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Entenda a importância do IPCA

6 de julho de 2011 | 19h22

Nívea Terumi

Conhecido como o indicador oficial de inflação no País, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) funciona como uma régua do Banco Central para avaliar como está o comportamento dos preços em relação à meta anual do País, atualmente em 4,5%. Essa meta tem um piso (2,5%) e um teto (6,5%) que estabelece até que ponto a inflação pode ser considerada acomodada, sob controle, ou fora do prumo.

Se ocorrer, por exemplo, um aumento sistemático de preços que leve o IPCA a ter uma alta acumulada em 12 meses muito próxima do teto da meta, o Banco Central, como guardião do poder de compra do brasileiro, deve intervir para controlar a escalada de preços. O meio mais usado pelo BC para fazer isso é o aumento da taxa básica de juros. O efeito esperado da elevação da chamada Selic é a retração da economia: como comprar acaba ficando mais caro, especialmente a prazo, a demanda diminui e a oferta aumenta, o que devolve a inflação para níveis aceitáveis.

O desafio do BC é usar esse instrumento de política monetária sem comprometer muito a geração de empregos no País, pois a alta do juro também encarece os investimentos das empresas, além de piorar a perspectiva em consumo mais forte no futuro.

Dentre as muitas razões para a alta de preços em uma economia é possível citar aquela gerada por choque de oferta. Quando um produto de peso relevante na economia sofre uma quebra de safra (feijão) ou uma crise internacional (petróleo) o IPCA como um todo é impactado e a inflação pode se disseminar para outros itens importantes para a população como alimentação fora de casa no primeiro caso e transportes no segundo exemplo.

Há também a pressão de demanda. Nesse caso a população desenvolve um movimento de consumo de um item ou categoria específico que supera a capacidade da oferta de atender esse ímpeto, o que resulta em aumento de preços. Outro exemplo importante é gerado pelo próprio governo. Se houver mais gastos do que arrecadação, a União pode ter que emitir dinheiro para fazer frente a seus compromissos. Ao elevar a quantidade de moeda em circulação, a tendência é que essa moeda se desvalorize e os produtos e serviços passem a custar mais.

O IPCA é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como base em uma coleta mensal de preços junto a estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, bem como concessionárias de serviços públicos e domicílios (para levantamento de aluguel e condomínio).

A base de pesquisa envolve famílias com rendimentos mensais compreendidos entre 1 e 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos, e residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, Brasília e município de Goiânia.

O universo de preços coletados é dividido em 9 grupos: Alimentação e Bebidas; Habitação; artigos de Residência; Vestuário; Transportes; Saúde e Cuidados Pessoais; Despesas pessoais; Educação e Comunicação. Cada um desses grupos se desdobra em itens e subitens que você terá acesso agora mensalmente por meio dessa ferramenta. Acompanhe aqui e veja também o desempenho de outros índices no Radar da Inflação.

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Bons pagadores x maus pagadores

10 de junho de 2011 | 14h52

Nívea Terumi

Quando o assunto é crédito, o ditado “os bons pagam pelos maus” é quase sempre válido. O cliente que decide pagar sua compra a prazo se depara com uma taxa de juros em que está embutido o risco de calote baseado no histórico de maus pagadores do estabelecimento. Por exemplo, ao comprar uma geladeira em 24 parcelas, o juro incidente é o mesmo para aquele consumidor que paga todas as prestações em dia e aquele que atrasa ou mesmo nunca chega a pagar a dívida.

Esse é o principal argumento dos defensores do chamado Cadastro Positivo, um sistema que acumula informações sobre o histórico de pagamento do consumidor para avaliar seu perfil, que, após oito anos em tramitação no Congresso, foi finalmente sancionado pela presidente Dilma Rousseff. Com esse cadastro, o histórico do cliente é que determinará qual a taxa de juros que ele “merece”. Se tiver um passado de calotes, pagará mais para conseguir crédito, já que o risco de ele não cumprir suas obrigações financeiras é bem maior.

A lei aprovada pela presidente dispõe algumas limitações para esse sistema. A mais importante é que o consumidor terá a opção de escolher se quer ou não ter suas informações inseridas no cadastro. Se decidir ter seu histórico compartilhado, poderá se beneficiar de taxas mais competitivas dependendo de seu perfil. Isso vale para clientes de bancos, comércio e financeiras.

Conversei com a professora do MBA Executivo da Faap, Lucimara Souza Makhoul, que trabalha há muitos anos na área de avaliação de risco de crédito. Para ela, a aprovação do Cadastro Positivo demonstra que a economia brasileira está mais madura, oferecendo espaço para o crescimento do crédito com maior segurança.

