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Daniel Piza

04.agosto.2006 21:09:47

Deve-se dar esmola?

Em jantar com amigos ontem, o assunto surgiu: deve-se ou não dar esmola? Aqui onde moramos o número de famílias sem-teto é cada vez maior e fica difícil não lamentar tanta miséria, principalmente diante das crianças. Mas também sabemos que muitos adultos, que às vezes se fingem de pais, obrigam os meninos a vender, ficam com o dinheiro, gastam em bebida e quase nada dão a elas. Em outros casos, o dinheiro dado pelas nossas consciências culpadas é tal – meninos de rua já me confessaram ganhar mais que R$ 30 por dia, o que dá um “salário” mensal maior que alguns professores ganham por aí – que fica difícil oferecer outra forma de vida a essas pessoas, que não à toa não querem trocar a rua por abrigos e acabam gerando mais filhos para ter mais chances de ganhar esmola. Há também os que fazem malabarismos ou vendem balas, logo a esmola seria uma espécie de retribuição ao seu esforço, ao fato de que – aparentemente – não optaram pelo crime, ainda que os produtos sejam em geral piratas e o comércio de rua prejudique a loja ao lado que paga seus impostos ou até o camelô que é cadastrado pela prefeitura. Outra opinião é a de que se deve dar comida em vez de dinheiro, e por isso vemos tantas famílias às portas dos supermercados. Mesmo assim não estamos ajudando a perpetuar a situação? Enquanto isso, o poder público se exime de fazer sua parte. O que você acha?

comentários (85) | comente

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85 Comentários Comente também
  • 04/08/2006 - 22:29
    Enviado por: José Maia

    Prezado Daniel, uma boa discussão.

    Você diz que o poder público se exime de fazer a sua parte, o que concordo. Acho no entanto que cada um tem uma idéia diferente do que seja isso. Seria bom discorrer um pouco sobre a que você está se referindo.

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  • 04/08/2006 - 22:39
    Enviado por: Fabiano Rampazzo

    Deu vontade de opinar.
    Quem sou eu para decidir que a comida é melhor que o dinheiro? Que o abrigo da prefeitura é melhor que a calçada? Que o pedinte será mais feliz assim, do que assado? Acho que esse é o ponto. O “bem”, nesse caso, é ambíguo. Se dou a esmola, dei e ponto final. O fim que vai levar aquele dinheiro deixou de ser, literalmente, da minha conta.

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  • 04/08/2006 - 22:57
    Enviado por: Wagner Luis Weber

    À dar esmolas, prefiro contribuir com alguma instituição SÉRIA.

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  • 04/08/2006 - 23:06
    Enviado por: Sergio

    dou, e recebo esmolas

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  • 04/08/2006 - 23:28
    Enviado por: Ozias Donizete de Souza

    Boa Noite
    Em 1969 eu estava estudando, e na ultima capa tinha desenhos que representavam o seguinte:alguem dava um peixe para um faminto, e outro dizia: se você der um peixe, ele voltará a ter fome, mas se der uma vara de pescar, ele nunca mais vai ter fome.È esse o mal dos governantes, é mais barato dar comida, do que trabalho, ou por outro lado o trabalho e um pouco de alimento fica no caminho via CORRUPÇÃO.

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  • 04/08/2006 - 23:32
    Enviado por: Roxane

    Gostei demais do comentário do Fabiano Rampazzo. Faço minhas as palavras dele. Há também um texto belíssimo sobre esse assunto no link
    http://www.olavodecarvalho.org/semana/grossura.htm

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  • 04/08/2006 - 23:34
    Enviado por: Roxane

    Gostei demais do comentário do Fabiano Rampazzi. Faço minhas as palavras dele. Sobre esse assunto há também um texto belíssimo no link http://www.olavodecarvalho.org/semana/grossura.htm

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  • 05/08/2006 - 00:22
    Enviado por: carlos batista

    não forneça esmolas…
    não diminua a estima das pessoas…
    se a pessoa tiver,e tem de ter auto-estima(ou coisa que valha)deve solicitar auxilio ou(trabalho),ou ser encaminhado para algo ou alguem que lhe de condições de se auto sustentar.
    e ze fi ni…

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  • 05/08/2006 - 00:36
    Enviado por: Gaio Monte

    Caro Daniel,

    Seria muita ignorância generalizar esse tópico sabendo do tamanho de nosso país e as diferentes situações socio-culturais e político-economicas de cada região. Talvez essa caracterização de esmola se enquadre no contexto das regiões mais desenvolvidas, mas certamente não ocorre na maioria do terrítório nacional. Por tanto o tema da discução se torna muito vago, já que não há especifidade nenhuma, pessoas de regiões diferentes tem diferentes idéias sobre “o que é esmola” e não convivem com as realidades sitadas, tornando difícil discutir!

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  • 05/08/2006 - 01:38
    Enviado por: João Paulo S.

    Acho que é um ponto que cabe nós refletirmos… E quem aqui fala pra essas pessoas se manifestarem, afinal de contas, quem tá passando fome e tá desabrigado, tem de se manifestar, pois o estado tem de contribuir (aqui que entra o que o Ozias falou, o estado é corrupto), então faça sua parte e tente ajudar despertando a consciência do povo, que é ele quem vai fazer as mudanças.

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  • 05/08/2006 - 01:47
    Enviado por: Mau

    Divida o que tem…
    Esmola a ninguem…
    O resto e resto.

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  • 05/08/2006 - 02:42
    Enviado por: Marcos PC

    Concordo com Daniel, porém alguns comentários acima tb me fazem sentido [o que aumenta a minha sensação de "o que fazer?" "qual a melhor maneira de agir?"]…
    gosto da idéia de colaborar com instituições sérias e organizadas que encaminham a quem REALMENTE precisa e fará uso. No caso das ruas, já presenciei, não só uma vez, desprezo pelo que se é doado se não é de interesse, como dinheiro (jogam fora assim que a pessoa que doôu se afasta)… até aí vc poderá dizer como já disseram anteriormente: “depois que doei a consciência é de quem recebeu, fiz minha parte”… Se o que vc tinha a doar não chega a quem precisa, como dizer que foi feita sua parte? É quase como “se eu deixar um pacote de açúcar no banco da praça, pega quem precisa, se alguém pegar e estragar por diversão ou por desprezo, não interessa, fiz minha parte”…
    Outra situação difícil: parentes e amigos próximos já foram vítimas de assalto numa situação onde se fazia crer que era apenas alguém que necessitava. Como distinguir um de outro se o “campo de batalha” de necessitados e aproveitadores é a mesma calçada, o mesmo semáforo, etc onde o REAL necessitado paga o triste preço de ser confundido com os aproveitadores?
    Com o aumento de gente se passando por desesperados, golpistas e similares, como distinguir?
    Por fim, a dúvida mais cruel: como negar alimento, seja onde for, seja em que situação, mesmo que vc seja pego desprevenido…?
    Debater sobre o Estado e suas obrigações, sua parte em cobrar, etc tem que existir, mas a necessidade de acalmar a fome, o frio, a auto-estima de quem a perdeu se faz agora e não em eternos debates onde séculos de ideologias e textos bonitos não mudaram aqui pelo menos realidades cruéis…

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    • 23/06/2010 - 15:56
      Enviado por: LORIS

      CONTRA DAR DINHEIRO. A esmola citada na Bíblia por exemplo, acredito ter outro significado. Se vc pesquisar, vai descobrir que “dar esmola” não significa só “dar dinheiro”, mas tbém “CONCESSÃO, GRAÇA OU FAVOR”. ´Se vc quiser dar dinheiro para ajudar, a doação válida é a com espírito mais amplo, religioso ou altruísta de maior envergadura. Qto digo religião, n necesáriamente quer dizer só a Cristã. Para esta última questão, aí sim, tenho muito boas novas. Mas n cabe aqui explanar.

