A jornada de ontem foi marcada por dois erros absurdos de arbitragem, mas, desculpe, vou começar celebrando o nível técnico dos dois primeiros dias de oitavas-de-final. Gols bonitos, táticas abertas, lances de categoria – enfim, vemos futebol na Copa! No sábado o Uruguai bateu a Coreia do Sul com mais uma bela atuação de Suarez; mais tarde, Gana impôs sua determinação aos EUA, e no segundo gol Gyan se equilibrou e disparou o chute em grande ação. Já os jogos entre Alemanha e Inglaterra e Argentina e México foram muito diferentes em estilo e semelhantes em ânimo: o primeiro foi mais metódico e coletivo; o segundo, mais caótico e individualista. Os vencedores uniram em doses distintas os dois atributos. E agora vão se enfrentar no sábado, para sorte das demais seleções.
A Alemanha foi superior desde o primeiro minuto. Tocando de primeira e se movimentando muito, segundo sua melhor tradição, contou novamente com grande partida de Özil (até aqui a revelação da Copa), o retorno de Podolski (que finalmente marcou seu segundo gol) e a competência de Klose e Müller dentro da área. A Inglaterra chegou como uma das favoritas, por causa de seu elenco, mas o símbolo de sua decepção foi Rooney, que pouco fez e voltou para casa sem ter balançado as redes. A Alemanha mostrou mais uma vez um futebol bonito, que busca sempre o caminho mais rápido sem perder a paciência. Vide o arranque de Özil no segundo gol e o modo como espera Müller para servi-lo.
O começo da partida foi complicado para a Argentina. O ritmo era acelerado e o México investiu nos chutes de meia distância; Salcido chegou a acertar o travessão. Aos poucos, porém, a Argentina teve a posse de bola, organizou sua distribuição em campo e a dupla Messi e Tevez fez uso de seus arranques, dribles e finalizações – Tevez desta vez mais feliz que Messi. O gol de Higuaín foi grande porque ele pisou sobre a bola, como no futebol de salão, para recolhê-la do goleiro e concluir. O de Tevez no início do segundo tempo, um chute de fora da área com força e colocação, foi mais uma prova de que é possível dar ordens à Jabulani. A Argentina joga no limite da desordem, mas por enquanto tem dado certo, tanto é que sua defesa sofreu apenas dois gols em quatro jogos.
Quanto aos erros dos juízes, tudo poderia ser evitado se a Fifa permitisse uso de imagem (que o quarto árbitro acompanharia para dirimir dúvidas depois de gols suspeitos) e um auxiliar na linha de fundo. Sim, os dois lances – a bola que pingou dentro do gol da Alemanha e o impedimento de Tevez – foram claríssimos e poderiam ter sido observados sem esses apoios. Mas haveria tempo para os juízes reverem as decisões.
Os dois melhores times da Copa até o momento jogam com três atacantes e não querem saber de esperar o adversário. Como dizia a canção, quem sabe faz a hora. Que o Brasil saiba fazê-la hoje contra o Chile.
Piza, para mim o futebol do Rooney lembra muito o do Mirandinha! A única diferença é o valor, devido ao primeiro ser inglês.
Puxa, Renato, acho que o Mirandinha jogava mais! Tecnicamente, pelo menos, sabia mais…
responder este comentário denunciar abusoCaro Piza, realmente foi maravilhoso.
Quanto aos erros dos juizes, eu sempre disse e continuo dizendo que a ignorância manda no jogador de futebol. A falta de ética, moral e boas atitude dominam esse esporte.
Mas estou vendo que os juízes de futebol, também esqueceram desses mandamentos, vendo e analisando o palavriado do bandeirinha com o juiz italiano, vemos que ele se esquivou do lance dizendo “Eu não vi o lance”. “A decisão é sua”
Como o juizão estava longe do lance, achou por bem dar o gol, isso no caso Teves.
Quanto ao da Inglaterra, não teve esse repeteco do juiz com o bandeirinha, mas ficou claro que o mesmo usou da má, assim como fez o juiz francês em relação ao gol do brucuto brasileiro, (luiz Fabiano) que aliás deveria ter sido espulso.
Então esse negócio de dizer que só roubaram para a Argentina está furado, que roubaram só para a Alemanhã é outro furo. Falta ética, moral, aplicação da regra de modo igual.
Isso é comum no mundo atual. Fazer e dizer que não fez.
A FIFA precisa chegar ao século XX, se o XXI for pedir demais
A FIFa tem medo do que é absolutamente necessário fazer no Século XXI e que nos deixa, tremendamente irritado.
O mior medo da FIFI é ele em si ficar obsoleta, até a medula.
Não há outra explicação. Tem acontecidos coisas horriveis em campo e nada é marcado nem questionado pela Fifa.
Como o futebol é um esporte, isso às vêzes porque, vêzes há que é uma guerra.E, envolve o mundo tudo deveria ser levado a ONU. O uso da técnologia para cabar com erros gritantes que ocorrem em quase todos os jogos.
Afinal os cientistas estão atualizando o mundo, no sentido amplo da palavra e, o futebol,não pode ficar à margem dessa evolução.
O mundo não pode ficar vendo o imponderável acontecer, sem que nenhuma providência seja tomada para, consertar o erro.
Sendo um esporte dinâmico, é importante que o futebol seja cercado pelo que há de melhor em técnologia, para bem do futebol e premiar quem realmente tenha a razão.
OLÁ DANIEL,ISTO MOSTRA QUE NÃO É SÓ NO BRASIL QUE OS ARBITROS ERRAM MUITO,FOI DOIS ERROS GROTESCO,E A FIFA CAMINHA PRÁ TRÁS,AO INVÉS DE COLOCAR A TÉCNOLOGIA PRA AJUDAR ELA MANDA TIRAR OS REPLAYS,DOS TELÕES,NO JOGO DA ARGENTINA E MÉXICO,FICOU CLARO QUE O ARBITRO E ASSISTENTE VIRAM O REPLAY,MAS MESMO ASSIM VALIDOU O GOL.FOI DOIS ERROS GRAVES,EU SOU A FAVOR DO CHIP NA BOLA,ABRAÇOS AMIGO.
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