A professora lembra que em países como os Estados Unidos, Chile, México e Alemanha o cadastro já existe há vários anos, tendo como consequência o aumento da oferta de crédito nessas economias.

Já os críticos da iniciativa apontam que grandes instituições, como bancos e redes de varejo, sempre tiveram um banco próprio de dados sobre seus clientes, e que isso nunca foi usado para premiar os bons pagadores com juros menores. Diante disso, há um certo ceticismo quanto ao efeito do Cadastro Positivo no bolso do consumidor. Outro fator levantado é que, mesmo que exista a opção de estar ou não cadastrado, aquele que escolhe ficar fora do registro poderá sofrer indiretamente com a desconfiança da instituição.

Na visão do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a lei aprovada não é suficiente. A entidade considera de extrema importância que seja criado um órgão de supervisão das informações do cadastro, para que os dados sejam protegidos de forma sistemática.

(Post atualizado em 14/06/2011 às 15h05)

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Nacionalidade nas instituições internacionais?

19 de maio de 2011 | 8h43

Nívea Terumi

renúncia do diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, coloca em discussão a nacionalidade de seu sucessor à frente da instituição. Os europeus, liderados pela chanceler alemã Angela Merkel, querem a manutenção de um representante da região na entidade. Já representantes de outras nacionalidades pedem a indicação de um nome vindo das nações emergentes para o cargo.

Apesar de não ser uma regra oficializada, desde a criação do FMI, pouco antes do fim da 2ª Guerra Mundial, em 1944, seu principal executivo é preferencialmente um europeu. A convenção ocorreu de um acordo informal entre os países da Europa e os Estados Unidos sobre as novas instituições internacionais criadas para mediar as relações econômicas entre os Estados. Nesse acordo, para os americanos, ficou a liderança do Banco Mundial (Bird).

Na definição de uma nova ordem política mundial pós-conflito, ficou estabelecido que ao FMI caberia o papel de manter a estabilidade econômica por meio do monitoramento das taxas de câmbio e dos balanços de pagamentos. Em caso de desequilíbrio em algum país, o Fundo seria responsável por ajudar no ajuste financeiramente. Já o Banco Mundial teria a incumbência de emprestar dinheiro aos países para incentivar o desenvolvimento e o investimento internacional.

A questão é que tudo isso foi definido lá atrás, há mais de meio século, quando a situação dos países era muito diferente da atual. O aumento da importância política e econômica das nações então consideradas periféricas já não permite que os assuntos internacionais sejam tratados sem a presença de todos. E, assim, as instituições internacionais, que antes eram majoritariamente norte-americanas ou europeias, poderão ganhar novas nacionalidades, como mexicanas, turcas, sul-africanas…

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As agências de risco e seus ratings

20 de abril de 2011 | 15h11

Nívea Terumi

Foi após a crise financeira de 2008, quando diversos bancos e instituições financeiras respeitadas dos Estados Unidos quebraram, que elas entraram no foco de interesse das autoridades e da sociedade em geral. As agências de classificação de risco têm como ganha-pão a concessão de ratings – ou classificações – a empresas, governos ou qualquer entidade que emita títulos para serem negociados no mercado. Essas classificações são a opinião da agência sobre a capacidade do emissor desses títulos de honrar seus compromissos com os investidores.

Como se trata de uma opinião, a credibilidade da nota depende em igual proporção à credibilidade da própria agência. Quanto mais respeitada for, mais considerados serão os ratings concedidos por ela. Moody´s, Standard&Poor´s e Fitch, todas norte-americanas, estão entre as mais importantes.

As classificações são reavaliadas periodicamente e podem sofrer tanto os chamados upgrades como downgrades. E cada agência possui seu próprio sistema, dependendo do grau de risco. Esse trabalho é particularmente interessante quando aplicado ao risco dos títulos de dívida soberana dos países, ou seja, sobre a capacidade de solvência de um governo e o risco de ele cometer default (o famoso calote da dívida).

Para você ter uma ideia de como isso está organizado, montamos uma tabela (veja no início deste post) que compara as principais classificações das agências. Essas definições de graus de risco podem variar entre cada uma delas, assim como os critérios utilizados. (Em negrito, as classificações que os papéis soberanos do Brasil têm atualmente.)