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  • 05/08/2006 - 04:43
    Enviado por: Antônio Carlos

    O fato de estarmos discutindo o tema, já mostra que a miséria nos encomoda, nos faz pensar sobre o assunto e concluimos que precisamos agir.
    Vejo o ato de “pedir esmola como a ponta do iceberg”.
    A origem dos problemas, está focada em uma sociedade egoista em sua maioria e que através do capitalismo selvagem, que estimula a competitivade predatória, produz a cada ano milhões de excluidos, que não têm acesso a ensino de qualidade, ao trabalho, e sem condições de ter suas necessidades mais básicas atendidas.
    Esta situação os mantém com poucas opções e precisando sobreviver. Tente se colocar no lugar numa destas pessoas e avalie as opções!
    Acho que a grande questão é: De que forma posso contribuir para construir um mundo melhor? Vamos encontrar a resposta e o mais importante, fazer a nossa parte.

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  • 05/08/2006 - 05:18
    Enviado por: Jaimr Strazzer

    Emprego tem, pra quem quer trabalhar. Mesmo que não seje aquilo que se quer. Malandragem tem muita, principalmente depois da comida de graça do sr. Lulalá 4 dedos.

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  • 05/08/2006 - 08:07
    Enviado por: LOV

    Sofro, me constranjo, me incomodo. Mas não dou esmola. Acho melhor assim. Mas, como cidadão, faço o possível tenhamos um mundo melhor. O tempo tem passado, e o mundo melhor não tem vindo, antes pelo contrário. Mas a esperança é a de sempre.

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  • 05/08/2006 - 08:45
    Enviado por: pedro costa

    sofri um tempo morando na rua, me recuperei e estou hoje bem longe dessa condição.
    entretanto, posso afirmar, por experiência, que as esquinas e lugares movimentados são loteados por *esmoleiros* profissionais, que ensaiam verdadeiras coreografias com crianças e mulheres, tendo inclusive alguns chegado ao limite de mutilar-se para atrair a atenção (por favor, não confundir com um certo presidente)
    essa realidade, com certeza, me parece bem mais assustadora do que a simples necessidade de os miseráveis dependerem de esmola.
    ainda mais assustadores me parecem certos comentários grandiloquentes feitos aqui a esse respeito, por pessoas notadamente inteligentes, que estabelecem argumentações fantásticas, mas que lhes falta cair na real, baixar do cavalo do intelecto e arregaçar as mangas.

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  • 05/08/2006 - 09:11
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Pedro,
    Concordo com vc e sem gradiloquencia, como expus acima, alguma coisa tem que ser feita por nós dentro de nossas possiblidades

    Neste sentido, o trabalho voluntário alem de ser prazeroso( melhor do que ficar vendo televisão aos domingos que é de lascar o cano do freguês) ele nos dá a oportunidade de constatar o que vc disse e muitas vezes nos falta coragem para dizer .

    Admais, o caboclo no tabalho voluntário tem que arregassar as mangas e pegar no pesado abs Eduardo

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  • 05/08/2006 - 09:14
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Sr Piza,

    Mesmo que o sr não seja cristão sei que sua indagação tem um conteudo extramente cristão.

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  • 05/08/2006 - 09:16
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Sr Piza,
    Me explique porque toda a pessoa que pensa com liberdade que não exclui o credo religioso desta é taxado de reacionário ????????

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  • 05/08/2006 - 09:20
    Enviado por: Lago

    Meu Deus; o que eu acabo de ler!!!

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  • 05/08/2006 - 09:31
    Enviado por: Ricardo Pedreira

    Qualquer tipo de esmola é, em minha opinião, prejudicial a quem recebe, principalmente às crianças. Isso, porem, não nos livra de responsabilidades tanto na busca de soluções como ao eleger nossos representantes.

    O poder público não é uma entidade abstrata. Ele é eleito por nós e, portanto, nossa responsabilidade.

    Creio que com programas voltados a tirar crianças da rua dando educação, carinho e idéia de família poderemos, após algum tempo, melhorar esta situação. Com relação aos adultos acho que a formação de cooperativas de trabalho artesanal pode servir como um paliativo. Que não se espere, no entanto, soluções rápidas e milagrosas. É um trabalho longo e que deve ser feito pelo poder público e a sociedade, juntos.

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  • 05/08/2006 - 09:31
    Enviado por: Eraldo César Silva

    O poder público não se exime da dar esmola. O programa Bolsa Família, soma de vários outros, cópia do Bolsa Escola criado por Cistovam Buarque e, deturpado pelo governo Lula, virou o maior esmolário eleitoreiro da história do Brasil.

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  • 05/08/2006 - 09:41
    Enviado por: Eraldo César Silva

    Caro Pedro Costa,
    Faço das suas palavras as minhas.

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  • 05/08/2006 - 09:47
    Enviado por: A.L.R.

    Bom dia.

    Daniel, boa síntese do problema, que me leva a refletir de modo mais completo sobre a questão.

    Como você sugere, no Brasil pagamos muitos impostos. O Estado arrecada muito, e deveria com isso criar as condições de longo prazo que diminuam as diferenças sociais e a miséria. Educação, saúde, melhoria das condições para que a economia cresça, oferecendo mais empregos e melhores empregos…
    O mínimo que se pode fazer é buscar a igualdade de oportunidades.

    Mas como essa não é a realidade, convivemos com os mendigos. Pessoalmente, frequentemente dou esmola -se não estou em carro blindado, pois no caso nunca abro as janelas. Penso, alguns centavos, ou um ou dois reais, não vão me fazer muita falta, mas para os mendigos é possível (mas não certo, como você explica) que ajude.

    Quando tenho roupas velhas, coloco num saco plástico, e, parando o carro de modo bem rápido ao lado da favela das Águas Espraiadas (hoje Roberto Marinho, já que nossos vereadores parecem não ter o que fazer senão ficar mudando o nome de ruas, túneis, pontes, etc…), deixo o saco na calçada.

    Como alguém citou acima, também acredito que dar a boas entidades humanitárias – e aqui é preciso checar com cuidado se fazem um bom trabalho – pode ser mais útil.

