se mesclam quase que imperceptivelmente às cenas rodadas por Larrain mais de vinte anos depois. Valendo-se dos artifícios da mesma publicidade que retrata, o diretor imprime ao seu material uma textura granulada, de cores saturadas e luz estourada. Se seu proposito era o de iludir, funciona. Se a intenção era apenas tornar a transição entre as cenas menos brusca, evitando que sejamos lembrados aqui e ali que esta é uma ‘historia real’, funciona também.

Não, ‘No’ não é um daqueles comerciais dos tempos de infância. Mas faz acreditar que um mundo incrível existe, que um mundo melhor é possível – e ainda coloca todo mundo a cantar um jingle por dias e dias…

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27.dezembro.2012 16:16:38

O que abre e o que fecha no fim do ano

por Redação Divirta-se

É só escolher o dia para ver quem está aberto (lugares marcados em cinza) e quem está fechado (lugares marcados em vermelho).

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27.dezembro.2012 16:10:03

Festa clássica

por Redação Divirta-se

Antes de começar a chorar porque ficou em São Paulo, dê uma olhada na programação do réveillon da Paulista e espere 2013 com muito calor humano

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21.dezembro.2012 09:52:14

Se essa rua fosse minha

por Douglas Vieira

 

Eu mandava ela fechar; pra que nenhum carro passasse ao menos por um dia; e as bicicletas estivessem em seu lugar. Reservava pra alguma festa, com caixas de som e DJs na esquina, e o espaço sirva pra dançar. Mandava encher de barracas de comida comandadas por chefs de cozinha, pra saborear assim, ao ar livre, sem fazer reserva. Ou, sei lá, mandava terminar em uma praça como a Roosevelt, ideal pra ver o tempo passar. Encheria de lugares com clima amistoso, sejam galerias de arte, docerias cheias de bolos iguais ao da sua vó, ou restaurantes que não fechem a cozinha entre o almoço e o jantar. Tudo pra você perder a pressa e ganhar o dia.

É, nós aqui no Divirta-se sequer tentamos disfarçar. Somos realmente uns pidões. Mas pelo menos não somos nada egoístas com nossos desejos. Passamos o ano inteirinho falando das coisas que mais gostamos na cidade, convidando você a partilhar todos esses momentos com a gente. E tudo que insistimos em pedir é que as boas ideias para ocupar ruas, parques, praças, as baladas, ou qualquer outra parte, se multipliquem, e com isso também os seus momentos inesquecíveis.

Podemos dizer, com 2012 chegando ao seu finzinho, que ele foi bem generoso. E, com a clássica nostalgia de fim de ano atacando nossos corações entre uma conversa e outra, percebemos que não foram poucas as ideias – algumas novidades e outras que se consolidaram – que fizeram de São Paulo uma cidade mais legal ao longo deste ano. Aproveitamos para relembrar as favoritas e, claro, pedir um pouquinho mais.

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21.dezembro.2012 09:52:14

Fé na história

por Ramon Vitral

No início da adolescência, vivendo no zoológico de seus pais no Sul da Índia, Pi Patel seguia três religiões. Criado como hindu, ele se tornou muçulmano e também cristão. As crenças do protagonista de A Vida de Pi vinham das narrativas associadas a cada fé. Para gravar um roteiro sobre o poder das boas histórias, o diretor Ang Lee filmou um dos longas mais envolventes e imersivos do ano – indicado ao Globo de Ouro de melhor diretor, filme dramático e trilha sonora original.

Baseado no livro homônimo do escritor Yann Martel, lançado no Brasil pela editora Rocco, o filme conta a história de Pi após o naufrágio do navio que levava sua família e os animais do zoológico para o Canadá. Ele fica à deriva no meio do Oceano Pacífico, preso em um bote, acompanhado por um tigre.