Vale lembrar também que as agências colocam uma “perspectiva” sobre o rating emitido, que pode ser positiva, estável ou negativa. Ou seja, ela dá dicas sobre o que pode ocorrer com aquele papel num futuro próximo. Por exemplo, a S&P divulgou em abril deste ano que colocou em perspectiva negativa a classificação AAA dos papéis da dívida norte-americana, alegando que o desencontro de opiniões entre os dois principais partidos do país sobre o endividamento dos EUA pode impedir a recuperação de sua economia Mais tarde, em agosto, os Estados Unidos sofreram o rebaixamento da avaliação de risco de seu crédito de longo prazo. A nota de risco de crédito dos EUA da agência Standard & Poor”s passou de AAA – a avaliação mantida nos últimos 70 anos e a mais elevada do ranking – para AA+.

Aqui no Brasil, após muitos anos pagando com juros altos os calotes dados na década de 80, o País recebeu, em 2008, o grau de investimento da S&P, ou seja, seus papéis passaram a ser recomendados como seguros em termos de qualidade de crédito. A Fitch e a Moody´s seguiram a decisão e concederam o upgrade no rating brasileiro em 2008 e 2009, respectivamente.

Ainda tem dúvidas? Escreva!

(Tabela do post atualizada no dia 17/11/2011 às 19h30)

Os títulos do agronegócio

10 de março de 2011 | 10h00

Nívea Terumi

Entra safra, sai safra e a luta do produtor brasileiro continua na busca por formas de se capitalizar. Uma modalidade que tem ampliado o acesso do campo ao crédito nos últimos anos é o crédito agrícola por meio de títulos financeiros, alternativa ao empréstimo tradicional.

Nessa seara, a Cédula do Produtor Rural, a CPR, criada em 1994, é a opção mais antiga e conhecida. Esse título permite que o produtor venda sua safra com antecedência a um investidor privado, para que consiga comprar os insumos necessários ao plantio.

Como explica o analista de agronegócio da consultoria MB Agro, José Carlos Hausknecht, esses títulos podem ser tanto negociados diretamente entre produtor e financiador, como por meio de uma instituição financeira. O produtor (ou associação de produtores, cooperativas e empresas agropecuárias) emite a cédula com registro em cartório e o financiador (ou credor) fica com esse título, que pode ser liquidado após a safra em dinheiro ou em produto. Vale lembrar que o financiador pode ser tanto uma empresa como pessoa física.

No final de 2004, o governo brasileiro sancionou uma lei que criou novos títulos para o agronegócio. São eles: Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), Certificado de Depósito Agropecuário/Warrant Agropecuário (CDA/WA), Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA).

 Apesar da ‘sopa de letras’ parecer confusa, basicamente, esses títulos permitem ao produtor acessar o mercado de capitais para financiar sua safra de forma sistematizada. Isso porque eles são necessariamente intermediados por uma instituição financeira – o banco -, que os coloca no mercado como um novo produto lastreado em uma garantia do produtor. Assim, um conjunto de CPRs pode ser colocado no mercado com a garantia do banco.

A vantagem desse sistema é que, se por um acaso a safra não for boa e o produtor não conseguir entregar o volume que esperava colher, por exemplo, o financiador não será penalizado, já que o banco garantiu a ele a entrega do valor combinado. Para a instituição financeira, a vantagem é a margem que ela cobra sobre essas transações.

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Petróleo WTI e Brent: qual a diferença?

4 de março de 2011 | 15h18

Nívea Terumi

Com a intensificação dos conflitos nos países do Oriente Médio, temos visto com frequência no noticiário a escalada dos preços do petróleo. Geralmente, essas notícias trazem informações sobre o preço do petróleo tipo WTI e também do tipo Brent. Mas você sabe qual a diferença entre eles?

Conversei com o economista da consultoria LCA, Homero Guizzo, para saber por que existem esses dois tipos de cotação da commodity. Basicamente, o WTI (West Texas Intermediate) é o petróleo comercializado na Bolsa de Nova York, e se refere ao produto extraído principalmente na região do Golfo do México.

Já o Brent é comercializado na Bolsa Londres, tendo como referência tanto o petróleo extraído no Mar do Norte como no Oriente Médio. Por esse motivo, o Brent é referência de valor para a commodity no mercado europeu e o WTI, no mercado americano.

Mas as diferenças vão além da geografia. Como explica Guizzo, há diferenças também no grau de leveza desses petróleos. O WTI é mais leve e, portanto, mais fácil de ser refinado, o que geralmente confere um preço mais alto em relação ao Brent.

