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Daniel Piza

12.agosto.2011 11:49:44

Mãe

Durante os mais de três anos desde que descobriu que tinha hepatite C, contraída numa transfusão de sangue em 1964, quando a doença nem sequer tinha sido caracterizada, minha mãe jamais se fez de vítima, jamais disse algo remotamente parecido com “que azar o meu” ou amaldiçoou seu destino. Enfrentou tudo como sempre enfrentou tudo na vida: com fibra, resignação, teimosia, sem sentimentalismo ou escapismo. Foi aos médicos, tomou as injeções, passou por três cirurgias. A doença e o tratamento lhe tiraram a mobilidade e ela ficava sentada vendo House e as novelas na TV, lendo jornal, falando horas ao telefone com as amigas e irmãs; mas sua maior alegria era ver os netos, depois dos quais se tornou mais suave e relaxada, e ao menos eles a puderam visitar no quarto nos últimos dias, apesar de sua consciência – antes sempre tão alerta – começar a faltar, sob efeito da encefalopatia e dos remédios.

Edith (com “th”, como a Piaf) morreu aos 72 anos na última segunda-feira, depois de seis semanas de hospital (Santa Catarina, que a tratou com excelência), e deixou no marido, nos quatro filhos homens e nos dez netos uma sensação de ausência previsível, mas para a qual nunca existe “preparo”. Ninguém está preparado para perder uma parte de si, e Edith estava sempre presente. Não fui criado para pensar na mulher como “sexo frágil” porque ela era o oposto disso. Era das melhores alunas do Pasteur e, depois, da História Natural na USP; foi professora de ciências na rede pública, em escolas como Lasar Segall, e mais tarde foi estudar Pedagogia para se tornar diretora; no começo, pagava a maior parte das contas, enquanto meu pai começava na medicina; aposentada, foi ajudá-lo na administração do hospital (Casa Verde). Nunca tinha preguiça e nunca deixou de dividir tudo com ele, parceira fiel.

Tinha temperamento difícil, como seu pai, Alfio Schievano, de quem pegou o gosto por óperas italianas (Puccini, Donizetti), mas tinha inteligência, responsabilidade e caráter raros, era mais orgulhosa que vaidosa – embora tão bonita – e demonstrava muito carinho com sobrinhos e afilhados. Como sua mãe, Antonieta, e suas irmãs, gostava de juntar a família, de aglutinar todos à mesa nas datas festivas ou, como fizemos tantas vezes entre 1975 e 1985, na chácara lotada também de amigos. Nos últimos anos, gostava muito de nos visitar aos domingos, e só me lembro de se queixar da restrição médica ao sal. Ao contrário do sal, como ela dizia, “personalidade é melhor sobrar do que faltar”. Agora, não mais suas almôndegas, não mais suas opiniões, não mais sua força – apenas as memórias e o exemplo que elas vão sempre evocar. Descanse, mãe. E muito obrigado.

comentários (161) | comente

161 Comentários Comente também
  • 12/08/2011 - 11:59
    Enviado por: Roberto

    Olá
    Não te conheço pessoalmente, mas te sigo quando publicas algo, nem sempre concordando, mas sempre admirando o estilo e a inteligência.
    Um abraço neste momento de tristeza.
    Roberto

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  • 12/08/2011 - 12:00
    Enviado por: André Felipe

    Amigo Daniel,

    meus sinceros sentimentos à toda a sua família.

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  • 12/08/2011 - 12:41
    Enviado por: Monica Salles

    Olá Daniel,
    Lindo retrato de sua mãe que você pintou com a escrita. O amor se transforma e, difícil para nós, do Ocidente, receber esta transformação de uma forma natural. Mas nada como o tempo, este amigo que nos acalenta aos poucos. Que esta força, com a qual você a descreveu, também esteja presente em sua vida e na vida de sua família. E que o amor que ela deixou, como só as mães sabem, conforte os seus corações todos os dias!
    Um abraço!
    Monica

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  • 12/08/2011 - 12:53
    Enviado por: luiz fernando De Lellis

    Senhor Piza
    Fiquei comovido e imensamente satisfeito com tanta força e despreendimento da Sra Edith e de voce. São assuntos dificeis de serem abordados sem um pouco de emoção. Mas como disse Lya Lufft para Fernando Verisimo ao perder sua mãe Dona Mafalda que faleceu com 90 anos de idade” Passado choque da morte, a ausência física, a pessoa querida que partiu passa a ocupar sua nova residência que é o coração de todos voces” vai permanecer eternamente viva na memória de todos que a conheceram.
    Um grande abraço
    Luiz Fernando

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  • 12/08/2011 - 13:22
    Enviado por: Alex

    Caro Daniel,

    Meus sentimentos a você e toda família nesse momento difícil.

    Abraço,

    Alex

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  • 12/08/2011 - 13:23
    Enviado por: Flavia

    Querido Dani, seu texto descreve bem como ela era. Mas ela não deixou apenas nos netos, nos filhos e no marido esse vazio dolorido. Deixou em mim também, “última” nora, chega há pouco na família Piza. Lembro de perguntar a ela como ela fazia para manter a família tão unida e receber como resposta um levantar de sobrancelhas e um sorriso malicioso. O segredo não revelado talvez estivesse no interesse infinito sobre o nosso dia a dia. Atendeu aos nossos gostos até os últimos dias, quando me mandou uma torta de limão após eu ter confessado que estava com vontade de comê-la. Gestos que ficam para sempre, na lembrança e no coração. E que servirão para que eu repita, um dia, com meus filhos. Muita falta ela faz
    Com afeto,
    Flávia

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  • 12/08/2011 - 13:56
    Enviado por: Ezequiel-SP

    Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro,
    impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
    O barco, impulsionado pela força dos ventos,
    vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

    Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco
    na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

    Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará:
    “já se foi”.
    Terá sumido?
    Evaporado?
    Não, certamente.
    Apenas o perdemos de vista.
    O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade
    que tinha quando estava próximo de nós.
    Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
    O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.

    Mas ele continua o mesmo.
    E talvez, no exato instante em que alguém diz:
    “já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar:
    “lá vem o veleiro” !!!
    Assim é a morte.

    Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro,
    e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos:
    “já se foi”.
    Terá sumido?
    Evaporado?
    Não, certamente.
    Apenas o perdemos de vista.

    O ser que amamos continua o mesmo,
    suas conquistas persistem dentro do mistério divino.

    Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita.
    E é assim que, no mesmo instante em que dizemos:
    “já se foi”, no além, outro alguém dirá :
    “já está chegando”.
    Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.

    Na vida, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos,
    até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.

    A vida é feita de partidas e chegadas.
    De idas e vindas.
    Assim, o que para uns parece ser a partida,
    para outros é a chegada.

    Assim, um dia, todos nós partimos como seres imortais
    que somos todos nós ao encontro daquele que nos criou.

    Henry Sobel, por ocasião da morte de Mário Covas
    Música: Ennio Morricone * Cera Una Volta Il West

    Desculpe-me pelo plágio, mas é o que eu sinto.

    Abraços

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  • 12/08/2011 - 14:06
    Enviado por: Eleno Mendonça

    Daniel
    Só quem perdeu alguém assim tão próximo sabe o que você está sentindo. Sei também do carinho e do amor que você dedicava a sua mãe nas tantas conversas que tivemos. A gente deveria ter a cultura de que esse é um processo natural. Mas por mais que seja previsível, ainda mergulhamos de forma inevitável num estado que parece não ter fim. Mas tenha calma e serenidade que isso acaba sendo substituído por uma infinda corrente diária de lembranças, apenas as boas, tenha absoluta certeza. Meus sinceros sentimentos e força. Eleno

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  • 12/08/2011 - 14:20
    Enviado por: Raimundo

    Meus sentimentos.

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  • 12/08/2011 - 14:28
    Enviado por: Sergio Gomes

    Meus sentimentos à toda família, espero que a força descrita nas suas palavras permaneça entre todos.

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  • 12/08/2011 - 14:34
    Enviado por: giuseppebrasil

    Daniel,
    meus sentimentos pela sua grande perda
    giuseppe ferrua

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  • 12/08/2011 - 14:49
    Enviado por: Paraná

    Piza, em nome meu e de minha família, os nossos mais profundos sentimentos. Guarde tudo que se lembra da sua querida mãe. Mãe é como aquele cordão do relógio que badala dia-e-noite, quando não está no meio está do lado direito ou do lado esquerdo.
    Força amigo a você e aos seus. Deus é grande e saberá propocionar-lhes muitas alegrias.

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  • 12/08/2011 - 14:49
    Enviado por: Glauco Martins Guerra

    Daniel,

    Na vida de um estudante de Direito que chegava por aqui lá do interior, ser recebido pela Dona Edith num alegre e delicioso almoço de domingo, mais que um prêmio para este amigo que te escreve, era uma verdadeira sensação de materna acolhida. Meu maior abraço para você e sua maravilhosa família.

