Fui para o Rio ontem e vi que Congonhas está cada vez pior. As filas começam nos carros, que quando afunilam para o embarque precisam parar em dois semáforos para pedestres (por que não passarelas?) e a chegada congestiona. As filas do raio X, seis ao todo, estão tão longas que começam logo que saímos da escada rolante. Lá dentro, especialmente na área de embarque subterrânea, os portões ficam apinhados, já que faltam “fingers” no aeroporto. Tudo cheio, bagunçado. Ontem o quadro de voos pulava meia hora da sequência, então muitos não sabiam para qual portão ir. Ou seja: depois da tragédia que obrigou as autoridades a tratarem o aeroporto com a devida margem de segurança, o número de voos voltou ao que era antes. Nada melhorou: pista, espaço, serviço.
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Já o Santos Dumont melhorou depois da reforma, com nova área de embarque, mas tem seus problemas, como a demora e a desordem para tomar táxi. E outro dia, voltando da África, desembarquei em Cumbica e também notei que as coisas continuam iguais, com filas enormes para os estrangeiros na hora de mostrar o passaporte, confusão nas esteiras, etc. O aeroporto de Johannesburgo é muito melhor, maior e mais organizado. Há muito trabalho para fazer, em suma, e um governo sério divulgaria não só novas verbas (R$ 5 bilhões são suficientes?), mas um cronograma dessas obras, com prioridades e o custo de cada uma. Antes que novos acidentes aconteçam.
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As duas melhores invenções da aviação recente foram o apoio móvel para cabeça nas poltronas e o serviço de filmes individual. O primeiro permite que se durma sem ganhar torcicolo; o segundo faz passar o tempo mais rápido. No voo da Emirates para a China, em 2008, havia mais de uma centena de filmes, entre clássicos, inéditos e infantis. Nem precisa chegar a isso, mas meu sonho é que todo voo tenha essas duas comodidades. O sonho de poltronas mais espaçosas, prometido pelo ministro da Defesa há muito tempo (assim como o terceiro aeroporto de São Paulo, a ampliação da pista de Vitória e tantas outras coisas), parece bem mais distante.
Prezado Daniel,
continuamos no século passado, em muitos sentidos, no quesito aeroportos, com certeza. Mas vejamos a lista das 500 maiores empresas do mundo, publicada pela revista americana “Fortune”, lá constam algumas empresas brasileiras, como a Petrobras (extração de combustível fóssil), Vale (extração de minérios), INBEV (Produção de cerveja), Itaú, Bradesco e Banco do Brasil (emprestar dinheiro a juros – e que juros!!), Grupo Ultra (Petroquímica) e a JBS (carnes e derivados). Ou seja, nenhuma da chamada economia criativa, todas representantes de atividades pouco inovadoras e algumas delas recheadas de dinheiro público, sejam estatais ou não. Pondero que precisamos ingressar no século XXI com urgência.
Assino embaixo!
responder este comentário denunciar abusosomos cavadores de buraco..
responder este comentário denunciar abusoOba…um texto sobre aeroportos neste blog.
Certamente, utilizo na maioria das vezes o aeroporto de Cumbica e tomo o mesmo como referência e exemplo de um aeroporto brasileiro pois é a 2a mais movimentada (atrás apenas de Congonhas) e a 1a em vôos internacionais do país.
Com tamanha importância econômica e de porte que a Infraero tanto propagandeia no seu website, seria mais apropriado compará-lo com aeroportos das grandes metrópoles do mundo afora, mas a sua capacidade está aquém dos 30 primeiros aeroportos do mundo com o trigésimo colocado movimentando mais de 32milhões de passageiros enquanto Cumbica aguenta apenas 17milhões atualmente. Isso numa economia que está supostamente sendo colocada entre as 10 maiores do mundo.
Números a parte, há questões aeroportuárias que o brasileiro adora reclamar, e com razão devo acrescentar, dos outros países, como o setor de imigração dos EUA, mas será que tratamos com eficiência maior os nossos visitantes?