    Falando da questão de pobre ser pobre por não trabalhar, etc…, levantada acima: Acho muito difícil alguém poder negar que quem nasce na classe média – ou média-alta, tem uma vantagem muito grande na vida. Se eu tivesse nascido numa favela, numa família que não tivesse a tradição de estudos universitários, vou lá saber o que eu teria me tornado? Poderia de repente ter me tornado bandido, talvez já teria sido assassinado por algum policial… Vendo tanta injustiça, tanta falta de oportunidade, tanto abuso… (e, para os leitores que estão familiarizados comigo sabem, nem sou esquerdista…)

    Acredito na igualdade de oportunidades, mesmo que seja um ideal…

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  • 05/08/2006 - 10:05
    Enviado por: Ernai

    O COMENTARIO DO VESITANTE JOSE MAIA É MUITO INFELIZ.EU VEJO DESTA MANEIRA, AUMENTOU O JUROS BANCARIOS,O IMPOSTO DE RENDA , DE IPTU, DE IP TUDO, DE IP ISSO, IP AQUILO, E POR AÍ VAI. A, AUMENTOU TB DO LADO DOS POLITICOS, QUE SUSTENTAMOS A PREÇO DO QUE NÃO TEMOS A VERBA DE GABINETE, A VERBA DE MORADIA, A TROCA DE VEICULOS, E OUTRAS Q NEM SABEMOS NEM PORQUE PAGAMOS, POREM SÃO USUFRUIDAS PELOS HABITANTES DE CAMARAS MUNICIPAIS, ESTADUAIS, SENADO CAMARA DE DEPUTADOS.PARA O DONO DA EMPRESA, NÃO FECHAR, E IR TAMBEM PARA A SARJETA, PEDIR, ELE REDUZ O SEU CUSTO DE OPERAÇÃO, OU SEJA VAI TOCAR A EMPRESA COM MENOS GENTE, E FAZER A MESMA COISA. A PARTIR DO MOMENTO QUE O CIDADÃO PERDE O EMPREGO, VEM TODO ESSE CIRCULO VICIOSO QUE TEM CRESCIDO MUITO NAS ULTIMAS DECADAS EM NOSSO PAIS.JÁ, QUE O GOVERNO ESTA GERANDO MUITO MAL O DINHEIRO DA POPULAÇÃO, ELE DEVE PARAR DE COBRAR, PARA NÃO SOBRECARREGAR A SOCIEDADE,SAIR DO NEGOCIO E DEIXAR ESTA AÇÃO PARA AS ONGS ESPECIFICAS, REDUSINDO OS IMPOSTOS E TAXAS A ARRECADAÇÃO AUMENTA, ISSO JÁ ACONTECE NO ESTADO DE SÃO PAULO, E EM OUTROAS REGIÕES DO MUNDO

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  • 05/08/2006 - 10:21
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Em nome da miséria e em nome da pobreza,temos assistido esta enxurrada caudalosa, de desvio de dinheiro público destinado a atender os mais carentes o que não acontece, daí a incredulidade de muitos que acaba operando em favor do próprio aparato estatal.

    A discução do dar ou não dar esmola, nada tem de anticristão.é justamente por ser um debatge ético é que atende aos propósitos do cristianismo, dentre eles o amor ao próximo.
    Santo Agostinho já dizia que ás vezes a igreja é feita também por “hereges”. Sem querer bancar o pregador, mesmo porque não acho que meu credo religioso não é melhor nem pior do que os outros credos.
    Entendo que estamos pondo a mão, com coragem e ousadia, “num cascalho sujo de lama” visando buscar algum mineral que seja util
    E o Cristo é o exemplo maior, seguido e relatado pelo apóstolo Paulo, de uma sadia provocação em pontos capitais, sacudindo os hebreus e gentios da inércia . Galatas não me deixa mentir sendo falacioso.
    O problema da esmola é crucial, posto que a miséria é a nossa maior mazela . Que da voto , como da.

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  • 05/08/2006 - 11:46
    Enviado por: danielpiza

    Foi colocado um aviso aos visitantes que os comentários insultuosos, ainda mais assinados por pseudônimos que mudam a cada vez, não serão aceitos. Em nome da liberdade de expressão.

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  • 05/08/2006 - 13:10
    Enviado por: Renato

    Na boa, Piza: evito dar esmolas, não me sinto na obrigação. Essa idéia de responsabilidade difusa não me atinge. Pago meus impostos, tento me informar para votar direito, não dou trela aos prosélitos da pobreza. Já faço mais do que a imensa maioria.
    Se eu estiver a fim, dou, pago um lanche, um almoço. Ontem mesmo, fiz isso, em frente ao Espaço Unibanco. Mas não sinto a menor obrigação.
    Se for adulto com criança, não dou nem atenção. Se vier com criança no colo, tenho vontade de jogar no meio da rua pra ser atropelado.
    Tenho dó de crianças e velhinhos. E só.
    A obrigação de cuidar dessas pessoas é do governo. A quem se indigna com o tipo de posição que eu adoto, uma idéia: vote melhor. Cobre de quem tem a obrigação.
    Pagamos 39% de nossa produção em impostos. Acho que é o suficiente para resolver o problema.

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  • 05/08/2006 - 15:39
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Prezado Renato,
    Numa boa tbm. Divergir é bom- é sadio.

    Concordo que há uma transferencia de mais de 39% do setor privado para o público. o percentual chega ser maior em determinadas etapas do ano.
    Pagamos nossos tributos justamente para que o Estado execute suas funções, no entanto, é bom ressalvar que tributo não distribui renda como se pensa é claro não se quer ser simplório e não enxergar os benefícios sociais que bem o mau, são distribuidos pelo Governo.
    A questão aí ( não é o seu caso) é mais complexa. Todos nós temos autonomia e indiviualidade, no entanto, muito se confunde individualidade com individualismo e aí nós poderemos cair no engano e chegarmos ao fim dos nossos dias, esperando o Governo fazer sua parte e este sempre devendo,notadamente com relação a miséria .Daí até por interesse próprio, sem nenhum problema, refletir no sentido de onde podemos ajudar um pouco. Smj abs Eduardo

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  • 05/08/2006 - 16:12
    Enviado por: RL

    Renato, concordo com você. Se cada um fizer sua parte na hora de votar e na hora de exigir seriedade do governo, já é mais do que todas as esmolas somadas… O que não me impede de dar alguns trocados de vez em quando. Uma coisa não anula a outra. Só é preciso colocar o problema no nível certo.

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  • 05/08/2006 - 16:26
    Enviado por: Sérgio

    Esmola não. Ajuda sim.

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  • 05/08/2006 - 16:27
    Enviado por: Sérgio

    Esmola não. Ajuda sim.

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  • 05/08/2006 - 17:32
    Enviado por: Renato

    Caros Eduardo e RL: observem que não digo que não se deve dar esmolas. Apenas digo que não sinto a menor obrigação fazê-lo. Como escrevi antes: eu mesmo dou de quando em vez.
    Apenas acho que se , ao invés de dar esmolas, cobrássemos mais de quem tem o dever de resolver o problema, seríamos mais efetivos. Não é que eu esteja despreocupado do problema; apenas divirjo quanto ao método de resolvê-lo.
    Mesmo porque a miséria está na raiz de inúmeros outros problemas de que padecemos.

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  • 05/08/2006 - 18:13
    Enviado por: Heberth Xavier

    Não dou esmolas, mas respeito quem tem opinião diferente. Compreendo quem dá esmola quando ela é uma ação individual – o sujeito quer ajudar, enfim, é um direito seu. O problema ocorre quando há ações organizadas a favor da esmola, políticas públicas (ou até privadas) visando à ajuda aos mais pobres. Aí já acho que há problemas: cria-se, nesse caso, um desperdício de energia, de reflexão, de ação, que poderia ser canalizado melhor em outras esferas.