    Glauco

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  • 12/08/2011 - 15:04
    Enviado por: Marcio

    Piza,
    Lamento muito a sua perda.
    Mas agora entendo do proque voce s etornou um profissional tao capacitado e etico !
    Tal mae tal filho.

    Marcio

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  • 12/08/2011 - 15:50
    Enviado por: HELTER SKELTER

    Daniel,

    eu sei como é !

    Parece que não vai passar, mas passa,

    e não demora muito,

    e não tenha remorso por não demorar muito.

    Fale muito dela, não economize, não disfarce quando falarem dela,

    enfrente, conclua o assunto…

    siga em frente.

    Vidas valiosas deixam sentimentos como os que você descreveu,

    e isso se perpetua…

    o resto é só matéria.

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  • 12/08/2011 - 16:14
    Enviado por: Elson

    Caro Daniel já perdi o meu pai, mas graças a Deus minha mãe tá comigo até hoje, portanto os meus mais profundos pêsames!!!!!!!!!!!

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  • 12/08/2011 - 16:22
    Enviado por: B.Russell

    Muita forca para voce e toda a familia.

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  • 12/08/2011 - 16:57
    Enviado por: Wilson Baldini Jr.

    Em julho do ano passado, perdi meu pai.

    Até hoje sinto como se não fosse verdade.

    Daniel,

    pode ter certeza de que sua mãe está em você.

    Força

    Grande abraço

    Baldini

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  • 12/08/2011 - 19:03
    Enviado por: Marcelo

    Daniel,
    que bonito retrato de família, e que pena hoje em dia isso ser tão raro. Certamente é mais fácil atravessar um momento como este quando se está próximo daqueles por quem temos verdadeiro amor. Espero que o exemplo de sua mãe tenha contagiado aqueles que com ela conviveram, e que possam prestar a ela uma homenagem reproduzindo em suas próprias vidas os valores que voce expressou no texto.

    Abraços,

    Marcelo

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  • 12/08/2011 - 19:06
    Enviado por: Antonio Bezerra Neto

    Meus mais profundos sentimentos. Perdi minha mãe há anos – era sacrossanta.

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  • 12/08/2011 - 19:36
    Enviado por: Marco A. Bianchi

    Deus esteja com voce e seus familiares.
    Só quem já perdeu a mãe sabe o que você esta passando.
    Minha mãe se foi fazem 12 anos e ainda sinto a sua falta.
    É uma referência que perdemos em vida fisica, mas continuamos espiritualmente.

    Meus sentimentos
    Marco

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  • 12/08/2011 - 19:36
    Enviado por: Marcelo

    Ha anos acompanho as suas colunas,admirando-o pela exuberancia de seus conhecimentos, diversidade de interesses e profundidade das ideias. Sinto realmente muito pela sua perda. Meus sentimentos mais sinceros, Marcelo Delgado. E obrigado pelos seus textos.

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  • 12/08/2011 - 19:36
    Enviado por: telma calil

    Sinto seu sentimento , já que comugo com você a mesma lembrança de minha mãe .Só o tempo apaga a dor da separação , mas não as lembranças . Abraços , meu caro !

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  • 12/08/2011 - 19:46
    Enviado por: Renato Pessanha

    Nunca li nada escrito por vc. Na realidade, o que me tocou foi o tema. O fato de ter perdido também uma excelente mãe – de sangue metade italiano – me chamou a atenção. Isso me tocou o coração, e me comovi profundamente por vc ter exposto seus sentimentos de modo tão grato e tão sincero. Que a Santíssima Virgem a receba na Glória, ela que foi tão cheía de virtudes e de caráter tão íntegro. Elas se entenderão bem, e já devem estar conversando muito sobre seus fihos, um deles o Filho de Deus.
    Abraços e muita serenidade. Renato Pessanha.

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  • 12/08/2011 - 19:57
    Enviado por: edna

    Daniel,as vezes o leio e hoje compartilho sua dor.Com o tempo,a presença dela ,se faz mais distante e a saudade aumenta.É uma saudade doce,cheia de amor.Quanto mais o tempo passa,mais ‘ aqueles conselhos,aquelas celebres frases’ que só elas dissem aos filhos,voltam em nossa lembrança: e diante de nossos percalços,pensamos,quanta sabedoria,mamae,tinha.Ou ainda,agora,entendo aquela frase que minha mãe disse.Força.Que Deus conforte a todos.

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  • 12/08/2011 - 19:57
    Enviado por: Carlos Cecilio

    Uma lágrima, como você mesmo nos diz.

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  • 12/08/2011 - 20:02
    Enviado por: amaury lanna

    Daniel , Sou um pouco mais jovem que sua mãe,tb estudei no Pasteur , meus filhos também e meu pai deve ter sido professor de sua mãe , pois lecionou Geografia para o antigo curso ginasial , por 40 anos , no Liceu.
    Dr Kassab era o Diretor e muito amigo do meu pai.
    Sei bem oque vc deve estar sentindo pois ao perder primeiro minha mãe e depois meu pai , passei por estes tristes momentos.
    Mas sua mensagem pata sua mãe , muito me emocionou.
    Abraços,
    Amaury

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  • 12/08/2011 - 20:03
    Enviado por: MIneiro Caboclo

    Daniel!… boa noite! Que seus olhos vejam lá no fundo do horizonte sua Mãe lhe dando as mãos e juntos aquele abraço gostoso… sonhe isso… nunca se despeça de sua Mãe e sim diga: Mãe vou ali e volto já… para lhe abraçar e a senhora reclamar que demorou tanto… onde foi menino? Você sorri e diz: Mãe cadê minhas almondegas, cadê? Ela estará sempre lhe protegendo e a todos de sua família.
    Um beijo para você, um abraço apertado de amigo, Pai e Avô, que gosta de ver e ler com o coração o escrito na dor e no silêncio de seu sofrimento. Sou filho, sou Pai e Avô e gosto disso: o coração falar sem saber o quê… nos deixa atordoado no mundo sem sem amor para com o próximo. Lembre-se sempre dela… lhe esperando…

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  • 12/08/2011 - 20:33
    Enviado por: Wladimir

    Força Daniel,

    Tenho convicção que a melhor forma de homenagearmos quem amamos é cultivando os bons valores que defenderam durante a vida.

    Paz,

    W.

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  • 12/08/2011 - 20:38
    Enviado por: Dani braga

    Daniel, nao consigo nem pensar na tristeza de perder a mae! Sinto muito por voce e sua familia! Tenho passado dias muito dificeis, com minha mae diagnosticada com um tumor benigno no cerebro, que tera que ser operado! Tenho chorado muito, porque me sinto sem rumo! Minha mae e minha melhor amiga, minha companheira! Por isso procuro forcas nem sei onde para resolver o que or melhor! Mas quero dizer que vou rezar hoje tb por vove, sua familia e sua mae! Fiquem com Deus!

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  • 12/08/2011 - 20:51
    Enviado por: Eden Peixoto

    Obrigado! Lembrei muito da minha mãe, era como a sua.
    Forte abraço.

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  • 12/08/2011 - 21:00
    Enviado por: Luiz Carlos Ramos

    Caro Daniel.
    Aqui vai meu abraço solidário.
    As perdas são sempre tristes. Imagino como você se sente. Ficam as lembranças e os ensinamentos de quem se foi, algo que você continuará carregando e que o ajudará a continuar essa bela carreira de textos.

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  • 12/08/2011 - 21:17
    Enviado por: Jorge

    Daniel Piza !

    Dentro de nós continua a essencia de quem apreciamos e partiu. Continua em nossos filhos, mas vai diluindo.
    Na incerteza, torço para que as coisas sejam como tantos acreditam… e oro….

    Abraço de um leitor que te admira.

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  • 12/08/2011 - 21:25
    Enviado por: Sérgio Roswell Stalker

    SINTO MUITO.

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  • 12/08/2011 - 21:42
    Enviado por: Renato Fernandes

    Daniel

    http://lagrandepoderosa.blogspot.com Força pra você e sua família!

    Grande abs

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  • 12/08/2011 - 22:08
    Enviado por: Joana D'Arc

    Meus sinceros sentimentos…Sei como é passar por isso…
    Mãe é nosso porto, nosso aeroporto, nosso lugar para
    voltar…Quando perdi a minha, perdi minha referência.
    Que Deus fortaleça a todos da família.

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  • 12/08/2011 - 22:08
    Enviado por: Leon

    Daniel,
    Sinta-se abraçado por mim e minha família em hora extremamente cruel para todos nós.

