<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre Descomplicador</title>
	<atom:link href="http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador</link>
	<description>A economia de um jeito pra você entender</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Nov 2011 20:48:54 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
	<item>
		<title>Comentário sobre As agências de risco e seus ratings por VOZ ATIVA</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2011/04/20/as-agencias-de-risco-e-seus-ratings/comment-page-1/#comment-758</link>
		<dc:creator>VOZ ATIVA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 20:48:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=532#comment-758</guid>
		<description>Este sistema de *rating* certamente não leva em consideração o tipo do político brasileiro em exercício atualmente. Observe o seguinte: O Brasil e o Político Profissional, Carreirista por deformação da índole exercem como profissão atividade política com a finalidade de abastecer seu celeiro imoral. Distribuindo mimos a seus bajuladores que por inaptidão vivem a expensas do “Padrinho” que por sua vez vive à custa do Estado, assenhoreando-se por Furto ignorando a lei dos homens, que proíbe roubar. Esquivando-se dos tribunais enquanto no exercício do mandato político conferido pelo povo. Considerando-se um Manda-Chuva assume a condição de Corrupto, desgraçando a pátria aos olhos internacionais, arrastando valorosa sociedade incapaz de abrir a boca em repúdio a esses Marginais que legislam em causa própria em todos os níveis impondo a miséria ao Brasil. *Se gritar não fica um...!* Pois, de tão covardes não resistirão aos primeiros gritos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este sistema de *rating* certamente não leva em consideração o tipo do político brasileiro em exercício atualmente. Observe o seguinte: O Brasil e o Político Profissional, Carreirista por deformação da índole exercem como profissão atividade política com a finalidade de abastecer seu celeiro imoral. Distribuindo mimos a seus bajuladores que por inaptidão vivem a expensas do “Padrinho” que por sua vez vive à custa do Estado, assenhoreando-se por Furto ignorando a lei dos homens, que proíbe roubar. Esquivando-se dos tribunais enquanto no exercício do mandato político conferido pelo povo. Considerando-se um Manda-Chuva assume a condição de Corrupto, desgraçando a pátria aos olhos internacionais, arrastando valorosa sociedade incapaz de abrir a boca em repúdio a esses Marginais que legislam em causa própria em todos os níveis impondo a miséria ao Brasil. *Se gritar não fica um&#8230;!* Pois, de tão covardes não resistirão aos primeiros gritos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Com que dólar você vai? por Thormes Filgueira</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/02/08/com-que-dolar-voce-vai/comment-page-1/#comment-756</link>
		<dc:creator>Thormes Filgueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:09:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=69#comment-756</guid>
		<description>Muito boa a postagem, bastante esclarecedora, mas me deixou com uma dúvida.

Estou planejando viagem através de empresa de turismo, na modalidade excursão, a qual, obviamente, vende o pacote em &quot;dólares&quot;, porém, não aceita o pagamento em dólares, apenas em real. Utilizam, porém, para a conversão, a taxa do dólar paralelo sob alegação de que para remessas no exterior essa é a cotação  utilizada.

Assim, me causou certo espanto a afirmação de que a utilização do dólar paralelo é para atividades ilegais.

Gostaria de saber então, qual a fundamentação para se afirmar que a taxa de câmbio para compras no exterior pelas empresas de turismo (passagens, hospedagem, etc.) deve ser feita utilizando-se o dólar comercial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa a postagem, bastante esclarecedora, mas me deixou com uma dúvida.</p>
<p>Estou planejando viagem através de empresa de turismo, na modalidade excursão, a qual, obviamente, vende o pacote em &#8220;dólares&#8221;, porém, não aceita o pagamento em dólares, apenas em real. Utilizam, porém, para a conversão, a taxa do dólar paralelo sob alegação de que para remessas no exterior essa é a cotação  utilizada.</p>
<p>Assim, me causou certo espanto a afirmação de que a utilização do dólar paralelo é para atividades ilegais.</p>
<p>Gostaria de saber então, qual a fundamentação para se afirmar que a taxa de câmbio para compras no exterior pelas empresas de turismo (passagens, hospedagem, etc.) deve ser feita utilizando-se o dólar comercial.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Consultor Gustavo Cerbasi responde aos leitores por Telma Lira</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/02/19/consultor-gustavo-cerbasi-responde-aos-leitores/comment-page-1/#comment-755</link>
		<dc:creator>Telma Lira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 05:22:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=81#comment-755</guid>
