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Marcelo Duarte

Foto: Filipe Araujo / AE

Dos 4.707 funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), 589 atuam na função de Gestor de Trânsito. Esses profissionais precisam ter formação superior em Engenharia, Arquitetura ou Tecnologia. Podem atuar nas áreas de Planejamento, Projetos, Sinalização e Operação de Tráfego. No caso da CET,  a maioria deles (235) é formada em Engenharia.

O professor João Cucci Neto, responsável pela disciplina de Engenharia de Tráfego do curso de Engenharia Civil da Universidade Mackenzie, explica que o engenheiro de trânsito deve cuidar de tarefas como planejamento do sistema viário, formas de controle do trânsito, desenho geométrico da construção de vias, programação de semáforo, sinalização, entre outros. Embora não exista um curso de graduação universitária de Engenharia de Tráfego, alguns cursos de Engenharia Civil têm essa disciplina em sua grade curricular. Há também cursos de pós-graduação e mestrado na área, voltados para engenheiros de qualquer área, arquitetos e tecnólogos. “A duração do curso e os pré-requisitos variam de acordo com as instituições de ensino”, explica Cucci. Segundo o professor, o mercado de trabalho melhorou depois que entrou em vigor o novo Código de Trânsito, em 1998. “Os municípios passaram a fazer a gestão de seu próprio trânsito, e isso criou uma demanda por profissionais da área do tráfego”, afirma. “O início das privatizações das rodovias e a criação de concessionárias também abriu o mercado”.

(Com colaboração de Karina Trevizan)


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