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  • 12/08/2011 - 22:10
    Enviado por: Heloisa Schumacher

    Prezado Daniel,

    Minhas sinceras condolências a você e seus familiares. Um grande abraço.

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  • 12/08/2011 - 22:46
    Enviado por: duda

    Que bonito, Daniel.

    Meus melhores sentimentos a você.

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  • 12/08/2011 - 23:04
    Enviado por: Prof Nelson

    Caro Piza,
    meus sentimentos por sua perda…nao lembro de ter conhecido sua mae no Band, mesmo porque nunca houve necessidade…acredito que boa parte do que vc eh hoje seja a imagem de seus pais…sua responsabilidade, sua busca pelo conhecimento, seu interesse pelos conteudos no ginasio sao o reflexo…sem sombra de duvida deixaram um grande legado…um abraco enorme e saudades.

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  • 12/08/2011 - 23:06
    Enviado por: João Rodrigues Tavares

    Daniel. Tenha força e certeza que Deus o confortará. Sei como é difícil, pois há mais de cinquenta anos perdi minha mãe, mas, jamais a esqueci.
    Permita-me lhe dizer o que ouvi de uma senhora no dia do falecimente de mamãe, eu era uma criança:
    - Meu filho, não chores, ela morreu para nós, mas, no sei coração ela jamasi morrerá.

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  • 12/08/2011 - 23:06
    Enviado por: Alisson

    Daniel,

    Sempre acompanho teus posts,e muito singelo e forte, a tua iniciativa de compartilhar sua intimidade, vida privada, sentimentos, conosco, leitores do blog, os quais nem temos tanto contato. É sina de confiança e desprendimento.

    Acolha minhas sinceras condolências e minhas orações. Que a Graça de Deus Todo-Poderoso e a Intercessão de Nossa Senhora possam consolar a todos vocês, sua família por inteiro.

    Fiquem com Deus e tenha certeza que sua Querida Mãe está junto de Deus agora.

    Deus os abençoe.

    Alisson

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  • 12/08/2011 - 23:34
    Enviado por: Dirceu Barros

    Daniel. Meus sentimentos pela perda. O tempo de convívio com a doença abranda a dor, e o tempo, que voa, a faz desaparecer; o amor não acaba nunca…

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  • 12/08/2011 - 23:37
    Enviado por: CICCERO KLIMA

    Pai e Mãe são duas pessoas inesquecíveis quando os filhos são por eles educados tornando-se figuras importantes em suas vidas, e ao declinar um ou ambos a tendência é ficar o vazio, mas que nada, viveram o seu tempo assuma agora o lugar vago e faça dos seus descendentes o que recebeu é a melhor contribuição que dará ao legado dos nossos pais…parabens

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  • 13/08/2011 - 00:09
    Enviado por: Tuca Bortoli Bruhns

    Daniel, sei direitinho o que tudo isso é e mais alguma coisa ainda. Deus gosta dos bons.
    Um abraço, Tuca

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  • 13/08/2011 - 00:22
    Enviado por: Paulo Cesar

    Caro Daniel:

    Só quem passou pelo que vc está passando sabe o sentimento que te aflora à mente.
    A passagem dos entes tão queridos, nos leva a ver um filme diariamente, por meses, por anos…
    Essa vida é um filme, pense, imagine assim. Estes personagens diferem dos outros, porque nos convidaram para esse filme, mas os protagonistas foram eles, e o serão sempre. Teu filme é lindo. Não o guarde para sí, divulgue-o, pois isso lhe fará um bem danado rapaz. Chore quando a dor lhe provocar, como dizia Chaplin, para que todos saibam que és feliz. Seja feliz filho, é essa a mensagem final desse filme, frase dita pela sua mãe certamente. Por amor.

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  • 13/08/2011 - 00:44
    Enviado por: Sérgio Dias

    Quando tão próximas expressam carinho e amor pelos seus filhos.Quando se vão nos deixam saudades.Que legal cara.Faz tempo que não vejo alguém expressar um sentimento tão grandioso e puro de uma forma tão simples.Meus sinceros sentimentos e força nesse momento dificil para você.Sérgio Dias

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  • 13/08/2011 - 01:55
    Enviado por: bruno

    FORÇA PIZA

    ABRAÇO

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  • 13/08/2011 - 01:57
    Enviado por: Valloy

    Minha mãe me disse uma vez que era muito difícil perder a mãe. Eu procuro nem imaginar, e só posso sentir muito, mas mãe nunca deixa a gente de verdade, afinal.

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  • 13/08/2011 - 03:01
    Enviado por: Rebelde com causa

    Daniel,

    Ela sempre estará com você, e nunca o abandonará.
    Sei bem o que é perder a maior e a melhor parte da gente.
    Faça como eu: acredite no reencontro, para que você se sinta mais “leve”.
    Muita força pra você.

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  • 13/08/2011 - 03:52
    Enviado por: Joao Andrade

    Daniel, meus pesâmes pela perda. Mãe é insubstituível, mas o legado por ela deixado faz com que “toquemos” a vida, baseado na força, fibra,teimosia, energia e principalmente amor sem troca que nos ensinou. Desculpe expor minha crença, mas essas mães, como a sua, são as Nossas Senhoras em vida.

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  • 13/08/2011 - 04:21
    Enviado por: Theo

    Partilho também da sua tristeza, meus pêsames.

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  • 13/08/2011 - 04:38
    Enviado por: Sergio Roberto Vieira

    Meus profundos sentimentos querido Daniel.
    Sou seu leitor e fã a muitos anos.
    Artísta plastico e ceramista também estou lutando contra a hepatite c.
    Abraços.

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  • 13/08/2011 - 05:43
    Enviado por: NOEMI WEKSLER

    bom ter boas lembranças né?

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  • 13/08/2011 - 06:18
    Enviado por: Anna Maria Mandelert

    Acabo de ler seu testemunho sobre a sua mãe, e estou emocionada. Tenho 4 filhos e 9 netos, e é tão bom ver um filho falar assim da sua mãe, isso é um estímulo para a gente continuar amando sem parar nossa família, sabendo que somos tão importantes para ela!

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  • 13/08/2011 - 06:25
    Enviado por: Dany

    Meus pêsames e que Deus reconforte sua família nesse momento.
    Perder a mãe é perder a proteção máxima que temos nessa vida,que é a proteção do amor materno.

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  • 13/08/2011 - 06:40
    Enviado por: Paulão

    Pois é Daniel. Como explicar esse domínio que essas mulheres nossas mães exercem sobre todos nós. Que lugar mais seguro do que o colo dessas santas senhoras. O brilho que elas têm quando vê os filhos. Mãe é a personificação do amor. Quem quer conhecer o amor pessoalmente, encarnado, andando, respirando, falando ou simplesmente em silêncio, olhem para as suas mães.

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  • 13/08/2011 - 06:50
    Enviado por: José Guedes

    Sei muito bem o que você está sentindo pois perdi a minha mãe há 4 meses. Tinha 93 anos e estava ainda completamente lúcida. Nunca estamos realmente preparados para essa perda. Espero que, como todos dizem, o tempo alivie a dor profunda. Compartilho de sua lágrima. Força!

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  • 13/08/2011 - 06:51
    Enviado por: Luiz Paulo

    Sinto muito, Daniel.
    Bo que v. encontrou forças para escrever sobre ela, e desabafar. Temos de aprender a lidar com esse momento, e v. o faz de modo admirável, sincero, sem pedantismo.
    Abraço,
    Luiz Paulo Rouanet

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  • 13/08/2011 - 07:09
    Enviado por: Ana

    Sinto muito.

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  • 13/08/2011 - 07:11
    Enviado por: Paulão

    Deixe eu contar uma da minha mãe: ela adorava goiabada que o meu pai, apaixonadíssimo por ela (orgulho dos 8 filhos), trazia para casa. Pois ela tirava dois pedaços, um pra mim e outro para o meu irmão 1 ano mais novo do que eu. Deixava na geladeira em dois pires pra não haver “confusão”. Não adiantava: sempre medíamos os tamanhos dos pedaços para saber quem tinha recebido o maior. Meu irmão, mais esperto do que eu, sempre ficava com o que ele achava maior (era quase imperceptível a diferença dos tamanhos). Lembro com saudades que ela ria dessa presepada. Hoje o meu irmão é o meu melhor amigo. Aliás, sempre fomos. Mãe tem que passar por cada uma! Mãe é tão especial que até Deus teve uma.

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  • 13/08/2011 - 07:16
    Enviado por: Renata

    Que bela homenagem. Dona Edith receba minha oração.