		<description>Olá , encontrei esse site aqui por desespero , Infelizemnte apliquei uma boa quantia na empresa que prometia 10% ao mes na media e isso foi caindo , agora eles apresentam prejuizos e eles não tem como provar isso , eu tenho 1 contrato que garante meu capital aplicado , como que eu faço para receber o meu dinheiro ? Pois o pessoal não atende , deixei recado no facebook da empres a, e adiretora me enviou recado que não me pagaria enquanto não retirasse os recados , tirei os recados e até agora nada !!!   Ela fez 1 proposta em me pagar o valor original em 6 vezes com jutros de poupança , acabei acitando ,mas até agora nada !! Já estou por demais debilitada pois confiei nessa empresa ,e  estou ficando muito doente !! Inclusive meu estado emocional está abalado por demais !!  Já liguei na CVM , paar saber se essa empresa é regularizada , e não é !!!   Quais procedimentos a tomar ? Fazer BO ? a empresa é a Powerinvest ...Me ajudem !!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá , encontrei esse site aqui por desespero , Infelizemnte apliquei uma boa quantia na empresa que prometia 10% ao mes na media e isso foi caindo , agora eles apresentam prejuizos e eles não tem como provar isso , eu tenho 1 contrato que garante meu capital aplicado , como que eu faço para receber o meu dinheiro ? Pois o pessoal não atende , deixei recado no facebook da empres a, e adiretora me enviou recado que não me pagaria enquanto não retirasse os recados , tirei os recados e até agora nada !!!   Ela fez 1 proposta em me pagar o valor original em 6 vezes com jutros de poupança , acabei acitando ,mas até agora nada !! Já estou por demais debilitada pois confiei nessa empresa ,e  estou ficando muito doente !! Inclusive meu estado emocional está abalado por demais !!  Já liguei na CVM , paar saber se essa empresa é regularizada , e não é !!!   Quais procedimentos a tomar ? Fazer BO ? a empresa é a Powerinvest &#8230;Me ajudem !!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Entenda a importância do IPCA por Daniel</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2011/07/06/entenda-a-importancia-do-ipca/comment-page-1/#comment-754</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 14:15:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=562#comment-754</guid>
		<description>concordo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>concordo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O que é superávit/déficit primário e nominal? por Adriano da Ilha</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/03/30/o-que-e-superavitdeficit-primario-e-nominal/comment-page-1/#comment-753</link>
		<dc:creator>Adriano da Ilha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 11:13:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=198#comment-753</guid>
		<description>Prezada Paula (me parece que esta coluna é sua estou certo ?), gostei bastante de sua coluna, foi bastante didática e interessante. Mas acho que poderíamos considerar uma outra forma de analisar esta questão : se cruzarmos a carga tributária de 36,5 % do PIB com o déficit nominal de 3,3% (dado fechado do ano passado mas serve para o exemplo), podemos dizer que o governo brasileiro custa 39,8% de toda a riqueza produzida no país para financiar a máquina pública. E ainda querem mais para a saúde ?
Outra análise, as pessoas da classe média acabam recomprando serviços públicos (saúde, educação, previdência e segurança) então podemos dizer que existe uma carga tributária paralela ?
Acho que temos mais dois temas para discutir, o que você acha ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezada Paula (me parece que esta coluna é sua estou certo ?), gostei bastante de sua coluna, foi bastante didática e interessante. Mas acho que poderíamos considerar uma outra forma de analisar esta questão : se cruzarmos a carga tributária de 36,5 % do PIB com o déficit nominal de 3,3% (dado fechado do ano passado mas serve para o exemplo), podemos dizer que o governo brasileiro custa 39,8% de toda a riqueza produzida no país para financiar a máquina pública. E ainda querem mais para a saúde ?<br />
Outra análise, as pessoas da classe média acabam recomprando serviços públicos (saúde, educação, previdência e segurança) então podemos dizer que existe uma carga tributária paralela ?<br />
Acho que temos mais dois temas para discutir, o que você acha ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O que é superávit/déficit primário e nominal? por Alberto Oller</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/03/30/o-que-e-superavitdeficit-primario-e-nominal/comment-page-1/#comment-752</link>
		<dc:creator>Alberto Oller</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 20:21:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=198#comment-752</guid>
		<description>Por favor, leiam este artigo do ex-presidente do B.C. Gustavo Franco , que ajuda a esclarecer o porque da imposibilidade do Brasil de reduzir os juros para patamares mais baixos.