Atualmente, o Brent está mais caro que o WTI, mas é preciso lembrar que outros fatores influenciam as cotações, principalmente a situação geopolítica dos principais países produtores, como está ocorrendo agora nos países árabes.

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Para que serve o Relatório Focus?

3 de março de 2011 | 14h42

Nívea Terumi

O Banco Central decidiu ontem, na segunda reunião do ano do Comitê de Política Monetária, o Copom, a nova taxa referencial de juros da economia. A decisão foi pelo aumento da taxa básica em meio ponto porcentual, o que levou a Selic a 11,75% ao ano.

Antes de tomar essa decisão, o BC considerou vários aspectos da economia, entre eles a expectativa do mercado. E o Relatório Focus (também conhecido por pesquisa Focus) é a forma com que os agentes financeiros – bancos, corretoras e outras instituições cadastradas no sistema do BC – ‘conversam’ com o Banco Central. Essa pesquisa é feita semanalmente pelo BC para saber o que os agentes esperam dos principais indicadores da economia, principalmente os de inflação.

Divulgada sempre às segundas-feiras, a pesquisa  Focus é importante para o BC poder acompanhar de perto as expectativas do mercado, que são uma das bases do sistema de metas para a inflação, adotado pelo País desde 1999. Nesse sistema, o BC se compromete com uma meta de inflação (medida pelo IPCA) definida pelo governo para o ano, respeitando uma margem de tolerância para cima ou para baixo. No Brasil, quem define essa meta é o Conselho Monetário Nacional (CMN), ligado ao Ministério da Fazenda e composto pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central.

Para este ano, a meta do governo é de 4,5%, com tolerância de dois pontos porcentuais, ou seja, entre 2,5% e 6,5%.  (Caso o BC não cumpra essa meta, o presidente da autoridade monetária – atualmente, o presidente do BC é Alexandre Tombini – precisa escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda dando explicações sobre o motivo do não cumprimento dela.)

Apesar de relativamente novo, esse sistema tem tido êxito em controlar o avanço dos preços no Brasil, que possui um passado recente de inflação crônica. E a pesquisa Focus é uma peça importante para manter alinhadas as expectativas do mercado sobre o rumo da economia e o trabalho do BC de manter a inflação sob controle.

Mudança no blog

18 de fevereiro de 2011 | 20h29

Pessoal, após um ano sob a competente produção da jornalista Paula Pavon este blog passa agora ser editado pela jornalista Nívea Terumi.  Envie  sugestões de temas que você gostaria de ver ‘descomplicados’ neste espaço. Até breve.

João Caminoto

Editor do site Economia & Negócios

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Como funciona a política para o salário mínimo?

15 de fevereiro de 2011 | 18h36

A disputa em torno do valor do salário mínimo parece não ter fim. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a falar sobre o assunto e afirmou que o mínimo de R$ 600 teria um impacto de R$ 16,5 bilhões no Orçamento. Logo em seguida deputados do DEM criticaram o ministro: ‘O Mantega não convence ninguém. Até o Nelson Barbosa foi melhor. Ninguém consegue explicar para a gente porque não dá para subir um pouco mais’, disparou o líder do DEM, ACM Neto (BA). Veja mais aqui.

A discussão em torno do mínimo não vem de hoje. Reportagem publicada pela Reuters mostra que o salário mínimo foi criado em 1936 pelo presidente Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954) e passou a vigorar em 1940. Além disso, tradicionalmente, o salário mínimo era reajustado em maio, para coincidir com o Dia do Trabalho. No governo Lula, o pagamento do reajuste foi sendo adiantado paulatinamente até que, em 2010, chegou a janeiro.

Saiba mais sobre como funciona a política para o salário mínimo aqui.

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Quem é quem no mercado de fundos de investimentos

9 de fevereiro de 2011 | 19h01

Administrador: responsável pelo funcionamento do fundo. Controla os prestadores de serviços e defende os interesses dos cotistas

Gestor: responsável pela compra e venda de ativos do fundo (gestão), seguindo objetivos e política de investimento estabelecida no regulamento

Custodiante: responsável pela ‘guarda’ dos ativos do fundo. Responde pelos dados e envio de informações dos fundos para os gestores e administradores

Distribuidor: responsável pela venda das cotas do fundo. Pode ser o próprio administrador ou terceiros contratados por ele.

Ainda tem dúvidas? Confira o 2º programa da série ‘Conheça seu Gestor’ (vídeo) aqui

e tem também o site da Anbima, que traz informações sobre o tema (confira!)

Lista de Links >>

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