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  • 06/08/2006 - 00:46
    Enviado por: Miguel Lenz

    “Ser ou não ser, eis a questão.Qual é a mais digna ação da alma:sofrer os agrav os, os embates da sorte adversa, ou armar-se contra um mar de infortúnios, enfrentá-los e neles acabar ?Morrer, dormir, nada mais.Pensar que um sono acaba com as angústia do espírito e as mil tortura s inevitáveis que são herança da Humanidade, é solução que se deve anelar com delírio. Morrer, dormir, dormir!talvez sonhar! Ah! Eis aqui o escolho…”

    Shakespeare

    Dar ou não dar esmolas? Dar ou não dar comida? Ajudar ou não ajudar? Esperar pela ação do Governo ou não? Eis a questão.O que fazer? Responderei pelas palavras de Fenélon:

    “Não tenho mais que uma palavra para te dizer acerca do amor pelo próximo, a saber: que nada, a não ser a humildade, pode te conformar a isso.Nada, senão a consciência de sua própria debilidade , pode fazer-te indulgente e compassivo para com os outros. “

    Sim, pela consciência de nossa própria debilidade perante o mundo e a vida é que pode nos dar resposta para estas questões. E que significa tal debilidade? O reconhecimento que todos somos iguais, seja em nossas angústias, sofrimentos, alegrias, ódio, paixao, amor, vaidade.Assim, é no semblante do próximo que posso revelar-me a mim : Se ele está alegre, minha alma também estará; se este semblante for de sofrimento, também eu estou sofrendo.. Mas, se seu semblante denotar desonestidade, escárnio e vilania, está me transmitindo também uma mensagem que dentro de mim isto pode se esconde.Portanto, não há diferenças entre os seres humanos: Todos somos iguais e todos, de uma maneira ou de outra, participamos de situações boas ou más.

    No meu ponto de vista, o que vale na questão levantada é o espírito de fraternidade de cada um para o próximo,de maneira anônima, sem ostentação, sem esperar por Governos, por boa aplicação de impostos, de saber se existe malandragem junto a estes favelados, se eles ficarão viciados em “pedir comida”, se farão mais filhos para pedir esmolas”, etc.Afinal, “todos somos iguais” e a única coisa que nos diferencia, momentaneamente, é o status social e renda. Porque, como dizia José Selgas, “escondemo-nos em máscaras, mas, em nossa essência, estamos nús”.E, quando esta máscara diária de “pessoas civilizadas e conformadas a uma situação social privilegiada cai,vem o remorso de nos reconhecer igual ao outro, mesmo aquele a quem consideramos diferente, “mal intencionado” ou pedinte, pois se o corpo, forrado pela proteção social e protegido pelo capital, não necessita disso, a alma frágil nas noites mal dormidas, reconhece no sofredor nosso irmão e no remorso de não ajudá-lo entende a realidade de sua existência

    “O dia apresenta-nos por toda parte a opulência, o luxo, os sorrisos equívocos, os olhares atrevidos, as vestes brilhantes: numa palavra, a superfície de nosso nos vai dizendo a cada passo:”Eis aqui o homem”.A noite , desatando o fio misterioso de nossos sentimentos e de nossas idéias, nos diz: Eis aqui a alma”

    José Selgas

    Dar esmolas ou não é questão menor. O importante é o sentimento de humanidade que devemos ter com estas pessoas e agirmos, de alguma maneira, para aliviar seus sofrimentos, mobilizando nossas energias e refrescando nosso coração com espírito de humildade e o reconhecimento de que nada somos, a não ser uma gota d`´agua num oceano de mistérios: O porque de nossas vidas.

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  • 06/08/2006 - 01:56
    Enviado por: Miguel Lenz

    Agora, isso não significa desconhecer a falência governamental no trato da questão da pobreza e miséria no Brasil, das injustiças do sistema capitalista e sua capacidade de marginalizar as pessoas, da realidade (como destacou um messivista )de má fé e atitudes deliquentes por parte de muitos sem teto, etc.Todavia, isso é um problema antigo no Brasil ew já faz parte de nossas frustações históricas. E o pior: a coisa tende a se agravar com o passar dos anos, seja no aumento da favelização das grandes cidades, como do êxodo rural, aumento da marginalidade, tc.Tudo, naturalmente, em sintonia com a corrupção política e o absenteismo das classes mais previlegiadas em atitudes de responsabilidade social afinadas com nossa realidade.

    Enfim, receitas, análises, críticas, sujestões, etc., em relação ao problema em foco, ocorrem sempre, já ocorreram e ocorrerão em futuro próximo.E os resultados são previsíveis: Não resolverão nada!

    Há de se ter criatividade e bom senso para enfrentarfmos esta dramática situação.

    Que tal ressucitarmos Malthus?

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  • 06/08/2006 - 10:30
    Enviado por: eduardo grandinetti de barros

    Caros Renato e José Maia,

    Em primeiro lugar Renato, temos mais pontos de concordância do que de divergência. Obviamente debater é bom porque muitas vezes ficamos “engessados”no nosso ponto de vista
    José Maia , acho que vc sintetizou bem tudo que queria expor e propósito da mendigância, independente da questão social, em muitos casos se sabe que a mesma decorre de problemas da propria pessoa. O personagem do livro “O grande mentecapito” de Fernando Sabino foi inspirado num caso desta espécie

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  • 07/08/2006 - 10:12
    Enviado por: marcus viana

    acho q nao. o q nao significa q d vz em quando eu nao distribua uns trocados na rua, p/ crianças, velhos, deficientes…

    creio q estimulos nos conduzam, logo esmolas tendem a incentivar as pessoas a pedirem, e como vc diz, perpetuam a situaçao.

    o sentimento de culpa eh q me faz, vez por outra, ignorar o racional.

    rapaz…concordei contigo :?

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  • 07/08/2006 - 10:43
    Enviado por: César Silva

    A questão obviamente nos leva a pensar em nossa responsabilidade como cidadãos; concordo que dar esmola e não se preocupar com política, não votar conscientemente, não ter opiniões formadas e não cobrar seus parlamentares é enxugar gelo. Agora, me parece que a questão proposta pelo blogueiro é de cunho mais prático: frente a uma situação específica de pedido de esmola, dar ou não dar? Cada um tem a sua resposta, alguns não tem um posicionamento claro. Meu posicionamento é claro: evito dar. Minha consciência fica relativamente tranquila porque exerço meu papel de cidadão, pagando TODOS meus impostos, cobrando da melhor maneira a classe política, trabalhando e gerando renda. E contribuo sistamaticamente para uma instituição que conheço. Existem pedintes realmente necessitados, mas esses devem ser atendidos por instituições. Há estatísticas que mostram que apenas 25% de pedintes abordados aceitam ir para abrigos da prefeitura. Esmola só perpetua uma situação deformada, e me parece que a esmola funciona mais como um alívio para a própria consciência do doador.

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  • 07/08/2006 - 19:33
    Enviado por: ana

    Não dou esmolas na rua. Contribuo mensalmente para uma instituição das sérias que atende crianças . E quer saber? Acho que não devemos dar esmolas nas ruas e devemos contribuir para instituições sérias. Não tem nada a ver com questão de foro íntimo e sim a real intenção de contribuir para que as coisas melhorem.