Situação fiscal do Brasil é semelhante à da Grécia, afirma ex-presidente do BC
A diferença é que, por ter o maior juro do mundo, o Brasil tem mais facilidade para rolar sua dívida 
30 de agosto de 2011 &#124; 11h 25
Anne Warth e Francisco Carlos de Assis, da Agência Estado
SÃO PAULO - A situação fiscal do Brasil é hoje muito semelhante à da Grécia, avalia o ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco. A diferença, segundo ele, é que, por ter a mais alta taxa básica de juros do mundo, o Brasil tem maior facilidade para rolar sua dívida que a média dos países que formam o chamado grupo dos PIIGS - Portugal, Itália, Irlanda, Espanha e Grécia. Franco se baseia em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). 
VEJA TAMBÉM
Em 2007, a Grécia possuía um nível de dívida com vencimento de curto prazo de 13% do Produto Interno Bruto (PIB), proporção inferior aos números do Brasil, que chegavam a 17,7%. Mesmo em 2011, o Brasil ainda possui uma dívida de curto prazo equivalente a 16,9% do PIB, nível superior ao da Grécia, de 16,6%. 
A maior diferença entre Brasil e Grécia, segundo o FMI, residia no déficit nominal, que em 2007 correspondia a 6,7% do PIB grego - e neste ano aumentou para 7,4%, enquanto o déficit nominal brasileiro, que era de 2,7% do PIB em 2007, caiu para 2,4% neste ano. Somados o déficit nominal e a dívida a vencer no curto prazo, que correspondem à necessidade de financiamento do setor público, em 2007 o endividamento da Grécia era de 19,7% do PIB e o do Brasil alcançava 20,4%. Em 2011, a situação se inverteu, com a dívida grega aumentando para 24% do PIB e a do Brasil caindo para 19,3%.
&#039;Rolagem de dívida pode se tornar todo o problema&#039;
&quot;No decorrer do tempo, nos acostumamos a ignorar essa história da rolagem da dívida porque é algo meio automático. A gente não presta atenção, não vê que isso é um problema. Basta olhar o que a Grécia está passando nos dias de hoje para ver que, às vezes, a rolagem da dívida pode se tornar todo o problema&quot;, afirmou Franco. &quot;A dívida é déficit acumulado. São as nossas irresponsabilidades acumuladas no passado e que não vão desaparecer.&quot;
Na avaliação de Franco, o endividamento de curto prazo é uma das explicações para que o Brasil mantenha uma taxa de juros tão elevada, bem acima da média mundial. &quot;Os juros opressivamente altos que temos no Brasil têm a ver com esse custo de um sistema de rolagem de dívida que faz com que nós, brasileiros, carreguemos um montante de dívida do governo que não gostaríamos de carregar em condições normais&quot;, disse.
De acordo com o Franco, isso ficou claro em 2009 e 2010, quando o BC não pôde reduzir a Selic além dos 8,75% ao ano para impedir uma corrida dos recursos aplicados em títulos públicos para a caderneta de poupança e para a Bolsa de Valores. &quot;Vimos os perigos de o dinheiro fugir para a caderneta de poupança e aí ele entraria num circuito meio viciado de crédito subsidiado e fundings regulatórios subsidiados&quot;, afirmou. &quot;Veríamos o dinheiro saindo do financiamento dos títulos públicos e indo para a bolsa e outras aplicações. Provavelmente o Brasil não conseguiria rolar 17% do PIB todo ano se não tivesse uma taxa de juros muito alta.&quot;
Juros altos são o preço de despesas e impostos elevados
Franco explica que, para reduzir os juros, a situação fiscal do País deveria estar em condições muito melhores. &quot;Aqui começamos a ver a importância dessa jabuticaba, os juros altos, que não entendemos bem&quot;, disse. O economista considera que os juros altos são o preço que o Brasil paga por não ter uma política de austeridade fiscal. &quot;A dívida de hoje são os impostos de amanhã. A menos que usemos truques e bruxarias, os juros que pagamos hoje são o preço de não baixarmos os impostos e as despesas, empurrando o problema para as mãos daqueles que estão ausentes na discussão política: nossas futuras gerações&quot;, afirmou.