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  • 13/08/2011 - 07:49
    Enviado por: sueli

    Olá, Daniel.
    Meus Sentimentos.
    Sei o que você está passando, também passei por isso há 24 anos atrás mas parece que aconteceu ontem.
    Mãe é inesquecível e para sempre ela estará com você, ao seu lado.
    O laço que prende uma mãe ao seu filho é inquebrantável, nem a morte o rompe, sempre que você pensar nela, pedir por ela, precisar dela, ela estará ao seu lado.
    Força!

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  • 13/08/2011 - 08:03
    Enviado por: jose souza da silveira

    Já li bons livros,crônicas sensacionais e outros tantos artigos, alguns me tocaram e me estimularam a sempre dar o melhor de mim na busca dos meus horizontes, mas a fonte maior de inspiração está sempre- em declarações de amor e em retratos feitos da vida, assim como tu o fez de sua mãe querida, um abraço bem apertado, que o mestre o conforte na sua dor da perda material, pois o espirito guerreiro e carinhoso de sua mãe estará agora em um plano superior, zelando por ti e teus afins.

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  • 13/08/2011 - 08:25
    Enviado por: waldemir

    Meus sentimentos, para ti e toda a tua familia…

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  • 13/08/2011 - 08:27
    Enviado por: Fey

    Não conheço pessoalmente a sua família, mas esse texto nos faz lembrar da importância de cuidar bem das nossas.
    Se personalidade e coragem foram marcas registradas da sua mãe, ela provavelmente se orgulharia desse blog também.
    Pelo jeito ela está viva pra nossa sorte.

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  • 13/08/2011 - 08:33
    Enviado por: Pedro Bianco Netto

    Suas “palavras”não são pra se comentar…apenas pra se “sentir”…muita emoção…saudações corinthianas…

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  • 13/08/2011 - 08:46
    Enviado por: Regis Coelho

    Daniel, não tenho o prazer de conhece-lo, mas receba do fundo do caração o sentimento de pesar. Momento dificil mas Deus, em sua sabedoria, saberá dar conforto ao coração de toda sua familia.

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  • 13/08/2011 - 08:48
    Enviado por: laura

    Não sei porque vim ler seu texto.
    Pelo título, ví que era uma homenagem a mãe que se fora.
    E, quando a mãese vai, o que era natural deixa de ser.
    Como deixa de existir quem sempre existiu desde que viemos ao mundo?
    ficará com o tempo algo que só a palavra saudade algo define.
    Grande abraço.

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  • 13/08/2011 - 09:05
    Enviado por: Napoli

    Daniel; meus sentimentos! A lembrança daqueles que amamos e de quem tanto nos orgulhamos é a grande dádiva do ser humano.

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  • 13/08/2011 - 09:13
    Enviado por: Osmar de Nicola Filho

    Mulheres como a que você descreveu, a senhora sua mãe, começam infelizmente a rarear. No entanto, são elas que formam homens decentes. Rareando elas, rareiam eles. Sinto muito, Daniel, embora não o conheça a não ser por seus escritos que admiro, pela sua grande perda.

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  • 13/08/2011 - 09:18
    Enviado por: maria

    lindo, lindo

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  • 13/08/2011 - 10:04
    Enviado por: Francis Sierra Hussein

    Daniel,

    Sou sua leitora fiel. Admiro sua coragem em alguns artigos politicos; agora sei de onde ela vem.Há perdas irreparáveis que nem o tempo nos faz esquecer. São perdas insubstituíveis . Sempre fica o vazio .
    Coragem é tudo o que tenho para dizer.

    Francis

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  • 13/08/2011 - 10:10
    Enviado por: Henrique

    Na maior parte do tempo, acho seus textos chatos.
    Mas esse foi diferente.
    Simples, bonito…
    Meus sentimentos por sua mãe

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  • 13/08/2011 - 10:35
    Enviado por: I. Go

    Daniel; você me fez lembrar da minha mãe, de quem sinto falta até hoje, decorridos quase 15 anos de sua morte; era uma mulher extraordinária e de uma fibra que eu não tenho!
    Meus sentimentos a toda a família e tenho certeza de que ela ficará na sua memória para sempre, como eu tenho minha mãe na minha memória para sempre, também.

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  • 13/08/2011 - 10:35
    Enviado por: Virgilio Moura

    As perdas familiares apesar de alguns dizerem que não: são irreparáveis!

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  • 13/08/2011 - 10:40
    Enviado por: Eduardo Grandinetti

    Prezado amigo,
    Meus sentimentos, este dom materno em agregar familiares e amigos é essencial a gente nunca se esquece.Fico sensibilizado mais uma vez com a forma amorosa com a qual você se refere a um ente seu.
    Um abraço
    Eduardo

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  • 13/08/2011 - 11:20
    Enviado por: FRANCISCO F. DE GOIS

    Daniel,

    Aceite meus pêsames.

    Sua mãe, como você, era uma pessoa admirável. Tal mãe, tal filho.

    Abraços,

    FRANCISCO F. DE GOIS
    Fortaleza-CE

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  • 13/08/2011 - 11:28
    Enviado por: Roberto Lameirinhas

    Daniel, fortíssimo abraço.

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  • 13/08/2011 - 11:38
    Enviado por: Ivan Cavalcante

    Prezado Daniel e familia : Vao fazer 04 anos que passei pelo que vc passou e esta passando ao perder Dna. Edith, nao o conheco mas tenho certeza, pela sinceridade de suas palavras , que sua Mae , amou e foi muita amada por voce e toda sua familia. Acredito plenamente que como somos gerados por nove meses dentro desses maravilhosos seres que sao as Maes, elas continuam vivendo conosco e atraves de nos enquanto estivermos aqui , cabe a nos dar a continuidade ao amor para nossa familia e para o mundo inteiro, que elas nos ensinaram a ter. Meus sentimentos para voce e sua familia.

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  • 13/08/2011 - 12:01
    Enviado por: Claudio dos Santos Rodrigues

    Daniel e família, Deus os abençoe e conforte os corações no momento de dor. Um abraço.

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  • 13/08/2011 - 12:12
    Enviado por: Welington Leal

    Meus sentimentos, Piza. E a toda sua familia.

    Uma mensagem antes de tudo honesta sua, mas tenho certeza que você escreveria muito mais sobre sua mãe.

    Independente da crença de cada um, creio que as pessoas que se foram ainda vive em nossa lembrança. Sempre pensando como a pessoa querida agiria e diria em certa ocasião.

    Até um proximo post.

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  • 13/08/2011 - 12:23
    Enviado por: Cristiane Pimenta

    Meus sentimentos Daniel, força nesse momento! Abs!

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  • 13/08/2011 - 12:58
    Enviado por: Rômulo

    Minhas condolências, Daniel.

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  • 13/08/2011 - 13:03
    Enviado por: Tony Pirard

    Daniel
    Fizeste um relato com tanta ternura,difícil de se ver hoje em dia.Ainda tenho a minha Edith,mas compartilho a sua dor…

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  • 13/08/2011 - 13:24
    Enviado por: Janderson

    Daniel,
    Meus sentimentos, muita força a você e sua família.
    Forte abraço.
    Janderson Bueno

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  • 13/08/2011 - 13:42
    Enviado por: Márcia

    Olá

    Meus sinceros votos Daniel.
    Sou ex-funcionária do Jornal O Estado de S Paulo, sempre o via nos elevadores, restaurante na empresa, porém nunca nos falamos infelizmente, mas sou uma seguidora do seu blog, sempre gostei de ler.
    Não sei qual é sua religião, mas eu acredito que hoje ela está em um lugar muito melhor que esse, onde nos encontramos hoje, e tenho certeza que ela estará olhando por todos vocês ( FAMÍLIA).
    Você está certíssimo quando disse que ” Não estamos preparados para perder um pedaço de si”.
    Força neste momento tão difícil.

    Um abraço
    Márcia

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  • 13/08/2011 - 14:01
    Enviado por: Antônio

    Quem pode enfrentar o irreparável? A intensidade, a glória, a felicidade de gozar a vida cobram um imposto de nível equivalente ao que oferecem. A necessária coragem para viver todas as experiências. Felizmente há pessoas que passam deixando marcos de realizações positivas. Justificam as benesses que receberam pelo simples fato de nascer. Não há como mitigar a dor, mas deve-se manter acesa a chama do valor que existiu, para benefício de todos. Há vidas que enaltecem quem não as viveu. Merecemos isto, por compartilhar do destino humano. Não se explica o homem, vivemos nossas vidas, agradecemos a daqueles que tornaram a sua meritória e esperamos conhecer muitas outras igualmente valorosas. No imenso universo somos poeira, mas somos algo único, somos homens, os que vivem e os que viveram.

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  • 13/08/2011 - 14:05
    Enviado por: Argemiro Nascimento

    Prezado Daniel,

    Leio sempre seus textos, belos e profundos. Pontualmente discordo uma vez ou outra. Mas neste momento difícil deixo-lhe meus sinceros sentimentos. Sei o que sente. Já vivi tal experiência. O que fica são as boas lembranças.