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  • 09/08/2006 - 09:26
    Enviado por: Adriano Mantovani

    Caro Daniel,

    É igual a Africa, as ajudas humanitarias Internacionais ajudam a africa a sair da miséria temporariamente más de fato a Africa continua na mesma “pindaiba” de sempre é necessário levar investimentos em Educação, Moradia, Saude, Emprego, Transportes e blá, blá, blá pra aquelas pessoas não só mandar Toneladas de Arroz, Feijão e Milho. Aqui em São Paulo é a mesma coisa, é preciso dar moradia decente, educação, emprego aos país etc… Os pais que não tiver afim de trabalha e ficar explorando as crinças é cadeia. E manda as crinças pra adoção simples assim…

    Abs

    Adriano

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  • 09/08/2006 - 09:34
    Enviado por: A.L.R.

    Prezado Adriano,

    Concordo contigo. Complementando o que disse, a África só irá pra frente quando houver mais paz, estabilidade politica, segurança jurídica, e direitos de propriedade estabelecidos. Sem essas bases, ninguém investirá em coisa alguma, portanto não haverá empregos ou possibilidades de auto-sustentação…

    abraço

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  • 23/08/2006 - 07:25
    Enviado por: this is very good

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    related source

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  • 24/08/2006 - 14:27
    Enviado por: Caroline Apple

    Bom, a resposta mais honesta dentro do conceito morador de rua é NÃO, justamente por sermos responsáveis sim,um ser ético (como devem saber), é aquele que faz, assume e se responsabiliza pelas sanções, se financiamos a pobreza, como nega-la depois? é de se pensar, mas mesmo assim a nossa dó deles (que mais seriam nossa), faz com que esse pensamento se dissipe e voltamos a realidade individúalista.

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  • 28/08/2006 - 20:03
    Enviado por: rubem

    li sobre os intelectuais, que preferem desqualificarem os argumentos daqueles que questiona os mazela do atual governo, preferindo arranjar um culpado anterior, para minimizar os escandalos e tenta esconder-se atrás de uma figurante(governo)que não sabe, que não viu, ou seja irresponcavel.

    supomos que o Brasil é o País que na realidade aquele que conseguir achar um culpado para seus erros setaria absolvido de qualquer pecado.
    sinto que a sociedade que produz no brasil é a que tem menas importancia para o atual governo ele e o seus intelectuais se acham um demiurgo.

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  • 29/08/2006 - 18:22
    Enviado por: tito lino

    Estava em um supermercado fazendo compras e fui abordado por um rapaz pedindo dinheiro. Disse a ele que eu já havia pago, e muito, para o governo dar a ele. Pensei depois comigo: aquele carrinho de compras que eu estava empurrando iría resultar em mais ou menos R$ 80,00 para o governo. Se o governo federal dissesse para eu dar o dinheiro ao pedinte, em vez de arrecadar como imposto e “ficar” com o dinheiro, eu daría com toda boa vontade. Já saquei o que Lula está fazendo: em vez de dentaduras, máquinas de costura, etc., está utilizando o que eu pago de imposto para comprar o voto de pessoas como ele. Por isso as pesquisas estão mostrando o que estão mostrando. Ou não?

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  • 04/11/2006 - 20:32
    Enviado por: Elaine Martins

    Eu não consigo deixar de dar esmolas,pois é tanta miséria que o que eu posso fazer é meter a mão no bolso e dar uma ajuda, tenho cosciencia de que não é legal, mas infelismente não tenho o poder de acabar com a miseria que existe em nosso país.Quando digo que não é legal é porque sei que mais tarde eles vão voltar para as ruas para pedir mais, e dando esmolas eu estou contribuindo para q eles nunca saiam das ruas.Mesmo assim,para mim é impossível deixar de dar esmolas.Como eu gostaria de poder ajudar muito mais do que dar esmolas.Essas pessoas precisam é ser incluidas no meio social e não excluidas,precisam de emprego, ganhar o seu próprio salário,talvez assim conseguiriamos viver num mundo sem esmolas.

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  • 10/05/2007 - 13:59
    Enviado por: rodrigo

    bom dia
    se dermos ismola, a crianças e adolecentes estamos dando encentivo a eles n estudarem e n procuerarem um imprego diguino,so q o dinheiro q eles ganham e um salario minimo o q faz q eles n tenham vonta de procurar um impego melhor,ou estudarem e terem uma vida e uma profissao malhor,a minha pergunta e devemos dar esmola ou n???

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  • 10/05/2007 - 14:14
    Enviado por: rodrigo

    bom dia
    se dermos ismola, a crianças e adolecentes estamos dando encentivo a eles n estudarem e n procuerarem um imprego diguino,so q o dinheiro q eles ganham e um salario minimo o q faz q eles n tenham vonta de procurar um impego melhor,ou estudarem e terem uma vida e uma profissao malhor,a minha pergunta e devemos dar esmola ou n???neste momento estou escrevendo um texto para meu colegio sobre esmola por isso dei uma passadinha aqui e comentei sobre a esmola.

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  • 20/05/2007 - 22:11
    Enviado por: Miurrú

    o significado da esmola diante da gravidade da situação social brasileira. aonde vamos parar?

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  • 06/06/2007 - 10:31
    Enviado por: Lucilene-goiânia-go

    Eu acho que dar esmolas só irá aumentar o índice de pessoas desempregadas que se acomodam nessa prática de pedir esmolas.
    Não digo isso num modo geral, há aqueles que realmente precisam porque são inválidos para o trabalho e que por algum motivo não são aposentados.

    Me comove quando vejo uma criança pedindo e até contribuo ás vezes mesmo sabendo que estou cooperando para que essas crianças criem o abto de pedir e se acomodam até virarem adultos preguiçosos,manipuladores que acham que somos obrigados a contribuir para sua ruína.
    porque a tendencia dessa pratica de dar emola e almentar a miséria no nosso país.

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  • 06/06/2007 - 10:36
    Enviado por: lucilene

    Eu acho que dar esmolas só irá aumentar o índice de pessoas desempregadas que se acomodam nessa prática de pedir esmolas.
    Não digo isso num modo geral, há aqueles que realmente precisam porque são inválidos para o trabalho e que por algum motivo não são aposentados.

    Me comove quando vejo uma criança pedindo e até contribuo ás vezes mesmo sabendo que estou cooperando para que essas crianças criem o abto de pedir e se acomodam até virarem adultos preguiçosos,manipuladores que acham que somos obrigados a contribuir para sua ruína.
    porque a tendencia dessa pratica de dar emola e aumentar a miséria no nosso país.

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  • 21/06/2007 - 15:30
    Enviado por: Andre Escovedo

    DÊ ESMOLA!!!
    Os gigantes da humanidade foram UNÂNIMES: DÊ ESMOLA!
    MOISÉS
    BUDA
    JESUS
    MAOMÉ
    Fco. DE ASSIS
    BAGAVAD GITA
    COSME E DAMIÃO
    ALAN KARDEC
    TEREZA DE CALCUTÁ
    BETINHO

    Quem está do outro lado? Você?

    Quando se dá esmola (=ajuda) FAZ-SE o outro importante, o que é o básico para a auto-estima.