Pelo menos em qualquer aeroporto americano encontro um número bem maior de balcões de oficiais de imigração doque em São Paulo, e há também uma certa fluidez e ordem enquanto que em Cumbica até mesmo nós brasileiros já fomos obrigados a esperar em filas que se extendiam até os fingers dos aviões com os velhos hábitos de fura-fila que aparecem depois de alguns minutos entre nossos compatriotas.
O caos é maior ainda nas esteiras de bagagens onde não só o espaço é absurdamente pequeno para um aeroporto do porte de Cumbica, e as esteiras são mal projetadas deixando cair bagagens pesadas em cima de idosos ou crianças, mas também a selvageria se instala entre passageiros egoístas que param na frente da esteira com a família inteira e os seus carrinhos (ao invés de combinar para que apenas um retire as bagagens e o restante fique a distância pra não tumultuar), e mocinhas do Duty Free shop que anunciam “A fila é aqui” sem se importar se aquilo vai trazer mais desordem ainda com passageiros confundindo a fila da loja com a fila da saída.
E depois de sair desse caos oque espera é um agente alfandegário que de tão “profissional”, ele usa o seu sexto sentido para detectar muambeiros (mas não traficantes ou criminosos) na base do ‘olhômetro’. O seu senso geralmente detecta os passageiros carregando mais de três malas grandes e algumas caixas volumosas e uma carteira gorda o suficiente pra pagar as multas. Passar do seu “sensor” é bem fácil, basta não extrapolar no volume e sair com cara de quem não deve nada.
E oque dizer do estacionamento? Até o aeroporto de Indianápolis -uma cidade secundária pra baixo nos EUA- tem um estacionamento mais amplo com prédios e cobertura para carros enquanto que em Cumbica pagamos preços mais caros para expremer os nossos carros num pátio lotado e de vez enquando até em cima da grama de alguns canteiros. Sem conexão de trem, apenas de ônibus e taxis caros.
Mas não se preocupe Piza. Tudo isso está sendo ‘resolvido’ pela infraero. A última vez que chequei, fora algumas pequenas reformas que o já deveriam ter ocorrido a dez anos atrás, como o aumento do pátio de estacionamento de aeronaves, os 5 bilhões serão gastos com “salas de embarque/desembarque removíveis”. Um termo sofisticado pra galpões pré-fabricados e sem corredor direto pra porta do avião que serão montados de última hora, e serão reutilizados em aeroportos menores depois da Copa.
Nada foi dito sobre como vai continuar satisfazendo a demanda que cresce exponencialmente depois do evento nos grandes aeroportos. A ampliação se houver será no limite, e com cada vez mais passageiros, teremos um novo gargalo logo após a Copa.
Devemos absolver parte dessa culpa da Infraero no entanto. Pois a realidade é que o país ainda não estava preparado pra receber eventos esportivos desse porte, e ampliações e construções de aeroportos são operações que levam até mais de 5 anos nos países mais desenvolvidos e que tem tudo já planejado. As salas de embarque removíveis nada mais é que o nosso velho jeitinho brasileiro de improviso pra ocasião.
Já para o governo, a solução sempre tá na divulgação da quantidade investida, mas sem o esclarecimento da estratégia de solução. É como um consumidor burro que vai a uma concessionária e compra o carro mais velho do pátio, mas acha que fez um grande investimento porque pagou mais caro por ele.
Salas de embarque removíveis? Para usar uma velha expressão minha: mein Kafka!…
responder este comentário denunciar abusoAddendum,
O Jobim nunca teve autoridade pra falar que haveria mais espaços entre as poltronas dos aviões. (É isso que dá quando você nomeia alguém não tem nenhum conhecimento técnico ou experiência no setor para ser o ministro da Defesa).