Segundo o ex-presidente do BC, a situação é agravada pelo fato de o Brasil não possuir, politicamente, uma maturidade para apresentar um orçamento claro e realista a respeito das receitas e despesas. &quot;Se tivéssemos um orçamento realista, a avaliação seria feita corretamente, considerando o quanto custa ter aspirações em matéria de gastos superiores ao que a sociedade quer pagar de impostos.&quot;
Para Franco, a questão sobre o endividamento e a taxa de juros se assemelha à antiga correção monetária, que está para a inflação assim como o BNDES está para a taxa de juros. &quot;É a falsa solução. Não resolve o problema. Na hiperinflação, a gente não podia fazer mais e melhor que a correção monetária para eliminar o problema da inflação e neutralizá-la completamente, assim como o BNDES nunca será do tamanho da economia para resolver o problema sozinho. A correção monetária, tal como o BNDES, é seletiva. E essa seletividade também tem lá seus defeitos.&quot;
Na opinião de Franco, a crise internacional, que evidencia uma exaustão fiscal em diversos países, pode contribuir para que esse debate seja feito no País. &quot;Não se criou ainda o impulso político para arrumar as contas fiscais, movimento que deve abrir a janela para reduzir os juros&quot;, afirmou. &quot;Talvez o próprio contexto internacional, onde a exaustão fiscal parece ser um bom título para o problema internacional, nos arraste para uma execução fiscal mais madura e organizada.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor, leiam este artigo do ex-presidente do B.C. Gustavo Franco , que ajuda a esclarecer o porque da imposibilidade do Brasil de reduzir os juros para patamares mais baixos.</p>
<p>Situação fiscal do Brasil é semelhante à da Grécia, afirma ex-presidente do BC<br />
A diferença é que, por ter o maior juro do mundo, o Brasil tem mais facilidade para rolar sua dívida<br />
30 de agosto de 2011 | 11h 25<br />
Anne Warth e Francisco Carlos de Assis, da Agência Estado<br />
SÃO PAULO &#8211; A situação fiscal do Brasil é hoje muito semelhante à da Grécia, avalia o ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco. A diferença, segundo ele, é que, por ter a mais alta taxa básica de juros do mundo, o Brasil tem maior facilidade para rolar sua dívida que a média dos países que formam o chamado grupo dos PIIGS &#8211; Portugal, Itália, Irlanda, Espanha e Grécia. Franco se baseia em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).<br />
VEJA TAMBÉM<br />
Em 2007, a Grécia possuía um nível de dívida com vencimento de curto prazo de 13% do Produto Interno Bruto (PIB), proporção inferior aos números do Brasil, que chegavam a 17,7%. Mesmo em 2011, o Brasil ainda possui uma dívida de curto prazo equivalente a 16,9% do PIB, nível superior ao da Grécia, de 16,6%.<br />
A maior diferença entre Brasil e Grécia, segundo o FMI, residia no déficit nominal, que em 2007 correspondia a 6,7% do PIB grego &#8211; e neste ano aumentou para 7,4%, enquanto o déficit nominal brasileiro, que era de 2,7% do PIB em 2007, caiu para 2,4% neste ano. Somados o déficit nominal e a dívida a vencer no curto prazo, que correspondem à necessidade de financiamento do setor público, em 2007 o endividamento da Grécia era de 19,7% do PIB e o do Brasil alcançava 20,4%. Em 2011, a situação se inverteu, com a dívida grega aumentando para 24% do PIB e a do Brasil caindo para 19,3%.<br />
&#8216;Rolagem de dívida pode se tornar todo o problema&#8217;<br />
&#8220;No decorrer do tempo, nos acostumamos a ignorar essa história da rolagem da dívida porque é algo meio automático. A gente não presta atenção, não vê que isso é um problema. Basta olhar o que a Grécia está passando nos dias de hoje para ver que, às vezes, a rolagem da dívida pode se tornar todo o problema&#8221;, afirmou Franco. &#8220;A dívida é déficit acumulado. São as nossas irresponsabilidades acumuladas no passado e que não vão desaparecer.&#8221;<br />
Na avaliação de Franco, o endividamento de curto prazo é uma das explicações para que o Brasil mantenha uma taxa de juros tão elevada, bem acima da média mundial. &#8220;Os juros opressivamente altos que temos no Brasil têm a ver com esse custo de um sistema de rolagem de dívida que faz com que nós, brasileiros, carreguemos um montante de dívida do governo que não gostaríamos de carregar em condições normais&#8221;, disse.<br />
De acordo com o Franco, isso ficou claro em 2009 e 2010, quando o BC não pôde reduzir a Selic além dos 8,75% ao ano para impedir uma corrida dos recursos aplicados em títulos públicos para a caderneta de poupança e para a Bolsa de Valores. &#8220;Vimos os perigos de o dinheiro fugir para a caderneta de poupança e aí ele entraria num circuito meio viciado de crédito subsidiado e fundings regulatórios subsidiados&#8221;, afirmou. &#8220;Veríamos o dinheiro saindo do financiamento dos títulos públicos e indo para a bolsa e outras aplicações. Provavelmente o Brasil não conseguiria rolar 17% do PIB todo ano se não tivesse uma taxa de juros muito alta.&#8221;<br />
Juros altos são o preço de despesas e impostos elevados<br />