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  • 13/08/2011 - 14:47
    Enviado por: Vítor Matos

    Força, Piza.

    Pelo que você escreveu, vejo muito da sua mãe nos seus textos e no seu modo de enxergar o mundo.

    De certo modo, nós, leitores assíduos de seus artigos – nem sempre concordando, mas sempre admirando seu ímpeto crítico -, somos também gratos a ela.

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  • 13/08/2011 - 14:49
    Enviado por: Kaio genival

    Daniel, que Papai do Céu conforte você e sua família, viu?! É como você mesmo falou: Agente nunca está preparado para esta etapa da vida, mas, agora chegou à sua hora, mais do que nunca, de mostrar ao mundo o que sua mãe te ensinou!

    Eu quase chorei ao ler este post.
    Espero que papai do céu conforte-o, você e sua família.
    Um abraço do seu fã que sempre lê e admira o seu modo de pensar!

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  • 13/08/2011 - 14:59
    Enviado por: Manoel Antunes

    Jornalista Daniel Piza
    Que Deus conforte o seu coração.
    No dia 22 de janeiro fez 33 anos que eu perdi minha querida e saudosa.Não passa um dia que não pense nela várias vezes. Também já não possuo pai pois o perdi a 30 anos feitos no dia 14 de julho deste ano. Lembranças diárias dos dois e cada vez com mais saudades e se é verdade que só tempo amaina esta dor da separação é certo também que quanto mais otempopassa mais gostosa vai ficando a saudade pelo bem que nos fizeram quando precisamos deles, aliás sempre precisamos deles. Segue abaixo um artigo que publique num dos jornais desta cidade de São José do Rio Preto-sp

    MINHA MÃE

    Minha mãe era tão bela
    Eu gostava tanto dela
    Minha mãe era bonita
    Era toda minha dita
    Era todo meu amor
    ( Versos de Junqueira Freire)

    Hoje, há vinte anos, espaço de tempo correspondente a duzentos e quarenta meses, sete mil e trezentos dias, cento e setenta e cinco mil e duzentos horas, dez milhões , quinhentos e doze mil minutos, ou seiscentos e trinta milhões, setecentos e vinte mil segundos, naquele dia, eu perdia o convívio físico daquela que me deu a vida e deu a vida por mim. A projeção numérica obviamente, não muda em nada, apenas deixa a sensação e nada mais do que a sensação de diminuir a distância no tempo e no espaço pela rapidez dos segundos, pois “quando esperamos os segundos são anos e quando recordamos os anos são segundos”. De qualquer forma, são vinte anos sem a Dona Beatriz, como era chamada pelas pessoas que a conheciam. O inexorável ciclo vital nos leva e nos força, ou melhor nos obriga a compreender e entender tão triste e dolorosa separação. Embora o tempo, por força dele mesmo, procure eliminar a dor, o coração busca, e traz aquela saudade da eterna e gostosa lembrança do carinho, do afago, do desvelo, do sorriso, do beijo, do abraço, da dedicação, da orientação, da ternura e do amor materno: o único inalterável no coração de uma mulher. Poder perceber, sentir e notar a sabedoria de minha mãe, foi sempre uma alegria e uma enorme felicidade, pois a sabedoria das mães é um verdadeiro firmamento, é uma sabedoria cheia de céu e de infinito. As letras de suas palavras são acesas e suas palavras são feéricas, seus conceitos são fotografias da realidade, suas orações são de fé, seus sentimentos são catedrais de amor, de compreensão, de humanismo e de esperança. É reconfortante, lembrar e continuar fazendo no dia a dia as lições deixadas para não esquecê-las e aplicá-las com a habitual obediência. Por mais que o tempo passe, aqueles ensinamentos vigorosos e enérgicos continuam me guiando e me conduzindo pelos caminhos da vida como verdadeiras âncoras do amor e do trabalho. Do amor, daquele amor fraterno e afetuoso que é a autêntica e convincente resposta que temos para o problema da nossa existência, embasado no respeito e na constante solidariedade a outro ser humano, pois onde há amor, há Deus. Do trabalho, daquele trabalho que foi o seu permanente paradigma de vida, até quando teve forças para realizar algo, pois nunca deu tréguas ao artritismo que a acompanhou praticamente durante toda a existência. A cada ação da doença, reagia intimoratamente com a grandeza dos fortes, daqueles que não se entregam nunca, mesmo sabendo ser vítima de uma enfermidade atroz. E quem é filho, vizinho, mora, ou trabalha com imigrantes sabe muito bem, com que volúpia eles se entregam ao labor, procurando recuperar o tempo anterior, que consideram perdido. Para eles a vida começa a partir do momento de chegada à terra adotada. Ignoram o passado de lutas e sofrimentos que fazem questão de não recordar. Na verdade, não têm mais tempo a perder. Quem viu os pais deitar tarde e se levantar de madrugada para ganhar o pão de cada dia, sabe respeitar esses valores em toda a sua plenitude e significado, e via de regra, procura seguir essa mesma linha de conduta. A abençoada vocação para o trabalho, a tenacidade e o pavor quase instintivo de desperdiçar a vida no ócio são características do imigrante, e minha mãe, graças a Deus, não escapou a elas. Com uma vontade férrea de vencer, minha mãe se dedicou totalmente ao trabalho, aliás, sua única escola na vida, e fez dele o instrumento com o qual venceu. Forte em suas decisões, intrépida, comunicativa, perceptiva, atenta e resoluta foi sempre uma vencedora: orgulhosamente uma vencedora, graças ao destemor, eficiência e sua fé em Deus. Dotada de coragem e garra invejáveis, consciente das coisas, foi abrindo caminhos com as próprias mãos, por mais ínvios que fossem. Como todas as mães, também sacrificou o seu próprio bem estar para proporcionar ao filho melhores condições. Ao lado de meu pai, trabalhou fixamente numa única direção: o bem estar do filho. A humildade, descortiínio, talento, fortaleza, simplicidade, nobreza, caráter e parcimônia que sublimavam a abnegação de sua alma, voltada exclusivamente, para o desejo de me instruir, transpareciam e refulgiam em seus arrebatados pensamentos, que se transformavam em reptos de chamamento, cujas frases profundas, enunciadas por uma voz maviosa, modulada pela sonoridade maternal das palavras de uma heroína, ainda ecoam, cintilam, evocam, emocionam e me enlevam. Mãe é aquela heroína anônima. É a defensora corajosa de todas as fraquezas. Mãe é o sacrifício e a renúncia. É o desvelo e o carinho. É a compreensão e a paz. É a tranqüilidade e o caminho. Mãe é dizer não e negar nunca. É a criatura que nos convida a aguardar o amanhecer que não tarda, trazendo no coração uma enorme e firme esperança no futuro. São vinte anos, sem a perda do contato, pois a vejo todos os dias em minhas orações, nos caminhos e ofícios. Tudo me faz lembrar da minha meiga mãe com seus zelos e preocupações. Caso, me fosse permitido fazer um pedido a Deus, eu pediria a repetição da cena de Betânia. Ah, quem me dera! Enquanto isto não acontece, continuo pedindo a Deus que me dê forças para não esquecer nunca de seus conselhos, exemplos e ensinamentos, pois, estou me esforçando para repassá-los às minhas filhas e meus netos, tendo sempre em mente: que antes de almejar o prêmio por qualquer ação, devo consultar minha consciência e a ela dar satisfações, e só então, se ela, não me culpar de nada, e nem me envergonhar diante de meus próprios olhos, devo me sentir recompensado por tudo e principalmente pelo prazer de combater o bom combate; assim como, não promover apenas a própria vida, mas contando sempre com a graça de Deus promover a vida de todos os semelhantes; e ainda, ciente e cônscio de que, o principal da árvore não é o fruto e sim a semente, pois o sabor do fruto passa, e a semente fica. Hoje, e todos os dias, minhas preces acompanham minha emoção, meu sentimento, minha vida e meu ser. A saudade continua ininterrupta, cada vez mais intensa, mais crescente e a cada dia mais revigorada. Pouco importam os dias, os anos, a distância, o tempo, o espaço e a rapidez dos segundos, pois, não morre nunca, quem no coração de outros vive.

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  • 13/08/2011 - 15:25
    Enviado por: Elza

    É um momento tão certo na vida de todos nós, e tão particular. Impossível descrevê-lo, a não ser através das memórias, como no seu texto. O tempo passará e restará uma lembrança linda, suave, verdadeiramente iluminada. Fique com D’us.