A realidade global e econômica no mundo da aviação, é que para as companhias aéreas poderem ter uma margem de lucro mínimamente decente, é preciso ainda espremer os passageiros.
A impressão do público geral é que companhias aéreas estão lucrando horrores. Ledo engano. A indústria das linhas aéreas é considerada por qualquer economista como sendo uma das mais duras pra balancear as contas. E de fato muitas delas terminam o ano fiscal no vermelho. Muito se deve por causa do preço do combustível alto demais e para as empresas poderem lucrar elas devem colocar um número mínimo de poltronas para garantir o “break-even point” (número mínimo de passageiros pra não entrar no prejuízo). Logo a afirmação de Jobim foi totalmente infundada pois ele não conhecia essa realidade.
A cobrança de taxas por malas e vários outros serviços é apenas mais um sinal de que as companhias estão desesperadas tentando tampar o buraco dos seus gastos com manutenção, tripulação, e principalmente cobustível.
É claro que nem todas as companhias aéreas se enquadram nessa situação. As companhias brasileiras por estarem atuando num mercado emergente e que não para de crescer, estão tendo lucros razoáveis. Mas daí, esperar que mude o padrão de serviço de todas as companhias (estrangeiras incluidas) que atuam no Brasil, é meio utópico atualmente.
Mas há esperanças. As fabricantes de aeronaves estão trabalhando numa nova geração de aeronaves que consomem menos querosene e algumas cogitam em até usar biocombustíveis. Se tais aeronaves forem realmente fabricadas em massa, isso já tira a desculpa das companhias aéreas de terem de espremer a classe econômica.
responder este comentário denunciar abusoFey,
nada a acrescentar. Brilhante descricao.
OI Piza
muito oportuna sua “aeronotas”
prometeu-se mundos e fundos,
novos aeroportos, novas pistas, trem de ligação Congonhas- Cumbica-Viracopos, remanejamento dos voos, etc e tal
o tempo passou e tudo ficou igual, nada foi feito
uma reforminha aqui outra ali – nada substancial
e a demanda crescendo acelerada
já pensou um acidente agora sob pressão da Copa e Olimpíadas
com transporte aéreo não se brinca
e este jogo de faz de conta não acrescenta nada
tá na hora (aliás passou da hora) de retomar esta questão
Voces sao todos uns exagerados.
faca como a Marta…relaxe e goze ou pegue o trem bala.
Ô Piza… Desse jeito você vai levar um pito dos seguidores do lullo-petismo… Como se atreve a criticar os aeroportos? Não sabe que a candidata-poste já inaugurou uma infinidade de editais de aeroportos, trens-bala, rodovias, refinarias, navios, submarinos, naves-espaciais, colônias interplanetárias, etc.? Se a única coisa que saiu do papel foi a publicidade a peso de ouro, isso não é da sua conta, seu anti-patriota… E é culpa da oposição, tá? Como você pode achar que tem direito de questionar a chegada da Era de Aquarius às terras tupiniquins pela obra da divindade barbuda? Você vive no paraíso da infra-estrutura do PAC de ziiiiiiiiilhões de decadentes dólares americanos. Aceite isso, como bom súdito!
Daniel,
Você age como se o governo Lulla tivesse produzido algo de bom.
Errou em tudo porque acertaria nos aeroportos
No momento ele só pensa na Copa, que aliás rezo que o Estado de São Paulo não participe desta furada.
Rezo porque sei que será uma vergonha.
O problema da aviação comercial no Brasil, sempre foi problemática mas, atualmente com o governo querendo que os menos favorecidos troquem o ônibus pelo avião, agravou o que já era ruim.
Com os prblemas que temos em todos os aeroportos do Brasil, a Copa de 2014 será um Deus nos acuda.
Quatro anos para arrumar o que nunca foi bom e, está piorando, me parece pouco tempo.
Tomara que eu estaja errado mas, a próxima Copa no Brasil, será o purgatório dos passageiros. Não haverá Dante que resolva este inferno.