Muito tempo depois, já no Canadá e com mais de 50 anos, Pi conta a um escritor como sobreviveu 227 dias na companhia do animal e como suas aventuras levarão seu interlocutor a acreditar em Deus. Com elementos fantásticos misturados a um enredo trágico, lembra histórias de vida de outros personagens célebres, como Forrest Gump e Benjamin Button.

Os 12 longas dirigidos por Ang Lee são de variados gêneros e temas. Vencedor do Oscar de direção em 2006 por ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, ele também é responsável pelo polêmico ‘Hulk’ de 2002, com Eric Bana no papel do monstro. Em sua filmografia, ‘O Tigre e o Dragão’ é a produção que mais se aproxima de ‘Pi’, com seu apelo fantástico.

O diretor entra para o rol de cineastas que usaram o 3D de maneira eficiente, em função da trama. Dos filmes lançados no Brasil em 2012, apenas ‘A Invenção de Hugo Cabret’, de Martin Scorsese, fez uso da técnica de forma tão eficaz quanto ‘Pi’. Com a maior parte dos cenários e dos animais criados digitalmente, Lee alcança uma estética realista e encantadora, acompanhada por um elenco consistente – do protagonista e estreante Suraj Sharma à breve e essencial participação de Gérard Depardieu. Ramon Vitral

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21.dezembro.2012 09:52:14

Mexa-se

por Marina Vaz

Hoje, São Paulo conta com 312 academias a céu aberto, em todas as regiões. Clique nas imagens abaixo para relembrar a reportagem do Divirta-se, publicada em novembro de 2011, que já identificava essa tendência.

 

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21.dezembro.2012 09:52:13

Fé na história

por Ramon Vitral

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À DERIVA | Pi e o tigre Richard Parker, perdidos no Pacífico

No início da adolescência, vivendo no zoológico de seus pais no Sul da Índia, Pi Patel seguia três religiões. Criado como hindu, ele se tornou muçulmano e também cristão. As crenças do protagonista de A Vida de Pi vinham das narrativas associadas a cada fé. Para gravar um roteiro sobre o poder das boas histórias, o diretor Ang Lee filmou um dos longas mais envolventes e imersivos do ano – indicado ao Globo de Ouro de melhor diretor, filme dramático e trilha sonora original.

Baseado no livro homônimo do escritor Yann Martel, lançado no Brasil pela editora Rocco, o filme conta a história de Pi após o naufrágio do navio que levava sua família e os animais do zoológico para o Canadá. Ele fica à deriva no meio do Oceano Pacífico, preso em um bote, acompanhado por um tigre.

Muito tempo depois, já no Canadá e com mais de 50 anos, Pi conta a um escritor como sobreviveu 227 dias na companhia do animal e como suas aventuras levarão seu interlocutor a acreditar em Deus. Com elementos fantásticos misturados a um enredo trágico, lembra histórias de vida de outros personagens célebres, como Forrest Gump e Benjamin Button.

Os 12 longas dirigidos por Ang Lee são de variados gêneros e temas. Vencedor do Oscar de direção em 2006 por ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, ele também é responsável pelo polêmico ‘Hulk’ de 2002, com Eric Bana no papel do monstro. Em sua filmografia, ‘O Tigre e o Dragão’ é a produção que mais se aproxima de ‘Pi’, com seu apelo fantástico.

O diretor entra para o rol de cineastas que usaram o 3D de maneira eficiente, em função da trama. Dos filmes lançados no Brasil em 2012, apenas ‘A Invenção de Hugo Cabret’, de Martin Scorsese, fez uso da técnica de forma tão eficaz quanto ‘Pi’. Com a maior parte dos cenários e dos animais criados digitalmente, Lee alcança uma estética realista e encantadora, acompanhada por um elenco consistente – do protagonista e estreante Suraj Sharma à breve e essencial participação de Gérard Depardieu. Ramon Vitral

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21.dezembro.2012 09:52:13

Vire o disco

por Camila Hessel

Não só de panetone vive o Natal. Clique na imagem abaixo para conferir outras gostosuras.

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