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  • 13/08/2011 - 15:28
    Enviado por: renato luis calloni

    parabéns pelo excelente obituário.
    sentimentos nobres e expressos com elegância são bem vindos, elevam o espírito humano.
    Minhas condolências e compartilho tua perda,pois há mais de 01 ano tive a perda do pai.
    Como médico e observador do comportamento humano verifico que a cada dia está em falta a elegância e o espírito nobre, aquele que permite a aceitação final de uma existência. boa tarde.

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  • 13/08/2011 - 15:36
    Enviado por: Cristina Padiglione

    Lindo texto, Daniel.
    Fique em paz, que o luto há de ser exorcizado. A saudade de uma boa memória é o que vai ficar.
    beijo

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  • 13/08/2011 - 16:20
    Enviado por: Decio Goodnews

    Ela está presente
    Não totalmente
    No Daniel
    Mas suficiente
    Estrela nessa
    Fogueirinha
    De papel. Ela
    Está a chegar
    Barco de luz
    Noutro horizonte
    Nesse mistério
    Solar outra
    Escrita semelhante
    Vida a luminar.

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  • 13/08/2011 - 16:57
    Enviado por: Eddy

    Um belo escrito em homenagem a uma mãe incomparável. Um abraço deste desconhecido que já sofreu perdas irreparáveis e a força que vem do Senhor seja para toda sua familia.

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  • 13/08/2011 - 17:26
    Enviado por: SA AUGUSTO

    Daniel, é a primeira vez que leio um texto seu. Eu entendo muito bem como está se sentindo e creia você fez uma homenagem muito bonita à sua mãe. Eu perdi meu pai o ano passado. Acredito que a perda dos pais seja uma das mais dolorosas para um filho/a que sempre acompanhou a vida deles. Que Deus dê força a você e sua família. Só ele é capaz de aplacar a dor que aos poucos se transformará em uma saudade que perdurará pela nossa vida inteira pois eles estarão para sempre em nossos corações e na esperança do reencontro…algum dia.

    Abs,
    SA

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  • 13/08/2011 - 17:28
    Enviado por: Paulo Cesar

    Intensa como a tristeza que você e seus famíliares devem estar sentindo é a beleza do depoimento.
    Meus sentimentos.
    Abs

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  • 13/08/2011 - 17:45
    Enviado por: Cezar

    Daniel

    Por estar agora assistindo o início de uma batalha que a minha mãe de 69 anos vai começar a travar contra um câncer de pulmão, não pude conter a emoção ao ler o teu artigo.
    Não te conheço, não sou teu leitor, mas acabas de ganhar um admirador por ter conseguido descrever a tua saudosa MÃE exatamente como sinto a minha.
    Força!!!!

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  • 13/08/2011 - 17:50
    Enviado por: Fabio

    Um abraço.

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  • 13/08/2011 - 17:52
    Enviado por: Fernando Dantas

    Muito bonito o texto. Um abraço, meu caro.

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  • 13/08/2011 - 17:58
    Enviado por: Ana Lúcia

    Daniel

    Voce é um homem, feliz por ter tido uma mãe, tão querida assim.
    Meus sentimentos

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  • 13/08/2011 - 18:06
    Enviado por: Nirava Gulabo

    Certa feita, parece que tu sentastes a meu lado, na Palas Athena para meditar. Tenho esta boa lembrança, não sei se correta ou não.
    Acompanho vc na rádio e o leio vez ou outra.
    Então, com isto que postaste, com o silencio dos meditadores, gostaria de te dizer que existem pessoas que, quando partem parecem deixar o céu mais azul, o dia mais claro.
    Penso que seja porque estas pessoas são tão especiais, sua energia era tão divina enquanto conosco, que quando elas são entregues a Existência Maior novamente, seu brilho não se apaga feito chama, mas se integra imediata e visivelmente a Luz Maior.
    Estou certa que com a Sra. Edith foi assim.
    Sinta meu coração com vc neste momento e um grande, silencioso e sincero abraço.

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  • 13/08/2011 - 18:14
    Enviado por: Leda Guerra

    Daniel,

    Uma grande perda par todos nós que tivemos a felicidade de conhecer e conviver com ela.

    Linda homenagem , se estivesse aqui ligaria para as amigas para contar e comentar o que seu filho escreveu, sempre cheia de orgulho, me imcumbo de passar para elas.

    Assim era a Tia Edith um exemplo para ser seguido e sempre admirada.

    Deixo aqui um abraço carinhoso para todos vocês , te falo de catedra que esta dor melhora , fica a saudade,as lembranças do tempo vivido e a certeza que somos pessoas de sorte .

    Leda Maria

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  • 13/08/2011 - 18:54
    Enviado por: Claudio

    Meus sentimentos, Piza. Passei também por isso há um ano. É uma parte de nós que se vai. Mas com o tempo a dor passa e ficam as boas recordações. Força por aí.

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  • 13/08/2011 - 18:57
    Enviado por: Vito Valentini

    Daniel foi c/ muita tristeza que neste dia ( 08/09 ) recebemos esta lamentavel noticia e que ali comparecemos para poder prestar a ultima homenagem, sentimos muito, pois , amigos se escolhe. O Sr. Alfio e o Sr. Angelo escolheram certo.

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  • 13/08/2011 - 18:57
    Enviado por: claudia peres

    Pela tua declaração de amor, ela fez a coisa certa, e isso basta para quem é mãe. Esteja certo que ela foi em paz…marido, 4 filhos, 10 netos, profissão, independência, segurança e, sempre, a certeza de ter feito o melhor, mesmo quando estava errada….e era a primeira a reconhecer. Esteja com Deus, e a Turma toda.

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  • 13/08/2011 - 19:35
    Enviado por: Rafael Veloso

    Se já te admirava profissionalmente, agora minha admiração se estende ao pessoal. Lindo texto. Leve e, ao mesmo tempo, emocionante. Neste momento de pesar, desejo a você e toda sua família muita força e fé!

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  • 13/08/2011 - 20:11
    Enviado por: Tereza

    Graças a Deus não conheço o sentimento da perda
    Acredito que sua mae está sendo cuidada num lugar melhor.
    Muita força para voce e sua familia

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  • 13/08/2011 - 20:23
    Enviado por: Karin Szapiro

    Daniel,
    Um lindo poema para este momento,
    de Carlos Drummond de Andrade

    Para sempre

    Por que Deus permite
    que as mães vão-se embora?
    Mãe não tem limite,
    é tempo sem hora,
    luz que não apaga
    quando sopra o vento
    e chuva desaba,
    veludo escondido
    na pele enrugada,
    água pura, ar puro,
    puro pensamento.
    Morrer acontece
    com o que é breve e passa
    sem deixar vestígio.
    Mãe, na sua graça,
    é eternidade.
    Por que Deus se lembra
    - mistério profundo -
    de tirá-la um dia?
    Fosse eu Rei do Mundo,
    baixava uma lei:
    Mãe não morre nunca,
    mãe ficará sempre
    junto de seu filho
    e ele, velho embora,
    será pequenino
    feito grão de milho.

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  • 13/08/2011 - 20:49
    Enviado por: Tatiana Lambauer

    Fique feliz por sua mãe, ela se libertou. Mas os vínculos não se rompem com essa partida. E ela já está dentro de você.

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  • 13/08/2011 - 21:10
    Enviado por: Pedro Meira

    Meus pêsames.

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  • 13/08/2011 - 21:40
    Enviado por: Ariel Palacios

    Querido Daniel,
    Lamento muitíssimo.
    Um forte abraço,
    Ariel

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  • 13/08/2011 - 22:04
    Enviado por: Antonio

    Essa parte, da morte, eh uma coisa muito mal resolvida na teoria da evolucao, que nao ha porque escrever com letras maiusculas. Em outras teorias e religioes, entao, nem se fala! Mas, soh os que ficam sofrem. Pelo menos isso. Lamento seu sofrimento.

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  • 13/08/2011 - 22:32
    Enviado por: Cristina Cox

    Meus sentimentos.
    Ela gerou um ótimo filho.
    Que o Espirito Santo de Deus traga o consolo a todos.

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  • 13/08/2011 - 22:33
    Enviado por: Isabelle Marcelino

    Daniel,

    Sempre aguardo suas colunas e essa foi surpreendente, além de um toque pessoal.
    Além do (inevitável) nó na garganta ao ler, me fez procurar minha mãe, com que estava brigada a algumas semanas.
    Obrigada pelo “empurrãozinho”.
    E, como você mesmo já escreveu, “uma lágrima pra vc”. Sinto muito pela perda.
    Abraços,
    Isabelle

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  • 13/08/2011 - 22:48
    Enviado por: J.Fernando

    Prezado Daniel
    Agora se explica sua inteligência e amor aos livros.
    Receba meu abraço e sentimentos por tão dolorosa perda. E não acredite no Tempo…
    Dizem que o Tempo é o melhor remédio para esses casos. Não é verdade.
    O Tempo só faz aumentar a saudade, a falta do conselho que só mãe sabe dar, porque seu único interesse é a felicidade dos filhos. Prepare-se, isso sim, para ver o abismo de distância que o tal Tempo nos traz. Sua alegria será lembrar-se dela no meio da família conversando, aconselhando e ensinando. E a Esperança que vem junto com a morte, de que um dia estaremos novamente reunidos.
    Grande abraço do João Fernando

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  • 13/08/2011 - 22:58
    Enviado por: Renato

    Meus sentimentos, Daniel. Força para toda a família.