Ontem fui ao Rio a trabalho. Ao estacionar em Congonhas, por volta das 7:15 da manhã, o estacionamento de cinco andares já estava quase todo cheio, com muitos carros estacionados fora das vagas. Anunciariam um portão, para logo em seguida anunciar mudança de portão.
De tarde, no Santos Dumont, anunciaram embarque para São Paulo no portão 10. No monitor acima do portão, constavam dois vôos, o nosso da TAM, e outro da Avianca. Havia pessoas embarcando no portão 11, logo à direita, sem indicação de vôo algum no monitor acima do portão. A fila ía bem devagar no portão 10. Ao chegarmos à porta, a funcionária, da Avianca, disse que o nosso vôo saía do portão 11. Várias pessoas estavam mudando de fila, reclamando da desorganização. A moça da TAM se defendeu, dizendo que quem controla o embarque por portões é a INFRAERO. As pessoas embarcando no portão 10 tinham que ir ao um onibus à direita, cruzando com as pessoas do portão 11, que tinham que cruzar com as pessoas do portão 10 para pegar um onibus à esquerda…
Concordo, Daniel Piza, Boa tarde,
Mensalmente confiro o excesso de lotação em Congonhas, Ocorre sempre uma mudança dos portões de embarque talvez porque mesmo no ‘check in’ eles ainda não sabem em qual exatamente os aviões irão estacionar. Então é sobe e desce no chão também. Nas descidas vem a sensação, pelo tamanho exíguo da pista, de que o avião não vai conseguir parar a tempo e vai subir pelo gramado, coisa que já aconteceu com minha filha em dia de chuva, mas felizmente eles tem conseguido. Em confins, BH/MG acontecem fatos estranhos como um ‘Quero-Quero’ ser engolido e assado nas turbinas…e ali o estacionamento já não cabe mais e se for 6a. feira de noite, então, tem de estacionar até na estrada mesmo,não se acha vagas. Enquanto no subsolo parece haver áreas trancadas ou não totalmente usadas? não sei, já que as escadas rolantes para o subsolo estão fechadas, ao lado do pipoqueiro. Quanto a Guarulhos, ali impressiona a desorganização e falta de cuidados no geral, tanto na chegada, a demora para as malas, vê-se funcionárias com vassoura debaixo do braço e de papo longo e alto nos lavatórios desorganizados, armários de material de limpeza abertos,etc. Também nas filas de embarque enormes onde a desorientação prevalece.. Por que isso tem de ser assim aqui no Brasil?
Na semana passada em reunião sobre os aeroportos, a crise, a fala de Ricardo Teixeira sobre os 3 grandes problemas, gargalos da Copa de 2014, o Ministro Jobin entrou calado, saiu mudo, nenhum pio, êste senhor era falante, estroante, mandava e arrebentava, agora está taciturno, o Lulla anda uma arara com o desempenho da INFRAERO, Instituição da Fraudes Aeroportuárias, 900 milhões escoaram pelo ralo, isso segundo o TCU, e vem mais por aí, 5 bilhões a toque de caixa, “puxadinhas” nos Terminais, obras de fachada, toda as semanas a INFRAERO está nos noticiários policiais, o TOM JOBIM -AIRJ é um antro, um perigo ficar de bobeira por lá, quadrilhas, de bolivianos, peruanos, bandalhas,, kombis piratas,os funcionários da INFRAERO se escondem, escondem seus crachás, e o Santos Dumont, em frete , na Praça, sexo a luz do dia, flanelinhas, trobadinhas,roubos aos passageiros, na passarela em frente, tudo muito perigoso, segurança da INFRAERO não existe, andam como executivos de multinacional, de terno preto e gravata, servem de decoração, nada sabem ,nada vêem, nada escutam, correm da Imprensa, esperem a Copa em 2014, “Eu tenho mêdo de Dilma Roussef”.