    O bem está em todos os lugares. Vamos manifestá-lo ou não? Vamos deixar para outra hora?

    Como disse São Paulo:
    Das três virtudes, a FÉ, a ESPERANÇA e a CARIDADE,
    A MAIOR É A CARIDADE.

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  • 31/08/2007 - 09:19
    Enviado por: Vanessa

    sou contra qe se de esmolas, creio que betinho, não era a favor da esmola, e sim da preocupação do Estado com o bem estar da população.
    Não adianta tar esmola ao mendigo, ele apenas saciara uma vontade imediata (podendo ser alimento ou bebida alcolica) mas o principal ficará, ele permanecera morando nas ruas, sem emprego, moradia etc. O que precisamos é do interesse do governo e da população de tomar uma medida que os tire de la e nao que apenas os alimente de vez em qdo, qdo passarmos por ele na rua.

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  • 22/09/2007 - 00:00
    Enviado por: guilherme

    As pessoas estão confundindo CARIDADE com dar ou não esmolas, principalmente estes que usaram argumentos baseados em suas crenças religiosas. É deplorável ver esta péssima interpretação! Afinal, não dar esmolas não significa que a pessoa não faz caridade, muito pelo contrário. Caridade se faz com consciência, ajudando a mudar o país, cobrando do governo, participando de ONG’s, construindo projetos de inclusão social e muitas outras maneiras que melhorem a vida das pessoas que pedem esmolas. Já dar esmolas porque Madre Tereza de Calcutá ou Betinho disse que se deve dar esmolas, é uma tosca interpretação das palavras destes íntegros nomes.

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  • 24/10/2007 - 22:53
    Enviado por: marcia

    creio que dar esmola não é um ato de caridade pois quando dou esmola estou contribuindo para a comodidade do meu próximo como o nosso amigo disse não se dá o peixe e sim a vara para pescar trabalhos voluntário para se ensinar o trabalho é muito mais benéfico

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  • 15/11/2007 - 12:47
    Enviado por: Fernanda Andrade

    É muito facil falar quando não somos nós q estamos necessitando,dão inumeras soluções q o governo poderia fazer e não fez,…que fez e não deu certo!Enquanto isso a “bola de neve” aumenta a cada dia. Depois de um dia de trabalho sabemos q quando chegarmos em casa terá uma boa comidinha,uma caminha p relaxar,…enquanto outras são desprovidas de tudo isso.sabe o que governo faz!?nadaaaaa..Muitas vezes quando paro no sinal de transito vejo crianças de tudo tipo:uns pedindo dinheiro,outros comida ou ainda falando malabarismo! Esmola seria mesmo um mal necessario!?

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  • 06/12/2007 - 08:40
    Enviado por: Luiz Roberto Mantovani

    Ao dar “esmola” voce faz algo depreciativo para a pessoa que recebe. Existe neste ato uma relaçao de hierarquia material que mantem o status quo.
    É deploravel quando isto acontece.
    No entanto, se voce reconhecer no outro a mesma condição de SER (que vive a mesma experiencia sua), voce poderá ajuda-lo a se desenvolver no seu papel.
    Somos um Ser quantico que vive uma experiencia terrena ou somos um Ser terreno que busca uma experiencia quantica?
    A humanidade se alçará para um patamar acima quando as condições de todos os seus componentes permitir. Se alguns elementos ficarem pra tras, pesará e a dificuldade de subir aumentará.

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  • 13/12/2007 - 18:53
    Enviado por: -

    Caro Daniel,

    Concordo perfeitamente com o que diz. Essa questao de dar esmola ou nao, é muita complexa, é trsite mesmo ver pedintes, muitas vezes, bem pequenos pedindo esmola, o coraçao parte quando vejo cenas como essas. Muitas maes com filhos no colo vao para sinais e usam suas criancas como forma de nos deixar mais sensiveis. E aquela crianca de colo? Será exatamente como a mae! O problema é que os pedintes se acomodaram a ter o peixe, e nao querem aprender a pescar. Preferem ruas à instiuições que cuidam muito melhor deles. É dificil pensar numa solução para essa questão abordada. O probelma está nos que ajudam, os que fazem a miséria aumentar. O probelma está no incentivo precário nao oferecido aos mais miseráveis, como o planejamento familiar. O que fazer então?!

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  • 12/03/2008 - 14:34
    Enviado por: Thais

    A esmola humilha, o trabalho dignifica… a fome mata!

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  • 14/03/2008 - 08:40
    Enviado por: FRAN E KEKA

    EU ESTUDO EM UMA ESCOLA A ONDE SOU OBRIGADA A GASTAR MEU DINHEIRO PORQUE A COMIDA DE LÁ É MUITO RUIM QUANDO ESTOU NO ÔNIBUS VÁRIOS MINDIGOS ME PEDEM DINHEIRO SEMPRE CONTANDO UMA HISTÓRIA TRISTE SEMPRE ESTOU SEM DINHEIRO FICO COM A CONCIÊNCIA PESADA POR NÃO PODER DÁ DINHEIRO PARA ESSAS PESSOAS! SOU UMA MENINA LOGO SEREI UMA MULHER E JA SEI DA SITUAÇÃO DO BRASIL.

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  • 15/03/2008 - 15:47
    Enviado por: AFCF

    Daniel, considerando-se que o significado de esmola é o que se dá aos necessitados, podemos refazer sua pergunta inicial da seguinte forma: “deve-se ou não dar aos necessitados?” O sentido da pergunta é o mesmo, mas a sensação fica um pouco diferente. Tenho as mesmas dúvidas que a maioria daqueles que responderam ao seu questionamento. Como identificar aqueles que realmente têm necessidade de nossa ajuda é um tanto difícil. Mas, partindo do princípio que nada acontece por acaso e que há uma força suprema que em tudo se manifesta, principalmente quando algo nos acontece ou alguém se aproxima, cabe apenas a nós interpretar o significado disso. O significado para o outro é do outro e a responsabilidade pelo uso do que se recebe é de quem recebe. Outra questão, não menos importante, é a forma como nós nos comportamos ao dar, pois essa forma vai interferir direta e proporcionalmente nas conseqüências desse ato. Mesmo que ignoremos a existência dos efeitos, a causa está manifesta no ato. Quando alguém tem fome ou sede, não se pode simplesmente negar-lhe comida ou água sob a alegação de que primeiro se deve ensinar a caçar e armazenar água, quando falta força ao discente que sequer consegue ficar de pé. É difícil identificar um necessitado? Sim, é muito difícil, principalmente, quando já foi disseminada a lei da “esperteza” (“O negócio é levar vantagem!”). O que os “espertos” não percebem é que se todos decidirem só levar vantagem, quem será o otário do futuro? Bom! Mas não é nossa atribuição julgar, a nós importa o que se manifesta em nossa consciência. Como me portei diante do necessitado quando ele surgiu diante de mim? É melhor errar ajudando um necessitado ou ser enganado por um dissimulado? Será que conseguirei dormir por causa da omissão da ajuda? Ou, será que conseguirei dormir com o golpe da dissimulação? Voltando à sua pergunta sobre o que eu acho da sua exposição, eu lhe respondo, não sei. O que você acha?!