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  • 13/08/2011 - 23:47
    Enviado por: Marcos Bandeira

    Estive fora, só hoje a noite soube após ler seu blog.
    Receba sinceros sentimentos. Muita luz e força.
    Abç.

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  • 14/08/2011 - 00:14
    Enviado por: Arthur Lins

    Senhor Piza.

    Embora não o conheça, apresento meus sentimentos pela perda de sua querida mãe. Que deus o abençoe!

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  • 14/08/2011 - 02:10
    Enviado por: barbarah.net

    Sei o que você está passando.

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  • 14/08/2011 - 02:51
    Enviado por: Renan Henrique Nonato Silva

    Parabéns pelo Texto..!!

    Triste pela tua perda..!!

    Sem palavras para comentar tamanha emoção..!!

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  • 14/08/2011 - 02:53
    Enviado por: Gerson Rozo

    Meus sentimentos, abraço

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  • 14/08/2011 - 09:04
    Enviado por: Adriano Carvalho

    Receba as sinceras condolências de um desconhecido, leitor atento de suas crônicas. Lendo o breve apanhado sobre a senhora Edith, explica-se sua abertura de espírito e amplo interesse pelas coisas do mundo, notadamente as humanidades.
    Não é para consolo, mas dizem que só nos tornamos plenamente adultos após a perda de nossos genitores. Boa sorte no caminho que segue.

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  • 14/08/2011 - 09:22
    Enviado por: Guz - Paulo Cangussu

    Na morte, saimos do campo concreto, do dia a dia (que não há, é um mistério) e voltamos à poesia. Mãe e filho são elos poéticos que, quando interrompidos, se transformam em emoção pura, que nós chamamos saudade. Minha mãe também se foi no último 31 de janeiro, transformando-me num ser em regozijo quando tenho-a ainda abraçada pelo melhor dos meus músculos, meu coração, e sinto-a velando-me de longe, das estrelas..Como você estará agora. Um abraço, Daniel, do seu leitor distante…

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  • 14/08/2011 - 10:51
    Enviado por: carlos.vianna

    Minhas condelolências e respeito, quando eles ou elas se vão levam nossa história, pois só eles nos viram em fases diferentes da vida, como falavamos, o que pensavamos ja que não lembramos,de nada Deus te abençoe.

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  • 14/08/2011 - 11:25
    Enviado por: Daniel Costa

    PREZADÍSSIMO XARÁ
    Sempre que perdemos alguem que nos é muito caro, abre-se uma lacuna em nossas vidas.
    Mas também o que nos conforta é sabermos que a perda foi sómente material, mas que o espirito de sua mamâe, está em outro plano, com muito conforto, não sentindo mais as dificuldades da matéria.
    De lá com certeza, estará olhando para voces, com a mesma lucidez, mesmo orgulho e com o discernimento de ter cumprido a sua trajetória terrena, com muita dedicação e AMOR.
    Abraços fortes

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  • 14/08/2011 - 13:07
    Enviado por: Humberto França

    Meu caro amigo Daniel

    Relembro uma pensamento de Victor Hugo, …”essa facilidade infausta de morrer”… que cito de mmeória ao ler a sua crônica, palavras de despedida a sua mãe. Não temos muito o que acrescentar diante desse nosso “despreparado” para enfrentar uma perda tão forte. Restam a memória emuito mais..
    Fico ao seu lado, neste momento e envio um abraço forte de admiração e solidariedade.
    Humberto.

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  • 14/08/2011 - 13:29
    Enviado por: renato baudino

    Amados Deus é Amor é Pai . Feliz dia dos pais a todo homem dêste mundo…Conheçam o Pai Espiritual que temos ; acessando o blog : misericordiadosenhor.blogspot.com

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  • 14/08/2011 - 14:58
    Enviado por: José Luiz Storer Jr

    Daniel:

    espero que o poema abaixo o ajude a aliviar a dor.

    Uma parte de mim se foi
    Como água de rio que desemboca no mar e saliniza
    perdendo assim toda a doçura
    Vez-me sentir todas as dores:
    Do canso manso da saudade
    Extremidade!

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  • 14/08/2011 - 15:12
    Enviado por: LEILA TORRES

    Carissimo Daniel,
    É isso mesmo. Viva esta saudade com essa paz que parece muito natural em voce. Voce pode nao acreditar, mas vai sentir sempre a presença de D. Edith. Assim será, pois, Deus nao castiga nunca. Voce mesmo entende que ela descansou, portanto, trata-se de uma bençao a pessoa tão querida que estava sofrendo.
    No momento do enterro de minha mãe, entre choro e soluço, eu só consegi dzer: até logo, mãe.
    Nesse monento de profunda dor, receba meu afetuoso abraço.
    Deus te abebçoe.
    Leila Torres

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  • 14/08/2011 - 16:05
    Enviado por: vera

    Que bonito o que vc escreveu sobre sua mãe. Adoraria que quando for a minha x penssassem o mesmo de mim.
    Bjs co carinho
    Vera

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  • 14/08/2011 - 16:57
    Enviado por: Lucas Colombo

    Grande abraço pra você, Piza.

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  • 14/08/2011 - 18:37
    Enviado por: Mara

    Daniel,

    Nem todos olham para trás e diante do passado tem lembranças tão boas de suas mães. Muitas histórias marcadas por desencontros, abandono e falta de amor que felizmente não foi a sua.
    Que Deus escolha um ótimo lugar para o descanso dela e que dê ao seu coração muita paz mesmo diante da falta que a sua presença fará para você e para todos os que a amavam.
    Se ela foi um exemplo de mulher você já tem motivos de sobra para ser um homem feliz. A sua felicidade com certeza seria suficiente motivo para toda a trajetória dela

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  • 14/08/2011 - 18:57
    Enviado por: nina horta

    Estava toda feliz porque você estaria de volta hoje, já de olho no livro comentado. Não falhou, mas está triste e nos deixou tristes também. O meu carinho. nina horta

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  • 14/08/2011 - 19:01
    Enviado por: Monica Stiepcich

    Caro Daniel, acabamos de perder nossa mãe no último dia 05 de julho, numa batalha relativamente rápida contra um câncer de pulmão avançado… Sei bem a dor silenciosa e onipresente, que se mistura, como disse um amigo, a uma ausência-presente, ou uma presença-ausente… E que agora, ao menos nesta fase ‘aguda’, parece só querer retornar forte, apertando a garganta e o coração até as lágrimas escorrerem, descontroladas, incontroláveis… Para me consolar um pouco, tenho colhido palavras e ideias em tudo que leio: disse um cronista da JP que para onde vão, os nossos entes queridos, ao se ‘encantar’, não sabemos ao certo, mas que com certeza para dentro de nós, vão. Agora a Sra. Edith e a Da. Liliana, a vovó Lila, estarão para sempre dentro de nós… Meus sentimentos.

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  • 14/08/2011 - 19:18
    Enviado por: NELSON ANDRADE

    Foi com grande pesar que tomei conhecimento da morte da Edith. Sim, Edith, e tomo a liberdade de tratá-la assim, por conhecê-la desde que eramos pequenos. Ela, filha do Alfio ,e eu, sobrinho da tia Nair, irmã do Alfio, ambos filhos de meu padrinho de batismo, Luciano Schievano. Pois é, Irene, Edith, Nelson e Sandra (bem mais nova) nos encontravamos sempre nas festas de aniversário de nossos primos comuns, Mauro e José Roberto. Depois de adultos nossos encontros foram rareando e, o último, acho, foi no velório do Mauro. Ao ler sua coluna no Estadão, como sempre faço aos domingos, fiquei sabendo da triste notícia. Não sabia que Edith era mãe do jornalista que tanto admiro e do qual ela certamente muito se orgulhava. Que descanse em paz.

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  • 14/08/2011 - 20:06
    Enviado por: Flavia Araujo

    Linda homenagem que você fez a sua mãe.

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  • 14/08/2011 - 21:21
    Enviado por: Aglaci Tomporoski

    Boa noite!