Franco explica que, para reduzir os juros, a situação fiscal do País deveria estar em condições muito melhores. &#8220;Aqui começamos a ver a importância dessa jabuticaba, os juros altos, que não entendemos bem&#8221;, disse. O economista considera que os juros altos são o preço que o Brasil paga por não ter uma política de austeridade fiscal. &#8220;A dívida de hoje são os impostos de amanhã. A menos que usemos truques e bruxarias, os juros que pagamos hoje são o preço de não baixarmos os impostos e as despesas, empurrando o problema para as mãos daqueles que estão ausentes na discussão política: nossas futuras gerações&#8221;, afirmou.<br />
Segundo o ex-presidente do BC, a situação é agravada pelo fato de o Brasil não possuir, politicamente, uma maturidade para apresentar um orçamento claro e realista a respeito das receitas e despesas. &#8220;Se tivéssemos um orçamento realista, a avaliação seria feita corretamente, considerando o quanto custa ter aspirações em matéria de gastos superiores ao que a sociedade quer pagar de impostos.&#8221;<br />
Para Franco, a questão sobre o endividamento e a taxa de juros se assemelha à antiga correção monetária, que está para a inflação assim como o BNDES está para a taxa de juros. &#8220;É a falsa solução. Não resolve o problema. Na hiperinflação, a gente não podia fazer mais e melhor que a correção monetária para eliminar o problema da inflação e neutralizá-la completamente, assim como o BNDES nunca será do tamanho da economia para resolver o problema sozinho. A correção monetária, tal como o BNDES, é seletiva. E essa seletividade também tem lá seus defeitos.&#8221;<br />
Na opinião de Franco, a crise internacional, que evidencia uma exaustão fiscal em diversos países, pode contribuir para que esse debate seja feito no País. &#8220;Não se criou ainda o impulso político para arrumar as contas fiscais, movimento que deve abrir a janela para reduzir os juros&#8221;, afirmou. &#8220;Talvez o próprio contexto internacional, onde a exaustão fiscal parece ser um bom título para o problema internacional, nos arraste para uma execução fiscal mais madura e organizada.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Mas o que são os pontos da Bolsa, afinal? por ADRIANO</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/01/05/mas-o-que-sao-os-pontos-da-bolsa-afinal/comment-page-1/#comment-749</link>
		<dc:creator>ADRIANO</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 16:50:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=6#comment-749</guid>
		<description>SIMPLES E OBJETIVA!!! MTO BOA...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SIMPLES E OBJETIVA!!! MTO BOA&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Entenda a importância do IPCA por Thiago Dantas</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2011/07/06/entenda-a-importancia-do-ipca/comment-page-1/#comment-748</link>
		<dc:creator>Thiago Dantas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 14:35:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=562#comment-748</guid>
		<description>É curioso pensar que fatores como empregabilidade, desenvolvimento e poder de compra estejam tão intrinsecamente ligados. 

Belo texto e, como já disseram, muito esclarecedor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É curioso pensar que fatores como empregabilidade, desenvolvimento e poder de compra estejam tão intrinsecamente ligados. </p>
<p>Belo texto e, como já disseram, muito esclarecedor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Com que dólar você vai? por Ricardo</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/02/08/com-que-dolar-voce-vai/comment-page-1/#comment-747</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 00:27:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=69#comment-747</guid>
		<description>Olá Paula, irei ao exterior a trabaho, tenho a opição de receber uma certa quantia na minha na conta todo mês já convertido em real ou receber tudo todo mês lá (8 mês), qual seria a melhor transação?

muito obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Paula, irei ao exterior a trabaho, tenho a opição de receber uma certa quantia na minha na conta todo mês já convertido em real ou receber tudo todo mês lá (8 mês), qual seria a melhor transação?</p>
<p>muito obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O trio LFT;LTN;NTN por Roseline</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/2010/01/26/o-trio-lftltnntn/comment-page-1/#comment-746</link>
		<dc:creator>Roseline</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 15:29:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.estadao.com.br/descomplicador/?p=43#comment-746</guid>
		<description>Olá!

é interessante investir em CDB de longo prazo (5 anos com 100% do CDI) no cenario economico atual?
grata

Rosilene</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>é interessante investir em CDB de longo prazo (5 anos com 100% do CDI) no cenario economico atual?<br />
grata</p>
<p>Rosilene</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