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  • 23/03/2008 - 16:30
    Enviado por: MARCELA

    EU ESTUDO NUHA ESCOLA ONDE SOU OBRIGADA A GOSTAR DA COMIDA JA QUE NEM SEMPRE TENHO DINHEIRO PARA GASTAR NA CANTINA DA ESCOLA

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  • 23/03/2008 - 16:49
    Enviado por: TAINÁ ALMEIDA BRITO DA SILVA

    EU ESTUDO NUMA ESCOLA DE POBRE E TENHO QUE SER OBRIGADA A COMER LA EE POR QUE AGUETE ESTUDA DAS 7:00 DA MANHÃ ATÉ AS 4:00 DA TARDE E O NOME DA MINHA ESCOLA É DR.RUI RIBEIRO COUTO E EU SOU A TAINÁ A ALUNA DA 7aA2

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  • 30/03/2008 - 10:43
    Enviado por: TAINÁ ALMEIDA BRITO DA SILVA

    dione e julio mamãe e papai

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  • 30/03/2008 - 10:46
    Enviado por: TAINÁ ALMEIDA BRITO DA SILVA

    dione e julio ou sejam mamãe e papai

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  • 06/05/2008 - 14:55
    Enviado por: leandro leite

    Náo acho que devemos dar esmolas.A esmola náo resolve os problemas socias do nosso país.Ela só serve pra aliviar a consciencia de quem as dá e consequentemente acomodar quem as aceita.Temos é que cobrar de nossos governantes politicas públicas e ajudar institui;óes sérias que fazem esse servi;o.

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  • 16/05/2008 - 23:32
    Enviado por: Lu.P.A.A.

    Espírito de fraternidade, é esse um argumento utilizado por quem prática a esmola. É de partir o coração ver seu “irmão”, seu semelhante, submetendo a privações para sobreviver. Quem nunca se deparou tendo sincera pena de uma criança ou idoso ao este pedir um “trocado”, e a pergunta que fica, dar ou não esmola?Será mais um desses charlatões que não trabalham por inercia, ou uma pessoa realmente necessitada?Que tipo de ser humano você se sente ao negar um alívio ao proximo?

    É realmente agressivo a sua conciência negar algum tipo de ajuda a quem supostamente precisa, chega a ser desumano. Ao ver uma pessoa agunizando por comida, fica realmente difícil identificar aqueles que realmente necessitam de ajuda, o que se pode fazer é selecionar a quem se está ajudando bem como a forma que ela decorre. Por exemplo, evitar dá dinheiro e sim doar a comida, a água, o remédio… Importante também é evitar ao máximo tal paleativo, bem como procurar agir mais racionalmente, afinal, dar esmola não significa ser caridoso, pelo contrário, o ser se faz através da consciência, ajudando a mudar o país: cobrando do governo, participando de ONG’S serias , participando ou ajudando projetos de inclusão social. Nós pagamos caro por uma situação adequada para o desenvolvimento do cidadão, cabe a nos cobrar tal resultado do governo.

    Se você entra nesse ciclo de dá esmola, mais parece que está querendo aliviar sua culpa em não dá e não pensando no respectivo que vai se acomodar com tal “ajuda”.Ao uma criança logo cedo se acostumar com aquele dinheiro fácil, não vê motivos para ir em busca de educação( de pessima qualidade por sinal), e consequentemente da mesma forma não irá apresentar ânimo nem habilidade para procurar um emprego.Tais refleções mostram que a miseria é tanta que as vezes se torna dificil não dar esmolas, mais que também devemos evitar contribuir para tal ruína que alimenta a miséria no país, confirmando que realmente deve ser feito é modificar o quadro atual para quem as pratica.

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  • 14/10/2008 - 17:23
    Enviado por: cecilia

    Estou tentando aprender sobre isso tudo, aceitar isso tudo e estou descobrindo que no fundo existe muita vaidade em mim e muita soberba em relação ao meu sofrimento ao ver o pobre e minha necessidade de ajudar. Parece que a ajuda acaba sendo um desencargo de consciencia, acho que é mais amor a mim que ao meu irmão, se eu fosse humilde eu não iria querer ser a salvadora do mundo, saberia que não sou a todo poderosa, que foge ao meu alcance e sou só uma gota, minha mania de grandeza é que no fundo move minha indignação com a situação da mendigancia. Já busquei respostas na Bíblia e descobri em um trecho em que diz: imagina disperdiçar o balsamo que custou tanto, este dinheiro poderia ser usado para os pobres, a resposta de Jesus foi- os pobres sempres os tereis. Já li em eclesiástico que a mendigancia é doce na boca mas amarga no ventre, já li que o prato de comida se come com o esforço do trabalho, mas também já li que é bom saber repartir dividir doar, mas percebi também que este saber doar é silencioso é humilde é diferente do que fazemos e como fazemos, parece que é sempre nos glorificando ou então sei lá. Sei que temos uma realidade aí, todos que escrevem estão corretos em algum ponto. a política o que parece certo ou errado etc etc, mas quero me prender é em cada pessoa que aqui questiona, fazer como eu fiz entrar dentro de si e encontrar a verdadeira resposta para sua própria angústia, e com certeza será mais verdadeira a resposta sobre dar ou não esmola. Ver dentro de si o que realemnte impulsiona a caridade , se é o amor por si ou pelo próximo.

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  • 23/12/2008 - 01:58
    Enviado por: Marcus

    Meus amigos cada caso é um caso. Eu era contra o ato de dar esmolas pelos mesmos motivos citados a cima. Acreditava que existiam empresas que cuidavam dos necessitados e tudo mais. Mas depois descobri por pesquisas na universidade que estudo, que o dinheiro dados a essas instituições não chegam às pessoas necessitadas porque o que é doado serve para pagar os custos das entidades, e principalmente os salários dos colaboradores. Na maioria das ONGs grande parte do dinheiro é gasto em publicidade, salários, estrutura, e outras atividades, enquanto se esse dinheiro todo fosse dado diretamente as pessoas carentes chegaria mais rápido e integralmente em suas mãos. Para mim, atualmente, dar esmolar faz meu dinheiro chegar diretamente a quem está necessitado, e não sustenta uma máquina de ONGs que está muito estruturada hoje em dia. Me desculpem mas percebi que essa conversa de que é melhor ajudar entidades (e isso já foi muito propagandeado na mídia), do que dar esmola é uma grande conversa fiada. O dinheiro não chega nas pessoas, somente em meia dúzia sorridentes que estão lá só para tirarem fotos, essa é a verdade. Mas como eu disse que cada caso é um caso, existem algumas entidades que as pessoas trabalham sem receberem salários, digo todas as pessoas, pq conheci algumas que quem montou a entidade tira para si um salário alto e junta pessoas interessadas em prestar serviço comunitário. Ou seja, tem um chefe que ganha bem e um monte de funcionários prestativos e enganados. Portanto acho melhor dar esmolas. Mas não para aqueles esmoleiros profissionais, ou crianças que são colocadas no mundo somente para serem exploradas,,,,, com isso a probreza só aumenta, cada mulher com 10 filhos para pedir esmolas rsrsrsrsrsrs,,,, o négócio é dar para aquele q vc vê que não tem nada mesmo, e ninguém que ajude e sinta pena, etc… mas é difícil identificar tudo isso, vai de cada um.
    Obs: Muitas entidades são internacionais e o dinheiro não fica no Brasil. Outras entidades são administradas com indivíduos corruptos, e o dinheiro é desviado.
    Dêem esmolas, é melhor!!