    Meus sentimentos… Não entenda como perda, creio que nunca perdemos a quem amamos.Nos ultimos quatro anos minha sobrinha de cinco aninhos (para mim era minha filha) faleceu em um acidente horrível de carro, minha mãe faleceu e minha irmã. Depois disso, a vida perde a cor e muitas vezes o sentido mas, temos que continuar pois, outras pessoas precisam de nós. Quero acreditar que as pessoas que amamos estão nos aguardando e haverá um reencontro. Precisamos ser fortes pois a saudade muitas vezes é cortante… Tenha força e fé…

    Abraço

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  • 14/08/2011 - 22:34
    Enviado por: J. A. Celeguini

    Mãe.

    ” Tu, porém, irás a teus pais em paz, serás sepultado(a) após boa velhice. E a quarta geração
    voltará aqui, …….. (Bereshit 15:15-16) ”

    Edith, voltará.

    No prefácio à edição de Richard Wilhelm, do ” I Ching “, discorrendo sobre passagens de determinado hexagrama envolvendo vicitudes do destino em sua ascenção, Jung nos revela que:

    ” A psicologia nos pode ajudar a elucidar essa (aquela) passagem obscura. Em sonhos e nos
    contos de fadas, a avó, ou ancestral, frequentemente representa o inconsciente, pois esse
    ultimo, no homem, contem o componente feminino da psique. Se o I Ching não é aceito pelo
    consciente, pelo menos o inconsciente, em parte, o aceita e o I Ching está mais ligado ao
    inconsciente que à atitude racional da consciencia. Já que o inconsciente é frequentemente
    representado em sonhos por uma figura feminina, poderia ser essa, no caso, a explicação. A
    figura feminina pode ser interpretada como a tradutora, que deu ao livro cuidados maternais,
    e o I Ching poderá facilmente considerar isso como uma ‘ grande felicidade ‘ “.

    À pergunta nº 821 do Livro dos Espíritos: ” as funções para as quais a mulher está destinada pela natureza tem uma importância tão grande quanto às do Homem ? “, originou, a seguinte resposta:

    ” Sim, e maiores; é ela quem lhe dá as primeiras noções da vida “.

    À pergunta 202: ” Quando se é Espírito, prefere-se encarnar no corpo de um homem ou de mulher ?, veio a resposta:

    ” Isso pouco importa ao Espírito; ele escolhe segundo as provas que deve suportar. Os Espíritos
    se encarnam homens ou mulheres porque eles não tem sexos. Como devem progredir em tudo,
    cada sexo, como cada posição social, lhes oferece provas e deveres especiais, além da oportu-
    nidade de adquirir experiencias “.

    No entendimento de gnósticos e alquimistas, na alegoria bíblica, só depois de haver criado Adão, Deus teria percebido que ele precisava de uma companheira e extrai dele a substancia de que necessita para elaborar Eva, a personalidade, o consciente. Paradoxalmente, contudo, apesar de sua condição feminina, Eva exerce um papel típico, ou, arquetipicamente, masculino do ser, dito racional, analítico e lógico, isto é, aquele que sai, que aprende a linguagem comum, a técnica de viver, o trabalho, mesmo braçal, de negociar com o ambiente em que está inserido as tarefas e responsabilidades do viver diário. Enquanto isso, o inconsciente, Espírito, elemento alquimicamente feminino, permanece recolhido em si mesmo, intuitivo, sensível, silencioso, pensando por sinteses, o que o confirma como elemento feminino da dicotomia humana.

    Edith, de temperamento dificil, inteligente, responsável, de carater forte, mas com resignação, ao se expor, aglutinando personalidades divergentes, tinha consciencia universalista e humanista, como os grandes exemplos de Abrão e Paulo. Já dialogava com o inconsciente. Tinha noção das suas provas. Procurava cumprir seu programa de trabalho, previamente planejado, por todos.

    Basta ver que, para essas pessoas, doenças tem apenas carater educativo e que, a essencia da vida é evolução, harmonia, trabalho fraterno, ser util. São outros conteudos. Outras mentes. Outros valores. Outros princípios.

    Edith não descansará. Espíritos elevados não se aposentam. Se instruirá ainda mais e, voltará, na quarta geração. Estagiará em outra personalidade. Não mais se importando se, feminina ou masculino, e sim, com a estruturação da individualidade, identificando nessa dualidade intima, uma proposta alquimica de transmutação de valores, bem diversos e muito mais elevados do que as, apegadas experiencias ” das arvores “, com que se identificam os conteudos de uma : Lou Salome, Leila Diniz, ” et-caterva “.

    João. SP. 14.08.11. 22:25 hs.

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  • 14/08/2011 - 23:43
    Enviado por: Paulo S. Arruda

    Caro Daniel,

    SAUDADES… É O AMOR QUE FICA….

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  • 15/08/2011 - 09:09
    Enviado por: Denise Nabuco

    Daniel,
    Sou amiga de seu irmão.
    Não tive a oportunidade de conhecer sua mãe em vida… mas, lendo o que você escreveu e pelo que seu irmão me falou, deu para perceber a pessoa tão especial que ela foi e a saudade que ela deixou.
    Com certeza, o seu ensinamento e exemplo ficarão para cada um dos filhos e netos.

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  • 15/08/2011 - 09:15
    Enviado por: Guido

    Alio-me aos demais para aqui expressar minhas sinceras condolências. Penso que muito ainda poderia ser-lhe dito, mas não me julgo em condições de fazê-lo.
    Abraço sincero e fraternal.

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  • 15/08/2011 - 10:19
    Enviado por: Neuclair Fernandes

    Olá Daniel , meus sentimentos à vc e demais familiares . Bela homenagem , belo texto … , com certeza uma pessoa tão grandiosa prosseguirá do “outro lado” contagiando positivamente aqueles que tiverem a ventura de conviver com ela … ; e, quiçá , vc receba dela ainda algum afago … , nunca duvide do Amor de uma Mãe …. Abraço !

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  • 15/08/2011 - 12:16
    Enviado por: jose Marchetti

    Triste. Espero que supere, com o tempo.

    Assunto pouco divulgado a populacao, ha um tempo atras quando conversei com um amigo medico que mantinha seu proprio sangue, caso necessitasse uma transfusao, ele me falava que o sangue que passa aos controles de qualidade hoje obviamente nao conta com as descobertas do futuro, como por exemplo Hepatite C.
    Dificil.

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  • 15/08/2011 - 13:55
    Enviado por: Daniel

    Caro Xará Daniel

    Lamentável notícia, belíssima homenagem.
    Apesar de não conhecê-los, torço para que você e seus familiares se recuperem o mais breve desta dor indescritível.
    Espero que nossos sentimentos e mensagens de carinho possam ao menos confortá-los neste momento.

    Fique em paz,

    Daniel

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  • 16/08/2011 - 10:24
    Enviado por: Losovoi

    Meus sentimentos.

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  • 16/08/2011 - 13:30
    Enviado por: danielpiza

    Hoje, dia 16, às 19h30, será realizada a missa de sétimo dia da minha mãe, na Igreja São Francisco de Assis, na rua Borges Lagoa, 1209.

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  • 16/08/2011 - 13:50
    Enviado por: Janaina Teixeira

    Senti sua falta nas ultimas semanas mas foram motivos obvios. Bom retorno e forca!!! E claro, parabens por uma mae tao guerreira! Abs

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  • 17/08/2011 - 06:40
    Enviado por: Roberto Geronimo

    O seu texto me encheu os olhos d`água. Meus sentimentos.
    Nasci no Hospital Casa Verde, minha Mae trabalhou lá por mais de trinta anos, certamente nossas Heroínas foram colegas de trabalho.

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  • 21/08/2011 - 23:03
    Enviado por: Antonio Carlos Pereira

    Daniel, meus sinceros sentimentos para você e toda a sua familia, só fiquei sabendo agora da triste noticia
    de carlos do hospital casa verde

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  • 25/08/2011 - 14:21
    Enviado por: katia Claudino

    Daniel, Belíssima homenagem à sua mãe.
    Votos de que Deus a acolha em seu paraiso e que dê a todos vocês familiares muitas Esperanças até que a dor se transforme em uma doce saudade…
    Abraços Katia.

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  • 26/08/2011 - 17:14
    Enviado por: Andrea Damiani

    Dani
    Estou com o coração partido por você. Nem imagino como deve ter sido esse doloroso e longo processo…
    Apesar da distância e do tempo, sinto-me próxima.
    Grande beijo
    Andrea

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  • 26/08/2011 - 21:59
    Enviado por: Andrea

    Daniel,
    Sua homenagem me comoveu. Minha avo sofria então do mesmo mal, me identifiquei com muitas das suas palavras. (sem sal? Nada tem gosto…..)
    Dona Ruth morreu nesta quarta feira aos 86 anos de muitas alegrias, seu alto astral era contagiante.
    Não sei se existe algum tipo de viagem, mas se houver que façam uma excelente.
    Abraço
    Andrea

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