O setor de Cargas do Aeroporto de Guarulhos- GRU-SP, as cargas ficam aorelento, se estragando ao sol,chuva, já desempedidas,porem o pessoal da INFAERO naõ encontra as encomendas, a cada 5 dias atracada paga-se 1% sobre o valor da carga, e amesma apesar de todos impostos pagos não aparece, isto tudo relatado pelo Presidente do Agentes Aduaneiros/ Despachantes , que desembaraçam cargas em GRU, uma simples sala de 30 metros quadrados custa de aluguel quase 20.000 reais, o metro quadrado mais caro do Mundo, está no Aeroporto, setor de Cargas em GRU, o sistema muitas vezes fora do ar, não funciona, falta espaço, pura burocracia, devem criar dificuldades para cobrar facilidades, como de praxe nos serviços públicos, estatais, para-estatais, é uma via-crucis para quem lida com carga e depende da INFRAERO em Guarulhos acordo fala do presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros, o Lula está possesso com o péssimo desempenho da INFRAERO nos principais aeroportos do País, uma vergonha, que o diga Ricardo Teixeira ainda na África, abertura da Copa de 2014 no Brasil, e a preocupação de novo Apagão Aéreo, “Eu tenho mêdo de Dilma Roussef”.
Hã Piza, e têm o PAC – Programa de Aceleração da Criminalidade, de 2007 a 2010 morreram 24.000 pessoas de forma violenta,assaltos, roubos,latrocinios, fora os policiais mal remunerados, estes são os números de um Instituto semana passada, aeroportos remendados com “puxadinhas” de lata, “petralhas” embutidos na INFRAERO, cargos bem comissionados, nada entendem de Aviação, desqualificados para segurança aeronáutica, radares obsoletos, sistema de trafego aéreo defasado, controladores que não falam Inglês, se perdem em números de vôos controlados, que já chegam a 45 por controlador, estressados, ganhando salários ridículos perante seus colegas norte-americanos, europeus, vivem nosos controladores a beira de um ataque de nervos, falhas no sistema, perda de controle, de contato, de radio-frequência,VHF/HF, cotrole Radar, falta a implantação do sistema ATM/GNSS, RPNAV,Baro-NAV, nas descidas/subidas, dos aeroportos, Cat II e CAT III para aeronaves/tripulações, Cat III/Autoland , já operado na Europa,aqui dvd, nevoerios intensos, fumaça, FOG, fora as esquadrilhas de urubús a rondar nossas pistas e a favelização no entorno dos aeroportos, engolidas pelas turbinas da aeronaves, causando perigo, danos, e custos,prejuizos as empresas na troca de uma turbina de jato, quem paga tudo isto????? Nós ,os bobos,contribuintes, da maior carga tributária da Terra, 375 do PIB, “Eu tenho mêdo de Dilma Roussef”.
…….. 37% do PIB, a carga tributária implantada pelo presidente que adora pobre e trabalhador, imagina se não gostasse , Fuiiiiiiiii!.
Notícias de hoje:
“A companhia aérea Gol ainda registra atrasos na tarde desta segunda-feira, 2, em parte dos voos domésticos do país. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), das 459 partidas previstas até as 14 horas, 242 (52.7%) registraram atrasos de pelo menos meia hora e 42 (9.2%) foram canceladas. Dos 22 voos internacionais programados pela empresa, 10 (45.5%) tiveram atrasos e nenhum foi cancelado.
Os atrasos da Gol puxam os índices da Infraero, que calcula atrasos e cancelamentos em todo o país. Dos 1279 voos previstos, 324 (25.3%) ficaram atrasados e 59 (4.6%) tiveram de ser cancelados.
Segundo a companhia aérea, os atrasos de hoje são, ainda, um reflexo do intenso tráfego aéreo na sua malha verificado na última sexta-feira, quando a Gol precisou transferir algumas de suas partidas programadas do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para o Aeroporto Internacional de Guarulhos.”
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