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  • 07/05/2009 - 20:37
    Enviado por: AMANDA

    NÃO DOU ESMOLA , POR QUE ISSO ACABA SENDO COMO UM ICENTIVO PRA CRIANÇA OU ADULTO QUE ESTIVER PEDINDO!!!!

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  • 10/06/2009 - 17:44
    Enviado por: Jose RG Rocha

    Complete o raciocinio: comente a situação dos deficientes fisicos pobres. Sem esmola eles estariam condenados à morte, concorda?

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  • 04/09/2009 - 10:16
    Enviado por: Camilao

    Amigos gostei do debate, mas se quiserem aprofundar ainda mais, entrem no meu blog http://brantonio.wordpress.com/ Sera um prazer debater mais esse assunto que sempre me entrigou. Parabenizo Daniel pelo debate.

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  • 24/10/2009 - 00:35
    Enviado por: Regina C oliveira Costa

    A impressão que fica ,é quando deixamos de dar esmola, nos sentimos um pouco culpados com a situação alheia.Mas por outro lado estamos fazendo um pouco o que o poder público deveria fazer.Dar educação, saúde…….e consequentemente não teria tantos pedintes nas ruas.

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  • 24/03/2010 - 20:06
    Enviado por: Rafaela

    voces acham que eles pedem esmolas porque querem? pessoas acordam, ninguem quer aquela vida n , não custa nada ajudar o proximo poxa.

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  • 25/03/2010 - 08:40
    Enviado por: ricardo

    Artigo antigo mas a questão é mais atual do que nunca. Acho que, como em qualquer situação mais complexa, deve-se ter traquejo e jogo de cintura, mas sou contra a esmola e totalmente a favor da compra de mercadorias oferecida nos faróis, ou mesmo a molecada que engraxa sapatos, que estão trabalhando dignamente etc. Agora, a esmola, essa questão é difícil. Deve-se doar à ONG’S, mas investigá-las muito antes. Sou contra esmolas, tem que dar alimento pro cara. Ir até a lanchonete mais próxima e pagar uma refeição. Acho que aí não se perpetua a situação que vc cita no artigo.

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  • 16/04/2010 - 17:28
    Enviado por: Jorge

    A questão é que há casos e casos. Certamente praticar caridade é louvável. Mas, será que dar esmolas é a melhor coisa a se fazer? Há pessoas necessitadas realmente, porém, a cada dia vemos mais e mais pessoas nas ruas com uma “ninhada” de filhos pedido ajuda. São cada vez mais pessoas que, apesar de perfeitamente aptas ao trabalho, se submetem a pedir. Quantas pessoas que estão nas ruas e que, podendo trabalhar, não querem, pois é mais fácil pedir. Aqueles que recebem ajuda do governo com Bolsa Familia, se animam pelo fato de quanto mais filhos, mais ajuda recebem. Talvez pelo fato de que teriam muito menos se estivessem com emprego formal e recebendo um salário mínimo. Com certeza cada um é livre para fazer o quem bem entender com o seu próprio dinheiro. Mas, a sua consciência seria a mesma sabendo que você, ao invés de ajudar alguém realmente necessitado, estaria ajudando um pedinte que irá comprar bebida ou drogas? Afinal, você estaria “ajudando” alguém a comprar bebida ou drogas.
    Devemos ajudar sempre, porém, na maioria dos casos, é muito mais útil ajudar de uma forma que não seja por meio de dinheiro.

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  • 24/09/2010 - 16:48
    Enviado por: Victor

    É uma questão de peculiaridades.
    Cada um pensa de uma maneira e esta maneira leva a agirmos de diferentes modos.
    Assim como existem “esmoleiros” que não querem trabalhar – viciados, mendigos, alcoólatras e etc – existem os que não conseguem trabalho.
    Tenho certeza de que não é difícil decifrar quando alguém precisa da esmola ou “quer” a esmola.
    Pense nisso.

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  • 11/03/2011 - 13:46
    Enviado por: weverton

    O problema da maioria das pessoas é que eles acham que dando alguns trocados a um mendigo e outro estarao se redimindo com a sociedade pelos erros que cometeu, mas elas esquecem que dando esmola o morador de rua se acomoda e acostuma a nao precisar trabalhar para ganhar seu sustento.

    obs.: O blog é muito interessante.

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  • 02/04/2011 - 19:58
    Enviado por: vanessa

    estou na 8° série e meu professor pediu para que fizéssemos uma redaçao sobre isso, minha opiniao é: nao devemos dar esmolas porque assim acostumaria as pessoas a pedirem cada vez mais.
    Se elas querem mesmo sair das ruas ,procurem ajuda ,se querem sensibilizar as pessoas às ajudarem perguntem se tem como arranjar um emprego para elas.
    Como no mercado de trabalho seria difícil aceitar alguém sem estudo ,que eles procurem um emprego entao de baixa renda como: domética ,carpir quintal ,panfletar. Sei lá
    Mas se tiver uma lei que proibi as pessoas de darem esmolas ,com certeza nao vai funcionar .Nao se estou certa entao por favor comentem sobre minha opiniao!

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  • 13/06/2011 - 16:26
    Enviado por: danielle

    caro daniel,
    concordo com seu ponto de vista,pois hoje em dia as familias nao deveriam pedir esmolar!!! nos dias de hoje todos deveriam ter seus direitos igualados pois todos sao iguais. ninguem e direrente de ninguem por causa de roupas e outras coisas,todos somos gente e temos que ser tradados como tal.

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  • 16/10/2011 - 22:05
    Enviado por: Cássia

    Concordo plenamente!!! É decepcionante, pois já fui defensora em ajudar, dar esmolas, fazer a nossa parte. Mas a nossa parte não se resume a dar esmolas, muito pelo contrário prejudica. É muito comum encontrar mulheres sentadas nas calçadas enquanto crianças ficam o dia todo pedindo esmolas. Já testou oferecer um trabalho para flanelinhas ou para essas mulheres? A maioria não aceita ou não leva o trabalho com seriedade, prefere viver de esmolas na rua! Entre os diversos casos decepcionantes que presenciei e por estes motivos mudei minha atitude, tentei ajudar uma mulher com uma criança no colo que estava com febre e estava com uma receita pedindo dinheiro. Obviamente, não dei o dinheiro, mas corri para comprar os medicamentos e ao retornar não a encontrei. Todos testemunharam o quanto ela ficou irritada com o fato de ter pego a receita para comprar as medicações. Ela foi embora aborrecida com uma criança realmente doente no colo! Meu Deus! Temos uma sociedade corrupta!

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  • 27/10/2011 - 09:15
    Enviado por: Giovanna

    O correto mesmo é dar a esmola ideal :uma oportunidade.
    Se o governo e todos nós só sabemos discutir…quem sabe oferecendo uma oportunidade de emprego (no exato momento do pedido do mendigo) não mudaria -mesmo que aos poucos- essa cruel realidade?
    OBS: não se deve ver essa ideia como utópica,pois precisamos,antes de tudo,colocar na prática;tirar do papel…se quisermos conseguir algo.

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